sábado, 22 de dezembro de 2012

almofadas giov. MONTEIRO LOBATO d’and.



Numa doce labuta que envolveu toda a Ed. Infantil e 1º Ano do Ens. Fundamental, as laboriosas Profª Andrea Lima de Carvalho Martins e Profª Jacqueline Lopes Rodrigues (foto, da esquerda para direita), hábeis educadoras do Colégio Marista Nossa Senhora da Penha, da cidade de Vila Velha, no Espírito Santo, com seus alunos, para o encerramento do ano letivo, numa linda festa, cujo tema foi "pirlimpimpim, uma viagem sem fim", em comemoração aos 130 anos do nascimento de Monteiro Lobato, redesenharam os quadros do d'AnD. gIoV., sendo que cada turma escolheu um artista que retratasse em sua obra os personagens do Sítio do Picapau Amarelo. Para este mister, como numa brincadeira de criança, foram feitas almofadas, releituras feitas a partir dos quadros da


A Exposição Cultural, organizada com as diversas OBRAS-ALMOFADAS DE ARTE dos alunos, brindou, elucidou e encantou na biblioteca da





Essas mesmas obras foram suporte de exposição, em Madri, com a finalidade de valorizar a cultura brasileira entre "nossos" residentes na Espanha.

Confira outras postagens, neste blog, sobre o
  

São essas grandes professoras e esses pequenos artistas que fazem a enorme diferença!



Assim, foi dado meu recado para a turminha do ''Leite e Amigos da Saúde'':

Como eles, também comecei a pintar aos 5 anos. A diferença entre ser um artista ou não ser, está justamente no fato de nunca parar de brincar... Mas, infelizmente a maioria das crianças para de fazer bagunça... O segredo é não parar nunca...

O artista é a criança que não cresceu!

A espontaneidade da criação infantil é tão importante que Pablo Picasso testemunhou: "Aos 12 anos pintava como Raphael (Raffaello Sanzio), na Renascença, aos 80, esforço-me para pintar como uma criança".

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

São João Batista

NASCIMENTO - Segundo o Evangelho de Lucas, João nasceu no reino de Judá, filho do sacerdote (São) Zacarias e de (Santa) Isabel, parente de Maria (Santíssima). Isabel, estéril e idosa, teve sua vontade, de ter filhos, satisfeita, quando o anjo Gabriel anunciou a Zacarias que a esposa lhe daria um filho, que deveria se chamar João. Depois disso, Maria foi visitar Isabel. “Ora quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. Com um grande grito, exclamou: Bendita és tu entre as mulheres e bendito és o fruto do teu ventre! Donde me vem que a mãe do meu Senhor me visite?” (Lc 1:41-43).

São João Batista (Versão 1996), 44x32cm, Óleo sobre Tela
VIDA – “Naqueles dias apareceu João, o Batista, pregando no deserto da Judeia” (Mt 3:1). Confundido com Cristo, humildemente dizia: “Esse é o que há de vir depois de mim, ao qual eu não sou digno de desatar a correia das sandálias” (Jo 1:27). Batista batizou Jesus. E, apontando para o Mestre, mostrava a seus discípulos a quem estes deveriam seguir: “Eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29). “E este João usava vestes de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seu dorso...” (Mt3:4). Nas pinturas, São João Batista é comumente retratado com esta roupa, com feições de criança tendo um cordeiro nos braços ou na cena do batismo.

São João Batista (Versão 2012), 44x32cm, Acrílica sobre Tela
 MORTE – Narra Marcos (6:14-29) que João dissera a Herodes: “Não te é lícito possuir a mulher de teu irmão”. Herodíades, agora sua esposa, voltou-se contra ele. Na festa de aniversário de Herodes, Salomé, filha de Herodíades, dançou e tendo agradado, este disse à moça: "Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”. Ela saiu e perguntou à mãe: “Que peço?” Esta respondeu: “A cabeça de João Batista". Voltando ao rei, fez o pedido: "Quero que, agora mesmo, me dês num prato a cabeça de João Batista”. O rei enviou um executor, que o decapitou e trouxe sua cabeça numa bandeja. Deu-a à moça, e esta a entregou a sua mãe. O corpo de João foi enterrado por seus discípulos.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Pintura Mediúnica (convite)

A ASSOCIAÇÃO ESPÍRITA OBREIROS DO BEM,
MANTENEDORA DO
HOSPITAL PEDRO DE ALCÂNTARA,
CONVIDA
DIA 14 DE OUTUBRO DE 2012 – 2º DOMINGO
11 HORAS - PINTURAS MEDIÚNICAS
COM GIOVANNI D’ANDREA
13 HORAS – ALMOÇO EM PROL DO HOSPITAL PEDRO DE ALCÂNTARA
CARDÁPIO: Frango assado, arroz, feijão, macarrão e salada
ou
Almôndegas de soja (Vegetariano)
Deliciosas sobremesas – R$ 2,00 - Refrigerante grátis
CONVITES PARA O ALMOÇO À VENDA NO LOCAL : R$ 15,00
Aceitamos doações de toalhas de banho
Informações(21) 2273-3366 / (21) 3293-2400

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A Arte de Robert Schumann

 
Livro: Grandes Vultos da Humanidade e o Espiritismo
Autor: Sylvio Brito Soares

Wo0 23 Konzert für Violine und Orchester 100x90cm AsT
Robert Schumann foi considerado na Alemanha, país de seu nascimento, o mestre incomparável do “Lied”. Quando garotinho, apaixonara-se pelo piano, compondo mesmo pequenas fantasias.

A fim de satisfazer às rogativas maternas, matriculara-se, aos 18 anos, no curso de Direito da Universidade de Leipzig. Isto, porém, não o impedira de dedicar-se mais à música que à filosofia do Direito. Impotente para resistir à atração que a música exercia em seu espírito resolveu confessar à sua genitora o propósito de não ser jurisconsulto, mas sim, unicamente, músico.

Schumann sonhava escrever músicas religiosas, embora não fosse religioso no sentido habitual do termo. Um de seus biógrafos, Vasieleviski, que certa ocasião encontrou Schumann com a atenção voltada para as páginas de um livro que tinha nas mãos, perguntou-lhe o que lia. Sua resposta foi apenas esta:
- Não sabes nada das mesas girantes?
E acrescentou esse biógrafo:
Seus olhos, habitualmente semicerrados, abriram-se, e, com um ar inspirado disse:
- As mesas girantes sabem tudo.
Nessa ocasião chamou sua segunda filha e iniciou uma série de experiências com uma pequena mesa, a qual, a seu pedido, marcou o movimento inicial e o final da sinfonia em Dó menor de Beethoven.

Constantemente tinha ele alucinações auditivas, tanto que se queixava à sua esposa de que um acorde musical vivia a espancar-lhe os ouvidos, prejudicando-lhe o repouso. Pouco depois, decompunham-se as notas num milhar de sons majestosos. Já não lhe era penoso ouvi-los. Todos os ruídos se tinham transformado em música para os seus ouvidos. Música esplêndida, como ele nunca ouvira na Terra.

Essas afirmativas de vários de seus biógrafos provam sobejamente que Schumann era possuidor de várias mediunidades, inclusive a da audição, isto é, era médium auditivo. Ele próprio contou que certa noite se sentira inspirado pelos Espíritos de Schubert e Mendelssohn, e imediatamente procurou escrever o tema que lhe ditavam em Mi bemol. Em virtude dessa inspiração, compôs cinco variações para piano, que Brahms intercalou nas Variações para quatro mãos, dedicadas a Julia Schumann.

Roberto Litell, escrevendo acerca de Schumann, disse que, como muitos dos grandes compositores, tinha um sentimento estranho de que a música lhe vinha malgrado seu, e que não havia nada que ele pudesse fazer para impedi-la. Em tais momentos, seu estado de concentração era tal que ele podia compor calmamente, mesmo sob o acompanhamento de tiroteio nas ruas próximas.

E Alfredo Colling, em seu livro “A Vida de Robert Schumann”, conta-nos que ele seguidamente se locomovia de sua sala de trabalho à “mesinha”, nela sobrepondo as mãos, iniciando então uma conversação com voz abafada. Ao contemplar-se Schumann, nesses momentos em que discutia com o invisível, a impressão que se tinha era a de que ele se encontrava na linha divisória entre o conhecido e o desconhecido. “A música de Além-Túmulo – fala ainda Colling -, que ressoava em seus ouvidos, fazia-lhe, muita vez, recordar uma vida anterior, em cujo término mudou a envoltura corporal”.

É verdade que antes de se dedicar à música, seu Espírito esteve certo tempo indeciso; não sabia qual o rumo que tomaria, se o das musas, ou se o da música. Sente-se perfeitamente que seu Espírito ingressara nesta nova existência com apreciáveis cabedais da arte poética e da harmonia dos sons. Pendesse ele para a poesia e nesse setor artístico seria tão extraordinário quanto o foi no da música.

Camilo Mauclair, que estudou a obra musical de Schumann, assevera ser ela a linguagem de uma sensibilidade superior. Através das variações fugazes do ritmo e do timbre percebe-se realmente a presença de um ser vivo que se confia, chora, sorri, espera, grita sua dúvida, ascende ao absoluto ou espairece seu devaneio desencantado.


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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Conto de Fadas ?


Quando me contaram, calculei que fosse mero conto da carochinha ou de fadas, dessas estorinhas que se conta pra boi e criança dormirem, mas disseram que não, que era, mas que era mesmo, uma história verídica e verdadeira, com fatos, acontecimentos e pessoas reais, que existem, de fato, na vida real, que retrata a realidade atual, se é que me entende.

Pra não parecer que aumento um conto no ponto, ou vice-versa, vendo o peixe exatamente pelo mesmo preço que comprei, vez que sou vendedor de sonhos, mercador da vida. Como foi exatamente? Num sei, só sei que foi assim...

Era uma vez...

Uma pequenina criança que havia sido abandonada na porta de um castelo construído com blocos de pedras frias e gélidas; muito estranho, de um formato peculiar, embora agradável, que poderia ser maior do que o mundo, mas por um costume muito antigo, que remontava séculos e seculares, ele estava sempre bem encolhido, aparentemente insatisfeito, se couber este adjetivo para um castelo.

O rei, leão considerado por sua força, inteligência e destreza, sempre assoberbado de afazeres que considerava mais importante, praticamente abandonou o castelo nas mãos de uma bruxa malvada, a Ira Colérica, madrasta má de dois filhos, o Orgulho Egoico e o Egoísmo Orgulhoso, que colocou esta criança desprezada pra fazer todo o serviço do castelo e da vida.

A criança era uma menina de lábios vermelhos de rubi, olhos pretos de jabuticaba e pele branca de neve. Sentia-se um patinho feio ao lado dos irmãos luxuosamente ornamentados para as festas que a Dona Vaidade Ostentosa ostentava pelo mundo. Ela tinha cabelos tão compridos, mas tão compridos, que se quisesse poderia até jogar pela janela, para alguém subir e salvá-la, já que nunca tinha saído de casa, enclausurada pela maldade dos irmãos, mas infelizmente não havia príncipe, nem ninguém para fazê-la se sentir melhor, nem mesmo um sapo que fosse.

Humilde, coitada, até dava dó dela, vestia retalhos costurados, um chapeuzinho vermelho e somente tinha um pé de um sapatinho, de cristal, parecia uma imitação e nem podia mesmo calçar, senão ficaria dando mancadas. Sem falar que era de um tamanho peculiar que somente cabia nos pezinhos da jovem mocinha, o que lhe causava certo retraimento por parte dela.

Solitária, sua única companhia era uma gata. Borralheira, era assim chamada, porque sempre tinha que limpar o borralho do fogão de lenha, que sujava a casa toda, depois de apagado o fogo, pois nem nome tinha, não tinha nada.

Infeliz, questionava-se sobre a razão de seu sofrimento. Seria culpa do dono do castelo, mero acaso ou capricho do destino ? Mas, no fundo, no fundo, ela sabia que a divina majestade, como chamava o rei, pois sabia que ele era guiado por Deus, era um homem bom, apesar de nunca ter tempo para ela.

Sentindo-se feia e desconsolada, com tamanhas dificuldades, da janela do castelo, de onde contemplava a amplidão dos Cosmos, humildemente ficava imaginando como sua vida seria agradável se duas faíscas brilhantes da estrela mais verde chamuscassem suas vistas e não as cegassem, claro, tornando-as duas grandes gemas de esmeralda. Pois assim, saberia que nem tudo estaria perdido em sua vida, olhando no espelho poderia até se perguntar: Espelho, espelho meu, em todo o reino do Céu e da Terra, há alguém de mais bela... Vida, do que eu ?

O tempo passou, passou e apareceu uma fada madrinha que se apresentou como um anjo guardião, protetor do sofredor, dizendo que lhe velava na alegria e na tristeza, e, ao seu simples comando, tal um gênio de uma lâmpada mágica, eis que duas faíscas se desprenderam dos céus, em direção aos seus olhos, que passaram a ter um constante brilho esverdeado.

- Que reflete o que senti, mentalmente reparou.

A fada, espírito amigo, das mais altas esferas espirituais, também disse que a partir deste instante ela teria um nome, mas sussurrou tão melífluo, que somente ela conseguiu captar, sem provocar a inveja dos outros invejosos moradores do castelo.

Neste momento, ouviu-se um barulho na porta e como todo o peso das tarefas era sempre dela, foi abri-la e aproveitar para ver o castelo do lado de fora. Ela fez tudo muito rapidinho, que nem deu tempo do rei se dar conta que aquela menina, rara espécie de linda princesa, era a mesma criança abandonada, planta frágil que somente precisava ser regada com carinho e atenção.


Rio de Janeiro Photográfico 044
Visão da Quinta da Boa Vista, no zoo, lógico.

Extasiada, viu o estranho formato do castelo, abraçou o dono, tão suave quanto o reflexo n'água de uma linda ave branca, como uma pequena sereia, dançando em águas cristalinas... E, estendendo ambas as mãos, como quem prestes a dar um saudoso abraço, apresentou-se:

-- EU SOU A ESPERANÇA E MORO NO SEU CORAÇÃO !!!

-- E daí ? Bom pra você...

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terça-feira, 12 de junho de 2012

Pintura Mediúnica (convite)




Quando Chico Xavier foi indagado sobre a finalidade da pintura mediúnica, respondeu:

“Esses trabalhos são de Evangelização através das
 cores, para todos os espíritos encarnados e  desencarnados”.

O Grupo Espírita Irmã Angélica
Convida:

Apresentação de Pinturas Mediúnicas
com o Médium Psicopictógrafo

Giovanni D'Andrea

30 de junho, às 09 horas

Rua Tupiaçu nº 237 - Padre Miguel – Rio de Janeiro

quarta-feira, 30 de maio de 2012

A PADROEIRA DO BRASIL





Segundo registro do Padre José Vilela, 1743 e do Padre João Aguiar, 1757, a aparição da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, ocorreu em 1717, quando o conde Dom Pedro de Almeida estava de passagem por Guaratinguetá. Para festejar, os pescadores lançaram seus barcos no Rio Paraíba, com a intenção de oferecerem peixes ao conde. Três pescadores rezaram para a Virgem Maria. Após várias tentativas infrutíferas, ao invés de peixe, apanharam o corpo de uma imagem da Virgem e depois a cabeça. Logo em seguida, pescaram tantos peixes que foi considerado o primeiro milagre.


 A imagem, de terracota com 40cm, estava sem a policromia original, por estar submersa no rio. A cor acanelada deve-se à fuligem das chamas de velas e candeeiros. Em estilo seiscentista, argila de Santana do Parnaíba, SP, tem autoria atribuída ao Frei Agostinho de Jesus, pelas características: forma sorridente dos lábios, queixo com covinha, flores em relevo no cabelo e broche de três pérolas na testa.


Em 1745, é inaugurada uma capela, visitada, em 1822, por Dom Pedro I. Em 1888, uma nova basílica, visitada pela Princesa Isabel, que ofertou à santa uma coroa de ouro cravejada de diamantes e rubis e um manto azul adornado. A imagem foi coroada, em 1904, por decreto da Santa Sé. Em 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor, recebendo os ossos de São Vicente Mártir, vindos de Roma. Em 1930, foi proclamada Rainha e Padroeira do Brasil, pelo Papa Pio XI.
 Em 1955 teve início a construção da Basílica Nova, em forma de cruz grega, com 173m por 168m; naves com 40m e cúpula com 70m de altura. Em 1967, nos 250 anos da imagem, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário a “Rosa de Ouro”. Em 1980, o Papa João Paulo II, no Brasil, consagrou a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, o maior santuário mariano do mundo. Pela Lei nº 6.802/80, foi decretado feriado dia 12 de outubro, reconhecendo oficialmente Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. Em 2007, o Papa Bento XVI ofereceu outra “Rosa de Ouro”.

Foto 1: Nossa Senhora Aparecida 120x70 Museu N S Aparecida. 
Foto 2: Aparição de Aparecida Apareceu na minha Vida 70x50 Catedral NSA Brasília.  
Foto 3: Senhoraparecida 50x40 acervo particular. 
Foto 4: Aparecida Nossa Apareceu em Aparecida 30x21 Museu N S Aparecida. 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

VÍDEO: Pintura Mediúnica


No intuito de tentar esclarecer a diferença entre minhas pinturas (Giov. D'And.) de minhas atividades como médium de pintura, posto este vídeo, e, abaixo, transcrevo trecho do texto: "MEU DIÁRIO COM SAI BABA", extraído do tópico "II - Apresentando-me" (que consta na página "Sai Baba", aqui no blog).

"Aos vinte e dois anos surgiu, a mudar completamente o rumo de minha vida, a psicopictografia ou pintura mediúnica seguida de imediato por uma forte e tranquila clariaudiência a me fazer ouvir as vozes com seus tons e timbres, apresentando-se a mim alguns dos grandes mestres da pintura. Posteriormente a mediunidade da pintura foi seguida pela escultura e pela colagem, e, por vezes, pela escrita, em versos ou não."


Agradecimentos:
Associação Espírita Obreiros do Bem
Hospital Pedro de Alcântara
Templo Umbandista Mensageiros da Luz
Filmagem Felix Averburg
ASSISTA, EM BREVE, AO  VÍDEO  SOBRE ESCULTURA MEDIÚNICA.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Giov. D’And. Autobiográfico


Após a notícia sobre o quadro “O Grito”, mas não inspirado nele (muito embora a boca grande e aberta em grito e canto), realizei minha autobiografia, em hay-kai. Tem encanto, tem canto... D’Arte é meu nome.

DIABO, grita sem som,
Grit'alto um som mudo,
Dói n'ouvido d'ouvinte...

ANJO, sempre acalm’alma,
Tem’canto... Suave...
D’Arte: Treme a Terra !

O Grito, Edvard Munch.
A única das quatro versões de "O Grito", do pintor norueguês Edvard Munch, que permanecia com colecionadores particulares, foi leiloada recentemente, em 02.05.2012, em Nova York, por US$ 119,9 milhões, na casa Sotheby's, de Nova York (EUA). Número recorde que supera os US$ 106,5 milhões de "Nu, Folhas Verdes e Busto" de Pablo Picasso, o máximo histórico alcançado até agora por um quadro em um leilão.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Pintura Mediúnica (convite)

Assunto: Cartaz, evento de 15 de abril no HPA.

A Associação Espírita Obreiros do Bem 
Convida:
Apresentação de Pinturas Mediúnicas
com o Médium Psicopictógrafo 

Giovanni D'Andrea

,entrada franca.
15 de Abril,  às 11 horas.
Logo após, haverá um
almoço beneficente em prol do
Hospital Pedro de Alcântara.
Cardápio :
costelinha de boi com batatas e agrião
e
polpetone de soja.
 


Convites antecipados na Associação
      R$ 15,00
Solicitamos a doação de 1 Kg de alimento,
 não perecível.
Rua Santa Alexandrina, 667/695
Rio Comprido – Rio de Janeiro
Telefones: (21)2273-3366 / (21)3293-2400 E-mail: divulgacao.hepa@terra.com.br Sites: www. Aeob.org.br  /  www.hospitalpedrodealcantara.com.br

sexta-feira, 30 de março de 2012

Entre Eusebius e Florestán


Raro - Assim, foi a continuação de um diálogo, iniciado em 08/06/1810, que pareceu ter morrido em 29/07/1856, entre as figuras psíquicas, que tomaram corpo, criaram vida e estão presentes: “E”, o Eusebius e “F”, o Florestán.

F – Eu sou a ciência !
E – Grandes coisas, eu sou a arte !
F – Apenas razão...
E – Muito mais que e tão somente emoção...
F – Você não tem cérebro.
E – Tenho, mas como você não tem olhos de ver, não o vê, dentro do meu coração.
F – Eu mostro a realidade.
E – Ajudo a enfrentá-la e transformá-la.
F – Eu descubro a realidade, que antes ninguém percebia.
E – Dou realidade ao irreal, que sempre existiu na realidade.
F – Assim, com ironia e vaidade, não chegaremos a lugar algum.
E - Não importa o que eu diga, onde estamos agora, já é nossa chegada.
F – Eu existo para melhorar a vida.
E – Sem mim, não há vida.
F – Eu estudo o passado, para melhorar o futuro.
E – Sou o passado e o futuro, ainda no presente.
F – Eu vejo somente o que existe.
E – Também só vejo o que existe. Quer ver ? Olhe para frente e com muita facilidade você também poderá ver um objeto flutuante que desliza celeremente sem tocar no chão, enquanto gira em torno de si mesmo, produzindo uma infinidade de pequenos elementos da flora, exalando perfumes variados, que toca cada transeunte desavisado, que por sua vez, acaba por levitar também... E, quanto mais rápido desliza, flutuando acima do solo, mais gira, mais floresce, mais perfuma e abrangendo uma área cada vez maior, contagia um maior número de pessoas. Parece que vai, positivamente, contaminar o mundo inteiro, quiçá o universo, com suas doces vibrações de leve euforia. Em estado de graça, muito em breve, todos os governantes da Terra reunir-se-ão e, em uníssono, como num só coração, ordenarão: Excluam a palavra guerra de todos os dicionários! De hoje em diante, a única preocupação de todos os povos será o entretenimento saudável, pois todos estarão saciados de letras, saúde, moradia, alimentos e principalmente de atenção e estímulos às realizações pessoais. E assim será cumprido, com muita harmonia. A paz reinará por completo.
F – Não é possível, estou sem paciência hoje, vou baixar o nível da conversação: Você é maluuucoooooooooooooo..........
E – Como assim ?
F – Cara, você é um doente, precisa se tratar. Simples, né ?
E – Ah...
F – Deve estar de onda com minha cara.
E – Desculpe, mas, agora fui eu quem não entendeu.
F – Vai procurar um psiquiatra que você vai entender rapidinho. Mas, do jeito que você viaja, vai demorar a entender, se é que vai entender um dia.
E – Já entendi tudo, a ciência, com suas razões, não dialoga no sentido da troca de sensações, emoções e sentimentos, como a arte faz. Não considera a beleza algo além do subjetivo, chegando ao objetivo, palpável. Descarta o imponderável, como se ele não existisse.
F – Basta, estou perdendo meu tempo. Nem preciso pesquisar muito. Você é cego mesmo. Esta beleza e harmonia, que você relatou, que fará o mundo melhor, como num passe de mágica, de um conto de fadas, na verdade é um ventilador velho amarrado atrás de uma bicicleta enferrujada. Parece quebrado, deve estar sendo levado para o conserto ou para o lixo!
E – Bem, finge que eu acredito em você. Por hoje, não se fala mais nisso...
F – Ah...
E – Agora você vai dizer que não existe mais arte, ARTE MENTAL...

Orion, Acrílica sobre Tela, 40x40cm

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sexta-feira, 2 de março de 2012

Chico Xavier e Pintura Mediúnica

Apesar da minha ideia inicial de fazer um blog voltado especificamente para a arte, pelo meu envolvimento com outras questões existenciais, torna-se inevitável desmembrar os assuntos, então, aproveito para fazer um agradecimento público ao Francisco Cândido Xavier, que não deixa de estar envolvido com a arte, neste caso a mediúnica.

Abaixo, transcrevo trecho do texto: "MEU DIÁRIO COM SAI BABA", extraído do tópico "II - Apresentando-me".

"Aos vinte e dois anos surgiu, a mudar completamente o rumo de minha vida, a psicopictografia ou pintura mediúnica seguida de imediato por uma forte e tranquila clariaudiência a me fazer ouvir as vozes com seus tons e timbres, apresentando-se a mim alguns dos grandes mestres da pintura. Posteriormente a mediunidade da pintura foi seguida pela escultura e pela colagem, e, por vezes da escrita, em versos ou não."

Bom, lendo agora o que transcrevo, até eu, que vivenciei a situação acima, tenho a impressão de que foi tudo muito fácil... Mas não, não foi... Estava eu, muito bem, quieto no meu canto, quando surgiu esta "tempestade veloz" em minha vida, pois foi isto que pareceu, quando vi que teria que adaptar minha vida dali em diante para conviver com esta experiência e acrescentar em meus hábitos e afazeres mais estes "serviços"... Afinal, para que poderiam servir todas aquelas pinturas ? Realizadas em cerca de um ou menos de um minuto a cerca de cinco ou pouco mais de cinco minutos, logo minha casa estaria cheia delas e não teria mais espaço para guardá-las. E por que estavam querendo pintar através de mim, com tanta gente no mundo ? Eu ainda não estava inteirado de como deveria proceder dali em diante. Na verdade os pensamentos nem estavam tão claros, como agora que escrevo. Cheguei a pensar se não estaria sendo vítima de espíritos enganadores. Nesta tormenta, resolvi escrever ao Chico, que nunca encontrei em vida, para ver se ele me dava uma luz, direção ou apontasse como eu poderia me acalmar, saber se eles (os espíritos) eram realmente quem diziam ser, apesar de pintarem com muita facilidade através de minhas mãos ou pés, sem passar a ideia da pintura e a execução através de meu cérebro, que sempre permaneceu consciente de tudo ao redor. Muitas vezes conversei com outras pessoas ou mesmo com os espíritos, enquanto estes pintavam através de mim. Mas, no início, com certeza, nem tudo estava claro.

Mais tarde, aos poucos, fui percebendo algumas das utilidades da arte dos espíritos, tais como a comprovação científica das assinaturas e estilo pictórico de cada um dos pintores, mostrando claramente a continuidade da vida após a morte e a possibilidade de intercâmbio entre os que partiram e os que ficaram; as propriedades curativas que as mesmas possuem, como pude constatar, por exemplo, com cirurgias e consultas médicas que foram desmarcadas quando o paciente recebeu um quadro mediúnico (e canalizou suas energias para si); além da ajuda financeira que esta proporciona aos locais de assistência aos menos favorecidos, para onde todas as obras são doadas (pois, pelo menos no meu caso, elas nunca foram comercializadas a favor do médium).

Então, desesperadamente, escrevi umas quatro ou cinco páginas de reclamações, acrescentei alguns desenhos e enviei. Incrível, a resposta chegou em minhas mãos em quatro dias, tempo de ida e volta, das duas cartas, a minha e a do Chico, entre cidades do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, através dos Correios.

Mensagem psicografada por Chico Xavier. (Envelhecimento do papel por foto editor)

Por que esle escreveu meu nome junto com o "solicitante" ? Dentre as  milhares de cartas que ele recebia, a impressão que tenho, dado o tempo de resposta é que ela foi tirada da multidão de missivas que ele recebia, cada uma com uma problemática muito além da que se passava comigo, para ser respondida rapidamente, não exatamente por meu merecimento, mas talvez pela necessidade de me fazer entender o que se passava comigo... E, quem seria o "solicitante" ? Bom, isto na verdade não importa, o que importou mesmo, na época, foi a minha mudança de pensamento, que aconteceu exatamente através desta pequena mensagem. A muitos, esta mensagem, pode parecer genérica e evasiva, mas foi por mim recebida numa ocasião de grande transtorno, exatamente num momento em que eu precisava refletir sobre o verdadeiro significado da FÉ !

OBRIGADO, SEU CHICO !

Atenção: Todas as pinturas publicadas neste blog e no site www.artmajeur.com/giovdand NÃO são mediúnicas.
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Vida na Morte e Morte na Vida

A Passagem Albina, 2011, Acrílica sobre Tela, 100x100cm.

Vi viúvos e vi noivas desconsoladas...
Órfão chora cadáver no caixão.
Aflição no sepulcro do irmão.
Mãe, madre e madrinha desesperadas...

Dores lançadas, flechas atiradas;
Atingem o alvo do coração.
Fria, a morte sem consolação;
Mas, e as verdades comprovadas?

Existe morte, após a vida?
Resposta da razão ou da insanidade?
Só ida? Voltamos da louca partida?

Ideia, felicidade da humanidade,
Esperança ainda não perdida,
Acalma a alma: a da imortalidade!
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