quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Sétimo Encontro com Sai Baba

605 - SÉTIMO ENCONTRO: Em 15.10.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. No dia anterior, quando me ligou, peguei o telefone e, sabendo que era Ele, passei para minha irmã atender. Quando peguei o aparelho para falar, Ele brincou e riu perguntando: "Passou o telefone para sua irmã, né ?" Após marcarmos às 20 horas, Ele começou a reclamar: "8 da manhã é muito cedo, não vai dar pra mim". Na verdade verbalizou meu compromisso às 8:00 horas deste dia que quase perdi por atrasar e ainda me comprometi a nunca mais marcar pela manhã. Quando perguntei se Ele iria querer destrocar o anel, Ele respondeu, uma frase padrão minha, decorada e muito repetida: "pra mim tanto faz, o que você quiser tá bom"; falo sempre isto, porque em qualquer situação eu aproveito o que a experiência tem de bom e geralmente é exatamente o que as pessoas não costumam reparar. Respondi que ficaria com o anel.

606 - DESENCONTRO: Senti pela intuição que Sai Baba J (469), em instantes me ligaria, peguei o telefone e logo após Ele ligou. Antes, recebi ligações que não atendi por considerar que fosse da operadora do celular, mas Ele disse que havia me ligado antes, sendo que quando perguntei se era com outro número Ele disse que sim. Não sei se realmente me ligou antes, ou se apenas me cientificava de que sabia destas ligações. Eu havia falado ao telefone o endereço onde eu poderia ser encontrado. Quando chegou, Ele me ligou dizendo que estava em determinado número, que eu entendi ser da mesma rua. Ao chegar próximo descobri que não havia este número, liguei e foi desfeito este mal entendido, sendo que O encontrei após caminhar por cerca de 20 minutos. Outra lição, a da paciência, já que Ele é onipresente e sabia meu endereço sem me perguntar, como já demonstrou inúmeras vezes. Lembrou-me parte de meu passado, pois muitas vezes, em Barra do Piraí, que por ser pequena, minha mãe, falava para eu pegá-la após certo tempo, mas saía sem falar o endereço, como se a cidade fosse tão pequena que eu a acharia de imediato. Claro que isto não acabava muito bem, mas eu não me irritava, somente precisava administrar emocionalmente esta situação.

607 - CÂNCER: Encontrando Sai Baba J (469) comentei sobre Ele ter raspado a cabeça. Ele disse que a (ex) esposa (tem hora que Ele fala que tem duas e tem hora que fala que uma é ex) estava com câncer e Ele raspou a cabeça para ela não se sentir sozinha, assim como o filho Dele também raspou. Depois me mostrou a foto dela com o cabelo comprido e também do cabelo já raspado. Perguntei quando ela raspou e Ele disse ontem. Achei curioso, porque quem raspa o cabelo por câncer não vai se preocupar, logo em seguida, em tirar foto "3x4". Ele apenas riu com minha observação. Em encontro anterior, Ele já havia dito que estava preocupado com ela, por causa desta doença. Acredito que tenha a ver comigo ou com alguém da minha família, que até o presente momento não sei de nada neste sentido.

608 - PERDA DO CARRO: Resolvemos ir rapidamente em outro endereço, sendo que J (469) Sai Baba disse que havia deixado o carro em determinada direção. Andamos um pouco e Ele se mostrou confuso, entre a direita e a esquerda, para achar o local onde havia estacionado. Disse que havia parado perto de um hotel. Chegou a perguntar para alguém onde estava o hotel, sendo que quando este perguntou para J qual era o hotel, Ele respondeu que era "hotel onde se hospedam as pessoas". Não parecia um esquecimento comum e pelo teor da rápida conversação, além de distraído Ele parecia um nefelibata, como se só estivesse ali fisicamente e estivera pensando em qualquer outra coisa além do cotidiano. Assim como tenho feito um paralelo com minhas experiências com Ele, neste caso é inevitável. Eu sempre paro para ler com calma o nome das ruas que estacionei, bem como após caminhar uns dois quarteirões paro para memorizar o edifício (geralmente hotel) que me chame mais a atenção para eu localizar o carro, quando voltar, porque já cansei de não o localizar nessas situações. Já teve vez de procurar por mais de 30 minutos, como já teve vez de eu, erroneamente, ter certeza de que o mesmo foi furtado.

609 - CARTÃO: Em seu carro, Ele me deu Seu cartão, que achei engraçado, com letras médias em negrito - "Compro Tudo" - descrevendo alguns itens abaixo, tais como - "[...] Apólices, Documentos Antigos, Cautelas da CEF [...] Usados em Geral". Também está escrito: "Todavia eu me alegrarei no Senhor e Exultarei o Deus da minha salvação, Habacuque 3.18". Habacuc é um dos profetas esculpidos por Aleijadinho (ver 495). De cada lado uma imagem de relógio, um cuco (471) e um de pêndulo grande (504).

610 - DOCUMENTAÇÃO: Sai Baba J (469) entregou-me alguns papeis amassados, rabiscados e com aparência de desconexos, idênticos, em qualidade, aos que já recebi poucas vezes de uma amiga, para eu tentar resolver o que na verdade nem entendi o que se queria com estes documentos. Com a confusa explicação, Deste cérebro, o mais potente que conversei nesta vida, entendi que precisava saber sobre o CPF de alguém, porque o que Ele me mostrou estava errado e a cidade de nascimento deste falecido, para se dar continuidade à respectiva ação. Neste ínterim recebi um telefonema me convidando para uma apresentação pública de pintura mediúnica, que eu aceitei.

611 - SUA MULHER: Mais uma vez atendeu ao meu pedido mental, não somente de vê-Lo em uma forma feminina, mas de ver junto com outra forma qualquer e se movimentando ao mesmo tempo (embora isto tenha acontecido, com as três formas, como relatei na frase 490). Quando estávamos dentro do carro Dele conversando, Ele disse: "olha aí minha esposa". Olhei e nada vi, olhei de novo e a vi chegando na janela da frente. Depois ela entrou na parte de trás do carro estacionado e nos cumprimentamos. Eu, levemente irônico, falei com Sai Baba J (469), que achava que o cabelo dela era mais curto (por causa da foto do cabelo raspado da outra). Ele sorriu discretamente e fez um ar, totalmente real, para que eu mudasse de assunto, como se Ele fosse apenas J (e não Sai Baba) e ela fosse verdadeiramente sua mulher (e não mais uma forma de sua manifestação divina). Era outra mulher, totalmente diferente das duas fotos.

612 - DE NOVO: Foi interessante ouvir de amigo, que relatei parte deste dia, perguntar se era somente eu que via J (469); claramente achando que meu relato era uma espécie de alucinação. Sobre as materializações de Sai Baba, é claro que já ouvi coisas semelhantes de pessoas que me conhecem bem ou acham que me conhecem. Intitulei esta frase como "de novo" porque para muitos, no início da mediunidade de pintura, fui considerado, não propriamente louco, mas como obsediado, vítima de espíritos enganadores. O tempo passou e os convites, ainda que não tão frequentes (talvez pelo meu programa reencarnatório ter outros trabalhos além desta mediunidade), continuam vindos dos centros espíritas para que possamos passar a mensagem espiritual, através da arte dos espíritos pintores.

613 - 15.10.2014: O "pensamento do dia", recebido da Organização Sai, fez-me entender que eu estava no caminho certo, quando comecei a pensar neste sentido de não aceitar ou querer tudo que venha da parte Dele, pois embora Ele saiba o que é melhor para mim, Ele também quer que eu utilize minha racionalidade ao invés da pura aceitação. Transcrevo-o em parte: "Krishna disse a Arjuna: 'Você é Meu devoto e Meu amigo.' Nem Arjuna declarou-se um devoto, nem Krishna ficou contente em apenas declarar Arjuna Seu devoto. Por que Krishna disse: 'Você é meu amigo?' Esta declaração tem um significado espiritual profundo. Isso ficará claro apenas quando praticarmos a vida espiritual. Se o Senhor apenas chamasse Arjuna de 'Meu amigo', seu ego poderia ter se inflado e ele poderia ter tomado liberdades indevidas com Krishna. Se Ele dissesse: 'Meu querido, você é Meu devoto', ele poderia ter se tornado extremamente submisso e talvez até mesmo desenvolvido medo pelo Senhor". Sobre Krishna, ver 232.
 

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Sexto Encontro com Sai Baba

585 - SEXTO ENCONTRO: Em 04.10.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. Eu estava conversando com um parente, quando reparei que no telefone havia 18 registros de ligações não atendidas, sendo que depois atendi na 19ª e marcamos este encontro. Com este parente, entre outros assuntos conversamos sobre as 20 ligações Dele (ver 553) e que posteriormente Ele disse que ligou a vigésima por ter perdido a conta. Eu disse, de brincadeira, que agora não foram 20 ligações porque Ele perdeu a conta de novo. Sobre calvície, eu disse que se eu não tivesse opção, eu rasparia tudo como a palma da mão, faria um pouco mais de musculação pra ficar estiloso e seria feliz da mesma maneira. Encontrando-O, reparei, que em Seu carro, do lado de fora do vidro, sujeito às intempéries do tempo, havia um adesivo do "Bar dos Carecas". Já ri logo de início. Este encontro durou cerca de sete horas, sendo que continuei mais algumas horas no local.

586 - COMBUSTÍVEL: Na ida, entre o local de encontro e o restaurante, Ele parou para abastecer, desceu e disse que ia ao banheiro. Eu aproveitei para sondar com o frentista se Ele sempre ia naquele posto (para tentar saber sobre o tempo de materialização desta Forma J, 469), sendo que este respondeu que já O conhecia, mas não soube precisar o tempo, apenas mencionou que desde antes das campanhas eleitorais (de 05.10.2014).

587 - 1889: Ano que tem muito a ver com a minha vida, pelos anos que envolvem a série "A História do Brasil Contada por suas Bandeiras", de pinturas, que realizei. Cheguei a comprar uma moeda, cunhada em 1893, mas escrita a data 1889, em comemoração à proclamação da República. Mandei furar e colocar uma argola de prata para virar um pingente, mas ficou feio e usei menos de cinco vezes. Eu havia pedido ao Sai Baba mentalmente que trouxesse algo com data anterior ao ano de 1900. Este objeto me chegou às mãos, com esta data escrita, por J (469).

588 - SEM CONCLUSÃO: Chegando ao local, ainda caminhando, Sai Baba J (469) me mostrou um homem fantasiado, aparentemente o mesmo da frase 576, que pelas pistas não convencionais, Sai Baba me fez acreditar que era Ele, que havia ido ao nosso encontro, tendo dito que não iria (na Forma J), mas que iria (do jeito Dele). Eu não poderia arriscar nenhuma espécie de interpretação haja vista eu ter poucos dados para coordenar o pensamento, mas pelo teor das experiências que tenho vivido ultimamente, além do sonho, de 2012, (frase 543 e capítulo XVIII, do "Meu Diário com Sai Baba"), Ele, que tudo pode, poderia ter criado um sósia, ou este que J mostrou poderia ser uma Sua materialização. Ele nada me explicou.

589 - UNHA SUJA: Já em restaurante diverso dos anteriores, reparei que todas as unhas de Sai Baba J (469) estavam sujas, com pequena quantidade de tinta, apenas da cor azul (493), nas cutículas, assim como eu fico, com todas as cores, principalmente por causa da pintura mediúnica e mesmo limpando não sai tudo e tenho que sair de casa nesta situação. Ele disse que estava pintando um muro e completou que era da igreja, riu e disse que era da igreja que levava para o céu. Eu ri e disse que a última vez que pintei uma igreja foi antes de 1.500 (ano).

590 - MÃE: Entre risos, teceu poucas palavras sobre a benção de se ter uma mãe, assim como eu, dizendo que Ele já não tinha mais mãe. Depois disse que iria complicar a minha vida muito mais, mas que a mãe Dele pediu por mim, então Ele iria "pegar mais leve" comigo. Tentando entender nos poucos segundos, estando diante de uma pessoa física, com aparência de "uma pessoa qualquer" comendo, bebendo e rindo em um restaurante na frente de muitas outras pessoas e "as coisas do céu", Sai Baba J (469) completou que Ela tem uma coroa; então quando realmente entendi, lembrei-me que algumas vezes fiquei pensando na possibilidade de intercessão de Nossa Senhora (e de santos), com Deus, ou Jesus, sendo que na maioria das vezes este pensamento foi inspirado no filme "O Auto da Compadecida". Simbolicamente demonstrou ser filho de Maria.

591 - PERMUTA: Apesar de ter vacilado, pois não havia gostado tanto do anel, ver 510, neste dia eu não sei o motivo, gostei e pensei em oferecer o meu para trocarmos, ao que Sai Baba (mentalmente, em voz me incentivou). Falei com J (469) em trocarmos por uma semana, Ele imediatamente mostrando felicidade quis trocar, mas não sabia se a esposa Dele ia reclamar (rimos desta irrealidade) e que Ele ia tirar onda, ao que eu disse que eu é que iria tirar onda e mostrar para muito mais pessoas. Trocamos, Ele riu e disse que depois se eu quisesse trocar definitivamente pra Ele estaria bem, porque não esquentava com nada. Disse que precisou cortar o anel, porque havia agarrado no dedo e Ele não conseguia tirar e mostrou a marca mais clara, no dedo, pela ausência do sol; na verdade Ele estava me lembrando (nunca mais me recordei disto) que isto aconteceu na minha adolescência. Em casa reclamei com Ele, mentalmente, rindo, pois na Índia veio como Deus, materializava e dava de graça, já para mim, na condição de amigo (502), eu tenho que trocar e  perder o meu. Ele, rindo, disse que "cada um tem o que merece".

592 - AMIGO DELE: Falando que precisava falar com o amigo (543), Sai Baba J (469) ficou tentando telefonar, o que demorou um pouquinho. Na verdade eu já havia pensando que quando Ele me liga a cobrar, é para que eu tenha tempo de me preparar para ouvi-Lo. Então, quando "atendeu", Ele passou o telefone para eu ouvir, sem falar nada. Demorei segundos, mas reconheci a voz, era a minha mesmo, um pouco mais grossa. Por inúmeras vezes, alguma pessoa disse que minha voz fica mais grossa ao telefone e eu sempre disse que queria ouvir. Depois, quando devolvi o telefone, Ele desligou sem falar nada. Eu ouvi a voz do amigo Dele: eu. E eu disse: Essa foi a melhor de todas !

593 - EMBRIAGUEZ: Eu disse para Sai Baba J (469) que havia esquecido a grande sacola de doces de São Cosme e São Damião, que minha irmã pediu que eu Lhe entregasse. Ele riu bastante e disse que não iria querer mesmo esses doces "batizados" e continuou dizendo que a pessoa deixa os doces no pé dos santos por uma ano para depois entregar. Ao final, eu é que saí ganhando, porque havia acabado de comer minha sacola contendo várias sacolinhas, que ganhei, no dia seguinte ao quinto encontro, dia dos santos (apesar de também ter dito que não iria querer, porque os doces estavam "batizados", de "macumba"). Reparei que na noite de 26.09.2104, que saí de casa e passei boa parte da noite ingerindo doces (sorvetes, refrigerante e balas) e camarão, senti-me, também por causa da música, como se eu estivesse bêbado, embora eu não tenha bebido,sendo que acordei com sede. Em 04.10.2014, foi o dia que mais bebi cerveja na minha vida, sendo que somente me senti com a sensação de "bêbado", por cerca de 30 segundos, quando me levantei, talvez Ele tenha feito isto para eu prestar atenção nesta atitude mental. Em termos gerais, sempre falo que o som alto me deixa embriagado, mesmo sem beber, sendo que quando saía de casa, com frequência, os amigos reparavam e diziam algo como: "eu é que bebo e você é quem fica bêbado?". Já ouvi espíritos de umbanda, que bebem quando incorporados, dizerem, que o médium (chamado de cavalo) não fica bêbado, porque eles tiram o álcool da bebida. Um deles reparou que eu sempre ficava girando o copo, quando bebia, perguntou-me o motivo, eu disse que não sabia e que nunca havia reparado isto e ele me respondeu que era hábito de outras vidas, para evaporar o álcool.

594 - GATOS: Animei-me a escrever a frase 576 (haja vista eu não ter encontrado com J, 469, nem ter conversado com o estranho, que um dos olhos ficou branco) quando passei pelo gato branco de olho azul, chamado Sathya (verdade, de Sathya Sai Baba) e vi um dos olhos emitir luz azul, idêntico ao olho de Baba J, conforme relatei em 564. O outro gato, na época que minha mãe estava procurando, um preto de olhos verdes, ela achou um com os olhos amarelados. Sai Baba, em Voz, disse: o gato de olhos verdes está batizado de Shirdi (105), eu relatei e minha mãe chorou. Agora, quando se repara seus olhos, pode-se ver amarelado dentro e verde por fora. Nesta época cheguei a procurar um para mim da raça bengal, por parecer pequeno tigre ou onça, mas desisti pelo trabalho que causa. Em um encontro cheguei a brincar com J, sem ter pedido nada, dizendo que havia pensado que Ele traria um bengal para mim; Ele riu e mostrou pegadas de gato em um carro. Neste 04.10.2014, no restaurante, veio um sem raça definida, cinza, com listras na cauda, que me lembrou o bengal e olhos extremamente verdes, como nunca vi. Baba brincou dizendo que para eu levar este, eu deveria pagar a Ele, fazendo eu acreditar que Ele é que havia trazido este gato, que preferiu carinho do que a carne que ofereci. Quando J foi ao banheiro, coloquei o gato em meu banco, sendo que quando voltou perguntou se o gato havia subido, eu concordei e Ele reperguntou energicamente e eu respondi, quase sem voz, que eu é que tinha o  pego. Não o levei para casa.

595 - MULHERES: Após almoçarmos, sentaram-se três mulheres na mesa ao lado, Sai Baba J (469), disse que conhecia (mas depois entendi que conhecia pela onisciência e não pessoalmente pela Forma J) e começou a conversar com uma delas. Passado pouco tempo e já estavam as três em nossa mesa. O grau de intimidade conquistado em minutos por Ele foi imensamente surpreendente, embora eu tenha interferido em determinado momento quando uma fez parecer que havia intimidade demais. Eu disse que fora dali, nós éramos normais e que não deveria levar muito a sério o que Ele, J, estava falando, porque Ele era ator e já havia até trabalhado nos EUA (primeiro endereço que pensei). Na verdade não menti, Ele atua todo o tempo e em qualquer lugar, por amor à humanidade. Esta que pareceu assustada com o teor da conversa, no final pediu o telefone Dele, sendo que Ele desconversou e não deu.

596 - DÚBIO SENTIDO: Com as três mulheres na mesa, J Sai Baba (469) falava alguma coisa de acordo com a conversa e as circunstâncias e elas gargalhavam em alto tom, e na hora Ele olhava para mim, levemente sorrindo ou piscando um olho, para que eu fizesse associação com algum fato da minha vida e tão logo eu conseguia associar, era eu quem gargalhava. Em determinado momento levantou os dois braços e bateu palmas, lembrando-me da mulher na calçada, da frase 573.

597 - PRECOGS: Lembrei-me dos paranormais do filme "Minority Report - A Nova Lei", quando Sai Baba J (469) verbalizou algo no exato momento em que pensei, embora seja comum me responder por fala, logo em seguida ao que penso. Como foi junto, a fala Dele com meu pensamento, descartei a associação com este filme. Imediatamente Ele falou que iria pedir outra (cerveja) e deu ênfase à palavra "saideira". Segundos após, o cantor próximo, falando de música, disse que era a "saideira". Considerei, mentalmente, que havia valido minha associação com os precogs. Depois que Ele disse a palavra "saideira", ficamos mais algumas horas no restaurante e Ele não repetiu mais esta palavra. Cada palavra tem um motivo para ser dita, assim como cada gesto tem uma razão de ser.

598 - FOTOS: Apesar de eu não ter conseguido tirar fotos (521) de Sai Baba J (469), as mulheres conseguiram com muita facilidade. Talvez umas 10 fotos, extremamente engraçadas. É como se Ele tivesse uns 15 anos de idade com um temperamento muito brincalhão. A mais marcante foi uma em que a mulher ao lado Dele estava com a boca aberta na hora do clique e Ele com o braço em arco e dedo apontado, na altura do ombro, fez como se o dedo fosse entrar na boca dela, tal quando se vai convencer uma criança a comer, com o costumeiro "aviãozinho". Em outra foto Ele fez as mãos com a posição de óculos. Fotos Dele abraçado com duas delas (que brincou dizendo: "mas eu não disse que eu tinha duas mulheres ?") e minhas, abraçado com a terceira.

599 - DOIDEIRA: Entre as gargalhadas de nós cinco, de vez em quando eu pensava, como de costume - "doideira, não é possível". E Ele imediatamente repetia meu pensamento, verbalizando algo do tipo: "doideira, não é ruço?". Também disse que era uma doideira alguém como Leonardo Da Vinci ter feito tantas coisas diferentes e coisas que nem existiam na época dele. Segundo a doutrina espírita Da Vinci, atualmente se encontra em planeta muito mais evoluído do que a Terra e vem de vez em quando aqui para determinados trabalhos, inclusive como autor espiritual de pintura mediúnica, não somente comigo, mas com outros médiuns também.

600 - OLHOS CASTANHOS: Apesar da nítida impressão de serem azuis, os olhos de Sai Baba V (488), inobstante quando eu tive contado com Seu "olhar de sol" (489), não ter visto nenhum risco azul; em 27.09.2014, cheguei bem perto e pedi para olhar. Ele, com aparência e jeito humilde, disse  "é verde" (no singular) e, desta vez, (diferente do que vi no "olhar de sol") eu não vi nenhum traço ou pequena mancha verde (nem azul), vi um castanho como outro qualquer, extremamente longe de ser um claro, que remotamente lembrasse o mel, e, a contragosto, sem querer desapontá-Lo, nem tampouco querendo mentir, disse, quase sem voz: "é, é verde", mas não vi nada de verde, pelo menos neste dia. Acho que isto foi uma resposta ao fato de eu pensar se J (469), de olhos pretos poderia mudar a cor de Seus olhos para azuis (564).

601 - A ENTRADA: Quando chegamos ao local, Sai Baba J (469) conversou com o segurança para que entrássemos sem pagar, mas não conseguimos, sendo que somente em casa, dias após, entendi o significado. Quando frequentava boates com frequência, mesmo tendo dinheiro, em alguns locais, não era tão difícil eu conseguir entrar sem precisar pagar, pois sempre conversava na porta. Uma vez, que guardo com carinho na lembrança, na porta principal do clube, passei por um pequeno espaço entre o teto e uma roleta muito alta, na frente de todos. Tão logo consegui entrar, um segurança segurou meu braço com força e me colocou para fora, chegando lá ele disse que por eu não ter brigado, ele me levaria de volta para dentro do clube e assim procedeu. Da festa eu esqueci, desta entrada não.

602 - POSSIBILIDADE: Já ouvi muitas pessoas dizerem sobre um possível casamento de Jesus, sendo que sempre respondi que além de não haver nada escrito neste sentido, no nível evolutivo Dele, Ele não tem este tipo de necessidade, mas que se Ele achasse que seria útil por algum motivo, Ele poderia se casar naturalmente. Sai Baba já afirmou ser uma encarnação de Krishna, ver 232, que segundo a história ou lenda foi casado com Rukmini, filha do Rei Bishmaka, bem como teve inúmeras amantes (não sei o costume da época, nem se isto aconteceu desta maneira). Com as mulheres (595) à mesa, Sai Baba, na Forma J (469), demonstrou facilmente que se quisesse poderia até se casar com alguma, haja vista Ele estar em "carne e osso", como uma pessoa como outra qualquer.

603 - MISSÃO: Por segundos, quando eu vacilei sobre a seriedade do encontro ou sobre Ele ser uma pessoa normal, porque o Sai Baba, que esteve encarnado na Índia, que conheço de livros, vídeos e pela Voz, ouvida pela clariaudiência, não agiria desta maneira, J (469) olhou-me sério e disse: "Eu estou em missão!"

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Quinto Encontro com Sai Baba

574 - QUINTO ENCONTRO: Em 27.09.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba, já pela manhã Ele me ligou cobrando minha ida ao encontro, porque na verdade Ele sentiu que eu não queria ir vê-Lo. Quando eu já estava saindo de casa, o telefone que estava no bolso da frente de um short de pano fino, que apesar de estar no modo silencioso, emite som quando vibra, tocou, eu ouvi o barulho e tremeu, ao que senti o movimento na perna. Sabendo de sua onipresença, já peguei o telefone rindo e pensando que Ele não tinha nada que ficar me apressando já que Ele sabia que eu já estava saindo de casa. Ao pegar o telefone constatei que não havia nenhuma ligação neste momento. Ri mais. Chegando ao local, recebi um recado de um conhecido Dele, que disse que J (469) não me esperou por causa da hora avançada, mas mentalmente Baba me disse que foi embora porque eu não queria vê-Lo e eu ri com esta verdade. Neste dia somente conversei com a Forma V (486 e 488).

575 - CONVITE: Na noite de 26.09.2014, passados poucos minutos da meia-noite, então já sendo início de 27.09.2014, efetuei uma ligação telefônica para J, para Lhe convidar para sairmos. A ligação caiu em "caixa postal", então desliguei. Lembrei-me que Ele já havia deixado recado para mim em "caixa postal", ver 547. Então liguei novamente já rindo porque sei que Ele me ouve (e a todos) constantemente e dá provas disto. Também fiquei meio desconcertado para deixar o recado, pois me lembrei de que quando mais novo eu detestava falar ao telefone. Por respeito não liguei para Ele na semana anterior, conforme Ele já tinha me incentivado para que saíssemos juntos. Mas no encontro de 20.09.2014, Ele, sorrindo, foi categórico em afirmar que eu deveria ligar para Ele para convidá-Lo para sairmos. Somente neste dia 27 eu me lembrei de que quando eu ia com frequência para boates e bares, ao sair de casa eu falava com Deus: "Eu estou indo, o Senhor vai ficar ?"; afinal ,eu tinha que garantir a minha proteção... Uma vez, que não sei precisar se foi anterior ou posterior a estes meus convites para Deus sair comigo e me proteger; um espírito incorporado em um médium me disse que quando uma pessoa vai em uma casa noturna, em geral, na porta, já tem dois espíritos não evoluídos para entrarem juntos com ela, um de cada lado, abraçando-a. É assim que as tendências negativas de cada um são multiplicadas, levando a pessoa a fazer aquilo que em sã consciência ela não se permitiria. Ao chegar ao local, tornei a ligar, tocou uma vez caiu a ligação, quando liguei novamente deu "caixa postal" e Ele, em Voz, disse que iria do jeito Dele, sendo que achei que fosse em espírito.

576 - 26.09.2014: Nesta noite, não vi Sai Baba na Forma J (469), apesar de sempre ouvi-Lo. No início da noite, vi uma pessoa fantasiada, com um pote no chão para que se jogassem moedas. Já para o final da noite, passei por esta mesma pessoa, sendo que no exato momento em que eu passava, eu vi um dos olhos ficar da cor branca opaca (diferente de cor de olho motivado pela cegueira e diferente do ato de piscar o olho). Caminhei mais devagar, olhei de longe e voltei, fingindo que iria comer algo. Olhei este senhor e reparei que Ele tinha um olho maior do que o outro, exatamente como relatei na frase 469. Fiquei pouquíssimos minutos e fui embora. Depois passei por Ele e Ele me cumprimentou. Não conversamos. Conforme avisou no início da noite, Ele iria do jeito Dele.

577 - FÉ: com F, inicial do nome de Sai Baba V (488), que perguntei neste dia, mas que continuarei chamar esta forma de uma de Suas materializações como V, para não confundir. Aliás, falei, em 20.09.2014, com Forma J (469) que se algumas situações em particular, que não relatei, eram um teste para minha fé, Baba J estava perdendo o tempo Dele, porque eu já estava avisando que não iria passar; logo em seguida dei pequena caminhada sem Ele, mas sentindo Suas suaves vibrações, enquanto em Voz, teceu um ou outro elogio a mim, dizendo que faria tudo para me ajudar, neste sentido.

578 - ENCOMENDA: Embora eu não seja de ficar pedindo, pedi ao Sai Baba mentalmente que me trouxesse determinado objeto oriental, não muito comum, aqui no ocidente, que em Voz, concordou. Apesar de ter mais contato com a Forma J (469), foi da Forma V (488), que ganhei este presente, de uma maneira muito sutil, oferecendo-me quase com vergonha ou pedindo desculpas, pois Ele não queria mais porque não estava muito bom, talvez até jogasse fora. Fiquei muito feliz, inclusive com a lição de humildade e simplicidade.

579 - MENDIGO: Ao lado de Sai Baba V (486 e 488), conversei com uma pessoa, com aparência de mendigo, mas que nada me pediu, que deu seu nome completo (WCB), que parecia muito louco, falando muito rápido, falou o nome do colégio que havia estudado, que esteve preso, disse que uma pessoa reveste a pele da outra e que pega o CPF e RG e se faz passar por ela pra receber o dinheiro da herança etc Comecei a prestar atenção quando ele relatou meu sonho da noite anterior, de uma maneira que não deixou dúvidas. Disse que lá em cima (apontando para o céu) tem um botão e que quando ele (entendi Deus) aperta, o corpo que já morreu toma vida.

580 - PELE: Puxando a pele do rosto por várias vezes, o mendigo, disse que eu deveria assistir ao filme "vovozona" e "dupla face americana", com John Travolta, que lá eu entenderia tudo e falou muito, muito, muito mais... Eu só dei uma olhada discreta pra Sai Baba, na forma V (488), que deu um sorriso mais discreto ainda... O seu nome e o nome dos filmes, inclusive brincando com um transeunte para assistir a estes dois filmes, repetiu tantas vezes quanto foi necessário para que eu memorizasse junto com dezenas de informações desencontradas, sendo que algumas consegui associar com trechos da minha vida. Outras não, mas já li de autor de livro sobre Sai Baba que somente conseguiu associar sonho e episódios de Sai Baba com sua vida após 2 anos. Algumas informações, pareceu a mim, que eram da vida dele, quando estava vivo, não que ele tenha ressuscitado; tive a impressão que Sai Baba se materializou na forma de um corpo, que já foi habitado por outro espírito que vivenciou sua própria vida e nada tem a ver com este episódio. Apesar das pistas de Baba, não logrei êxito em chegar perto de nenhuma conclusão que valha a pena relatar.

581 - A OUTRA FACE: Apenas encontrei este título, com participação do ator John Travolta e sinopse parecida com o relato de troca de pele e identidade. Falei com minha irmã que Sai Baba, na forma deste mendigo, que tive impressão de que já houve alguém carnal com esta mesma fisionomia, errou pois não há filme com o nome que Ele me deu. Ela, intuitivamente, disse que não, que Ele havia dito assim, porque deveria ter outros filmes com o mesmo título e que eu poderia me enganar. Ela estava certa, há outro (s). Não me recordo de já ter ouvido falar neste filme.

582 - PESQUISANDO: Pelo nome do suposto mendigo, a primeira imagem que aparece, embora eu não seja bom fisionomista, é extremamente semelhante, com exceção da roupa bem cuidada e de um grande cordão de ouro, cujo site em que a foto se encontra hospedada, é um site de nomes próprios, com apenas cinco fotos que entendi que tem o mesmo nome começado com a letra W, (de WCB).

583 - LIVROS: Sai Baba V (488) desta vez, fazendo se passar por vendedor de livros usados, sendo que realmente estava vendendo para quem passasse na rua, disse que eu poderia pegar quantos quisesse, sem pagar. Deveria ter uns 200. Olhando um por um, constatei que não havia nada para mim e cheguei a pensar que nem livro de arte, que é comum, não havia. Então fui me recordando de algumas pessoas e de acordo com o título, separei uns 15 sobre catolicismo (em especial um que ensina a celebrar a missa) para uma pessoa, 2 escritos em francês (os únicos em idioma diferente, de meditação sobre Cristo) para outra, 2 de Monteiro Lobato sobre Hércules, último filme que assisti com o filho e fiquei pensando quais eram suas 12 aventuras, assunto dos livros (sobre M. Lobato havia também do Sítio do Picapau Amarelo, série que pintei para incentivá-lo a falar, quando estava com cerca de 3 anos e, por ser o que ele mais gostava, falou umas 10 palavras, as primeiras, dos personagens do Sítio em uma tarde) e 1 de jogo de xadrez (o único), ver frase 289, também para ele, 1 almanaque Disney (o único) para uma pessoa que, já adulta, lia bastante e me emprestava quando eu era criança. Um de aparições de Nossa Senhora pra outra pessoa, até que achei um de arte (o único) e Sai Baba, em Voz, disse-me que estava ali o que eu procurava, então achei uma revista (a única) dos X-MEN, "Dentes-de-Sabre: O mais novo X-MAN" (64), neste momento, em Voz, Baba disse, "Eu sei que você gosta". Claro que eu não estava procurando, mas achei engraçado porque já disse algumas vezes que é a série que mais gosto do cinema. Ao chegar em casa constatei que havia 3 sobre indústria e 2 de autoajuda, sendo que ambos têm endereço certo. O Amor se reveste de todas as formas apenas para mais amar!
 
 
584 - PERPÉTUO SOCORRO: Em 30.08.2014, Sai Baba J (469) na despedida me deu uma pequena gravura emoldurada de Nossa Senhora com Jesus (objeto da frase 539), apesar de eu insistir que não precisava. Posteriormente lembrei que estava querendo um quadro sem valor comercial para determinado lugar que apesar de ter quadro meu, um já foi furtado, além de eu não querer levar mais dos meus. Na capa de um dos livros (583) de religião que peguei para um amigo, mas vou ficar para mim, reparei que na imagem de Nossa Senhora (diferente do quadro que Baba me deu) tem pequenas letras (ícone sacro) idênticas no pequeno quadro. Posteriormente minha mãe reparou que eu tenho um pequeno quadro cusquenho, sem letras inscritas, que tem a mesmíssima imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Sai Baba é famoso entre Seus devotos, por associações carinhosas de todas as maneiras possíveis, como se Ele quisesse nos agradar o máximo possível.
 
 

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

MÚSICA: Caixa de Fósforo


Sobre AE, ver frases 330 e 534.




572 - CAIXA DE FÓSFORO: Chorinho, meu último estudo violonístico, filmado pelo giov., em abril de 2014, e editado, pelo d'and., na primeira oportunidade, em 03.10.2014. Mas, ao invés de editar esta porcaria, que você deve estar querendo aparecer, não era melhor estudar um pouquinho mais ? E se você colocar o violão na posição normal, será que não dá uma melhoradinha no som ? Isto não vale pra nós, ninguém assiste mesmo... Pra quem é, tá bom, eu só estava homenageando o violonista Albert Einstein, mesmo porque foto não emite som e ninguém sabe se ele era bom no violão ou na guitarra. Aliás nem sei se é ele na foto, parece boneco de cera...