segunda-feira, 19 de setembro de 2011

MONTEIRO LOBATO


Monteiro Lobato

Conto-lhes um pequeno conto, como quem rápido coloca um ponto... Era uma vez no reino de Taubaté, onde havia um moço, de sobrancelhas juntas, chamado José Bento MONTEIRO LOBATO (foto) (1882/1948), brasileiro, foi promotor, adido comercial, conferencista, editor, tradutor, escritor, desenhista e fazendeiro. Casou-se e teve quatro filhos. Tendo crescido numa fazenda, entre muitas e muitas obras, criou o “Sítio do Picapau Amarelo”, obra da literatura para crianças de até 100 anos; com personagens do inusitado mundo da fantasia, onde faz de conta que o pó de pir lim pim pim nos leva até lá e tudo pode acontecer. Tem a Emília (a boneca falante de pano), Narizinho (a menina do nariz arrebitado), Pedrinho (o destemido, medo de onça? nem tem), Marquês de Rabicó (o porco comilão e esganado), Conselheiro (o burro poeta e romântico), Quindim (um doce de rinoceronte), Visconde de Sabugosa (o sábio feito de um sabugo de milho), Tia Nastácia (a fazedora de quitutes), Tio Barnabé (o preto-velho pensador), Cuca (a bruxa feroz), Saci (o pulador de uma perna só) etc; que passam boa parte do tempo fazendo estripulices e traquinagens no Sítio do Picapau Amarelo, pertencente à Dona Benta (a mais feliz das vovós)... Pronto, rápido contei um conto... Ponto!

Sobre o assunto, leia também a postagem, de:
03.08.2011, Sítio do Picapau Amarelo na Espanha
13.04.2011, Depoimento de um PAI, giov. d'and.


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O monólogo do artista passa a estabelecer diálogo com o público quando sua arte é comentada...