sábado, 28 de maio de 2011

Museu Militar do Forte do Brum


Bandeira do Brasil Holandês

De rara beleza, o Museu Militar funciona dentro do Forte do Brum "preservando a memória de nosso passado, difundindo os valores culturais e cívicos da formação da nacionalidade brasileira e favorecendo os valores culturais do Exército Brasileiro". Sua construção iniciou-se em 1629 pelos portugueses e foi concluída em 1690 após a ocupação holandesa.
Serviu de abrigo aos refugiados da Revolução Pernambucana de 1817. Por sua importância cultural e histórica foi tombado pelo IPHAN em 1938.
Nesta última semana de maio/2011, este Museu Forte do Brum, incorporou em seu acervo uma das obras da série "Bandeiras Históricas Brasileiras", cuja totalidade da série pode ser vista na página acima intitulada BRASIL.
É dotado de salas temáticas sobre a Segunda Guerra Mundial, Batalhas dos Guararapes, Bandeiras Históricas, ocupação holandesa entre outras; além de possuir farta biblioteca.
Com 22 canhões de calibres diversos, dos séculos XVI, XVII e XVIII, alguns ainda são usados para tiros de salva.
A série Bandeiras Brasileiras também pode ser vista no site: www.artmajeur.com/giovdand_____________________________________________


VISITE - Museu Forte do Brum, Praça da Comunidade Luso Brasileira s/n, Bairro do Recife, Recife, PE, Cep.50030-280, Tel.81.3224.4620, de ter a sex, 8h às 16h e sab, dom e feriados, 14h às 17h. (Fonte: Guia de Museus de Cultura Militar do Brasil)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Arte Mental

Como qualquer tipo de arte, esta tem seu caminho, começando na simplicidade e chegando no limiar da genialidade criativa a todos quantos treinarem e praticarem. O pensamento, como forma de expressão, visível a bem poucos, mas que paulatinamente começa a tomar corpo, a par das telepatias e sensibilidades inerentes à alma humana dos que "captam" se não todas as palavras ou formas pensadas, ao menos tem uma vaga ideia do todo pensado por outrem, na chamada coincidência ou sincronicidade. Fenômeno de extrema raridade, este captar, tem sido vislumbrado sua possibilidade; enquanto a ciência caminha em outros rumos mais físicos.

A palavra "forma-pensamento" tirada de certa doutrina espiritualista significa, entendo eu, a construção firme da mente a ponto de plasmar a ideia pensada com suas devidas características, positivas ou negativas no espaço, seja ele físico ou não, incluindo no objeto: cores, perfumes, sabores etc. Na verdade o não físico também é físico, se considerarmos a outra dimensão da realidade. Dependendo da intensidade e clareza do pensamento, o tempo de duração da forma mentalizada poderá ser mais ou menos longo, sem quebra do objeto pensado. Segundo relatos, trazidos a lume através da mediunidade séria, as construções no plano espiritual são realizadas pela mente dos arquitetos treinados para tal mister, a partir do fluido cósmico universal, gênese de toda a matéria.

Considero o escrito abaixo, se somente um escrito, como algo que um escritor comum possa escrever, mas se trabalho minha mente a ponto de, por exemplo, em circunstânicas comuns, como "enquanto caminho na rua entre a multidão de pessoas, sons, objetos e informações", enfatizando minha ideia e tentando aos poucos construí-la com firmeza de minha própria visualização, então, sou um artista mental, independente de por enquanto não conseguir transmitir minha ideia, já que não temos aparelhos para medir as construções anímicas, mas, de antemão, já poderei me nutrir e colher as boas consequências que qualquer tipo de arte visual pode proporcionar, se voltadas ao belo e ao bem. Isto pode até virar sua vida de cabeça para baixo de um tranquilo e eufórico prazer. Mas, cuidado, pois em outra direção, como no ódio ou em outro padrão de mentalização negativa, que também constrói o pensamento e o materializa, poderá até mesmo afetar seu sistema nervoso, entre outras funções corpóreas.

Assim, eu convido a todos, espíritos imortais que somos, a, desde agora, começar aos poucos a treinar esta espécie de arte, e como não podia deixar de ser, num pálido exemplo,
falando de arte... ARTE MENTAL... absorto na multidão...

...e, quando ando na rua e estou na sintonia da arte, vejo pessoas transparentes, cachorros azuis, vegetação negra, crateras se abrem no solo e passo flutuando, luzes multicolores descem do céu dissipando as brancas névoas que envolvem as estrelas que se movem em redemoinhos enquanto a bailarina dança com minha sombra..., seria a do Degas? sei lá, acho que não, acho que ela não anda com este tipo de companhia, de dança. isto numa postura algo..., meio que surreal; mas se partirmos para uma maior abstração, vejo e sinto os odores perfumados de fachos e feixes de luzes, bolas e bolhas flutuam, vapores em cores, sombra, penumbra e luz, objetos e formas opacos, densos ou translúcidos, quintessenciados, eletrizantes, de neônio ou não, nisto posso estar como mero e pasmado observador ou ainda, inserido no contexto com a alma levitando de deleite, enquanto ouço a música celestial...a lira dos anjos, o cavaco dos arcanjos, o oboé dos serafins em fim!!! enfim, continuo a caminhar, em êxtase... pleno de mim mesmo... neste momento não me sinto um artista definível, sinto-me a própria arte. e, como qualquer pessoa que a pratica poderei, então, dizer...

...EU SOU A ARTE !!!

terça-feira, 24 de maio de 2011

EU SOU JESUS

Kra, mei q si liga ae..
Tava ieu min indo di apé na causa de mia familha, mostrah un quadru de Gesus, tipo di antigamenti miermu q naum tinha fotu, neti, nem carru e um dus poco inspetáulculo quin tia era a pintura e a inscultura, nem cine mais tinha nem nunca TV nem pensá, in fui eu min incaminhandu, tipu pintor antigo mermu jau diççe... lah pelas renascênssias dos mil e 500 etc quandu xeguei em lah... meu subrinhu Luigi, de entaum 2 anos, kra, eli tauva sentadu na mei qui berada do dregau da çolera da porta...ele tombou quandu viu o quadru quadrilauteru im losangulum du Jezuis, muinta eneugia...i naum tava di onda naum.. tombou di vera mermu, foi de brinka naum, cem tah rindu..eli.
pareçi q fou muita eneugia pá eli singurah na ora e caiu-çe.
na ora mei q mi recordei-mim di uma passasge q o Jhezus falô q eli era eli e ki cail todu u mundo..
foi mei ki ráopidu , mais deu tempum de me alembrá deça paçaugi bibrika..
Çe sól cum quadru depois di um tempaum ki eluli tevi auqki toumba, imaugina sol ve o poupriu Giesuso??
NA ORA O TEMPU PARO !!!


Cristo Senhor, 60x60cm, AsT

Evangelho de João
18:4 - Sabendo, pois, Jesus tudo o que lhe havia de suceder, adiantou-se e perguntou-lhes: A quem buscais?
18:5 - Responderam-lhe: A Jesus, o nazareno.
Disse-lhes Jesus: Eu sou Jesus.
E Judas, que o traía, também estava com eles.
18:6 - Quando Jesus lhes disse: Eu sou Jesus, recuaram e caíram por terra.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Flores ? Flores !

Por vezes me pergunto, para que existem as flores, se os simples frutos já nos saciam a alimentação e para nossa respiração o verde da clorofila é o suficiente.
A utilidade que possivelmente podemos "achar" para elas é muito semelhante à que supomos existir para as artes visuais: mero encanto e deleite. Isto tudo, claro, a par da possibilidade de comunicação entre o artista e o observador,  e, no caso das flores seria uma espécie de expressão do Artista Maior, para que venhamos a aprender alguma mensagem subliminar do Universo, enquanto caminhamos aqui na Terra. Aliás, ambos é um bom presente para expressar o amor por alguém. Por isto recebemos flores de Deus ? Isto já explicaria um pouco sobre sua existência.
Temos que admitir que se por um lado dá tanto trabalho cultivá-las, cuidados com iluminação adequada, tempertaura ambiente, umidade do solo, peculiaridades de cada espécie; de outro, tranquilamente, nasce uma singela florzinha no meio de uma rocha onde sequer imaginávamos a possibilidade de algo ali surgir com vida. O que, em si, nos enseja outra lição: Olhai os lírios do campo, não colhem, não ceifam e nem... É como se o Jardineiro dos Céus falasse: Despreocupe-se... EU ESTOU AQUI !
Recentemente tive a melhor explicação para a existência das flores; numa livraria, folheei um livro em que o autor tentava ferozmente nos convencer da inexistência de Deus, incentivando um pseudo materialismo científico e negando todo o patrimônio espiritual que a humanidade vem cultivando no transcorrer dos milênios.
Sim, ali eu entendi tudo, este autor nunca viu uma flor !
Suas infinitas colorações, perfumes variados, texturas diferentes; esta rica experiência da leveza, faz-nos lembrar a história bíblica do arco-íris:
Deus ainda está em paz com a humanidade !!!

Flores da Montanha I e II (díptico, 55x55cm cada) Acrílica sobre Tela


quarta-feira, 18 de maio de 2011

PORTINARI

E o homenageado da hora é...

Aquele menino cândido, PORTINARI que um dia colaborou com pelo menos uma estrelinha para ajudar na decoração da igreja de sua cidade paulista.
Aquele jovem que saiu da pequena Brodowski para vir morar de favor no Rio de Janeiro, dentro de uma banheira num cantinho que não atrapalhasse ninguém da casa, e que, certa manhã acordou molhado com a água fria de um cano que rebentou acima de sua cabeça.
Aquele adulto esforçado que esperava os colegas de classe saírem para comer um farto almoço para, em segredo, comer o seu grude, a farinha com água, que usava para preparar a tela de pintura antes de pintar.
Este pintor genial que tendo ganho o prêmio viagem ao exterior, retornou da Europa com as mãos praticamente vazias, mas com a cabeça cheia, retirou-se da vida por cerca de seis meses e produziu inúmeros trabalhos, aproveitando melhor o tempo de lá e o daqui.
Este homem que pintou os monumentais painéis de 280 (frise-se: duzentos e oitenta) metros quadrados, que foram doados pelo governo brasileiro para a ONU, instalados na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, EUA, que os brasileiros tem acesso a cada meio século.
Este espírito imortal que ninguém se esquece jamais, tal como mártir da arte, preferiu continuar a pintar e acabar de executar os painéis, enveredando pelo caminho sem volta da intoxicação pelo chumbo das tintas.
Este, que pintou e pintou e pintou...
Eu fui assistir ao espetáculo visual no Theatro Municipal, Rio de Janeiro, que ele nos proporcionou, e tocado pelas emoções, não resisti, tão logo peguei as tintas e telas tentei, não pintar nada do que ele pintou, mas sim, PINTAR A EMOÇÃO QUE SENTI AO VER OS PAINÉIS GUERRA E PAZ, DE PORTINARI.
Também por isto, meus parabéns...


Guerra, de Portinari, 50x70cm, Acrílica sobre Tela, 2011


Paz, de Portinari, 50x70cm, Acrílica sobre Tela, 2011

sexta-feira, 13 de maio de 2011

as 04 estações da vida...


De fases em fases os ciclos da vida se alternam repetidamente: na esperança da primavera, na desilusão do outono, na alegria do verão e nas dores do inverno... Neste ciclo, a ordem das fases varia conforme a música, com compasso próprio instituído pelo Universo. Mas a maneira como lidamos com a realidade influencia muito de perto a experiência vivenciada e é a única coisa a ser realmente levada em conta.


Verão, Vivaldi, 29x38cm
Verão, verão todos, que da vida só conta a empolgação a enaltecer de pura beleza as fantasias que criamos em nossas mentes e inutilmente tentamos trazer para a realidade, mas a experiência vivenciada ou não, é quente como o amarelo e o vermelho, então, se descuidarmos podemos até perder um pouco dessa mesma empolgação, só que agora, pela vida real. 

Inverrno, Vivaldi, 29x38cm
Inverno então, a poesia ritmada do vento frio que toca nossas faces nos lembra nossas dores e dificuldades, aqui todo cuidado é pouco para não fatigarmos antes do tempo com as intempéries do tempo mal vivido, pouco vívido e com a expectativa de tempos ainda piores. O branco é de frieza pela vida e não paz. Fez-se negro em tudo ! 


Primavera, Vivaldi, 29x38cm

Primavera, famosa também por ser a época da vivência humana simbolizada pelas cores e flores; mas em nossos corações pode ir e vir em qualquer idade. A flora verdejante de esperança, entrechoca-se de um lado para o outro, intercalando com cores de flores de tonalidades mil, num sem fim de harmônicos contrastes, lembrando nossa caixinha de lápis de cor que carregávamos quando criança. Tudo na vida são sorrisos, rio então... 

Outono, Vivaldi, 29x38cm

Outono, eis que chega inesperado, marcando-nos como decepção, apesar de caírem as folhas e despedaçarem os sonhos, também é a época do refazimento, transformar o plúmbeo pelo menos num cinza de aguada para que comecem a brotar os novos ramos para que venham a florescer e gerar frutos saudáveis, quando bem cultivados, é claro. É a época da pausa para pensar, afinal... O que colhi nas outras estações? Deve pensar cada um, por si e pelos outros.  

Primavera-verão, outono ou inverno, pode até ser meia-estação, o que importa, se somos nós mesmos que ditamos e seguimos nossa própria moda...

Vendo do alto este ciclo de estações, que de tempos em tempos se repetem, tanto faz para mim se é outono ou primavera, pois fico tão feliz no inverno quanto no verão...

As obras são acervo da APAE - Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, Barra do Piraí, RJ

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Reencarnação


Rio de Janeiro Photográfico 064 , Visão da Avenida Presidente Vargas




A tarde caía          
A madrugada aparecia         
O sol surgia         
No outro dia         

Assim sucessivamente         
Dia após dia         
Milênio após milênio...         

Surge o homem         
Nasce, cresce e morre         
O mesmo homem         
Torna nascer, crescer e morrer         

Assim sucessivamente         
Dia após dia         
Milênio após milênio...