terça-feira, 29 de outubro de 2013

MÚSICA: Bourrée, Handel

Após comemorar meus oito (00000008) meses de violino, num treino diário de 20 a 30 minutos, 3 a 4 vezes por semana (ver postagem de 13.07.2013), guardei o violino e, posteriormente, toquei, dia 20.10.2013, na casa da Dona Senhora Menina M.I., em Barra do Piraí, onde tudo começou, por uns 15 minutos, depois guardei e """""toquei""""" piano, pela sexta vez, mas (in) felizmente, para felicidade geral da Nação, digo ao povo que não gravei...

Lá, reparei que o dó central, pelo menos neste piano em que gravei a opus 1 e 2, não fica exatamente em frente ao buraco da fechadura, mas umas duas notas para a esquerda, não sei os outros pianos. Em suma, achei que conhecesse pelo menos uma nota do piano, quando toquei, mas infelizmente não conhecia nenhuma.


Voltando à vaca fria, quero dizer, ao violino, após o referido dia voltei a tocar seriamente, com dedicação e afinco, pois, como dizem, variando o percentual, a inspiração representa 5% e a transpiração 95%, por isto também toquei ontem uns 25 minutos e hoje, 29.10.2013, mais uns 15 minutos, antes de gravar o:


Bom, para aqueles que acham que a música surgiu de uma maneira mediúnica na minha vida, volto a afirmar que não. Antes de eu começar a tocar violino, que aprendi em um dia, através dos desenhos das notas que fiz, a partir de breve pesquisa on line (sendo que isto aconteceu na casa de uma professora de violino e dona do piano acima referido, que muito me incentivou no momento, tendo inclusive se oferecido para me dar aulas gratuitamente, apesar de ter parado de dar aulas, que infelizmente não pude aceitar), bem como, antes de brincar no piano, sem saber ler partitura; Sai Baba já havia se antecipado dizendo que me daria a "música" de presente, de volta, após eu sair deste caminho, por cerca de um século.

Falando menos sério agora, embora digam que a TVlisão engorda a gente, reparem que no vídeo, que tem momento em que estou barrigudo e outros não. Acho que nessas horas em que estou barrigudim, devo estar incorporado... Aqui sim, acho que essa paradinha é mediúnica...

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Museu da Justiça Militar da União


Estando, por uns dias, no Superior Tribunal Militar (leia-se Éssi Tê Amy), sempre de portas abertas, na Brasília amarela, sem o violão, mas que é mutcho mar do que lindia, já no horário da sobremesa, meu docinho de coco, após o almoço, meu chuchuzinho; Giov. quis rever seus filhos, que foram adotados, em 2008, pelo...

, detalhe da capa do folder.
No que Giov. aproveitou para visitar as amigas very, very beautiful (que não revela os nomes por ciúme e egoísmo em dividir a amizade), que obram, entre as obras, por lá e que não mediram esforços para atender a este pedido, que ocupou boa parte do dia 16.10.2013. No que aproveito para agradecê-las...


BRIGADUUUUUUUUUUUUUUUUU............................ Isto me deixou legalzão.
Da esquerda para direita, o nome de batismo das crianças:
Brilho e Movimento em Alcíone, 60x80cm, Acrílica sobre Tela.
O Frio Circulante de Plutão, 60x80cm, Acrílica sobre Tela.


domingo, 13 de outubro de 2013

A Entrega

Rio de Janeiro Photográfico 181 Visão do Leme
Entrego-me. A mim.
Infelicito-me!
Ensimesmo-me.
Fico-me. Giro-me em torno de mim mesmo.
Despeço-me de mim. Vou-me. Distancio-me de mim.
Perco-me de vista... Quando olho para dentro de mim.
Parto-me, sozinho, por um caminho. Rasgo-me.
Parto-me em vários caminhos partidos e perdidos.
Retorno-me. Torno-me a ficar, mas... 
Quero: ir-me, levar-me, carregando-me em meus próprios braços.
Abraço-me. Arrepio-me. Sinto-me frio, não só, pois esquento-me.
Alimento-me, do mais ao menos.
Exponho-me ao mundo.
Falo-me aos ventos.
Enclausuro-me na mudez de mente e ou de paredes.
Canso-me de mim mesmo. Abato-me.
Desfaleço-me, perdendo-me a pequena parte das forças que... Restava-me...
Sinto-me, somente, só.
Engulo-me, e, mascaro-me.
Prostituo-me, inventando-me, fantasiando-me em contos de reis, mas dos réis, lucro-me em nenhum vintém.
Se lucro, pior, ignoro-me de vez. Numa ignorância fria, que congela quem transpassa por mim.
Então, mendigo-me, mentindo-me para quaisquer, pois analiso-me: nunca, jamais!
Lambuzo-me, entornando-me em caldo e suor. Salivo-me, simplesmente porque...
Admiro-me, nem sempre ao espelho. Orgulho-me de mim. Envaideço-me.
Cultuo-me. Aculturo-me. Cresço-me, mas quase sempre, apequeno-me.
Disfarço-me de mil maneiras sutis. Finjo-me humilde.
Penso-me que engano a mim e a todos.
Planejo-me ser assim, sim. Mas, não sou e nem quero ser. Ser-me, a mim basta...
Extenuo-me. Quedo-me. Morro-me, por dentro e por fora. Suicido-me.
Despedaço-me. Estilhaço-me.
Desesperanço-me em mim, de mim para comigo mesmo. Resta-me, tão somente, o nada mais.
Abandono-me de vez, por mais uma vez.
E, vendo-me, dentro de mim, que há algo mais do que eu, muito além de mim...
Resolvo-me por sair de mim, mas sem forças, permaneço-me... Em mim...
Um dia... Ao invés...
Entrego-me. Ao meu Pai que está nos Céus.
Felicito-me!
Junto-me. Reúno-me. Construo-me, ainda que disforme.
Restabeleço-me. Curo-me.
Clarifico-me em luz.
Aso-me. Angelizo-me.
Agora, não mais para mim.
Agora, por e para todos.
Eis a história e o destino da humanidade!

domingo, 6 de outubro de 2013

MÚSICA: Ballet, Carulli


Frases relacionadas com violão, da página FRASES, daki du brógui.

329 - BALLET: Obra violonística de Ferdinando Carulli. Gravei este "longa-metragem 019", em 06.10.2013, sendo que neste dia somente toquei nos 3,5 minutos da música. A parte que errei e na hora improvisei, + - dentro da proposta do autor, não foi o trecho da música que cortei no vídeo para inserir efeitos visuais. Aprendi violão quando criança, desfiz-me do instrumento e readquiri um recentemente. Eu de-tes-ta-va (por motivos outros, que não o próprio violão), mas Sai Baba, soube me persuadir a gostar (apesar de eu não ter tempo para estudar), após me incentivar no violino.

Autorretrato 2013 Outubro
Frase 256 - MATTEO CARCASSI: Compositor violonístico do século XIX, trazido pelos amigos espirituais, em julho de 2013, enquanto eu tentava tocar com seu método, disse que achou que eu estivesse pior no violão. Não foi ironia, embora eu tenha rido. Nem tomei como elogio, lógico. Entendi que quando os amigos foram buscá-lo, para ele não se decepcionar tanto, exageraram mais ainda minha atecnia. Ele continua trabalhando na difusão do violão erudito. Nada me ensinou, mas somente com sua presença toquei menos mal. Sensibilidade e inspiração não se confundem com mediunidade.

Frase 279 - CEFALEIA: Madrugada, 17.08.2013, muita dor, enquanto, na sonolência, eu via e ouvia agradavelmente notas musicais, como numa partitura, de mais de 30 minutos, para violão, que ao final o som passou para piano (mão direita). Somente consegui levantar 5 horas, para ministrar dipirona e vibhuti (frase 167), e instantaneamente fiquei curado. A luz desligada do quarto acendeu e apagou rápido, como um pequeno clarão (que não foi a 1ª vez) e SAI BABA disse que esta dor havia sido feita por Ele. Foi a resposta emocional ao meu questionamento de que com o dedo paralisado da mão direita, Schumann não conseguiria tocar violino ou cantar, porque sua dor era real e intensa. Acordei ótimo.