segunda-feira, 3 de abril de 2017

Da Música. Da Brincadeira. Do Convite.

Mateus 19:14. Mas Jesus lhes ordenou: “Deixai vir a mim as crianças, não as impeçais, pois o Reino dos Céus pertence aos que se tornam semelhantes a elas”.


Nesta atual fase da minha vida (ora encarnado como Giovanni D'Andrea, Giov. D'And.), mais precisamente de meados de novembro de 2016 até hoje, 03.04.2017, tem sido tão interessante e estimulante pra mim o aprendizado de vida (fora do cotidiano), por dois motivos, a uma, comecei a "cantar" (entre aspas, porque não sou cantor, óbvio) e a duas, não só os comentários verbais e escritos que recebo a partir daí como também as vibrações que recebo, vez que sou médium, tendo o contato com o plano espiritual, pelo que me recordo, começado aos 15 anos, com a chamada projeção astral, já pesquisada pela ciência há anos, ou seja, sem o cunho filosófico e religioso.

Vou começar do início. Nesta data de novembro, cheguei perto de um violonista e cantor, bem experimentado há anos nesta profissão (inclusive no exterior), que estava tocando e cantando em local público. Reparei que na partitura das músicas, que a grande maioria eu nunca havia ouvido, e comecei a ler junto com o canto dele. Sim, eu fico lendo, já que não sei cantar e nem sei a letra de nenhuma música. Não tenho problema de memória, longe disso (risos), mas isto nunca fez parte da minha vida. Desde que eu nasci, eu nunca havia participado de uma roda de amigos com um violão.


Vou fazer uma única ressalva sobre eu nunca ter decorado nenhuma música, em uma frase escrita, no meu blog, em meados de julho de 2011:


"FRASE 198 - LA FORZA DELLA VITA:  Para decorar mais de 100 itens, já resumidos em 10 folhas, para uma prova, pois não adiantava entender; para descansar a mente, resolvi decorar esta música, embora não saiba italiano. A prova jurídica, embora eu tenha tirado a maior nota, passou e não importa mais, assim como passam muitas coisas da vida, inclusive a própria vida... Mas, algumas músicas ficam para sempre na memória... Você lembra de alguma ?"

Esta música permanece na minha memória, mas não inteira, acho eu, sei lá... Aliás, também não entendo nada de inglês, então nem adianta falar que me viu cantando em inglês, que vou desmentir, mesmo que você me mostre meu próprio vídeo, rs...

Não querendo incomodar, aliás não querer incomodar é uma marca crucial em mim, a não ser quando estou brincando lógico, perguntei, sem exagero, umas dez vezes e ele, o violonista, dizendo que eu poderia continuar. Eu, em minha maldade, cheguei a pensar, por segundos, se ele não estava debochando de mim. Por fim, cheguei à conclusão que eu começava a incomodar era com esta pergunta reiterada. Só retornei em outro dia, por ele ter sido bem claro, aliás, muito claro que eu não estava incomodando. O local, por si só, já tem um quantitativo muito grande de público, que em nada me incomodou.


De novembro pra cá já "cantei" (entre aspas rs) em alguns outros endereços. Vieram outros músicos, também, e lá estava eu... E eu sempre lendo na partitura ou com o celular na mão lendo ou mesmo com a folha impressa... É tudo muito rápido, ele (s) troca(m) de música e de ritmo na maioria das vezes sem aviso prévio. Eu ouço as primeiras palavras e pesquiso a letra na internet enquanto vou ouvindo o tom, encontro e começo a "ler". Teve uma vez que foi super engraçado, havia um outro músico também, eu pesquisei as letras (uma de cada vez, foram cinco músicas) e não achei nenhuma, então "cantei" assim mesmo, da minha maneira: captando o tom e "tentando" praticamente adivinhar a letra a partir da primeira sílaba de cada palavra, dentro do contexto da frase, enquanto olho nos lábios (desconheço leitura labial) e reparo a respiração e expressão do cantor. Óbvio que não vou opinar sobre a qualidade, risos, mas disseram que estava juntinho (uníssono), sei lá... Se vou conseguir fazer novamente não sei, juro rs, mas, anteriormente, ouvindo rádio, tive a impressão de ter conseguindo.


Recentemente, passei a gravar vídeos, de brincadeira, com cantores famosos e também sozinho, que na primeira noite gravei cinco vídeos sozinho. Não preciso dizer que na maioria das vezes nunca ouvi a música e desconheço a letra. Então ouço algumas vezes e gravo no mesmo dia. Mas aqui é super mais fácil do que "cantar" ou "ler" (em público, que não faz diferença pra mim) no exato momento em que estou ouvindo a música pela primeira vez e captando o tom, de qualquer ritmo, e ainda se está na primeira estrofe.


Muito curioso foi o que aconteceu no dia em que gravei a primeira música evangélica (pausa: sou espírita cristão, pinto mediúnico com os espíritos - com a renda da venda doada em 100%, nasci em berço católico, pelas circunstâncias da vida observei práticas umbandistas, estudo e pesquiso a vida do indiano Sai Baba, pinto não mediúnico arte sacra católica e doo para estimular a fé católica e estou muito feliz em gravar músicas evangélicas, cujas letras nos elevam a vibração). Aliás a arte sacra católica, as músicas evangélicas e outras artes deste teor espiritual, não só do Ocidente, recordam-me minha segunda frase numerada:


"FRASE 02 - ARTE: TRANSFORMA-SE EM AMOR QUANDO ELEVA A HUMANIDADE, SUBLIMANDO OS SENTIMENTOS INDIVIDUAIS."



Antes de achar esta música para gravar, já havia conversado com Deus para que Ele me arrumasse uma música em que eu pudesse "gritar" (leia-se: cantar alto rs). Aí, ato contínuo, encontrei "Ressuscita-me", da Aline Barros , que aliás havia achado que o pedido demoraria mais para ser atendido. A velocidade do atendimento foi uma grata surpresa. Mas a partir de cerca de 3min38seg, com meus gritos a caixa de som do celular não suportou e distorceu o som (levando a um som metálico). E em 3min40seg perdi o fôlego, mas não perdi a fé em gritar, rs. Na última frase que eu falo, "Ressuscita-me", tive a certeza de que minha voz falharia e eu teria que regravar. Neste exato segundo, ainda na primeira sílaba, pedi a Deus para voz não falhar. Acho que deu pra passar, risos...



Duas músicas depois e já estou "gritando" menos, para não ferir o ouvido de ninguém, mas já estou sentindo falta dos gritos hehe. Aliás o "cantar" em público significa: sem microfone e caixa de som, em local aberto, com pessoas passando, vento etc, a sorte é que o tom da minha voz, mesmo sem gritar, não é muito baixo...

Antes de falar do segundo item, os comentários, vou aproveitar o assunto música e vídeos pra falar sobre o violino, que na verdade já escrevi sobre o assunto no "Meu Diário com Sai Baba" e na página "Frases", ambos no blog (www.giovdand.blogspot.com). Sai Baba, que já conversávamos, por telepatia, desde 2003, enquanto encarnado na Índia, que nunca visitei, e que sempre me comprovou que eu realmente o ouvia, comprovação esta através de fenômenos físicos avisados com curta antecedência, com previsão sobre dia exato de minha vida, avisado nove meses antes, ou de qualquer forma, mas comprovava com exatidão. Após o desencarne (morte) dele, continuamos a conversar, que então não foi novidade para mim, já habituado a conversar com os espíritos em geral e em específico com os pintores, pela clariaudiência. Então, deixou de ser telepatia.


Ele, mentalmente, aconselhou-me que eu comprasse um violino. Comprei, fechei o violino na caixa e fui para a internet pesquisar, fiz o desenho da posição dos dedos, descobri, que após a nota mi e a nota si há um semitom ao invés de um tom, então, após estas o dedo fica junto, diferente das outras notas em que a distância é o dedo separado (assim estava meu conhecimento de música e de violino). Instrumento ainda fechado e fui à casa de conhecida musicista profissional de violino, coloquei o desenho que fiz e um método simples do lado. Ela me incentivou e consegui tocar este método no mesmo dia, em cerca de três horas, ao final com ela acompanhando no piano. O incentivo dela foi indispensável, mas o aprendizado se deu a partir dos desenhos da posição dos dedos. Depois, em casa, durante cerca de um mês, toquei oito vezes e guardei, lacrei a caixa. E retornei ao violino raríssimas vezes até a presente data.


Dentro da música, é claro que quando alguém quer me zoar da qualidade do som ou outro motivo qualquer, aproveito a deixa para zoar também. E respondo: "Já li que Albert Einstein aprendeu a tocar sozinho, mas não teve como comprovar, pena que ele não teve a mesma sorte que eu, que posso... Aliás, queria saber quanto tempo ele demorou pra aprender, rs..." Não é comparação, está mais para admiração, ele participava de concertos e doava o cachê. Tocava piano e guitarra (violão) e, conhecido pela ciência naturalmente materialista, era extremamente religioso, com alguns escritos sobre Deus. Qualidades (religião e arte) que, em geral, tem faltado nos envoltos pela ciência e, no caso dos religiosos, a ciência e a arte.


Após mais de ano, Sai Baba novamente me aconselhou, agora pra eu reabrir a caixa do violino. Nesta época sentia dor extrema com o chamado "dedo do gatilho", que optei por rezar pra obter a cura ao invés de operar, como já recomendado pelo médico. Voltei a treinar o violino no auge da dor, por quatro meses, cerca de trinta minutos, três a quatro vezes por semana, em oito métodos e algumas partituras esparsas, sendo que nos primeiros dois meses, sempre olhando a partitura e o desenho das notas concomitantemente. Parei de treinar no exato momento em que ia começar a treinar o ritmo das músicas, pois nestes quatro meses estava treinando "leitura dinâmica" da partitura. Parei com o violino depois, retomei brevíssimo tempo e gravei alguns vídeos, somente para registrar, embasar meus estudos sobre Sai Baba, ou seja, não se pode esperar um som de qualidade violinística nestes vídeos porque além de eu não ser profissional, não foi esta a intenção e nem movi um músculo sequer neste sentido.




Deixa a Adele saber o que eu fiz com a música dela, rs.
"FRASE 403 - SOMEONE LIKE: You, Adele, minha fofinha... Sabia que eu estava pensando em fazer uma introdução no violão, quando sonhei comigo tocando da maneira em que gravei o vídeo 025, em 25.02.2014 ? Achei melhor, inclusive tirei as pausas e acelerei o ritmo, porque estava tipo um sonífero, sem sua doce voz ou pelo menos um bom piano."

Esforço-me para ser o pesquisador atento, relatando impessoal e jornalisticamente, sem opinar, sobre o que vivencio neste sentido.
Sobre o dedo, após mais de um ano com dor, melhorou e não precisei operar. E pela incontável vez, aqui na saúde, sem saber o motivo, fui atendido, como nas outras algumas centenas de vezes em que pedi, dentro de qualquer assunto, o que me faz ficar impressionado com a organização e administração do Universo.
Já nos vídeos de piano, foi muito gratificante brincar naquelas teclas, risos. Eu que não sei nem o nome das teclas, senti-me como uma criança mais feliz ainda do que sempre sou, já na primeira gravação. Em 26.08.2013, pela 4ª vez, sentei-me ao piano (de alguém, porque não tenho, nunca estudei) e, não mediúnico, brinquei com as teclas. Gravei o que chamei de "Brincadeiras Infantis ao Piano" em duas partes: I - "O Amigo Invisível" e II - "O Cão Serelepe", que aborda 2 fases da criança. Na execução da 2ª parte, fiquei soprando o cão já irritado que estava no meu colo, risos...




Depois gravei mais uns três ou quatro vídeos brincando nas teclas do piano... Muito engraçado é ouvir as pessoas (que me conhecem e sabem que nunca estudei) comentando que não sei tocar piano e ainda quero gravar. Meu Deus, mas isto é tão óbvio, risos... Será que elas pensam que tenho a pretensão de ser pianista ? Estudando ou sem estudar, risos ? Aliás, vou teclando de brincadeira, sem conhecer nenhum cânone da música. Se eu tocasse somente as teclas brancas, eu estaria dentro da escala de Dó maior ? Não sei, nem tive intenção de aprender. Mas quis gravar para registrar esta experiência.

Com o violão foi diferente. Lá pelos 15 anos, estudei um método e meio em um ano e meio. Eu detestava rs, já tinha muito barulho na minha casa e não era espontâneo de minha parte, além de achar moderno demais e preferia algo mais erudito, embora desconhecesse totalmente. Depois desta época, nunca mais peguei em um violão. Com essas brincadeiras no violino e piano, passei a pensar na possibilidade de tocar violão novamente, pois ficara um sentimento ruim em relação ao violão, que já não existindo mais, comprei outro violão, pois já não tinha mais o primeiro. Então, já feliz com o violão que detestei por décadas, também gravei uns poucos vídeos.



Já os comentários... São incríveis. Os recebo como uma nota de avaliação qualquer, que vai de zero a cem. Mas claro que não é através de simples notas, são adjetivos, cada um proferido com a palavra escolhida e a vibração estimuladora ou não, dentro de seu grau evolutivo. Alguns parecem se contagiar com minha felicidade, que nem sei como eu consigo aumentar ainda mais, quando estou envolto nas vibrações dessas brincadeiras que tenho feito, que emitem sons, não necessariamente música, risos... Tudo é alegria. Tudo é brincadeira. As críticas são sempre bem vindas, mas claro que dependendo do teor de quem emite e considerando que não dá pra esconder que sou médium, tenho que me proteger da vibração (não exatamente das palavras, que nem sempre ouço, porque pode ser que um estranho distante qualquer tenha assistido ao vídeo). Alguns ficam preocupados comigo de eu estar pagando mico. Inclusive, eu que também sou devoto de São Francisco de Assis, já até tentei pagar mesmo, cheguei até a fazer um vídeo (postado no meu canal do youtube), risos...



PAGANDO MICO - VÍDEO.

E eu, por cá, fico preocupado, com quem emite vibração de teor, que tenho que me proteger... Sinceramente não me importaria se fosse chamado de louco, desde, claro, que fosse por competente psiquiatra de notório e indiscutível saber profissional (mas também que fosse impessoal e não invejasse nem minha felicidade, nem minha loucura, mais risos). Aliás, por uma junta de psiquiatras, risos, em número par (metade com conhecimento só positivo e a outra metade também com conhecimento espiritualista, não somente espírita). A vida é assim mesmo, quem ama sempre se preocupa com o outro...

Aproveito o ensejo para fazer um convite aberto a todos, para que se preocupem em se divertirem mais, seja ou não gravando vídeos, de música ou não... Meu Deus... A vida passa tão rápido e a maioria das pessoas não consegue perceber isso e ficam se prendendo em detalhes da vida alheia, enquanto poderiam estar curtindo suas próprias experiências, fazendo suas próprias brincadeiras ou mesmo participando da brincadeira alheia... O importante é sair da plateia da brincadeira e subir no palco da felicidade... E quem convida, aguarda a presença dos convidados...


Se eu tenho a pretensão de ser cantor ? Não tenho pretensão de ser cantor exatamente na mesma proporção em que não tenho a pretensão de não ser cantor. Mas tenho a firme pretensão de descobrir e continuar a fazer a vontade do meu Pai, que está nos Céus... Resumindo: Tanto faz, risos...