segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

A Linguagem da Forma J (Sai Baba)


704 - 12.02.2015: Encontro com J (469). Tal os dias 06 e 07.11.2014, neste dia, J (469) parecia não somente meu motorista particular, mas alguém extremamente solícito, que se oferecia timidamente, para não me desagradar com seu oferecimento, para me levar aonde eu quisesse. Tentei recusar algumas vezes, mas assim fomos em quatro endereços, em três bairros do Rio de Janeiro, além de ter me pego em casa, com seu carro. Fisicamente J está com uma aparência mais jovial de quando O conheci, que eu tinha dificuldade de olhá-Lo, pois me lembrava a mim, mas, como se eu fosse mais velho e tivesse tido uma vida muito mais rude. Ultimamente, não tenho mais dificuldade de olhar para Ele.
705 - TEMPO DE ESTUDO: J (469) me ligou dizendo que estava perto de minha casa, porque havia levado sua ex-esposa ao médico para extrair um seio, por motivo de câncer, mas que Ele já havia comprado uma prótese (quando chegou, repetiu e fez gestos engraçados, dando a entender que ficaria bonito). Antes de chegar, mentalmente, Sai Baba me disse que J só chegaria depois que eu estudasse violino um pouco (tem cerca de dois meses que não abro a caixa dele e antes disto, fiquei muitos mais meses sem tocar). Após tocar uns 15 a 20 minutos, J chegou. Aqui em casa, Ele pegou desajeitadamente o violino, na altura do abdômen, e passou o arco, mas saiu um barulho normal, diferente do agradável som que saiu do violão (678).
 
706 - MICRO RECITAL: Peguei o violino, toquei metade de uma partitura para J (469) ouvir, fiquei satisfeito, pois já li mais de uma vez sobre algum aluno da Escola de Música, fundada por Sai Baba, na Índia, ter tocado brevemente para Ele e ficava pensando na emoção que seria. Parei para não nos atrasarmos. Foi, emocionalmente (que reflete na qualidade da música) muito melhor do que quando toquei para outras pessoas. É como se eu estivesse amparado vibracionalmente pra tocar melhor, inclusive já reparei que quando entro em sintonia (com Sai Baba, Jesus, Deus ou Nossa Senhora, não faz diferença) antes de tocar, a qualidade do som é infinitamente superior.
 
707 - UM PROFESSOR: Falei para J (469), em segundos, que pacientemente me ouviu, como se não soubesse, que eu havia aprendido a tocar violino em uma tarde, a partir do desenho que fiz da posição dos dedos, que eu olhava concomitantemente com a partitura, sozinho (com o testemunho de uma professora de violino, que, vendo o que acontecia, incentivou-me muito); que eu comprei ao incentivo mental de Sai Baba ainda encarnado na Índia, que nunca conheci pessoalmente. Mas que eu somente tocava no início do braço, embora eu conheça violinistas que tocam em público, que somente utilizam esta forma. Disse que queria contratar um professor para que me ensinasse mais rápido todas as posições. Ao contrário do que ouvi de outras pessoas, e do razoável, Ele me desaconselhou, dizendo que não havia necessidade de pressa, que eu poderia ir aos poucos aprendendo sozinho. Pelo incentivo e por falta de tempo, provavelmente aceitarei Seu conselho, embora eu já estivesse procurando professor de violino.
 
708 - PINGENTE: Sem eu contar para J (469) do meu novo cordão, sem pingente, Ele, que falou ter encontrado o caranguejo, que um dia disse ter perdido (555), insistiu que eu ficasse com ele, sem eu pedir. Tal o anel (591) que não gostei, mas depois passei a gostar, aconteceu com este pingente. Perguntei Seu signo, que ele respondeu áries. Por eu ter achado estranho, Ele disse que havia ganho. A argola pequena não passava no fecho, então Ele disse para eu colocar neste. O fecho, estilo cadeado, não fechava, após tentar mais de uma vez, pensei em ir a um ourives, mas sem eu forçar, ouvi um suave barulho e a argola entrou facilmente, milímetros adentro de uma maneira que o fecho abre e fecha naturalmente. Ficou resolvido. Ele sorriu, olhando-me com carinho.

709 - SOM ALTO: Após eu pedir para J (469) ligar o som do carro, Ele ligou e eu aumentei um pouquinho (por educação, porque eu estava gostando muito da música e queria aumentar o máximo que conseguisse). Ele, captando meu pensamento, aumentou bastante o volume, mas disse que a caixa de som, instalada no porta-malas estava sem fusível e que não poderia aumentar mais, e tirou um fusível de Seu lado esquerdo (anteriormente eu havia pensado se realmente havia um problema de fusível em Seu aparelho de som ou se os dois fusíveis anteriormente relatados, na frase 680, estavam no carro para testemunhar o que havia ocorrido durante a semana deste acontecimento), sendo que os que vi na outra oportunidade ainda estavam do lado do carona.

710 - NÃO CANTEI: Com o som alto e o carro em movimento, J (469) proferiu uns três gritos não tão altos e disse rindo que eu estava me segurando. Naquele momento eu estava com muita vontade de cantar, então confirmei dizendo que sim, mas que na verdade eu não sabia (de vez em quando eu acompanho uma música qualquer, quando estou sozinho). Certa vez, uma vizinha de dois andares acima, que o som chegou a ela, disse que eu estava "com o espírito santo", achei muito engraçado esta ótica. Em casa pensei o motivo Dele ter gritado ao invés de cantar, mas como a lição é pessoal, foi fácil concluir, lembrando que algumas vezes reproduzi, quando a casa estava em silêncio, com alguns assistindo televisão, o grito em tom grosso e demorado (o fino e curto não) que Michael Jackson proferiu antes de um determinado show começar.

711 - PILOTO: Automático... Dirigindo Seu carro, falando seriamente, mas com um bondoso esboço que se assemelhava de longe a um sorriso, disse que ali (mostrou o comando de setas) havia um botão de "piloto automático" que Ele ligava e ficava tranquilo, ouvindo música, curtindo... Sorri e rapidamente tentei coordenar os pensamentos para saber o que era sério, parábola ou brincadeira instrutiva (leela); então me lembrei... Mais de uma vez, em apresentação pública de pintura mediúnica, perguntaram-me se minha mediunidade é consciente ou inconsciente. E eu respondo sorrindo que na mediunidade, sou 100% consciente, mas que de vez em quando eu "apago" quando estou ao volante e que a sorte é que sempre acordei do lado direito da pista, porque se fosse do lado esquerdo, acordaria no céu. E todas as vezes não me recordava do trecho, mas não tem acontecido mais.

712 - CD E DVD: Algumas destas mídias, J me deu, outras eu peguei para levar (até por curiosidade) e olhei para Ele, que sorriu... De alguma forma o conteúdo de cada uma delas, estava relacionado a mim. Alguns que nada continham gravado, além de estarem visivelmente estragados no exterior (nunca vi nada de J estragado assim), joguei fora, ao que Sai Baba, mentalmente, respondeu minha indagação sobre não titubear e jogar fora algumas coisas, de "palhacinho" (oitavo encontro, frase 614 a 626), que apesar de estar intimamente ligado a questões pessoais minha e de minha mãe, não teriam utilidade prática. Dois DVDs escrito MC, talvez alguma brincadeira mostrando que conhece meus escritos no blog, em que, ao falar diretamente com o leitor, utilizo esta sigla (significando "minha criança"). Um DVD sobre favela (comunidade) no Rio de Janeiro, que sempre quis conhecer melhor. Dois, de Gilberto Gil, não propriamente por eu gostar tanto a ponto de querer ter, mas em relação ao nome de Seu suposto filho (661 e 501). Um CD de música, ao gosto de minha mãe. Um filme intitulado "A Possuída", demostrando a ciência de J sobre determinados aspectos de minha vida em relação a outras pessoas. E outros... Sim, sei que pareço estar exagerando em criar coincidências, mas os espíritos evoluídos não se expressam eficazmente só através das palavras, utilizam de toda e qualquer forma em que o recado possa ser dado sem constrangimento.

713- SEMIDESMATERIALIZAÇÃO: Tenho pedido mentalmente ao Sai Baba, para que J (469) se desmaterialize na minha frente, pois quando aconteceu, conforme relatei na frase 458, eu estava ao lado Dele, coloquei-me em Sua frente e estiquei um dos braços na maçaneta da porta de um banco, mas ao constatar que estava fechado, virei-me e Ele já havia sumido. Desta vez também não aconteceu na minha frente, Ele estava ao meu lado e estive vendo-o pela visão lateral o tempo todo. A impressão, em segundos, é que houve uma movimentação e afastamento dos átomos em velocidade imensurável. Mas não posso afirmar que, ao invés de J ter feito isto com o corpo Dele, Ele tenha criado esta indução mental em mim. Mesmo porque nenhuma das duas situações diminuiria Seu poder de ação no mundo. E, na frente de todos, continuamos a caminhar... Naqueles segundos da experiência, veio em minha mente a ideia de eternidade.

714 - COCA-COLA: No almoço pedi, para mim, coca-cola zero, mas não tinha, então aproveitei para não pedir nada por ser mais saudável, não ingerir líquido, durante a comida. J (469) pediu coca-cola comum. Fomos nos sentar no segundo andar. Ele se serviu e por causa do gelo e espuma considerei que ainda sobrara refrigerante em Sua lata. Minha vontade foi aumentando e não quis comprar uma lata inteira, só queria um pouco para saciar a vontade, então pensei em chamar um garçom para trazer um copo para eu me servir com um pouco, de J, e ainda deixar o restante para Ele. Acabamos de almoçar e o garçom não veio, então tive a ideia de beber na lata, já que Ele havia parado de beber. Tendo pensado nisto durante todo o almoço enquanto conversávamos, fiquei surpreso ao constatar que a lata estava vazia. Parece ter sido a operação inversa do que relatei no capítulo "XXII - A Materialização de Líquido", no "Meu Diário com Sai Baba" (página SAI).

715 - BEXIGA VAZIA: Eu não tinha dúvidas sobre a latinha de refrigerante ainda conter líquido, antes de eu constatar que nada havia, mas para que acabasse de uma vez com qualquer possibilidade de dúvida, no dia seguinte, em 13.02.015, que ingeri cerca de 3.800 ml de líquido e fiquei o dia inteiro fora de casa, quando fui ao banheiro, sendo que em momento nenhum eu tive vontade, acredito ter urinado cerca de 100 a bem menos de 200 ml. Foi fácil a contabilização da ingestão, pois a maioria, do consumido, tinha rótulo indicativo. Sai Baba, mentalmente, disse que iria desmaterializar o líquido que consumi. E, no dia 14, também para reafirmar minha certeza do que havia acontecido, Sai Baba me disse que faria a mesma coisa, embora eu não duvidasse. Ingeri e expeli mais ou menos a mesma quantidade. Inobstante um dos componentes do medicamento que faço uso para hipertensão, ver 523, ter efeito diurético, neste caso é como se nada houvesse ingerido de líquido, pois não só não senti vontade de urinar, como nada havia, quando tive a oportunidade. Neste sentido, não me recordo de já ter ficado tão confortável organicamente. Se a bexiga comporta, no máximo, com variações, 800 ml, somados os dois dias e considerando que no terceiro dia acordei, ainda, sem vontade de ir ao banheiro, é difícil imaginar para aonde foram cerca de 7.600 ml de líquido.

716 - CONSELHOS: J (469) que sempre fala por parábolas, sobre as coisas da vida, em sentido geral, e da minha vida também, quando eu peço algum conselho sobre determinado assunto, antes Ele desconversava, tal J parece irresponsável, mas que na hora certa Ele mesmo me dá a solução. Ou, mentalmente, recebo instruções e conselhos de Sai Baba. Ou acontece naturalmente (no tempo de Deus). Mas na verdade eu sei que as respostas têm seu tempo e que não estava na hora de J me esclarecer, mas ultimamente dá até a impressão de que o carismático J esquece Sua personalidade como J (que havia adotado a minha, multiplicada em alto grau) e responde claramente, para eu entender de imediato. Quando a vida está em tempo de seriedade e dificuldade opto por respostas curtas e objetivas; mas quando está em tempo de risos, prefiro enigmas, símbolos, parábolas e coincidências, porque a vida fica ainda bem mais divertida e interessante.

717 - SUA LINGUAGEM: Conhecendo-me bem, somente para me agradar mais, J age estranhamente desta maneira que relato e que ninguém que conhece Sai Baba, ainda que profundamente, entenderia. Pois eu, espírito imortal, independente do personagem que hora encarno com o nome de Giovanni, com toda a gama de comportamentos sociais facilmente identificados, perante a eternidade eu vibro e respiro na sintonia da arte e Sai Baba, na forma J, através desta linguagem, expressa em tom de brincadeira, potencializando as chamadas leelas (as instrutivas brincadeiras divinas) conseguiu que eu O admirasse e O respeitasse ainda mais, depois de tudo que estudei sobre Ele, o Eterno, o Sem Forma e o Imutável, cujo último personagem encarnado, para se fazer melhor compreendido, adotou o singelo nome de Sai Baba.