PÁGINAS (A arte mais bela é o amor ao próximo.)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Obras na Prefeitura de Barra do Piraí, RJ

Focos Luminosos , Giov. D'And., MsT, 59x98,5cm.

Antes de escrever, trago pequeno início de minha autobiografia:

GIOVANNI D'ANDREA - Giov. D'And., filho de imigrantes italianos, nascido em Barra do Piraí, RJ, Brasil, como algumas crianças, descobriu nos desenhos...



Eu que havia sido presenteado com a Moção de Congratulações nº 838, pelo Dia do Pintor (08 de maio), pela Câmara Municipal de Barra do Piraí, cidade em que nasci, tive a oportunidade de ter três obras integrando o patrimônio da Prefeitura, ocasião em que fui recebido pelo, então, Exmº Sr. Prefeito, Dr. José Luiz Anchite (foto).

Um Lugar... ... No Mais Alto, Giov. D'And., 150x150cm.
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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Obra na Comuna de Paola, Itália.

A obra San Francesco di Paola, Giov. D'And., AsT, 100X80cm, foi integrada ao acervo da Comuna de Paola, Calábria, Cosenza, Itália. 

San Francesco di Paola, Giov. D'And., AsT, 100X80cm. 
São Francisco de Paula nasceu em Paola, 27.03.1416 e faleceu em Tours, aos 02.04.1507. Foi fundador da Ordem dos Mínimos, que valorizava a humildade. Inspirou-se em Francisco de Assis e num contexto histórico que se prosperavam os abusos da Igreja, dedicava-se, amplamente, ao próximo e ficou conhecido como "O Eremita da Caridade", também por suas curas milagrosas.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Arteinformado



domingo, 1 de dezembro de 2013

Obras no Templo da Boa Vontade

Esquerda - Um Conglomerado Fechado em Dimensões, Giov. D'And., AsT, 90x70cm.



BOA VONTADE: Templo e Museu, onde todas as artes e religiões se encontram para a elevação do espírito humano a um patamar maior de paz, perseverança no bem e boa vontade.

Uma das Moradas Celestiais Giov. D'And., MsT, 70x70cm.
O Templo da Boa Vontade é considerado uma das "Sete Maravilhas de Brasília", "símbolo maior do ecumenismo divino" território neutro de todas as religiões.

Direita - Uma das Moradas Celestiais, Giov. D'And., MsT, 70x70cm.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Obras no Museu da Justiça Militar da União



Estando, por uns dias, frequentando Seminário Jurídico no STM, Superior Tribunal Militar, em Brasília, aproveitei o ensejo para visitar duas obras pictóricas (Giov. D'And.) que fazem parte integrante do acervo do Museu da Justiça Militar.


Brilho e Movimento em Alcíone, Giov. D'And., 60x80cm, Acrílica sobre Tela.

Detalhe da capa de folder do STM.

O Frio Circulante de Plutão, Giov. D'And., 60x80cm, Acrílica sobre Tela.



domingo, 13 de outubro de 2013

A Entrega

Rio de Janeiro Photográfico 181 Visão do Leme
Entrego-me. A mim.
Infelicito-me!
Ensimesmo-me.
Fico-me. Giro-me em torno de mim mesmo.
Despeço-me de mim. Vou-me. Distancio-me de mim.
Perco-me de vista... Quando olho para dentro de mim.
Parto-me, sozinho, por um caminho. Rasgo-me.
Parto-me em vários caminhos partidos e perdidos.
Retorno-me. Torno-me a ficar, mas... 
Quero: ir-me, levar-me, carregando-me em meus próprios braços.
Abraço-me. Arrepio-me. Sinto-me frio, não só, pois esquento-me.
Alimento-me, do mais ao menos.
Exponho-me ao mundo.
Falo-me aos ventos.
Enclausuro-me na mudez de mente e ou de paredes.
Canso-me de mim mesmo. Abato-me.
Desfaleço-me, perdendo-me a pequena parte das forças que... Restava-me...
Sinto-me, somente, só.
Engulo-me, e, mascaro-me.
Prostituo-me, inventando-me, fantasiando-me em contos de reis, mas dos réis, lucro-me em nenhum vintém.
Se lucro, pior, ignoro-me de vez. Numa ignorância fria, que congela quem transpassa por mim.
Então, mendigo-me, mentindo-me para quaisquer, pois analiso-me: nunca, jamais!
Lambuzo-me, entornando-me em caldo e suor. Salivo-me, simplesmente porque...
Admiro-me, nem sempre ao espelho. Orgulho-me de mim. Envaideço-me.
Cultuo-me. Aculturo-me. Cresço-me, mas quase sempre, apequeno-me.
Disfarço-me de mil maneiras sutis. Finjo-me humilde.
Penso-me que engano a mim e a todos.
Planejo-me ser assim, sim. Mas, não sou e nem quero ser. Ser-me, a mim basta...
Extenuo-me. Quedo-me. Morro-me, por dentro e por fora. Suicido-me.
Despedaço-me. Estilhaço-me.
Desesperanço-me em mim, de mim para comigo mesmo. Resta-me, tão somente, o nada mais.
Abandono-me de vez, por mais uma vez.
E, vendo-me, dentro de mim, que há algo mais do que eu, muito além de mim...
Resolvo-me por sair de mim, mas sem forças, permaneço-me... Em mim...
Um dia... Ao invés...
Entrego-me. De maneira diferente. 
Lidero-me. Tomando e domando minhas rédeas.
Felicito-me!
Junto-me. Reúno-me. Construo-me, ainda que disforme.
Restabeleço-me. Curo-me.
Clarifico-me em luz.
Aso-me. Angelizo-me.
Agora, não mais para mim.
Agora, por e para todos.
Eis a história e o destino da humanidade!

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Obra na Casa Histórica de Marechal Deodoro - Giov. D'And.

Brasileirinhos, Giov. D'And.


Para comemoração anual do falecimento de MANUEL DEODORO DA FONSECA, Marechal e Presidente, dia 23 de agosto, a obra "BRASILEIRINHOS" foi entregue, para exposição permanente, nas mãos do Digníssimo Diretor da Casa Histórica de Marechal Deodoro, Coronel Leonardo de Andrade.



Casa Histórica de Marechal Deodoro
Praça da República, nº 197, Centro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil