quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Segundo Encontro com Sai Baba

500 - SEGUNDO ENCONTRO: Após saber que J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba, em 06.09.2014, que não vi nem Forma I (475), nem V (486). Ele foi logo falando coisas que pensei durante a semana, na verdade respondendo minhas questões mentais. Conversamos por 3 horas, incluindo uma caminhada e uma gostosa parada em restaurante diverso. Não me recordo de ter lacrimejado, mas há a possibilidade. Recordo-me de novamente ter gargalhado muito e rido um pouco. Ao final falei: Estou a vida inteira tentando fazer as pessoas rirem e agora eu rio nesta quantidade. Pensei na Lei de Ação e Reação e disse: É verdade, tudo volta...

501 - O NETO: Logo de início, diferentemente das outras vezes, Ele disse que tinha um neto e repetiu mais de uma vez. Achei engraçado e me lembrei de que havia pensado que Ele era o avô do menino de 7 anos (482). Tão logo cheguei a esta conclusão, Ele mudou o discurso e falou do filho. Isto começou quando eu falei que Ele havia trocado de cordão de ouro. Disse que era do filho, que se chamava Gilberto. Eu ri com a associação da primeira letra (495/496) do meu nome, além de eu ter um amigo que me chama de Gil, ao invés de Gio (ou Giov.). Mentalmente, lembro-me de uma vez ter me chamado de filho (e usou um adjetivo bom que não me cabe). Não sei se tem a ver comigo, mas além da minha associação com vários ciclos de vida meus que duram 7 anos (483), embora eu não acredite em numerologia, por muitas e muitas vezes falei frases neste sentido: Não briga comigo não, que eu sou criança.

502 - MELHOR AMIGO: Em nenhum momento Ele se colocou na condição de Sai Baba, enfatizando nossa condição de Senhor e devoto, antes, abaixou-se, curvou-se em vibrações, para atravessar a infindável cota de distância de ano-luz, para se colocar na condição de meu melhor amigo, aquele que me escuta a qualquer tempo, aquele que não espera eu pedir atenção ou ajuda, como também não me espera para chamar para sair para uma conversa informal, porque toma a iniciativa pela simples amizade.

503 - ENTEDIADO: No outro encontro de 30.08.2014, reparei que Sai Baba J (469) me perguntava algo da minha vida e quando eu ia responder, Ele fazia uma cara de enfadonho que me desconcertava a todo instante, então eu me calava e Ele voltava a falar. Durante a semana entre o 1º e o 2° encontro em que Ele se revelou a mim, ri bastante da expressão que Ele fazia. Na verdade Ele não precisa que eu fale para conhecer toda a minha vida. Neste 06.09.2014, foi totalmente diferente, Ele me perguntava a todo instante e pacientemente me esperava falar o que Ele já sabia, o que não deixa de ser engraçado também.

504 - OUTRO RELÓGIO: Novamente Ele, Baba J (469), perguntou-me se eu queria um relógio de parede grande, mas desta vez Ele nem tocou em assunto de relógio cuco (471). Mas, não adiantou, não me animei a querer, porque novamente Ele engraçadamente enfatizou o barulho do relógio (bléin, bleim...). Posteriormente voltou a insistir, então pensei que deveria ser interessante, mas mesmo assim disse para me mostrar mais para o final do ano. Foi uma forma educada de adiar, porque na verdade fiquei pensando no barulho na minha cabeça.

505 - TATUAGEM: Reparei que Sai Baba J tinha uma tatuagem no braço direito. Não me recordo de ter reparado antes, nem mesmo se Ele estava com esta parte do corpo descoberto das outras vezes. Parecia gasta pelo tempo, um coração com duas letras dentro J e V. Ele disse que era do nome Dele e de Vera sua esposa ou ex-esposa (não estou afirmando que Ele tem ou teve uma esposa carnal, pois Ele fala por parábolas a todo instante). Eu respondi: É... J de Jesus e V de Verdade (e de vampiro, frases 495/496, escrita no dia anterior, bem como vera é a forma sincopada ou gíria de "verdade", eu mesmo já usei muitas vezes neste sentido). Ele riu gostosamente. Em casa me recordei de que eu já havia feito um desenho a nankin de Jesus, cheio de tatuagens (símbolos de uma empresa de arte) e mesmo que eu venha a repetir este tipo de desenho, sempre me questiono se não estaria sendo desrespeitoso com a imagem de Jesus. Digo que repetiria porque sei que não abaixo a vibração de quem olha (responsabilidade do artista), nem coloco em questão nada sagrado, mas, não tendo certeza do alcance deste tipo de desenho nas outras pessoas, questiono-me.

506 - PARAÍBA: Dizendo ser da Paraíba, perguntou-me se eu conhecia a Feira dos Paraíbas, de São Cristóvão. Eu disse que não. Ele respondeu que não era possível, que eu, esse tempo todo no Rio (RJ) ainda não conhecia. Na verdade Ele sabe que, mesmo eu não tendo na conta de imprescindível, já pensei várias vezes em ir, mas por motivos diversos acabei não indo. Ele insistiu em irmos lá (como amigos e não como Senhor e devoto). Eu ria e respondia com minha habitualidade de respostas: Podemos ir, vamos ver... Respondo sempre assim porque estou acostumado, na vida social, ver afirmações que nunca se cumprem, e, como não gosto de mentir, prefiro deixar a resposta em aberto, para que um dia, se houver firmeza no convite, eu resolva em definitivo se vou ou não. Também por isto, apenas sorri quando Sai Baba J mencionou a possibilidade de irmos a Miami; não sei o motivo, pois não tem nenhuma relação comigo, o que vejo com mais facilidade é o fato de eu escrever de brincadeira, trocando letra, como se estivesse escrito errado, em um exemplo comum, que muitas pessoas fazem é o "tamu juntu", ao invés de "estamos juntos". Neste caso, ao invés de ME AME (ame-me) seria MI AMI, em português. Já li que Baba frequentemente utiliza este tipo de associação, inclusive em outros idiomas. Centros espíritas, igrejas, qualquer templo de qualquer religião ou Feira dos Paraíbas, sempre soube que Deus estava em toda parte.

507 - VIDA ÍNTIMA: Do início, meio e fim do meu relacionamento de mais de 10 anos. Brincando, ora falando como se fosse a vida Dele e ora como se estivesse comentando da vida em geral e das mulheres, Forma J, de Sai Baba falou detalhes que além de eu nunca ter comentado com ninguém, na verdade eu nem me recordava mais. Claro que eu ria a todo instante.

508 - ENCONTRO CASUAL: Em 06.09.2014, Sai Baba J (469), no restaurante me perguntou se eu estava de lentes, no momento não pensei em lentes de contato corretivas de grau, pensei nas coloridas, pois é muito comum me perguntarem se a cor dos meus olhos são lente. Até este momento Ele foi só mais um que me faz este tipo de pergunta, a questão está no fato Dele imediatamente após perguntar, ficar brincando comigo assim: então a menina pergunta e você vai e responde, fala mais um pouquinho e conversa, ela ri, você continua... Isto havia acontecido exatamente assim a menos de um dia. Também sobre encontro casual, em 30.08.2014, falando engraçadamente, Sai Baba J (469), rindo, disse pra mim: "então você sai de casa, vem por aqui, vai na padaria, tem uma menina numa mesa, você vai, senta na mesa dela..."; falou isto dentro de um contexto totalmente diferente desta fala. Mas sei que Ele estava se referindo ao que escrevi na frase 397.

509 - ÔNIBUS: Ao atravessarmos a rua extremamente movimentada, paramos no meio (junto com sinalizadores de obras), sendo que passavam veículos de nossos dois lados. Na hora, fiquei preocupado com Sai Baba J (469) que parecia que iria atravessar desatentamente, então Ele se virou para o lado que acabáramos de atravessar e esticou o braço para a frente, sendo que vinha um ônibus, e fiquei mais tenso por Ele, achando estranho. Ele falou rindo: parece maluco, como se fosse colocar a mão no ônibus. Depois me recordei que cerca de dois meses passados, apesar de não estar com raiva de nada, tive que me conter fortemente para não dar um tapa com força no ônibus em movimento. Depois fiquei pensando que eu não deveria mesmo, pois já não sou mais criança. Com Baba, na verdade se eu não tivesse me preocupado com Ele (embora não precisasse) teria sido extremamente engraçado pelos Seus gestos e risos.

510 - ANEL: Antes de encontrar com Sai Baba J (469), lembrei dos anéis de ouro com pedra preciosa que Ele materializava. Sim, acertei, por indução (473, 474) ou não. Ele estava com um deste, com uma grande pedra vermelha. Comentei, Ele tirou, peguei, mas não cheguei a experimentar. Novamente Ele (na condição de meu amigo, a impressão que dá é que Ele quer me agradar a cada segundo a ponto de eu ficar constrangido, mas na verdade eu estou gostando muito) ofereceu para fazer um "rolo", como se estivesse precisando de dinheiro e que faria bem barato, coisa de irmão. Quando Ele viu que eu instintivamente vacilei, Ele mesmo colocou de volta em seu dedo e disse: mas, acho que nem te serve. Sorri novamente. Além deste anel Ele estava com uma aliança que disse ser do novo casamento Dele.

511 - BOTERO: Do outro lado da rua estava passando uma moça com peso bem acima da média. Eu estava de costas, Ele falou para eu olhar e fez essa comparação, que parecia uma pintura do Botero. Achei engraçado e ri mais. É extremamente comum eu fazer este tipo de associação: de pessoas, cenas, paisagens e objetos com quadros, trechos de filme (existentes ou não) ou de música. Na maioria das vezes, nunca comentei com ninguém. Sai Baba J (469) sabia.

512 - TORCICOLO: Caminhando na calçada, após derrubar uma cordinha fina amarrada entre dois sinalizadores de pista, que ambos fomos levantar, Sai Baba J (469) novamente cerca de 4 metros depois derrubou outra. Lembrou-me a mim, que de vez em quando vou atravessando a rua com carros totalmente desatento. Depois disto Ele passou para meu lado esquerdo (estava no direito), na hora pensei não é possível que Ele sabe de meu torcicolo que começa a melhorar após um mês. Pouco depois Ele brincando e colocando a mão no pescoço, disse que não estava conseguindo enxergar nada pelo lado direito, por causa da dor. Ele repetiu a informação de Sua maneira para que eu entendesse.

513 -VISÃO: Na mesa do bar e restaurante, Forma J (469) debruçou para me mostrar os olhos, que perguntei qual era a cor. Ele disse preto, confirmei. E colocando as duas mãos em um olho disse que havia operado uma vista só e que doeu demais, muito mesmo. Insistiu sobre a dor, que ela apareceu, sumiu e reapareceu. E que agora mesmo não enxergando bem, falou que ia "deixar para lá", que nunca mais ia operar. É como se eu estivesse me olhando no espelho, espelho que fala o íntimo e vivências anteriores. Eu operei uma vista só, porque o grau não era muito e daria para compensar, sem necessidade de óculos. Nunca havia doído, mas certa noite acordei gritando: "Estou cego, estou cego". Corri para o espelho de olhos fechados e fui abrindo lentamente porque achei, erroneamente, que meu olho havia vazado, furado. Foi a maior dor física que senti nesta vida. Nunca faltei a nenhum compromisso por isto, mas muitas vezes chamei por Sai Baba, já que quase diariamente doía, geralmente quando eu acordava. Depois de um tempo ela sumiu e posteriormente voltou a doer. Os médicos nunca souberam explicar. Hoje não sinto mais nada. O grau voltou, não me incomoda, raramente uso óculos, às vezes no cinema, para televisão não precisa. E já deixei claro que nunca mais vou operar a vista.

514 - CORDÃO: Neste cordão de ouro diferente (frase neto), havia uma pequena medalha redonda, levemente amassada, que Ele, Forma J (frase 469), novamente tirou do pescoço e perguntou se eu queria, que poderíamos fazer um "rolo". E falou para eu colocar no pescoço. Coloquei e senti o mais revigorante passe energético que já tomei. Um desse e nunca mais a pessoa esquece, mas se eu pudesse eu tomava uma meia dúzia desse por dia. Ele falou: "legal é o que tá escrito". Li: "Deus te guie"; mas curiosamente minha mente se deteve no pequeno traço que vinha depois da última letra, confundindo-me se havia ou não um "s". Somente em casa me recordei que quando criança e ficava em dúvida sobre alguma letra, seja pela existência dela (por exemplo, guie ou guies) ou sobre ser uma ou outra (por exemplo, "o" ao invés de "a"); eu fazia um desenho malicioso que servia para ambas situações, sendo que nunca fui questionado ou diminuíram minha nota por causa disto. Ele lembrava, mas eu não.

515 - SAIR BABA: Babar, salivar pelo canto da boca. Nos últimos 2 ou 3 anos, reparei que de vez em quando, sutilmente e imperceptível aos olhos de qualquer pessoa, pelo canto da minha boca, fica uma pequeníssima fração de gota de saliva, que, como nunca tive isto, considerei que seria uma outra forma de chamar a minha atenção durante o dia, além do comum cheiro variado de vibhuti. Na conversa na rua, vi uma pequena bola branca saindo de Sua boca, que considerei ser saliva, totalmente diferente de quem "fala cuspindo", mesmo porque Swami J (469) não fala assim. Considerei, fiz a associação com o que ocorre comigo, mas não tive certeza, preferi descartar a informação. Ele leu meu pensamento e repetiu a cena.

516 - VINHO: Após o encontro de 30.08.2014, falei em casa que Sai Baba J (469) acertou em tudo, mas quando Ele falou, como amigo (não como Avatar) de sairmos e beber Ele apenas disse chopp e whisky. Parei de beber aos 22 anos, antes de parar de ir em boates e bares 2 ou 3 vezes por semana, hábito que não tenho atualmente, depois disto sempre considerei que o som alto já me deixava entorpecido o suficiente para me divertir. Além destas duas bebidas eu bebia cerveja (que sempre dizia que se trocasse por chopp eu nem repararia) e vinho. Falei que Ele havia se esquecido apenas do vinho (cerveja e chopp, para mim eram sinônimos). Após 06.09.2014, já em casa, antes de me sentar para escrever sobre este encontro, peguei um iogurte e na primeira colher senti o gosto de vinho, foi o que me fez lembrar de escrever este assunto. Nunca fui radical quanto a não beber, em ambos encontros Ele pediu (antes de eu pensar que não queria) chopp, acho que fez isto para eu ficar em um estado de mais receptividade mental para estas experiências.

517 - DONO: Tendo reparado que movimento conta em dois bancos, J (469) disse brincando que eu era dono de dois bancos e repetiu. Eu ri e disse (em referência ao fato de estar diante Dele): Agora, eu sou dono do mundo! Ele também sorriu.

518 - COMIDA: Diferente da outra vez (30.08.2014) que Sai Baba J (469) pediu o que mais gosto, camarão, sem eu saber; desta vez (06.09.2014) parecíamos amigos do tipo que um fica com receio de desagradar o outro e comeria qualquer coisa que o outro pedisse, ainda que não gostasse, somente para agradar. Ele disse que não tinha camarão, mas se eu quisesse poderíamos voltar no restaurante anterior. Eu disse que não precisava. Primeiro Ele disse que não comia carne, depois disse que poderia comer e completou com gestos sobre a mastigação demorada da carne e que fica presa nos dentes. Este sou eu: Digo que não como muito, porque demora mais a digerir e a mastigar, mas como do mesmo jeito, satisfeito, quando não tem peixe ou frango. Já cheguei a pedir em casa para que nunca se comprasse determinado tipo de carne, porque agarra mais no dente do que outras. Carne de porco Ele disse que nunca comia (igual a mim). Depois falou que poderia acontecer de cortar a carne (fez o gesto serrando) e que poderia encontrar um bicho vivo e ter que tirar. Isto aconteceu e me marcou, quando meu avô (frase 164) após amputar um dedo da perna que restou, mesmo fazendo o curativo diariamente, foi encontrado nele um bicho branco, que nunca mais esqueci, pelo mal-estar que me causou. Chegamos à conclusão juntos que deveríamos comer bolinho de bacalhau, sendo que reparei que Ele estava comendo menos somente porque eu estava gostando, para que eu comesse mais. Tão logo pensei isto, para não me constranger, Ele voltou a comer, mas mesmo assim demorou neste, enquanto comi todos os outros bolinhos.

519 - DESAPARECIMENTO: Já achando que J (469), era Sai Baba materializado, em 30.08.2014, antes de irmos ao restaurante, quando Ele foi ao banheiro, pensei na possibilidade Dele se desmaterializar lá dentro e não voltar. Ao sair do banheiro Ele discretamente deu um sorriso, sem me olhar. Após isto pensei a mesma coisa algumas vezes, inclusive estando em casa. Desta vez, em 06.09.2014, Ele ficou literalmente me zoando, dizendo que no dia que fui embora sem me despedir (meses antes) Ele achou que eu tivesse desaparecido, tipo Mister M (conhecido ilusionista), "do nada"... Repetiu rindo e me zoando várias vezes até eu entender completamente que era eu quem pensava isto Dele. Parecia eu, nas vezes que explico alguma coisa, zoando (com carinho) com quem estou falando.

520 - CAMPANHA: No restaurante, Sai Baba J (469), após mencionar o nome da campanha de doação, apesar de saber minha resposta, perguntou-me com ênfase: Mas você não dá dinheiro pra esta campanha não, né ? Eu disse que não (sempre pensei que quando quero doar, faço-o pessoalmente porque sei que chegará ao local de destino). Ele disse: Ainda bem... Eles arrecadam milhões, mas somente repassam um pouquinho. Completei que este pouco era o comercial deles. Ele concordou. Na política falou que não é muito diferente, pois além do dinheiro que conseguem "por fora", os governantes ainda ganham muito bem para não fazerem praticamente nada pelo povo.

521 - FOTOGRAFIA: Levei a máquina fotográfica para registrar, guardar com carinho para sempre, embora eu nunca vá esquecer, mesmo quando estiver em local fora do tempo, na eternidade, e se um dia Ele autorizar, publicar sobre este raro momento não só desta vida, mas da história de um espírito imortal como outro qualquer, no caso eu. Ele permitiu que eu fotografasse, para não me desagradar na condição de meu amigo, mas fez uma carinha de coitadinho e de tímido, que eu não na condição de devoto, mas também na condição de amigo não podia desapontá-LO. Eu não fotografei Sai Baba materializado na Forma J.

522 - HOME THEATER: Na verdade quando falei que tinha um aparelho de DVD no porta-malas, quando Sai Baba J me perguntou (ver 481), respondi que sim porque nunca falei o nome correto, com exceção de umas duas vezes, de uma maneira irônica com o estrangeirismo e com as pessoas que falam de determinada maneira para se sentirem requintadas (chique, no estrangeirismo). Após escrever sobre 30.08.2014 e antes do encontro de 06.09.2014, pensei em consertar a frase, mas esqueci. Neste novo encontro Ele disse que o aparelho estava lá, com as caixas de som fazendo barulho (e fez vários barulhos com a boca), ao que me recordei de que não havia consertado a frase.

523 - PRESSÃO ALTA: Sai Baba J (469) dizendo ter pressão alta encheu de sal, a ponto de cair na mesa, os bolinhos de bacalhau que estava comendo, ao que tomei um susto com este descaso com a saúde. Somente depois me recordei que também tenho pressão alta, encho de sal as frituras a ponto de assustar um ou outro e ainda fico algum tempo sem tomar o remédio porque esqueço de ir comprar e quando alguém fica preocupado comigo, só respondo: Não se preocupe não, eu estou com Deus (embora eu saiba que também temos que fazer a nossa parte). Sobre sal, ver foto da mesa, da frase 416.

524 - REPETIÇÃO: Todas as vezes, sem exceção, que eu não tinha certeza ou não conseguia fazer um paralelo entre minha vida, seja subjetiva, objetiva, atual ou passada com Seu ato um pouco mais demorado, gesto momentâneo, frase em parábola aparentemente ininteligível ou mesmo uma palavra desencontrada fora de contexto, Sai Baba, na Forma J (469) repetia rindo ou mesmo com ênfase e energia. Tão logo eu fazia este paralelo Ele parava imediatamente de repetir o gesto ou palavra e não fazia mais até o fim do encontro. Poderia estar o mundo inteiro ouvindo que somente eu entenderia, porque era a minha vida passando diante de mim através de palavras e gestos mínimos que aos outros habitantes do globo nada representariam. Naquele momento era somente para mim que Ele falava, apesar Dele dar mostras de estar em todos os lugares ao mesmo tempo e atender a todos conforme considera necessário.

525 - EMPURRÃO: Quando ainda não sabia que J, era Sai Baba materializado, por gostar muito Dele, dizendo que Ele era legal, cheguei a dar uns tapas, com minha mão pesada, em suas costas, perto do ombro (475). Mas, tão logo cheguei à conclusão de quem Ele realmente era, automaticamente saí um pouco da condição de amizade para a devoção reverencial. Mas Ele humildemente me tirou desta postura, quando entre risos, de uma maneira que só Ele sabe fazer, falou coisas pessoais minhas, enquanto caminhávamos na rua movimentada, que nem me lembrei de mais nada racionalmente e falei: Só Lhe empurrando mesmo... E empurrei. Ele foi mais de um metro para o lado rindo e eu ri mais ainda. Eu estava feliz, como nunca havia estado. E Ele não me repreendeu.

526 - DESCONVERSAVA: Sempre que eu tocava em algum assunto relacionado ao Sai Baba, Este, na Forma J (469), fazia uma expressão de desentendido, como quando mostrei a palavra "Asheran" (de CECEUNA - Centro de Contatos e Estudos do Universo Asheran), escrita com "e" e "n", sendo que Baba, na Índia tinha dois Ashram (s). Quando falei Índia, Ele disse Ilha. Falei que não havia entendido e Ele repetiu Ilha, Ilha do Governador (bairro do RJ) e contou que conhecia lá etc Mais uma vez Ele se mostrou não como Guru, Mestre, Avatar etc, mas como amigo pessoal (502).

527 - APELIDO: Entre 30.08.2014 e 06.09.2014, fiquei tentando me lembrar se Sai Baba J (469), nos últimos meses, quando eu ainda não sabia que J era Ele, havia me chamado de "russo", pois é muito comum desconhecidos me chamarem assim na rua. Ele ouviu meu pensamento, neste último dia e repetiu (ver 524) por várias vezes esta palavra até eu lembrar que havia pensado. Neste dia também me chamou muito de "patrão" ou disse "você é meu patrão", como se Ele estivesse ali para me servir (ver 490).

528 - HORÁRIO: Em 30.08.2014, ao final deste melhor dia da minha vida, Sai Baba J (469), ao marcar o novo encontro, para o dia 06.09.2014, perguntou-me que horas eu poderia encontrá-Lo. Eu disse 10 (da manhã) e Ele enfatizou em bom tom, levemente sorrindo, chegue entre 9 e 9:30 minutos. Sorri e disse que estava tudo bem. Neste dia quando vi que iria atrasar (como sempre, desde criança) mentalmente pedi desculpas, ao que a Voz me respondeu, que: "está tudo bem, Eu não sou muito ocupado"; de imediato vieram em minha mente várias situações de desconforto que já senti por causa de horário. Ao chegar lá, 11 horas em ponto, cumprimentei-O timidamente e Ele foi logo conversando assuntos diversos, como se eu tivesse chegado com meia de hora de antecedência e não havia feito Ele me esperar (considerando a hipótese Dele ter me esperado, pois não dá para imaginar um espírito deste grau de evolução parado em espera). A maneira como Ele me recebeu, esteve bem acima da condição de "meu melhor amigo", ver 502.

529 - QUENTE: Diferente das outras vezes que toquei em Sai Baba J, desta única vez, ao tocar em seu braço senti imenso calor no dedo. Qualquer pessoa que me conheça um pouquinho que seja, sabe que praticamente nunca sinto frio. Tenho casacos de mais de 10 anos que não usei seis vezes (ver frase 54). Já cheguei a orar para Sai Baba pedindo que eu conhecesse o frio, sendo que Ele me atendeu por poucos meses. Dormindo sem camisa, algumas vezes, acordei para vestir camisa, somente para não sentir calor ao me esbarrar. Neste momento Ele era eu.

530 - PREPARAÇÃO: Sai Baba (em Voz) me disse que já estava me preparando para este encontro, com Ele materializado, desde encarnações anteriores, inclusive já tendo se apresentado a mim antes desta vida atual, em "carne e osso", mas não chegou a revelar Sua identidade na época. Até para eu memorizar a infinidade de informações (verbalizadas, gesticuladas, por expressões faciais ou induzidas em minha mente), em frações de segundo, poucas delas escritas (aqui) em frases (outras que não escrevo por serem totalmente pessoais ou por ainda não serem permitidas), acho que Ele me intuiu, anteriormente, a não levar caderno em alguns cursos e parte da faculdade, sendo que anotava as aulas em casa, quando chegava, o que deixei de fazer depois, quando parei de utilizar cadernos.

531 - MEU PAI: Caminhando com Forma J (469) por alguns instantes senti que eu estava na roupagem de meu filho, com o mesmo andar, com o mesmo riso, com a mesma expectativa de quando eu falo alguma coisa engraçada. Naquele instante eu era o meu filho, e quanto a Sai Baba, também por poucos instantes eu O vi na condição de Giovanni, como meu pai. Foi intensa a experiência, mas somente consegui coordenar os pensamentos em casa. Meu pai morreu antes que eu completasse 2 anos, sendo que hoje e já há alguns anos, posso dizer com toda clareza de que ele não me faz a menor falta, mesmo porque nesta vida, nem sei o que é ter um pai. Minha mãe supriu de todas as maneiras que estavam ao seu alcance. Mas, um dia, por alguns anos, com certeza fez muita falta e Sai Baba em instantes me confortou para o resto da vida, neste sentido, que já nem me recordava mais. Naquele momento, Ele, conhecido como Avatar (Deus na forma humana), não era meu Pai que está nos Céus e sim meu Pai que está na Terra.

532 - SEMELHANÇA: Ver 502. Na frase 469, escrevi que Sai Baba J "lembrava a mim, porém muito mais mal cuidado, um pouco barrigudo, com uns 60 anos [..] assim como no temperamento Ele adotou o meu multiplicado", (observei que neste novo encontro, de 06.09.2014, Ele parecia mais rejuvenescido e com uma barriga menor). Vacilei em escrever a idade e fiquei pensando de brincadeira na normalidade do corpo debaixo da roupa ou se a materialização seria somente no que vemos. Lá Ele disse que tinha 52 anos (número da casa da minha mãe, que passei boa parte da minha vida) e descuidadamente levantou a camisa (para eu constatar que é normal). Fazendo eu me enxergar em Sua personalidade, em Seu corpo e nas parábolas que Ele contava como se fossem fatos da vida Dele, embora sejam da minha, entendi que Ele queria que eu compreendesse, nos dizeres bíblicos, que eu era "Sua imagem e semelhança".

533 - BEM-VINDO: Apesar de não tocar em assunto relacionado a Ele mesmo; perguntei ao Sai Baba J (469) se Ele já havia ido ao Centro Sai Baba de Vila Isabel (bairro do RJ). Ele respondeu que sim. E perguntei: Pessoalmente, em corpo. Não posso precisar o que Ele respondeu, mas entendi que não. Depois perguntei como seria se eu contasse tudo que estou vivenciando para a Organização Sai. E Ele abriu os dois braços, rindo e disse: "Seja bem-vindo". Posteriormente no meio de assunto totalmente diferente, parou e novamente abriu ambos os braços e reafirmou: "Seja bem-vindo". Eu estava receoso...

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