sábado, 1 de novembro de 2014

Oitavo Encontro com Sai Baba

614 - OITAVO ENCONTRO: Em 18.10.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. Neste dia levei minha mãe para ir junto comigo, ela que conheceu J, antes de 30.08.2014, antes de eu saber que Ele era apenas uma das formas de que Sai Baba se utilizaria para falar comigo pessoalmente, sem ser através da telepatia (enquanto estava encarnado na Índia, que nunca fui, nem O conheci pessoalmente), como também sem ser através da clariaudiência (após o fenômeno vulgarmente conhecido como morte).

615 - OUTRA PERMUTA: Ver 591. Comentei anteriormente, com quatro pessoas, que eu faria uma troca com J (469), uma das materializações de Sai Baba, sendo que eu daria um cordão de ouro com duas cruzes que mandei soldar para ficar uma dentro da outra, solta (porque uma é vazada), e minha não leve e ornada aliança de ouro (do casamento, frase 439, que por ser a segunda aliança, não tínhamos pressa, então, não somente com este objetivo, fomos em cerca de 20 joalherias, em 4 cidades, para achar este modelo em um catálogo) a troco de algo que Ele havia me mostrado no sétimo encontro. Todos disseram que seria um mal negócio, cada um assim considerou por um motivo. Troquei, fiquei feliz e trocaria novamente, afinal cada um sabe o que precisa e o que gosta, da mesma maneira que Ele tem mostrado que sabe meu gosto muito melhor do que eu mesmo.

616 - CHAMARIZ: Após Sai Baba J (469) ter ido embora, eu e minha mãe ficamos mais um pouco no local e fui atraído pelo que estava escrito atrás de um quadro, de uma espécie de ambulante - "pintura mediúnica". No exato momento que mostrei para minha mãe, este quadro caiu e eu disse: Aí tem... Ela foi sozinha ao encontro deste estranho e disse a ele que pintura mediúnica (neste caso, pintada pelo espírito de Monet, cujo médium não sou eu) não se vende e ele respondeu a ela: "Eu sei, por isto vou te dar". Logo de início ela já ficou feliz. Em seguida, quando minha mãe tornou a falar, ele não deixou dizendo, com ênfase e autoridade: "Não precisa falar nada, eu sei de tudo". E após ele realmente sinalizar que verdadeiramente a conhecia, ela chorou e ele a abraçou em público, embora não nos conhecêssemos anteriormente.
 
617 - BUGIGANGA: Este estranho, que se dizia "um palhacinho", falou para eu abrir as duas mãos e, ele, em tese vendedor, foi dando dezenas de bijuterias (algumas faltando pedaços ou o par) para mim e minha mãe. Já com as duas mãos quase cheias, uma corrente, que não estava em minhas mãos, começou a cair (de minhas mãos) e eu peguei e falei com ele que esta que caiu nem estava em minhas mãos e ele, que neste momento estava com suas mãos distantes da minha, repetiu rindo: "é nem estava em suas mãos" e continuou a nos presentear. Posteriormente reparei que o enfeite é um menino, comumente usado por quem tem um filho único (como eu), sendo que o feitio da corrente prateada inevitavelmente me lembrou um trecho de minha vida.
618 - ELEFANTE: Recentemente quebrou um de meus três enfeites de elefante (um deles tem um menor em cima, totalizando quatro) que parecem retratar a realidade, sendo que Sai Baba, em voz, disse para eu não me preocupar que Ele me arrumaria outro. Na semana anterior a este encontro comecei a fazer um vídeo de Sai Gita (elefante de Sai Baba), modificando vídeos públicos, mas desisti e resolvi não fazer mais. Este estranho que parecia conhecer eu e minha mãe, muito melhor do que nós mesmos, vendeu-me, por preço simbólico, um enfeite de elefante de madeira com duas chapas de metal (com desenho de elefante, em relevo), uma na cabeça e outra nas costas do animal, dizendo ser da Índia e que eu seria o único a ter, ninguém teria igual, mas quando perguntei enfaticamente (como a desmenti-lo) se ninguém teria igual, ele (por educação) respondeu que praticamente eu seria o único a ter. Se deitá-lo de barriga para cima, é possível acender dois incensos.
619 - CARRINHO: Este estranho "palhacinho", além de inúmeros objetos (inclusive quebrados ou incompletos), deu-me um carrinho de ferro, cuja placa é ZD - 8888 (8 simboliza o universo, ver frase 471), dizendo, brincando, que estava me dando um BMW, marca deste. Fiz associação com os muito mais de 100 carrinhos semelhantes que comprava para meu filho, apenas para ver mais um sorriso. Somente em casa, horas após este encontro, que reparei que era um isqueiro, sendo que eu tenho dois que uso unicamente para acender incensos (embora não tenha este costume regular). Na rua, durante o dia, ele mantinha um incenso aceso, sendo que deu uma caixinha para minha mãe, que tem a ver com ela e Sai Baba, em caso recente.
620 - CORDÃO VERMELHO: Já em casa reparei que o cordão, que ele havia especificado para mim, preto, literalmente preto de sujeira a ponto de não dar para ver sua cor, com um pingente médio colado com cola forte em uma pedra grande envolta em um fio de cobre poderia, em tese, mudar de cor se eu o limpasse. Ao limpar saiu o pingente que não tem elo para pendurar, tirei o fio e a pedra e fervi com sal, vinagre e alvejante, até que constatei que ele é avermelhado, perto do marrom, com uma trama de fios incomum. No dia seguinte Sai Baba, em voz, disse para eu passar palha de aço seca, passei e constatei que estava muito mais brilhante e bonito. Mais um dia e tornei a passar a palha e brilhou ainda mais, mudando levemente a coloração. No meio tem um bonito detalhe para se colocar pingente, não ficando interessante seu uso sem pingente. Não sei se tem valor financeiro, nem falo sobre valor sentimental, mas pelo meu hábito de anos de parar em frente a vitrines de joalheira, considerando que gosto é aspecto subjetivo, para mim, junto com o pingente avermelhado de Nossa Senhora Aparecida, é a peça mais bonita que já vi. Repito, Ele sabe meu gosto melhor do que eu.
621 - CORDÃO DOURADO: Este, de "elo português", que este estranho especificou para minha mãe, tinha um pingente vermelho de Nossa Senhora Aparecida, com a roupa dourada cravejada com 30 pedras brancas (15 de cada lado), sendo que eu e minha mãe achamos melhor, por gosto e até pela cor, trocar os pingentes, sendo que o que ficou com ela, é uma espécie de gota, com algumas pedras no meio de detalhes que parecem flores. Curioso é que quando o ambulante foi enchendo minha mão destes pequenos objetos, disse que um outro pingente, de coroa (contendo uma pedra branca) era pra mim, para ver se Deus mandava uma coroa de ouro para ele, sendo que Aparecida contém uma coroa. Nossa Senhora Aparecida frequentemente é tema de pintura realizada por mim, sendo que já tive dois sonhos que tem a ver com pintura minha e esta representação de Maria. Antes do escapulário ser achado no mar, eu havia sonhado com esta imagem flutuando em um pote, idêntico a um que havia na foto de Sai Baba, que não é minha, conforme relato em "Meu Diário com Sai Baba" capítulo IX - Experiências no Mar" (ver página SAI). J (469) disse que Sua mãe tem uma coroa.
622 - MOSTRA: Mentalmente pedi ao Sai Baba que se esta experiência estivesse relacionada a Ele propriamente, que desse uma mostra. Então, aproveitei para perguntar se este estranho conhecia o Sai Baba, ele parou e disse que não, depois brincou levantando os braços no ar dizendo que deveria ter sido ele na outra encarnação. Depois, dentro do contexto disse que saiu de casa com 14 anos (assim como Sai Baba), disse também que jogava muito (assim como J disse, 479).
623 - CORRENTES: De entendimento diversas. Um ourives falou que este cordão foi feito à mão, o outro que foi na máquina; e, este disse que por este motivo não estava conseguindo emendar dois elos, já que rebentou quando eu esfreguei com força a palha de aço e levei para este consertar. Este insistiu mais de cinco vezes que não conseguiria emendar, porque era muito difícil, tive que incentivá-lo constantemente para que não desistisse e durou mais de 30 minutos. Ambos ficaram impressionados com a qualidade. Sobre a pedra vermelha do anel (ver 591), que mostrei para muito mais pessoas, todas consideraram que ela não tem impureza, por isto é um rubi de qualidade rara, outros, por este mesmo motivo afirmaram que é sintética.
624 - COLORAÇÃO: Mostrei o "cordão vermelho" para uma amiga, que tem sensibilidade para as cores, não somente porte ter feito graduação em artes visuais e ter pintado quadros, mas também pela sua análise fria e racional, pois mesmo sendo voltada para as artes, ela tem uma cultura geral excelente, com 5 graduações, algumas pós, extrema facilidade em comunicação, informática, esportes etc. Ambos constatamos que o cordão estava escuro e que nas extremidades era mais avermelhado do que o meio, que estava suavemente mais alaranjado, sendo que onde o ourives colocou as mãos para o conserto estava enegrecido. Passou menos de uma hora e voltei para ela conferir e concordou comigo, mesmo eu dizendo para ela não se deixar motivar pela minha análise, dizendo que o cordão estava mais claro e brilhante. Ela me perguntou o que fiz e respondi que Sai Baba me perguntou: "vamos clarear o cordão?" Eu concordei, senti-me revigorado, como relatei na frase 514, ao receber estas energias de Sua vontade, sendo que já me senti assim algumas vezes com este cordão.
625 - IRMÃ: Já para tentar entender o que estava acontecendo, para provocá-lo, disse que a pintora de um quadro que estava com ele, tinha o mesmo nome de minha irmã (única que conto mais detalhes sobre estas experiências com Sai Baba, além de minha mãe). Estranhamente, o estranho disse que tinha certeza de que ainda naquele dia apareceria alguém para ele dar aquele quadro e ela (irmã) ainda levaria de brinde um disco voador (a temática pictórica é uma paisagem com um pequeno disco voador no céu). Comparássemos todos os seus itens à venda com uma pequena loja, poderíamos dizer que comprei três ou quatro e este estranho nos presenteou com uns 80% do seu comércio, tendo todos os artigos a ver comigo ou minha família, pequenos objetos comuns, alguns para se jogar fora e outros trazendo soluções de pequenos problemas antigos que a gente nem repara que algo possa ser melhorado. Ele parecia onipresente em nosso presente e passado.
 
626 - INCONCLUSÃO: Este foi o título que melhor se encaixa nesta experiência. Em casa, mentalmente, Sai Baba por algum tempo falou comigo com a mesma voz e as mesmas caraterísticas desta pessoa, até então desconhecida para nós. Seria para que eu entendesse que era Ele? Mas, filosoficamente pode ser no sentido de que todos somos um. Durante o encontro havia mais de uma pessoa que o conhecia, sendo que ao final ele me falou seu nome e telefone, que não fiz questão de anotar, mas em casa, duas semanas após este encontro, consegui localizá-lo na internet. Talvez ele seja uma espécie de médium como outro qualquer, porém com duas características marcantes; o desprendimento de seus pertences e facilidade de mudar de assunto a cada instante para ser aproveitado por Baba, no sentido de falar o que precisávamos ouvir. Sei que Sai Baba pode fazer uma roupagem corpórea idêntica a de uma pessoa qualquer encarnada, como já me comprovou, sei também que Ele poderia materializar quantas formas quisesse, além das três que tenho relatado, mas eu não me permito afirmar o que desconheço, tampouco induzir a conclusões precipitadas, apenas avento possibilidades. Também já li sobre materializações de Sai sem Ele estar presente, inclusive sobre uma gata, que se sacudindo voou vibhuti para todos os lados.
 

 

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