segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Ressuscitando o Natal

pelo espírito Auta de Souza
médium Giovanni D'Andrea

O Cristo que um dia ouvimos falar,
Foi mártir, anjo e santo.
Dizem até que redimiu nossos pecados,
Sem nada, fazermos, precisar.

Dividiu e entrou para a história,
Louro de olhos claros ou moreno de judeu.
Histórias e estórias foram contadas.
Muitas fantasias foram inventadas.

Até já ouvi que foi casado,
Também O vi ressuscitado.
Como pecador, eu ouvi com dor.

Criou Pedro, a Pedra de uma Igreja,
Que se dividiu e. por si só. se recriou.

Cristo inventado
Não me enche o olhar,
Pois Ele me disse para eu ver,
Somente com olhos de ver.

Muita coisa não faz sentido,
Muita coisa nem é do Cristo.
Ele morreu por nós,
E nós matamos por Ele.

Que ensinamento ficou ?
Natal é para beber e esquecer ?
Comemorar Quem não quisemos conhecer ?

Curou feridas de leprosos e miseráveis.
E o prêmio: foi crucificado entre ladrões !

No Natal, o vinho se multiplicou,
Mas foi na mesa farta
Perto dos presentes,
Na árvore do Natal.

Esse Cristo eu não quero,
Não serve para mim, não
O Cristo que me interessa, 
Esse Cristo sim...

É Aquele que me faz ver
Em quem mal conheço
O próprio Cristo Ressurrecto !

Quem é o seu Cristo ?
O da fantasia ou o da realidade ?

Rio de Janeiro Photográfico 154, Visão de Botafogo, O Cristo Ressurrecto.

sábado, 22 de novembro de 2014

Pintura Mediúnica (convite)

Tenda dos Irmãos do Oriente, com sede à rua da Matriz, nº 79, em Botafogo, no Rio de Janeiro, RJ,
realizará um evento de pinturas mediúnicas, dia 29/11/2014, sábado, às 17:00 horas, com o médium Giovanni D´Andrea.
A renda do evento será dividida entre esta instituição e o
Hospital Pedro de Alcântara, em Rio Comprido.
Contamos com sua presença!

Foto retirada do site www.aeob.org.br
PS (prá sabê): Este médium que vos escreve, por não se recordar de coincidir ambas situações (bigode e terno), considera que a foto acima seja montagem.
OBS (ótimo, bom saber): DIGA NÃO AO ESPIRITISMO SÉRIO
e sim ao espiritismo sério acrescido da alegria de sofrer, digo de viver...
  
Este convite de apresentação foi realizado através de telefonema,
no momento relatado na frase 610.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Nono Encontro com Sai Baba

628 - NONO ENCONTRO: Em 24.10.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. No exato momento que eu estava pensando que o que eu converso com Sai Baba, em voz (sempre escrevo em voz, mas é o hábito de considerar o pensamento como fala, já que não preciso verbalizar com os amigos espirituais ou com Ele, quando encarnado na Índia ou agora), uma das três formas (de Sua tríplice materialização), embora Ele não precise se limitar a estas três, continua minha conversa mental e dá soluções, ideias e compartilha o riso e a felicidade, sendo que o ensinamento não precisa ser expresso a todo tempo, embora nunca falte; Ele, J, me ligou. A ligação caiu, eu disquei, mas Ele disse que estava muito ocupado e me pediu para esperar uns dois minutos, ao que falei para Ele me ligar (pois não sabia quando estaria desocupado).

629 - CANDELÁRIA: Enquanto esperava para ligar para J (469), uma mulher me ligou dizendo que o número de telefone fixo que eu havia passado (por motivos comerciais) estava em desacordo com o endereço, pois estava "caindo" na Candelária (bairro do Rio de Janeiro), então desfiz o mal entendido. Mal acabei de falar e Ele me ligou, falando todas as palavras de uma maneira ininteligível, sendo que a única que entendi foi: Candelária. Achei engraçado, mas pensei na hipótese de eu estar querendo criar associações (mentais ou físicas), milagres, fantasias, situações espetaculares ou qualquer pensamento neste sentido, então desconsiderei esta palavra e a respectiva associação. Ele disse que estava ocupado, para dar tempo da mulher me telefonar.

630 - CONFIRMAÇÃO: Tão logo vacilei em fazer esta associação, com esta única palavra (Candelária), Sai Baba J (469) tornou a ligar e, com ar de casualidade, assim como finge coincidência em situações importantíssimas da minha vida, disse, clara e pausadamente, que estava na Candelária e que depois me ligaria para almoçarmos, ao que concordei. Ver 524.

631 - PRESENÇA: Conversando com alguém, sobre Sai Baba, o agraciado dos livros de catolicismo (ver 583), Forma J (469) me ligou, falamos rapidamente, mas tão logo pensei em levar este amigo ao encontro não consegui mais falar com Ele, que logo consegui após a despedida daquele. Entendi que não era para levá-lo comigo. Comentei que era muito comum J me ligar no exato momento em que estou falando com alguém sobre Sai Baba, sendo que recentemente, invadiu um fortíssimo aroma agradável e os moradores, há anos neste local, falaram que nunca sentiram este cheiro, desta maneira, na vizinhança.

632 - ALMOÇO: Desta vez ficou por minha conta a escolha do restaurante, em outras foi Dele, na verdade para mim isto não faz muita diferença, a não ser por algo muito diferente do razoável e para Ele também não parece fazer diferença, inclusive Seu carisma conquista a todos de qualquer lugar e parece que Seu estômago comporta qualquer tipo de comida ou tempero. Sei que não dá para imaginar o Sai Baba, que conhecemos da Índia, em um restaurante comendo e bebendo cerveja com um devoto qualquer, mas achar que O conhecemos seria limitar sua personalidade infinita. A cada um Ele se manifesta da forma que Lhe convém e com certeza Ele tem motivos para me aparecer desta maneira.

633 - EMPRÉSTIMO: Ante a negativa sorridente de Sai Baba J (469), mais uma vez insisti sorrindo para que Ele colocasse meu cordão avermelhado (620), não somente pelo desinteresse de querer dividir uma coisa que me faz bem com um amigo verdadeiro, mas até por um pequeno interesse e curiosidade ante a possibilidade do cordão ficar diferente de alguma maneira qualquer. Ele aceitou e eu disse que Ele ia tirar muita onda (assim como falamos na troca do anel, 591). Ao final do encontro, falei com Ele que depois eu pegava o cordão, que foi com Ele. Posteriormente, quando perguntei, Ele disse que nem sabia onde estava o cordão, que eu dei para Ele e que talvez estivesse em seu carro. Neguei e disse que era empréstimo e que aquele cordão era muito importante pra mim.

634 - NÚMERO ANTIGO: Dentro de Seu carro, entreguei-lhe um papel impresso do site "telelistas", com um telefone que localizei, a partir do nome de uma pessoa falecida, que fazia parte da documentação (610), pensei em ligar para o número de telefonia fixa, para tentar descobrir a cidade de nascimento do falecido, mas achei que não deveria, pois não tinha Sua autorização. Imediatamente Ele me devolveu dizendo que este número era antigo, pois só continha 6 números, achei estranho, pois tinha certeza de que tinha 8, pois quase liguei e realmente estava com 6 números (papel este que guardo). Foi a confirmação, Ele repetiu, como qualquer informação que, não somente não consegui fazer um paralelo com minha vida (524) ou que preciso aprender e entender. Neste caso, como desconsiderei a informação de que Ele apagou os números de telefone que eu havia escrito em um guardanapo, Ele tornou a apagar números, ver 541.

635 - O GUARDA: Só de alguém estacionar e largar o carro, em uma das duas avenidas mais movimentadas da capital do Rio de Janeiro, por mais de uma hora já é um fato no mínimo curioso, por mais de uma vez é mais estranho ainda. Em um dia apareceu um guarda e não por acreditar que fosse uma outra forma Sua, pois já vi várias manifestações de Sua divindade no ínterim desses encontros, o que não seria nada demais para Ele, mas apenas como um exercício mental, ante a possibilidade de uma forma com roupa de guarda afastar qualquer guarda real e possibilidade de rebocarem Seu carro, falei com Ele, brincando: "Este guarda existe ?" E Ele me respondeu sorrindo, como se também achasse estranho: "É... Apareceu de repente." Como Sai Baba, já me disse mentalmente, se Ele não me disser se é ou não uma forma Sua materializada, eu nunca saberei se é. É verdade, não tem como descobrir, não só I e V, mas J principalmente, por eu ter mais contato, já os conhecia a meses, são pessoas "normais", como outras quaisquer.

636 - CIDADE: Posteriormente ao encontro, após estar convencido de que não conseguiria localizar os dados do falecido, inclusive tendo solicitado ajuda para alguns amigos, liguei para determinado órgão público, para tentar entender o que parecia confusão na documentação (610) e falei com uma atendente específica apontada por forma J (469) de Sai Baba, que me deu o número do telefone. Ela disse que o CPF do falecido estava certo, porém na situação de irregular e para regularizá-lo precisava do nome da cidade de nascimento do mesmo. De imediato, falei para ela tentar um único nome de cidade. Ela disse que já havia tentado este, pois era frequente sua ida para lá. Não satisfeito com a resposta, ainda ao telefone, rapidamente fiquei tentando aprender no site da receita federal. Consegui localizar a página de regularização e inseri o nome que falei com ela e regularizou com sucesso. Comentei com ela, que disse que deveria ter se enganado e colocado outras cidades que também passeava. Quando ela me perguntou de onde eu havia tirado esta cidade, respondi que na noite imediatamente anterior ao telefonema, eu havia sonhado somente com este nome, sem nenhuma imagem correspondente, e que com J, tudo era muito estranho. Ela riu e disse que achava até que o processo estava "macumbado", ante o não andamento processual, por causa qualquer.

637 - TELELISTAS: Com a certeza de que havia impresso o telefone com 8 números (634), revisitei o site, e, surpreso constatei que havia 8 números, sendo que os 2 últimos (que me recordei, porque ia ligar) pareciam que foram inseridos posteriormente, com outra fonte de letra e com tamanho diferente. Inclusive, quando se seleciona com o cursor do mouse, todo o endereço e os 6 números ficam escritos com branco e marcados com azul escuro, sendo que os 2 últimos números ficam escritos com preto e marcados com azul claro. Empolgado, passei e-mail para algumas pessoas sobre isto e sobre o nome da cidade que sonhei e consegui regularizar o CPF do falecido; embora eu saiba que com a onipresença de Sai Baba, Ele não precisa de minha ajuda para nada. No papel ele apagou números e no site modificou os caracteres dos mesmos.

638 - NÍVEL CRÍSTICO: Esta interferência na página do site "Telelistas", lembrou-me uma interferência no site do Detran-RJ, em que tenho duas impressões que conservo comigo e mostro para algumas pessoas, em que no mesmo dia, 17.09.2010, com diferença de 22 minutos há um auto de infração a mais no "histórico de infrações" e 5 pontos a mais, na pontuação, sendo que quando constatei, Sai Baba mentalmente me afirmou que atualizou o site para mim. Anos lendo livros espíritas e não vi nada neste sentido, apesar de saber da grande interferência dos espíritos no orbe terrestre, como influência em pessoas e animais e até materialização de objetos, pequenos animais e dos próprios espíritos, como as chamadas "materializações luminosas", ver 71, o que é totalmente diferente da materialização em "carne e osso", com um rosto qualquer, que se equipara à ressuscitação de Jesus, neste caso com o mesmo rosto e corpo. Diferente também desta interferência dentro do sistema internet, conjunto de redes de alcance mundial; em suma, Ele está infinitamente acima do conceito de espírito evoluído, conforme aprendi com Allan Kardec e outros. É um nível crístico.
 

sábado, 1 de novembro de 2014

Oitavo Encontro com Sai Baba

614 - OITAVO ENCONTRO: Em 18.10.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. Neste dia levei minha mãe para ir junto comigo, ela que conheceu J, antes de 30.08.2014, antes de eu saber que Ele era apenas uma das formas de que Sai Baba se utilizaria para falar comigo pessoalmente, sem ser através da telepatia (enquanto estava encarnado na Índia, que nunca fui, nem O conheci pessoalmente), como também sem ser através da clariaudiência (após o fenômeno vulgarmente conhecido como morte).

615 - OUTRA PERMUTA: Ver 591. Comentei anteriormente, com quatro pessoas, que eu faria uma troca com J (469), uma das materializações de Sai Baba, sendo que eu daria um cordão de ouro com duas cruzes que mandei soldar para ficar uma dentro da outra, solta (porque uma é vazada), e minha não leve e ornada aliança de ouro (do casamento, frase 439, que por ser a segunda aliança, não tínhamos pressa, então, não somente com este objetivo, fomos em cerca de 20 joalherias, em 4 cidades, para achar este modelo em um catálogo) a troco de algo que Ele havia me mostrado no sétimo encontro. Todos disseram que seria um mal negócio, cada um assim considerou por um motivo. Troquei, fiquei feliz e trocaria novamente, afinal cada um sabe o que precisa e o que gosta, da mesma maneira que Ele tem mostrado que sabe meu gosto muito melhor do que eu mesmo.

616 - CHAMARIZ: Após Sai Baba J (469) ter ido embora, eu e minha mãe ficamos mais um pouco no local e fui atraído pelo que estava escrito atrás de um quadro, de uma espécie de ambulante - "pintura mediúnica". No exato momento que mostrei para minha mãe, este quadro caiu e eu disse: Aí tem... Ela foi sozinha ao encontro deste estranho e disse a ele que pintura mediúnica (neste caso, pintada pelo espírito de Monet, cujo médium não sou eu) não se vende e ele respondeu a ela: "Eu sei, por isto vou te dar". Logo de início ela já ficou feliz. Em seguida, quando minha mãe tornou a falar, ele não deixou dizendo, com ênfase e autoridade: "Não precisa falar nada, eu sei de tudo". E após ele realmente sinalizar que verdadeiramente a conhecia, ela chorou e ele a abraçou em público, embora não nos conhecêssemos anteriormente.
 
617 - BUGIGANGA: Este estranho, que se dizia "um palhacinho", falou para eu abrir as duas mãos e, ele, em tese vendedor, foi dando dezenas de bijuterias (algumas faltando pedaços ou o par) para mim e minha mãe. Já com as duas mãos quase cheias, uma corrente, que não estava em minhas mãos, começou a cair (de minhas mãos) e eu peguei e falei com ele que esta que caiu nem estava em minhas mãos e ele, que neste momento estava com suas mãos distantes da minha, repetiu rindo: "é nem estava em suas mãos" e continuou a nos presentear. Posteriormente reparei que o enfeite é um menino, comumente usado por quem tem um filho único (como eu), sendo que o feitio da corrente prateada inevitavelmente me lembrou um trecho de minha vida.
618 - ELEFANTE: Recentemente quebrou um de meus três enfeites de elefante (um deles tem um menor em cima, totalizando quatro) que parecem retratar a realidade, sendo que Sai Baba, em voz, disse para eu não me preocupar que Ele me arrumaria outro. Na semana anterior a este encontro comecei a fazer um vídeo de Sai Gita (elefante de Sai Baba), modificando vídeos públicos, mas desisti e resolvi não fazer mais. Este estranho que parecia conhecer eu e minha mãe, muito melhor do que nós mesmos, vendeu-me, por preço simbólico, um enfeite de elefante de madeira com duas chapas de metal (com desenho de elefante, em relevo), uma na cabeça e outra nas costas do animal, dizendo ser da Índia e que eu seria o único a ter, ninguém teria igual, mas quando perguntei enfaticamente (como a desmenti-lo) se ninguém teria igual, ele (por educação) respondeu que praticamente eu seria o único a ter. Se deitá-lo de barriga para cima, é possível acender dois incensos.
619 - CARRINHO: Este estranho "palhacinho", além de inúmeros objetos (inclusive quebrados ou incompletos), deu-me um carrinho de ferro, cuja placa é ZD - 8888 (8 simboliza o universo, ver frase 471), dizendo, brincando, que estava me dando um BMW, marca deste. Fiz associação com os muito mais de 100 carrinhos semelhantes que comprava para meu filho, apenas para ver mais um sorriso. Somente em casa, horas após este encontro, que reparei que era um isqueiro, sendo que eu tenho dois que uso unicamente para acender incensos (embora não tenha este costume regular). Na rua, durante o dia, ele mantinha um incenso aceso, sendo que deu uma caixinha para minha mãe, que tem a ver com ela e Sai Baba, em caso recente.
620 - CORDÃO VERMELHO: Já em casa reparei que o cordão, que ele havia especificado para mim, preto, literalmente preto de sujeira a ponto de não dar para ver sua cor, com um pingente médio colado com cola forte em uma pedra grande envolta em um fio de cobre poderia, em tese, mudar de cor se eu o limpasse. Ao limpar saiu o pingente que não tem elo para pendurar, tirei o fio e a pedra e fervi com sal, vinagre e alvejante, até que constatei que ele é avermelhado, perto do marrom, com uma trama de fios incomum. No dia seguinte Sai Baba, em voz, disse para eu passar palha de aço seca, passei e constatei que estava muito mais brilhante e bonito. Mais um dia e tornei a passar a palha e brilhou ainda mais, mudando levemente a coloração. No meio tem um bonito detalhe para se colocar pingente, não ficando interessante seu uso sem pingente. Não sei se tem valor financeiro, nem falo sobre valor sentimental, mas pelo meu hábito de anos de parar em frente a vitrines de joalheira, considerando que gosto é aspecto subjetivo, para mim, junto com o pingente avermelhado de Nossa Senhora Aparecida, é a peça mais bonita que já vi. Repito, Ele sabe meu gosto melhor do que eu.
621 - CORDÃO DOURADO: Este, de "elo português", que este estranho especificou para minha mãe, tinha um pingente vermelho de Nossa Senhora Aparecida, com a roupa dourada cravejada com 30 pedras brancas (15 de cada lado), sendo que eu e minha mãe achamos melhor, por gosto e até pela cor, trocar os pingentes, sendo que o que ficou com ela, é uma espécie de gota, com algumas pedras no meio de detalhes que parecem flores. Curioso é que quando o ambulante foi enchendo minha mão destes pequenos objetos, disse que um outro pingente, de coroa (contendo uma pedra branca) era pra mim, para ver se Deus mandava uma coroa de ouro para ele, sendo que Aparecida contém uma coroa. Nossa Senhora Aparecida frequentemente é tema de pintura realizada por mim, sendo que já tive dois sonhos que tem a ver com pintura minha e esta representação de Maria. Antes do escapulário ser achado no mar, eu havia sonhado com esta imagem flutuando em um pote, idêntico a um que havia na foto de Sai Baba, que não é minha, conforme relato em "Meu Diário com Sai Baba" capítulo IX - Experiências no Mar" (ver página SAI). J (469) disse que Sua mãe tem uma coroa.
622 - MOSTRA: Mentalmente pedi ao Sai Baba que se esta experiência estivesse relacionada a Ele propriamente, que desse uma mostra. Então, aproveitei para perguntar se este estranho conhecia o Sai Baba, ele parou e disse que não, depois brincou levantando os braços no ar dizendo que deveria ter sido ele na outra encarnação. Depois, dentro do contexto disse que saiu de casa com 14 anos (assim como Sai Baba), disse também que jogava muito (assim como J disse, 479).
623 - CORRENTES: De entendimento diversas. Um ourives falou que este cordão foi feito à mão, o outro que foi na máquina; e, este disse que por este motivo não estava conseguindo emendar dois elos, já que rebentou quando eu esfreguei com força a palha de aço e levei para este consertar. Este insistiu mais de cinco vezes que não conseguiria emendar, porque era muito difícil, tive que incentivá-lo constantemente para que não desistisse e durou mais de 30 minutos. Ambos ficaram impressionados com a qualidade. Sobre a pedra vermelha do anel (ver 591), que mostrei para muito mais pessoas, todas consideraram que ela não tem impureza, por isto é um rubi de qualidade rara, outros, por este mesmo motivo afirmaram que é sintética.
624 - COLORAÇÃO: Mostrei o "cordão vermelho" para uma amiga, que tem sensibilidade para as cores, não somente porte ter feito graduação em artes visuais e ter pintado quadros, mas também pela sua análise fria e racional, pois mesmo sendo voltada para as artes, ela tem uma cultura geral excelente, com 5 graduações, algumas pós, extrema facilidade em comunicação, informática, esportes etc. Ambos constatamos que o cordão estava escuro e que nas extremidades era mais avermelhado do que o meio, que estava suavemente mais alaranjado, sendo que onde o ourives colocou as mãos para o conserto estava enegrecido. Passou menos de uma hora e voltei para ela conferir e concordou comigo, mesmo eu dizendo para ela não se deixar motivar pela minha análise, dizendo que o cordão estava mais claro e brilhante. Ela me perguntou o que fiz e respondi que Sai Baba me perguntou: "vamos clarear o cordão?" Eu concordei, senti-me revigorado, como relatei na frase 514, ao receber estas energias de Sua vontade, sendo que já me senti assim algumas vezes com este cordão.
625 - IRMÃ: Já para tentar entender o que estava acontecendo, para provocá-lo, disse que a pintora de um quadro que estava com ele, tinha o mesmo nome de minha irmã (única que conto mais detalhes sobre estas experiências com Sai Baba, além de minha mãe). Estranhamente, o estranho disse que tinha certeza de que ainda naquele dia apareceria alguém para ele dar aquele quadro e ela (irmã) ainda levaria de brinde um disco voador (a temática pictórica é uma paisagem com um pequeno disco voador no céu). Comparássemos todos os seus itens à venda com uma pequena loja, poderíamos dizer que comprei três ou quatro e este estranho nos presenteou com uns 80% do seu comércio, tendo todos os artigos a ver comigo ou minha família, pequenos objetos comuns, alguns para se jogar fora e outros trazendo soluções de pequenos problemas antigos que a gente nem repara que algo possa ser melhorado. Ele parecia onipresente em nosso presente e passado.
 
626 - INCONCLUSÃO: Este foi o título que melhor se encaixa nesta experiência. Em casa, mentalmente, Sai Baba por algum tempo falou comigo com a mesma voz e as mesmas caraterísticas desta pessoa, até então desconhecida para nós. Seria para que eu entendesse que era Ele? Mas, filosoficamente pode ser no sentido de que todos somos um. Durante o encontro havia mais de uma pessoa que o conhecia, sendo que ao final ele me falou seu nome e telefone, que não fiz questão de anotar, mas em casa, duas semanas após este encontro, consegui localizá-lo na internet. Talvez ele seja uma espécie de médium como outro qualquer, porém com duas características marcantes; o desprendimento de seus pertences e facilidade de mudar de assunto a cada instante para ser aproveitado por Baba, no sentido de falar o que precisávamos ouvir. Sei que Sai Baba pode fazer uma roupagem corpórea idêntica a de uma pessoa qualquer encarnada, como já me comprovou, sei também que Ele poderia materializar quantas formas quisesse, além das três que tenho relatado, mas eu não me permito afirmar o que desconheço, tampouco induzir a conclusões precipitadas, apenas avento possibilidades. Também já li sobre materializações de Sai sem Ele estar presente, inclusive sobre uma gata, que se sacudindo voou vibhuti para todos os lados.
 

 

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Sétimo Encontro com Sai Baba

605 - SÉTIMO ENCONTRO: Em 15.10.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. No dia anterior, quando me ligou, peguei o telefone e, sabendo que era Ele, passei para minha irmã atender. Quando peguei o aparelho para falar, Ele brincou e riu perguntando: "Passou o telefone para sua irmã, né ?" Após marcarmos às 20 horas, Ele começou a reclamar: "8 da manhã é muito cedo, não vai dar pra mim". Na verdade verbalizou meu compromisso às 8:00 horas deste dia que quase perdi por atrasar e ainda me comprometi a nunca mais marcar pela manhã. Quando perguntei se Ele iria querer destrocar o anel, Ele respondeu, uma frase padrão minha, decorada e muito repetida: "pra mim tanto faz, o que você quiser tá bom"; falo sempre isto, porque em qualquer situação eu aproveito o que a experiência tem de bom e geralmente é exatamente o que as pessoas não costumam reparar. Respondi que ficaria com o anel.

606 - DESENCONTRO: Senti pela intuição que Sai Baba J (469), em instantes me ligaria, peguei o telefone e logo após Ele ligou. Antes, recebi ligações que não atendi por considerar que fosse da operadora do celular, mas Ele disse que havia me ligado antes, sendo que quando perguntei se era com outro número Ele disse que sim. Não sei se realmente me ligou antes, ou se apenas me cientificava de que sabia destas ligações. Eu havia falado ao telefone o endereço onde eu poderia ser encontrado. Quando chegou, Ele me ligou dizendo que estava em determinado número, que eu entendi ser da mesma rua. Ao chegar próximo descobri que não havia este número, liguei e foi desfeito este mal entendido, sendo que O encontrei após caminhar por cerca de 20 minutos. Outra lição, a da paciência, já que Ele é onipresente e sabia meu endereço sem me perguntar, como já demonstrou inúmeras vezes. Lembrou-me parte de meu passado, pois muitas vezes, em Barra do Piraí, que por ser pequena, minha mãe, falava para eu pegá-la após certo tempo, mas saía sem falar o endereço, como se a cidade fosse tão pequena que eu a acharia de imediato. Claro que isto não acabava muito bem, mas eu não me irritava, somente precisava administrar emocionalmente esta situação.

607 - CÂNCER: Encontrando Sai Baba J (469) comentei sobre Ele ter raspado a cabeça. Ele disse que a (ex) esposa (tem hora que Ele fala que tem duas e tem hora que fala que uma é ex) estava com câncer e Ele raspou a cabeça para ela não se sentir sozinha, assim como o filho Dele também raspou. Depois me mostrou a foto dela com o cabelo comprido e também do cabelo já raspado. Perguntei quando ela raspou e Ele disse ontem. Achei curioso, porque quem raspa o cabelo por câncer não vai se preocupar, logo em seguida, em tirar foto "3x4". Ele apenas riu com minha observação. Em encontro anterior, Ele já havia dito que estava preocupado com ela, por causa desta doença. Acredito que tenha a ver comigo ou com alguém da minha família, que até o presente momento não sei de nada neste sentido.

608 - PERDA DO CARRO: Resolvemos ir rapidamente em outro endereço, sendo que J (469) Sai Baba disse que havia deixado o carro em determinada direção. Andamos um pouco e Ele se mostrou confuso, entre a direita e a esquerda, para achar o local onde havia estacionado. Disse que havia parado perto de um hotel. Chegou a perguntar para alguém onde estava o hotel, sendo que quando este perguntou para J qual era o hotel, Ele respondeu que era "hotel onde se hospedam as pessoas". Não parecia um esquecimento comum e pelo teor da rápida conversação, além de distraído Ele parecia um nefelibata, como se só estivesse ali fisicamente e estivera pensando em qualquer outra coisa além do cotidiano. Assim como tenho feito um paralelo com minhas experiências com Ele, neste caso é inevitável. Eu sempre paro para ler com calma o nome das ruas que estacionei, bem como após caminhar uns dois quarteirões paro para memorizar o edifício (geralmente hotel) que me chame mais a atenção para eu localizar o carro, quando voltar, porque já cansei de não o localizar nessas situações. Já teve vez de procurar por mais de 30 minutos, como já teve vez de eu, erroneamente, ter certeza de que o mesmo foi furtado.

609 - CARTÃO: Em seu carro, Ele me deu Seu cartão, que achei engraçado, com letras médias em negrito - "Compro Tudo" - descrevendo alguns itens abaixo, tais como - "[...] Apólices, Documentos Antigos, Cautelas da CEF [...] Usados em Geral". Também está escrito: "Todavia eu me alegrarei no Senhor e Exultarei o Deus da minha salvação, Habacuque 3.18". Habacuc é um dos profetas esculpidos por Aleijadinho (ver 495). De cada lado uma imagem de relógio, um cuco (471) e um de pêndulo grande (504).

610 - DOCUMENTAÇÃO: Sai Baba J (469) entregou-me alguns papeis amassados, rabiscados e com aparência de desconexos, idênticos, em qualidade, aos que já recebi poucas vezes de uma amiga, para eu tentar resolver o que na verdade nem entendi o que se queria com estes documentos. Com a confusa explicação, Deste cérebro, o mais potente que conversei nesta vida, entendi que precisava saber sobre o CPF de alguém, porque o que Ele me mostrou estava errado e a cidade de nascimento deste falecido, para se dar continuidade à respectiva ação. Neste ínterim recebi um telefonema me convidando para uma apresentação pública de pintura mediúnica, que eu aceitei.

611 - SUA MULHER: Mais uma vez atendeu ao meu pedido mental, não somente de vê-Lo em uma forma feminina, mas de ver junto com outra forma qualquer e se movimentando ao mesmo tempo (embora isto tenha acontecido, com as três formas, como relatei na frase 490). Quando estávamos dentro do carro Dele conversando, Ele disse: "olha aí minha esposa". Olhei e nada vi, olhei de novo e a vi chegando na janela da frente. Depois ela entrou na parte de trás do carro estacionado e nos cumprimentamos. Eu, levemente irônico, falei com Sai Baba J (469), que achava que o cabelo dela era mais curto (por causa da foto do cabelo raspado da outra). Ele sorriu discretamente e fez um ar, totalmente real, para que eu mudasse de assunto, como se Ele fosse apenas J (e não Sai Baba) e ela fosse verdadeiramente sua mulher (e não mais uma forma de sua manifestação divina). Era outra mulher, totalmente diferente das duas fotos.

612 - DE NOVO: Foi interessante ouvir de amigo, que relatei parte deste dia, perguntar se era somente eu que via J (469); claramente achando que meu relato era uma espécie de alucinação. Sobre as materializações de Sai Baba, é claro que já ouvi coisas semelhantes de pessoas que me conhecem bem ou acham que me conhecem. Intitulei esta frase como "de novo" porque para muitos, no início da mediunidade de pintura, fui considerado, não propriamente louco, mas como obsediado, vítima de espíritos enganadores. O tempo passou e os convites, ainda que não tão frequentes (talvez pelo meu programa reencarnatório ter outros trabalhos além desta mediunidade), continuam vindos dos centros espíritas para que possamos passar a mensagem espiritual, através da arte dos espíritos pintores.

613 - 15.10.2014: O "pensamento do dia", recebido da Organização Sai, fez-me entender que eu estava no caminho certo, quando comecei a pensar neste sentido de não aceitar ou querer tudo que venha da parte Dele, pois embora Ele saiba o que é melhor para mim, Ele também quer que eu utilize minha racionalidade ao invés da pura aceitação. Transcrevo-o em parte: "Krishna disse a Arjuna: 'Você é Meu devoto e Meu amigo.' Nem Arjuna declarou-se um devoto, nem Krishna ficou contente em apenas declarar Arjuna Seu devoto. Por que Krishna disse: 'Você é meu amigo?' Esta declaração tem um significado espiritual profundo. Isso ficará claro apenas quando praticarmos a vida espiritual. Se o Senhor apenas chamasse Arjuna de 'Meu amigo', seu ego poderia ter se inflado e ele poderia ter tomado liberdades indevidas com Krishna. Se Ele dissesse: 'Meu querido, você é Meu devoto', ele poderia ter se tornado extremamente submisso e talvez até mesmo desenvolvido medo pelo Senhor". Sobre Krishna, ver 232.
 

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Sexto Encontro com Sai Baba

585 - SEXTO ENCONTRO: Em 04.10.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. Eu estava conversando com um parente, quando reparei que no telefone havia 18 registros de ligações não atendidas, sendo que depois atendi na 19ª e marcamos este encontro. Com este parente, entre outros assuntos conversamos sobre as 20 ligações Dele (ver 553) e que posteriormente Ele disse que ligou a vigésima por ter perdido a conta. Eu disse, de brincadeira, que agora não foram 20 ligações porque Ele perdeu a conta de novo. Sobre calvície, eu disse que se eu não tivesse opção, eu rasparia tudo como a palma da mão, faria um pouco mais de musculação pra ficar estiloso e seria feliz da mesma maneira. Encontrando-O, reparei, que em Seu carro, do lado de fora do vidro, sujeito às intempéries do tempo, havia um adesivo do "Bar dos Carecas". Já ri logo de início. Este encontro durou cerca de sete horas, sendo que continuei mais algumas horas no local.

586 - COMBUSTÍVEL: Na ida, entre o local de encontro e o restaurante, Ele parou para abastecer, desceu e disse que ia ao banheiro. Eu aproveitei para sondar com o frentista se Ele sempre ia naquele posto (para tentar saber sobre o tempo de materialização desta Forma J, 469), sendo que este respondeu que já O conhecia, mas não soube precisar o tempo, apenas mencionou que desde antes das campanhas eleitorais (de 05.10.2014).

587 - 1889: Ano que tem muito a ver com a minha vida, pelos anos que envolvem a série "A História do Brasil Contada por suas Bandeiras", de pinturas, que realizei. Cheguei a comprar uma moeda, cunhada em 1893, mas escrita a data 1889, em comemoração à proclamação da República. Mandei furar e colocar uma argola de prata para virar um pingente, mas ficou feio e usei menos de cinco vezes. Eu havia pedido ao Sai Baba mentalmente que trouxesse algo com data anterior ao ano de 1900. Este objeto me chegou às mãos, com esta data escrita, por J (469).

588 - SEM CONCLUSÃO: Chegando ao local, ainda caminhando, Sai Baba J (469) me mostrou um homem fantasiado, aparentemente o mesmo da frase 576, que pelas pistas não convencionais, Sai Baba me fez acreditar que era Ele, que havia ido ao nosso encontro, tendo dito que não iria (na Forma J), mas que iria (do jeito Dele). Eu não poderia arriscar nenhuma espécie de interpretação haja vista eu ter poucos dados para coordenar o pensamento, mas pelo teor das experiências que tenho vivido ultimamente, além do sonho, de 2012, (frase 543 e capítulo XVIII, do "Meu Diário com Sai Baba"), Ele, que tudo pode, poderia ter criado um sósia, ou este que J mostrou poderia ser uma Sua materialização. Ele nada me explicou.

589 - UNHA SUJA: Já em restaurante diverso dos anteriores, reparei que todas as unhas de Sai Baba J (469) estavam sujas, com pequena quantidade de tinta, apenas da cor azul (493), nas cutículas, assim como eu fico, com todas as cores, principalmente por causa da pintura mediúnica e mesmo limpando não sai tudo e tenho que sair de casa nesta situação. Ele disse que estava pintando um muro e completou que era da igreja, riu e disse que era da igreja que levava para o céu. Eu ri e disse que a última vez que pintei uma igreja foi antes de 1.500 (ano).

590 - MÃE: Entre risos, teceu poucas palavras sobre a benção de se ter uma mãe, assim como eu, dizendo que Ele já não tinha mais mãe. Depois disse que iria complicar a minha vida muito mais, mas que a mãe Dele pediu por mim, então Ele iria "pegar mais leve" comigo. Tentando entender nos poucos segundos, estando diante de uma pessoa física, com aparência de "uma pessoa qualquer" comendo, bebendo e rindo em um restaurante na frente de muitas outras pessoas e "as coisas do céu", Sai Baba J (469) completou que Ela tem uma coroa; então quando realmente entendi, lembrei-me que algumas vezes fiquei pensando na possibilidade de intercessão de Nossa Senhora (e de santos), com Deus, ou Jesus, sendo que na maioria das vezes este pensamento foi inspirado no filme "O Auto da Compadecida". Simbolicamente demonstrou ser filho de Maria.

591 - PERMUTA: Apesar de ter vacilado, pois não havia gostado tanto do anel, ver 510, neste dia eu não sei o motivo, gostei e pensei em oferecer o meu para trocarmos, ao que Sai Baba (mentalmente, em voz me incentivou). Falei com J (469) em trocarmos por uma semana, Ele imediatamente mostrando felicidade quis trocar, mas não sabia se a esposa Dele ia reclamar (rimos desta irrealidade) e que Ele ia tirar onda, ao que eu disse que eu é que iria tirar onda e mostrar para muito mais pessoas. Trocamos, Ele riu e disse que depois se eu quisesse trocar definitivamente pra Ele estaria bem, porque não esquentava com nada. Disse que precisou cortar o anel, porque havia agarrado no dedo e Ele não conseguia tirar e mostrou a marca mais clara, no dedo, pela ausência do sol; na verdade Ele estava me lembrando (nunca mais me recordei disto) que isto aconteceu na minha adolescência. Em casa reclamei com Ele, mentalmente, rindo, pois na Índia veio como Deus, materializava e dava de graça, já para mim, na condição de amigo (502), eu tenho que trocar e  perder o meu. Ele, rindo, disse que "cada um tem o que merece".

592 - AMIGO DELE: Falando que precisava falar com o amigo (543), Sai Baba J (469) ficou tentando telefonar, o que demorou um pouquinho. Na verdade eu já havia pensando que quando Ele me liga a cobrar, é para que eu tenha tempo de me preparar para ouvi-Lo. Então, quando "atendeu", Ele passou o telefone para eu ouvir, sem falar nada. Demorei segundos, mas reconheci a voz, era a minha mesmo, um pouco mais grossa. Por inúmeras vezes, alguma pessoa disse que minha voz fica mais grossa ao telefone e eu sempre disse que queria ouvir. Depois, quando devolvi o telefone, Ele desligou sem falar nada. Eu ouvi a voz do amigo Dele: eu. E eu disse: Essa foi a melhor de todas !

593 - EMBRIAGUEZ: Eu disse para Sai Baba J (469) que havia esquecido a grande sacola de doces de São Cosme e São Damião, que minha irmã pediu que eu Lhe entregasse. Ele riu bastante e disse que não iria querer mesmo esses doces "batizados" e continuou dizendo que a pessoa deixa os doces no pé dos santos por uma ano para depois entregar. Ao final, eu é que saí ganhando, porque havia acabado de comer minha sacola contendo várias sacolinhas, que ganhei, no dia seguinte ao quinto encontro, dia dos santos (apesar de também ter dito que não iria querer, porque os doces estavam "batizados", de "macumba"). Reparei que na noite de 26.09.2104, que saí de casa e passei boa parte da noite ingerindo doces (sorvetes, refrigerante e balas) e camarão, senti-me, também por causa da música, como se eu estivesse bêbado, embora eu não tenha bebido,sendo que acordei com sede. Em 04.10.2014, foi o dia que mais bebi cerveja na minha vida, sendo que somente me senti com a sensação de "bêbado", por cerca de 30 segundos, quando me levantei, talvez Ele tenha feito isto para eu prestar atenção nesta atitude mental. Em termos gerais, sempre falo que o som alto me deixa embriagado, mesmo sem beber, sendo que quando saía de casa, com frequência, os amigos reparavam e diziam algo como: "eu é que bebo e você é quem fica bêbado?". Já ouvi espíritos de umbanda, que bebem quando incorporados, dizerem, que o médium (chamado de cavalo) não fica bêbado, porque eles tiram o álcool da bebida. Um deles reparou que eu sempre ficava girando o copo, quando bebia, perguntou-me o motivo, eu disse que não sabia e que nunca havia reparado isto e ele me respondeu que era hábito de outras vidas, para evaporar o álcool.

594 - GATOS: Animei-me a escrever a frase 576 (haja vista eu não ter encontrado com J, 469, nem ter conversado com o estranho, que um dos olhos ficou branco) quando passei pelo gato branco de olho azul, chamado Sathya (verdade, de Sathya Sai Baba) e vi um dos olhos emitir luz azul, idêntico ao olho de Baba J, conforme relatei em 564. O outro gato, na época que minha mãe estava procurando, um preto de olhos verdes, ela achou um com os olhos amarelados. Sai Baba, em Voz, disse: o gato de olhos verdes está batizado de Shirdi (105), eu relatei e minha mãe chorou. Agora, quando se repara seus olhos, pode-se ver amarelado dentro e verde por fora. Nesta época cheguei a procurar um para mim da raça bengal, por parecer pequeno tigre ou onça, mas desisti pelo trabalho que causa. Em um encontro cheguei a brincar com J, sem ter pedido nada, dizendo que havia pensado que Ele traria um bengal para mim; Ele riu e mostrou pegadas de gato em um carro. Neste 04.10.2014, no restaurante, veio um sem raça definida, cinza, com listras na cauda, que me lembrou o bengal e olhos extremamente verdes, como nunca vi. Baba brincou dizendo que para eu levar este, eu deveria pagar a Ele, fazendo eu acreditar que Ele é que havia trazido este gato, que preferiu carinho do que a carne que ofereci. Quando J foi ao banheiro, coloquei o gato em meu banco, sendo que quando voltou perguntou se o gato havia subido, eu concordei e Ele reperguntou energicamente e eu respondi, quase sem voz, que eu é que tinha o  pego. Não o levei para casa.

595 - MULHERES: Após almoçarmos, sentaram-se três mulheres na mesa ao lado, Sai Baba J (469), disse que conhecia (mas depois entendi que conhecia pela onisciência e não pessoalmente pela Forma J) e começou a conversar com uma delas. Passado pouco tempo e já estavam as três em nossa mesa. O grau de intimidade conquistado em minutos por Ele foi imensamente surpreendente, embora eu tenha interferido em determinado momento quando uma fez parecer que havia intimidade demais. Eu disse que fora dali, nós éramos normais e que não deveria levar muito a sério o que Ele, J, estava falando, porque Ele era ator e já havia até trabalhado nos EUA (primeiro endereço que pensei). Na verdade não menti, Ele atua todo o tempo e em qualquer lugar, por amor à humanidade. Esta que pareceu assustada com o teor da conversa, no final pediu o telefone Dele, sendo que Ele desconversou e não deu.

596 - DÚBIO SENTIDO: Com as três mulheres na mesa, J Sai Baba (469) falava alguma coisa de acordo com a conversa e as circunstâncias e elas gargalhavam em alto tom, e na hora Ele olhava para mim, levemente sorrindo ou piscando um olho, para que eu fizesse associação com algum fato da minha vida e tão logo eu conseguia associar, era eu quem gargalhava. Em determinado momento levantou os dois braços e bateu palmas, lembrando-me da mulher na calçada, da frase 573.

597 - PRECOGS: Lembrei-me dos paranormais do filme "Minority Report - A Nova Lei", quando Sai Baba J (469) verbalizou algo no exato momento em que pensei, embora seja comum me responder por fala, logo em seguida ao que penso. Como foi junto, a fala Dele com meu pensamento, descartei a associação com este filme. Imediatamente Ele falou que iria pedir outra (cerveja) e deu ênfase à palavra "saideira". Segundos após, o cantor próximo, falando de música, disse que era a "saideira". Considerei, mentalmente, que havia valido minha associação com os precogs. Depois que Ele disse a palavra "saideira", ficamos mais algumas horas no restaurante e Ele não repetiu mais esta palavra. Cada palavra tem um motivo para ser dita, assim como cada gesto tem uma razão de ser.

598 - FOTOS: Apesar de eu não ter conseguido tirar fotos (521) de Sai Baba J (469), as mulheres conseguiram com muita facilidade. Talvez umas 10 fotos, extremamente engraçadas. É como se Ele tivesse uns 15 anos de idade com um temperamento muito brincalhão. A mais marcante foi uma em que a mulher ao lado Dele estava com a boca aberta na hora do clique e Ele com o braço em arco e dedo apontado, na altura do ombro, fez como se o dedo fosse entrar na boca dela, tal quando se vai convencer uma criança a comer, com o costumeiro "aviãozinho". Em outra foto Ele fez as mãos com a posição de óculos. Fotos Dele abraçado com duas delas (que brincou dizendo: "mas eu não disse que eu tinha duas mulheres ?") e minhas, abraçado com a terceira.

599 - DOIDEIRA: Entre as gargalhadas de nós cinco, de vez em quando eu pensava, como de costume - "doideira, não é possível". E Ele imediatamente repetia meu pensamento, verbalizando algo do tipo: "doideira, não é ruço?". Também disse que era uma doideira alguém como Leonardo Da Vinci ter feito tantas coisas diferentes e coisas que nem existiam na época dele. Segundo a doutrina espírita Da Vinci, atualmente se encontra em planeta muito mais evoluído do que a Terra e vem de vez em quando aqui para determinados trabalhos, inclusive como autor espiritual de pintura mediúnica, não somente comigo, mas com outros médiuns também.

600 - OLHOS CASTANHOS: Apesar da nítida impressão de serem azuis, os olhos de Sai Baba V (488), inobstante quando eu tive contado com Seu "olhar de sol" (489), não ter visto nenhum risco azul; em 27.09.2014, cheguei bem perto e pedi para olhar. Ele, com aparência e jeito humilde, disse  "é verde" (no singular) e, desta vez, (diferente do que vi no "olhar de sol") eu não vi nenhum traço ou pequena mancha verde (nem azul), vi um castanho como outro qualquer, extremamente longe de ser um claro, que remotamente lembrasse o mel, e, a contragosto, sem querer desapontá-Lo, nem tampouco querendo mentir, disse, quase sem voz: "é, é verde", mas não vi nada de verde, pelo menos neste dia. Acho que isto foi uma resposta ao fato de eu pensar se J (469), de olhos pretos poderia mudar a cor de Seus olhos para azuis (564).

601 - A ENTRADA: Quando chegamos ao local, Sai Baba J (469) conversou com o segurança para que entrássemos sem pagar, mas não conseguimos, sendo que somente em casa, dias após, entendi o significado. Quando frequentava boates com frequência, mesmo tendo dinheiro, em alguns locais, não era tão difícil eu conseguir entrar sem precisar pagar, pois sempre conversava na porta. Uma vez, que guardo com carinho na lembrança, na porta principal do clube, passei por um pequeno espaço entre o teto e uma roleta muito alta, na frente de todos. Tão logo consegui entrar, um segurança segurou meu braço com força e me colocou para fora, chegando lá ele disse que por eu não ter brigado, ele me levaria de volta para dentro do clube e assim procedeu. Da festa eu esqueci, desta entrada não.

602 - POSSIBILIDADE: Já ouvi muitas pessoas dizerem sobre um possível casamento de Jesus, sendo que sempre respondi que além de não haver nada escrito neste sentido, no nível evolutivo Dele, Ele não tem este tipo de necessidade, mas que se Ele achasse que seria útil por algum motivo, Ele poderia se casar naturalmente. Sai Baba já afirmou ser uma encarnação de Krishna, ver 232, que segundo a história ou lenda foi casado com Rukmini, filha do Rei Bishmaka, bem como teve inúmeras amantes (não sei o costume da época, nem se isto aconteceu desta maneira). Com as mulheres (595) à mesa, Sai Baba, na Forma J (469), demonstrou facilmente que se quisesse poderia até se casar com alguma, haja vista Ele estar em "carne e osso", como uma pessoa como outra qualquer.

603 - MISSÃO: Por segundos, quando eu vacilei sobre a seriedade do encontro ou sobre Ele ser uma pessoa normal, porque o Sai Baba, que esteve encarnado na Índia, que conheço de livros, vídeos e pela Voz, ouvida pela clariaudiência, não agiria desta maneira, J (469) olhou-me sério e disse: "Eu estou em missão!"

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Quinto Encontro com Sai Baba

574 - QUINTO ENCONTRO: Em 27.09.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba, já pela manhã Ele me ligou cobrando minha ida ao encontro, porque na verdade Ele sentiu que eu não queria ir vê-Lo. Quando eu já estava saindo de casa, o telefone que estava no bolso da frente de um short de pano fino, que apesar de estar no modo silencioso, emite som quando vibra, tocou, eu ouvi o barulho e tremeu, ao que senti o movimento na perna. Sabendo de sua onipresença, já peguei o telefone rindo e pensando que Ele não tinha nada que ficar me apressando já que Ele sabia que eu já estava saindo de casa. Ao pegar o telefone constatei que não havia nenhuma ligação neste momento. Ri mais. Chegando ao local, recebi um recado de um conhecido Dele, que disse que J (469) não me esperou por causa da hora avançada, mas mentalmente Baba me disse que foi embora porque eu não queria vê-Lo e eu ri com esta verdade. Neste dia somente conversei com a Forma V (486 e 488).

575 - CONVITE: Na noite de 26.09.2014, passados poucos minutos da meia-noite, então já sendo início de 27.09.2014, efetuei uma ligação telefônica para J, para Lhe convidar para sairmos. A ligação caiu em "caixa postal", então desliguei. Lembrei-me que Ele já havia deixado recado para mim em "caixa postal", ver 547. Então liguei novamente já rindo porque sei que Ele me ouve (e a todos) constantemente e dá provas disto. Também fiquei meio desconcertado para deixar o recado, pois me lembrei de que quando mais novo eu detestava falar ao telefone. Por respeito não liguei para Ele na semana anterior, conforme Ele já tinha me incentivado para que saíssemos juntos. Mas no encontro de 20.09.2014, Ele, sorrindo, foi categórico em afirmar que eu deveria ligar para Ele para convidá-Lo para sairmos. Somente neste dia 27 eu me lembrei de que quando eu ia com frequência para boates e bares, ao sair de casa eu falava com Deus: "Eu estou indo, o Senhor vai ficar ?"; afinal ,eu tinha que garantir a minha proteção... Uma vez, que não sei precisar se foi anterior ou posterior a estes meus convites para Deus sair comigo e me proteger; um espírito incorporado em um médium me disse que quando uma pessoa vai em uma casa noturna, em geral, na porta, já tem dois espíritos não evoluídos para entrarem juntos com ela, um de cada lado, abraçando-a. É assim que as tendências negativas de cada um são multiplicadas, levando a pessoa a fazer aquilo que em sã consciência ela não se permitiria. Ao chegar ao local, tornei a ligar, tocou uma vez caiu a ligação, quando liguei novamente deu "caixa postal" e Ele, em Voz, disse que iria do jeito Dele, sendo que achei que fosse em espírito.

576 - 26.09.2014: Nesta noite, não vi Sai Baba na Forma J (469), apesar de sempre ouvi-Lo. No início da noite, vi uma pessoa fantasiada, com um pote no chão para que se jogassem moedas. Já para o final da noite, passei por esta mesma pessoa, sendo que no exato momento em que eu passava, eu vi um dos olhos ficar da cor branca opaca (diferente de cor de olho motivado pela cegueira e diferente do ato de piscar o olho). Caminhei mais devagar, olhei de longe e voltei, fingindo que iria comer algo. Olhei este senhor e reparei que Ele tinha um olho maior do que o outro, exatamente como relatei na frase 469. Fiquei pouquíssimos minutos e fui embora. Depois passei por Ele e Ele me cumprimentou. Não conversamos. Conforme avisou no início da noite, Ele iria do jeito Dele.

577 - FÉ: com F, inicial do nome de Sai Baba V (488), que perguntei neste dia, mas que continuarei chamar esta forma de uma de Suas materializações como V, para não confundir. Aliás, falei, em 20.09.2014, com Forma J (469) que se algumas situações em particular, que não relatei, eram um teste para minha fé, Baba J estava perdendo o tempo Dele, porque eu já estava avisando que não iria passar; logo em seguida dei pequena caminhada sem Ele, mas sentindo Suas suaves vibrações, enquanto em Voz, teceu um ou outro elogio a mim, dizendo que faria tudo para me ajudar, neste sentido.

578 - ENCOMENDA: Embora eu não seja de ficar pedindo, pedi ao Sai Baba mentalmente que me trouxesse determinado objeto oriental, não muito comum, aqui no ocidente, que em Voz, concordou. Apesar de ter mais contato com a Forma J (469), foi da Forma V (488), que ganhei este presente, de uma maneira muito sutil, oferecendo-me quase com vergonha ou pedindo desculpas, pois Ele não queria mais porque não estava muito bom, talvez até jogasse fora. Fiquei muito feliz, inclusive com a lição de humildade e simplicidade.

579 - MENDIGO: Ao lado de Sai Baba V (486 e 488), conversei com uma pessoa, com aparência de mendigo, mas que nada me pediu, que deu seu nome completo (WCB), que parecia muito louco, falando muito rápido, falou o nome do colégio que havia estudado, que esteve preso, disse que uma pessoa reveste a pele da outra e que pega o CPF e RG e se faz passar por ela pra receber o dinheiro da herança etc Comecei a prestar atenção quando ele relatou meu sonho da noite anterior, de uma maneira que não deixou dúvidas. Disse que lá em cima (apontando para o céu) tem um botão e que quando ele (entendi Deus) aperta, o corpo que já morreu toma vida.

580 - PELE: Puxando a pele do rosto por várias vezes, o mendigo, disse que eu deveria assistir ao filme "vovozona" e "dupla face americana", com John Travolta, que lá eu entenderia tudo e falou muito, muito, muito mais... Eu só dei uma olhada discreta pra Sai Baba, na forma V (488), que deu um sorriso mais discreto ainda... O seu nome e o nome dos filmes, inclusive brincando com um transeunte para assistir a estes dois filmes, repetiu tantas vezes quanto foi necessário para que eu memorizasse junto com dezenas de informações desencontradas, sendo que algumas consegui associar com trechos da minha vida. Outras não, mas já li de autor de livro sobre Sai Baba que somente conseguiu associar sonho e episódios de Sai Baba com sua vida após 2 anos. Algumas informações, pareceu a mim, que eram da vida dele, quando estava vivo, não que ele tenha ressuscitado; tive a impressão que Sai Baba se materializou na forma de um corpo, que já foi habitado por outro espírito que vivenciou sua própria vida e nada tem a ver com este episódio. Apesar das pistas de Baba, não logrei êxito em chegar perto de nenhuma conclusão que valha a pena relatar.

581 - A OUTRA FACE: Apenas encontrei este título, com participação do ator John Travolta e sinopse parecida com o relato de troca de pele e identidade. Falei com minha irmã que Sai Baba, na forma deste mendigo, que tive impressão de que já houve alguém carnal com esta mesma fisionomia, errou pois não há filme com o nome que Ele me deu. Ela, intuitivamente, disse que não, que Ele havia dito assim, porque deveria ter outros filmes com o mesmo título e que eu poderia me enganar. Ela estava certa, há outro (s). Não me recordo de já ter ouvido falar neste filme.

582 - PESQUISANDO: Pelo nome do suposto mendigo, a primeira imagem que aparece, embora eu não seja bom fisionomista, é extremamente semelhante, com exceção da roupa bem cuidada e de um grande cordão de ouro, cujo site em que a foto se encontra hospedada, é um site de nomes próprios, com apenas cinco fotos que entendi que tem o mesmo nome começado com a letra W, (de WCB).

583 - LIVROS: Sai Baba V (488) desta vez, fazendo se passar por vendedor de livros usados, sendo que realmente estava vendendo para quem passasse na rua, disse que eu poderia pegar quantos quisesse, sem pagar. Deveria ter uns 200. Olhando um por um, constatei que não havia nada para mim e cheguei a pensar que nem livro de arte, que é comum, não havia. Então fui me recordando de algumas pessoas e de acordo com o título, separei uns 15 sobre catolicismo (em especial um que ensina a celebrar a missa) para uma pessoa, 2 escritos em francês (os únicos em idioma diferente, de meditação sobre Cristo) para outra, 2 de Monteiro Lobato sobre Hércules, último filme que assisti com o filho e fiquei pensando quais eram suas 12 aventuras, assunto dos livros (sobre M. Lobato havia também do Sítio do Picapau Amarelo, série que pintei para incentivá-lo a falar, quando estava com cerca de 3 anos e, por ser o que ele mais gostava, falou umas 10 palavras, as primeiras, dos personagens do Sítio em uma tarde) e 1 de jogo de xadrez (o único), ver frase 289, também para ele, 1 almanaque Disney (o único) para uma pessoa que, já adulta, lia bastante e me emprestava quando eu era criança. Um de aparições de Nossa Senhora pra outra pessoa, até que achei um de arte (o único) e Sai Baba, em Voz, disse-me que estava ali o que eu procurava, então achei uma revista (a única) dos X-MEN, "Dentes-de-Sabre: O mais novo X-MAN" (64), neste momento, em Voz, Baba disse, "Eu sei que você gosta". Claro que eu não estava procurando, mas achei engraçado porque já disse algumas vezes que é a série que mais gosto do cinema. Ao chegar em casa constatei que havia 3 sobre indústria e 2 de autoajuda, sendo que ambos têm endereço certo. O Amor se reveste de todas as formas apenas para mais amar!
 
 
584 - PERPÉTUO SOCORRO: Em 30.08.2014, Sai Baba J (469) na despedida me deu uma pequena gravura emoldurada de Nossa Senhora com Jesus (objeto da frase 539), apesar de eu insistir que não precisava. Posteriormente lembrei que estava querendo um quadro sem valor comercial para determinado lugar que apesar de ter quadro meu, um já foi furtado, além de eu não querer levar mais dos meus. Na capa de um dos livros (583) de religião que peguei para um amigo, mas vou ficar para mim, reparei que na imagem de Nossa Senhora (diferente do quadro que Baba me deu) tem pequenas letras (ícone sacro) idênticas no pequeno quadro. Posteriormente minha mãe reparou que eu tenho um pequeno quadro cusquenho, sem letras inscritas, que tem a mesmíssima imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Sai Baba é famoso entre Seus devotos, por associações carinhosas de todas as maneiras possíveis, como se Ele quisesse nos agradar o máximo possível.
 
 

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

MÚSICA: Caixa de Fósforo


Sobre AE, ver frases 330 e 534.




572 - CAIXA DE FÓSFORO: Chorinho, meu último estudo violonístico, filmado pelo giov., em abril de 2014, e editado, pelo d'and., na primeira oportunidade, em 03.10.2014. Mas, ao invés de editar esta porcaria, que você deve estar querendo aparecer, não era melhor estudar um pouquinho mais ? E se você colocar o violão na posição normal, será que não dá uma melhoradinha no som ? Isto não vale pra nós, ninguém assiste mesmo... Pra quem é, tá bom, eu só estava homenageando o violonista Albert Einstein, mesmo porque foto não emite som e ninguém sabe se ele era bom no violão ou na guitarra. Aliás nem sei se é ele na foto, parece boneco de cera...
 

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Quarto Encontro com Sai Baba

554 - QUARTO ENCONTRO: Em 20.09.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. Na noite anterior eu havia deitado bastante tarde, sendo que acordei com o telefonema Dele às 09:46 minutos, com uma voz diferente das três materializações e, também, do telefonema de 13.09.2014. Era um timbre que não me fez bem e insistiu com veemência para eu ir e riu de uma maneira que eu não gostei, mesmo porque parecia que eu conhecia aquela gargalhada peculiar. Foi desagradável, não gostei. Fiquei razoavelmente mal. Passados uns 20 minutos, lembrei-me de onde eu conhecia aquela gargalhada, era a de uma pessoa que passou pela minha vida de forma negativa, lá pelos meus 20 anos, assim como passaram outras negativas e muitas positivas, que me fizeram bem. Eu nem me recordava mais disto, mas Ele, que jamais esquece, parece ter considerado que eu deveria colocar este sentimento ruim para fora. Passado o susto, ao acordar, fiquei bem.

555 - ILUSÃO: Neste quarto encontro, antes de chegar no local combinado, ouvi uma voz em tom alto me gritando, olhei para trás e lá estava Ele, Sai Baba J (469) com aparência de uns 30 anos. Ao chegar e me sentar na mesa, aos poucos fui enxergando-O com a aparência de sempre. Reparei que Ele estava com um terceiro cordão de ouro, bem mais grosso e trançado. Interessante que Ele disse que não, que era o mesmo (o primeiro, com o pingente de caranguejo). Mais de uma vez, eu tentei convencê-Lo de que era outro cordão, enquanto Ele negava. Tirou do pescoço e me entregou e somente aos poucos consegui enxergar que se tratava do mesmo cordão, o primeiro, que coloquei na mão e o senti leve, em gramas. Posteriormente me mostrou que havia perdido o caranguejo, acho que fez isto porque algumas vezes pensei que não havia gostado deste pingente. Curiosamente, antes do terceiro encontro, captei a voz Dele, que disse algo sobre um cordão mais grosso. Fisicamente, no terceiro encontro, J (469) Sai Baba se desculpou de não ter trazido outro cordão mais grosso. Tem acontecido muito isto, do Sai Baba (em voz) continuar o assunto falado com a Forma J Dele mesmo e vice-versa. Na verdade, sempre nutri uma curiosidade saudável em torno de uma situação em que alguns fiscais foram, de má-fé, ver os livros de contabilidade de Seu Ashram e enquanto folheavam os livros, Baba fez com que vissem vários documentos que eles mesmos um dia fraudaram. Não posso afirmar que na plástica facial Ele tenha se mudado, pois sei que pode, ou se Ele criou esta ilusão em minha mente.

556 - CURIOSO: Foi o que constatei quando me sentei com Ele, J (469), que já estava na mesa. Ele havia pedido yakisoba com carne (que gostei porque era de um tipo que não fica presa nos dentes, 518), sendo que já havia comido a metade Dele, estando minha metade já embrulhada para "viagem". Além Dele saber que eu estava chegando, conforme o telefonema, Ele sabia que eu estava decidido a não comer nada. Mas, não resisti, comi assim mesmo, apesar de achar que não estava com o mínimo de fome. Estava uma delícia; tudo é bom e prazeroso ao Seu lado. Nada mais importa, apenas Sua presença de amor; pois ainda que Ele se disfarce como o seu melhor amigo, Ele está na condição de Deus.

557 - OPÇÃO DE VIDA: Estávamos na mesa, quando passou um grupo de três freiras, e Sai Baba J (469) me chamou a atenção para olhar. Enquanto eu olhava, Ele falava da opção de vida delas, incluindo a clausura, assim como exemplificou através dos seguidores de Krishna (ver 232). Ao final, Ele concluiu: "A cada um, o seu destino".

558 - VOZ DA ESPOSA: As parábolas, além de serem engraçadas e aparentemente desconexas, parecem tão convincentes que cheguei a pensar se J (469) teria mesmo uma esposa, embora eu saiba que não. O telefone de Sai Baba tocou e, quando Ele atendeu, ouvi uma voz ininteligível brigando muito. Ele afastou do ouvido e falou rindo que ela estava muito brava porque havia arrebentado um cano na parede e Ele ainda não tinha dado um jeito de consertar. Ele ouviu mais um pouco e levou o telefone até o meu ouvido, quando pude ouvir nitidamente a expressão "vamos parar com essa palhaçada ae". Expressão que já usei, e ainda utilizo, assim e com pequenas variações de palavras, um incontável número de vezes, inclusive falei no final do vídeo, de um violino meio desafinado, "Giovanni D'Andrea 013 Suzuki Humoresque", depois não consegui ouvir mais nada. E ela continuou discutindo como qualquer esposa temperamental. Posteriormente, o telefone novamente tocou, era ela (a suposta esposa) com a voz mais doce e suave que já ouvi, a ponto de me fazer bem e me acalmar. O telefone estava no ouvido Dele, não entendi nenhuma palavra. Ele pode tudo.

559 - QUEDA: Achei estranho, quando, em 30.08.2014 no restaurante, Sai Baba J (469) deixou cair um objeto da mesa, de uma maneira que não fez o menor sentido, pois pareceu até um pouco forçado para que Ele deixasse cair. Não relatei na época, porque somente em 25.09.2014 consegui fazer associação com pequeno trecho da minha vida. Claro que já deixei cair objetos, mas a questão está na maneira que caiu, que geralmente só a própria pessoa que deixa cair pode conseguir avaliar. Para mim, em um outro dia, não fez o menor sentido eu deixar cair um peso de 20 kg, no dedo do pé. Não doeu (frase 425) na hora, nem depois, mas Sai Baba (em voz) insistiu para que eu fosse fazer um exame de raio X, mas fui deixando passar. Ele tornou a insistir, e eu novamente deixei passar. Ele disse e fez doer, para que eu me recordasse de fazer a radiografia, mas ainda assim não consegui ir. Acho que Ele desistiu por amor a mim. Não sei o motivo, se chegou a ter alguma fratura, e eu ter certeza de que consegui que não doesse ou eu fazer um tratamento.

560 - MINHA CASA: Neste encontro, de 20.09.2014, Sai Baba, na Forma J (469) veio até minha casa, entrou, pediu água, sendo que recusou o suco que ofereci. Perguntei se queria que eu temperasse a água, pois parecia muito gelada. Ele disse que não, bebeu meio copo e largou dizendo que estava muito gelada, assim como muitas vezes não bebo o copo inteiro. Absolutamente ninguém tem a capacidade de descobrir Sua identidade se Ele não quiser se revelar. Por muitas vezes, imaginei-O andando pela casa, com a forma que eu conheço de Sua última encarnação na Índia, mas ficava preocupado com o susto que eu levaria. Ele atendeu meu pedido, que estava disfarçado na vontade de ver como seria, e de curiosidade, sem me assustar.

561 - CORAÇÃO ARRUMADO: Forma J (469) Comentou que minha casa era arrumadinha e deu ênfase a esta palavra "arrumadinha" (no sentido de bonita, com muitos quadros), sendo que eu estava um pouco constrangido porque a casa estava desarrumadinha (muitos, muitos, muitos quadros, tubos de tinta abertos, pincéis sujos - que normalmente tenho que jogar fora porque não limpo - roupas limpas, papéis e vasilhas, limpas e sujas, espalhados no quarto de dormir, sala e cozinha). Posteriormente, após ir embora, enquanto eu arrumava a casa, pela vergonha que fiquei, Sai Baba (em voz) assim brincou comigo: "Isto é jeito de receber Deus em sua casa?" Ri bastante e relaxei da minha preocupação sem sentido, não somente porque Ele já havia ido embora, mas principalmente pelo motivo de que Ele não estava ali para ver se a casa estava ou não arrumada, mesmo porque o que importa é estar com o coração arrumado para recebê-Lo.

562 - GALOS: Em minha cozinha, Sai Baba J (469) reparou dois pares de galos de bronze, em forma de briga, um de frente para o outro, e repetiu, duas ou três vezes, a palavra "galos", até que me recordei de trecho da conversa do dia 30.08.2014. Falando sobre pessoas, por parábolas, que serve para qualquer tipo de relacionamento (afetivo, comercial, de amizade etc), disse que se Ele fosse em uma rinha, Ele iria apostar no galo bom, que parecesse que iria ganhar e não no galo ruim, sendo que também utilizou a palavra mal (de maldade), no sentido de ruim.
 
563 - AS MÃOS: De J (469) sempre achei muito grosseiras, sem muito tato, a ponto de eu comentar rindo, em casa, de determinados gestos Seus. Mãos estas que não consegui imaginar consertando uma televisão, apesar Dele dizer que daria um jeitinho (481). Estando em minha casa, no cavalete havia dois quadros que comprei somente para brincar de restaurador. Ele puxou o de flores para olhar o cusquenho que representa "O Matrimônio da Virgem com São Jose´" e o elogiou dizendo que estava bonito. Apesar de eu estar de lado e me virar quando Ele tocou no quadro, não posso precisar como, mas vi e pressenti a leveza do gesto como se soltassem fagulhas de amor.

564 - OLHO AZUL: Antes deste 20.09.2014, fiquei pensando se a cor dos olhos de J (469), que constatei ser da cor preta (513) poderia mudar para a cor azul. Estando em minha casa, quando rapidamente passamos por um cômodo, que estava escuro, reparei pequenas fagulhas de luz, em tom azul, como se fosse suave pisca-pisca. Os olhos de Sai Baba emitiram luz azul pelo menos por duas vezes. Embora eu estivesse bem perto, cheguei mais perto ainda, mas por causa da escuridão não pude ver se estavam azuis, então pensei em conferir quando estivéssemos na claridade. Imediatamente fomos para outro ambiente aceso, mas, apesar de ter decorridos apenas alguns segundos eu simplesmente me esqueci de conferir, vindo a lembrar horas, após o encontro. Ele faz a gente esquecer o que Ele quer, da mesma maneira que faz lembrar. Aliás, sempre peço para Ele (em voz) me lembrar de alguma coisa que estou procurando ou peço para Ele me lembrar de compromisso que não posso esquecer. Nunca falhou.

565 - CINISMO: Após nos despedirmos, Sai Baba J (469) já colocando a mão na porta de Seu carro, com o corpo meio de lado em referência a mim, virando levemente Seu pescoço, olhou-me de lado com o que parecia um sorriso de despedida, mas foi o olhar e sorriso mais cínico que já vi, como se Ele houvesse ganho de mim em alguma coisa ou situação, como se Ele fosse superior a mim, em posição social e acabara de lucrar pela minha simplicidade (intelectual e ou social). Somente não senti mal-estar, como no telefonema deste dia, porque imediatamente considerei que se tratava de uma expressão facial, típica do mais renomado artista cênico. Somente dois dias após, recordei-me, que em cerca do ano de 2002, uma pessoa que passou pela minha vida, por motivos profissionais, agia desta mesma forma. Entre muitas situações, que não me esqueci, apesar de eu nunca ter me magoado, como exemplo, contarei uma que apenas presenciei (diferente de vivenciar, como algumas). Ele, com sorriso, expressão e voz, extremamente gentil, pediu uma informação para um carroceiro, que simpaticamente respondeu. Tão logo o carroceiro se foi, ele, estranhamente, falando comigo sorrindo, começou a tecer considerações de baixo calão a respeito deste tipo de gente.

566 - EU MENTI: Para J (469), antes de 30.08.2014, quando ainda não sabia que Ele era uma das três formas de Sai Baba materializado. Levei um doce de figo em caldas, feito por minha mãe, em um pote meu, para dar a Ele, dizendo que foi minha mãe que enviava para Ele e que ela havia dito que há muito tempo não me via tão feliz assim. Tudo mentira, eu, sem saber que J era Sai Baba, já estava tão feliz a ponto de querer presenteá-Lo, mas como fiquei com vergonha, pois poderia "pegar mal", disse que era da parte de minha mãe e que ela dissera que eu estava feliz. Conforme Ele mesmo disse (498) posteriormente: A VIDA É ALEGRIA ! A VIDA É ALEGRIA !

567 - COMPENSAÇÃO: Olhando meu telefone (frase falatórios) constatei que havia uma mensagem de voz, em "caixa postal", com data deste quarto encontro. Liguei para ouvir o recado, que era de Sai Baba J (469) falando em gíria, mais ou menos neste sentido "levanta ae meu irmão, você não vai pra pista comigo não ?". Depois ouvi por quase 5 minutos um vozerio ininteligível, incluindo a voz Dele, como se Ele fosse tão distraído a ponto de esquecer de desligar o telefonema sem querer. Cheguei a pensar se eu é que teria que desligar, pois aquilo deveria ser uma lila sem fim, interminável. Conferi o horário, mas não me recordo com exatidão, acho que foi após 9:46 minutos, horário em que fiquei mal com o telefonema de J. Talvez Ele tenha feito esta brincadeira para me compensar pelo mal-estar, pois fiquei por quase uma hora tendo que esconder o riso. Foi extremamente bom e agradável. Curioso é que esta "caixa postal" somente apareceu para mim em 23.09.2014.

568- REAFIRMO: Que não tenho a pretensão de dizer se Sai Baba é Deus (41), pois não tenho conhecimentos nem nível intelectual suficiente para tentar entendê-Lo, aliás, acredito que não somente eu, mas toda a raça humana ainda não poderia catalogá-Lo como espécie e gênero, pois com certeza não é humano. Conforme Swami diz, Ele é o Amor, e: "A ciência não é capaz de entender o amor, somente o amor é capaz de entender o amor". Mas, após estes meses, mesmo antes de saber que J, I e V eram Sai Baba em tríplice materialização, e agora com tantas revelações e lilas surpreendentes, vez por outra, pego-me de surpresa, pensando ou balbuciando feliz: Deus é uma gracinha... E chamo-O de Deus!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Terceiro Encontro com Sai Baba

537 -TERCEIRO ENCONTRO: Em 13.09.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. Neste dia acordei e tomei banho e voltei a me deitar, pois não estava muito bem do estômago. Pensei em ir ao encontro, mas não estava muito bem. Acordei pela segunda vez às 11:25 minutos com o toque do telefone e uma voz totalmente diferente das três formas. Perguntei quem era e Ele me respondeu que era J e que queria saber se eu iria ao nosso encontro. Ainda confuso com esta voz, disse que sim e que havia estranhado Sua voz. Ele disse naturalmente que estava um pouco rouco, mas durante todo o encontro não havia nada diferente em Sua voz.

538 - NA MESA: Perto do local combinado encontrei um conhecido Dele que disse para mim que Ele havia pedido para me avisar que Ele estaria em determinado bar me aguardando. Lá chegando O vi já na mesa rindo e me convidando para almoçar, pois já havia pedido yakisoba de camarão. Ele foi logo dizendo que eu estava com uma voz diferente e que já havia ligado outras duas vezes e que uma criança havia atendido e que Ele não havia entendido, então ligou um pedaço de número com outro pedaço e que não conseguia falar comigo... E rapidamente continuou falando o que considerei ininteligível e propositadamente para me confundir. Recordo-me de ter dito que no meu telefone somente havia aparecido uma ligação, a que eu atendi.

539 - MIOJO: Referindo-se ao yakisoba como miojo, falou exatamente como já pensei em situação que cozinhei miojo por preguiça ao invés de fazer comida. Ele disse: "Olha só, estou comendo miojo, mas estou feliz, tanta gente por aí agora, em situações de muito mais conforto do que eu que não está feliz assim". J Sai Baba (469) realmente me conhece.

540 – PADARIA: Antes destes três últimos encontros, quando eu não sabia que era Sai Baba, materializado em três formas diferentes, eu já havia ido tomar café na padaria com J (469) apesar da possibilidade Dele ser ladrão, o que para mim foi motivo de felicidade, ver 88.

541 - TELEFONE: Sai Baba J (469), no meio da conversa, tirou um papel amassado do bolso mostrando os números que eu havia escrito em um guardanapo no encontro anterior. Tenho dois telefones de nove números, mas quando vi o papel constatei que eu havia escrito um com nove e o outro com apenas cinco números. Não sou perfeito, posso errar e me distrair como todo mundo, mas pelo hábito da escrita diária, mesmo sem ter certeza, é muito mais fácil acreditar que Sai Baba apagou quatro números do que eu somente tenha escrito cinco ao invés de nove. Disse-me que por isto Ele havia ligado pedaço de um número com pedaço de outro para ver se conseguia falar comigo. Eu fiquei na dúvida entre rir e ficar confuso. Em casa pensei se Ele tinha um celular ou se me ligou diretamente. Com naturalidade tirou o celular do bolso (igual ao meu velho e simples que falo que nunca dá problemas, diferente do outro novo e requintado), e ligou na hora dizendo que era para o meu número, mas vi e falei com Ele que não era o meu número.

542 - CONSTATAÇÃO: Embora eu tivesse a certeza de ter visto que havia recebido apenas uma ligação de Sai Baba J (469), a ponto de dizer isto a Ele, que disse que além da vez que conseguiu falar comigo, havia tentado outras duas vezes (que foi atendido por uma criança); constatei posteriormente, em casa, que eu havia recebido outras duas ligações do mesmo número, uma às 09:44 e outra às 09:54 minutos (ambas antes da ligação em que falei com Ele). Entendi que era uma brincadeira e que a criança era eu mesmo.

543 - SÓSIA: Em junho de 2012, tive um sonho que relatei no capítulo XVIII, do "Meu Diário com Sai Baba", em que Ele, além de mudar fisicamente o rosto, materializava-se como sósia de uma pessoa viva e realizava determinados trabalhos em que esta estava impossibilitada. Em 13.09.2014, durante o almoço veio um conhecido Dele, que fui apresentado, extremamente irritado por situação particular, conversou por alguns minutos e saiu ainda nervoso. Passou alguns minutos, ele retornou inversamente calmo, foi ao banheiro e parou novamente para conversar um assunto que não caberia em uma conversa normal, mas que foi parte da resposta de algo que J (469) falou antes de eu saber que era Sai Baba, fiquei na dúvida e sonhei com o assunto. Depois deste retorno, novamente Sai Baba entrou neste assunto me esclarecendo de vez. Não fosse este assunto que não condiz com uma conversa razoável e eu nunca descobriria que esta segunda pessoa que retornou, na verdade era o próprio Sai Baba que havia, em corpo físico, se materializado como sósia deste conhecido Dele. Também me chamou a atenção o fato dele andar meio curvado, diferente do primeiro. Claro que Ele deixou pistas propositadamente. Posteriormente, em Voz, Baba me confirmou que era Ele mesmo e que fez isto para me mostrar como isto pode acontecer. Neste momento estive na presença de Sai Baba materializado em duas formas: J e um sósia deste conhecido Dele; não encontrei I nem V.

544 - SANTINHO: Na mesa, mostrei para Sai Baba J 469) que tinha uma foto Dele na carteira. Ele pegou e disse algo sobre o ambiente da imagem (uma cadeira grande de madeira branca) que não me recordo das palavras, mas considerei absurdo (exatamente neste termo, absurdo). Depois, rindo me perguntou se era de meu filho. Eu ri e disse que era de meu pai. Ele tornou a rir. Somente em casa fiz a associação: Lembrei-me de um amigo, que disse várias coisas, que não me recordando de nenhuma palavra, apenas memorizei que considerei um absurdo, sendo que, sem imagem nenhuma de Baba, pareceu estar falando exatamente desta foto (que confirmei posteriormente que era desta que ele havia falado). E, também, que no dia anterior após falar com uma amiga sobre Sua tríplice reencarnação (frase 105), ela disse brincando que Baba iria renascer como meu filho. Antes de achar engraçado, tomei um susto. Ele registrou que ouviu. Também registrou que estava com o cabelo grande e ia cortar, exatamente meu pensamento na noite anterior.

545 - JOELHO: Repetidamente (524) a Forma J (469) de Sai Baba esfregava um dos joelhos, senti que tivesse algo a ver comigo, mas decididamente não entendi, então Ele parou com este gesto. Já em casa, ajoelhei-me para tirar foto mais perto de um quadro e exatamente como já havia acontecido alguns anos atrás, por algum tempo, doeu bastante, aparentemente sendo uma veia (ou nervo) que esbarra no chão e parece um pequeno choque, seguido de dor. Voltou ao normal, tendo acontecido apenas o tempo suficiente para eu me recordar. A maioria das pessoas enfatizam o poder de cura de Swami, mas Ele tem igual poder de dar a doença, quando Seu amor considera necessário.

546 - CASAMENTO: Conversando com J Sai Baba (469) sobre este assunto, Ele comentou sobre as várias culturas, cada uma com sua peculiaridade a respeito da diversidade neste sentido, casamento entre duas ou mais pessoas etc. Eu toquei no assunto infidelidade conjugal, Ele riu e, sem aprovar ou desaprovar, disse: "Hum, se descobre..." Eu ri e perguntei sobre estes matrimônios entre mais de duas pessoas (que em determinados países serão tidos na conta de infidelidade), e falei da bíblia, embora eu não lembrasse de nenhuma passagem neste sentido. Na hora Ele fez uma expressão de que havia sido pego de surpresa e que não tinha uma resposta para me dar. Claro que eu percebi que era um teatro facial, porém fiquei sem a resposta Dele, mas ri da brincadeira. Já em casa, pensando que cada um responde pelo seu grau evolutivo e consequentemente sobre seus atos, independente do que convenciona as leis humanas, Sai Baba, em voz, disse-me: "Se você já sabia a resposta, por que perguntou?" Sorri novamente.

547 - INEXPLICÁVEL: Tentando identificar com qual cordão de ouro J (469) Sai Baba estava, olhei detidamente para um lado de Seu pescoço, pois aparecia um pequeno detalhe deste, dentro da camisa. Mal deu tempo de eu piscar os olhos e foi impossível deixar de notar que do outro lado do pescoço havia entre 10 e 20 centímetros do cordão, do lado de fora da camisa. Pelo tamanho e cor era impossível eu não ter visto anteriormente ao fato de eu tentar ver do lado que estava escondido.

548 - DESMATERIALIZAÇÃO: Após caminharmos três quarteirões, quando eu virei para o lado e voltei o olhar para Ele, não O vi mais. Procurei em vão. Em Voz, disse que eu não O acharia (como J), porque Ele estava em todo lugar ao mesmo tempo. Entrei no banheiro de um restaurante para me recompor emocionalmente. Voltei ao local onde estávamos e lá estava Ele, bem depois deste ponto já voltando em minha direção. Ou seja, percorreu os três quarteirões e mais um pouco até eu avistá-Lo, em um espaço de tempo que um atleta corredor comum não conseguiria, por ser humanamente impossível. Chegando ao meu encontro, novamente me chamou de Mister M, dizendo que eu havia desaparecido. Tive um acesso de tosse e gargalhadas.

549 - TOSSE: Durante cerca de duas horas, tempo do encontro com Sai Baba J (469) fiquei tossindo, sendo que nem antes nem depois deste encontro eu estava com tosse, bem como não estava em dias anteriores. Quando O reencontrei após sua desmaterialização, além de rir alto com suas brincadeiras, tive um acesso forte de tosse. Como já li, diante Dele, tudo pode acontecer, não necessariamente bom, aos olhos comuns.

550 - REINO: Apesar de saber que Jesus não mentiu ou se enganou quando disse "Meu reino não é deste mundo", mostrando que a felicidade não era na Terra e sim na vida espiritual ou outros mundos habitados; com a presença "física" de Sai Baba, diferente de outros momentos de minha vida em que realmente considerei que o planeta não comportava tanta felicidade, se eu não tomar cuidado vou acabar achando que o reino de felicidade é principalmente neste mundo, aqui e agora.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Segundo Encontro com Sai Baba

500 - SEGUNDO ENCONTRO: Após saber que J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba, em 06.09.2014, que não vi nem Forma I (475), nem V (486). Ele foi logo falando coisas que pensei durante a semana, na verdade respondendo minhas questões mentais. Conversamos por 3 horas, incluindo uma caminhada e uma gostosa parada em restaurante diverso. Não me recordo de ter lacrimejado, mas há a possibilidade. Recordo-me de novamente ter gargalhado muito e rido um pouco. Ao final falei: Estou a vida inteira tentando fazer as pessoas rirem e agora eu rio nesta quantidade. Pensei na Lei de Ação e Reação e disse: É verdade, tudo volta...

501 - O NETO: Logo de início, diferentemente das outras vezes, Ele disse que tinha um neto e repetiu mais de uma vez. Achei engraçado e me lembrei de que havia pensado que Ele era o avô do menino de 7 anos (482). Tão logo cheguei a esta conclusão, Ele mudou o discurso e falou do filho. Isto começou quando eu falei que Ele havia trocado de cordão de ouro. Disse que era do filho, que se chamava Gilberto. Eu ri com a associação da primeira letra (495/496) do meu nome, além de eu ter um amigo que me chama de Gil, ao invés de Gio (ou Giov.). Mentalmente, lembro-me de uma vez ter me chamado de filho (e usou um adjetivo bom que não me cabe). Não sei se tem a ver comigo, mas além da minha associação com vários ciclos de vida meus que duram 7 anos (483), embora eu não acredite em numerologia, por muitas e muitas vezes falei frases neste sentido: Não briga comigo não, que eu sou criança.

502 - MELHOR AMIGO: Em nenhum momento Ele se colocou na condição de Sai Baba, enfatizando nossa condição de Senhor e devoto, antes, abaixou-se, curvou-se em vibrações, para atravessar a infindável cota de distância de ano-luz, para se colocar na condição de meu melhor amigo, aquele que me escuta a qualquer tempo, aquele que não espera eu pedir atenção ou ajuda, como também não me espera para chamar para sair para uma conversa informal, porque toma a iniciativa pela simples amizade.

503 - ENTEDIADO: No outro encontro de 30.08.2014, reparei que Sai Baba J (469) me perguntava algo da minha vida e quando eu ia responder, Ele fazia uma cara de enfadonho que me desconcertava a todo instante, então eu me calava e Ele voltava a falar. Durante a semana entre o 1º e o 2° encontro em que Ele se revelou a mim, ri bastante da expressão que Ele fazia. Na verdade Ele não precisa que eu fale para conhecer toda a minha vida. Neste 06.09.2014, foi totalmente diferente, Ele me perguntava a todo instante e pacientemente me esperava falar o que Ele já sabia, o que não deixa de ser engraçado também.

504 - OUTRO RELÓGIO: Novamente Ele, Baba J (469), perguntou-me se eu queria um relógio de parede grande, mas desta vez Ele nem tocou em assunto de relógio cuco (471). Mas, não adiantou, não me animei a querer, porque novamente Ele engraçadamente enfatizou o barulho do relógio (bléin, bleim...). Posteriormente voltou a insistir, então pensei que deveria ser interessante, mas mesmo assim disse para me mostrar mais para o final do ano. Foi uma forma educada de adiar, porque na verdade fiquei pensando no barulho na minha cabeça.

505 - TATUAGEM: Reparei que Sai Baba J tinha uma tatuagem no braço direito. Não me recordo de ter reparado antes, nem mesmo se Ele estava com esta parte do corpo descoberto das outras vezes. Parecia gasta pelo tempo, um coração com duas letras dentro J e V. Ele disse que era do nome Dele e de Vera sua esposa ou ex-esposa (não estou afirmando que Ele tem ou teve uma esposa carnal, pois Ele fala por parábolas a todo instante). Eu respondi: É... J de Jesus e V de Verdade (e de vampiro, frases 495/496, escrita no dia anterior, bem como vera é a forma sincopada ou gíria de "verdade", eu mesmo já usei muitas vezes neste sentido). Ele riu gostosamente. Em casa me recordei de que eu já havia feito um desenho a nankin de Jesus, cheio de tatuagens (símbolos de uma empresa de arte) e mesmo que eu venha a repetir este tipo de desenho, sempre me questiono se não estaria sendo desrespeitoso com a imagem de Jesus. Digo que repetiria porque sei que não abaixo a vibração de quem olha (responsabilidade do artista), nem coloco em questão nada sagrado, mas, não tendo certeza do alcance deste tipo de desenho nas outras pessoas, questiono-me.

506 - PARAÍBA: Dizendo ser da Paraíba, perguntou-me se eu conhecia a Feira dos Paraíbas, de São Cristóvão. Eu disse que não. Ele respondeu que não era possível, que eu, esse tempo todo no Rio (RJ) ainda não conhecia. Na verdade Ele sabe que, mesmo eu não tendo na conta de imprescindível, já pensei várias vezes em ir, mas por motivos diversos acabei não indo. Ele insistiu em irmos lá (como amigos e não como Senhor e devoto). Eu ria e respondia com minha habitualidade de respostas: Podemos ir, vamos ver... Respondo sempre assim porque estou acostumado, na vida social, ver afirmações que nunca se cumprem, e, como não gosto de mentir, prefiro deixar a resposta em aberto, para que um dia, se houver firmeza no convite, eu resolva em definitivo se vou ou não. Também por isto, apenas sorri quando Sai Baba J mencionou a possibilidade de irmos a Miami; não sei o motivo, pois não tem nenhuma relação comigo, o que vejo com mais facilidade é o fato de eu escrever de brincadeira, trocando letra, como se estivesse escrito errado, em um exemplo comum, que muitas pessoas fazem é o "tamu juntu", ao invés de "estamos juntos". Neste caso, ao invés de ME AME (ame-me) seria MI AMI, em português. Já li que Baba frequentemente utiliza este tipo de associação, inclusive em outros idiomas. Centros espíritas, igrejas, qualquer templo de qualquer religião ou Feira dos Paraíbas, sempre soube que Deus estava em toda parte.

507 - VIDA ÍNTIMA: Do início, meio e fim do meu relacionamento de mais de 10 anos. Brincando, ora falando como se fosse a vida Dele e ora como se estivesse comentando da vida em geral e das mulheres, Forma J, de Sai Baba falou detalhes que além de eu nunca ter comentado com ninguém, na verdade eu nem me recordava mais. Claro que eu ria a todo instante.

508 - ENCONTRO CASUAL: Em 06.09.2014, Sai Baba J (469), no restaurante me perguntou se eu estava de lentes, no momento não pensei em lentes de contato corretivas de grau, pensei nas coloridas, pois é muito comum me perguntarem se a cor dos meus olhos são lente. Até este momento Ele foi só mais um que me faz este tipo de pergunta, a questão está no fato Dele imediatamente após perguntar, ficar brincando comigo assim: então a menina pergunta e você vai e responde, fala mais um pouquinho e conversa, ela ri, você continua... Isto havia acontecido exatamente assim a menos de um dia. Também sobre encontro casual, em 30.08.2014, falando engraçadamente, Sai Baba J (469), rindo, disse pra mim: "então você sai de casa, vem por aqui, vai na padaria, tem uma menina numa mesa, você vai, senta na mesa dela..."; falou isto dentro de um contexto totalmente diferente desta fala. Mas sei que Ele estava se referindo ao que escrevi na frase 397.

509 - ÔNIBUS: Ao atravessarmos a rua extremamente movimentada, paramos no meio (junto com sinalizadores de obras), sendo que passavam veículos de nossos dois lados. Na hora, fiquei preocupado com Sai Baba J (469) que parecia que iria atravessar desatentamente, então Ele se virou para o lado que acabáramos de atravessar e esticou o braço para a frente, sendo que vinha um ônibus, e fiquei mais tenso por Ele, achando estranho. Ele falou rindo: parece maluco, como se fosse colocar a mão no ônibus. Depois me recordei que cerca de dois meses passados, apesar de não estar com raiva de nada, tive que me conter fortemente para não dar um tapa com força no ônibus em movimento. Depois fiquei pensando que eu não deveria mesmo, pois já não sou mais criança. Com Baba, na verdade se eu não tivesse me preocupado com Ele (embora não precisasse) teria sido extremamente engraçado pelos Seus gestos e risos.

510 - ANEL: Antes de encontrar com Sai Baba J (469), lembrei dos anéis de ouro com pedra preciosa que Ele materializava. Sim, acertei, por indução (473, 474) ou não. Ele estava com um deste, com uma grande pedra vermelha. Comentei, Ele tirou, peguei, mas não cheguei a experimentar. Novamente Ele (na condição de meu amigo, a impressão que dá é que Ele quer me agradar a cada segundo a ponto de eu ficar constrangido, mas na verdade eu estou gostando muito) ofereceu para fazer um "rolo", como se estivesse precisando de dinheiro e que faria bem barato, coisa de irmão. Quando Ele viu que eu instintivamente vacilei, Ele mesmo colocou de volta em seu dedo e disse: mas, acho que nem te serve. Sorri novamente. Além deste anel Ele estava com uma aliança que disse ser do novo casamento Dele.

511 - BOTERO: Do outro lado da rua estava passando uma moça com peso bem acima da média. Eu estava de costas, Ele falou para eu olhar e fez essa comparação, que parecia uma pintura do Botero. Achei engraçado e ri mais. É extremamente comum eu fazer este tipo de associação: de pessoas, cenas, paisagens e objetos com quadros, trechos de filme (existentes ou não) ou de música. Na maioria das vezes, nunca comentei com ninguém. Sai Baba J (469) sabia.

512 - TORCICOLO: Caminhando na calçada, após derrubar uma cordinha fina amarrada entre dois sinalizadores de pista, que ambos fomos levantar, Sai Baba J (469) novamente cerca de 4 metros depois derrubou outra. Lembrou-me a mim, que de vez em quando vou atravessando a rua com carros totalmente desatento. Depois disto Ele passou para meu lado esquerdo (estava no direito), na hora pensei não é possível que Ele sabe de meu torcicolo que começa a melhorar após um mês. Pouco depois Ele brincando e colocando a mão no pescoço, disse que não estava conseguindo enxergar nada pelo lado direito, por causa da dor. Ele repetiu a informação de Sua maneira para que eu entendesse.

513 -VISÃO: Na mesa do bar e restaurante, Forma J (469) debruçou para me mostrar os olhos, que perguntei qual era a cor. Ele disse preto, confirmei. E colocando as duas mãos em um olho disse que havia operado uma vista só e que doeu demais, muito mesmo. Insistiu sobre a dor, que ela apareceu, sumiu e reapareceu. E que agora mesmo não enxergando bem, falou que ia "deixar para lá", que nunca mais ia operar. É como se eu estivesse me olhando no espelho, espelho que fala o íntimo e vivências anteriores. Eu operei uma vista só, porque o grau não era muito e daria para compensar, sem necessidade de óculos. Nunca havia doído, mas certa noite acordei gritando: "Estou cego, estou cego". Corri para o espelho de olhos fechados e fui abrindo lentamente porque achei, erroneamente, que meu olho havia vazado, furado. Foi a maior dor física que senti nesta vida. Nunca faltei a nenhum compromisso por isto, mas muitas vezes chamei por Sai Baba, já que quase diariamente doía, geralmente quando eu acordava. Depois de um tempo ela sumiu e posteriormente voltou a doer. Os médicos nunca souberam explicar. Hoje não sinto mais nada. O grau voltou, não me incomoda, raramente uso óculos, às vezes no cinema, para televisão não precisa. E já deixei claro que nunca mais vou operar a vista.

514 - CORDÃO: Neste cordão de ouro diferente (frase neto), havia uma pequena medalha redonda, levemente amassada, que Ele, Forma J (frase 469), novamente tirou do pescoço e perguntou se eu queria, que poderíamos fazer um "rolo". E falou para eu colocar no pescoço. Coloquei e senti o mais revigorante passe energético que já tomei. Um desse e nunca mais a pessoa esquece, mas se eu pudesse eu tomava uma meia dúzia desse por dia. Ele falou: "legal é o que tá escrito". Li: "Deus te guie"; mas curiosamente minha mente se deteve no pequeno traço que vinha depois da última letra, confundindo-me se havia ou não um "s". Somente em casa me recordei que quando criança e ficava em dúvida sobre alguma letra, seja pela existência dela (por exemplo, guie ou guies) ou sobre ser uma ou outra (por exemplo, "o" ao invés de "a"); eu fazia um desenho malicioso que servia para ambas situações, sendo que nunca fui questionado ou diminuíram minha nota por causa disto. Ele lembrava, mas eu não.

515 - SAIR BABA: Babar, salivar pelo canto da boca. Nos últimos 2 ou 3 anos, reparei que de vez em quando, sutilmente e imperceptível aos olhos de qualquer pessoa, pelo canto da minha boca, fica uma pequeníssima fração de gota de saliva, que, como nunca tive isto, considerei que seria uma outra forma de chamar a minha atenção durante o dia, além do comum cheiro variado de vibhuti. Na conversa na rua, vi uma pequena bola branca saindo de Sua boca, que considerei ser saliva, totalmente diferente de quem "fala cuspindo", mesmo porque Swami J (469) não fala assim. Considerei, fiz a associação com o que ocorre comigo, mas não tive certeza, preferi descartar a informação. Ele leu meu pensamento e repetiu a cena.

516 - VINHO: Após o encontro de 30.08.2014, falei em casa que Sai Baba J (469) acertou em tudo, mas quando Ele falou, como amigo (não como Avatar) de sairmos e beber Ele apenas disse chopp e whisky. Parei de beber aos 22 anos, antes de parar de ir em boates e bares 2 ou 3 vezes por semana, hábito que não tenho atualmente, depois disto sempre considerei que o som alto já me deixava entorpecido o suficiente para me divertir. Além destas duas bebidas eu bebia cerveja (que sempre dizia que se trocasse por chopp eu nem repararia) e vinho. Falei que Ele havia se esquecido apenas do vinho (cerveja e chopp, para mim eram sinônimos). Após 06.09.2014, já em casa, antes de me sentar para escrever sobre este encontro, peguei um iogurte e na primeira colher senti o gosto de vinho, foi o que me fez lembrar de escrever este assunto. Nunca fui radical quanto a não beber, em ambos encontros Ele pediu (antes de eu pensar que não queria) chopp, acho que fez isto para eu ficar em um estado de mais receptividade mental para estas experiências.

517 - DONO: Tendo reparado que movimento conta em dois bancos, J (469) disse brincando que eu era dono de dois bancos e repetiu. Eu ri e disse (em referência ao fato de estar diante Dele): Agora, eu sou dono do mundo! Ele também sorriu.

518 - COMIDA: Diferente da outra vez (30.08.2014) que Sai Baba J (469) pediu o que mais gosto, camarão, sem eu saber; desta vez (06.09.2014) parecíamos amigos do tipo que um fica com receio de desagradar o outro e comeria qualquer coisa que o outro pedisse, ainda que não gostasse, somente para agradar. Ele disse que não tinha camarão, mas se eu quisesse poderíamos voltar no restaurante anterior. Eu disse que não precisava. Primeiro Ele disse que não comia carne, depois disse que poderia comer e completou com gestos sobre a mastigação demorada da carne e que fica presa nos dentes. Este sou eu: Digo que não como muito, porque demora mais a digerir e a mastigar, mas como do mesmo jeito, satisfeito, quando não tem peixe ou frango. Já cheguei a pedir em casa para que nunca se comprasse determinado tipo de carne, porque agarra mais no dente do que outras. Carne de porco Ele disse que nunca comia (igual a mim). Depois falou que poderia acontecer de cortar a carne (fez o gesto serrando) e que poderia encontrar um bicho vivo e ter que tirar. Isto aconteceu e me marcou, quando meu avô (frase 164) após amputar um dedo da perna que restou, mesmo fazendo o curativo diariamente, foi encontrado nele um bicho branco, que nunca mais esqueci, pelo mal-estar que me causou. Chegamos à conclusão juntos que deveríamos comer bolinho de bacalhau, sendo que reparei que Ele estava comendo menos somente porque eu estava gostando, para que eu comesse mais. Tão logo pensei isto, para não me constranger, Ele voltou a comer, mas mesmo assim demorou neste, enquanto comi todos os outros bolinhos.

519 - DESAPARECIMENTO: Já achando que J (469), era Sai Baba materializado, em 30.08.2014, antes de irmos ao restaurante, quando Ele foi ao banheiro, pensei na possibilidade Dele se desmaterializar lá dentro e não voltar. Ao sair do banheiro Ele discretamente deu um sorriso, sem me olhar. Após isto pensei a mesma coisa algumas vezes, inclusive estando em casa. Desta vez, em 06.09.2014, Ele ficou literalmente me zoando, dizendo que no dia que fui embora sem me despedir (meses antes) Ele achou que eu tivesse desaparecido, tipo Mister M (conhecido ilusionista), "do nada"... Repetiu rindo e me zoando várias vezes até eu entender completamente que era eu quem pensava isto Dele. Parecia eu, nas vezes que explico alguma coisa, zoando (com carinho) com quem estou falando.

520 - CAMPANHA: No restaurante, Sai Baba J (469), após mencionar o nome da campanha de doação, apesar de saber minha resposta, perguntou-me com ênfase: Mas você não dá dinheiro pra esta campanha não, né ? Eu disse que não (sempre pensei que quando quero doar, faço-o pessoalmente porque sei que chegará ao local de destino). Ele disse: Ainda bem... Eles arrecadam milhões, mas somente repassam um pouquinho. Completei que este pouco era o comercial deles. Ele concordou. Na política falou que não é muito diferente, pois além do dinheiro que conseguem "por fora", os governantes ainda ganham muito bem para não fazerem praticamente nada pelo povo.

521 - FOTOGRAFIA: Levei a máquina fotográfica para registrar, guardar com carinho para sempre, embora eu nunca vá esquecer, mesmo quando estiver em local fora do tempo, na eternidade, e se um dia Ele autorizar, publicar sobre este raro momento não só desta vida, mas da história de um espírito imortal como outro qualquer, no caso eu. Ele permitiu que eu fotografasse, para não me desagradar na condição de meu amigo, mas fez uma carinha de coitadinho e de tímido, que eu não na condição de devoto, mas também na condição de amigo não podia desapontá-LO. Eu não fotografei Sai Baba materializado na Forma J.

522 - HOME THEATER: Na verdade quando falei que tinha um aparelho de DVD no porta-malas, quando Sai Baba J me perguntou (ver 481), respondi que sim porque nunca falei o nome correto, com exceção de umas duas vezes, de uma maneira irônica com o estrangeirismo e com as pessoas que falam de determinada maneira para se sentirem requintadas (chique, no estrangeirismo). Após escrever sobre 30.08.2014 e antes do encontro de 06.09.2014, pensei em consertar a frase, mas esqueci. Neste novo encontro Ele disse que o aparelho estava lá, com as caixas de som fazendo barulho (e fez vários barulhos com a boca), ao que me recordei de que não havia consertado a frase.

523 - PRESSÃO ALTA: Sai Baba J (469) dizendo ter pressão alta encheu de sal, a ponto de cair na mesa, os bolinhos de bacalhau que estava comendo, ao que tomei um susto com este descaso com a saúde. Somente depois me recordei que também tenho pressão alta, encho de sal as frituras a ponto de assustar um ou outro e ainda fico algum tempo sem tomar o remédio porque esqueço de ir comprar e quando alguém fica preocupado comigo, só respondo: Não se preocupe não, eu estou com Deus (embora eu saiba que também temos que fazer a nossa parte). Sobre sal, ver foto da mesa, da frase 416.

524 - REPETIÇÃO: Todas as vezes, sem exceção, que eu não tinha certeza ou não conseguia fazer um paralelo entre minha vida, seja subjetiva, objetiva, atual ou passada com Seu ato um pouco mais demorado, gesto momentâneo, frase em parábola aparentemente ininteligível ou mesmo uma palavra desencontrada fora de contexto, Sai Baba, na Forma J (469) repetia rindo ou mesmo com ênfase e energia. Tão logo eu fazia este paralelo Ele parava imediatamente de repetir o gesto ou palavra e não fazia mais até o fim do encontro. Poderia estar o mundo inteiro ouvindo que somente eu entenderia, porque era a minha vida passando diante de mim através de palavras e gestos mínimos que aos outros habitantes do globo nada representariam. Naquele momento era somente para mim que Ele falava, apesar Dele dar mostras de estar em todos os lugares ao mesmo tempo e atender a todos conforme considera necessário.

525 - EMPURRÃO: Quando ainda não sabia que J, era Sai Baba materializado, por gostar muito Dele, dizendo que Ele era legal, cheguei a dar uns tapas, com minha mão pesada, em suas costas, perto do ombro (475). Mas, tão logo cheguei à conclusão de quem Ele realmente era, automaticamente saí um pouco da condição de amizade para a devoção reverencial. Mas Ele humildemente me tirou desta postura, quando entre risos, de uma maneira que só Ele sabe fazer, falou coisas pessoais minhas, enquanto caminhávamos na rua movimentada, que nem me lembrei de mais nada racionalmente e falei: Só Lhe empurrando mesmo... E empurrei. Ele foi mais de um metro para o lado rindo e eu ri mais ainda. Eu estava feliz, como nunca havia estado. E Ele não me repreendeu.

526 - DESCONVERSAVA: Sempre que eu tocava em algum assunto relacionado ao Sai Baba, Este, na Forma J (469), fazia uma expressão de desentendido, como quando mostrei a palavra "Asheran" (de CECEUNA - Centro de Contatos e Estudos do Universo Asheran), escrita com "e" e "n", sendo que Baba, na Índia tinha dois Ashram (s). Quando falei Índia, Ele disse Ilha. Falei que não havia entendido e Ele repetiu Ilha, Ilha do Governador (bairro do RJ) e contou que conhecia lá etc Mais uma vez Ele se mostrou não como Guru, Mestre, Avatar etc, mas como amigo pessoal (502).

527 - APELIDO: Entre 30.08.2014 e 06.09.2014, fiquei tentando me lembrar se Sai Baba J (469), nos últimos meses, quando eu ainda não sabia que J era Ele, havia me chamado de "russo", pois é muito comum desconhecidos me chamarem assim na rua. Ele ouviu meu pensamento, neste último dia e repetiu (ver 524) por várias vezes esta palavra até eu lembrar que havia pensado. Neste dia também me chamou muito de "patrão" ou disse "você é meu patrão", como se Ele estivesse ali para me servir (ver 490).

528 - HORÁRIO: Em 30.08.2014, ao final deste melhor dia da minha vida, Sai Baba J (469), ao marcar o novo encontro, para o dia 06.09.2014, perguntou-me que horas eu poderia encontrá-Lo. Eu disse 10 (da manhã) e Ele enfatizou em bom tom, levemente sorrindo, chegue entre 9 e 9:30 minutos. Sorri e disse que estava tudo bem. Neste dia quando vi que iria atrasar (como sempre, desde criança) mentalmente pedi desculpas, ao que a Voz me respondeu, que: "está tudo bem, Eu não sou muito ocupado"; de imediato vieram em minha mente várias situações de desconforto que já senti por causa de horário. Ao chegar lá, 11 horas em ponto, cumprimentei-O timidamente e Ele foi logo conversando assuntos diversos, como se eu tivesse chegado com meia de hora de antecedência e não havia feito Ele me esperar (considerando a hipótese Dele ter me esperado, pois não dá para imaginar um espírito deste grau de evolução parado em espera). A maneira como Ele me recebeu, esteve bem acima da condição de "meu melhor amigo", ver 502.

529 - QUENTE: Diferente das outras vezes que toquei em Sai Baba J, desta única vez, ao tocar em seu braço senti imenso calor no dedo. Qualquer pessoa que me conheça um pouquinho que seja, sabe que praticamente nunca sinto frio. Tenho casacos de mais de 10 anos que não usei seis vezes (ver frase 54). Já cheguei a orar para Sai Baba pedindo que eu conhecesse o frio, sendo que Ele me atendeu por poucos meses. Dormindo sem camisa, algumas vezes, acordei para vestir camisa, somente para não sentir calor ao me esbarrar. Neste momento Ele era eu.

530 - PREPARAÇÃO: Sai Baba (em Voz) me disse que já estava me preparando para este encontro, com Ele materializado, desde encarnações anteriores, inclusive já tendo se apresentado a mim antes desta vida atual, em "carne e osso", mas não chegou a revelar Sua identidade na época. Até para eu memorizar a infinidade de informações (verbalizadas, gesticuladas, por expressões faciais ou induzidas em minha mente), em frações de segundo, poucas delas escritas (aqui) em frases (outras que não escrevo por serem totalmente pessoais ou por ainda não serem permitidas), acho que Ele me intuiu, anteriormente, a não levar caderno em alguns cursos e parte da faculdade, sendo que anotava as aulas em casa, quando chegava, o que deixei de fazer depois, quando parei de utilizar cadernos.

531 - MEU PAI: Caminhando com Forma J (469) por alguns instantes senti que eu estava na roupagem de meu filho, com o mesmo andar, com o mesmo riso, com a mesma expectativa de quando eu falo alguma coisa engraçada. Naquele instante eu era o meu filho, e quanto a Sai Baba, também por poucos instantes eu O vi na condição de Giovanni, como meu pai. Foi intensa a experiência, mas somente consegui coordenar os pensamentos em casa. Meu pai morreu antes que eu completasse 2 anos, sendo que hoje e já há alguns anos, posso dizer com toda clareza de que ele não me faz a menor falta, mesmo porque nesta vida, nem sei o que é ter um pai. Minha mãe supriu de todas as maneiras que estavam ao seu alcance. Mas, um dia, por alguns anos, com certeza fez muita falta e Sai Baba em instantes me confortou para o resto da vida, neste sentido, que já nem me recordava mais. Naquele momento, Ele, conhecido como Avatar (Deus na forma humana), não era meu Pai que está nos Céus e sim meu Pai que está na Terra.

532 - SEMELHANÇA: Ver 502. Na frase 469, escrevi que Sai Baba J "lembrava a mim, porém muito mais mal cuidado, um pouco barrigudo, com uns 60 anos [..] assim como no temperamento Ele adotou o meu multiplicado", (observei que neste novo encontro, de 06.09.2014, Ele parecia mais rejuvenescido e com uma barriga menor). Vacilei em escrever a idade e fiquei pensando de brincadeira na normalidade do corpo debaixo da roupa ou se a materialização seria somente no que vemos. Lá Ele disse que tinha 52 anos (número da casa da minha mãe, que passei boa parte da minha vida) e descuidadamente levantou a camisa (para eu constatar que é normal). Fazendo eu me enxergar em Sua personalidade, em Seu corpo e nas parábolas que Ele contava como se fossem fatos da vida Dele, embora sejam da minha, entendi que Ele queria que eu compreendesse, nos dizeres bíblicos, que eu era "Sua imagem e semelhança".

533 - BEM-VINDO: Apesar de não tocar em assunto relacionado a Ele mesmo; perguntei ao Sai Baba J (469) se Ele já havia ido ao Centro Sai Baba de Vila Isabel (bairro do RJ). Ele respondeu que sim. E perguntei: Pessoalmente, em corpo. Não posso precisar o que Ele respondeu, mas entendi que não. Depois perguntei como seria se eu contasse tudo que estou vivenciando para a Organização Sai. E Ele abriu os dois braços, rindo e disse: "Seja bem-vindo". Posteriormente no meio de assunto totalmente diferente, parou e novamente abriu ambos os braços e reafirmou: "Seja bem-vindo". Eu estava receoso...