segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Tríplice Materialização de Sai Baba

41 - CERTEZA: Não tenho conhecimentos suficientes para afirmar que Sai Baba seja Deus ou Avatar, mas Ele tem me mostrado todos os atributos da divindade, segundo Allan Kardec.

461 - NUM SONHO: De 2010, em que mostrava extrema fartura econômica, numa situação emocional, espiritual e familiar confortável, Jesus apareceu e perguntou para mim: "O que você quer ? Posso lhe dar qualquer coisa. É só pedir".

462 - PARÁBOLAS: Hoje, 30.08.2014, foi o dia mais feliz e que mais ri em toda minha vida. Encontrei este "senhor" (de carne e osso), inclusive andei no carro Dele, um dos principais atuantes, da frase 458, que absolutamente nada sabe de mim. Após eu conversar com Ele na multidão (sobre qualquer assunto, família, casamento, sexo, filhos, arte etc), fomos em um restaurante, comemos e bebemos. Lá, por mais de 2 horas, Ele verbalizou infinitos pensamentos meus, do passado e do presente, dando sugestões de atitude. Após eu disfarçadamente lacrimejar por mais de 30 minutos, Ele, fingindo não perceber, continuou a mesmíssima conversa, mediante engraçadíssimas parábolas e eu gargalhava muito alto e lacrimejava ao mesmo tempo. No meio da frase Ele falava palavras desconexas, inclusive com quem o cumprimentava, mas eu sempre entendia o significado; disse que estava por ali há 27 anos (pode ser parábola ou realidade). Assim como em um sonho (frase 461) em outras ocasiões, perguntou-me: "O que você quer ? Posso lhe dar qualquer coisa. É só pedir". Com alguém, falou: só se eu arrumar ovinhos de ouro (lembrei dos lingans que Sai Baba materializava pela boca, no Grande Festival de Shiva, Mahashivaratri). Ele me passava qualquer ensinamento através de brincadeiras, assim como tento fazer, mas multiplicado por um milhão. Após me despedir, caminhei por 1 hora escondendo o riso.
463 - INTERVALO: Em meio às brincadeiras (frase 462), que eram soluções excelentes para minha vida, Ele parou, sem rir, levantou o braço e apontou para o céu (lembrei-me de uma pintura que retrata Jesus nesta posição) e falou energicamente: Não adianta religião, espíritos nem nada, só precisa de Deus. E eu apertei a mão Dele e falei, tenho sorte de não ter morrido antes deste dia.

464 - BEM-AVENTURANÇA: Troco, sem titubear, toda a minha vida, cada segundo de felicidade por este dia, de 30.08.2014, ver frase 462. Em 01.09.2014, como ainda não estava bem, cheguei a pensar que iria ficar doente, por causa da felicidade. Foram mais de 24 horas neste estado de levemente sorrindo e discretamente lacrimejando, após as gargalhadas altas no restaurante (462). Depois de escrever esta frase, não consegui escrever mais, deitei-me e reparei que um pássaro na janela havia cantado pelo maior tempo que já havia ouvido (eu que passava férias no campo). Sai Baba disse que o trouxe para mim. Então falei, mas o Senhor não fala sempre que fará o que eu pedir, traga o pássaro novamente (eu não estava muito bem ainda). Ele disse: Mas aí também já é demais ! Eu ri. Logo em seguida o pássaro retornou e cantou por muito mais tempo do que da primeira vez. Minha mãe chegou a comentar que o pássaro estava "fazendo graça".

465 - CORAGEM: "Não afirmo o que não sei, mas se Sai Baba nunca me disser se era ou não Ele, morrerei achando que era." Sobre esta frase, escrita, por mim, dentro da frase 462, em 30.08.2014 (e já retirada), não desdigo dizendo que pensei melhor e concluí que era Ele, mas afirmo, em 02.09.2014, que Ele se mostrou a mim, deu-me uma infinidades de provas subjetivas e objetivas, mas a parte do meu cérebro racional não ousou admitir que existem coisas e situações muito além da capacidade do meu entendimento e diferente de tudo o que estudei sobre Sai Baba e espiritualidade em geral, pois embora eu já soubesse da existência destes tipos de fatos, isto quase nada me acrescentou na hora da vivência, do testemunho de estar diante Dele.

466 - TRÍPLICE MATERIALIZAÇÃO: Da mesma maneira que já há relatos sobre a materialização de Sai Baba, após o desencarne, por exemplo, salvando feridos de ataque terrorista, na Bósnia, há inúmeros escritos falando que em vida, Ele se materializou em outro local, como uma pessoa (junto com bicicleta), duas pessoas e até de três pessoas ao mesmo tempo. Sempre falei brincando com Ele: O Senhor fala que me escolheu pra escrever um livro (Meu Diário com Sai Baba), mas nunca O vi pessoalmente, agora "morreu" e não aparece diante de mim; e tem mais... Já li que apareceu como três, se aparecer pra mim como dois, ficarei com ciúmes... Acho que Ele pegou minha brincadeira e escreveu dentro da bíblia no capítulo, que Jesus fala: "Pedi e Obtereis", tal meu sonho relatado na frase 461.

467 - OS OLHOS DELE: Muitas vezes li que, diferente de olhar para Sai Baba em qualquer instante, quem O olha, quando Ele quer se mostrar como é, espírito imortal, sem nome e sem forma, jamais esquece e cada um descreve uma situação que quem não vivenciou, assim como eu ainda não tinha vivenciado, antes de 30.08.2014, não consegue entender muito bem. Esta minha curiosidade saudável na busca de Deus soou para Ele como um pedido. Também já li que Ele falou que quando Ele aparece para alguém como Ele é, esta pessoa pode desencadear um processo de loucura.

469 - PRIMEIRA FORMA: E Sua plástica facial. De uma das três materializações de Sai Baba (frase 462), cujo nome, de inicial J, não direi porque vi que Ele cumprimentou a várias pessoas em locais diferentes, que provavelmente não sabem que é Ele, assim como venho conversando há meses sem saber. Eu não gostava muito Dele porque me lembrava a mim, porém muito mais mal cuidado, um pouco barrigudo, com uns 60 anos e como se tivesse tido uma vida mais rústica e desgastante para o corpo físico (assim como no temperamento Ele adotou o meu multiplicado). No restaurante, ao virar o rosto Ele piscou para mim. Na hora, lembrei-me que havia comentado com alguém, que eu desconfiava que este senhor era o Sai Baba, e que eu tinha um quadro em que a figura retratada parece estar piscando, mas na verdade um olho é maior do que o outro, no desenho. Eu disse que eu tinha um quadro que parecia com Ele e quando o olhei, por segundos, Ele estava com um olho maior do que o outro, exatamente como na pintura. Em outra ocasião, achei-O parecido com determinado artista internacional, com cerca de 30 anos. Somente em casa me lembrei que há dois anos, assistindo a um filme de comédia em que a beleza dele era valorizada pela mulher, falei com minha irmã: Já resolvi, na próxima encarnação vou nascer com esta cara, olha o sucesso que ele está fazendo... Nada, da minha vida, passou despercebido por Ele, que, por qualquer meio, fez-me lembrar.

470 - DVD: Tão logo cheguei ao carro de Sai Baba (materializado na forma J, frase 469), em 30.08.2014, peguei para ver um DVD, que estava com a capa virada para baixo. Quando vi falei surpreso: Olha, dos Beatles. Ele me falou: Acabei de comprar, está novinho. Você gosta? Falei: Poxa, muito. Ele falou: Pode ficar, é seu. Eu, constrangido perguntei: Mas, e você, como você... Ele me interrompeu e disse: Não, eu não gosto. Na hora fiquei confuso, sobre o motivo da compra, mas depois me lembrei que tem anos que penso em comprar um DVD dos Beatles, mas somente me recordo quando estou fora da loja, ou, quando lembro eu penso que depois eu baixarei algumas músicas da internet, que na verdade nunca cheguei a concretizar. Ele sabia. O motivo da compra era me presentear.

471 - CUCO: Por alguns anos pensei em comprar um relógio deste, mas nunca me importei o suficiente para efetivar. Semana passada decidi: ainda bem que não comprei, pois detestaria este barulho no meu ouvido e comprei um, de parede, de madeira entalhada. Forma J (frase 469) me perguntou se eu gostava de relógio cuco e cantarolou alegre CUCO, CUCO. Aquilo me doeu o ouvido. E disse que traria quantos eu quisesse, porque Ele tinha 8. Achei estranho, pois e se eu quisesse 9 ? Disse que não precisava. Somente em casa entendi, Ele sabia que eu gostava, mas não gostava do barulho. Mostrou que pode trazer qualquer coisa em qualquer quantidade. Sendo que 8 deitado é o infinito (quantos eu quisesse), que algumas vezes insiro em minhas senhas eletrônicas, justamente por representar o infinito.

472 - CARANGUEJO: Antes de saber que se tratava de Sai Baba, comentei do cordão de ouro da Forma J (frase 469), Ele tirou do pescoço e perguntou se eu queria, que poderíamos fazer um "rolo". Reparei que havia um caranguejo pendurado e disse que não. Meu signo é câncer, representado pelo caranguejo. O restaurante, escolhido por Ele, era de frutos do mar. O pedido foi Ele que fez, enquanto fui ao banheiro. Pediu a comida que mais gosto, camarão, ainda bem, pois se pedisse caranguejo, eu não comeria.

473 - INDUÇÃO: Mesmo sem certeza de ser Sai Baba materializado, eu já estava lacrimejando. Fomos caminhando, passamos por alguém que O conhecia como J (frase 469), que estava cerca de 5 metros Dele, sendo que eu estava do outro lado Dele e não daria para ver meu rosto. Esta pessoa cumprimentou a Ele, brincando: e aí, tá chorando por quê agora ?

474 - OUTRA INDUÇÃO: No restaurante, J (Sai Baba, frase 469), interrompeu a conversa e olhou detidamente para mulher ao lado da mesa. Sei que Ele não precisava parar, só quis que eu reparasse Sua ação. Imediatamente, ela, pausada e sensatamente, em voz suave, com gestos brandos, começou a explanar sobre Deus.

475 - SEGUNDA FORMA: De Sai Baba materializado (frase 466). Escuro, magro e de cavanhaque. Seu nome começa com I. Também O conheço há meses. Paguei suco algumas vezes para Ele e demos pequena caminhada no quarteirão, porque eu precisava ir em um endereço. Comentei em casa que eu tinha certeza de que Ele era ladrão, assim como cheguei a desconfiar da Forma J, que comentei que era meio grosseiro, mas eu gostava Dele, até dei uns tapas, com relativa força em Suas costas, sendo que Este (J) sempre me dizia que a gente era parceiro, que gostava muito de mim, porque eu "fechava" junto. Sobre I, o que mais gostei é que O vi correndo na multidão e gritando, antes de 30.08.2014, com um pequeno quadro (com figura de beijo) nas mãos: "Quem quer comprar o beijo, quem quer comprar o beijo". Achei engraçadíssimo. Isto me lembrou a mim, adulto, quando a casa estava um silêncio total e eu saía correndo e gritando atrás do cachorro...

476 - MESA: Com 4 cadeiras... Antes de saber que Eles eram Sai Baba, Forma J (frase 469), após dizer que confiava em mim, fingindo falar mal da Forma I (475), quando Este chegou perto, J repetiu duas vezes esta expressão: mesa com 4 cadeiras. Não entendi nada e perguntei a Ele. Ele riu com malícia e disse: disfarça, disfarça... Fiquei quieto, entendi que era para Sai Baba Forma I não ouvir. Na verdade, J quis mostrar que sabia que recentemente comprei este móvel para substituir o anterior, que por ser mais pesado é melhor para pintar.

477 - FOFOCA: E Forma J ao falar mal da Forma I (ver 476), por parábolas, contou boa parte da minha vida, claramente inteligível, associando a personalidade ruim de I com pessoa que tentou me fazer de vítima.

478 - JACARANDÁ: Quando comecei a desconfiar que J era o Sai Baba disfarçado, voltei sozinho para comprar uma escrivaninha, exatamente como eu estava procurando, no prédio que Ele havia me levado anteriormente e que Ele me aconselhara a comprar. Comprei e depois, em 30.08.2014 (frase 462), comentei com Ele, que disse: Fiquei feliz, diga para sua mãe que ela é de jacarandá, pois ouvi ela dizer que gosta. Ao contar para minha mãe, ela chorou... Em casa reparei pequenos buracos, semelhantes ao de cupim, mas que não atravessam o fundo da gaveta, tampouco comprometem em nada o móvel; Ele (em Voz) me disse que se não fizesse estes buraquinhos o dono não iria querer se desfazer, porque era muito apegado a este móvel, mas para eu não me preocupar, pois já havia arrumado outro para ele.

479 - JOGADOR: No restaurante (462) Sai Baba J me perguntou se eu lembrava que eu O aconselhara a parar de jogar, pois Ele sempre dizia que perdia muito dinheiro no jogo, que não tinha jeito, jogava mesmo, muito. Disse que sim e Ele disse rindo, pois é não consegui parar de jogar. Sorri também. Somente em casa entendi que Ele jogava, positivamente e com amor, com todos, ainda que nunca viessem a saber que foi Ele quem os ajudou, como eu tive esta benção de saber.

480 - DENTRO DO CARRO: De Sai Baba J (462), logo de cara Ele tirou o boné e passou a mão no cabelo de qualquer jeito, exatamente igual a mim e pronunciou - "Um dia eu ainda raspo tudo". Quase 100% das vezes eu mesmo que corto meu cabelo, inclusive atrás, sem espelho, só pra não perder tempo na barbearia e muitas e muitas vezes falei exatamente assim. Começou a dirigir e errava o caminho toda hora (assim como eu que, saído de Barra do Piraí, vim para o Rio de Janeiro, sem conhecer praticamente nada e errava o caminho a todo instante). Ele falou (por errar o caminho): "É bom que a gente aproveita para conversar". Esta é a minha frase padrão para me poupar das vibrações ruins, em situações de pequeno desconforto, quando reparo que a pessoa ao lado poderá vir a se irritar.

481 - APARELHOS: No carro, Sai Baba J colocou o DVD (470) para ouvirmos, mas reclamou que estava demorando a ligar, como se estivesse sem paciência (exatamente como eu), constatou que não estava funcionando (em casa funcionou) e retirou (em casa, cheguei a retirar qualquer DVD algumas vezes, pela demora). E perguntou-me se eu tinha DVD. Respondi que estava com um aparelho, naquele momento, no porta-molas praticamente novo para levar para minha mãe (que não precisa) que me dera um. Ele disse que queria, depois eu dei. Perguntou-me se eu tinha uma TV, disse que acabara de dar uma pra minha mãe (que parece colecionar). Ele disse que ia querer. Na verdade esta TV era nova e funcionava e estragava e eu sempre colocava a culpa no Sai Baba, em ambas situações. No estrago, para eu trabalhar mais e no concerto, para que eu assistisse um pouco. Chegou a ficar boa perto de algumas pessoas, quando eu pedi. Eu disse que ela estava com defeito e Ele disse rindo: Eu dou um jeitinho... Perguntei: Mas como (sempre O achei grosseiro)? Ele repetiu: Um jeitinho... Posteriormente, minha mãe se prontificou a dar a TV e pela clariaudiência entendi que não precisava, era só para dar o recado de que era Ele, Sai Baba mesmo.

482 - UM FILHO: Sai Baba, Forma J, sempre disse que tinha um filho de 7 anos (no início achei que Ele fosse avô, apesar do extremo vigor físico), por isso levei vários brinquedos, em dias diversos. Não sei se o fato Dele dizer que tinha um filho é real ou parábola, mas por parábola aproveitou o assunto "filho" e teceu sérias considerações, tais como "filho é sagrado", tem que se preocupar com a cultura, educação etc, e incluiu algumas soluções extremamente pessoais, de uma maneira que não parecia falar para mim. Saí extremamente agradecido com esta parte.

483 - NÚMERO 7: Idade do filho (ver 482). Por inúmeras vezes, com pessoas diferentes eu disse que não acredito em numerologia, porque não é uma ciência, mas se um dia, com base racional, conseguirem me convencer, tudo bem. E continuei falando que coincidentemente eu poderia relatar muitos fatos na minha vida que duraram um "ciclo" de 7 anos ou 14 anos (2 x 7). Sai Baba ouviu.

484 - O ENCONTRO: Algumas vezes fui em determinado lugar, sendo que antes de chegar, por 4 ou 5 vezes, encontrei com a Forma J (ver 462) no caminho, conversamos e depois nenhum de nós foi ao local e Ele sempre dizia de que não havia mais necessidade Dele ir lá. Algumas vezes, eu disse que precisava falar com I (outra Forma, 475), mas J dizia rindo, que depois eu resolveria isto e eu acabava cedendo e não indo. Entre outras coisas este fato me levou a desconfiar que Ele era efetivamente Sai Baba.

485 - NÃO ENTENDI: Ao restaurante fomos em dois carros, sendo que Sai Baba, Forma J (462) disse para eu ir na frente. Perto de local previamente combinado, antes desta ida, reparei que Ele havia ligado o pisca-alerta e estacionado; para esperá-Lo andei super devagar, mas já longe, observei que continuava estacionado. Como já estávamos perto do local, e eu já havia esquecido que lacrimejara por bastantes minutos, pensei ironicamente: Se for mesmo Sai Baba, Ele já estará lá quando eu chegar. Acelerei, dobrei a esquina e lá estava Ele em pé, com o carro estacionado, calmamente conversando com o porteiro do prédio (478), como se estivesse chegado há pelo menos alguns minutos de antecedência.

486 - TERCEIRA FORMA: De Sai Baba. Antes de 30.08.2014, (ver 466), apesar de tê-Lo visto mais vezes, só havia conversado três vezes com este senhor louro, de cabelo curto, de olhos azuis, com barba, pele cansada, talvez entre 50 e 60 anos e reparei que faltava um ou mais dentes na frente, mas não prestei muita atenção. De brincadeira, sem malícia, cheguei a comentar com duas pessoas que ou era lesado do cérebro ou era a pessoa mais simples (cultura e jeito) que já tinha visto, a ponto de ser engraçado. Nunca perguntei o nome Dele. Eu me simpatizara com Ele e Sua simplicidade.

487 - LADRÃO: Com a possibilidade da Forma J (469), de Sai Baba, ser algum ladrão, preocupado com alguma eventualidade futura, e tendo um carinho por Ele, levei um quadro de Nossa Senhora Aparecida (feito por mim) de presente para Ele e disse que deveria colocar na casa Dele, para protegê-Lo. Ele ficou feliz e aceitou. Na verdade Ele nunca disse nada ou fez nada que me levasse a pensar assim, concluí pelo contexto. Assim como cheguei a ter certeza de que I (475) era criminoso, sem ter nada palpável que me levasse a concluir, mas com Este não me preocupei porque pareceu mais esperto neste sentido de se dar bem em situações de risco.

488 - VAMPIRO: Sai Baba J (469), andando e conversando comigo, eu simplesmente nada ouvi ou entendi, com exceção da palavra vampiro, que foi repetida cinco ou mais vezes. Entendendo se tratar de alguém, perguntei quem era e Ele, com tom de voz e expressão de quem começava a se irritar, respondeu: Você não sabe? E falou mais alto: É o barbudo! Ainda sem entender e falando mais baixo para não irritá-Lo, perguntei: É o escuro (Forma I, frase 475)? Ele praticamente gritou, visivelmente irritado: Não! É o branco! E Forma J induziu-me a caminhar até Sua Terceira Forma. Como não sei o nome deste, tratarei, pela inicial da referência, de Forma V. Em casa, eu sozinho já verbalizei que me "amarrava" em vampiro (comum na arte do cinema), que comumente se transforma em morcego, que também já disse que gosto e Sai Baba trouxe um para morar na minha casa, sendo que cheguei a tirar foto com ele (Autorretrato 2013), dormindo no sol (sobre morcego, ver 396 e sobre vampiro, escrevi de brincadeira em uma campanha de adoção, link, da frase 396).

489 - OLHAR DE SOL: Não o que os poetas relatam com palavras frias e repetidas, mas o que está nos Cosmos, ver 467. Induzido, fui falar com a Forma V (486) que, ao meu ver, mal sabia coordenar uma frase. Este Sai Baba começou a expressar por Sua boca, o assunto arte, ouvi o início e não entendi uma só palavra depois. Em minha mente chegava clara e decisivamente uma prece (que pareceu católica), em idioma desconhecido para mim. Meus olhos ficaram imantados ao Dele e eu Os vi translúcidos de vários tons claros e recordo-me plenamente de não ver uma só fagulha de azul (apesar de considerar que V tinha olhos azuis). E aquela repetição de palavras ininteligíveis foi me tirando em espírito do solo, para muito alto, ao ponto de eu não conseguir ver nenhuma pessoa, da rua movimentada que estávamos, nem objeto ou prédio. Somente consegui ver bem distante, em tamanho menor as duas outras formas J e I, que na verdade estavam a 3 ou 4 metros de distância. O tempo pareceu a eternidade e o espaço, o senti ilimitado. Posteriormente Sai Baba disse que a prece foi proferida em latim, idioma conhecido do pintor Piero dela Francesca (104).

490 - HUMILDADE: De Jesus é mostrada quando Ele se curva ao solo para lavar os pés dos discípulos, que andavam de sandálias pelas estradas empoeiradas. Após o "olhar de sol" (frase 489), todas as três formas de Sai Baba, chegaram a mim e formularam frases de oferecimento, que podem ser interpretadas como esta (461): "O que você quer ? Posso lhe dar qualquer coisa. É só pedir". Sendo que por meses, antes de eu saber que se tratava de Sai Baba, brincando (ou não) a Forma J e I, de Sai Baba repetia de uma maneira ou de outra a mesma coisa. Esta humildade de Sai Baba, refletida em Suas três manifestações ao mesmo tempo, fez-me sentir como se eu fosse o Senhor do Universo e Ele o meu servidor. Ele, humildemente, fez-me sentir como se eu fosse a pessoa mais importante do Universo.

491 - DUPLA ASSOCIAÇÃO: Sai Baba uniu na mesma Forma V (486) o fato de eu gostar muito de vampiro (e morcego), frase 488, com o fato de eu gostar muito de Jesus, o "barbudo", em Suas palavras. Aliás, muito mais do que Dele no início, quando Ele veio a mim. Mas, agora aprendi que um espírito neste nível de evolução, que está na condição de Deus, já não há mais forma, nem mais nome. Tudo é manifestação de Sua Luz.

492 - A IRRITAÇÃO: Claro que Sai Baba não está sujeito à irritação, tudo não passou de um ensinamento, através de uma lila (139 e 400). Isto me fez lembrar de duas situações: 1. Sempre achei um absurdo pessoas que, para justificarem sua ira ou pelo menos impaciência, dizem que até Jesus se irritou (quando expulsou os mercadores do templo). 2. Nos primeiros anos em que Sai Baba começou a entrar em contato comigo, eu sempre dizia para Ele, em tom de brincadeira, que Ele não deveria ficar com ciúmes, se, mesmo eu gostando Dele, na hora de orar, eu rezasse para Jesus (hábito que com certeza atravessa várias encarnações minha e da maioria das pessoas que oram). Ele fingiu estar com ciúmes.

493 - O AZUL: Que não vi na Forma V (486), de Sai Baba (489), lembrou-me que praticamente em todas as pinturas que fiz do rosto de Jesus, eu sempre utilizo o máximo de cores claras, sendo que a que menos utilizo é o azul. Ele repara em tudo, sendo que em Seus olhos, em nenhum momento eu tive a impressão de estar na frente de Sai Baba, mas sim do "barbudo", como Ele mesmo batizou esta outra forma. Era como estar na frente de Jesus, não o Jesus moreno que Sai Baba materializou a foto, mas o Jesus claro, de olhos claros, retratado pela arte ocidental, por séculos. Mas, sobre este momento, não me recordo do restante do rosto e sim apenas dos olhos translúcidos e transfigurados em luz.

494 - O ESCURO: Quando assim me referi sobre a Forma I, não há nenhuma espécie de preconceito de minha parte. Foi somente para identificar, tentar entender de quem Baba J (469) comentava, que na verdade era sobre Forma V, 486. Nunca tive preconceito na cor ou em qualquer outra coisa. Mesmo porque eu gostava de conversar com a Forma I de Sai Baba. Se não tenho preconceito com a cor da aura, do espírito (já que determinadas colorações alheias poderiam vir a fazer mal a outra pessoa, seja pela vibração ou pelo nível da atitude), quanto mais teria preconceito pela cor externa. Se não gostasse de I, não teria ido com Ele ao Banco (endereço, mencionado na frase 475), bem como fui ao Banco com J, por ser imprescindível no momento para mim. Tendo praticamente certeza de Um e desconfiança do Outro, de que eram ou deveriam ser ladrões, mentalizei Sai Baba (que sempre fala comigo) para que nada de mal me acontecesse, ao que Ele me respondeu: Não se preocupe, Eu estou aqui. Então eu fui, tranquilo e conversando...

495 - ICONOGRAFIA: Há mais de uma década, li um livro sobre Aleijadinho, onde a autora, embora eu não me recorde com clareza, fazia um paralelo entre as iniciais do nome de cada profeta, com o nome "Aleijadinho", sendo que o jota tônico, de Jonas e Joel, tem som de "i", Baruc quer dizer louvado, que forma a letra "l" de Aleijadinho, e, sobrando uma letra (12 profetas para 11 letras da palavra de seu nome) o artista homenageou sua mãe Izabel, de propriedade de seu pai. Sempre achei formidável esta análise da escritora. Ao invés de J para I (como no livro), Sai Baba inverteu a ordem, de I (nome da Forma 475) para J (nome de Jesus).

496 - INICIAIS: J, I e V. Quando comecei a ler livros espíritas, nos mais antigos, da época de Kardec, sempre achava muito interessante o autor, ao invés de colocar o nome da pessoa, mesmo porque o círculo de pessoas envolvidas com espiritismo não era tão abrangente como hoje, colocava apenas a inicial para que a mesma não fosse identificada. Falei com minha irmã que havia reparado que a inicial J, é de Jesus, a Inicial I, é de Iesus (Jesus em latim, idioma falado na prece, 489). E falei brincando que V era de vampiro mesmo. Ela disse sério, como se fosse induzida (ver 473 e 474) a isto: V é de Verdade. Ri e falei: deve ser... É verdade, Verdade é o significado da palavra Sathya (de Sathya Sai Baba); uma das 3 palavras que Jesus profere, falando de Si: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai, a não ser por mim". Bem como disse: "Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará".

497 - LEONARDO: No restaurante, a Forma J (469) de Sai Baba, enquanto pronunciava uma frase qualquer (embora nenhuma palavra seja perdida), totalmente fora de contexto, inseriu a palavra "Leonardo" e continuou a falar. Não entendendo absolutamente nada, apesar da certeza de ter ouvido bem, perguntei se ele havia falado esta palavra. Ele riu alto e perguntou cantarolando e gesticulando (exatamente como fiz no vídeo Giovanni D'Andrea 023 A Chegada em o Complexo de Órion): "Da Vinci, você quer um Leonardo Da Vinci ? Você quer ? Você quer um Leonardo Da Vinci" ? E parecia gargalhar, enquanto batia com força na localização dos bolsos da calça. Na hora eu lembrei de pessoas muito materialistas, que passaram em minha vida e que de certa forma não fiquei à vontade (inclusive galeristas que gostam mais de dinheiro do que de arte). Imediatamente Ele começou a cantar uma música brasileira que não me recordo. Ele sabia da minha postura frente ao materialismo, que eu não fico muito à vontade (apesar de eu estar feliz em qualquer lugar e com qualquer pessoa), embora eu não critique nem julgue a ninguém e no final ainda faço amizade... Ele sabia que mentalmente eu traduzo situações da vida (minha ou não) em trechos de músicas existentes, sendo que às vezes verbalizo ou escrevo este trecho. Mas, o mais curioso, é que uma semana antes eu comentei com minha irmã: tem um camarada aí (J), que não é possível, acho que Ele está de onda com minha cara, falando que o que eu quiser Ele vai trazer; na verdade tem um outro - I - que já falou também. Já sei o que vou pedir, vou pedir algo que não exista para vender, e rimos... Talvez algo de 1500 (ano), rimos mais... Um quadro, mas, não adianta pedir de um pintor que não conheço assinatura. Aliás, tem que ser do que tenha pintado o menos possível, para dificultar mais, rimos muito mais ainda... Ele mostrou que ouviu e acertou todos os requisitos: quadro, data, pintor que pintou pouco (cerca de uma dúzia) e que conheço a assinatura. Ele não trouxe, mas também se tivesse trazido, eu não iria rir tanto. E o quadro eu nem poderia levar para aonde eu for, depois que eu morrer... Mas, esta alegria... Levarei para sempre, onde eu estiver... Lacrimejando (forma discreta, para não falar que eu estava chorando) eu gargalhava para quem quisesse e para quem não quisesse ouvir, no restaurante lotado.

498 - ALEGRIA: Deixei para o final o assunto da frase 497, por ser o momento mais engraçado e consequentemente o mais alegre desta experiência, que espero que não tenha terminado em 30.08.2014, mesmo porque Ele já marcou novo encontro comigo, em "carne e osso" (462 e 48). Ao final de tudo, Ele, Sai Baba J (469) encerrou toda a conversa como se resumisse todos os ensinamentos nesta frase, que repetiu por duas vezes e eu ainda a ouço, recordando-me deste dia: A VIDA É ALEGRIA ! A VIDA É ALEGRIA !

499 - A TROCA: Quando escrevi este trecho, "Troco, sem titubear, toda a minha vida, cada segundo de felicidade por este dia, de 30.08.2014", na frase 464, sobre bem-aventurança, eu não estava falando de quase nada que falei aqui ou de milagre nenhum que Sai Baba tenha feito, materializado ou tenha proporcionado através de uma outra pessoa qualquer. Falei apenas e unicamente, sobre o motivo que me levou a pensar que eu fosse ficar doente, ensandecer (final da frase 467), pela felicidade que senti. Mas, Ele sabe o limite que cada pessoa suporta de enxergá-Lo como Ele é. Quando falei que trocava tudo, era a troco do OLHAR DE SOL!



 

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