terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Encontros de 24.10 e 19.12.2015 com SAI BABA na forma J.

806 - O GORDO: Em 24.10.2015, encontrei-me com Sai Baba na forma J (469), que resumirei em poucos itens. Ao adentrarmos no restaurante, apesar de sermos somente nós dois, eu juntei duas mesas, com quatro cadeiras cada, para caber melhor os vasilhames da refeição. Não tendo onde colocar as duas cadeiras que sobraram, coloquei-as ao lado, que na verdade ficou no meio do caminho. A atendente veio e começou a arrumar o local. Então, Jota (469), brincou com a atendente dizendo que o amigo dEle (eu) havia arrumado as cadeiras no lugar certo e agora ela estava desarrumando. Ela riu e continuou a arrumar. Ele continuou dizendo que chegaria um gordo que estávamos esperando e depois que "ela desarrumou", ele não conseguiria passar. Na verdade não esperávamos ninguém. Passados cinco a dez minutos, entrou um senhor bem gordo, não teve como passar e sentou na mesa anterior a este bloqueio da passagem.

807 - A FOTO: Curioso é que neste dia consegui tirar uma foto de J e a tenho em arquivo, que já mostrei para algumas pessoas, inclusive para pessoas que achavam e diziam claramente que J (469) é uma criação mental minha e que eu deveria me tratar com psiquiatra. Para esses casos deixo claro minha postura de sempre, que eu aceitaria passar por psiquiatra sim, mas desde que fossem dois, sendo que um deles deveria ter conhecimento espiritual em geral, não somente espírita, conforme a Doutrina dos Espíritos, com base nos estudos de Allan Kardec, que inclusive eu sigo. E têm pessoas que perguntam indiretamente se outras pessoas O veem, o que é uma curiosidade natural. Foi uma única foto, em que Ele colocou o celular na frente de parte do rosto e depois sorriu perguntando, como poderia uma pessoa ter um terceiro olho na testa, referindo-se ao círculo do visor do celular, por onde se visualiza o que se vai fotografar. Diferentemente foram as engraçadas fotos tiradas pelas três mulheres da mesa (frases 595, 598 e 521), que estava na máquina de uma delas, que não tive a oportunidade de ter cópias. Já em casa, procurei, na internet, o significado de "terceiro olho", que resumindo tem a ver com dons espiritais.

Detalhe da foto, na parte do "bambu grosso".
808 - BAMBU GROSSO: Também neste encontro relatado na frase 806, aconteceu de eu achar em Seu celular, três fotos tiradas de minha casa, que sei serem de cerca de vinte dias antes, pois estávamos eu, Ele e um eletricista, trabalhando em minha casa, por tempo suficiente para que eu preparasse porções de alimentos para nós e sei a data, porque no momento da saída coloquei uma sacola de lixo, para jogar fora, perto da porta para ir buscar outra e reparei que eu nunca havia feito isto, por evitar, pois se a sacola estiver suja embaixo, sujará o chão. Essas fotos, Ele disse, brincando, não conhecer, mas não acredito, pois Ele sabe de tudo da minha vida, de qualquer tempo e das pessoas que conheço, a todo instante. Uma das fotos tem algo que se assemelha a um bambu, no meio da sala, por toda a extensão da foto, na vertical. Bambu ou coisa qualquer, que nunca existiu em minha casa. Sai Baba, na forma J, insistiu veemente que aquilo era um bambu, como se eu tivesse me enganado. Talvez seja alguma lila instrutiva (brincadeira divina), não sei. Mas achei interessante esta mudança no teor da foto. A foto é de má qualidade devido ao fato do celular de J (469) ser muito antigo, que provavelmente nem se fabrica mais.
Detalhe da foto, na parte do "bambu fino


809 - BAMBU FINO: Somente em 17.12.2015, fiquei pensando no motivo de Jota (469) ter batido a terceira foto, cuja imagem de um São Francisco de Assis, meu, de madeira, que eu havia restaurado, já há alguns anos, enquadra-se no meio da foto. Esta consideração de achar o motivo é baseada no fato de que nada é perdido, nem uma fala, gesto, olhar, objeto etc que venha através Dele. Pensei que fosse para identificar a data, assim como a sacola de lixo (frase 808) já que pouco tempo depois eu o mudei de lugar. Mas olhando detidamente reparei que na imagem do santo tem algo que se assemelha com um bambu fino indo em direção ao pescoço da imagem, e como Sai Baba J havia insistido nesta palavra bambu, achei interessante relatar. Os adjetivos fino e grosso, foi eu quem atribuiu, por mera questão de identificação.

810 - IDIOTA: Tão logo encontrei as três fotos no celular de J. (469), transmiti para poucas pessoas através do aplicativo de comunicação instantânea WhatsApp, via internet; sendo que uma delas respondeu que o "bambu" grosso poderia ser um fio de cabelo na lente da câmera. Ao comentar com Jota, Este, vagarosamente respondeu: "i-di-o-ta" e eu comecei a rir bastante. Pois é claro que mais uma vez, Sai Baba na forma J. estava demonstrando o quanto conhece minha vida. Aos 17 anos fui acampar com amigos na Região dos Lagos, que era comum para mim nesta época. Após um amigo mais velho reparar que minha natureza era calma e me apelidar de "siamês" (194) ficou por tempo razoável tentando me provocar para que eu perdesse a calma e realmente perdi e falei, lentamente, "i-di-o-ta". E até hoje uma pessoa, que estava junto na época, uma das que receberam a mensagem, conta isto para os outros dizendo que eu simplesmente atingira o auge da ira e chamei outra pessoa (em tom baixo e calmo) lentamente de "i-di-o-ta". Posteriormente fiz teste com fio de cabelo na lente, em nada se assemelha, nem com o "bambu" fino.

811 - O PADRE: Em 19.12.2015, encontrei-me com Sai Baba, na forma J (frase 469). Ainda na minha residência Jota (469), brincando, mais uma vez me apressou a terminar o quadro referente ao afresco "La Resurrezione di Cristo" (A Ressurreição de Cristo), releitura do pintor Piero della Francesca, que é o mesmo quadro da foto da frase 111, que estou pintando por cima, para doar para uma igreja, cuja ideia partiu Dele. E Sai Baba J, sorrindo, disse que o padre era pretão (quem nos conhece sabe que isto não é preconceito, só brincadeira mesmo, como brincamos com a palavra "brancão") e que era amigo dEle etc. Fomos ao Centro do Rio de Janeiro e mal acabáramos de estacionar, Ele sorrindo, apontou o dedo e disse: "olha lá, um padre preto". E na calçada em frente vinha caminhando sozinho, na rua com pouco movimento, um padre negro com traje, que acho ser, da Ordem de São Francisco: marrom, com capuz, cinto de corda branca e cruz.

812 - A TEMPERATURA: Ficou acertado que nós (eu e Sai Baba na forma J, frase 469) iríamos em meu carro, ao centro da cidade, então, como ainda não tive tempo de levar o ar-condicionado para arrumar, já na garagem pensei nesses termos: "vou fechar os vidros pro Jota ver o que é bom, em sentir calor, mas se bem que Ele nem vai sentir calor, eu é que vou". E rindo, assim procedi, fechei os vidros e o calorão foi imediato; Ele fingindo desconhecer o motivo falou para eu ligar o ar. Eu, rindo, acusei a Ele: "ué, Você estraga meu ar e agora não quer sentir calor? Não estou entendendo". Ele riu, disse que não tinha culpa, mas não deu muita conversa, então abrimos os vidros e assim fomos todo o percurso. Ver frase 804.

813 - A SOLUÇÃO: Fui para o centro da cidade, com Jota (469), para resolver um problema particular meu. Ele ficou no carro, enquanto fui ao endereço, que lá chegando não consegui resolver. Voltei ao carro e Jota me estimulou a retornar e tentar novamente, mas mesmo tendo retornado não consegui solucionar. Eu estava realmente preocupado. Então Ele foi lá e resolveu o mais difícil e depois eu terminei a resolver. Em suma, não fosse a presença Dele, pelo menos neste dia, eu não teria conseguido resolver. Ele foi capaz, não só me auxiliou, mas fez por mim quando não logrei êxito.

814 - O CHEQUE: A forma J, de Sai Baba me pediu para eu trocar um cheque de R$ 1.000,00 reais e tendo dito que trocaria, Ele me entregou e eu coloquei no bolso. Chegamos ao banco em cerca de 5 minutos, mas lá não achei o cheque e comecei a rir um pouco alto, não consegui me controlar com a aparência dEle de preocupado, que eu sabia que era teatral. Ele telefonou para o dono do cheque (que não posso afirmar que seja real), de nome Félix (que pelo sistema de passar a mensagem através de "iniciais" - frases 495 e 496 -, inevitavelmente chegaremos à palavra "fé"). No telefonema foi engraçadíssimo Ele dizendo para o dono "assustar" o cheque. Emprestei o dinheiro a Ele, que mais de uma vez demonstrou que não precisa disso. Em dezembro de 2014, dei um cheque de R$ 2.000,00 para Jota, cheque este que nunca foi compensado, tendo Ele dito que repassou para um amigo que o perdeu. Nesta mesma data o cheque que paguei o estabelecimento de ensino, em outra cidade, também não foi compensado, pois também foi repassado para terceira pessoa.

815 - DUAS BÍBLIAS: Fomos ao Banco do Brasil, lá chegando havia dois mendigos crianças, que ao pedirem dinheiro, apenas acenei pra entenderem que eu doaria na saída. Ao saírmos, eles não estavam mais lá e Jota (469) reparou que havia duas bíblias novas, ainda embaladas em sacola de plástico aberta. Entramos novamente no banco, Jota ergueu as bíblias e falou algo, por duas vezes, louvando ou agradecendo a Deus, que eu não consegui ouvir porque eu estava rindo muito com o sumiço do cheque. Então, Ele repartiu as bíblias: "Tome uma para você e outra para mim". Na minha tinha um panfleto escrito: "Disse Jesus: - Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6". 

816 - MANDEI BEM: Adentramos em um pequeno bar, pois Ele disse que estava com pressa, porque tinha um serviço pra fazer e não daria tempo de irmos em restaurante. Estou acostumado com qualquer tipo de ambiente, nada me choca, mas talvez o calor e por eu estar em pé, olhando ainda se comeria algum salgado, que fui informado que não havia e mais o barulho, com as pessoas falando alto, em uma esquina de rua movimentada, na Tijuca e já estando Sai Baba na forma J, sentando no balcão e almoçando um tipo de carne, que eu não costumo comer, fiquei um pouco desconfortável e sem atitude, para saber se comeria. Então, disse que comeria somente frango com arroz, mas veio o prato completo. Nisto vagou uma cadeira no balcão e fiquei reparando J (469), Ele, com voz empostada, falava gritando, pedindo pimenta, refrigerante etc. Ele simplesmente "se confundia com o ambiente". Ele "estava em casa". Não parecia o Jota trocando receitas com minha mãe, falando de arte comigo ou me zoando e rindo (com minha personalidade multiplicada em muito), nem de calendário de foto de mulher com o borracheiro, nem com O Jota que conversara com as mulheres, nem parecia com qualquer Outro que eu já vira. Ao sentir que eu O estava reparando, Ele se virou sorrindo, piscou o olho e falou baixo pra mim: "Mandei bem, né?". Eu apenas sorri e concordei: Sim, mandou.

817 - DIRETOR-GERAL: Jota (469) já me chamou de muitos adjetivos, que talvez eu nem me recorde de todos: "o cara", "patrão", "ruço", "chefe", "amigo", "dono do mundo" (que eu disse que não, mas pelo menos filho do dono eu era), "lorinho" etc. Uma única vez, Sai Baba, mentalmente, chamou-me de "Kasturinho" (diminutivo do nome do, já falecido, professor N. Kasturi, Seu biógrafo oficial), que por óbvio não me cabe, pois pessoalmente nem conheci Sai Baba, encarnado na Índia, mas considerei como uma forma de incentivo a continuar a escrever sobre Ele. Sobre o adjetivo "diretor-geral", já me chamou inúmeras vezes, que me recordo de uma engraçada: nós conversando, sem rir, sobre assunto diverso e almoçando, Ele interrompeu, abriu os braços, sorriu, e assim me chamou, fora do contexto do diálogo. Nunca entendi o motivo, mas pela primeira vez, Ele, conversando sem sorrir, disse de uma possibilidade de local.  Conforme cantou em outro momento deste encontro: "O que será? O amanhã? Responda quem puder..." Exatamente parte do trecho que eventualmente canto (embora eu nem conheça toda a letra). Na verdade, os adjetivos que sejam elogios a mim, que não mereço, revelam Sua humildade.

818 - DOIS METROS: Sai Baba na forma J (469) por duas vezes falou que havia recebido a encomenda de um cliente por um objeto, que Ele faz de madeira, com dois metros de altura. Após falar isto abriu o porta-malas de Seu carro e este estava muito cheio de madeiras de cerca de 25cm, com um furo na extremidade, não totalmente retangular. Porém a madeira utilizada neste objeto é diferente, pois ele é realizado com tiras totalmente retangulares, maiores e com um furo no centro, para atravessar um ferro de sustentação. Ou seja, essas pequenas madeiras cortadas em nada serviriam para realizar o referido objeto. Inclusive certa vez sonhei que este objeto era realizado apenas a partir de Sua vontade, sem a ação de Suas mãos (sonho este, que disse que sonhara, mas não cheguei a relatar na frase 543). O quantitativo enchia metade da altura do porta-malas, sem deixar espaço nas laterais. Pareciam peixes, inclusive com o olho. Na hora, em minha mente veio a ideia de multiplicidade, a multiplicação de peixes por Jesus. Se de nada serviriam, então acredito terem sido criadas apenas para esta lição de abundância, somente pela Sua vontade.

819 - TERCEIRA BÍBLIA: Ao chegar de volta, passei na casa de um amigo, que me indicaria onde consertar o ar-condicionado. Ele não estava e eu deixei o recado para ele entrar em contato. Poucos minutos após, ele tocou a campainha e adentrou em minha residência. Ao ver a minha bíblia ele começou a rir um pouco e a se emocionar. Acontece que dois dias antes, estávamos com outros amigos e para tentar me ajudar, sobre o problema do ar-condicionado, perguntou-me como havia estragado. Eu falei a verdade (conforme frase 804): "Eu tenho um amigo normal, que desaparece na minha frente, que me pediu R$ 20,00, eu não dei, Ele disse que sentiria calor e que Deus iria me castigar. E neste exato momento, parou de funcionar." Ele simplesmente não conseguia parar de rir (que percebi que não era ironia, parecia levemente nervoso) e ficava me perguntando: "como assim, ele some na sua frente?" E, claro, com mais pessoas, em ambiente inadequado ao assunto, não dava pra explicar muito. Neste ínterim, Sai Baba, mentalmente, disse: "Chegou a hora dele", que eu entendi, que fosse a hora de saber algumas verdades da vida. Então, neste dia 19.12.2015, ele me explicou o motivo de seu riso. Ao chegar em casa, sua irmã (que não conheço, nem nunca vi) mostrara um bíblia idêntica e contou que uma senhora, na rua, deu a ela de presente e quando ela foi agradecer, esta senhora já havia desaparecido. Sendo que antes da irmã terminar de contar, ele disse que já sabia que ela desaparecera e já começara a rir. Esta bíblia doada a uma menina veio com um lacinho.

821 - A PRESSA: Desde que conheci Jota (469), em meados de março de 2014 e que mantenho contato regularmente, seja por telefone ou seja por encontros pessoais, sendo que não relato todos s encontros ou diminuo bastante o que acontece, eu nunca O vi transparecer estar apressado com algo ou ansioso. Neste último encontro, de 19.12.2015, pela primeira vez, Ele almoçou com aparência de pressa e após, despediu-se muito mais rápido do que o habitual, poder-se-ia dizer que estava extremamente apressado. Óbvio que este estado emocional não condiz com Sua realidade; ou seja era mais uma de Suas interpretações teatrais, que eu entendi como uma atitude simbólica, como se Ele estivesse com pressa para aparecer para a menina, como uma senhora, e entregar a bíblia, que coube a Ele na divisão comigo. Claro que não havia esta necessidade, pois Sai Baba na Índia, por mais de uma vez demonstrou Seu aparecimento em outro local ou, além de estar em outro local, aparecia em forma humana diversa da Sua e até mesmo como três pessoas, dois homens e uma mulher, além do Seu corpo conhecido. Na igreja católica é divulgado, entre outros, o caso de Santo Antônio de Pádua, que quando pregava em Pádua, Itália, era visto em Lisboa, Portugal fazendo a defesa do pai, que acusado de assassinato, ia ser executado. Allan Kardec, em "O Livro dos Médiuns", trata o assunto como bicorporeidade, embora sobre Sai Baba, em alguns casos, Sua divisão seja em mais de dois corpos, com aparência diversa. Eu mesmo já tive a benção de poder ver Suas materializações (agêneres, nos dizeres de A. Kardec) por inúmeras vezes, além da materialização de objetos ou pequenos insetos.


822 - SUA IMAGEM: E semelhança. Sai Baba na forma J. (469) quando conversa com alguém adota a personalidade desta pessoa. No meu caso, em particular, que muito antes de ser espírita já reparava em cada pensamento, atitude, gesto e sonho meu, portanto tenho mais elementos de observação e tempo para refletir, pude perceber que não somente Ele adotou minha personalidade, como na verdade Ele a potencializou de uma maneira que eu nem conseguiria ser, embora eu quisesse, se me fosse oferecida esta possibilidade. Agindo assim, nesta razão inversa de que somos a imagem e semelhança de Deus, já que ainda não conseguimos agir na ordem natural, Ele desce até nós, conquista nossa simpatia e nos auxilia de uma maneira qualquer, sem vínculo com qualquer forma religiosa, já que o Amor, que é a essência das religiões, não tem limites. Grande parte das frases, sobre meu encontro com Jota, pode aparentar um ar de brincadeira, mas assim é, porque sou assim. Minha seriedade é baseada no bom humor, que ri até da própria tristeza (natural em todos nós), e na amizade sincera, sem o verniz social, comum na sociedade terrena. Ver 369, 42 e 25.


823 - 23.12.2015: Para tirar foto das duas bíblias juntas, passei na casa de meu amigo, que não estava, e aproveitei para conversar com sua irmã. Esta me informou que a senhora disse se chamar Regina (que, com origem em latim, significa Rainha, com entendimento também em Senhora Absoluta, A Maior, A Grande) e curiosamente ela disse que ela iria abençoar a família da menina. Achei curioso o fato da senhora dizer que ela mesma iria abençoar, pois o habitual é dizer que Deus ou Jesus ou Nossa Senhora ou algum santo irá abençoar ou que a pessoa irá orar para que Deus ou Alguém abençoe. E a menina também me contou que ao perguntar para as pessoas se tinham visto para onde a senhora tinha ido, estes disseram que nem mesmo a tinha visto. Assim como também Jota não fora visto pela mulher ao lado de minha amiga, conforme relatei na frase 778. Mentalmente, Sai Baba me disse ser Ele, inobstante o simbolismo aparentemente seja atribuído à Nossa Senhora, considerada a Rainha do Céu, na ótica espiritual (não científica).

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