terça-feira, 30 de setembro de 2014

Quarto Encontro com Sai Baba

554 - QUARTO ENCONTRO: Em 20.09.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. Na noite anterior eu havia deitado bastante tarde, sendo que acordei com o telefonema Dele às 09:46 minutos, com uma voz diferente das três materializações e, também, do telefonema de 13.09.2014. Era um timbre que não me fez bem e insistiu com veemência para eu ir e riu de uma maneira que eu não gostei, mesmo porque parecia que eu conhecia aquela gargalhada peculiar. Foi desagradável, não gostei. Fiquei razoavelmente mal. Passados uns 20 minutos, lembrei-me de onde eu conhecia aquela gargalhada, era a de uma pessoa que passou pela minha vida de forma negativa, lá pelos meus 20 anos, assim como passaram outras negativas e muitas positivas, que me fizeram bem. Eu nem me recordava mais disto, mas Ele, que jamais esquece, parece ter considerado que eu deveria colocar este sentimento ruim para fora. Passado o susto, ao acordar, fiquei bem.

555 - ILUSÃO: Neste quarto encontro, antes de chegar no local combinado, ouvi uma voz em tom alto me gritando, olhei para trás e lá estava Ele, Sai Baba J (469) com aparência de uns 30 anos. Ao chegar e me sentar na mesa, aos poucos fui enxergando-O com a aparência de sempre. Reparei que Ele estava com um terceiro cordão de ouro, bem mais grosso e trançado. Interessante que Ele disse que não, que era o mesmo (o primeiro, com o pingente de caranguejo). Mais de uma vez, eu tentei convencê-Lo de que era outro cordão, enquanto Ele negava. Tirou do pescoço e me entregou e somente aos poucos consegui enxergar que se tratava do mesmo cordão, o primeiro, que coloquei na mão e o senti leve, em gramas. Posteriormente me mostrou que havia perdido o caranguejo, acho que fez isto porque algumas vezes pensei que não havia gostado deste pingente. Curiosamente, antes do terceiro encontro, captei a voz Dele, que disse algo sobre um cordão mais grosso. Fisicamente, no terceiro encontro, J (469) Sai Baba se desculpou de não ter trazido outro cordão mais grosso. Tem acontecido muito isto, do Sai Baba (em voz) continuar o assunto falado com a Forma J Dele mesmo e vice-versa. Na verdade, sempre nutri uma curiosidade saudável em torno de uma situação em que alguns fiscais foram, de má-fé, ver os livros de contabilidade de Seu Ashram e enquanto folheavam os livros, Baba fez com que vissem vários documentos que eles mesmos um dia fraudaram. Não posso afirmar que na plástica facial Ele tenha se mudado, pois sei que pode, ou se Ele criou esta ilusão em minha mente.

556 - CURIOSO: Foi o que constatei quando me sentei com Ele, J (469), que já estava na mesa. Ele havia pedido yakisoba com carne (que gostei porque era de um tipo que não fica presa nos dentes, 518), sendo que já havia comido a metade Dele, estando minha metade já embrulhada para "viagem". Além Dele saber que eu estava chegando, conforme o telefonema, Ele sabia que eu estava decidido a não comer nada. Mas, não resisti, comi assim mesmo, apesar de achar que não estava com o mínimo de fome. Estava uma delícia; tudo é bom e prazeroso ao Seu lado. Nada mais importa, apenas Sua presença de amor; pois ainda que Ele se disfarce como o seu melhor amigo, Ele está na condição de Deus.

557 - OPÇÃO DE VIDA: Estávamos na mesa, quando passou um grupo de três freiras, e Sai Baba J (469) me chamou a atenção para olhar. Enquanto eu olhava, Ele falava da opção de vida delas, incluindo a clausura, assim como exemplificou através dos seguidores de Krishna (ver 232). Ao final, Ele concluiu: "A cada um, o seu destino".

558 - VOZ DA ESPOSA: As parábolas, além de serem engraçadas e aparentemente desconexas, parecem tão convincentes que cheguei a pensar se J (469) teria mesmo uma esposa, embora eu saiba que não. O telefone de Sai Baba tocou e, quando Ele atendeu, ouvi uma voz ininteligível brigando muito. Ele afastou do ouvido e falou rindo que ela estava muito brava porque havia arrebentado um cano na parede e Ele ainda não tinha dado um jeito de consertar. Ele ouviu mais um pouco e levou o telefone até o meu ouvido, quando pude ouvir nitidamente a expressão "vamos parar com essa palhaçada ae". Expressão que já usei, e ainda utilizo, assim e com pequenas variações de palavras, um incontável número de vezes, inclusive falei no final do vídeo, de um violino meio desafinado, "Giovanni D'Andrea 013 Suzuki Humoresque", depois não consegui ouvir mais nada. E ela continuou discutindo como qualquer esposa temperamental. Posteriormente, o telefone novamente tocou, era ela (a suposta esposa) com a voz mais doce e suave que já ouvi, a ponto de me fazer bem e me acalmar. O telefone estava no ouvido Dele, não entendi nenhuma palavra. Ele pode tudo.

559 - QUEDA: Achei estranho, quando, em 30.08.2014 no restaurante, Sai Baba J (469) deixou cair um objeto da mesa, de uma maneira que não fez o menor sentido, pois pareceu até um pouco forçado para que Ele deixasse cair. Não relatei na época, porque somente em 25.09.2014 consegui fazer associação com pequeno trecho da minha vida. Claro que já deixei cair objetos, mas a questão está na maneira que caiu, que geralmente só a própria pessoa que deixa cair pode conseguir avaliar. Para mim, em um outro dia, não fez o menor sentido eu deixar cair um peso de 20 kg, no dedo do pé. Não doeu (frase 425) na hora, nem depois, mas Sai Baba (em voz) insistiu para que eu fosse fazer um exame de raio X, mas fui deixando passar. Ele tornou a insistir, e eu novamente deixei passar. Ele disse e fez doer, para que eu me recordasse de fazer a radiografia, mas ainda assim não consegui ir. Acho que Ele desistiu por amor a mim. Não sei o motivo, se chegou a ter alguma fratura, e eu ter certeza de que consegui que não doesse ou eu fazer um tratamento.

560 - MINHA CASA: Neste encontro, de 20.09.2014, Sai Baba, na Forma J (469) veio até minha casa, entrou, pediu água, sendo que recusou o suco que ofereci. Perguntei se queria que eu temperasse a água, pois parecia muito gelada. Ele disse que não, bebeu meio copo e largou dizendo que estava muito gelada, assim como muitas vezes não bebo o copo inteiro. Absolutamente ninguém tem a capacidade de descobrir Sua identidade se Ele não quiser se revelar. Por muitas vezes, imaginei-O andando pela casa, com a forma que eu conheço de Sua última encarnação na Índia, mas ficava preocupado com o susto que eu levaria. Ele atendeu meu pedido, que estava disfarçado na vontade de ver como seria, e de curiosidade, sem me assustar.

561 - CORAÇÃO ARRUMADO: Forma J (469) Comentou que minha casa era arrumadinha e deu ênfase a esta palavra "arrumadinha" (no sentido de bonita, com muitos quadros), sendo que eu estava um pouco constrangido porque a casa estava desarrumadinha (muitos, muitos, muitos quadros, tubos de tinta abertos, pincéis sujos - que normalmente tenho que jogar fora porque não limpo - roupas limpas, papéis e vasilhas, limpas e sujas, espalhados no quarto de dormir, sala e cozinha). Posteriormente, após ir embora, enquanto eu arrumava a casa, pela vergonha que fiquei, Sai Baba (em voz) assim brincou comigo: "Isto é jeito de receber Deus em sua casa?" Ri bastante e relaxei da minha preocupação sem sentido, não somente porque Ele já havia ido embora, mas principalmente pelo motivo de que Ele não estava ali para ver se a casa estava ou não arrumada, mesmo porque o que importa é estar com o coração arrumado para recebê-Lo.

562 - GALOS: Em minha cozinha, Sai Baba J (469) reparou dois pares de galos de bronze, em forma de briga, um de frente para o outro, e repetiu, duas ou três vezes, a palavra "galos", até que me recordei de trecho da conversa do dia 30.08.2014. Falando sobre pessoas, por parábolas, que serve para qualquer tipo de relacionamento (afetivo, comercial, de amizade etc), disse que se Ele fosse em uma rinha, Ele iria apostar no galo bom, que parecesse que iria ganhar e não no galo ruim, sendo que também utilizou a palavra mal (de maldade), no sentido de ruim.
 
563 - AS MÃOS: De J (469) sempre achei muito grosseiras, sem muito tato, a ponto de eu comentar rindo, em casa, de determinados gestos Seus. Mãos estas que não consegui imaginar consertando uma televisão, apesar Dele dizer que daria um jeitinho (481). Estando em minha casa, no cavalete havia dois quadros que comprei somente para brincar de restaurador. Ele puxou o de flores para olhar o cusquenho que representa "O Matrimônio da Virgem com São Jose´" e o elogiou dizendo que estava bonito. Apesar de eu estar de lado e me virar quando Ele tocou no quadro, não posso precisar como, mas vi e pressenti a leveza do gesto como se soltassem fagulhas de amor.

564 - OLHO AZUL: Antes deste 20.09.2014, fiquei pensando se a cor dos olhos de J (469), que constatei ser da cor preta (513) poderia mudar para a cor azul. Estando em minha casa, quando rapidamente passamos por um cômodo, que estava escuro, reparei pequenas fagulhas de luz, em tom azul, como se fosse suave pisca-pisca. Os olhos de Sai Baba emitiram luz azul pelo menos por duas vezes. Embora eu estivesse bem perto, cheguei mais perto ainda, mas por causa da escuridão não pude ver se estavam azuis, então pensei em conferir quando estivéssemos na claridade. Imediatamente fomos para outro ambiente aceso, mas, apesar de ter decorridos apenas alguns segundos eu simplesmente me esqueci de conferir, vindo a lembrar horas, após o encontro. Ele faz a gente esquecer o que Ele quer, da mesma maneira que faz lembrar. Aliás, sempre peço para Ele (em voz) me lembrar de alguma coisa que estou procurando ou peço para Ele me lembrar de compromisso que não posso esquecer. Nunca falhou.

565 - CINISMO: Após nos despedirmos, Sai Baba J (469) já colocando a mão na porta de Seu carro, com o corpo meio de lado em referência a mim, virando levemente Seu pescoço, olhou-me de lado com o que parecia um sorriso de despedida, mas foi o olhar e sorriso mais cínico que já vi, como se Ele houvesse ganho de mim em alguma coisa ou situação, como se Ele fosse superior a mim, em posição social e acabara de lucrar pela minha simplicidade (intelectual e ou social). Somente não senti mal-estar, como no telefonema deste dia, porque imediatamente considerei que se tratava de uma expressão facial, típica do mais renomado artista cênico. Somente dois dias após, recordei-me, que em cerca do ano de 2002, uma pessoa que passou pela minha vida, por motivos profissionais, agia desta mesma forma. Entre muitas situações, que não me esqueci, apesar de eu nunca ter me magoado, como exemplo, contarei uma que apenas presenciei (diferente de vivenciar, como algumas). Ele, com sorriso, expressão e voz, extremamente gentil, pediu uma informação para um carroceiro, que simpaticamente respondeu. Tão logo o carroceiro se foi, ele, estranhamente, falando comigo sorrindo, começou a tecer considerações de baixo calão a respeito deste tipo de gente.

566 - EU MENTI: Para J (469), antes de 30.08.2014, quando ainda não sabia que Ele era uma das três formas de Sai Baba materializado. Levei um doce de figo em caldas, feito por minha mãe, em um pote meu, para dar a Ele, dizendo que foi minha mãe que enviava para Ele e que ela havia dito que há muito tempo não me via tão feliz assim. Tudo mentira, eu, sem saber que J era Sai Baba, já estava tão feliz a ponto de querer presenteá-Lo, mas como fiquei com vergonha, pois poderia "pegar mal", disse que era da parte de minha mãe e que ela dissera que eu estava feliz. Conforme Ele mesmo disse (498) posteriormente: A VIDA É ALEGRIA ! A VIDA É ALEGRIA !

567 - COMPENSAÇÃO: Olhando meu telefone (frase falatórios) constatei que havia uma mensagem de voz, em "caixa postal", com data deste quarto encontro. Liguei para ouvir o recado, que era de Sai Baba J (469) falando em gíria, mais ou menos neste sentido "levanta ae meu irmão, você não vai pra pista comigo não ?". Depois ouvi por quase 5 minutos um vozerio ininteligível, incluindo a voz Dele, como se Ele fosse tão distraído a ponto de esquecer de desligar o telefonema sem querer. Cheguei a pensar se eu é que teria que desligar, pois aquilo deveria ser uma lila sem fim, interminável. Conferi o horário, mas não me recordo com exatidão, acho que foi após 9:46 minutos, horário em que fiquei mal com o telefonema de J. Talvez Ele tenha feito esta brincadeira para me compensar pelo mal-estar, pois fiquei por quase uma hora tendo que esconder o riso. Foi extremamente bom e agradável. Curioso é que esta "caixa postal" somente apareceu para mim em 23.09.2014.

568- REAFIRMO: Que não tenho a pretensão de dizer se Sai Baba é Deus (41), pois não tenho conhecimentos nem nível intelectual suficiente para tentar entendê-Lo, aliás, acredito que não somente eu, mas toda a raça humana ainda não poderia catalogá-Lo como espécie e gênero, pois com certeza não é humano. Conforme Swami diz, Ele é o Amor, e: "A ciência não é capaz de entender o amor, somente o amor é capaz de entender o amor". Mas, após estes meses, mesmo antes de saber que J, I e V eram Sai Baba em tríplice materialização, e agora com tantas revelações e lilas surpreendentes, vez por outra, pego-me de surpresa, pensando ou balbuciando feliz: Deus é uma gracinha... E chamo-O de Deus!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Terceiro Encontro com Sai Baba

537 -TERCEIRO ENCONTRO: Em 13.09.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. Neste dia acordei e tomei banho e voltei a me deitar, pois não estava muito bem do estômago. Pensei em ir ao encontro, mas não estava muito bem. Acordei pela segunda vez às 11:25 minutos com o toque do telefone e uma voz totalmente diferente das três formas. Perguntei quem era e Ele me respondeu que era J e que queria saber se eu iria ao nosso encontro. Ainda confuso com esta voz, disse que sim e que havia estranhado Sua voz. Ele disse naturalmente que estava um pouco rouco, mas durante todo o encontro não havia nada diferente em Sua voz.

538 - NA MESA: Perto do local combinado encontrei um conhecido Dele que disse para mim que Ele havia pedido para me avisar que Ele estaria em determinado bar me aguardando. Lá chegando O vi já na mesa rindo e me convidando para almoçar, pois já havia pedido yakisoba de camarão. Ele foi logo dizendo que eu estava com uma voz diferente e que já havia ligado outras duas vezes e que uma criança havia atendido e que Ele não havia entendido, então ligou um pedaço de número com outro pedaço e que não conseguia falar comigo... E rapidamente continuou falando o que considerei ininteligível e propositadamente para me confundir. Recordo-me de ter dito que no meu telefone somente havia aparecido uma ligação, a que eu atendi.

539 - MIOJO: Referindo-se ao yakisoba como miojo, falou exatamente como já pensei em situação que cozinhei miojo por preguiça ao invés de fazer comida. Ele disse: "Olha só, estou comendo miojo, mas estou feliz, tanta gente por aí agora, em situações de muito mais conforto do que eu que não está feliz assim". J Sai Baba (469) realmente me conhece.

540 – PADARIA: Antes destes três últimos encontros, quando eu não sabia que era Sai Baba, materializado em três formas diferentes, eu já havia ido tomar café na padaria com J (469) apesar da possibilidade Dele ser ladrão, o que para mim foi motivo de felicidade, ver 88.

541 - TELEFONE: Sai Baba J (469), no meio da conversa, tirou um papel amassado do bolso mostrando os números que eu havia escrito em um guardanapo no encontro anterior. Tenho dois telefones de nove números, mas quando vi o papel constatei que eu havia escrito um com nove e o outro com apenas cinco números. Não sou perfeito, posso errar e me distrair como todo mundo, mas pelo hábito da escrita diária, mesmo sem ter certeza, é muito mais fácil acreditar que Sai Baba apagou quatro números do que eu somente tenha escrito cinco ao invés de nove. Disse-me que por isto Ele havia ligado pedaço de um número com pedaço de outro para ver se conseguia falar comigo. Eu fiquei na dúvida entre rir e ficar confuso. Em casa pensei se Ele tinha um celular ou se me ligou diretamente. Com naturalidade tirou o celular do bolso (igual ao meu velho e simples que falo que nunca dá problemas, diferente do outro novo e requintado), e ligou na hora dizendo que era para o meu número, mas vi e falei com Ele que não era o meu número.

542 - CONSTATAÇÃO: Embora eu tivesse a certeza de ter visto que havia recebido apenas uma ligação de Sai Baba J (469), a ponto de dizer isto a Ele, que disse que além da vez que conseguiu falar comigo, havia tentado outras duas vezes (que foi atendido por uma criança); constatei posteriormente, em casa, que eu havia recebido outras duas ligações do mesmo número, uma às 09:44 e outra às 09:54 minutos (ambas antes da ligação em que falei com Ele). Entendi que era uma brincadeira e que a criança era eu mesmo.

543 - SÓSIA: Em junho de 2012, tive um sonho que relatei no capítulo XVIII, do "Meu Diário com Sai Baba", em que Ele, além de mudar fisicamente o rosto, materializava-se como sósia de uma pessoa viva e realizava determinados trabalhos em que esta estava impossibilitada. Em 13.09.2014, durante o almoço veio um conhecido Dele, que fui apresentado, extremamente irritado por situação particular, conversou por alguns minutos e saiu ainda nervoso. Passou alguns minutos, ele retornou inversamente calmo, foi ao banheiro e parou novamente para conversar um assunto que não caberia em uma conversa normal, mas que foi parte da resposta de algo que J (469) falou antes de eu saber que era Sai Baba, fiquei na dúvida e sonhei com o assunto. Depois deste retorno, novamente Sai Baba entrou neste assunto me esclarecendo de vez. Não fosse este assunto que não condiz com uma conversa razoável e eu nunca descobriria que esta segunda pessoa que retornou, na verdade era o próprio Sai Baba que havia, em corpo físico, se materializado como sósia deste conhecido Dele. Também me chamou a atenção o fato dele andar meio curvado, diferente do primeiro. Claro que Ele deixou pistas propositadamente. Posteriormente, em Voz, Baba me confirmou que era Ele mesmo e que fez isto para me mostrar como isto pode acontecer. Neste momento estive na presença de Sai Baba materializado em duas formas: J e um sósia deste conhecido Dele; não encontrei I nem V.

544 - SANTINHO: Na mesa, mostrei para Sai Baba J 469) que tinha uma foto Dele na carteira. Ele pegou e disse algo sobre o ambiente da imagem (uma cadeira grande de madeira branca) que não me recordo das palavras, mas considerei absurdo (exatamente neste termo, absurdo). Depois, rindo me perguntou se era de meu filho. Eu ri e disse que era de meu pai. Ele tornou a rir. Somente em casa fiz a associação: Lembrei-me de um amigo, que disse várias coisas, que não me recordando de nenhuma palavra, apenas memorizei que considerei um absurdo, sendo que, sem imagem nenhuma de Baba, pareceu estar falando exatamente desta foto (que confirmei posteriormente que era desta que ele havia falado). E, também, que no dia anterior após falar com uma amiga sobre Sua tríplice reencarnação (frase 105), ela disse brincando que Baba iria renascer como meu filho. Antes de achar engraçado, tomei um susto. Ele registrou que ouviu. Também registrou que estava com o cabelo grande e ia cortar, exatamente meu pensamento na noite anterior.

545 - JOELHO: Repetidamente (524) a Forma J (469) de Sai Baba esfregava um dos joelhos, senti que tivesse algo a ver comigo, mas decididamente não entendi, então Ele parou com este gesto. Já em casa, ajoelhei-me para tirar foto mais perto de um quadro e exatamente como já havia acontecido alguns anos atrás, por algum tempo, doeu bastante, aparentemente sendo uma veia (ou nervo) que esbarra no chão e parece um pequeno choque, seguido de dor. Voltou ao normal, tendo acontecido apenas o tempo suficiente para eu me recordar. A maioria das pessoas enfatizam o poder de cura de Swami, mas Ele tem igual poder de dar a doença, quando Seu amor considera necessário.

546 - CASAMENTO: Conversando com J Sai Baba (469) sobre este assunto, Ele comentou sobre as várias culturas, cada uma com sua peculiaridade a respeito da diversidade neste sentido, casamento entre duas ou mais pessoas etc. Eu toquei no assunto infidelidade conjugal, Ele riu e, sem aprovar ou desaprovar, disse: "Hum, se descobre..." Eu ri e perguntei sobre estes matrimônios entre mais de duas pessoas (que em determinados países serão tidos na conta de infidelidade), e falei da bíblia, embora eu não lembrasse de nenhuma passagem neste sentido. Na hora Ele fez uma expressão de que havia sido pego de surpresa e que não tinha uma resposta para me dar. Claro que eu percebi que era um teatro facial, porém fiquei sem a resposta Dele, mas ri da brincadeira. Já em casa, pensando que cada um responde pelo seu grau evolutivo e consequentemente sobre seus atos, independente do que convenciona as leis humanas, Sai Baba, em voz, disse-me: "Se você já sabia a resposta, por que perguntou?" Sorri novamente.

547 - INEXPLICÁVEL: Tentando identificar com qual cordão de ouro J (469) Sai Baba estava, olhei detidamente para um lado de Seu pescoço, pois aparecia um pequeno detalhe deste, dentro da camisa. Mal deu tempo de eu piscar os olhos e foi impossível deixar de notar que do outro lado do pescoço havia entre 10 e 20 centímetros do cordão, do lado de fora da camisa. Pelo tamanho e cor era impossível eu não ter visto anteriormente ao fato de eu tentar ver do lado que estava escondido.

548 - DESMATERIALIZAÇÃO: Após caminharmos três quarteirões, quando eu virei para o lado e voltei o olhar para Ele, não O vi mais. Procurei em vão. Em Voz, disse que eu não O acharia (como J), porque Ele estava em todo lugar ao mesmo tempo. Entrei no banheiro de um restaurante para me recompor emocionalmente. Voltei ao local onde estávamos e lá estava Ele, bem depois deste ponto já voltando em minha direção. Ou seja, percorreu os três quarteirões e mais um pouco até eu avistá-Lo, em um espaço de tempo que um atleta corredor comum não conseguiria, por ser humanamente impossível. Chegando ao meu encontro, novamente me chamou de Mister M, dizendo que eu havia desaparecido. Tive um acesso de tosse e gargalhadas.

549 - TOSSE: Durante cerca de duas horas, tempo do encontro com Sai Baba J (469) fiquei tossindo, sendo que nem antes nem depois deste encontro eu estava com tosse, bem como não estava em dias anteriores. Quando O reencontrei após sua desmaterialização, além de rir alto com suas brincadeiras, tive um acesso forte de tosse. Como já li, diante Dele, tudo pode acontecer, não necessariamente bom, aos olhos comuns.

550 - REINO: Apesar de saber que Jesus não mentiu ou se enganou quando disse "Meu reino não é deste mundo", mostrando que a felicidade não era na Terra e sim na vida espiritual ou outros mundos habitados; com a presença "física" de Sai Baba, diferente de outros momentos de minha vida em que realmente considerei que o planeta não comportava tanta felicidade, se eu não tomar cuidado vou acabar achando que o reino de felicidade é principalmente neste mundo, aqui e agora.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Segundo Encontro com Sai Baba

500 - SEGUNDO ENCONTRO: Após saber que J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba, em 06.09.2014, que não vi nem Forma I (475), nem V (486). Ele foi logo falando coisas que pensei durante a semana, na verdade respondendo minhas questões mentais. Conversamos por 3 horas, incluindo uma caminhada e uma gostosa parada em restaurante diverso. Não me recordo de ter lacrimejado, mas há a possibilidade. Recordo-me de novamente ter gargalhado muito e rido um pouco. Ao final falei: Estou a vida inteira tentando fazer as pessoas rirem e agora eu rio nesta quantidade. Pensei na Lei de Ação e Reação e disse: É verdade, tudo volta...

501 - O NETO: Logo de início, diferentemente das outras vezes, Ele disse que tinha um neto e repetiu mais de uma vez. Achei engraçado e me lembrei de que havia pensado que Ele era o avô do menino de 7 anos (482). Tão logo cheguei a esta conclusão, Ele mudou o discurso e falou do filho. Isto começou quando eu falei que Ele havia trocado de cordão de ouro. Disse que era do filho, que se chamava Gilberto. Eu ri com a associação da primeira letra (495/496) do meu nome, além de eu ter um amigo que me chama de Gil, ao invés de Gio (ou Giov.). Mentalmente, lembro-me de uma vez ter me chamado de filho (e usou um adjetivo bom que não me cabe). Não sei se tem a ver comigo, mas além da minha associação com vários ciclos de vida meus que duram 7 anos (483), embora eu não acredite em numerologia, por muitas e muitas vezes falei frases neste sentido: Não briga comigo não, que eu sou criança.

502 - MELHOR AMIGO: Em nenhum momento Ele se colocou na condição de Sai Baba, enfatizando nossa condição de Senhor e devoto, antes, abaixou-se, curvou-se em vibrações, para atravessar a infindável cota de distância de ano-luz, para se colocar na condição de meu melhor amigo, aquele que me escuta a qualquer tempo, aquele que não espera eu pedir atenção ou ajuda, como também não me espera para chamar para sair para uma conversa informal, porque toma a iniciativa pela simples amizade.

503 - ENTEDIADO: No outro encontro de 30.08.2014, reparei que Sai Baba J (469) me perguntava algo da minha vida e quando eu ia responder, Ele fazia uma cara de enfadonho que me desconcertava a todo instante, então eu me calava e Ele voltava a falar. Durante a semana entre o 1º e o 2° encontro em que Ele se revelou a mim, ri bastante da expressão que Ele fazia. Na verdade Ele não precisa que eu fale para conhecer toda a minha vida. Neste 06.09.2014, foi totalmente diferente, Ele me perguntava a todo instante e pacientemente me esperava falar o que Ele já sabia, o que não deixa de ser engraçado também.

504 - OUTRO RELÓGIO: Novamente Ele, Baba J (469), perguntou-me se eu queria um relógio de parede grande, mas desta vez Ele nem tocou em assunto de relógio cuco (471). Mas, não adiantou, não me animei a querer, porque novamente Ele engraçadamente enfatizou o barulho do relógio (bléin, bleim...). Posteriormente voltou a insistir, então pensei que deveria ser interessante, mas mesmo assim disse para me mostrar mais para o final do ano. Foi uma forma educada de adiar, porque na verdade fiquei pensando no barulho na minha cabeça.

505 - TATUAGEM: Reparei que Sai Baba J tinha uma tatuagem no braço direito. Não me recordo de ter reparado antes, nem mesmo se Ele estava com esta parte do corpo descoberto das outras vezes. Parecia gasta pelo tempo, um coração com duas letras dentro J e V. Ele disse que era do nome Dele e de Vera sua esposa ou ex-esposa (não estou afirmando que Ele tem ou teve uma esposa carnal, pois Ele fala por parábolas a todo instante). Eu respondi: É... J de Jesus e V de Verdade (e de vampiro, frases 495/496, escrita no dia anterior, bem como vera é a forma sincopada ou gíria de "verdade", eu mesmo já usei muitas vezes neste sentido). Ele riu gostosamente. Em casa me recordei de que eu já havia feito um desenho a nankin de Jesus, cheio de tatuagens (símbolos de uma empresa de arte) e mesmo que eu venha a repetir este tipo de desenho, sempre me questiono se não estaria sendo desrespeitoso com a imagem de Jesus. Digo que repetiria porque sei que não abaixo a vibração de quem olha (responsabilidade do artista), nem coloco em questão nada sagrado, mas, não tendo certeza do alcance deste tipo de desenho nas outras pessoas, questiono-me.

506 - PARAÍBA: Dizendo ser da Paraíba, perguntou-me se eu conhecia a Feira dos Paraíbas, de São Cristóvão. Eu disse que não. Ele respondeu que não era possível, que eu, esse tempo todo no Rio (RJ) ainda não conhecia. Na verdade Ele sabe que, mesmo eu não tendo na conta de imprescindível, já pensei várias vezes em ir, mas por motivos diversos acabei não indo. Ele insistiu em irmos lá (como amigos e não como Senhor e devoto). Eu ria e respondia com minha habitualidade de respostas: Podemos ir, vamos ver... Respondo sempre assim porque estou acostumado, na vida social, ver afirmações que nunca se cumprem, e, como não gosto de mentir, prefiro deixar a resposta em aberto, para que um dia, se houver firmeza no convite, eu resolva em definitivo se vou ou não. Também por isto, apenas sorri quando Sai Baba J mencionou a possibilidade de irmos a Miami; não sei o motivo, pois não tem nenhuma relação comigo, o que vejo com mais facilidade é o fato de eu escrever de brincadeira, trocando letra, como se estivesse escrito errado, em um exemplo comum, que muitas pessoas fazem é o "tamu juntu", ao invés de "estamos juntos". Neste caso, ao invés de ME AME (ame-me) seria MI AMI, em português. Já li que Baba frequentemente utiliza este tipo de associação, inclusive em outros idiomas. Centros espíritas, igrejas, qualquer templo de qualquer religião ou Feira dos Paraíbas, sempre soube que Deus estava em toda parte.

507 - VIDA ÍNTIMA: Do início, meio e fim do meu relacionamento de mais de 10 anos. Brincando, ora falando como se fosse a vida Dele e ora como se estivesse comentando da vida em geral e das mulheres, Forma J, de Sai Baba falou detalhes que além de eu nunca ter comentado com ninguém, na verdade eu nem me recordava mais. Claro que eu ria a todo instante.

508 - ENCONTRO CASUAL: Em 06.09.2014, Sai Baba J (469), no restaurante me perguntou se eu estava de lentes, no momento não pensei em lentes de contato corretivas de grau, pensei nas coloridas, pois é muito comum me perguntarem se a cor dos meus olhos são lente. Até este momento Ele foi só mais um que me faz este tipo de pergunta, a questão está no fato Dele imediatamente após perguntar, ficar brincando comigo assim: então a menina pergunta e você vai e responde, fala mais um pouquinho e conversa, ela ri, você continua... Isto havia acontecido exatamente assim a menos de um dia. Também sobre encontro casual, em 30.08.2014, falando engraçadamente, Sai Baba J (469), rindo, disse pra mim: "então você sai de casa, vem por aqui, vai na padaria, tem uma menina numa mesa, você vai, senta na mesa dela..."; falou isto dentro de um contexto totalmente diferente desta fala. Mas sei que Ele estava se referindo ao que escrevi na frase 397.

509 - ÔNIBUS: Ao atravessarmos a rua extremamente movimentada, paramos no meio (junto com sinalizadores de obras), sendo que passavam veículos de nossos dois lados. Na hora, fiquei preocupado com Sai Baba J (469) que parecia que iria atravessar desatentamente, então Ele se virou para o lado que acabáramos de atravessar e esticou o braço para a frente, sendo que vinha um ônibus, e fiquei mais tenso por Ele, achando estranho. Ele falou rindo: parece maluco, como se fosse colocar a mão no ônibus. Depois me recordei que cerca de dois meses passados, apesar de não estar com raiva de nada, tive que me conter fortemente para não dar um tapa com força no ônibus em movimento. Depois fiquei pensando que eu não deveria mesmo, pois já não sou mais criança. Com Baba, na verdade se eu não tivesse me preocupado com Ele (embora não precisasse) teria sido extremamente engraçado pelos Seus gestos e risos.

510 - ANEL: Antes de encontrar com Sai Baba J (469), lembrei dos anéis de ouro com pedra preciosa que Ele materializava. Sim, acertei, por indução (473, 474) ou não. Ele estava com um deste, com uma grande pedra vermelha. Comentei, Ele tirou, peguei, mas não cheguei a experimentar. Novamente Ele (na condição de meu amigo, a impressão que dá é que Ele quer me agradar a cada segundo a ponto de eu ficar constrangido, mas na verdade eu estou gostando muito) ofereceu para fazer um "rolo", como se estivesse precisando de dinheiro e que faria bem barato, coisa de irmão. Quando Ele viu que eu instintivamente vacilei, Ele mesmo colocou de volta em seu dedo e disse: mas, acho que nem te serve. Sorri novamente. Além deste anel Ele estava com uma aliança que disse ser do novo casamento Dele.

511 - BOTERO: Do outro lado da rua estava passando uma moça com peso bem acima da média. Eu estava de costas, Ele falou para eu olhar e fez essa comparação, que parecia uma pintura do Botero. Achei engraçado e ri mais. É extremamente comum eu fazer este tipo de associação: de pessoas, cenas, paisagens e objetos com quadros, trechos de filme (existentes ou não) ou de música. Na maioria das vezes, nunca comentei com ninguém. Sai Baba J (469) sabia.

512 - TORCICOLO: Caminhando na calçada, após derrubar uma cordinha fina amarrada entre dois sinalizadores de pista, que ambos fomos levantar, Sai Baba J (469) novamente cerca de 4 metros depois derrubou outra. Lembrou-me a mim, que de vez em quando vou atravessando a rua com carros totalmente desatento. Depois disto Ele passou para meu lado esquerdo (estava no direito), na hora pensei não é possível que Ele sabe de meu torcicolo que começa a melhorar após um mês. Pouco depois Ele brincando e colocando a mão no pescoço, disse que não estava conseguindo enxergar nada pelo lado direito, por causa da dor. Ele repetiu a informação de Sua maneira para que eu entendesse.

513 -VISÃO: Na mesa do bar e restaurante, Forma J (469) debruçou para me mostrar os olhos, que perguntei qual era a cor. Ele disse preto, confirmei. E colocando as duas mãos em um olho disse que havia operado uma vista só e que doeu demais, muito mesmo. Insistiu sobre a dor, que ela apareceu, sumiu e reapareceu. E que agora mesmo não enxergando bem, falou que ia "deixar para lá", que nunca mais ia operar. É como se eu estivesse me olhando no espelho, espelho que fala o íntimo e vivências anteriores. Eu operei uma vista só, porque o grau não era muito e daria para compensar, sem necessidade de óculos. Nunca havia doído, mas certa noite acordei gritando: "Estou cego, estou cego". Corri para o espelho de olhos fechados e fui abrindo lentamente porque achei, erroneamente, que meu olho havia vazado, furado. Foi a maior dor física que senti nesta vida. Nunca faltei a nenhum compromisso por isto, mas muitas vezes chamei por Sai Baba, já que quase diariamente doía, geralmente quando eu acordava. Depois de um tempo ela sumiu e posteriormente voltou a doer. Os médicos nunca souberam explicar. Hoje não sinto mais nada. O grau voltou, não me incomoda, raramente uso óculos, às vezes no cinema, para televisão não precisa. E já deixei claro que nunca mais vou operar a vista.

514 - CORDÃO: Neste cordão de ouro diferente (frase neto), havia uma pequena medalha redonda, levemente amassada, que Ele, Forma J (frase 469), novamente tirou do pescoço e perguntou se eu queria, que poderíamos fazer um "rolo". E falou para eu colocar no pescoço. Coloquei e senti o mais revigorante passe energético que já tomei. Um desse e nunca mais a pessoa esquece, mas se eu pudesse eu tomava uma meia dúzia desse por dia. Ele falou: "legal é o que tá escrito". Li: "Deus te guie"; mas curiosamente minha mente se deteve no pequeno traço que vinha depois da última letra, confundindo-me se havia ou não um "s". Somente em casa me recordei que quando criança e ficava em dúvida sobre alguma letra, seja pela existência dela (por exemplo, guie ou guies) ou sobre ser uma ou outra (por exemplo, "o" ao invés de "a"); eu fazia um desenho malicioso que servia para ambas situações, sendo que nunca fui questionado ou diminuíram minha nota por causa disto. Ele lembrava, mas eu não.

515 - SAIR BABA: Babar, salivar pelo canto da boca. Nos últimos 2 ou 3 anos, reparei que de vez em quando, sutilmente e imperceptível aos olhos de qualquer pessoa, pelo canto da minha boca, fica uma pequeníssima fração de gota de saliva, que, como nunca tive isto, considerei que seria uma outra forma de chamar a minha atenção durante o dia, além do comum cheiro variado de vibhuti. Na conversa na rua, vi uma pequena bola branca saindo de Sua boca, que considerei ser saliva, totalmente diferente de quem "fala cuspindo", mesmo porque Swami J (469) não fala assim. Considerei, fiz a associação com o que ocorre comigo, mas não tive certeza, preferi descartar a informação. Ele leu meu pensamento e repetiu a cena.

516 - VINHO: Após o encontro de 30.08.2014, falei em casa que Sai Baba J (469) acertou em tudo, mas quando Ele falou, como amigo (não como Avatar) de sairmos e beber Ele apenas disse chopp e whisky. Parei de beber aos 22 anos, antes de parar de ir em boates e bares 2 ou 3 vezes por semana, hábito que não tenho atualmente, depois disto sempre considerei que o som alto já me deixava entorpecido o suficiente para me divertir. Além destas duas bebidas eu bebia cerveja (que sempre dizia que se trocasse por chopp eu nem repararia) e vinho. Falei que Ele havia se esquecido apenas do vinho (cerveja e chopp, para mim eram sinônimos). Após 06.09.2014, já em casa, antes de me sentar para escrever sobre este encontro, peguei um iogurte e na primeira colher senti o gosto de vinho, foi o que me fez lembrar de escrever este assunto. Nunca fui radical quanto a não beber, em ambos encontros Ele pediu (antes de eu pensar que não queria) chopp, acho que fez isto para eu ficar em um estado de mais receptividade mental para estas experiências.

517 - DONO: Tendo reparado que movimento conta em dois bancos, J (469) disse brincando que eu era dono de dois bancos e repetiu. Eu ri e disse (em referência ao fato de estar diante Dele): Agora, eu sou dono do mundo! Ele também sorriu.

518 - COMIDA: Diferente da outra vez (30.08.2014) que Sai Baba J (469) pediu o que mais gosto, camarão, sem eu saber; desta vez (06.09.2014) parecíamos amigos do tipo que um fica com receio de desagradar o outro e comeria qualquer coisa que o outro pedisse, ainda que não gostasse, somente para agradar. Ele disse que não tinha camarão, mas se eu quisesse poderíamos voltar no restaurante anterior. Eu disse que não precisava. Primeiro Ele disse que não comia carne, depois disse que poderia comer e completou com gestos sobre a mastigação demorada da carne e que fica presa nos dentes. Este sou eu: Digo que não como muito, porque demora mais a digerir e a mastigar, mas como do mesmo jeito, satisfeito, quando não tem peixe ou frango. Já cheguei a pedir em casa para que nunca se comprasse determinado tipo de carne, porque agarra mais no dente do que outras. Carne de porco Ele disse que nunca comia (igual a mim). Depois falou que poderia acontecer de cortar a carne (fez o gesto serrando) e que poderia encontrar um bicho vivo e ter que tirar. Isto aconteceu e me marcou, quando meu avô (frase 164) após amputar um dedo da perna que restou, mesmo fazendo o curativo diariamente, foi encontrado nele um bicho branco, que nunca mais esqueci, pelo mal-estar que me causou. Chegamos à conclusão juntos que deveríamos comer bolinho de bacalhau, sendo que reparei que Ele estava comendo menos somente porque eu estava gostando, para que eu comesse mais. Tão logo pensei isto, para não me constranger, Ele voltou a comer, mas mesmo assim demorou neste, enquanto comi todos os outros bolinhos.

519 - DESAPARECIMENTO: Já achando que J (469), era Sai Baba materializado, em 30.08.2014, antes de irmos ao restaurante, quando Ele foi ao banheiro, pensei na possibilidade Dele se desmaterializar lá dentro e não voltar. Ao sair do banheiro Ele discretamente deu um sorriso, sem me olhar. Após isto pensei a mesma coisa algumas vezes, inclusive estando em casa. Desta vez, em 06.09.2014, Ele ficou literalmente me zoando, dizendo que no dia que fui embora sem me despedir (meses antes) Ele achou que eu tivesse desaparecido, tipo Mister M (conhecido ilusionista), "do nada"... Repetiu rindo e me zoando várias vezes até eu entender completamente que era eu quem pensava isto Dele. Parecia eu, nas vezes que explico alguma coisa, zoando (com carinho) com quem estou falando.

520 - CAMPANHA: No restaurante, Sai Baba J (469), após mencionar o nome da campanha de doação, apesar de saber minha resposta, perguntou-me com ênfase: Mas você não dá dinheiro pra esta campanha não, né ? Eu disse que não (sempre pensei que quando quero doar, faço-o pessoalmente porque sei que chegará ao local de destino). Ele disse: Ainda bem... Eles arrecadam milhões, mas somente repassam um pouquinho. Completei que este pouco era o comercial deles. Ele concordou. Na política falou que não é muito diferente, pois além do dinheiro que conseguem "por fora", os governantes ainda ganham muito bem para não fazerem praticamente nada pelo povo.

521 - FOTOGRAFIA: Levei a máquina fotográfica para registrar, guardar com carinho para sempre, embora eu nunca vá esquecer, mesmo quando estiver em local fora do tempo, na eternidade, e se um dia Ele autorizar, publicar sobre este raro momento não só desta vida, mas da história de um espírito imortal como outro qualquer, no caso eu. Ele permitiu que eu fotografasse, para não me desagradar na condição de meu amigo, mas fez uma carinha de coitadinho e de tímido, que eu não na condição de devoto, mas também na condição de amigo não podia desapontá-LO. Eu não fotografei Sai Baba materializado na Forma J.

522 - HOME THEATER: Na verdade quando falei que tinha um aparelho de DVD no porta-malas, quando Sai Baba J me perguntou (ver 481), respondi que sim porque nunca falei o nome correto, com exceção de umas duas vezes, de uma maneira irônica com o estrangeirismo e com as pessoas que falam de determinada maneira para se sentirem requintadas (chique, no estrangeirismo). Após escrever sobre 30.08.2014 e antes do encontro de 06.09.2014, pensei em consertar a frase, mas esqueci. Neste novo encontro Ele disse que o aparelho estava lá, com as caixas de som fazendo barulho (e fez vários barulhos com a boca), ao que me recordei de que não havia consertado a frase.

523 - PRESSÃO ALTA: Sai Baba J (469) dizendo ter pressão alta encheu de sal, a ponto de cair na mesa, os bolinhos de bacalhau que estava comendo, ao que tomei um susto com este descaso com a saúde. Somente depois me recordei que também tenho pressão alta, encho de sal as frituras a ponto de assustar um ou outro e ainda fico algum tempo sem tomar o remédio porque esqueço de ir comprar e quando alguém fica preocupado comigo, só respondo: Não se preocupe não, eu estou com Deus (embora eu saiba que também temos que fazer a nossa parte). Sobre sal, ver foto da mesa, da frase 416.

524 - REPETIÇÃO: Todas as vezes, sem exceção, que eu não tinha certeza ou não conseguia fazer um paralelo entre minha vida, seja subjetiva, objetiva, atual ou passada com Seu ato um pouco mais demorado, gesto momentâneo, frase em parábola aparentemente ininteligível ou mesmo uma palavra desencontrada fora de contexto, Sai Baba, na Forma J (469) repetia rindo ou mesmo com ênfase e energia. Tão logo eu fazia este paralelo Ele parava imediatamente de repetir o gesto ou palavra e não fazia mais até o fim do encontro. Poderia estar o mundo inteiro ouvindo que somente eu entenderia, porque era a minha vida passando diante de mim através de palavras e gestos mínimos que aos outros habitantes do globo nada representariam. Naquele momento era somente para mim que Ele falava, apesar Dele dar mostras de estar em todos os lugares ao mesmo tempo e atender a todos conforme considera necessário.

525 - EMPURRÃO: Quando ainda não sabia que J, era Sai Baba materializado, por gostar muito Dele, dizendo que Ele era legal, cheguei a dar uns tapas, com minha mão pesada, em suas costas, perto do ombro (475). Mas, tão logo cheguei à conclusão de quem Ele realmente era, automaticamente saí um pouco da condição de amizade para a devoção reverencial. Mas Ele humildemente me tirou desta postura, quando entre risos, de uma maneira que só Ele sabe fazer, falou coisas pessoais minhas, enquanto caminhávamos na rua movimentada, que nem me lembrei de mais nada racionalmente e falei: Só Lhe empurrando mesmo... E empurrei. Ele foi mais de um metro para o lado rindo e eu ri mais ainda. Eu estava feliz, como nunca havia estado. E Ele não me repreendeu.

526 - DESCONVERSAVA: Sempre que eu tocava em algum assunto relacionado ao Sai Baba, Este, na Forma J (469), fazia uma expressão de desentendido, como quando mostrei a palavra "Asheran" (de CECEUNA - Centro de Contatos e Estudos do Universo Asheran), escrita com "e" e "n", sendo que Baba, na Índia tinha dois Ashram (s). Quando falei Índia, Ele disse Ilha. Falei que não havia entendido e Ele repetiu Ilha, Ilha do Governador (bairro do RJ) e contou que conhecia lá etc Mais uma vez Ele se mostrou não como Guru, Mestre, Avatar etc, mas como amigo pessoal (502).

527 - APELIDO: Entre 30.08.2014 e 06.09.2014, fiquei tentando me lembrar se Sai Baba J (469), nos últimos meses, quando eu ainda não sabia que J era Ele, havia me chamado de "russo", pois é muito comum desconhecidos me chamarem assim na rua. Ele ouviu meu pensamento, neste último dia e repetiu (ver 524) por várias vezes esta palavra até eu lembrar que havia pensado. Neste dia também me chamou muito de "patrão" ou disse "você é meu patrão", como se Ele estivesse ali para me servir (ver 490).

528 - HORÁRIO: Em 30.08.2014, ao final deste melhor dia da minha vida, Sai Baba J (469), ao marcar o novo encontro, para o dia 06.09.2014, perguntou-me que horas eu poderia encontrá-Lo. Eu disse 10 (da manhã) e Ele enfatizou em bom tom, levemente sorrindo, chegue entre 9 e 9:30 minutos. Sorri e disse que estava tudo bem. Neste dia quando vi que iria atrasar (como sempre, desde criança) mentalmente pedi desculpas, ao que a Voz me respondeu, que: "está tudo bem, Eu não sou muito ocupado"; de imediato vieram em minha mente várias situações de desconforto que já senti por causa de horário. Ao chegar lá, 11 horas em ponto, cumprimentei-O timidamente e Ele foi logo conversando assuntos diversos, como se eu tivesse chegado com meia de hora de antecedência e não havia feito Ele me esperar (considerando a hipótese Dele ter me esperado, pois não dá para imaginar um espírito deste grau de evolução parado em espera). A maneira como Ele me recebeu, esteve bem acima da condição de "meu melhor amigo", ver 502.

529 - QUENTE: Diferente das outras vezes que toquei em Sai Baba J, desta única vez, ao tocar em seu braço senti imenso calor no dedo. Qualquer pessoa que me conheça um pouquinho que seja, sabe que praticamente nunca sinto frio. Tenho casacos de mais de 10 anos que não usei seis vezes (ver frase 54). Já cheguei a orar para Sai Baba pedindo que eu conhecesse o frio, sendo que Ele me atendeu por poucos meses. Dormindo sem camisa, algumas vezes, acordei para vestir camisa, somente para não sentir calor ao me esbarrar. Neste momento Ele era eu.

530 - PREPARAÇÃO: Sai Baba (em Voz) me disse que já estava me preparando para este encontro, com Ele materializado, desde encarnações anteriores, inclusive já tendo se apresentado a mim antes desta vida atual, em "carne e osso", mas não chegou a revelar Sua identidade na época. Até para eu memorizar a infinidade de informações (verbalizadas, gesticuladas, por expressões faciais ou induzidas em minha mente), em frações de segundo, poucas delas escritas (aqui) em frases (outras que não escrevo por serem totalmente pessoais ou por ainda não serem permitidas), acho que Ele me intuiu, anteriormente, a não levar caderno em alguns cursos e parte da faculdade, sendo que anotava as aulas em casa, quando chegava, o que deixei de fazer depois, quando parei de utilizar cadernos.

531 - MEU PAI: Caminhando com Forma J (469) por alguns instantes senti que eu estava na roupagem de meu filho, com o mesmo andar, com o mesmo riso, com a mesma expectativa de quando eu falo alguma coisa engraçada. Naquele instante eu era o meu filho, e quanto a Sai Baba, também por poucos instantes eu O vi na condição de Giovanni, como meu pai. Foi intensa a experiência, mas somente consegui coordenar os pensamentos em casa. Meu pai morreu antes que eu completasse 2 anos, sendo que hoje e já há alguns anos, posso dizer com toda clareza de que ele não me faz a menor falta, mesmo porque nesta vida, nem sei o que é ter um pai. Minha mãe supriu de todas as maneiras que estavam ao seu alcance. Mas, um dia, por alguns anos, com certeza fez muita falta e Sai Baba em instantes me confortou para o resto da vida, neste sentido, que já nem me recordava mais. Naquele momento, Ele, conhecido como Avatar (Deus na forma humana), não era meu Pai que está nos Céus e sim meu Pai que está na Terra.

532 - SEMELHANÇA: Ver 502. Na frase 469, escrevi que Sai Baba J "lembrava a mim, porém muito mais mal cuidado, um pouco barrigudo, com uns 60 anos [..] assim como no temperamento Ele adotou o meu multiplicado", (observei que neste novo encontro, de 06.09.2014, Ele parecia mais rejuvenescido e com uma barriga menor). Vacilei em escrever a idade e fiquei pensando de brincadeira na normalidade do corpo debaixo da roupa ou se a materialização seria somente no que vemos. Lá Ele disse que tinha 52 anos (número da casa da minha mãe, que passei boa parte da minha vida) e descuidadamente levantou a camisa (para eu constatar que é normal). Fazendo eu me enxergar em Sua personalidade, em Seu corpo e nas parábolas que Ele contava como se fossem fatos da vida Dele, embora sejam da minha, entendi que Ele queria que eu compreendesse, nos dizeres bíblicos, que eu era "Sua imagem e semelhança".

533 - BEM-VINDO: Apesar de não tocar em assunto relacionado a Ele mesmo; perguntei ao Sai Baba J (469) se Ele já havia ido ao Centro Sai Baba de Vila Isabel (bairro do RJ). Ele respondeu que sim. E perguntei: Pessoalmente, em corpo. Não posso precisar o que Ele respondeu, mas entendi que não. Depois perguntei como seria se eu contasse tudo que estou vivenciando para a Organização Sai. E Ele abriu os dois braços, rindo e disse: "Seja bem-vindo". Posteriormente no meio de assunto totalmente diferente, parou e novamente abriu ambos os braços e reafirmou: "Seja bem-vindo". Eu estava receoso...

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Tríplice Materialização de Sai Baba

41 - CERTEZA: Não tenho conhecimentos suficientes para afirmar que Sai Baba seja Deus ou Avatar, mas Ele tem me mostrado todos os atributos da divindade, segundo Allan Kardec.

461 - NUM SONHO: De 2010, em que mostrava extrema fartura econômica, numa situação emocional, espiritual e familiar confortável, Jesus apareceu e perguntou para mim: "O que você quer ? Posso lhe dar qualquer coisa. É só pedir".

462 - PARÁBOLAS: Hoje, 30.08.2014, foi o dia mais feliz e que mais ri em toda minha vida. Encontrei este "senhor" (de carne e osso), inclusive andei no carro Dele, um dos principais atuantes, da frase 458, que absolutamente nada sabe de mim. Após eu conversar com Ele na multidão (sobre qualquer assunto, família, casamento, sexo, filhos, arte etc), fomos em um restaurante, comemos e bebemos. Lá, por mais de 2 horas, Ele verbalizou infinitos pensamentos meus, do passado e do presente, dando sugestões de atitude. Após eu disfarçadamente lacrimejar por mais de 30 minutos, Ele, fingindo não perceber, continuou a mesmíssima conversa, mediante engraçadíssimas parábolas e eu gargalhava muito alto e lacrimejava ao mesmo tempo. No meio da frase Ele falava palavras desconexas, inclusive com quem o cumprimentava, mas eu sempre entendia o significado; disse que estava por ali há 27 anos (pode ser parábola ou realidade). Assim como em um sonho (frase 461) em outras ocasiões, perguntou-me: "O que você quer ? Posso lhe dar qualquer coisa. É só pedir". Com alguém, falou: só se eu arrumar ovinhos de ouro (lembrei dos lingans que Sai Baba materializava pela boca, no Grande Festival de Shiva, Mahashivaratri). Ele me passava qualquer ensinamento através de brincadeiras, assim como tento fazer, mas multiplicado por um milhão. Após me despedir, caminhei por 1 hora escondendo o riso.
463 - INTERVALO: Em meio às brincadeiras (frase 462), que eram soluções excelentes para minha vida, Ele parou, sem rir, levantou o braço e apontou para o céu (lembrei-me de uma pintura que retrata Jesus nesta posição) e falou energicamente: Não adianta religião, espíritos nem nada, só precisa de Deus. E eu apertei a mão Dele e falei, tenho sorte de não ter morrido antes deste dia.

464 - BEM-AVENTURANÇA: Troco, sem titubear, toda a minha vida, cada segundo de felicidade por este dia, de 30.08.2014, ver frase 462. Em 01.09.2014, como ainda não estava bem, cheguei a pensar que iria ficar doente, por causa da felicidade. Foram mais de 24 horas neste estado de levemente sorrindo e discretamente lacrimejando, após as gargalhadas altas no restaurante (462). Depois de escrever esta frase, não consegui escrever mais, deitei-me e reparei que um pássaro na janela havia cantado pelo maior tempo que já havia ouvido (eu que passava férias no campo). Sai Baba disse que o trouxe para mim. Então falei, mas o Senhor não fala sempre que fará o que eu pedir, traga o pássaro novamente (eu não estava muito bem ainda). Ele disse: Mas aí também já é demais ! Eu ri. Logo em seguida o pássaro retornou e cantou por muito mais tempo do que da primeira vez. Minha mãe chegou a comentar que o pássaro estava "fazendo graça".

465 - CORAGEM: "Não afirmo o que não sei, mas se Sai Baba nunca me disser se era ou não Ele, morrerei achando que era." Sobre esta frase, escrita, por mim, dentro da frase 462, em 30.08.2014 (e já retirada), não desdigo dizendo que pensei melhor e concluí que era Ele, mas afirmo, em 02.09.2014, que Ele se mostrou a mim, deu-me uma infinidades de provas subjetivas e objetivas, mas a parte do meu cérebro racional não ousou admitir que existem coisas e situações muito além da capacidade do meu entendimento e diferente de tudo o que estudei sobre Sai Baba e espiritualidade em geral, pois embora eu já soubesse da existência destes tipos de fatos, isto quase nada me acrescentou na hora da vivência, do testemunho de estar diante Dele.

466 - TRÍPLICE MATERIALIZAÇÃO: Da mesma maneira que já há relatos sobre a materialização de Sai Baba, após o desencarne, por exemplo, salvando feridos de ataque terrorista, na Bósnia, há inúmeros escritos falando que em vida, Ele se materializou em outro local, como uma pessoa (junto com bicicleta), duas pessoas e até de três pessoas ao mesmo tempo. Sempre falei brincando com Ele: O Senhor fala que me escolheu pra escrever um livro (Meu Diário com Sai Baba), mas nunca O vi pessoalmente, agora "morreu" e não aparece diante de mim; e tem mais... Já li que apareceu como três, se aparecer pra mim como dois, ficarei com ciúmes... Acho que Ele pegou minha brincadeira e escreveu dentro da bíblia no capítulo, que Jesus fala: "Pedi e Obtereis", tal meu sonho relatado na frase 461.

467 - OS OLHOS DELE: Muitas vezes li que, diferente de olhar para Sai Baba em qualquer instante, quem O olha, quando Ele quer se mostrar como é, espírito imortal, sem nome e sem forma, jamais esquece e cada um descreve uma situação que quem não vivenciou, assim como eu ainda não tinha vivenciado, antes de 30.08.2014, não consegue entender muito bem. Esta minha curiosidade saudável na busca de Deus soou para Ele como um pedido. Também já li que Ele falou que quando Ele aparece para alguém como Ele é, esta pessoa pode desencadear um processo de loucura.

469 - PRIMEIRA FORMA: E Sua plástica facial. De uma das três materializações de Sai Baba (frase 462), cujo nome, de inicial J, não direi porque vi que Ele cumprimentou a várias pessoas em locais diferentes, que provavelmente não sabem que é Ele, assim como venho conversando há meses sem saber. Eu não gostava muito Dele porque me lembrava a mim, porém muito mais mal cuidado, um pouco barrigudo, com uns 60 anos e como se tivesse tido uma vida mais rústica e desgastante para o corpo físico (assim como no temperamento Ele adotou o meu multiplicado). No restaurante, ao virar o rosto Ele piscou para mim. Na hora, lembrei-me que havia comentado com alguém, que eu desconfiava que este senhor era o Sai Baba, e que eu tinha um quadro em que a figura retratada parece estar piscando, mas na verdade um olho é maior do que o outro, no desenho. Eu disse que eu tinha um quadro que parecia com Ele e quando o olhei, por segundos, Ele estava com um olho maior do que o outro, exatamente como na pintura. Em outra ocasião, achei-O parecido com determinado artista internacional, com cerca de 30 anos. Somente em casa me lembrei que há dois anos, assistindo a um filme de comédia em que a beleza dele era valorizada pela mulher, falei com minha irmã: Já resolvi, na próxima encarnação vou nascer com esta cara, olha o sucesso que ele está fazendo... Nada, da minha vida, passou despercebido por Ele, que, por qualquer meio, fez-me lembrar.

470 - DVD: Tão logo cheguei ao carro de Sai Baba (materializado na forma J, frase 469), em 30.08.2014, peguei para ver um DVD, que estava com a capa virada para baixo. Quando vi falei surpreso: Olha, dos Beatles. Ele me falou: Acabei de comprar, está novinho. Você gosta? Falei: Poxa, muito. Ele falou: Pode ficar, é seu. Eu, constrangido perguntei: Mas, e você, como você... Ele me interrompeu e disse: Não, eu não gosto. Na hora fiquei confuso, sobre o motivo da compra, mas depois me lembrei que tem anos que penso em comprar um DVD dos Beatles, mas somente me recordo quando estou fora da loja, ou, quando lembro eu penso que depois eu baixarei algumas músicas da internet, que na verdade nunca cheguei a concretizar. Ele sabia. O motivo da compra era me presentear.

471 - CUCO: Por alguns anos pensei em comprar um relógio deste, mas nunca me importei o suficiente para efetivar. Semana passada decidi: ainda bem que não comprei, pois detestaria este barulho no meu ouvido e comprei um, de parede, de madeira entalhada. Forma J (frase 469) me perguntou se eu gostava de relógio cuco e cantarolou alegre CUCO, CUCO. Aquilo me doeu o ouvido. E disse que traria quantos eu quisesse, porque Ele tinha 8. Achei estranho, pois e se eu quisesse 9 ? Disse que não precisava. Somente em casa entendi, Ele sabia que eu gostava, mas não gostava do barulho. Mostrou que pode trazer qualquer coisa em qualquer quantidade. Sendo que 8 deitado é o infinito (quantos eu quisesse), que algumas vezes insiro em minhas senhas eletrônicas, justamente por representar o infinito.

472 - CARANGUEJO: Antes de saber que se tratava de Sai Baba, comentei do cordão de ouro da Forma J (frase 469), Ele tirou do pescoço e perguntou se eu queria, que poderíamos fazer um "rolo". Reparei que havia um caranguejo pendurado e disse que não. Meu signo é câncer, representado pelo caranguejo. O restaurante, escolhido por Ele, era de frutos do mar. O pedido foi Ele que fez, enquanto fui ao banheiro. Pediu a comida que mais gosto, camarão, ainda bem, pois se pedisse caranguejo, eu não comeria.

473 - INDUÇÃO: Mesmo sem certeza de ser Sai Baba materializado, eu já estava lacrimejando. Fomos caminhando, passamos por alguém que O conhecia como J (frase 469), que estava cerca de 5 metros Dele, sendo que eu estava do outro lado Dele e não daria para ver meu rosto. Esta pessoa cumprimentou a Ele, brincando: e aí, tá chorando por quê agora ?

474 - OUTRA INDUÇÃO: No restaurante, J (Sai Baba, frase 469), interrompeu a conversa e olhou detidamente para mulher ao lado da mesa. Sei que Ele não precisava parar, só quis que eu reparasse Sua ação. Imediatamente, ela, pausada e sensatamente, em voz suave, com gestos brandos, começou a explanar sobre Deus.

475 - SEGUNDA FORMA: De Sai Baba materializado (frase 466). Escuro, magro e de cavanhaque. Seu nome começa com I. Também O conheço há meses. Paguei suco algumas vezes para Ele e demos pequena caminhada no quarteirão, porque eu precisava ir em um endereço. Comentei em casa que eu tinha certeza de que Ele era ladrão, assim como cheguei a desconfiar da Forma J, que comentei que era meio grosseiro, mas eu gostava Dele, até dei uns tapas, com relativa força em Suas costas, sendo que Este (J) sempre me dizia que a gente era parceiro, que gostava muito de mim, porque eu "fechava" junto. Sobre I, o que mais gostei é que O vi correndo na multidão e gritando, antes de 30.08.2014, com um pequeno quadro (com figura de beijo) nas mãos: "Quem quer comprar o beijo, quem quer comprar o beijo". Achei engraçadíssimo. Isto me lembrou a mim, adulto, quando a casa estava um silêncio total e eu saía correndo e gritando atrás do cachorro...

476 - MESA: Com 4 cadeiras... Antes de saber que Eles eram Sai Baba, Forma J (frase 469), após dizer que confiava em mim, fingindo falar mal da Forma I (475), quando Este chegou perto, J repetiu duas vezes esta expressão: mesa com 4 cadeiras. Não entendi nada e perguntei a Ele. Ele riu com malícia e disse: disfarça, disfarça... Fiquei quieto, entendi que era para Sai Baba Forma I não ouvir. Na verdade, J quis mostrar que sabia que recentemente comprei este móvel para substituir o anterior, que por ser mais pesado é melhor para pintar.

477 - FOFOCA: E Forma J ao falar mal da Forma I (ver 476), por parábolas, contou boa parte da minha vida, claramente inteligível, associando a personalidade ruim de I com pessoa que tentou me fazer de vítima.

478 - JACARANDÁ: Quando comecei a desconfiar que J era o Sai Baba disfarçado, voltei sozinho para comprar uma escrivaninha, exatamente como eu estava procurando, no prédio que Ele havia me levado anteriormente e que Ele me aconselhara a comprar. Comprei e depois, em 30.08.2014 (frase 462), comentei com Ele, que disse: Fiquei feliz, diga para sua mãe que ela é de jacarandá, pois ouvi ela dizer que gosta. Ao contar para minha mãe, ela chorou... Em casa reparei pequenos buracos, semelhantes ao de cupim, mas que não atravessam o fundo da gaveta, tampouco comprometem em nada o móvel; Ele (em Voz) me disse que se não fizesse estes buraquinhos o dono não iria querer se desfazer, porque era muito apegado a este móvel, mas para eu não me preocupar, pois já havia arrumado outro para ele.

479 - JOGADOR: No restaurante (462) Sai Baba J me perguntou se eu lembrava que eu O aconselhara a parar de jogar, pois Ele sempre dizia que perdia muito dinheiro no jogo, que não tinha jeito, jogava mesmo, muito. Disse que sim e Ele disse rindo, pois é não consegui parar de jogar. Sorri também. Somente em casa entendi que Ele jogava, positivamente e com amor, com todos, ainda que nunca viessem a saber que foi Ele quem os ajudou, como eu tive esta benção de saber.

480 - DENTRO DO CARRO: De Sai Baba J (462), logo de cara Ele tirou o boné e passou a mão no cabelo de qualquer jeito, exatamente igual a mim e pronunciou - "Um dia eu ainda raspo tudo". Quase 100% das vezes eu mesmo que corto meu cabelo, inclusive atrás, sem espelho, só pra não perder tempo na barbearia e muitas e muitas vezes falei exatamente assim. Começou a dirigir e errava o caminho toda hora (assim como eu que, saído de Barra do Piraí, vim para o Rio de Janeiro, sem conhecer praticamente nada e errava o caminho a todo instante). Ele falou (por errar o caminho): "É bom que a gente aproveita para conversar". Esta é a minha frase padrão para me poupar das vibrações ruins, em situações de pequeno desconforto, quando reparo que a pessoa ao lado poderá vir a se irritar.

481 - APARELHOS: No carro, Sai Baba J colocou o DVD (470) para ouvirmos, mas reclamou que estava demorando a ligar, como se estivesse sem paciência (exatamente como eu), constatou que não estava funcionando (em casa funcionou) e retirou (em casa, cheguei a retirar qualquer DVD algumas vezes, pela demora). E perguntou-me se eu tinha DVD. Respondi que estava com um aparelho, naquele momento, no porta-molas praticamente novo para levar para minha mãe (que não precisa) que me dera um. Ele disse que queria, depois eu dei. Perguntou-me se eu tinha uma TV, disse que acabara de dar uma pra minha mãe (que parece colecionar). Ele disse que ia querer. Na verdade esta TV era nova e funcionava e estragava e eu sempre colocava a culpa no Sai Baba, em ambas situações. No estrago, para eu trabalhar mais e no concerto, para que eu assistisse um pouco. Chegou a ficar boa perto de algumas pessoas, quando eu pedi. Eu disse que ela estava com defeito e Ele disse rindo: Eu dou um jeitinho... Perguntei: Mas como (sempre O achei grosseiro)? Ele repetiu: Um jeitinho... Posteriormente, minha mãe se prontificou a dar a TV e pela clariaudiência entendi que não precisava, era só para dar o recado de que era Ele, Sai Baba mesmo.

482 - UM FILHO: Sai Baba, Forma J, sempre disse que tinha um filho de 7 anos (no início achei que Ele fosse avô, apesar do extremo vigor físico), por isso levei vários brinquedos, em dias diversos. Não sei se o fato Dele dizer que tinha um filho é real ou parábola, mas por parábola aproveitou o assunto "filho" e teceu sérias considerações, tais como "filho é sagrado", tem que se preocupar com a cultura, educação etc, e incluiu algumas soluções extremamente pessoais, de uma maneira que não parecia falar para mim. Saí extremamente agradecido com esta parte.

483 - NÚMERO 7: Idade do filho (ver 482). Por inúmeras vezes, com pessoas diferentes eu disse que não acredito em numerologia, porque não é uma ciência, mas se um dia, com base racional, conseguirem me convencer, tudo bem. E continuei falando que coincidentemente eu poderia relatar muitos fatos na minha vida que duraram um "ciclo" de 7 anos ou 14 anos (2 x 7). Sai Baba ouviu.

484 - O ENCONTRO: Algumas vezes fui em determinado lugar, sendo que antes de chegar, por 4 ou 5 vezes, encontrei com a Forma J (ver 462) no caminho, conversamos e depois nenhum de nós foi ao local e Ele sempre dizia de que não havia mais necessidade Dele ir lá. Algumas vezes, eu disse que precisava falar com I (outra Forma, 475), mas J dizia rindo, que depois eu resolveria isto e eu acabava cedendo e não indo. Entre outras coisas este fato me levou a desconfiar que Ele era efetivamente Sai Baba.

485 - NÃO ENTENDI: Ao restaurante fomos em dois carros, sendo que Sai Baba, Forma J (462) disse para eu ir na frente. Perto de local previamente combinado, antes desta ida, reparei que Ele havia ligado o pisca-alerta e estacionado; para esperá-Lo andei super devagar, mas já longe, observei que continuava estacionado. Como já estávamos perto do local, e eu já havia esquecido que lacrimejara por bastantes minutos, pensei ironicamente: Se for mesmo Sai Baba, Ele já estará lá quando eu chegar. Acelerei, dobrei a esquina e lá estava Ele em pé, com o carro estacionado, calmamente conversando com o porteiro do prédio (478), como se estivesse chegado há pelo menos alguns minutos de antecedência.

486 - TERCEIRA FORMA: De Sai Baba. Antes de 30.08.2014, (ver 466), apesar de tê-Lo visto mais vezes, só havia conversado três vezes com este senhor louro, de cabelo curto, de olhos azuis, com barba, pele cansada, talvez entre 50 e 60 anos e reparei que faltava um ou mais dentes na frente, mas não prestei muita atenção. De brincadeira, sem malícia, cheguei a comentar com duas pessoas que ou era lesado do cérebro ou era a pessoa mais simples (cultura e jeito) que já tinha visto, a ponto de ser engraçado. Nunca perguntei o nome Dele. Eu me simpatizara com Ele e Sua simplicidade.

487 - LADRÃO: Com a possibilidade da Forma J (469), de Sai Baba, ser algum ladrão, preocupado com alguma eventualidade futura, e tendo um carinho por Ele, levei um quadro de Nossa Senhora Aparecida (feito por mim) de presente para Ele e disse que deveria colocar na casa Dele, para protegê-Lo. Ele ficou feliz e aceitou. Na verdade Ele nunca disse nada ou fez nada que me levasse a pensar assim, concluí pelo contexto. Assim como cheguei a ter certeza de que I (475) era criminoso, sem ter nada palpável que me levasse a concluir, mas com Este não me preocupei porque pareceu mais esperto neste sentido de se dar bem em situações de risco.

488 - VAMPIRO: Sai Baba J (469), andando e conversando comigo, eu simplesmente nada ouvi ou entendi, com exceção da palavra vampiro, que foi repetida cinco ou mais vezes. Entendendo se tratar de alguém, perguntei quem era e Ele, com tom de voz e expressão de quem começava a se irritar, respondeu: Você não sabe? E falou mais alto: É o barbudo! Ainda sem entender e falando mais baixo para não irritá-Lo, perguntei: É o escuro (Forma I, frase 475)? Ele praticamente gritou, visivelmente irritado: Não! É o branco! E Forma J induziu-me a caminhar até Sua Terceira Forma. Como não sei o nome deste, tratarei, pela inicial da referência, de Forma V. Em casa, eu sozinho já verbalizei que me "amarrava" em vampiro (comum na arte do cinema), que comumente se transforma em morcego, que também já disse que gosto e Sai Baba trouxe um para morar na minha casa, sendo que cheguei a tirar foto com ele (Autorretrato 2013), dormindo no sol (sobre morcego, ver 396 e sobre vampiro, escrevi de brincadeira em uma campanha de adoção, link, da frase 396).

489 - OLHAR DE SOL: Não o que os poetas relatam com palavras frias e repetidas, mas o que está nos Cosmos, ver 467. Induzido, fui falar com a Forma V (486) que, ao meu ver, mal sabia coordenar uma frase. Este Sai Baba começou a expressar por Sua boca, o assunto arte, ouvi o início e não entendi uma só palavra depois. Em minha mente chegava clara e decisivamente uma prece (que pareceu católica), em idioma desconhecido para mim. Meus olhos ficaram imantados ao Dele e eu Os vi translúcidos de vários tons claros e recordo-me plenamente de não ver uma só fagulha de azul (apesar de considerar que V tinha olhos azuis). E aquela repetição de palavras ininteligíveis foi me tirando em espírito do solo, para muito alto, ao ponto de eu não conseguir ver nenhuma pessoa, da rua movimentada que estávamos, nem objeto ou prédio. Somente consegui ver bem distante, em tamanho menor as duas outras formas J e I, que na verdade estavam a 3 ou 4 metros de distância. O tempo pareceu a eternidade e o espaço, o senti ilimitado. Posteriormente Sai Baba disse que a prece foi proferida em latim, idioma conhecido do pintor Piero dela Francesca (104).

490 - HUMILDADE: De Jesus é mostrada quando Ele se curva ao solo para lavar os pés dos discípulos, que andavam de sandálias pelas estradas empoeiradas. Após o "olhar de sol" (frase 489), todas as três formas de Sai Baba, chegaram a mim e formularam frases de oferecimento, que podem ser interpretadas como esta (461): "O que você quer ? Posso lhe dar qualquer coisa. É só pedir". Sendo que por meses, antes de eu saber que se tratava de Sai Baba, brincando (ou não) a Forma J e I, de Sai Baba repetia de uma maneira ou de outra a mesma coisa. Esta humildade de Sai Baba, refletida em Suas três manifestações ao mesmo tempo, fez-me sentir como se eu fosse o Senhor do Universo e Ele o meu servidor. Ele, humildemente, fez-me sentir como se eu fosse a pessoa mais importante do Universo.

491 - DUPLA ASSOCIAÇÃO: Sai Baba uniu na mesma Forma V (486) o fato de eu gostar muito de vampiro (e morcego), frase 488, com o fato de eu gostar muito de Jesus, o "barbudo", em Suas palavras. Aliás, muito mais do que Dele no início, quando Ele veio a mim. Mas, agora aprendi que um espírito neste nível de evolução, que está na condição de Deus, já não há mais forma, nem mais nome. Tudo é manifestação de Sua Luz.

492 - A IRRITAÇÃO: Claro que Sai Baba não está sujeito à irritação, tudo não passou de um ensinamento, através de uma lila (139 e 400). Isto me fez lembrar de duas situações: 1. Sempre achei um absurdo pessoas que, para justificarem sua ira ou pelo menos impaciência, dizem que até Jesus se irritou (quando expulsou os mercadores do templo). 2. Nos primeiros anos em que Sai Baba começou a entrar em contato comigo, eu sempre dizia para Ele, em tom de brincadeira, que Ele não deveria ficar com ciúmes, se, mesmo eu gostando Dele, na hora de orar, eu rezasse para Jesus (hábito que com certeza atravessa várias encarnações minha e da maioria das pessoas que oram). Ele fingiu estar com ciúmes.

493 - O AZUL: Que não vi na Forma V (486), de Sai Baba (489), lembrou-me que praticamente em todas as pinturas que fiz do rosto de Jesus, eu sempre utilizo o máximo de cores claras, sendo que a que menos utilizo é o azul. Ele repara em tudo, sendo que em Seus olhos, em nenhum momento eu tive a impressão de estar na frente de Sai Baba, mas sim do "barbudo", como Ele mesmo batizou esta outra forma. Era como estar na frente de Jesus, não o Jesus moreno que Sai Baba materializou a foto, mas o Jesus claro, de olhos claros, retratado pela arte ocidental, por séculos. Mas, sobre este momento, não me recordo do restante do rosto e sim apenas dos olhos translúcidos e transfigurados em luz.

494 - O ESCURO: Quando assim me referi sobre a Forma I, não há nenhuma espécie de preconceito de minha parte. Foi somente para identificar, tentar entender de quem Baba J (469) comentava, que na verdade era sobre Forma V, 486. Nunca tive preconceito na cor ou em qualquer outra coisa. Mesmo porque eu gostava de conversar com a Forma I de Sai Baba. Se não tenho preconceito com a cor da aura, do espírito (já que determinadas colorações alheias poderiam vir a fazer mal a outra pessoa, seja pela vibração ou pelo nível da atitude), quanto mais teria preconceito pela cor externa. Se não gostasse de I, não teria ido com Ele ao Banco (endereço, mencionado na frase 475), bem como fui ao Banco com J, por ser imprescindível no momento para mim. Tendo praticamente certeza de Um e desconfiança do Outro, de que eram ou deveriam ser ladrões, mentalizei Sai Baba (que sempre fala comigo) para que nada de mal me acontecesse, ao que Ele me respondeu: Não se preocupe, Eu estou aqui. Então eu fui, tranquilo e conversando...

495 - ICONOGRAFIA: Há mais de uma década, li um livro sobre Aleijadinho, onde a autora, embora eu não me recorde com clareza, fazia um paralelo entre as iniciais do nome de cada profeta, com o nome "Aleijadinho", sendo que o jota tônico, de Jonas e Joel, tem som de "i", Baruc quer dizer louvado, que forma a letra "l" de Aleijadinho, e, sobrando uma letra (12 profetas para 11 letras da palavra de seu nome) o artista homenageou sua mãe Izabel, de propriedade de seu pai. Sempre achei formidável esta análise da escritora. Ao invés de J para I (como no livro), Sai Baba inverteu a ordem, de I (nome da Forma 475) para J (nome de Jesus).

496 - INICIAIS: J, I e V. Quando comecei a ler livros espíritas, nos mais antigos, da época de Kardec, sempre achava muito interessante o autor, ao invés de colocar o nome da pessoa, mesmo porque o círculo de pessoas envolvidas com espiritismo não era tão abrangente como hoje, colocava apenas a inicial para que a mesma não fosse identificada. Falei com minha irmã que havia reparado que a inicial J, é de Jesus, a Inicial I, é de Iesus (Jesus em latim, idioma falado na prece, 489). E falei brincando que V era de vampiro mesmo. Ela disse sério, como se fosse induzida (ver 473 e 474) a isto: V é de Verdade. Ri e falei: deve ser... É verdade, Verdade é o significado da palavra Sathya (de Sathya Sai Baba); uma das 3 palavras que Jesus profere, falando de Si: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai, a não ser por mim". Bem como disse: "Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará".

497 - LEONARDO: No restaurante, a Forma J (469) de Sai Baba, enquanto pronunciava uma frase qualquer (embora nenhuma palavra seja perdida), totalmente fora de contexto, inseriu a palavra "Leonardo" e continuou a falar. Não entendendo absolutamente nada, apesar da certeza de ter ouvido bem, perguntei se ele havia falado esta palavra. Ele riu alto e perguntou cantarolando e gesticulando (exatamente como fiz no vídeo Giovanni D'Andrea 023 A Chegada em o Complexo de Órion): "Da Vinci, você quer um Leonardo Da Vinci ? Você quer ? Você quer um Leonardo Da Vinci" ? E parecia gargalhar, enquanto batia com força na localização dos bolsos da calça. Na hora eu lembrei de pessoas muito materialistas, que passaram em minha vida e que de certa forma não fiquei à vontade (inclusive galeristas que gostam mais de dinheiro do que de arte). Imediatamente Ele começou a cantar uma música brasileira que não me recordo. Ele sabia da minha postura frente ao materialismo, que eu não fico muito à vontade (apesar de eu estar feliz em qualquer lugar e com qualquer pessoa), embora eu não critique nem julgue a ninguém e no final ainda faço amizade... Ele sabia que mentalmente eu traduzo situações da vida (minha ou não) em trechos de músicas existentes, sendo que às vezes verbalizo ou escrevo este trecho. Mas, o mais curioso, é que uma semana antes eu comentei com minha irmã: tem um camarada aí (J), que não é possível, acho que Ele está de onda com minha cara, falando que o que eu quiser Ele vai trazer; na verdade tem um outro - I - que já falou também. Já sei o que vou pedir, vou pedir algo que não exista para vender, e rimos... Talvez algo de 1500 (ano), rimos mais... Um quadro, mas, não adianta pedir de um pintor que não conheço assinatura. Aliás, tem que ser do que tenha pintado o menos possível, para dificultar mais, rimos muito mais ainda... Ele mostrou que ouviu e acertou todos os requisitos: quadro, data, pintor que pintou pouco (cerca de uma dúzia) e que conheço a assinatura. Ele não trouxe, mas também se tivesse trazido, eu não iria rir tanto. E o quadro eu nem poderia levar para aonde eu for, depois que eu morrer... Mas, esta alegria... Levarei para sempre, onde eu estiver... Lacrimejando (forma discreta, para não falar que eu estava chorando) eu gargalhava para quem quisesse e para quem não quisesse ouvir, no restaurante lotado.

498 - ALEGRIA: Deixei para o final o assunto da frase 497, por ser o momento mais engraçado e consequentemente o mais alegre desta experiência, que espero que não tenha terminado em 30.08.2014, mesmo porque Ele já marcou novo encontro comigo, em "carne e osso" (462 e 48). Ao final de tudo, Ele, Sai Baba J (469) encerrou toda a conversa como se resumisse todos os ensinamentos nesta frase, que repetiu por duas vezes e eu ainda a ouço, recordando-me deste dia: A VIDA É ALEGRIA ! A VIDA É ALEGRIA !

499 - A TROCA: Quando escrevi este trecho, "Troco, sem titubear, toda a minha vida, cada segundo de felicidade por este dia, de 30.08.2014", na frase 464, sobre bem-aventurança, eu não estava falando de quase nada que falei aqui ou de milagre nenhum que Sai Baba tenha feito, materializado ou tenha proporcionado através de uma outra pessoa qualquer. Falei apenas e unicamente, sobre o motivo que me levou a pensar que eu fosse ficar doente, ensandecer (final da frase 467), pela felicidade que senti. Mas, Ele sabe o limite que cada pessoa suporta de enxergá-Lo como Ele é. Quando falei que trocava tudo, era a troco do OLHAR DE SOL!