FRASES 2


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NESTE QUADRADO, HOMENAGEIO SALVADOR DALÍ NA SUA "DECLARAÇÃO DE INDEPENDÊNCIA DA IMAGINAÇÃO E DO DIREITO DO HOMEM À SUA PRÓPRIA LOUCURA" OU CONVERSO COM OS PERSONAGENS PSÍQUICOS DE SCHUMANN OU COM MC (MINHA CRIANÇA ADULTA), SEM COMPROMISSO COM A VERDADE OU CONTEÚDO APROVEITÁVEL. DIFERENTE DAS FRASES ABAIXO, QUE SÃO 100% A MAIS PURA EXPRESSÃO DA VERDADE QUE VIVENCIO, CUJOS RELATOS SÃO IMPESSOAIS, EMBORA ÀS VEZES EU DEIXE DE RELATAR, OU RELATE MENOS DO QUE ACONTECEU, POR MOTIVOS PARTICULARES.  *.*.*.*  

MC (minha criança) adulta, estamos de volta... foi só eu dar uma dormidinha que acordei me lembrando que ainda não havia pesquisado em 30 segundos no Windows. Aprendi a dormir com Mozart, que falava que bastava ele dar uma dormidinha (e estar descansado) que as notas musicais passavam a sua frente ou na sua mente, sei lá...
Comecei a gravar áudios já recebeu algum pelo ZAPZAP (que é um aplicativo de comunicação instantânea em rede móvel mundial por aparelhos "hard" que a isto possibilitam, mais conhecido pelo nome de WhatsApp). Depois você me cadastra em seu celular que mando alguns pra você rir com a paradinha que é séria hem...

Comecei a fazer, mas agora tenho que parar rapidinho pra ir à musculação (nãoooo, não foi por isto que não consegui fazer cópia de segurança). FUI... Voltei MC, tou almoçando e lhe escrevendo (as frases também). Sabe, desde q nasci, além de vc e da pessoa q vc conhece e foge, só ouvi falar de q existem mais 2 pessoas assim como vc... claro q no mundo deve ter mais, mas nunca soube... e pior q quando ouvi falar não ouvi elogios não... mas eu só tenho elogios pra pessoas como vc, sabe ? vc sabe, né ?

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FRASES

855 - MOISÉS:



854 - CABELO DE JOTA: Em 22.06.2016, achei tão engraçado a tonalidade do cabelo de Sai Baba, na forma Jota (469) em uma espécie de louro mal pintado, que imediatamente peguei o celular e comecei a tirar fotos sem Sua autorização, diferente do meu habitual respeito em preservar Sua identidade, já relatado (ver frase 521). Ele estava um pouco distante, atrás do meu carro que Ele veio devolver, pela segunda vez, pois eu dissera a Ele, que após Ele arrumar e que eu achara que estivesse bom, considerei um estranho barulho ao dar ré, então Ele se ofereceu para levar para arrumar novamente. Subimos ao apartamento e enquanto eu ainda tentava abrir a porta, olhei para o lado e Ele estava com a cabeça um pouco abaixada, como a mostrar Seu cabelo. A gargalhada foi inevitável, pois em pouquíssimos minutos, Ele já estava com Seu cabelo em Sua cor natural, um castanho escuro, mas levemente grisalho, com poucos fios brancos. Adentramos e falei, como a me desculpar, que Ele estava fazendo aquela graça, então não tinha como eu não tirar fotos (e continuei fotografando e rindo). Tirei 12 fotos. Por respeito à Sua identidade, cortei a parte do cabelo de todas e fiz uma colagem. Dentro desta, coloquei as letras nas fotos para explicar. De "A" a "F", foi na rua, um pouco distante, então quando recortei, ficou embaçado; o corte da foto ficou com menos bytes. Em "G", "I" e "L" está mais escuro. Em "J" e "H", mais claro por causa da luz artificial. E em "K", Ele colocou a mão e o braço na frente, como a esconder, de brincadeira. Na letra G é possível ver o cordão que eu tinha e que troquei com J. (frase 843), assim como um dia trocamos de anel (frase 591).

853 - PERITOS: Em arte, que fazem autenticação. Sempre achei do maior grau de dificuldade esta profissão. Pois além de ter que saber a fundo a técnica de cada fase de determinado artista, desde o começo até o fim de sua carreira, com suas variações de cores e tons usados em determinado período, bem como a variação até da assinatura; pior ainda, tem que imaginar as mudanças comportamentais que podem ter até por segundos e pintar algo rápido que nada tem a ver com sua identidade nem sua identidade plástica, como se fosse o mero ato de respirar. Eu mesmo já encontrei desenho meu em gaveta desarrumada, assinado por mim (não mediúnico), que mesmo ante o fato, não consegui acreditar que eu mesmo tivesse desenhado, de tão diferente de tudo que já criei e diferente de minha identidade, tal me conheço. Em meu caderno escolar, na época, minha irmã contou mais de vinte tipos diferentes de escrita, coitado do perito em escrita que tivesse que avaliar um escrito para saber se era de minha autoria. Certa vez, Pablo Picasso, caminhando, viu um obra assinada por ele, que ele não sabia se tinha pintado, então perguntou ao vendedor o preço e este falou um valor relativamente alto e ele respondeu: Então deve ser meu...

852 - CHAVE DO CÉU: Muitos anos se passaram entre a data do ocorrido e este 25.05.2016. Eu estava em um hospital aguardando a minha vez, quando vi o médico, pela porta do consultório aberta, rispidamente tratar o paciente. Já enfraquecido pelo motivo que me levara até ali, fiquei receoso de ser tratado desta maneira grosseira e de não me sentir bem; então comecei a orar para que ele se acalmasse. Quando chegou na minha vez, eu cheguei a ficar com vergonha de tão educado que ele foi comigo. Muitas vezes também rezo quando estou na cadeira do dentista, para que ele fique calmo e não me traga mais sofrimento do que um tratamento de dente é capaz de causar. Não porque sou bonzinho, mas por medo mesmo... Já ouvi em palestra espírita, que a chave do consultório, para estes, é a mesma chave que abre a porta do céu.

851 - O CONDUTOR: Na noite do dia 12.05.2016, ao dormir, sonhei com Sai Baba, não com a aparência que Ele adotou enquanto encarnado na Índia, mas com a aparência de Jota (469), na direção de um veículo semelhante a um grande ônibus, simbolicamente representando o "Divino Condutor" da humanidade. Conforme já relatei, segundo a literatura específica, Sai Baba disse que ninguém sonha com Ele, em todo o mundo, sem Sua autorização.




850 - OS CARROS: Sai Baba na forma Jota (469) deixou Seu carro na minha garagem, dia 12.05.2016, pois sem eu pedir, Ele se ofereceu para levar o meu carro para arrumar, que já estava com defeito há algum tempo, entregou dia 16.05.2016, está perfeito (eu já tinha cotado o preço do conserto, saiu por menos da metade). Trouxe a peça com defeito como comprovante. Isto faz parte da minha personalidade que ele adotou, pelo menos quando conversa comigo, já que sempre faço isto, mesmo que a pessoa não queira, faço questão de comprovar). Neste dia 12.05.2016, saímos para almoçar e conversamos por algumas horas; dia 16 a visita foi mais rápida. Fazia cerca de dois meses que eu não O via, mas como sempre Ele me ligava no momento exato em que eu começava a me preocupar com algo, baixando meu teor vibratório. No dia 16.05.2016, quando Jota veio buscar o carro, este não funcionou, não deu o menor sinal de "estalo", quando a bateria está ruim. Eu esperando algum efeito "engraçado ou sensacional", Ele disse que precisaria tirar carga da bateria do meu carro ("fazer chupeta"), tentou e não tento conseguido por falta de material (fio e ou ferro) adequado, chamei mais uma pessoa que ajudou. Demorou um pouco mais foi resolvido. Então, mentalmente, Sai Baba me esclareceu: como você sempre quis aprender como se fazia esta transferência de carga de uma bateria para outra, fiz demorar, para dar tempo o aprendizado.



849 - 17.04.2016: Convidei algumas pessoas (relacionadas à frase 848), para lancharmos na minha residência e conversarmos mais sobre Jota (469) e alguns objetos, que Ele me trouxe. A médium, neste dia, viu alguns pintores espirituais e novamente viu Sai Baba, na forma de Shirdi, Sua encarnação anterior (Sobre Suas encarnações, ver frases 105, 231 e 232). Relatei o que já falara em público e escrevi na frase 800. O relógio, trazido por Jota, estava parado, fui dar corda e pedi para filmarem. Todos sabemos que para haver alguma manifestação mediúnica (física ou intelectual) é necessário a presença dos espíritos; e ao solicitar que filmassem eu esqueci o mais importante, pedir ao Sai Baba para realizar esta leela (brincadeira divina e instrutiva). Ou seja, médium nenhum no mundo pode dar garantia de êxito, já que não é o médium a causa do efeito e sim a mente espiritual que o comanda. Foi engraçado, mas mesmo sem eu pedir, Sai Baba não me decepcionou na frente destes amigos. O comum deste relógio é bater errado enquanto estou acertando a hora, após dar corda, depois ele se corrige "sozinho" (sem a ajuda física de ninguém) e se mantém correto, enquanto tem corda.




848 - 30.03.2016: Reunião de estudos doutrinários, cujo tema foi "Os Agêneres'. Ao final, uma das pessoas da plateia me disse que havia visto um espírito perto de mim com características indianas. Seguindo a intuição, pedi para outrem pesquisar a imagem do Sai Baba de Shirdi (encarnação anterior de Sai Baba), na internet. Surpresa, esta vidente confirmou a identidade do espírito. É a segunda vez, que eu sei, que Sai Baba se deixa ver mediunicamente, ao nosso lado, em Sua forma anterior, confirmando Sua presença no recinto. A primeira vez, relatei no capítulo XXI, de "Meu Diário com Sai Baba" (ver página SAI). Esta médium vidente também viu o anel de rubi (frase 591 e 623 final ) "acender", em vibração, todas as vezes em que eu falava o nome de Sai Baba. Como também viu uma espécie de terceiro olho em minha testa, que eu me recordei da foto de Jota (frase 807). Sobre Suas encarnações, ver frases 105, 231 e 232.



847 - CRUCIFIXO: Em 27.03.2016, domingo de páscoa, olhando para o céu, pedi ao Sai Baba para desenhar um Jesus pregado na cruz. Tal uma pintura não realista sempre será possível ver algo, além do existente. Fotografei esta imagem, que ao passar no editor de foto girei para a esquerda, para facilitar a visualização, pois o rosto parecia deitado (a posição de deitado simboliza morte ?). Algumas pessoas, que eu ainda não havia contado que pedira ao Sai Baba, conseguiram visualizar um "barbudo". Na verdade, caso "se queira ver" um crucifixo, não será possível, a não ser a parte de cima da cabeça. Também consigo ver a marcação de onde seria os cravos (de cima e de baixo) que sustentam a placa INRI, bem como um buraco na altura do peito. Ver 840, 842 e 845. 

846 - GARRAS: Em 25.03.2016, sexta-feira da paixão, ao adentrar em um riacho que termina em uma cachoeira, já tendo constatado o quão escorregadio era o limo e perigoso com a força da água, em cerca de 30 segundos, liguei-me especificamente com Deus (e não invoquei qualquer outro nome) e com a intimidade, carinho e amor, que não falta com o respeito, apesar de desconsiderar o comum "por favor", pois é sempre intrínseco, assim pensei: "Deus, dê-me garras hem...". Foram tiradas algumas fotos, sendo que em duas delas, visivelmente, minhas mãos aparecem mais brancas, uma foi a primeira, antes de molhar as mãos e a outra já com as mãos molhadas, em ambas eu estava contra o sol e as mãos estavam na sombra do meu corpo. (Fotos no Facebook)



845 - TERCEIRA CASA: Fiquei na dúvida se deveria contabilizar minha terceira casinha nas nuvens, pois embora satisfeito com as outras duas (ver 840 e 842), pedi uma de frente para o mar e ainda escrevi com antecedência aqui no blog, nos escritos temporários (onde escrevo e apago). A imagem que se assemelha a uma casinha está bem rente ao mar, como se fosse uma ilha. Sobre conseguir visualizar ou não uma casinha nas nuvens (ou outra imagem qualquer), vale ampliar a visão, investindo no conhecimento de algumas linguagens pictóricas, diferente do realismo, por exemplo: cubismo, impressionismo, expressionismo, pontilhismo etc.

844 - 29.02.2016 - Conforme combinado anteriormente (ver final da frase 843), Sai Baba na forma Jota (469), veio à minha casa para me buscar para irmos em determinada cidade, da Região dos Lagos, resolver parte da documentação do imóvel (ver 636). Veio acompanhado de um amigo (relatado nas frases 756 e 757). Jota foi e voltou dirigindo. Fomos em quaro endereços (dois pela documentação, um restaurante e na própria casa objeto da ação). Quando Jota foi ao banheiro, o amigo ficou ironizando Jota, enquanto eu disfarçava meu constrangimento porque sabia que as pessoas, no Cartório, estavam ouvindo as barbaridades que ele falava, por outro lado eu tinha que segurar o riso para não gargalhar, porque na verdade ele estava ironizando a minha própria vida (mesmo sem me conhecer (pelos métodos tradicionais). Na hora do almoço, por instantes, discutiram, como se fossem uma só pessoa com dupla personalidade que absolutamente não se entendiam por motivos pequenos, mas claro que tudo não passou de uma engraçada encenação. Na volta, paramos em uma lanchonete, bem antes da ponte Rio-Niterói e curiosamente este amigo falou para a atendente que Jota (que, em termos de religião, somente fala de Jesus e Deus) agora estava indo na "missa evangélica" do Pastor Miguel. Surpresa e feliz a atendente disse que este Pastor era casado com a prima dela. Quando o amigo parava de se movimentar, Jota falava que era Ele que dava corda (na verdade, quando lia sobre as materializações do Sai Baba em outras formas, na Índia, na minha ignorância, ficava imaginando espécie de bonecos movimentado a um comando superior). Inúmeras vezes, como sempre, Jota respondeu ao meu  pensamento, sem eu verbalizar. Pedi para Jota clicar uma foto minha com ele. Também tenho poucas fotos com Jota, que eu mesmo tomei a iniciativa de dizer a Ele que não publicaria (pois já o vi conversando com muitas pessoas, acho que isto confundiria alguns).

843 - TRÊS ENCONTROS: Nestes dias de 20, 21 e 23.02.2016, com Jota (469), aconteceram enésimas, bem mais de duas dezenas de situações em que Jota, insistentemente demonstrou sua onipresença, revelando detalhes íntimos meus e até de quem estava perto de mim no momento.  Dia 20 esqueci minhas chaves de casa em Seu carro; dia 21, Ele foi me entregar onde eu estava. Foi acompanhado de uma senhora, que disse ser sua primeira esposa. Reparei que ela tinha seus dois seios (ver 607 e 705), no dia 23, Ele disse que já era implante. Descuidadamente, sem falar, mas através de um calendário de celular, revelou a data (dia, mês e ano) da minha separação, demonstrando conhecer meu passado exato, assim como Sai Baba, ainda morando na Índia, em janeiro, falou-me a data exata, que ocorreria uma mudança em minha vida (Capítulo XX, "Meu Diário com Sai Baba, página SAI, deste blog), demonstrando assim meu futuro exato. Ao meu pedido trocamos de cordão de ouro, preferi o Dele, que é mais fino e mais discreto. Entre outros objetos, trouxe-me um oratório, sem eu nunca ter comentado com ninguém, que procuro, há mais de dez anos, um antigo, sendo que este oratório, aos meus olhos, foi o que mais gostei de todos que vi. Deu-me a oportunidade de movimentar a regularização do CPF (que não consegui finalizar, por depender de outro documento), de uma falecida (esposa da outra parte), que também é parte no mesmo processo, cujo CPF (do marido) consegui êxito em regularizar, por ter sonhado com o nome da cidade (636). Marcamos de ir ver o imóvel, objeto da ação, em sua respectiva cidade.


842 - OUTRA CASA: Em 14.02.2016, primeiro dia em que fiquei olhando para as nuvens, após o que relatei na frase 840, após pedir ao Sai Baba para fazer outra casa nas nuvens, brincando que a do dia 10.02.2016, apesar de bonita era muito pequena, apareceu uma forma nas nuvens, que fiquei contemplando e demorei para pegar o celular para fotografar, demora esta que fez com que o vento levasse a parte de trás, nítida, como se fosse outro cômodo, o que fazia que esta forma de casa ficasse bem maior em relação à outra do dia 10. Início de fevereiro, fiz duas perguntas a Ele: 1. se eu teria onde morar no céu ou se iria para o umbral (local de sofrimento, segundo a Doutrina Espírita)? b. quando eu não tiver mais paredes para pendurar meus quadros, o que eu faria ? Nesta segundo pergunta, Ele respondeu brincando (que, em tese, também serve como resposta para a primeira pergunta) - "pendure nas paredes da casa no céu". Já li relatos de livros sobre Sai Baba, que Ele pode alterar as formas das nuvens, como também li que Ele levantou a mão e apareceu o arco-íris, ao Seu comando. Quando tenho contato visual com o céu, preservo este hábito de conversar com Ele olhando para as nuvens e (coincidentemente ou não) geralmente percebo formas parecidas com Suas dizeres.

841 - 08.02.2016: Neste dia, acordei cedo, com saúde, lanchei e voltei a deitar. Perdi a saúde e não consegui mais levantar da cama. Já passavam das 13:30 horas, quando minha mãe veio a mim, pedindo moedas para doar para um pedinte. Ela disse que ele relatava confusamente que ia para três endereços diferentes e pedia valores diferentes. Lembrei-me da maneira confusa que Jota (469) fala por parábolas, mas que nunca errou, pois sempre acerta meu passado e presente, bem como já previu diversas vezes meu futuro. Pedi para ela me rezar, porque sabia que esta falta de saúde em particular, não era minha, mas de vibrações alheias. A contragosto, disse que me rezaria uma única vez (pois seu hábito é repetir a mesma oração por 3 vezes). Sem concentração (pois estava cuidando do jardim), esqueceu algumas partes e eu a lembrei rindo de que ela não havia falado da parte do "amor não correspondido", pois eu não estava correspondendo meus amores ultimamente. Tão logo ela terminou, de súbito, ela se rompeu em lágrimas. Eu expliquei que eram as vibrações que estavam comigo (que não eram minhas). Melhorei de imediato e ela também. Fui ver o mendigo, que repetiu o que ela falara. Reparei em seu grande relógio branco e achei que fosse algum aparelho médico, que ele tirou e quis me vender e foi abaixando o preço. Não comprei. E ele, cabisbaixo, foi embora calçado em seu tênis, da marca "nike" (curiosamente a marca de todos os meus). Não fosse ele e somente quando minha mãe fosse ao quarto, bem mais tarde, que eu teria melhorado.

840 - BÔNUS-HORA: Ao ver o céu de Barra do Piraí, em 10.02.2016 (que fotografei), pensei de brincadeira que minha casa, que mandei construir no céu já estava pronta, cheguei a ficar feliz por terem me obedecido direitinho... Mas pelo livro "Nosso Lar" (e filme) sabemos que não é tão simples assim. Lá, nesta colônia espiritual, para nosso trabalho, independente do que seja (intelectual ou não, aliás lá não se incentiva a vaidade intelectual, a pessoa estuda porque gosta e quer e não pelo "prêmio"  ou "dinheiro", que não existe) são computadas as horas trabalhadas e pelo somatório acumulado podemos, por exemplo, comprar uma casa ou fazer uma viagem, em espírito, para visitarmos os entes queridos que continuam encarnados na Terra. (ver pergunta 22, deste link) 

839 - TRAIÇÃO: Independente da intenção de Judas, só o fato de Jesus conhecer o pensamento, o íntimo de cada pessoa, estando a pessoa ao Seu lado ou não, faz com que seja impossível Ele ser traído, pois para haver traição a pessoa precisa ser enganada; e quem sabe a intenção de outrem não tem como ser traído. Não precisamos ir longe, os espíritas, em geral, sabem da capacidade do médium Chico Xavier de "ler os pensamentos" das pessoas; então se alguém tivesse alguma intenção ruim, pode ser até que ele deixasse acontecer algo ruim com ele, para que se cumprisse a vontade de Deus, mas não haveria traição, pelo contrário, haveria premonição e permissão.

838 - A SOMBRA DE SCHUMANN:  Em 05.02.2016, estava lendo este livro, sobre a vida do compositor alemão Robert Schumann, inclusive os anos passados no hospício de Endenich, que fora comprado, pela internet, junto com outros objetos, para não perder tempo, como também comprados junto com alguns selos (ver 835), quando pousou, como se fora jogado, um pequeno inseto, não tão comum. Passado pouco tempo, surgiu uma aranha (ver 645), curiosamente de duas cores (marrom amarelado e preta), que achei engraçado pelas pessoas falaram isto de mim, por parte dos meus pelos serem pretos e outra parte amarelada ou lourada. A parte marrom da aranha ficava bem mais dourada em contato com o sol, assim como pelos ou cabelo não totalmente louro. Tirei foto de ambos. Ver frase 118 (e muitas outras com foto).

837 - YVONNE PEREIRA: Estava pensando, como já constatei diversas vezes, que quando ainda estou no caminho, na direção do Rio de Janeiro para Barra do Piraí, mas já no meio da estrada a diferença de vibração que permeia o ambiente é imensa. E isto, reflete de imediato, não no íntimo da minha identidade, mas de maneira brutal, tornando-me menos ansioso, mais calmo, os pensamentos ficam mais claros, tenho mais fé etc; por ter mais natureza e menos pessoas por metro quadrado, com suas vibrações em desequilíbrio. Fosse eu mais desatento e simplesmente mudaria minha maneira de pensar e acrescentaria pensamentos negativos, quando estou situado em cidades grandes. Por motivo semelhante, soube que esta reconhecida e capacitada médium, voltou a morar no interior. Talvez, atraído pelo meu pensamento, ela, em espírito, visitou-me, sendo que não foi a primeira vez, e após me esclarecer coisas pessoais (que eu não havia perguntado, mas fiquei feliz, por seu interesse em me ajudar), perguntei genericamente sobre o Sai Baba e Jota (469), ao que ela me respondeu que ela não tem acesso à mente Dele, mas Ele tem acesso à mente dela. Então, ela disse que sabia tanto quanto eu. Ver 277 e 161. Por falar em Yvonne, já ouvi do José Raul Teixeira e do Divaldo Pereira Franco, que seu livro "Memórias de um Suicida", que ficou por 2 ou 3 décadas guardado na gaveta, esperando que alguém publicasse algo do gênero, era o livro do século (XX).


836 - 24.01.2016: Neste encontro com Sai Baba na forma J (469), de cerca de duas horas, entre muitas outras coisas, Ele pegou meu violão (820), que só toquei um pouco nos primeiros dois dias, por falta de oportunidade e dedilhou o início de duas músicas que identifiquei de imediato - "Menino do Rio" e "Asa Branca" - e fez isto em vários tons (notas e casas diferentes do violão), em uma suavidade tamanha, que não corresponde à grosseria que ele finge ter, que também não corresponde com suas mãos grosseiras. Em outra ocasião Jota pegou o violino com leveza e fez um som não identificado. Falou como sempre falei: Estudei na infância, mas não sei tocar mais". Bonito foi olhá-Lo ao violão, enquanto Ele prendia os olhos na televisão, com aparência de distraído e o violão na frente Dele, sem Ele olhar para o braço do mesmo, estando o violão quase na vertical (como um violoncelo), assim como eu gravei poucos vídeos. Era como seu me visse Nele. Chegou com outro celular usado (com TV), que disse que estava há poucos dias com Ele e se ofereceu pra trocar no meu, que deu defeito (sendo que eu pensara em comprar um com TV) e só liga de vez em quando. Sua presença me trouxe energia (como em muitas outras vezes), porque eu estava muito cansado da semana, incentivou-me a passear, que atendi após a ida Dele.

835 - SELOS: Quando criança, eu tinha coleção de selos, não muitos, mas bem mais de 1.000. Ficava chateado quando sumia um, conhecia todos. Mas cheguei à conclusão que era perda de tempo, então dei minha coleção pra alguém que disse que gostava, nem sei... 20.01.2016, enquanto esperava o eletricista, estava na internet fazendo outras coisas, então procurando algo sobre Schumann, acabei achando selos comemorativos e começando uma nova coleçãozinha de selos (que não pretendo perder muito tempo) especializada em pintores, escultores (e suas obras) e músicos (e instrumentos), somente. Lembrei-me que comprei dois pequenos livros de selos do Vampiro (ver 486 e 488), que achei engraçado por lembrar minha infância; peguei-o e vi tinha alguns destes interesses. Por enquanto só temos pouco mais de 100... Sei lá, vai que um dia acontece um Museu Giov., então além das pinturas, já teremos selos... Inclusive, aproveitei pra salvar as imagens. Se você tiver algum deste tema, aceito... Obrigado!

834 - SATHYA: Nome adotado por Sathya Sai Baba, que significa verdade. Minha vida seria infinitamente mais fácil (sofro uma espécie de bullying, risos...), se eu falasse menos do que acontece comigo proveniente do Sai Baba ou Jota (469) e olha que nem falo metade do que acontece. Isso também aconteceu quando comecei na pintura mediúnica e até sobre desdobramento astral. Já vi pessoas falarem mentiras sobre assunto qualquer e aparentemente (somente naquele momento) se darem bem na vida (enquanto encarnado). Ilusão, quando acordarem, fato que geralmente só acontece depois que morrem, verão a verdade dilacerando a própria consciência, quando, segundo Jesus (que é a Verdade) "haverá prantos e ranger de dentes". Não tenho problemas em falar a verdade total, mas eu sofreria mais desnecessariamente e por enquanto é mais econômico, até em termos de vibrações que recebo, ir contando aos poucos. Ver 732. E o tempo na Terra é muito curto para eu ter tempo de criar ilusões...

833 - 60 VEZES: Isto aconteceu sem a presença de Jota (469). Coloquei a garrafa de água na pia, com cerca de 25% de água gelada e 75% vazia. A pequena tampa, por onde passa a água, inserida em tampa maior (ambas de plástico resistente, em garrafa de vidro), por três vezes se levantou e abaixou fazendo um barulho relativamente alto (só eu vi) e continuou a levantar e abaixar sozinha em altura menor (sem ninguém visível colocar a mão). Então, por ter continuado, demorei um pouco e cheguei à conclusão que este "fenômeno" não era somente pra mim. Chamei uma pessoa, que chegou após a tampinha já ter abaixado e levantado várias vezes, então comecei a contar em voz alta, a partir do número 1 (um), descartando as diversas movimentações anteriores. E fui contando lentamente, a medida que a tampa se levantava e abaixava. Estava começando a ficar cansativo e após o 40 (quarenta), resolvi chamar as outras pessoas da casa. Dois vieram e reclamaram, perguntando se era somente por isso que eu havia lhes chamado. Ao reclamarem, imediatamente a pequena tampa parou de se movimentar. Ficaram por um tempo e se retiraram da cozinha. Após a saída de quem reclamou, a tampinha voltou a se levantar e abaixar sozinha. Neste ínterim Sai Baba, mentalmente, disse-me que não pararia, mas faria a primeira pessoa que chamei se cansar. Isto se cumpriu, quando ela mexeu e parou a tampa no número 60 (sessenta), contados após as primeiras vezes que não contei.

832 - 10 ANOS: Sai Baba Jota (469) me levou em um prédio onde conheci o porteiro e após Jota ir embora, tive a oportunidade de conversar por alguns minutos com ele, que disse que conhece Jota há cerca de dez anos ou mais. Pude entender que não era parábola o que escrevi na frase 462, que Ele dissera que já estava por aqui, no Rio de Janeiro, há 27 anos. Sempre penso na possibilidade de que isto que tem acontecido comigo, acontece em todas as épocas da humanidade, a diferença é que Ele está fazendo questão de revelar, devido à maturidade da humanidade e os estudos espirituais estarem avançando, em principal no espiritismo, com os agêneres, e na Índia com não somente a bicorporeidade de Sai Baba, mas até no aparecimento Dele em três formas diferentes, além da Dele, ao mesmo tempo.


831 - SETE FILHOS: Dia 07/01/2016, após chegar do trabalho tarde e estando a casa com visitas e como vieram a passeio, quis facilitar e deixar comida pronta para o dia seguinte, inclusive para meu filho, que elas não tinham obrigação de fazer. Fiz dois pratos diferentes para um total de seis grandes porções. Ao terminar, falei brincando, pensando em meu estudo sobre o compositor alemão Robert Schumann: "Viu como sou rápido ? Em outra vida já cuidei de oito filhos, ou sete, sei lá, um morreu...". Dia 09/01/2016, Jota (469) tendo ficado na sala, enquanto fui ao quarto e O ouvi, falando alto com decisão: "Sete filhos!" Fiquei um pouco atordoado e fingi que não tinha entendido, pensando que Ele não repetiria, pois o comum é não repetir quando já entendi. Mas, surpreendeu-me e repetiu: "Sete filhos!" E depois continuou falando: "Sete filhos, preciso fazer sete peças daquela de madeira que lhe dei". É comum os artistas chamarem sua criação de filhos. Jota é uma espécie de carpinteiro, artista e comerciante. Robert e Clara tiveram oito filhos, mas um não sobreviveu, portanto fizeram comida para sete filhos.


830 - MELODIA: No carro de Sai Baba na forma J. (469), quando Ele falou algo de música, o rádio ligou. Fiquei pensando na possibilidade Dele ter ligado antes de falar e eu não ter visto. Fomos em um endereço e na volta, quando Ele falou que agora só faltava uma melodia, ao falar a palavra "melodia" passou a mão com a palma aberta na frente do aparelho de som e ele ligou, então também pensei na possibilidade de haver um botão do lado esquerdo que Ele acionara antes de falar. Contei para meu filho, que não conto tudo para não ficar cansativo. No outro dia, fomos no meu carro, em endereço perto de casa, tendo Jota sentado no banco de trás. Na volta, eu levei a mão no aparelho de som para aumentar, enquanto falei que o som estava muito baixo. Neste segundo, entre a distância da mão e o botão de volume, quando eu estava perto do botão para aumentar, o volume do som aumentou sozinho e tomei um susto, então tirei a mão rápido. Meu filho reparou que me assustei. Jota nada falou.


829 - A SANTA: Eu já pensara anteriormente em comprar algum santo de madeira, nenhum em especial, mas quase nunca gosto de nenhum, pois por serem antigos, geralmente estão faltando pedaços e os novos nem sempre me agradam, por um ou outro motivo. Então, apesar de já ter um, vou deixando passar o tempo. Mas aproveitei que estava com mais tempo livre e fiquei cerca de uma semana olhando na internet, quando podia. Não gostei de nenhum. Quando Jota (469) chegou, em 06.01.2016, saímos em Seu carro e com aparência de casualidade, levou-me onde havia uma Nossa Senhora de madeira jacarandá, que pensei em comprar na volta, após uns 20 minutos, mas curiosamente a pequena loja já havia se fechado no meio da tarde. Retornamos dia 07.01.2016, com meu filho (frase melodia) e Ele, saindo apressado, disse com firmeza, quero que você esteja ali e apontou local incerto (na verdade minha mãe fazia isto quando eu a levava no centro da cidade e ela não falava o local correto e sempre desencontrava). Então Ele voltou com um Santo Antônio policromado, dando atenção ao furo no alto da cabeça, para colocar coroa. Sendo que achei engraçado ter visto coroa dourada para santo para vender, pois nem sabia que isto vendia e Ele repetiu meu pensamento dizendo que nem sabia que tinha pra vender, com expressão de muita surpresa, apesar de um sorrisinho de malícia. Mas preferi ficar somente com a santa. Interessante que quando chegou para me buscar já trouxe um suporte de madeira, trabalhada, com cerca de 5 cm de largura, também de jacarandá, na medida de 1,80 m, que somado com a santa de 48 cm, totalizarão 2,28 metros. Também curioso foi o fato de eu já ter pensado que dou preferência a objetos mais finos e altos e este é o maior neste sentido. Ele comprovou meu pensamento sem eu falar, trouxe o suporte, melhor do que imaginei e  me levou no local para eu comprar a escultura que gostei, após desistir de procurar.


828 - ELETRICIDADE: A tomada do microondas começou a sair fagulhas há mais de um mês e não consegui agendar com o eletricista, então deixei desligado, sendo que me recordei que o vendedor, quando fui comprar um adaptador de três pinos, porque a saída na parede são de dois, disse-me que seria provisório, pois depois poderia "pegar fogo" e o melhor seria trocar a saída de energia na parede. Reparei que na cafeteira nada acontecia e calculei que fosse por requerer menos energia do que o microondas. Com Jota aconteceu o inverso e com Ele, dizendo que não era nada, e que o problema estava no adaptador, não saiu fogo, como nas últimas vezes que utilizei o microondas e saiu, pela primeira vez, na tomada da cafeteira, quando ligada. Mas, em dias posteriores, quando eu fui usar estes aparelhos, voltou ao que relatei antes: No microondas sai fagulhas e na cafeteira não, então agendei o eletricista.

827 - 06/07/09.01.2016: Três dias com Jota (469), que O apresentei para meu filho e mais três pessoas. Escreverei muito menos do que aconteceu, como sempre, por razões diversas, já relatadas. Na verdade, todas as vezes, sem exceção, que pedi ao Sai Baba para se apresentar como Jota para determinada pessoa conhecida minha, casualmente e de maneira descontraída isto aconteceu. Ele se apresentou como uma pessoa qualquer, assim como quando O conheci, no início do ano de 2014 e somente em 30.08.2014, que Ele se permitiu se revelar, não exatamente tal qual é, mas pude conhecer uma fração um pouco maior de Sua personalidade. As coisas "estranhas", que fogem ao que conhecemos das leis da física, da química e do razoável, como a relatada na frase "melodia", foram poucas. Agiu descontraído, como sempre. Mas somente após o término da visita, eu relatei a eles os meus pensamentos últimos e que Jota falou ou trouxe o objeto correspondente e inclusive trouxe a solução de uma pequena dificuldade da minha vida social (não pessoal), que nunca falei com Jota. Não contei, mas devem ter ultrapassado uma dezena de situações, que seria absolutamente impossível catalogar na "conta" da coincidência. Jota sempre fala ou traz o objeto do meu pensamento, independente de eu querer ficar com o objeto. Então, as visitas foram se dando conta e lembrando do que eu realmente falara antes e que Jota falou ou trouxe o objeto correspondente. Inclusive Sai Baba na forma J (469) nunca se enganou em falar naturalmente o que um dia, próximo ou distante, conversei única e exclusivamente com Deus.

826 - 01.01.2016: No final do dia, eu e outro fomos em casa de amigos. Lá, uma amiga, contou-me que quando tinha 15 anos, uma médium lhe dissera para não ficar triste com o término do recente namoro, pois apareceria um outro namorado de outra etnia, mas também não seria este o definitivo, depois um outro divorciado e com filho (nem este) e posteriormente um da mesma etnia do 1º a aparecer. Isto se cumpriu fielmente. Esta amiga também contou que sonhara que o marido (meu amigo desde 04 anos de idade) passaria em determinado concurso federal como 39º colocado. Isto também se cumpriu fielmente. Já soube de muitos outros casos sinceros de previsão, inclusive comigo ou através de nossa mediunidade. Em suma: Para exato cumprimento de previsão, é necessário que a vida no Universo seja governada com requinte de precisão, nos fatores tempo, distância, pessoas etc, tal uma orquestra gigante regida pelo Divino Maestro.


825 - 26.12.2015: Reunião de amigos de um grande grupo espírita, que aproveitei para levar 3 pinturas mediúnicas para sorteio. Assim que cheguei uma pessoa me recordou que eu dera um pintura mediúnica no intuito curativo, há mais de dez anos, para sua dor de cabeça; que durante todos esses anos cessara, mas começava a voltar lentamente, então me pediu outra pintura. Mas não será preciso, ela foi sorteada com uma.

824 - AMEMOS: Jesus resumiu os dez mandamentos, de Moisés, em duas máximas: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Que poderíamos sintetizar em uma única palavra, do verbo "amar", conjugada no imperativo afirmativo, dita com terno carinho: "amemos" nós !
823 - 23.12.2015: Para tirar foto das duas bíblias juntas, passei na casa de meu amigo, que não estava, e aproveitei para conversar com sua irmã. Esta me informou que a senhora disse se chamar Regina (que, com origem em latim, significa Rainha, com entendimento também em Senhora Absoluta, A Maior, A Grande) e curiosamente ela disse que ela iria abençoar a família da menina. Achei curioso o fato da senhora dizer que ela mesma iria abençoar, pois o habitual é dizer que Deus ou Jesus ou Nossa Senhora ou algum santo irá abençoar ou que a pessoa irá orar para que Deus ou Alguém abençoe. E a menina também me contou que ao perguntar para as pessoas se tinham visto para onde a senhora tinha ido, estes disseram que nem mesmo a tinha visto. Assim como também Jota não fora visto pela mulher ao lado de minha amiga, conforme relatei na frase 778. Mentalmente, Sai Baba me disse ser Ele, inobstante o simbolismo aparentemente seja atribuído à Nossa Senhora, considerada a Rainha do Céu, na ótica espiritual (não científica).

822 - SUA IMAGEM: E semelhança. Sai Baba na forma J. (469) quando conversa com alguém adota a personalidade desta pessoa. No meu caso, em particular, que muito antes de ser espírita já reparava em cada pensamento, atitude, gesto e sonho meu, portanto tenho mais elementos de observação e tempo para refletir, pude perceber que não somente Ele adotou minha personalidade, como na verdade Ele a potencializou de uma maneira que eu nem conseguiria ser, embora eu quisesse, se me fosse oferecida esta possibilidade. Agindo assim, nesta razão inversa de que somos a imagem e semelhança de Deus, já que ainda não conseguimos agir na ordem natural, Ele desce até nós, conquista nossa simpatia e nos auxilia de uma maneira qualquer, sem vínculo com qualquer forma religiosa, já que o Amor, que é a essência das religiões, não tem limites. Grande parte das frases, sobre meu encontro com Jota, pode aparentar um ar de brincadeira, mas assim é, porque sou assim. Minha seriedade é baseada no bom humor, que ri até da própria tristeza (natural em todos nós), e na amizade sincera, sem o verniz social, comum na sociedade terrena. Ver 369, 42 e 25.

821 - A PRESSA: Desde que conheci Jota (469), em meados de março de 2014 e que mantenho contato regularmente, seja por telefone ou seja por encontros pessoais, sendo que não relato todos s encontros ou diminuo bastante o que acontece, eu nunca O vi transparecer estar apressado com algo ou ansioso. Neste último encontro, de 19.12.2015, pela primeira vez, Ele almoçou com aparência de pressa e após, despediu-se muito mais rápido do que o habitual, poder-se-ia dizer que estava extremamente apressado. Óbvio que este estado emocional não condiz com Sua realidade; ou seja era mais uma de Suas interpretações teatrais, que eu entendi como uma atitude simbólica, como se Ele estivesse com pressa para aparecer para a menina, como uma senhora, e entregar a bíblia, que coube a Ele na divisão comigo. Claro que não havia esta necessidade, pois Sai Baba na Índia, por mais de uma vez demonstrou Seu aparecimento em outro local ou, além de estar em outro local, aparecia em forma humana diversa da Sua e até mesmo como três pessoas, dois homens e uma mulher, além do Seu corpo conhecido. Na igreja católica é divulgado, entre outros, o caso de Santo Antônio de Pádua, que quando pregava em Pádua, Itália, era visto em Lisboa, Portugal fazendo a defesa do pai, que acusado de assassinato, ia ser executado. Allan Kardec, em "O Livro dos Médiuns", trata o assunto como bicorporeidade, embora sobre Sai Baba, em alguns casos, Sua divisão seja em mais de dois corpos, com aparência diversa. Eu mesmo já tive a benção de poder ver Suas materializações (agêneres, nos dizeres de A. Kardec) por inúmeras vezes, além da materialização de objetos ou pequenos insetos.


820 - 21.12.2015 - Fui comprar um presente de Natal e após passei em frente à uma loja de música e aproveitei para olhar algum violão acústico, pois o meu eu entreguei ao Jota (469) como parte de pagamento em um saxofone (ver 763), que até a presente data continua trancado no mesmo lugar, sem eu tentar aprender. Não é preguiça, nem falta de vontade, mas assumi muitos compromissos nesta vida que ora me impedem. Movido pelos olhos da estética, acabei saindo da loja com um violão elétrico preto e uma caixa de som cor de vinho, que o vendedor insistiu em dizer que era estilo vintage. Tive que me conter para não zoar ele dizendo que "vintage" não era lá muito masculino. Mas gostei e acabei comprando. Hoje mesmo já liguei no som máximo, que aliás os vizinhos devem ter gostado bastante. Toquei menos de uma hora e os dedos da mão esquerda parecem ter pego brasa, por causa das cordas de aço. Somente agora percebi que o violino também comprei em 21.12, só que do ano de 2011, pena que ele fica a maior parte do tempo em desuso. Bem que eu gostaria de usá-lo mais... Repassei o violão anterior ao Jota somente por causa do braço do violão ser largo e meus dedos não são tão compridos e este, agora, tem o braço mais fino, o que facilita fazer as pestanas.



819 - TERCEIRA BÍBLIA: Ao chegar de volta, passei na casa de um amigo, que me indicaria onde consertar o ar-condicionado. Ele não estava e eu deixei o recado para ele entrar em contato. Poucos minutos após, ele tocou a campainha e adentrou em minha residência. Ao ver a minha bíblia ele começou a rir um pouco e a se emocionar. Acontece que dois dias antes, estávamos com outros amigos e para tentar me ajudar, sobre o problema do ar-condicionado, perguntou-me como havia estragado. Eu falei a verdade (conforme frase 804): "Eu tenho um amigo normal, que desaparece na minha frente, que me pediu R$ 20,00, eu não dei, Ele disse que sentiria calor e que Deus iria me castigar. E neste exato momento, parou de funcionar." Ele simplesmente não conseguia parar de rir (que percebi que não era ironia, parecia levemente nervoso) e ficava me perguntando: "como assim, ele some na sua frente?" E, claro, com mais pessoas, em ambiente inadequado ao assunto, não dava pra explicar muito. Neste ínterim, Sai Baba, mentalmente, disse: "Chegou a hora dele", que eu entendi, que fosse a hora de saber algumas verdades da vida. Então, neste dia 19.12.2015, ele me explicou o motivo de seu riso. Ao chegar em casa, sua irmã (que não conheço, nem nunca vi) mostrara um bíblia idêntica e contou que uma senhora, na rua, deu a ela de presente e quando ela foi agradecer, esta senhora já havia desaparecido. Sendo que antes da irmã terminar de contar, ele disse que já sabia que ela desaparecera e já começara a rir. Esta bíblia doada a uma menina veio com um lacinho. 

818 - DOIS METROS: Sai Baba na forma J (469) por duas vezes falou que havia recebido a encomenda de um cliente por um objeto, que Ele faz de madeira, com dois metros de altura. Após falar isto abriu o porta-malas de Seu carro e este estava muito cheio de madeiras de cerca de 25cm, com um furo na extremidade, não totalmente retangular. Porém a madeira utilizada neste objeto é diferente, pois ele é realizado com tiras totalmente retangulares, maiores e com um furo no centro, para atravessar um ferro de sustentação. Ou seja, essas pequenas madeiras cortadas em nada serviriam para realizar o referido objeto. Inclusive certa vez sonhei que este objeto era realizado apenas a partir de Sua vontade, sem a ação de Suas mãos (sonho este, que disse que sonhara, mas não cheguei a relatar na frase 543). O quantitativo enchia metade da altura do porta-malas, sem deixar espaço nas laterais. Pareciam peixes, inclusive com o olho. Na hora, em minha mente veio a ideia de multiplicidade, a multiplicação de peixes por Jesus. Se de nada serviriam, então acredito terem sido criadas apenas para esta lição de abundância, somente pela Sua vontade.


817 - DIRETOR-GERAL: Jota (469) já me chamou de muitos adjetivos, que talvez eu nem me recorde de todos: "o cara", "patrão", "ruço", "chefe", "amigo", "dono do mundo" (que eu disse que não, mas pelo menos filho do dono eu era), "lorinho" etc. Uma única vez, Sai Baba, mentalmente, chamou-me de "Kasturinho" (diminutivo do nome do, já falecido, professor N. Kasturi, Seu biógrafo oficial), que por óbvio não me cabe, pois pessoalmente nem conheci Sai Baba, encarnado na Índia, mas considerei como uma forma de incentivo a continuar a escrever sobre Ele. Sobre o adjetivo "diretor-geral", já me chamou inúmeras vezes, que me recordo de uma engraçada: nós conversando, sem rir, sobre assunto diverso e almoçando, Ele interrompeu, abriu os braços, sorriu, e assim me chamou, fora do contexto do diálogo. Nunca entendi o motivo, mas pela primeira vez, Ele, conversando sem sorrir, disse de uma possibilidade de local. Conforme cantou em outro momento deste encontro: "O que será? O amanhã? Responda quem puder..." Exatamente parte do trecho que eventualmente canto (embora eu nem conheça toda a letra). Na verdade os adjetivos que sejam elogios a mim, que não mereço, revelam Sua humildade.


816 - MANDEI BEM: Adentramos em um pequeno bar, pois Ele disse que estava com pressa, porque tinha um serviço pra fazer e não daria tempo de irmos em restaurante. Estou acostumado com qualquer tipo de ambiente, nada me choca, mas talvez  o calor e por eu estar em pé, olhando ainda se comeria algum salgado, que fui informado que não havia e mais o barulho, com as pessoas falando alto, em uma esquina de rua movimentada, na Tijuca/Rio de Janeiro, e já estando Sai Baba na forma J, sentando no balcão e almoçando um tipo de carne, que eu não costumo comer, fiquei um pouco desconfortável e sem atitude, para saber se comeria. Então, disse que comeria somente frango com arroz, mas veio o prato completo. Nisto vagou uma cadeira no balcão e fiquei reparando J (469), Ele, com voz empostada, falava gritando, pedindo pimenta, refrigerante etc. Ele simplesmente "se confundia com o ambiente". Ele "estava em casa". Não parecia o Jota trocando receitas com minha mãe, falando de arte comigo ou me zoando e rindo (com minha personalidade multiplicada em muito), nem  falando de calendário de foto de mulher com o borracheiro, nem com O Jota que conversara com as mulheres, nem parecia com qualquer Outro que eu já vira. Ao sentir que eu O estava reparando, Ele se virou sorrindo, piscou o olho e falou baixo pra mim: "Mandei bem, né?". Eu apenas sorri e concordei: Sim, mandou.


815 - DUAS BÍBLIAS: Fomos ao Banco do Brasil, lá chegando havia dois mendigos crianças, que ao pedirem dinheiro, apenas acenei pra entenderem que eu doaria na saída. Ao saírmos, eles não estavam mais lá e Jota (469) reparou que havia duas bíblias novas, ainda embaladas em sacola de plástico aberta. Entramos novamente no banco, Jota ergueu as bíblias e falou algo, por duas vezes, louvando ou agradecendo a Deus, que eu não consegui ouvir porque eu estava rindo muito com o sumiço do cheque. Então, Ele repartiu as bíblias: "Tome uma para você e outra para mim". Na minha tinha um panfleto escrito: "Disse Jesus: - Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6". 


814 - O CHEQUE: A forma J, de Sai Baba me pediu para eu trocar um cheque de R$ 1.000,00 reais e tendo dito que trocaria, Ele me entregou e eu coloquei no bolso. Chegamos ao banco em cerca de 5 minutos, mas lá não achei o cheque e comecei a rir um pouco alto, não consegui me controlar com a aparência dEle de preocupado, que eu sabia que era teatral. Ele telefonou para o dono do cheque (que não posso afirmar que seja real), de nome Félix (que pelo sistema de passar a mensagem através de "iniciais" - frases 495 e 496 -, inevitavelmente chegaremos à palavra "fé"). No telefonema foi engraçadíssimo Ele dizendo para o dono "assustar" o cheque. Emprestei o dinheiro a Ele, que mais de uma vez demonstrou que não precisa disso. Em dezembro de 2014, dei um cheque de R$ 2.000,00 para Jota, cheque este que nunca foi compensado, tendo Ele dito que repassou para um amigo que o perdeu. Nesta mesma data o cheque que paguei o estabelecimento de ensino, em outra cidade, também não foi compensado, pois também foi repassado para terceira pessoa.


813 - A SOLUÇÃO: Fui para o centro da cidade, com Jota (469), para resolver um problema particular meu. Ele ficou no carro, enquanto fui ao endereço, que lá chegando não consegui resolver. Voltei ao carro e Jota me estimulou a retornar e tentar novamente, mas mesmo tendo retornado não consegui solucionar. Eu estava realmente preocupado. Então Ele foi lá e resolveu o mais difícil e depois eu terminei a resolver. Em suma, não fosse a presença Dele, pelo menos neste dia, eu não teria conseguido resolver. Ele foi capaz, não só me auxiliou, mas fez por mim quando não logrei êxito.

812 - A TEMPERATURA: Ficou acertado que nós (eu e Sai Baba na forma J, frase 469) iríamos em meu carro, ao centro da cidade, então, como ainda não tive tempo de levar o ar-condicionado para arrumar, já na garagem pensei nesses termos: "vou fechar os vidros pro Jota ver o que é bom, em sentir calor, mas se bem que Ele nem vai sentir calor, eu é que vou". E rindo, assim procedi, fechei os vidros e o calorão foi imediato; Ele fingindo desconhecer o motivo falou para eu ligar o ar. Eu, rindo, acusei a Ele: "ué, Você estraga meu ar e agora não quer sentir calor? Não estou entendendo". Ele riu, disse que não tinha culpa, mas não deu muita conversa, então abrimos os vidros e assim fomos todo o percurso. Ver frase 804.


811 - O PADRE: Em 19.12.2015, encontrei-me com Sai Baba, na forma J (frase 469). Ainda na minha residência Jota (469), brincando, mais uma vez me apressou a terminar o quadro referente ao afresco "La Resurrezione di Cristo" (A Ressurreição de Cristo), releitura do pintor Piero della Francesca, que é o mesmo quadro da foto da frase 111, que estou pintando por cima, para doar para uma igreja, cuja ideia partiu Dele. E Sai Baba J, sorrindo, disse que o padre era "pretão" (quem nos conhece sabe que isto não é preconceito, só brincadeira mesmo, como brincamos com a palavra "brancão") e que era amigo dEle etc. Fomos ao Centro do Rio de Janeiro e mal acabáramos de estacionar, Ele sorrindo, apontou o dedo e disse: "olha lá, um padre preto". E na calçada em frente vinha caminhando sozinho, na rua com pouco movimento, um padre negro com traje, que acho ser, da Ordem de São Francisco: marrom, com capuz, cinto de corda branca e cruz.


810 - IDIOTA: Tão logo encontrei as três fotos no celular de J. (469), transmiti para poucas pessoas através do aplicativo de comunicação instantânea WhatsApp, via internet; sendo que uma delas respondeu que o "bambu" grosso poderia ser um fio de cabelo na lente da câmera. Ao comentar com Jota, Este, vagarosamente respondeu: "i-di-o-ta" e eu comecei a rir bastante. Pois é claro que mais uma vez, Sai Baba na forma J. estava demonstrando o quanto conhece minha vida. Aos 17 anos fui acampar com amigos na Região dos Lagos, que era comum para mim nesta época. Após um amigo mais velho reparar que minha natureza era calma e me apelidar de "siamês" (194) ficou por tempo razoável tentando me provocar para que eu perdesse a calma e realmente perdi e falei, lentamente, "i-di-o-ta". E até hoje uma pessoa, que estava junto na época, uma das que receberam a mensagem, conta isto para os outros dizendo que eu simplesmente atingira o auge da ira e chamei outra pessoa (em tom baixo e calmo) lentamente de "i-di-o-ta". Posteriormente fiz teste com fio de cabelo na lente, em nada se assemelha, nem com o "bambu" fino.

Detalhe da foto, na parte do "bambu fino

809 - BAMBU FINO: Somente em 17.12.2015, fiquei pensando no motivo de Jota (469) ter batido a terceira foto, cuja imagem de um São Francisco de Assis, meu, de madeira, que eu havia restaurado, já há alguns anos, enquadra-se no meio da foto. Esta consideração de achar o motivo é baseada no fato de que nada é perdido, nem uma fala, gesto, olhar, objeto etc que venha através Dele. Pensei que fosse para identificar a data, assim como a sacola de lixo (frase 808) já que pouco tempo depois eu o mudei de lugar. Mas olhando detidamente reparei que na imagem do santo tem algo que se assemelha com um bambu fino indo em direção ao pescoço da imagem, e como Sai Baba J havia insistido nesta palavra bambu, achei interessante relatar. Os adjetivos fino e grosso, foi eu quem atribuiu, por mera questão de identificação.




Detalhe da foto, na parte do "bambu grosso".
808 - BAMBU GROSSO: Também neste encontro relatado na frase 806, aconteceu de eu achar em Seu celular, três fotos tiradas de minha casa, que sei serem de cerca de vinte dias antes, pois estávamos eu, Ele e um eletricista, trabalhando em minha casa, por tempo suficiente para que eu preparasse porções de alimentos para nós e sei a data, porque no momento da saída coloquei uma sacola de lixo, para jogar fora, perto da porta para ir buscar outra e reparei que eu nunca havia feito isto, por evitar, pois se a sacola estiver suja embaixo, sujará o chão. Essas fotos, Ele disse, brincando, não conhecer, mas não acredito, pois Ele sabe de tudo da minha vida, de qualquer tempo e das pessoas que conheço, a todo instante. Uma das fotos tem algo que se assemelha a um bambu, no meio da sala, por toda a extensão da foto, na vertical. Bambu ou coisa qualquer, que nunca existiu em minha casa. Sai Baba, na forma J, insistiu veemente que aquilo era um bambu, como se eu tivesse me enganado. Talvez seja alguma lila instrutiva (brincadeira divina), não sei. Mas achei interessante esta mudança no teor da foto. A foto é de má qualidade devido ao fato do celular de J (469) ser muito antigo, que provavelmente nem se fabrica mais.

807 - A FOTO: Curioso é que neste dia consegui tirar uma foto de J e a tenho em arquivo, que já mostrei para algumas pessoas, inclusive para pessoas que achavam e diziam claramente que J (469) é uma criação mental minha e que eu deveria me tratar com psiquiatra. Para esses casos deixo claro minha postura de sempre, que eu aceitaria passar por psiquiatra sim, mas desde que fossem dois, sendo que um deles deveria ter conhecimento espiritual em geral, não somente espírita, conforme a Doutrina dos Espíritos, com base nos estudos de Allan Kardec, que inclusive eu sigo. E têm pessoas que perguntam indiretamente se outras pessoas O veem, o que é uma curiosidade natural. Foi uma única foto, em que Ele colocou o celular na frente de parte do rosto e depois sorriu perguntando, como poderia uma pessoa ter um terceiro olho na testa, referindo-se ao círculo do visor do celular, por onde se visualiza o que se vai fotografar. Diferentemente foram as engraçadas fotos tiradas pelas três mulheres da mesa (frases 595, 598 e 521), que estava na máquina de uma delas, que não tive a oportunidade de ter cópias. Já em casa, procurei, na internet, o significado de "terceiro olho", que resumindo tem a ver com dons espiritais.

806 - O GORDO: E24.10.2015, encontrei-me com Sai Baba na forma J (469), que resumirei em poucos itens. Ao adentrarmos no restaurante, apesar de sermos somente nós dois, eu juntei duas mesas, com quatro cadeiras cada, para caber melhor os vasilhames da refeição. Não tendo onde colocar as duas cadeiras que sobraram, coloquei-as ao lado, que na verdade ficou no meio do caminho. A atendente veio e começou a arrumar o local. Então, Jota (469), brincou com a atendente dizendo que o amigo dEle (eu) havia arrumado as cadeiras no lugar certo e agora ela estava desarrumando. Ela riu e continuou a arrumar. Ele continuou dizendo que chegaria um gordo que estávamos esperando e depois que "ela desarrumou", ele não conseguiria passar. Na verdade não esperávamos ninguém. Passados cinco a dez minutos, entrou um senhor bem gordo, não teve como passar e sentou na mesa anterior a este bloqueio da passagem.


805 - SUMIÇO: Após Sai Baba J (469) sair do meu carro, como relato na frase 803, fui relativamente rápido em direção à minha casa e passado pouco tempo Ele passou por mim, reconheci a placa e Ele buzinou acenando sorrindo. Olhei através do vidro e achei muito estranho o fato de não ver a referida peça relatada na frase 802 e Ele, talvez para reforçar minha convicção de que a peça não estava mais no banco, abaixou o vidro traseiro do lado em que favorecia a visão para mim e pude constatar, com certeza, de que a peça realmente não estava mais no banco. O incrível nisso tudo é que aquela peça, daquele tamanho e forma e no local em que estava, sendo o vão da porta apertado para ela passar, seria mais fácil girá-la, para retirar, como se fosse desparafusada Ou seja, simplesmente Ele não teria tempo para retirá-la pelos meios convencionais. Então considerei que a mesma realmente poderia com muita facilidade ter sido materializada ali, quando passei ao redor do carro e não ter sido uma distração de minha parte, vez que eu passara atento a encontrar algo em Seu carro, como é comum eu encontrar. Em encontro posterior, Ele veio com peça idêntica ou semelhante, mas ainda que seja a mesma, no mínimo ela teria que ser tirada do carro, pintada em outra demão do mesmo tom de branco e novamente colocada, com dificuldade, em Seu carro. Digo outra demão, porque esta estava com tinta seca na forma de gotas escorridas, como pequenos estalactites.


804 - CALOR: Após o almoço e pequenos afazeres, na Praça da Bandeira, na cidade do Rio de Janeiro, RJ, Brasil, levei-O ao Seu carro, que estava estacionado em frente ao Banco do Brasil, momento este em que Ele, falando rindo e parecendo confuso, pediu-me R$ 20,00 (vinte reais) e eu, rindo também disse, exatamente como falo com às pessoas, amigas ou desconhecidas, que sinto que não se importariam em ouvir este tipo de resposta brincando: "Cria vergonha nessa cara, Você não precisa disso". E Ele, parecendo algo confuso, começou a responder frases pouco conexas, sendo a principal, que consegui entender é que se eu não desse os R$ 20,00, Ele sentiria calor. Considerando um absurdo Sua fala, respondi, já rindo muito: "agora é que não dou mesmo, o que que tem a ver, eu não lhe dar R$ 20,00 reais e Você sentir calor?" Ao falar isso fui empurrando-O para fora do meu carro e rindo ao mesmo tempo. Ele foi saindo rindo e falou algo parecido com: "olha, se você não me der os R$ 20,00, que Eu estou precisando, Deus vai castigar". E eu, rindo mais ainda, perguntei: "Mais?" E fui rindo e saindo devagar com o carro, antes mesmo Dele fechar a porta do carro Dele. Neste exato momento o ar condicionado do meu carro estragou e eu passei a sentir muito calor. Como disse Phillis Krystal, em seu livro "A Experiência Suprema", estar ao lado de Sai Baba, tudo pode acontecer, de bom e daquilo que à primeira vista pareça ruim. E eu, que naturalmente sinto calor (ver frase 529), aproveitei para aprender a lidar com esta sensação térmica.


803 -  JOTA SUMIU: Neste 10.10.2015, após o término do almoço, apesar de Sai Baba na forma J (469) falar que iria pagar ambas as contas, eu peguei a comanda dEle para pagar junto com a minha. O caixa fica próximo à única saída do restaurante. Neste ínterim Ele disse que iria ao banheiro. Então ante Sua pequena demora e considerando que eu estava na frente da única porta de saída e nem eu nem o dono do restaurante tendo O visto passar, fui procurá-Lo e após breve tempo e ante minha expressão de desistência na procura, pois o restaurante não é grande, até o dono do restaurante, que não tenho intimidade, ficou brincando comigo e me perguntando onde estava meu amigo e se Ele havia desaparecido. Passado mais um pequeno tempo, Ele me ligou de Seu carro, perguntando de brincadeira, onde que eu estava, como se eu é que houvera desaparecido. Já o dono do restaurante considerou que ele havia se enganado e que J. deveria ter passado por ele, que não O viu, enquanto eu O procurava, no pequeno local. Ver 548, 549 e 713.


802 - 10.10.2015: Encontro com Sai Baba na forma J (469). Neste dia, acordei com Seu telefonema, levantei-me e ao terminar de fazer o que deveria, Ele chegou e adentrou em minha residência. Conversamos e ao sairmos para irmos almoçar somente vi um trabalho de carpintaria após ele abrir a porta traseira de Seu carro, sendo que os vidros do carro não têm película escura e este objeto ocupava do banco ao teto e de uma à outra porta, parecia ter sido construído ali dentro e mesmo sendo o vidro totalmente transparente, não conseguira enxergar. Já havia visto, em outras ocasiões, alguns parecidos, que para retirar, era mais fácil rodar o objeto levemente, como se fosse um parafuso gigante de madeira (na verdade dois parafusos, com pequena ligação entre eles). Em outro encontro, após vasculhar o carro de J, somente vi um pequeno objeto parecido, no suporte atrás do banco traseiro, quando retornei da volta que fiz em torno do carro Dele, mas não posso afirmar se foi materializado no momento, mas achei muito estranho, pois eu estava atento e procurando algum objeto qualquer, olhando para dentro do carro e não conseguira visualizar este. Jota é o melhor carpinteiro, que já conheci, para trabalhos finos, embora em Sua conduta Ele finja o tempo todo em representar que é grosseiro. Já vi modelos variados do objeto deste relato, como também já vi  dois em alumínio, em tamanhos menores. Também por isso, anteriormente já brincara com Ele, sorrindo e lhe dando leve tapa no ombro: "Fazer isto é bem mais fácil do que multiplicar pães, peixes e vibhuti", ao que Ele somente sorriu.


801 - SÃO JORGE: Em 15.11.2014, encontrei-me com J (469), que insistentemente quis trocar algo em troca do meu cordão de ouro, que além de outra medalha, tinha uma deste santo. Por algumas vezes, eu disse que não queria. Após o encontro que tomei dois chopps, despedi-me e, já estando em Copacabana (RJ), fui caminhar na orla. Normalmente não me preocupo em andar com algo de ouro , nem no Centro do Rio de Janeiro, nem em outro bairro qualquer, independente da hora. Mas quando sei que vou andar sem camisa, então eu retiro, no caso de cordão. Mas, no dia anterior havia acontecido algo bem desagradável em minha vida (que eu não dei causa e que posteriormente foi contornado), então neste dia seguinte, com este estado emocional e mais os dois chopps, eu não estava tão consciente quanto o habitual. Na orla, passou alguém de bicicleta e puxou meu cordão, que não era tão fino (fora as medalhas tinha quase 20 gramas). Não me machucou, nada senti, somente ouvi o barulho de um leve estalar, ao se romper o cordão. Olhei, lentamente para trás e vi (como já aconteceu poucas vezes) como se a cena estivesse em câmera lenta, com as duas extremidades do cordão saindo pela mão ainda levantada um pouco alto, do irmão em Cristo, o ladrão, como se fossem duas asas batendo, sendo a mão o corpo de uma ave. Achei bonito e poético. Menos de um minuto após, ainda caminhando no calçadão, veio um pombo, no auge da intensidade da força para alçar o voo, e bateu na minha mão, o que me fez sair um pouco deste estado emocional de torpor. O curioso é que anteriormente, há mais de um mês, eu vinha pedindo ao Sai Baba para um pombo, em voo, esbarrar em mim.

800 - BADALADAS - Duas amigas estiveram em minha casa por poucos dias, então uma delas me perguntou se o relógio (trazido por Jota, frase 469) estava com defeito e eu disse que não, pois eu é que na pressa cotidiana não dou corda a ele. Fui ajustar o ponteiro da hora, que estava parado próximo ao número 5, sendo que quando o ponteiro de minutos passa pelo 6, bate uma única vez. Com o ponteiro dos minutos nada aconteceu, mas com o das horas aconteceu assim: No 5, soaram 3 badaladas, no 6, soaram 5 badaladas, no 7, soaram 3 e a partir do 8 regularizou, pois soaram 8 badaladas e manteve o número correspondente e continua certo. Eu já havia reparado isso várias vezes e minha mãe também, até com mais de 12 badaladas, inclusive quando já está com corda, depois volta ao normal, chega a ser bem engraçado, essa leela ou lila (ver 400, 139 e outras). Outras pessoas também já testemunharam este tipo engraçado de fenômeno físico.
799 - CRISE: Muito momentânea. É notório que a música absolutamente nada tem a ver comigo nesta vida a não ser no que escrevi no capítulo XXIII "A Música Orquestrada por Sai Baba" do "Meu Diário com Sai Baba" (página SAI). Mas é muito comum eu deixar música ligada e continuar fazendo o que já estava, desde que as possibilidades permitam, e também comum é eu tentar acompanhar com a voz, mesmo em idioma desconhecido como se o som que eu produzisse fosse um instrumento qualquer, no que independe de que eu saiba a letra, para isso geralmente espero o início de cada frase pra tentar o tom (independente de eu conseguir). E em uma vez, o sentimento, talvez de retorno a algum passado em que a música tenha feito parte em minha vida, senti-me mal, por gostar demais e não ter vivência nesta arte, e pedi insistentemente para Deus me levar caso a música não fizesse parte dessa vida atual. Mas já passou (risos) e agora aprendi a não entrar neste estado mental desnecessário, pois o tempo e a vida tem o seu curso natural, de acordo com minha programação e necessidade reencarnatória. Dia 21.11.2015, data desta escrita, ouvi doze (12) horas ininterruptas de música, somente ouvindo ou realizando as tarefas a que me propus.


798 - O ANJO: Cerca de uma década se passou e somente agora resolvo contar, pois até este 15.11.2015, somente havia contado para uma pessoa. Na época, eu estava com algumas pessoas e falei sobre uma criança que estava junto, que ela parecia um anjinho e imediatamente um amigo espiritual falou (mediunicamente só comigo) com tom que parecia até um pouco ríspido que o anjo ali era eu. Fingi que não ouvi e senti um desconforto levemente desagradável, pois me conheço muito bem e sei que esta palavra, na condição de adjetivo, não me cabe. Esqueci e episódio semelhante tornou a se repetir. Posteriormente ao contar pra uma amiga disse que se eu fosse um anjo, então só com a condição de que fosse todo estropiado, estraçalhado e faltando pedaço (disse isto no sentido de que acho que posso realizar muito mais do que tenho feito, mas parece que não vim com uma proposta reencarnatória que permita) e com a asa toda quebrada, pra não voar muito alto. Ela sorriu.
Anos se passaram e no início de 2015, meu amigo Sai Baba na forma J (frase 469) trouxe para mim uma estátua com figura de anjo com várias partes coladas e faltando uma das asas (que só tem um pequeno pedaço). Posteriormente achei em Seu carro um pequeníssimo bastão de marfim que ainda fixarei em uma das mãos, pois ambas pareciam segurar algo que se quebrou. Mais uma vez, Ele mostrou que me ouve a cada instante, desde tempos passados. E pela informação deixar de ser pessoal, pois sei que Ele pode fazer isto com todos, resolvi relatar, ainda sabendo que o a adjetivo não me pertence (na foto, coloquei setas nos rachados e quebrados e uma elipse no pequeno bastão). Altura de 44 cm e base com 12 cm de diâmetro.

797 - ÓCULOS: Aconteceu em encontros anteriores (a esta data de 10.10.2015, em que escrevo) com Sai Baba, na forma J (469), que não tenho relatado ou tenho resumido ao máximo para não ficar desgastante os relatos. Apesar de eu não ser propriamente consumista, um certo dia, apesar de eu ter mais de um óculos, parei, por segundos, em frente a uma ótica e pensei em adquirir um outro modelo e não comentei nada a ninguém. Cerca de três dias após J me deu um da marca Prada, no próximo encontro trouxe um da marca Ferrari e mais um ou dois encontros depois havia um terceiro óculos em Seu carro, que eu não quis (sempre vasculho Seu carro, tal criança em bolsa de mãe procurando bala, enquanto Ele ri). Estava com a armação muito feia, parecendo ferrugem, apesar da cor clara. Mas Ele insistiu que eu ficasse com esses óculos, brincando que eu teria uma coleção. Aceitei e em casa passei palha de aço fina e ficou como se tivesse acabado de sair de uma vitrine, ao que reparei que era o modelo que eu pensava comprar. Mas as sutis brincadeiras, os trocadilhos das palavras e a maneira como esses óculos chegaram a mim, é que fazem realmente eu me sentir presenteado e agraciado por Ele. De uma maneira ou de outra, sem comparar nomes e pessoas, mas tão somente os fatos, o sonho, relatado na frase 461,  e o sonho de 2012, que relatei no capítulo XVIII, do "Meu Diário com Sai Baba", em que Sai Baba, além de mudar fisicamente o rosto portava objetos, tem se cumprido.

796 - O CONSERTO: Na noite de 23.09.2015, liguei meu aparelho, que se assemelha a um bem pequeno notebook e reparei, por alguns minutos utilizando o aparelho, que a imagem da tela estava invertida e como, naquele momento, eu somente queria ouvir música, na web/internet, para continuar pintando um quadro (não mediúnico), ao invés de pesquisar sobre o defeito e tentar consertar, optei  por enviar uma mensagem, com foto do defeito, através do aplicativo de comunicação denominado WhatsApp, para mais de 150 pessoas, ao que uma pessoa foi extremamente solícita, sendo que respondi que posteriormente tentaria consertar (pois estava ocupado pintando e já estava ouvindo música). Após cerca de uma hora, enviei uma segunda imagem, da tela já consertada, informando que enquanto eu estava pintando o quadro "A Ressurreição de Jesus", a tela ficou boa, sem ninguém mexer. Ver foto do antes e do depois, sendo a palavra "Monstro" o nome dado por mim ao meu aparelho.

795 - GREGÓRIO DE MATOS: Boca do Inferno, Maldita, de Brasa... O Profano. Aqui não estamos para julgar a ninguém, mas esses foram algumas de suas alcunhas em vida. Como ele disse: "Eu sou aquele que, passados anos, cantei na minha lira maldizente torpezas do Brasil, vícios e enganos". Advogado, que teve alguns cargos públicos, e poeta; tanta cultura para usar a sátira e o erotismo na poesia; a ponto de ser acusado de difamar Jesus. Mesmo sabendo que a imutável Lei de Ação e Reação trará um efeito diferente para a mesma causa, quando consideramos que cada um procedeu com um intuito e um determinado grau de consciência; ficamos a imaginar seu futuro no orbe planetário... Bom, isso cabe a Deus resolver, mas acho que seria engraçado vê-lo, por exemplo, tecendo comentários saudáveis, para mais de uma religião...

794 - ALOHA: Convidei duas pessoas, que não puderam ir ao show do violinista David Garret, em 28.07.2015. Devido à demora na compra do ingresso, alguns setores já haviam se esgotado, então comprei exatamente a última, a única cadeira de determinado setor. Quis ir não exatamente pelo show, mas para sentir a sensação que isto causaria em mim. Lá chegando, vi um vendedor ambulante e fui comprar bala. Havia "tic tac" da cor branca e azul, lembrei-me do ocorrido, que relatei na frase 749, e comprei a azul. Adentrei-me, e após todos se sentarem, ao meu redor havia 6 (seis) cadeiras vazias, embora eu houvesse comprado o último ingresso. No canto, sozinha, havia uma mulher que insistentemente começou a puxar assunto comigo, a partir da bala, que me pediu. A personalidade dela, muito me lembrou a de J (que me lembra a minha potencializada). Estávamos próximos de uma parede, ela subiu na cadeira e me incentivou, eu subi também e reparei que éramos os únicos. Insistia em elogiar o cantor Elvis, que gosto muito. Insistia em falar jocosamente de um lugarejo e até me perguntou, rindo como se estivesse preocupada em ter dado uma gafe, se eu era de lá; quando na verdade fui inúmeras vezes na infância e início da adolescência. Falou de um detalhe de um músico do palco, como se tivesse falando deste detalhe específico sobre mim. Insistiu que eu parecia um músico alemão, ao que posteriormente eu me recordei de meus estudos sobre a vida do músico alemão Robert Schumann. Estava com um pequeno e fino embrulho, que disse que era uma prancha de surf para presentear o David, saiu por um tempo e retornou, mas voltou com o objeto, como se ela fosse mais simples e confusa do que sua realidade mental, assim como J brinca comigo e eu com as pessoas em geral. Insistiu em conseguir um autógrafo; eu por minha vez, que havia dito que nunca faria este tipo de coisa, quando uma pessoa me pediu para conseguir um autógrafo, acabei indo, por causa dela, e peguei um autógrafo que dei para esta pessoa que é devota de Sai Baba. Na fila de autógrafos, ela me pediu para tirar o plástico de um DVD lacrado, para ser autografado. Perguntei a ela onde havia comprado, porque eu não havia visto nenhuma local de venda, ao que ela respondeu que havia trazido de casa. Mentalmente Sai Baba disse ser uma forma Sua, que havia vindo para me fazer companhia. Eu havia decidido não escrever esta frase, para não banalizar estas experiências que relato (sobre agênere, um espírito materializado, ou sobre uma forma materializada dentre a possiblidade de várias, por um ser do nível de Sai Baba), ate que no início de setembro/2015, dentro do metrô em movimento, uma menina (cujas feições me lembraram a de outra que passou em minha vida por pouco tempo) saiu da extremidade, veio até mim, próximo à porta do meio, parou um pouco como se fosse descer, encarou-me profundamente, virou-se e voltou para onde estava e atrás de sua camisa estava escrito em letras grandes: ALOHA. Na Índia, Sai Baba se denominava ser o Amor e pesquisando sobre a sentido de aloha, vi que vai além das palavras de saudação ou propriamente do amor, mas um estilo de vida representado pelo amor universal e incondicional

793 - Durante o encontro de cerca de quatro horas Ele me fez rir (por parábolas brincando com minha vida moral, social, íntima e com meus pensamentos) em uma quantidade que já está entre os dias em que mais ri na  minha vida. E ao final fez algo (através da realidade dos fatos ou de alguma espécie de indução mental) muito semelhante ao que relatei na frase 485.

792 - 12.09.2015: Eu já estava próximo à praça Saens Peña, na Tijuca, Rio de Janeiro, quando J me ligou dizendo que iria me encontrar. Mudei de local, em mais de três quarteirões e já na praça, J me ligou, de dentro de Seu carro e me vendo. Fui até Ele que disse brincando que havia vindo pelo meu cheiro. Na verdade Ele só estava testemunhando que sabia que há alguns anos antes, talvez cinco ou mais, eu fizera a mesma coisa, quando casado. Liguei e eles, mãe e filho, disseram que estavam em determinado shopping. Fui até lá e ao chegar fui diretamente em uma loja específica , sem parar em outras, sendo que não haviam me dito que estavam lá. Liguei novamente e enquanto falava fui caminhando até eles e ao encontrá-los, eu dissera que havia os encontrado pelo cheiro.

791 - 06.09.2015: Fui ao show de Anatasha Meckenna, na AEOB, Hospital Pedro de Alcântara. Tão logo me sentei os amigos espirituais me pediram para eu sair deste ano de 2015 e voltar no tempo em que estive mais próximo da arte musical. Quando mais novo eu tinha o hábito de repetir mentalmente uma palavra que tivesse a ver com determinada reencarnação e me vinham alguns pensamentos (e ou lembranças). Talvez por eu estar mais "em música", tive mais perto de uma espécie de sinestesia em que os sons provocam imagens, que embalam o som ou contam a história deste, além do ambiente marcantemente espiritualizado com a presença de inúmeros artistas do plano espiritual. Logo de início, quando a cantora abriu a boca, na primeira nota musical, a impressão é que os Céus se abriram e ela transitava facilmente entre os dois mundos, ou melhor nas duas formas de ser deste mesmo mundo (físico e extra). E por instantes, eu a vi muito grande e forte movimentando um dos braços, como se socasse algo no ar. Também a vi extremamente feminina e delicada. Em tema de desenho da Disney, a vi como princesa no bosque. Por instantes, a sala em que estávamos se transformou no lado interno de um grande prédio arredondado, contendo uma ópera, com seus milhares de espectadores. Na música "Aquarela", a artista e médium era uma verdadeira criança (diferente de uma imitação), mas neste caso todos viram e ouviram, pois ela trabalhando sua voz, fez uma espécie de dueto dela mesma com ela (ou outra) criança em jeito e voz. Doutra feita, ela era "em espírito"... Por cerca de uma hora experimentei a junção de minha mediunidade, mais trabalhada pelos espíritos artistas, o animismo, de certa forma musical, a sinestesia sons-imagens e minha sensibilidade de espírito imortal já há algumas vidas na arte. Foi gratificante a noite, a música e o aprendizado.

790 - 13.08.2015: No supermercado, na seção de frutas, sem querer deixei uma maçã cair, enquanto escolhia algumas. Segundos após, em outro suporte para frutas, onde não tinha nem havia passado ninguém, caiu uma maçã. Ver 658. Neste ínterim, Sai Baba, mentalmente, falou a ordem inversa de que o homem é a imagem e semelhança de Deus: "Você deixou a maçã cair, Eu deixei também, pois Eu sou a sua imagem e semelhança". Ver 657.

789 - 14.07.2015: Eu já estava começando a me preparar para meu compromisso, quando J (469) chegou em minha residência. Na verdade eu não estava em condições físicas para ir, mas estava me preparando para ir pelo senso de responsabilidade. Então J, que estava de carro, levou-me em um hospital, que após eu aguardar a minha vez, fui atendido e receitado, ao que passamos em uma farmácia, comprei o remédio, e logo em seguida passamos rapidamente em um restaurante e depois Ele me deixou em casa novamente. J veio sem eu convidar e sem saber, pelas vias naturais de informação, o meu estado; mas Sua chegada foi providencial.

788 - 11.07.2015: Na maioria do tempo, de cerca de 3 ou 4 horas, em que estive com J (469), no encontro deste dia, em que fomos em um restaurante, as conversações foram de ordem pessoal, o que torna desnecessário e desinteressante o relato, porém registro com a intenção de demonstrar que Ele ainda continua fazendo parte de minha vida, mesmo porque eu mesmo achei que Ele não fosse mais retornar, após 20.06.2015 (frase 784), pois praticamente não nos temos falado ao telefone; e de vez em quando Ele fala frases como: "nada é pra sempre", "aproveite, que um dia isto vai acabar" etc. A data de 30.08.2014 (ver 462), foi a mais marcante de minha vida, mas talvez neste dia 11, Ele tenha se superado e me feito rir e dar gargalhadas ainda mais intensas, sendo que desta vez não lacrimejei de emoção (esta comparação da quantidade que Ele me fez rir é sobre o tempo do encontro, então desconsidero a circunstância de ter ficado rindo e lacrimejando nas 24 horas seguintes ao encontro de 30.08.2014). Sai Baba na forma J, disse para eu não me preocupar, porque Ele estaria sempre comigo, então perguntei se era filosoficamente falando, que Ele estaria em espírito para sempre e com todos ou se era a presença física na minha vida, mas Ele não respondeu e somente sorriu. Em outro momento disse: "Eu sei a hora de aparecer". Trouxe-me uma gravura emoldurada de Krishna (ver 232).

787 - TRIDENT: Já no caixa do supermercado, em Barra do Piraí, peguei uma goma de mascar desta marca, mas como a operadora do caixa já havia encerrado a conta, coloquei de volta na prateleira, já que não era nada importante, sendo que não quis pagar em dinheiro e receber dinheiro trocado ou dizer para ela incluir nas compras, em nova operação. Eu estava sozinho. Alguns dias após, em 20.06.2015 (frase 784), no Rio de Janeiro, encontrei-me com Sai Baba, na forma J (frase 469), que, quando estávamos na rua, pediu-me licença, entrou em uma lanchonete e, com uma aparência incomum de casualidade, trouxe dois chicletes e me entregou um trident. Em mais de um ano de encontros com Ele, foi a primeira vez que comprou um chiclete. Cada segundo meu, em gesto ou pensamento, do passado e do presente, nunca deixou de ser percebido por J, por palavras ou gestos casuais como este; inclusive muitas vezes, por parábolas J. prevê o meu futuro, que sempre aconteceu conforme Ele me fez entender.

786 - A CURA: Em 01.06.2015, rascunhei esta frase. Eu acordara com a firme resolução de procurar um gastroenterologista, por uma indisposição estomacal de quase um mês, que parecia uma gastrite - GASTRITE, CAUSAS, SINTOMAS E TRATAMENTOS. - (que já tive, por isto conheço), com bastante azia (que não sentia há anos), às vezes má digestão, náuseas e diminuição do apetite. Uma única uva um pouco ácida já estava me fazendo mal. De vez em quando até meio copo d'água também me dava azia. Já estando no vagão do metrô, no Rio de Janeiro, entrou um senhor negro, alto, com cabelos e barbas embranquecidos, rosto magro e elegante, antebraço magro com mãos magras e compridas, que despontavam da camisa de manga comprida, de bermuda mostrando pernas e panturrilhas gordas, destoando totalmente de seu biótipo físico magro, como se tivesse uma aura de tranquilidade e paz, ao que fiquei curado da suposta gastrite, apenas por suas vestes (seu casaco) me esbarrarem, quando ele entrou. Neste exato momento, mentalmente, Sai Baba me afirmou: "Você está curado". Neste ínterim, recordei-me da Bíblia, na parte que relata sobre uma mulher que estava com um fluxo de sangue há doze anos e que ficou curada quando tocou nas vestes de Jesus, que se virou e perguntou: "Quem tocou minhas vestes? Virtudes saíram de mim". Este senhor negro, durante o tempo que permaneceu no metrô, entre poucas estações, ficou conversando com uma jovem de aparência triste, que ficava pensativa, enquanto ele, de maneira casual, contava um caso qualquer. Na tarde de 22.06.2015, tive azia e um pouco de náusea, além de um mal estar generalizado, pensei que os sintomas ruins fossem retornar, tive que dormir mais cedo do que o habitual, mas no dia seguinte já estava melhor, que pela minha experiência mediúnica considerei ter recebido vibrações alheias que, como sempre, afetam a parte do meu corpo que esteja enfraquecida; não posso afirmar com certeza, mas deixo registrado. Estou bem, em 01.07.2015, por este motivo numero e publico esta frase. Não a publiquei em 01.06.2015, porque queria ter certeza de que ficaria curado e não necessitaria mais ir ao médico, pois mesmo tendo uma mente voltada para as artes, não é da minha natureza fantasiar a realidade, sendo que a fé deve sempre, em quaisquer circunstâncias, ser raciocinada. 

785 - 25.06.2015, coincidentemente, neste dia exato do meio entre um Natal e outro, fiz 31 (espécies de) MEMEs, numerados, enquanto escrevia outro assunto e conversava de vez em quando (pra não perder meu precioso tempo com isto). Um para cada dia do mês, para não nos esquecermos, com dedicação afetuosa, em nem um dia do mês, do bom velhinho, o meigo Papai Noel (frase 353), que sempre esteve presente em nossas vidas familiares, do nascimento até a morte (do corpo). Sei que não agradarei a todos (nem Jesus conseguiu), mas impossível eu me calar (ainda que eu quisesse, mas eu não quero) diante da realidade da vida, em discordância com a data comemorativa do nascimento de Jesus, o Natal. Sinto-me quando eu era criança, escrevendo cartinhas pro Papaizinho Noel, que nunca me respondeu nenhuma (a não ser com letra de alguém conhecido, que eu achava até que ele não sabia escrever, coitado). Sabe, não consigo imaginar Jesus (o Caminho, a VERDADE e a Vida), falando para as criancinhas (do "Vinde a mim...") acreditarem nesta ilusão, ao invés de se apegarem a Ele, desde pequenos, pois certamente um dia precisarão, já que a dor ainda faz parte da realidade planetária. Aliás, o sistema educacional desenvolvido por Sathya (VERDADE) Sai Baba, na Índia e hoje em vários países, baseado na VERDADE (não violência, amor, paz e retidão), não comporta este tipo de fantasia, na era da razão, com crianças nascendo cada vez mais desenvolvidas intelectualmente, mas ainda necessitadas de valores humanos. (PS. vou publicando aos poucos no face e em qualquer lugar).

784 - 20.06.2015: O encontro com J (469) não durou muito tempo, mas o suficiente para que Ele, por engraçadas parábolas, algumas aparentemente sem nexo, falar de todos os aspectos mais importantes de minha conduta e de meu pensamento, desde o último encontro, em 09.06.2015 (frase 779). Saímos e comemos pouco, em um restaurante da Tijuca, Rio, RJ, que quando a conta deu R$ 66,22, Ele brincou dizendo que eu acertei direitinho o número da besta (que segundo a tradição é 666). Sorri e falei automaticamente, sem pensar: "Eu gosto dela". Ele riu e disse: "Você sabe que ela não pode lhe fazer mal. Nada pode lhe fazer mal, não é?" Mentalmente concordando apenas em parte falei: "Ah, pode... Fico mal 10 minutos, meia-hora, depois melhoro. Se dormir um pouco, então melhoro de vez". Ele somente riu. Ao final fomos ao banco, a pé, pela rua Haddock Lobo, porque eu precisava. Passamos pelos dois bancos que eu tenho conta, Ele sabe e fingiu que não percebeu e eu nada falei, porque estava gostando de caminhar com Ele. No Largo da Segunda-Feira, paramos em frente ao banco, que Ele fingiu que achasse que era o meu. Conversamos um pouco e ao retornarmos Ele parou em uma caçamba imensa, que de imediato percebi placas de madeira (com detalhe em ferro) quadradas e redondas, bem pintadas em cinza, que eu pedi para Ele me ajudar a levar, pois basta organizar na parede e é só assinar a obra de arte contemporânea. Entendi porque caminhamos até lá. Neste dia, peguei para mim o boné que Ele estava usando, com o símbolo da "nike" (ou semelhante), nem cheguei a falar que iria trocar; posteriormente Ele pegou meu boné mais velho, relatado em 772.

783 - PERDOE-ME: Meu Deus... Eu quase sempre rezo quando acordo ou me deito. Eu sempre rezo durante as reuniões religiosas, rezo até quando fico com pena de alguém, mas eu tenho minhas deficiências. Eu nunca rezo pra falar nem pra escrever... Eu sou assim, ué... Eu sei que pareço infantil, inclusive as crianças são assim. Mas o Senhor não acha bom eu falar e escrever sem pensar ? É bom que eu e quem tem contato comigo já vamos treinando pra quando estivermos no plano espiritual, que não tem a máscara da sociedade e a linguagem é a do pensamento, né? Desculpe Deus, por eu ser assim estranho.

782 - POR GENTILEZA: "Diga-me com quem andas e dir-te-ei quem és" (ver frase 01). Mas então... Jesus andava com Zaqueu (o cobrador de impostos), Barrabás (o ladrão assassino), Madalena (a mulher dos 7 demônios), Judas (o traidor dos princípios cristãos) e muitas outras pessoas de família... Então... Peço-lhes não me julguem pelos meus amigos encarnados, eu não sou eles... Tampouco me julguem por meus amigos espirituais, eu não sou eles...

781 - BAIXEZA MORAL: Certa vez folheei um livro que continha pinturas de Jesus em uma nudez muito longe do que se considera na arte um "nu artístico". Aliás, ainda que fosse já seria desastroso, por parte do pintor, colocar Quem caminhou na Terra com uma proposta de vida inversamente distante do que era retratado. A inferioridade moral também é revelada pelas pessoas que fazem "colagem", "montagem", com editores de fotos de pessoas (aliás, é comum utilizarem os artistas e governantes como vítimas de sua insanidade) em circunstâncias que fogem da realidade de sua conduta. De igual feita, quem propaga inverdades de outrem não demosntra um caráter muito elevado. Mas é fácil entender, não conseguem se elevar um mínimo acima do próprio nível moral, então para não se sentirem tão inferiorizadas com sua realidade, tentam, em vão, diminuir a distância, rebaixando quem está um pouco ou muito acima. Se é fácil entender, então é fácil perdoar...

780 - R$ 16,00: Em 14.06.2015, tirei o dinheiro da carteira e coloquei no bolso, considerei ter tirado todo o dinheiro. Após gastar um pouco, havia uma nota de cem reais, pelo menos duas notas de cada valor e várias de dois reais. Nos últimos dias eu não tive tempo de ir ao caixa eletrônico, então tive a impressão de ter mais do que eu deveria ter na carteira, mas foi somente uma impressão, nada palpável. Em 15.06.2015, fui colocar o dinheiro dentro da carteira e havia uma nota de vinte reais na carteira, apesar de eu achar, talvez erroneamente, que havia retirado todo o dinheiro. Dinheiro e carteira estavam em cima do sofá. Guardei a carteira no bolso e fui ao quarto, sendo que desde a impressão de ter mais dinheiro do que deveria, fiquei pensando se Sai Baba materializaria dinheiro, somente como ensinamento, pensamento este que aumentou quando constatei os vinte reais dentro da carteira. Ao voltar fui surpreendido com uma nota de dez e três notas de dois reais dobradas, no mesmíssimo local do sofá, como se eu tivesse descuidado na hora de guardar  dinheiro na carteira. Já tive a impressão de J (469) fingir pegar dinheiro e surgirem dez reais em Sua mão, que deu de gorjeta. Também foi curioso um dia que Ele pagou algo com uma nota nova de cem reais, ao que pensei que se Ele materializava, então Ele poderia materializar outra. Ato contínuo, ao ouvir meu pensamento, falou casualmente, sem mostrar afetação, que não tinha mais dinheiro, a não ser outra nota de cem e a retirou do bolso, nova como a outra. Ver 751. Mais uma vez, pedi ao Sai Baba para tornar a realizar este feito, pois eu sou o mais cético de todos; para eu chegar a escrever o que tenho escrito, é porque já foram realizadas muito mais coisas, em todos os sentidos, que preferi descartar a informação.

779 - 09.06.2015: Acordei com o telefonema de J (469), dizendo estar na porta. Conversamos em minha casa, enquanto eu almoçava e Ele comia tira-gosto, que eu preparei, como para um amigo qualquer. Após, levou-me ao centro da cidade. Assim como deixei de relatar outros encontros, que sempre acontece algo que comumente chamamos de milagres ou temos na conta do impossível, pelo simples fato de já ter relatado algo parecido; resumirei este encontro. J estacionou na avenida Presidente Vargas, Centro, do Rio de Janeiro (onde não se pode estacionar) e o guarda, relatado na frase 635, tomou conta do carro. Depois sua "esposa" apareceu e conversamos os três em um bar. No momento exato em que eu fiquei pensando se ela seria ou não agênere (664) ou uma pessoa normal, que J mantém contato por conveniência ou trabalho, assim como sempre nos encontramos, ela virou levemente a cabeça e piscou o olho para mim. Este encontro durou horas.

778 - 08.06.2015: Passei na casa de uma amiga, que eu havia apresentado J (469) há pouco mais de um mês. Somente neste dia 08, contei a ela, que o amigo que eu havia apresentado a ela, era a mesma "pessoa" que o amigo (de carne e osso) que eu contara sobre materialização de objeto na minha frente, que Ele simplesmente sumiu na minha frente, que eu não precisava falar, porque Ele respondia e contava de minha vida desde a infância, incluindo cada pensamento meu. Ela se lembrou de uma coisa estranha, disse que a amiga dela, que eu cumprimentei, pois estava a cerca de um metro e meio, após nossa saída, falou que pensou que eu estivesse sozinho, pois ela não havia visto ninguém comigo. Eu e J, que conversou com a minha amiga, permanecemos por uns cinco minutos ou mais e a amiga dela não viu J. Anteriormente, sem eu pedir, eu pensei que ficaria feliz se esta amiga, que leu um livro sobre Sai Baba, conhecesse J, e a encontramos sem marcar o encontro.

 777 - A GARGALHADA: Já no almoço com J (469) e ruço, pedimos a comida no restaurante e ruço saiu, dizendo que ia dar uma volta. Foi ininteligível e engraçado sua saída. A comida veio, eu comi devagar como sempre, talvez tenha se passado quase uma hora, entre a vinda da comida e o término da refeição de J, sendo que continuei comendo. J falou como se tivesse preocupado pelo fato de ruço estar com a chave de Seu carro. Eu liguei para ele e não entendi quase nada, depois J ligou e falou com ele para retornar imediatamente. Ruço chegou reclamando que não deveria ter nos esperado, porque ele tinha compromissos e que estávamos lhe atrasando, mas na verdade foi ele que saiu e atrasou, pois eu poderia ter comido mais rápido. Ruço disse que nem iria almoçar, mas o convencemos de ficar. Pouquíssimo antes de ruço chegar, J olhou para mim e disse que até o momento eu não havia dado nem uma gargalhada alta, ao que sorri pouco, pois neste dia eu não estava tão disposto a rir por qualquer coisa. Ruço arrumou um prato bem grande e engoliu a comida, parecia que nem mastigava, de um jeito estranho e um pouco engraçado, que dava impaciência só de olhar. Ao terminar, antes de mim, que já estava no final quando ele chegou, levantou da mesa brigando e saiu andando dizendo que não queria mais a carona, porque tínhamos atrasado ele. Foi inevitável proferir a gargalhada muito alta, que J acabara de me cobrar. A atitude dele não parecia a de alguém razoavelmente equilibrado, foi desproporcional e super engraçada.
776 - 28.05.2015: J (469) me ligou dizendo que viria a minha casa e assim veio, trazendo o amigo (756, 757), que verbalizou seu nome com pequena alteração "Eumitiu". J me deu uma aquarela, com aparência de antiga e com as bordas ruins, que ficou uns 15 dias em cima do sofá. Após todos esses dias, peguei uma tesoura para cortar as bordas e encaixar em alguma moldura, que sempre tenho em casa sobrando. Ao começar a cortar, sozinho em casa, começaram a surgir pequeníssimos pingos de tinta branca, que contei serem mais de 20, ver 741 e 742; sendo que quando surgiram no quadro de Jesus, mentalmente pedi ao Sai Baba, para tornar a fazer, porque queria mais certeza de não estar me enganando, em uma fé cega, não racionada, nas bases da experimentação científica. Novamente Ele me atendeu, para que eu não fraquejasse em minhas convicções acerca do que relato, em termos de materializações, desmaterializações, conhecimento íntimo de todos os meus pensamentos, em todas as épocas da minha vida, induções mentais, agêneres etc.

776 - FILME "O PIANO": Assisti a este filme há alguns anos. Cerca de uma semana antes deste 28.05.2015, pensei em tornar a assistir (não contei a ninguém), agora com outra ótica, após eu começar a ter um mínimo de contato real com a68úsica (diferente do violão, na adolescência). Ao entrar no carro de J (469), Ele, além de CDs de música erudita me deu um DVD deste filme de presente. As facilidades e quantidades destas junções de informações são tantas e tamanhas, que tenho que tomar cuidado para não achar que há uma programação intelectual em tudo, nos mínimos detalhes do Universo. Certo dia comprei um objeto, que queria há anos, aliás poderia ter comprado antes, mas nunca me agradei de nenhum. Somente agradei deste, de um vendedor de rua, que durante o dia está sempre no mesmo local. Fiquei pensando se não seria J, que teria colocado no meu costumeiro caminho, mas claro que descartei esta absurda informação, por ser um exagero, como um preciosismo de cuidados a mim (representando qualquer pessoa). Em 10.06.2015, neste mesmo ambulante, havia um DVD, do filme "O Piano". Raramente encontro J, com uma espécie de objeto única, pois geralmente vejo no mínimo em dois semelhantes. Não sei se Ele os materializa ou traz de algum lugar, tenho aprendido que com Ele, tudo é possível. Já cheguei a brincar, dando-Lhe um tapinha no ombro: "Olha, isso é bem mais fácil do que materializar pães, peixes e vibhuti". Ele somente riu.


774 - SIMPLES ASSIM: Se quero que mais de uma pessoa ouça, dependendo da quantidade, elevo meu tom de voz, para alcançá-las, de acordo com a distância e número de pessoas. Se é para só uma ouvir, enquanto está na multidão, falo baixo ou confuso, somente para ela entender. Se quero que todos entendam, falo (ou escrevo) claro e inteligível com calma didática. Se quero que somente uma pessoa entenda, falo (ou escrevo) confusamente a ponto de só ela entender. Se quero que nenhuma pessoa entenda, escrevo (se quiser, eu falo), somente por necessidade de expressão ou de arte ou de brincar comigo e com a humanidade que acesse (ou ouça) a informação, ninguém entenderá, talvez nem eu. Simples assim...


773 - SENSIBILIDADE: É comum em todas as épocas da humanidade atribuir este adjetivo como elogio ou ironia às mulheres, aos homossexuais masculinos e aos artistas, mas isto sempre foi e será um ledo equívoco. Mesmo porque é comum grandes mostras de insensibilidade dessas três classes, em público. A sensibilidade é o resultado do esforço mental e moral, na evolução sentimento. É conquista do espírito imortal, em primeiro o esforço, que o tempo e as reencarnações transformam em automatismo de conduta. É um projetar-se na outra pessoa, estar no lugar dela, em seus sucessos e insucessos, analisando sob o prisma de suas aptidões e dificuldades, circunstanciais ou não. O melhor exemplo que tivemos de sensibilidade, foi o de Jesus, quando disse que não deveríamos fazer aos outros o que não gostaríamos que nos fizessem.

772 - BONÉ: Em um dos encontros com J (469), quando eu cheguei em minha residência, Ele já estava na porta. Achei curioso o fato de Ele estar com o boné com a aba virada para trás, pois com exceção de uma única vez que eu havia utilizado assim, cerca de um ano passado, na semana deste encontro, eu havia usado o boné desta maneira por três vezes. Posteriormente elogiei o boné, pois apesar de gasto, era nos moldes do que eu estava procurando recentemente, preto com algum detalhe de cor (este é verde), sem exagero. Ele disse que trocaria se eu quisesse. Eu quis e quando fomos até o local onde penduro os meus, pensei em trocar em um preto antigo, mas descartei a hipótese considerando que Ele não iria querer, porque estava muito velho. Ele automaticamente disse que queria este velho, eu sorri e Ele disse que não iria querer porque estava muito velho. Sorri novamente e Ele escolheu o mais novo, o último que eu havia comprado. É tudo tão engraçado e com extrema precisão, na velocidade do pensamento, que é inevitável ficar feliz perto Dele.

771 - CHINELO: Havia um menino, que calçava chinelos, andando, sozinho, na minha frente. Mentalmente, Sai Baba me disse para eu ficar olhando para o chinelo dele. Em cerca de 40 segundos, o menino deu "um passo em falso" e um chinelo ficou para trás e ele teve que se virar para calçá-lo novamente. Foi uma rápida manifestação de efeito físico, na rua, avisada a mim, com antecedência, sem o que se espera, como por exemplo, que este fato aconteça em uma reunião mediúnica. Este tipo de acontecimento em uma via expressa, com alguma pessoa atravessando a rua, com veículos que trafegam rapidamente, dependendo da vontade de Deus, pode acontecer para salvar uma vida ou para que se cumpra determinado carma, como a perda da vida, mediante dor brusca.

770 - NÚMERO 1.384: Pintando molduras, em 11.04.2015, reparei que após a tinta secar em uma delas havia nitidamente escrito este número, como se tivesse sido formado a partir de bolhas de ar, na tinta. Pesquisei no google este número (ou ano) junto com a palavra "arte", para ver se eu encontrava alguma relação com a minha vida ou se era apenas mera coincidência. Apareceu uma página de um site de projeciologia (dos 15 aos 22 anos a minha vida espiritual se fosse resumida em uma só palavra, poderia muito bem ser "projeciologia", sendo que conheci a doutrina espírita aos 18 anos). Nesta data passei um e-mail para uma pessoa, aconselhando-a a procurar este assunto, coisa que não faço há anos. Página esta que contém uma psicografia sobre espiritualidade: 1384 - HÁ ALGO MAIS...UM AMOR. UMA LUZ. Achei curioso o fato e relato, sendo coincidência ou não, embora no dia anterior eu tenha pedido mentalmente ao Sai Baba para fazer uma escrita direta (comum na época de Kardec) na minha frente, porque eu tive esta impressão (sem certeza), quando estive com J (469), em 09.04.205 (frase 769).


769 - MC: Abreviatura de "Minha Criança adulta", que equivale a um pronome de tratamento, com que eu tenho escrito no meu blog (www.giovdand.blogspot.com), coisas diversas, sejam palavras inspiradas no cotidiano, na minha alma, em pessoa (s) etc. Em 09.04.2015, encontrei-me com J (469) por cerca de 5 minutos somente, estacionado na avenida Presidente Vargas, RJ, momento em que peguei, em Seu carro, um CD gasto pelo tempo, do poeta Márcio Catunda, que eu não conhecia, mas encontrei na internet. Trazido por J, por coincidência ou não, imediatamente reconheci as iniciais MC, peguei para mim antes de J autorizar, o que fez logo em seguida, dizendo que nem sabia o que continha e que havia ganho.  É comum eu brincar com as palavras e seus significados. Sai Baba também brincava com as palavras, inclusive em inglês. J brinca comigo, com as palavras, de uma maneira que nunca imaginei poder existir, por exemplo Ele fala de uma maneira (variando o som) que eu entendo como eu gostaria que fosse, mas logo em seguida Ele fala da maneira que Ele quer que seja o significado e nesses momentos é impossível não rir muito. Ver 712. No encontro de 12.02.2015, Ele brincou dizendo de MC, como se estivesse falando de um (a) musicista que não se recordava o nome e falou comigo por parábolas.

768 - PALAVRAS SOLTAS: Assim como J (469) proferiu a palavra solta "colombiana", Ele, não só neste 02.04.2015, mas em outros encontros, ou profere palavras soltas ou palavras que com certa dificuldade cabem no contexto da frase falada (que muitas vezes me fazem rir), que mesmo sendo apenas uma palavra, define parte de minha vida ou da vida de alguém muito conhecido ou parente, que eu nunca comentei com Ele. Ver final da frase 750.

767 - COLOMBIANA: Sem motivo aparente, considerei que um quadro meu, que não é realista, embora sugira uma figura feminina, parecia com a estrangeira, que relatei na frase 397, cuja data de criação é anterior ao encontro. Sem eu nunca ter comentado com ninguém, J (469) parou diante deste quadro, dentre dezenas (fora o fato do planeta ter bem mais de uma centena de países), e proferiu uma só palavra - "Colombiana". Qual a chance percentual deste episódio ser coincidência ?

766 - PRA QUÊ: No dia anterior, após terminar um pequeno quadro, de técnica demorada, pensei em mostrar para J (469), quando estivesse com Ele. Mas logo pensei - "Vou mostrar pra quê ? Ele sabe e vê tudo sem eu precisar mostrar ou falar". Após conversarmos um pouco, em 02.04.2015, lembrei, falei com Ele e fui imediatamente pegar o quadro. Saí sem esperar resposta se Ele queria ver, mesmo porque eu queria dividir esta alegria. Já distante, perto do quadro, ouvi-O, em tom enérgico e grave, como se estivesse bravo: "Vai pegar pra quê?". Eu ri, peguei, mostrei, disse que precisava um pequeno ajuste, porque eu estava sem determinada cor, mas Ele, cordial e docemente, disse que não precisava, pois já estava bom. O tom enérgico, grave e bravo é outra brincadeira, no sentido de que se eu já tinha ciência que Ele sabe de tudo, então, por óbvio, eu não precisaria mostrar.

765 - 02.04.2015: Neste encontro com J (469), que durou apenas 30 ou 40 minutos, em minha casa, foi o tempo suficiente para que eu volta0ver a ter energia física, tanto, que tão logo após Ele ir embora, eu fui fazer esportes, com a mesma intensidade de quando estou bem. No dia anterior, apesar de eu estar bem durante o dia, senti-me muito, muito mal antes de dormir e também quando acordei e passei toda a tarde pintando e haurindo forças para viagem do feriado de páscoa. Da mesma maneira que quando me acontece algo ruim, no plano físico ou espiritual, J me liga instantaneamente, até para dizer palavras quase sem nexo, para me fazer rir e eu ficar bom, algumas com significados profundos, desta vez, Ele veio pessoalmente.

764 - OLHOS ARREGALADOS: Teve hora de eu considerar que J (469) parecia um doido, de olhos arregalados, falando sem parar e sem olhar nos meus olhos, tentando me convencer de ficar com o saxofone e o relógio de pêndulo. A interpretação é tão real, que eu chego a duvidar de que quem está na minha frente é uma pessoa qualquer (ainda que amigo) ou uma forma agênere (664), que segundo ouço insistentemente pela clariaudiência seja Sai Baba materializado. Nestes momentos de dúvida, somente quando estou com Ele (quando distante, sem a turbulência dos pensamentos que Ele me causa, eu não tenho dúvidas), logo me vem a intuição do motivo Dele estar fazendo ou falando determinada coisa. Então, intuitivamente, fui lembrado, das várias vezes, alguns anos atrás, em que fiz exatamente isto, somente para parecer um doido engraçado. Muitas vezes Ele me faz rir me imitando em situações, que eu nem me recordava mais, inclusive quando criança. Com a onipresença atemporal (um dos atributos da divindade, segundo Allan Kardec) Ele me imita, como um dia eu agi e assim se mostra minha imagem e semelhança, em qualquer época da minha vida.

763 - SAXOFONE: J (469) trouxe um sax pra mim, em 28.03.2015 e cismou, irredutivelmente, que eu iria aprender com facilidade e que havia trazido porque sabia que eu gostava de música etc E a cada negativa minha, ele aumentava a quantidade de investidas no sentido de eu ficar com o sax, mesmo a meu contragosto. Disse que eu havia aprendido violino sozinho, que era mais difícil, então em um instante, olhando na internet, eu aprenderia. Nada adiantava eu dizer, para reforçar que não queria, que ele havia errado no dono. Entre outros assuntos, ficamos umas seis horas neste também. Por fim, dei meu violão (que não tenho tocado, aliás nem o violino tenho tocado, quanto mais tocarei sax, do tipo alto) e mais um dinheiro. E como na última hora Ele me fez rir como no início (30.08.2014), em que me surpreende ao ponto de eu dar gargalhadas seguidas, fiz questão de registrar - "Você sabe que eu não ligo pra dinheiro, se tivesse me feito rir assim quando chegou, não precisaria perder tempo com conversa pra levar meu dinheiro".

762 - OUTRO AMIGO: Assim como quando alguns poucos amigos e amigas mais chegados estão na minha casa e vai passando o tempo da visita, eu continuo conversando e dando atenção ao mesmo tempo em que vou fazendo alguma coisa que tenho que fazer, assim aconteceu com J (469), na condição de "outro amigo" como outro qualquer. Sendo que neste dia, eu estava cansado, deitei-me no chão, como de vez em quando faço, dormi, por um tempo que não consegui precisar, mas acredito que por mais de meia hora e Ele permaneceu na casa, aguardando que eu acordasse, sem nada aparente para fazer, inclusive com a televisão desligada.

761 - ODORES: Após o encontro de 25.03.2015, reparei que eu havia ficado um pouco desconfortável com o cheiro de bebida, que exalava de J (469), então Sai Baba, interferiu, mentalmente, com o padrão das brincadeiras de J, perguntando-me se se eu preferia que Ele (que entendi, ser na forma de J) exalasse perfume de mulher. Eu ri e me aquietei, quanto ao cheiro de bebida. Já em 28.03.2015, lembrei-me deste ocorrido, quando J passou por mim e eu senti um agradável perfume feminino. Em segundos considerei estranho e aventei a hipótese de, antes, ter passado uma mulher, embora nada demonstrasse que houvera uma, por ali. Cerca de dois minutos após, passei a sentir um novo cheiro naturalmente masculino, não propriamente agradável, a partir de J, agora de uma pessoa normal, que não se preocupa com alimentação e nem se perfuma, mas não era cheiro de suor.

760 - PÊNDULO:  Neste 28.03.2015, J (469) cismou que eu deveria comprar ou fazer um rolo com o relógio de pêndulo, que ele trouxe, da largura exata (já reparei que Ele nunca precisa medir nada, mesmo estando distante), entre uma porta e outra. Resolvi ficar com ele e, posteriormente, apesar de eu gostar de silêncio (com exceção dos momentos em que estou ouvindo música) e comumente pedir que alguém abaixe o volume do som da televisão, por exemplo, ou o tom da voz, por não me fazer bem o barulho contínuo, reparei que eu gostei muito do som que o martelinho produz na hora cheia e na hora e meia, ao ponto de eu esperar por estes momentos. Ver 609, 504, 471.

759 - MURANO: Como não sou muito ligado em objeto de decoração, eu nem sabia o que era vidro de murano, mas quando soube considerei que seria interessante ter um qualquer modelo e cor, para colocar próximo aos meus quadros. Na mesma semana, em 2014, eu encontrei o Vampiro (ver 486 e 488), que tinha um, que gostei, por poder colocar balas dentro, que eu consumo relativamente bastante, então comprei por preço pouco. Nunca mais vi nenhum com ele, foi só este na semana que resolvi adquirir um. Somente em casa percebi que parecia um sol amarelo e vermelho inserido no céu azul, lembrando meus quadros, que intitulo de abstrato cósmico. Dia 26.03.2015, estando eu no quarto e sozinho em casa, ouvi um barulho um pouco alto, que depois constatei que o baleiro havia se partido em duas partes, sozinho, sem nada nem ninguém por perto. Em 28.03.2015, J (469) colou com uma cola que havia deixado na minha casa, mas não costumo ficar com peças quebradas em casa, não sei se ficarei com este objeto. Um amigo espiritual disse que a energia ruim que viria para mim (não disseram de onde) foi canalizada para este objeto, que não suportou a intensidade e se partiu.

758 - 28.03.2015: Na noite anterior, desmarquei o despertador, do celular, que sempre fica marcado às 08:45 minutos, para poder dormir um pouco mais, por causa da hora em que deitei, sendo que algumas vezes eu acordo naturalmente antes. Acordei com o telefonema de J (469) exatamente nesta hora. Lembrei-me das muitas vezes em que, pelo cansaço, não liguei o despertador, embora precisasse acordar determinada hora, e falei: "Deus estou com sono, por favor me acorde às..." e dizia o horário. E sempre funcionou, independente de ter sido Deus ou qualquer outra teoria que justifique este fato, como por exemplo, meu ajuste mental para o relógio biológico. Aproveito para confessar que meu linguajar com Deus nem sempre é este mais formal, pois muitas vezes falo algo parecido com: "ae, 08:45, tamu juntu"; sendo que não considero falta de respeito, porque sei o teor da vibração de carinho e respeito, quando falo desta maneira, afinal não importam as palavras e sim o que você emana do coração. Ao telefonema combinamos o encontro.

757 - RUÇO: No significado popular, pode ser "aquele que tem cabelo castanho muito claro ou loiro". J se referia ao amigo como ruço ou cabeludo. De tez clara, bem mais velho do que J, e um pouco mais baixo, como se fosse o peso dos anos, assim era este meu novo conhecido. Esteticamente falando, tive uma impressão ruim ao vê-lo pela primeira vez; foi tão ruim quanto olhar para J, no início, quando eu O conheci, porque, como já disse (em 469), lembrava a mim, no futuro, caso tivesse uma vida mais difícil. De vez em quando J cria uma indução mental em mim, que me faz sentir como um garoto perto do pai (talvez para suprir a ausência do meu, que praticamente não conheci, por causa da data de falecimento, que hoje não sinto falta, mas que um dia reparei a possível diferença de como seria, caso tivesse); ao me despedir, em relance, senti que parecíamos três gerações da mesma pessoa, então fiquei em torpor e levemente sorrindo, enquanto J ria mais do que, como se estivesse fazendo bagunça (de novo). 

756 - EUMINTO E OMITIU: Escrevi este título, tal ouvi através de uma fala não muito clara, do amigo de J (469), ao entrar e ao descer do carro, respectivamente, quando perguntei seu nome. Na maior parte do tempo, ele permaneceu calado. Em termos de associações criadas por Sai Baba, como costumeiramente costumo ler em livros sobre Ele, mas em menor quantidade, só vejo uma possibilidade, não necessariamente a (mais) correta, lendo-se com espaço "eu minto" e omitiu, do verbo "omitir". Na semana anterior, havia pensado por dias se Deus, tal um pai de família qualquer, mente ou omite para Seus filhos, no intuito de educá-los e protegê-los. Neste e em vários acontecimentos estranhos, continuo conversando normalmente, mas a parte emocional do meu cérebro fica um pouco em torpor, pois é difícil acreditar até mesmo nas coisas que posso comprovar.

755 - SOBRENOME: Em 25.03.2015, J (469) me trouxe um quadro velho tão sujo, mas tão sujo que nem consegui ver o desenho direito. Pareceu-me feio e não me interessei; disse que não queria. Ante a insistência Dele, dizendo que precisava de dinheiro, de uma maneira extremamente engraçada e na maioria das vezes sem nexo de relação entre o que Ele comenta em um momento e no momento seguinte, somente resolvi aceitar quando li a assinatura do pintor, pois era o próprio sobrenome incomum de J, conforme está escrito na documentação, relatada na frase 610. Saí com J e quando voltei, limpei-o grosseiramente com um pano molhado e me emocionei com uma paisagem de tempestade, que posteriormente passei verniz.

754 - CONTAGEM: Atrás do quadrinho (das fichas, frase 753), havia cinco, seis, sete aranhas mortas... Por instantes, fiquei confuso em contar. Em voz alta, com Sai Baba J (469) e minha mãe ao lado, falei: "São seis, não cinco, são sete... Elas mudam de lugar, não dá pra contar". Eu me senti uma criança feliz, com seu brinquedo que se movimenta. Posteriormente consegui, com calma, contabilizar que eram sete. Não estou afirmando que as várias aranhas mortas, houvessem mudado de lugar enquanto eu contava, pois J também é mestre em causar ilusões e induções mentais.

753 - FICHAS: Neste dia, J (469) me trouxe um pequeno quadrinho velho, sem assinatura e que não me agradou. Agradeci a gentileza rindo, disse que não gostei e que não queria, mas Ele insistiu dizendo que era antigo e que só precisava limpar e que achava que tinha assinatura, passando a mão no vidro, como se não enxergasse bem. Entendi que era pra eu aceitar e abrir o quadro. Dentro dele havia duas fichas, com anotações sobre aulas de inglês e marcas do tempo passado. Não entendi e não vi relação com a minha vida e já estava considerando perda de tempo de minha parte. Mentalmente, Sai Baba me perguntou sorrindo se eu não havia gostado, porque Ele achou que eu queria aprender inglês. Fiquei satisfeito e sorri, com este carinho, pois na adolescência tentei algumas vezes aprender inglês (italiano, francês e espanhol), até que desisti, considerando que tinha o carma de não poder estudar. O curso se extinguia, a professora voltava para o país de origem, eu comprava fascículos e não tinha tempo considerável para estudar e quando voltava a estudar em curso diferente tinha que recomeçar do início. No dia 28, J me perguntou o que eram as fichas, como se não soubesse. Eu expliquei e disse sorrindo que haviam chegado um pouco tarde e que não precisava mais. Ele concordou e disse, "sim, agora você já sabe"... Na verdade não sei o suficiente. Neste momento em que escrevo, no dia 30, com a casa fechada, caiu um minúsculo besouro em frente ao teclado, coloquei o dedo nele e em poucos segundos não o encontrei mais.  Considero estas frequentes, inúmeras e pequenas materializações um imenso gesto de carinho, principalmente quando minha atitude mental, vacila em ficar relatando o que tem acontecido naturalmente.

752 - DRAGÃO: Um cordão de prata meu, cujo pingente de dragão, voltei na loja para comprar após um mês, porque na hora decidi não comprar, mas, em casa, de vez em quando me lembrava do olho dele, com um pedra inserida, resolvi trocar com J (469), pois ultimamente não tenho usado prata e o cordão estava extremamente sujo, preto em alguns trechos, mesmo sabendo que é fácil limpar. Em 25.03.2015, no pescoço de J, este cordão estava tão brilhante, como eu jamais tinha visto, e Ele dizendo que estava dando alergia Nele (embora anteriormente Ele tenha dito que só estava aceitando, porque estava precisando de dinheiro e iria vender, enquanto eu ficava rindo com as estórias - brincadeiras ou parábolas - Dele). Então comprei-o de volta, com os R$ 300,00 (frase 751), junto com outras coisas. Já a minha pulseira que troquei com Ele, não sei se levou para o porteiro (o mesmo da frase 478), pois no mesmo dia, eu o ouvi dizendo que tinha vontade de ter uma pulseira grossa de prata, acredito que este seja o jogo de Sai Baba J, ir realizando as vontades alheias, dentro do merecimento e necessidade de cada um.

751 - R$ 300,00: Eu já estava de saída, quando J (469) me telefonou e disse que viria me ver.  Falei com minha mãe que caso J tivesse algo interessante para me vender (às vezes me presenteia, às vezes me vende por preço que simplesmente não existe em termos de comércio), eu não estava com dinheiro na carteira. E como tudo, sempre de uma maneira engraçada, lembro-me de uma vez bem curiosa. Ele falou que pegou determinado objeto de uma senhora para vender e que acrescentara pouco valor e quase não estava lucrando com a venda. Ao final, ante minha insistente negativa, acabou me vendendo, sorrindo e feliz, por preço que era um terço do valor que a suposta dona queria. Ou seja, se fosse verdade, além Dele não ter lucrado, Ele ainda teria que pagar dois terços do valor para a dona do objeto. Enquanto aguardava, fui me trocar. Recordo-me de ter pego determinada calça jeans, exatamente por ainda estar com o vinco do ferro de passar roupas. Ao pegar, caíram R$ 300,00, que ainda que houvesse sido eu que esquecera ali, o dinheiro estava sem a marca da lavanderia e sem a marca do ferro.

750 - 25.03.2015 - Encontro com J (469), comigo e minha mãe, na parte da manhã. J ao chegar em minha casa, disse que havia deixado um amigo dentro de Seu carro, porque havia encontrado com ele e que este iria para determinado bairro (após o local aonde eu ia) e que aproveitaria e me daria uma carona. Mas na verdade, chegando próximo ao local, Ele foi até uma rotatória não tão perto e me deixou na porta do endereço que eu estava indo. Neste dia extremamente agradável, com J, uma carona, é o que menos importa, mas confesso que foi tão salutar esta carona, principalmente por eu ter rido muito mais no caminho, pois separadamente e fora do contexto, J inseriu duas palavras, que resumem trecho de minha vida e trecho da vida de alguém de minha família, que nunca contei a Ele.

749 - BALA AZUL: Antes de J (469) chegar em minha residência, fui comprar pão, mesmo sabendo que Ele não iria comer, mas serviria para mim, pois ainda não havia lanchado pela manhã. Na volta, no chão, reparei uma pequeníssima bala azul (da marca "tic tac"), neste momento Sai Baba, mentalmente, falou algo que não me recordo, mas registrei como em uma experiência anterior, que Ele disse, com voz de riso - "comecei...". Ou seja, isto significa, que a partir daquele momento eu deveria estar mais atento para as mínimas circunstâncias do que da minha maneira de ser habitual. Já em casa e após J chegar, fui ao meu quarto e por acaso abri uma gaveta e encontrei uma caixinha desta mesma bala, mesma marca e mesma cor (azul), que eu havia comprado e esquecido na gaveta. Levei para o baleiro de murano (frase 759). J pegou a caixinha para pegar uma bala e deixou uma única balinha azul cair e sorriu com ares de criança arteira. 

748 -IRLANDA: Um dos CDs (entre DVDs) que J (469) me deu tem este título. Fiquei pensando se havia alguma conexão com minha vida, pois um espírito evoluído moralmente não desperdiça um segundo de seu tempo, não profere uma palavra ou faz menção de um gesto sem um significado útil. Neste 21.03.2015, coloquei para tocar e J, que sabia de minha dúvida anterior, falou com minha mãe que eu já havia dançado muito este tipo de música. E como havia violino no som, perguntei se lá eu também toquei violino, então Ele respondeu que sim.

747 - MICRO-ONDAS: Há mais de dois meses, meu micro-ondas novo estava dentro da caixa, porque não seria muito fácil sua colocação, pois teria que abaixar o suporte com três parafusos grandes, para caber o novo, que é maior. J (469), que havia trazido uma furadeira, tirou os parafusos, aproveitou um furo, fez outros dois e inseriu as buchas, que havíamos saído para comprar. Colocou no lugar e ficou extremamente "frouxo" o suporte, parecendo que a qualquer momento não aguentaria o peso do eletrodoméstico, além de ter ficado inclinado; eu e minha mãe conferimos. Após Ele dizer, que naquele espaço da parede estavam tijolos e isto não poderia deixar firme o suporte, retirou tudo e colocou novamente, no mesmo lugar, com os mesmos parafusos, da mesma maneira, como ninguém faria, pois sabendo que não havendo alteração da causa, não poderá haver alteração do efeito. Contrariamente o esperado, ficou bom, muito firme e bem instalado e apenas suavemente inclinado.

746 - PARAFUSOS: Tenho duas tam7aso sanitário, que me acompanham por mais de cinco anos, pelo simples motivo de me lembrarem as artes plásticas, pois uma tem clips e a outra lápis de cor, ambos coloridos, verdadeiros (não desenhados) inseridos entre o material. Apesar de já ter pago por duas vezes, para parafusá-las no vaso, não funcionou. J (469) disse que arrumaria, estranhei e neste ínterim, veio minha mãe com uma papel com um dos parafusos, cuja porca é diferente, escrito o verbo "comprar", pois dos 20 parafusos, das duas tampas, a maioria está preso nelas, então faltavam uns poucos, mas não foram comprados. Os poucos soltos estavam em cima da pia, junto com as ferramentas, quando eu tentava contar, percebi um ou dois a mais, não tive certeza, mas senti o incômodo pois não esperava que havia quase todos. Fui procurar um parafuso semelhante, em uma caixa que tem pequenos objetos de pintura. Não encontrei parafuso de nenhum tamanho e reparei que J, pela janela, fitava-me sorrindo suave. Desisti e já caminhando, pensei: "Vou retornar na caixa, vou encontrar um parafuso um pouco maior, para parecer coincidência, como tudo que J faz, mas servirá". Assim aconteceu. Encontrei e apesar de um pouco maior, serviu perfeitamente.

745 - RESTAURAÇÃO: Eu não havia contado para J (469) que na última semana, entre outras coisas, passei restaurando um quadro de um conhecido. Contei quando Ele chegou. Com Seu carro, fomos em uma loja de materiais de construção e enquanto eu pagava, Ele me deu um cartão (profissional) muito curioso, de um restaurador, cujo nome não sei, porque estava abreviado - J.C. Ver 496

744 - 21.03.2015 - Encontro, comigo e minha mãe, que durou toda a tarde com J (469). Interessante foi reparar, em determinados momentos, a conversa paralela, só a mim perceptível, porque enquanto J conversava com minha mãe um assunto normal, como outro qualquer, Ele inseria palavras, que continuavam algum contexto que já tínhamos conversado, sendo que durante este tempo, eu permaneci calado e segurando o riso.

743 - POR TRÁS DO VÉU: Documentário sobre mediunidade. Quando acontece alguma coisa não comum, que foge ao razoável das leis da ciência, primeiro se pesquisa dentro deste sistema de análise, somente depois é que se deve analisar se é uma questão transcendental. Ao contrário, hoje, mais uma vez disseram que eu fiz uma pontinha em um documentário, que eu nem sabia e não vi para ver se é verdade. Agora me recordo deste assunto, conversado (e autorizado) há alguns anos...  Sendo que o título soube hoje, pois  recebi uma mensagem, de um telefone desconhecido, às 18:01 min., dizendo-o, pesquisei e vi que acabara de passar em um canal às 18:00 horas. Os fenômenos físicos, inclusive em aparelhos eletrônicos são tão comuns na minha vida, que de imediato eu pensei que fosse  obra de algum espírito ou Sai Baba, como tenho comumente relatado, mas perguntei e na resposta vi que era de uma amiga minha... Doideira...

742 - RETRATO DE JESUS: Sai Baba na Forma J (469) trouxe uma reprodução de um quadro de Jesus, achei muito bonito e gostei. Olhei-o detidamente, ainda próximo ao Seu carro. Fomos para minha casa, e enquanto conversávamos, fiquei segurando este quadro e olhando-o, admirando a pintura e vendo o que poderia melhorar, como por exemplo o dourado da moldura. Virei-o devagar e quando o desvirei, para a posição do desenho, reparei nas inúmeras gotículas de tinta branca (ver 741), que para mim é extremamente difícil de acreditar que já estavam ali, antes de eu as reparar, haja vista eu estar olhando pela segunda vez e por tempo razoável. No dia seguinte, recordei-me que já havia procurado na internet quadro semelhante a este, após considerar que J, com o braço para cima, lembrou-me um quadro de Cristo, que não consegui localizar. Lembrei-me, também, porque J havia comentado algo como: muito legal, Ele (Jesus) com o braço para cima, e novamente levantou o braço, como já havia feito em 30.08.2014. Ver 463.

741 - GOTINHAS: Já reparei, há bastante tempo, que a maioria dos objetos que vem das mãos de J (469), vem com pequeníssimas gotas de tinta branca, mas, já vi azul e cor de laranja. Como minha identidade pictórica, que reflete minha linguagem artística é a tinta jogada ordenadamente (diferente da action painting), principalmente no que eu chamo de "abstrato cósmico", embora eu utilize em outros temas, para manter esta identidade; a impressão que dá é que estes objetos estão "marcados", "endereçados" a mim. Pois, pela quantidade, não dá para sequer cogitar certa coincidência.

740 - CURINGA: Neste 14.03.2015, J (469) me fez reparar que havia duas grandes figuras representando o Curinga, quando Ele falou que era o inimigo da Batman, além dos outros. Eu falei que o curinga servia para ele (não precisei verbalizar sobre Sua versatilidade, em se desdobrar para desemprenhar qualquer papel que seu amor universal, considere necessário), bem como falei que o título Charada (outro personagem do filme do Batman) também Lhe cabia (e, sem eu verbalizar, enviei a ideia de que Ele criava enigmas para eu decifrar - ver final da frase 716). Quando Ele disse o bairro em que comprou a camisa, lembrei de um outro encontro, e de uma outra camisa, em que Ele havia adotado outra personalidade, irreconhecível, até então, e pude entender as grandes lições, que, por serem pessoais, a ninguém serviria, mas que me esclareceram perante a eternidade.

739 - ATENDENDO-ME: Quando J (469) se levantou para ir ao toalete, pedi mentalmente a Ele que colocasse a mão em meu braço, que apoiava na cadeira. Na verdade não pedi exatamente, pensei nos devotos da Índia, que torciam para Sai Baba colocar a mão neles ou pelo menos lhes dirigisse um olhar sequer. Ele passou perto de mim, colocou a mão em meu braço e continuou a caminhar. Mentalmente, Sai Baba me perguntou: "O que você me pede, que eu não faço ?"

738 - OBRA:  Em Seu carro, em movimento, conversávamos, e quando fui falar a palavra "obra", no sentido de construção, ele, em uníssono comigo, falou a palavra obra, mas em outro sentido, como obra de arte. Recordei-me dos precogs, ver 597.

 737 - PERSONALIDADES: Logo que encontrei J (469), Ele teceu algum elogio sobre o cordão que eu estava usando e antes que eu começasse a falar sobre um pingente, que havia visto, Ele me interrompeu e repetiu com exatidão meu pensamento sobre este, que eu não havia gostado, mas que depois, em casa, pensando melhor, que passei a gostar... E continuou Sua frase, dentro de um assunto da vida Dele que nada tinha a ver com meu caso. Falou tudo isto, fisicamente parado, sem gesticular, somente depois reparei que Ele havia adotado a personalidade de um amigo meu. Já O vi representando outra personalidade desconhecida, que nada tem a ver com a Dele, mas que, provavelmente, quem O conhece naquele momento, achará que Ele é sempre assim. Ao telefone é comum mudar de voz, como a de alguém conhecido ou não.

736 - VIDA DIFÍCIL: Em dezembro de 2014, em um dia difícil, como todo mundo já teve muitos, embora eu não tenha o hábito de reclamar, eu verbalizei sozinho "vida difícil". No dia seguinte, que me encontrei com J (469), Ele tinha uma pequeno quadro, sem moldura, de autor desconhecido, que atrás estava escrito o título "Vida Difícil". Quis me presentear, mas eu não quis receber, mesmo porque já tenho muitos quadros meus. Neste 14.03.2015, Ele novamente insistiu que eu ficasse com ele e eu aceitei.


735 - DEUS É FIEL: Neste 14.03.2015, J (469) estava com um pequeno quadro, de autor desconhecido e sem valor comercial, que somente aceitei ante a insistência Dele. Também está cheio de respingo de tinta branca. Neste sistema de letras iniciais (496), achei interessante o nome do pintor abreviado ser J. C. (abreviação de Jesus Cristo, embora eu deixe claro que eu é que tenho este hábito, sendo que não posso afirmar que Ele faça uso deste meu sistema-brincadeira). Outra curiosidade foi constatar que atrás do quadro, além de pequenas teias havia 3 (ou 4) aranhas mortas e uma viva, tal Sai Baba, mentalmente, havia me dito que traria aranhas para mim. Ver 724 e 645.

734 - SANGUE B: Mais uma vez eu reclamei, rindo, com J (469), desta vez pessoalmente, em outras por telefone, que eu queria meu cordão avermelhado (633, 624, 623 e 620), com pingente de Nossa Senhora Aparecida, que mudava suavemente de cor; sendo que cada hora Ele conta uma história diferente e engraçada (que perdeu, que achou, mas esqueceu, que empenhou etc). Mostrei para algumas pessoas, fui ao trabalho, supermercado e praia com ele, mas na verdade era um pouco exagerado para qualquer desses ambientes, mas eu o usaria novamente nesses mesmos lugares, embora ficasse melhor em algum artista de palco. Desta vez Ele disse que estava dando alergia no pescoço Dele, por não ser de ouro. Eu disse que eu não tenho este problema e o queria de volta. Falo rindo porque racionalmente para mim tanto faz, porque sei que esta história que está acontecendo, na verdade já foi escrita por Ele, com antecedência, mas a parte emocional do cérebro reclama um pouco, porque, em termos visuais e estéticos, gostei de ficar contemplando-o. Ele disse que eu não tinha alergia porque cada um tinha um tipo de sangue e disse casualmente que Ele tinha sangue A, que eu tinha B e foi mudando de assunto. Em casa, conferi em uma carteira, eu realmente tenho sangue tipo B, que eu havia me esquecido.

733 - 14.03.2015:  Encontrei-me com J (469) e depois fomos em um restaurante na Tijuca, Rio de Janeiro, apresentei-o para dois amigos, separadamente, que, sem combinarmos, passaram no local. Sendo que um foi razoavelmente rápido, relembrei-o de quem era J (ausente, por estar dentro do restaurante) e quando voltou para a calçada onde estávamos, foi o tempo de um cumprimento. Já o segundo permaneceu cerca de 10 minutos, foi embora (jogar futebol), retornou e ficou mais uns 25 minutos. Relembrei-o de quem era J, e este permaneceu sozinho com Ele por quase 10 minutos, enquanto fui ao banco. Com ambos eu já havia comentado anteriormente a respeito de J e de Sai Baba.

732 - SEJA FELIZ: No almoço, de 12.02.2015, falei com J (469) que as pessoas não acreditavam, quando eu comentava o que estava acontecendo comigo, em relação aos nossos encontros. E Ele me respondeu: "Não conte, seja feliz". Mas posso afirmar, com certeza, de que é muito mais fácil não contar a tristeza do que a alegria. Tento não contar tanto, filtro para quem devo contar, qual parte devo contar e que linguagem usarei para contar. Aliás, até escrever, eu escrevo bem menos do que realmente acontece.

731 - 07.03.2015: Estive com J (469), o estilo da conversa tem se aprimorado no sentido de ser desconexa para quem ouve, mas inteligível somente para nós dois. Por assim dizer, eu penso em algo, tendo ou não, anteriormente, solicitado mentalmente ao Sai Baba para que me dê determinada resposta para assunto particular, e, falo uma coisa diversa que somente eu saberia a conexão, do que falei com o que pensei. Então, J me responde um terceiro assunto que responde na íntegra o que pensei (ou solicitei anteriormente ao Sai Baba, que me respondesse).  Foram mais de 3 horas de conversa. Liguei para minha mãe que falou com Ele, mas ficou na dúvida porque achou que a voz fosse minha, mas eu O ouvi com Sua voz normal. Quando nos falamos ao telefone, no primeiro momento Sua voz é sempre diferente, de alguém conhecido, ou não, para mim.

730 - ARREPENDIMENTO: Se não servir para mudanças de atitudes, então é um atraso mental desnecessário.

729 - MÁQUINAS: Substituem o homem no trabalho ? Tem que analisar o percentual de vantagens. Em 26.02.2015, coloquei R$ 2,00, da nota maior, ainda em circulação e esta foi devolvida, coloquei da menor, por uma barra de chocolate, que não caiu no espaço para eu retirar, então a máquina me devolveu R$ 2,50 em moedas. Coloquei R$ 2,00 destas e caíram duas barras, pois uma estava na beirada. Contabilidade: comprei duas barras por R$ 1,50, tendo pago R$ 0,75, na barra de R$ 2,00.

728 - LUTO: Em 25.02.2015. Venho através desta nota, comunicar o falecimento do grilo (ver 718, 723 a 725). Mentalmente, em uma só frase, Sai Baba deu uma direção ao meu pensamento, no sentido de saber se eu, por desconhecimento, embora estivesse começando a estudar o assunto, havia feito ou deixado de fazer algo em relação a uma boa criação de habitat para este inseto. Disse: "Ele cumpriu sua missão"; que eu entendi serem os fatos que serviram de base para meus relatos, pois eu mesmo nada fiz além disto e nem deu tempo de fazer.
727 - AMBIÇÃO: Algumas vezes na vida, ouvi que eu não era ambicioso... Nunca rebati a informação, mas intimamente sempre achei engraçado, porque eu sempre me achei o mais ambicioso do mundo. Tenho tanta ambição que nunca ousei falar o que agora escrevo. Se eu falasse isto em algum meio espiritualista então, na certa ririam da minha inocência. A partir dos 18 anos, quando conheci o espiritismo, passei a ter uma ambição e meta de vida, não necessariamente a ser conquistada na presente reencarnação. Sabendo que o planeta Terra é um mundo de provas e expiações, onde o mal ainda é em maior número do que o bem, considerando que o reino de Jesus, não é deste mundo, passei a querer deixar de ter reencarnação compulsória na Terra, ainda que eu retorne aqui, quando necessário. Mas, espírito consciente das dívidas kármicas, trazidas ao nascer, embora eu trabalhe minha mente e meu coração neste sentido, não me cabe ter pressa. Mas, esforço-me...
726 - LIGAÇÕES MENTAIS: Em projeção astral, na noite de 21 para 22.01.2015, os amigos espirituais me mostraram duas situações, sobre processo obsessivo, que poderia até parecer com o que chamamos de amor. Na primeira, a pessoa encarnada estava em um ponto de ônibus, lendo, estando abraçada por um espírito que a amava sendo que ela se sentia confortável. Na verdade quem ama liberta e isto de certa maneira estava atrapalhando a encarnação desta pessoa (geralmente atrapalha possíveis encontros com outras pessoas encarnadas). Na segunda, o espírito estava com a mão no órgão sexual da pessoa, o que lhe aumentava a vontade de fazer sexo de maneira descontrolada, caso este em que o espírito também participava dos encontros, sendo mais um a vampirizar as energias sexuais vertidas.
725 - SENTI O PESO: Ainda em 22.02.2015,  às 23:50 min., interrompi o vídeo tutorial de como criar grilos, peguei uma caixa vazia de ovos, e, dentro de casa, caiu algo em meu braço, que constatei ser um inseto, de espécie desconhecida por mim, até este momento. Mentalmente Sai Baba me perguntou se eu queria mais (neste segundo pensei sobre a quantidade de grilos), porque Ele traria mais. Ao pensar em pegar a máquina fotográfica para registrar, ele voou e não o encontrei mais. Era menor do que um mosquito comum, mas em nada se assemelhava, pois parecia minúsculo besouro. O grilo é muito mansinho, não pulou e ficou andando na minha mão, quando o peguei para colocar na caixa que improvisei para ele.
grilo mansinho andando na mão
724 - GRILO E ARANHA: 22.02.2015, após eu escrever que o grilo havia desaparecido com a casa fechada, (723), comigo na sala, sem sair desta, com o ambiente todo fechado desde o dia anterior, o grilo reapareceu. Apesar de terem muitos quadros na parede, próximo ao local onde ele se encontra não teria como se esconder ou se mover sem que eu não reparasse, pois estava alí há horas. Em nenhum momento eu o vi se mexer. Desta vez ele trouxe uma novidade uma aranha morta presa na perna; talvez para que eu relembre do fato de Sai Baba ter me dito que traria aranhas para mim, conforme aconteceu na apresentação de pintura mediúnica (ver 645) e em outras ocasiões. Apareceu pousado no único quadro (dentre várias dezenas), que J (469) comentou quando esteve aqui no dia anterior. Não reclamei, mas na verdade, quando constatei que ele havia sumido, eu não fiquei feliz, porque no fundo (apesar de ser difícil  para ele se alimentar) eu gostaria que fosse como a presença constante do morcego, voando dentro de casa, por mais de um ano (ver 396).
grilo COM a aranha
723 - CASA FECHADA: Saímos de casa juntos (eu e Sai Baba na forma J ver frase 469), em 21.02.2015, pois aproveitei para pegar uma carona em Seu carro e me vendo preocupado com o grilo que me visatara, J disse que eu poderia deixar a casa fechada porque o grilo não precisava se alimentar muito. Voltei e ele, que havia mudado de local, ainda permanecia na casa. Fui me deitar, com a casa ainda toda fechada, para manter a temperatura agradável. Acordei pensando na hipótese do grilo não estar mais lá, embora não tivesse como sair, e, sim, constatei que ele já não estava mais.  Quando ele apareceu, a casa estava aberta. Eu já havia pedido, mentalmente, ao Sai Baba para que estes "eventos", de aparecimento de insetos, acontecessem com insetos maiores, este tinha cerca de 7,5 centímetros.
grilo SEM a aranha
722 - PENSAMENTO DIÁRIO: Fiquei agradecido em ter a oportunidade de atualizar o pensamento, deste dia 21.02.2015, recebido da Organização Sri Sathya Sai, com J (469), em pé ao meu lado. Por instantes, apesar de eu achar que Ele estava com pressa, na verdade O vi tranquilo, sereno, mas com o olhar muito atento no computador, com expressão seriamente diversa do habitual, como se fosse a coisa mais importante do momento.

721 - BATERIA: Ao dedilhar novamente o violão em pouca quantidade e boa qualidade J falou sorrindo que já havia tocado bateria em um conjunto, mas que não havia continuado... Particularmente não vi ligações comigo, neste sentido, a não ser uma única noite em que, estando em Brasília, fui ao evento a respeito do "Dia da Consciência Negra", representado por Zumbi, dos Palmares, sendo que quando a bateria estava no momento de descanso, mesmo sem conhecer instrumento de percussão, gravei uma brincadeira no timbal, ver 349.
720 - PARAFUSOS: Comentei que havia pensado em colocar uma cortina em determinado local, mas que não queria porque diminuiriam os espaços para colocar quadros, na parte de cima. J (469) pegou um quadro, que poderá se mover, com medida de 95 X 145 cm, para pendurar na parte mais clara do espaço. Nem na madeira do quadro, que é resistente, eu consegui parafusar a argola, sendo que nesta não precisa de chave. J parafusou dois na fenda do alumínio, com minha chave de fenda arredondada por eu usá-la para pintar. Aparentemente seria quase impossível, não mediu e ficou perfeito. Diante da minha surpresa, humildemente disse que a inteligência vinha de Deus.
719 - 21.02.2015: Logo na recepção, disse, brincando, para J (469) que havia rezado para Jesus e Sai Baba para que Ele não viesse. Ele, como se não tivesse entendido, sorrindo, disse: Então, foi sua fé que me trouxe. Eu disse que eu havia rezado errado. Este encontro, agradabilíssimo, durou cerca de três horas.
718 - GRILO: Na sala senti o doce aroma do vibhuti e não entendi o motivo, pois geralmente tem. Virei-me e vi um grilo, ao que Sai Baba mentalmente me disse que era a esperança. Deitei-me, pensei em acionar o despertador, mas não fiz; acordei com o telefonema de J (469), na hora em que pensei em acordar, dizendo que viria na minha casa. Ao chegar, em 21.02.2015, mostrei a ele o inseto, dizendo que era um grilo. J disse que não era, era a esperança.
717 - SUA LINGUAGEM: Conhecendo-me bem, somente para me agradar mais, J age estranhamente desta maneira que relato e que ninguém que conhece Sai Baba, ainda que profundamente, entenderia. Pois eu, espírito imortal, independente do personagem que hora encarno com o nome de Giovanni, com toda a gama de comportamentos sociais facilmente identificados, perante a eternidade eu vibro e respiro na sintonia da arte e Sai Baba, na forma J, através desta linguagem, expressa em tom de brincadeira, potencializando as chamadas leelas (as instrutivas brincadeiras divinas) conseguiu que eu O admirasse e O respeitasse ainda mais, depois de tudo que estudei sobre Ele, o Eterno, o Sem Forma e o Imutável, cujo último personagem encarnado, para se fazer melhor compreendido, adotou o singelo nome de Sai Baba.

716 - CONSELHOS: J (469) que sempre fala por parábolas, sobre as coisas da vida, em sentido geral, e da minha vida também, quando eu peço algum conselho sobre determinado assunto, antes Ele desconversava, tal J parece irresponsável, mas que na hora certa Ele mesmo me dá a solução. Ou, mentalmente, recebo instruções e conselhos de Sai Baba. Ou acontece naturalmente (no tempo de Deus). Mas na verdade eu sei que as respostas têm seu tempo e que não estava na hora de J me esclarecer, mas ultimamente dá até a impressão de que o carismático J esquece Sua personalidade como J (que havia adotado a minha, multiplicada em alto grau) e responde claramente, para eu entender de imediato. Quando a vida está em tempo de seriedade e dificuldade opto por respostas curtas e objetivas; mas quando está em tempo de risos, prefiro enigmas, símbolos, parábolas e coincidências, porque a vida fica ainda bem mais divertida e interessante.

715 - BEXIGA VAZIA: Eu não tinha dúvidas sobre a latinha de refrigerante ainda conter líquido, antes de eu constatar que nada havia, mas para que acabasse de uma vez com qualquer possibilidade de dúvida, no dia seguinte, em 13.02.2015, que ingeri cerca de 3.800 ml de líquido e fiquei o dia inteiro fora de casa, quando fui ao banheiro, sendo que em momento nenhum eu tive vontade, acredito ter urinado cerca de 100 a bem menos de 200 ml. Foi fácil a contabilização da ingestão, pois a maioria, do consumido, tinha rótulo indicativo. Sai Baba, mentalmente, disse que iria desmaterializar o líquido que consumi. E, no dia 14, também para reafirmar minha certeza do que havia acontecido, Sai Baba me disse que faria a mesma coisa, embora eu não duvidasse. Ingeri e expeli mais ou menos a mesma quantidade. Inobstante um dos componentes do medicamento que faço uso para hipertensão, ver 523, ter efeito diurético, neste caso é como se nada houvesse ingerido de líquido, pois não só não senti vontade de urinar, como nada havia, quando tive a oportunidade. Neste sentido, não me recordo de já ter ficado tão confortável organicamente. Se a bexiga comporta, no máximo, com variações, 800 ml, somados os dois dias e considerando que no terceiro dia acordei, ainda, sem vontade de ir ao banheiro, é difícil imaginar para aonde foram cerca de 7.600 ml de líquido.

714 - COCA-COLA: No almoço pedi, para mim, coca-cola zero, mas não tinha, então aproveitei para não pedir nada por ser mais saudável, não ingerir líquido, durante a comida. J (469) pediu coca-cola comum. Fomos nos sentar no segundo andar. Ele se serviu e por causa do gelo e espuma considerei que ainda sobrara refrigerante em Sua lata. Minha vontade foi aumentando e não quis comprar uma lata inteira, só queria um pouco para saciar a vontade, então pensei em chamar um garçom para trazer um copo para eu me servir com um pouco, de J, e ainda deixar o restante para Ele. Acabamos de almoçar e o garçom não veio, então tive a ideia de beber na lata, já que Ele havia parado de beber. Tendo pensado nisto durante todo o almoço enquanto conversávamos, fiquei surpreso ao constatar que a lata estava vazia. Parece ter sido a operação inversa do que relatei no capítulo "XXII - A Materialização de Líquido", no "Meu Diário com Sai Baba" (página SAI).

713- SEMIDESMATERIALIZAÇÃO: Tenho pedido mentalmente ao Sai Baba, para que J (469) se desmaterialize na minha frente, pois quando aconteceu, conforme relatei na frase 458, eu estava ao lado Dele, coloquei-me em Sua frente e estiquei um dos braços na maçaneta da porta de um banco, mas ao constatar que estava fechado, virei-me e Ele já havia sumido. Desta vez também não aconteceu na minha frente, Ele estava ao meu lado e estive vendo-o pela visão lateral o tempo todo. A impressão, em segundos, é que houve uma movimentação e afastamento dos átomos em velocidade imensurável. Mas não posso afirmar que, ao invés de J ter feito isto com o corpo Dele, Ele tenha criado esta indução mental em mim. Mesmo porque nenhuma das duas situações diminuiria Seu poder de ação no mundo. E, na frente de todos, continuamos a caminhar... Naqueles segundos da experiência, veio em minha mente a ideia de eternidade.

712 - CD E DVD: Algumas destas mídias, J me deu, outras eu peguei para levar (até por curiosidade) e olhei para Ele, que sorriu... De alguma forma o conteúdo de cada uma delas, estava relacionado a mim. Alguns que nada continham gravado, além de estarem visivelmente estragados no exterior (nunca vi nada de J estragado assim), joguei fora, ao que Sai Baba, mentalmente, respondeu minha indagação sobre não titubear e jogar fora algumas coisas, de "palhacinho" (oitavo encontro, frase 614 a 626), que apesar de estar intimamente ligado a questões pessoais minha e de minha mãe, não teriam utilidade prática. Dois DVDs escrito MC, talvez alguma brincadeira mostrando que conhece meus escritos no blog, em que, ao falar diretamente com o leitor, utilizo esta sigla (significando "Minha Criança adulta"). Um DVD sobre favela (comunidade) no Rio de Janeiro, que sempre quis conhecer melhor. Dois, de Gilberto Gil, não propriamente por eu gostar tanto a ponto de querer ter, mas em relação ao nome de Seu suposto filho (661 e 501). Um CD de música, ao gosto de minha mãe. Um filme intitulado "A Possuída", demostrando a ciência de J sobre determinados aspectos de minha vida em relação a outras pessoas. E outros... Sim, sei que pareço estar exagerando em criar coincidências, mas os espíritos evoluídos não se expressam eficazmente só através das palavras, utilizam de toda e qualquer forma em que o recado possa ser dado sem constrangimento.

711 - PILOTO: Automático... Dirigindo Seu carro, falando seriamente, mas com um bondoso esboço que se assemelhava de longe a um sorriso, disse que ali (mostrou o comando de setas) havia um botão de "piloto automático" que Ele ligava e ficava tranquilo, ouvindo música, curtindo... Sorri e rapidamente tentei coordenar os pensamentos para saber o que era sério, parábola ou brincadeira instrutiva (leela); então me lembrei... Mais de uma vez, em apresentação pública de pintura mediúnica, perguntaram-me se minha mediunidade é consciente ou inconsciente. E eu respondo sorrindo que na mediunidade, sou 100% consciente, mas que de vez em quando eu "apago" quando estou ao volante e que a sorte é que sempre acordei do lado direito da pista, porque se fosse do lado esquerdo, acordaria no céu. E todas as vezes não me recordava do trecho, mas não tem acontecido mais. Ver 149.

710 - NÃO CANTEI: Com o som alto e o carro em movimento, J (469) proferiu uns três gritos não tão altos e disse rindo que eu estava me segurando. Naquele momento eu estava com muita vontade de cantar, então confirmei dizendo que sim, mas que na verdade eu não sabia (de vez em quando eu acompanho uma música qualquer, quando estou sozinho). Certa vez, uma vizinha de dois andares acima, que o som chegou a ela, disse que eu estava "com o espírito santo", achei muito engraçado esta ótica. Em casa pensei o motivo Dele ter gritado ao invés de cantar, mas como a lição é pessoal, foi fácil concluir, lembrando que algumas vezes reproduzi, quando a casa estava em silêncio, com alguns assistindo televisão, o grito em tom grosso e demorado (o fino e curto não) que Michael Jackson proferiu antes de um determinado show começar.

709 - SOM ALTO:  Após eu pedir para J (469) ligar o som do carro, Ele ligou e eu aumentei um pouquinho (por educação, porque eu estava gostando muito da música e queria aumentar o máximo que conseguisse). Ele, captando meu pensamento, aumentou bastante o volume, mas disse que a caixa de som, instalada no porta-malas estava sem fusível e que não poderia aumentar mais, e tirou um fusível de Seu lado esquerdo (anteriormente eu havia pensado se realmente havia um problema de fusível em Seu aparelho de som ou se os dois fusíveis anteriormente relatados, na frase 680, estavam no carro para testemunhar o que havia ocorrido durante a semana deste acontecimento), sendo que os que vi na outra oportunidade ainda estavam do lado do carona.

708 - PINGENTE: Sem eu contar para J (469) do meu novo cordão, sem pingente, Ele, que falou ter encontrado o caranguejo, que um dia disse ter perdido (555), insistiu que eu ficasse com ele, sem eu pedir. Tal o anel (591) que não gostei, mas depois passei a gostar, aconteceu com este pingente. Perguntei Seu signo, que ele respondeu áries. Por eu ter achado estranho, Ele disse que havia ganho. A argola pequena não passava no fecho, então Ele disse para eu colocar neste. O fecho, estilo cadeado, não fechava, após tentar mais de uma vez, pensei em ir a um ourives, mas sem eu forçar, ouvi um suave barulho e a argola entrou facilmente, milímetros adentro de uma maneira que o fecho abre e fecha naturalmente. Ficou resolvido. Ele sorriu, olhando-me com carinho.

707 - UM PROFESSOR: Falei para J (469), em segundos, que pacientemente me ouviu, como se não soubesse, que eu havia aprendido a tocar violino em uma tarde, a partir do desenho que fiz da posição dos dedos, que eu olhava concomitantemente com a partitura, sozinho (com o testemunho de uma professora de violino, que, vendo o que acontecia, incentivou-me muito); que eu comprei ao incentivo mental de Sai Baba ainda encarnado na Índia, que nunca conheci pessoalmente. Mas que eu somente tocava no início do braço, embora eu conheça violinistas que tocam em público, que somente utilizam esta forma. Disse que queria contratar um professor para que me ensinasse mais rápido todas as posições.  Ao contrário do que ouvi de outras pessoas, e do razoável, Ele me desaconselhou, dizendo que não havia necessidade de pressa, que eu poderia ir aos poucos aprendendo sozinho. Pelo incentivo e por falta de tempo, provavelmente aceitarei Seu conselho, embora eu já estivesse procurando professor de violino.

706 - MICRO RECITAL: Peguei o violino, toquei metade de uma partitura para J (469) ouvir, fiquei satisfeito, pois já li mais de uma vez sobre algum aluno da Escola de Música, fundada por Sai Baba, na Índia, ter tocado brevemente para Ele e ficava pensando na emoção que seria. Parei para não nos atrasarmos. Foi, emocionalmente (que reflete na qualidade da música) muito melhor do que quando toquei para outras pessoas. É como se eu estivesse amparado vibracionalmente pra tocar melhor, inclusive já reparei que quando entro em sintonia (com Sai Baba, Jesus, Deus ou Nossa Senhora, não faz diferença) antes de tocar, a qualidade do som é infinitamente superior.

705 - TEMPO DE ESTUDO: J (469) me ligou dizendo que estava perto de minha casa, porque havia levado sua ex-esposa ao médico para extrair um seio, por motivo de câncer, mas que Ele já havia comprado uma prótese (quando chegou, repetiu e fez gestos engraçados, dando a entender que ficaria bonito). Antes de chegar, mentalmente, Sai Baba me disse que J só chegaria depois que eu estudasse violino um pouco (tem cerca de dois meses que não abro a caixa dele e antes disto, fiquei muitos mais meses sem tocar). Após tocar uns 15 a 20 minutos, J chegou. Aqui em casa, Ele pegou desajeitadamente o violino, na altura do abdômen, e passou o arco, mas saiu um barulho normal, diferente do agradável som que saiu do violão (678).

704 - 12.02.2015: Encontro com J (469). Tal os dias 06 e 07.11.2014, neste dia, J (469) parecia não somente meu motorista particular, mas alguém extremamente solícito, que se oferecia timidamente, para não me desagradar com seu oferecimento, para me levar aonde eu quisesse. Tentei recusar algumas vezes, mas assim fomos em quatro endereços, em três bairros do Rio de Janeiro, além de ter me pego em casa, com seu carro. Fisicamente J está com uma aparência mais jovial de quando O conheci, que eu tinha dificuldade de olhá-Lo, pois me lembrava a mim, mas, como se eu fosse mais velho e tivesse tido uma vida muito mais rude. Ultimamente, não tenho mais dificuldade de olhar para Ele.

703 - LIÇÃO DE VIDA: Em 06.02.2015, conheci uma senhora de quase 80 anos, e, ficamos mais de meia hora conversando na rua. Transmitiu-me aceitação da vida, dizendo que Deus tem Seu tempo de agir, ao me contar a vida e índole de seus filhos. De seus quatro casamentos me contou dois. O primeiro, aos 16 anos, com um de 33 anos que a tirou da casa dos pais e depois de 3 anos, veio com uma prostituta e disse a ela que dali por diante, esta seria sua esposa e ela seria a empregada. Ele buscou um revólver e deu 2 tiros, um em cada, sendo lesão corporal na perna da mulher e no rosto do homem. Posteriormente este quis voltar para ela, que não quis. Sobre outro casamento disse que um colega de trabalho, culto, viajado, com 31 anos, sendo 17 anos mais jovem, por 8 meses quis sair com ela, que não quis. Ela mudou de emprego e meses depois ele ligou para ela que não tinha dado o telefone para ele, dizendo que estava em sua casa, esperando-a, pois os móveis que ele havia encomendado já estavam chegando e ele a estava informando de que ela, dali por diante, estava casada com ele. E assim permaneceram por 26 anos, até o falecimento dele.

702 - O CONFORTO: Após acordar cedo, viajar e lanchar, voltei a dormir por breve tempo, neste 11.02.2015, sendo que sonhei com Sai Baba (aliás sonhar com Ele, e´ sabido por Seus devotos, que necessita da permissão Dele), que vinha a mim, com rosto totalmente diferente do rosto de Suas últimas reencarnações na Índia (assim como sonhei em 2012, ver capítulo XVIII, do "Meu Diário com Sai Baba"). Veio a mim com um rosto de alguém, que no sonho eu já conhecia por algum tempo (que na verdade não conheço na vida real) e ao modificar Seu rosto por um outro rosto desconhecido, compreendi que se tratava de Sai Baba (exatamente como aconteceu com J - frase 469, que o conheci e somente depois de meses, entendi que se tratava de algum milagre de Sai Baba, sendo que um dia o vi com rosto diferente). Após eu ficar emocionado, entregou-me dois envelopes, cujos conteúdos, tem a ver com decisões particulares da data de hoje.

701 - SEPULCRO: No meu túmulo, se quiser me homenagear ou se lembrar de mim com carinho, não me leve flores, tampouco uma pá de cal... Leve-me nossas melhores fotos, tiradas no momento em que fomos mais felizes, só assim valeria a pena a sua lembrança. Se ainda não tiramos estas fotos, por enquanto, ainda dá tempo, pois saiba você que, salvo engano, eu ainda estou vivo... Escrito em 11.02.2015.

700 - NUNCA: Saio da vida de ninguém, antes que a pessoa saia da minha vida. Mesmo quando fazem algo que não me agrada, tento esclarecer neste sentido. Mesmo não conseguindo esclarecer, aguardo uma possível mudança de atitude, sem me iludir com a efetiva mudança. Somente após reiteradas tentativas, em que a partir da segunda chance, eu sempre fico um pouco mais na reserva, para não sofrer desnecessariamente, é que me retiro da vida deste alguém, sem me sentir magoado. No final, tudo entra na conta do aprendizado da vida...

699 -  A MORENINHA: Quando acordei, ouvi algo, como se estivesse alguém conversando, sendo que a única palavra de que me recordo é "moreninha". Ao abrir minha caixa de e-mail, constatei que recebi um, informando que dos vários livros escolares encomendados, apenas este, de Joaquim Manoel de Macedo, havia chegado, em meados de fevereiro de 2015.

698 - SOS: Em 07.11.2014, quando J (469) desceu de Seu carro, em um posto de combustível, foi até o vidro traseiro do mesmo e singelamente desenhou, com o dedo na poeria, algo que se assemelhava ao número 202. Achei simples, mas interessante. Perguntei a Ele o que era, sendo que respondeu sorrindo que não era nada. Somente em casa, reparei que tal eu costumo escrever de trás para frente, invertidamente, poderia-se ler claramente SOS (pedido de socorro universal, entre outros significados - Salve Our Souls). Quando interpretei, Sai Baba, mentalmente, disse-me que era simbólico pelas muitas vezes que pedi socorro a Ele.
697 - O AUXÍLIO: Na vida espiritual, nas zonas de sofrimento (no umbral do estado ou local transitório de sofrimento), o espírito (pessoa sem matéria carnal) não consegue ser auxiliado pelos "anjos do amor", alguns verdadeiros "gênios da caridade", única e exclusivamente porque implora pelo auxílio, pois o mais importante é a efetiva ação no sentido de querer o auxílio, já que necessidade do auxílio todos têm. Creio que esta lei divina, que impulsiona nossa evolução moral, também seja muito bem administrada na Terra, pela simples vontade de Deus.

696 - PAI BÊBADO: Em 25.01.2015, em Ipanema, quase 22:00 hs, por mais de uma hora eu e mais 2 desconhecidos ficamos retidos com uns 10 policiais na orla esperando a mãe chegar para ver se o homem com a criança era realmente o pai, que estava gritando, apertando o rosto e batendo nela. O pensamento é rápido, pensei que fosse "pegadinha" e que alguma câmera estivesse filmando ou que era sequestro e o homem estava sem paciência com a criança ou que ele iria jogá-la do alto onde estávamos. A mãe não quis acreditar, defendendo o marido alemão que fingia não entender português para dificultar a ação. Por fim eu falei que acreditava nela, apenas para ela parar para me ouvir e disse e insisti que ela não conhecia o outro aspecto da personalidade do marido, falei isto olhando para ele, que riu. Fomos liberados sem precisarmos ir para a Delegacia.

695 - DO BEM: Outro dia, em 2000, quando alguém comentou sobre uma pessoa que além dela ser bem sucedida na profissão intelectual ainda era modelo de conceituada agência; minha amiga A., de Volta Redonda, que eu achava engraçado quando dizia que eu não prestava atenção nas nossas conversas, completou - só falta ver se é do bem... 

694 - REDE SOCIAL:  O criador do facebook, com a proposta reencarnatória de unir pessoas do mundo inteiro através da internet (independente de como cada um vai aproveitar essa possibilidade), com o amparo dos cientistas da espiritualidade, teria conseguido o mesmo resultado ou melhor sem magoar milhares de pessoas no início de sua carreira, bastando se atentar ao próprio QE (692) ou ao conceito atemporal de Jesus - "não faça aos outros o que você não gostaria que fizessem com você".

693 - EXPERIÊNCIA: Denigrem-lhe o caráter, difamam-lhe a honra, exemplificam-lhe a falsidade, sugam-lhe as forças, roubam-lhe o patrimônio, despedaçam-lhe o coração, massacram-lhe a alma, exaurem-lhe as forças, confundem-lhe a mente, levam-lhe ao abismo, assassinam-lhe a esperança, destroem-lhe a fé, ofertam-lhe a queda, gargalham-lhe a tristeza, mas não lhe retiram a experiência, que você carrega para a eternidade. Dedicado a M.T. (624), quem mais me elogiou (com fundamentos técnicos e impessoais) nesta vida (principalmente em artes e postura de vida).


692 - QUOCIENTE EMOCIONAL: Alimentando ideias da maneira incorreta, você as realizará, se Deus não lhe proteger de si próprio. Alimentando as mesmas ideias da maneira correta, você as realizará, se Deus lhe auxiliar, caso você faça por merecer.

691 - MENDIGO NÃO: Estando sozinho, em Copacabana, RJ, cerca de 1:30 minutos, da madrugada, sentado na calçada, olhando o mar, veio caminhando em minha direção, mancando, aparentemente com uma perna menor do que a outra, pela areia, um jovem escuro e magro, que imediatamente identifiquei como um mendigo. Chegando a mim e falou: "Eu tenho um serviço pra você!" Tinha uma caneta, pediu-me papel, eu não tinha, virou-se para o chão e disse ter achado um, de cigarro. Começou a desenhar um rosto, que posteriormente considerei ser seu autorretrato. No verso fez uma casa. Elogiei e ele disse ter aprendido com o pai dele. Conversamos mais de meia hora, sendo que a todo tempo ele, talvez lendo meu pensamento, insistentemente afirmava não ser mendigo. Disse, apontando para as estrelas, que morava ali, que no momento considerei que fosse na comunidade. Deu-me uma moeda estrangeira, que disse ter achado na areia e pediu que quando eu voltasse ali, trouxesse-lhe material de desenho, porque ele gostava muito de desenhar. Saí pensando que nunca mais esqueceria, pois um mendigo que não é mendigo desenhou pra mim e me pediu material de desenho. Isto aconteceu bem antes de eu conhecer Sai Baba J (469), com nossos assuntos de arte. Meses depois, perto de 30.08.2014, considerei que este "não mendigo" fosse uma materialização, também porque eu sempre falo brincando com meu filho que a pequena coleção dele de moedas faria parte do meu futuro museu, ainda que como empréstimo e a experiência tinha muito a ver comigo. Então, pensei que nunca mais o veria, mas no dia seguinte ele passou por mim, no centro da cidade, um pouco mais alto, com mais saúde, mais jovial, sem mancar, mas quando virei para olhar ele já havia desaparecido. Acredito que desta última vez, ele não estivesse em "carne e osso", mas como uma materialização densa, talvez só visível a mim. Tal ele falou, J me trouxe muito serviço, bem mais do que relato. Não sei se tem relação com o sonho de 2010, onde a fartura econômica era simbolizada por uma casa.Ver 461 e 664.

690 - ELEFANTÍASE: Ou doença parecida... Na apresentação de pintura mediúnica, em 14.04.2012, no Centro Espírita Obreiros do Bem, no Rio Comprido, RJ, o espírito de Pablo Picasso pintou um quadro, dizendo a mim que ele somente via arte. Não comentei no dia, o que faço hoje, 17.01.2015, para não causar mal-estar. Disse isto, porque fiquei um pouco mal, apenas por eu ter visto um senhor rapidamente, por duas vezes, sendo impossível esquecer, pois uma lateral do rosto dá a impressão de ter escorrido até perto do pescoço, do tamanho de seu cabelo comprido. Em um dos dias reparei nos rostos horrorizados das pessoas, olhando-o na plataforma, pelo vidro, de dentro do metrô, que ele não conseguiu entrar. A mesma doença pode ter causa diversa, mas no caso dele, os amigos espirituais me disseram que ele, em encarnação anterior, julgando-se cientista, fazia experiências enxertando pequenos animais ou pedaços, no rosto dos seus pacientes-vítimas (cobaias).

689 - ARTE E ARTISTA: É comum as pessoas se confundirem e, equilibrando-se mais com a arte do que com o artista, na ausência deste, perderem suas forças (desmaios em shows etc) por pouco tempo ou até mesmo chegarem à própria morte. Quando Picasso morreu, poucos dias após o neto (Pablito) se suicidou ingerindo produto cáustico, mais dois anos, o filho (Pablo) morreu de cirrose alcoólica e a ex (Marie Thérèse) se enforcou, mais 11 anos e a última mulher (Jacqueline) se suicidou com um tiro. Sobre o Giov., anos atrás, um amigo me disse que foi visitar uma amiga minha, no hospital, que falou que havia tentado o suicídio, tomando remédios, por minha causa, que apenas tentei ajudá-la e nem estava sabendo de nada disto. Picasso, no plano espiritual, disse-me que tem ajudado seus entes queridos.

688 - TRÊS FORMIGAS: Em 11.01.2015, enquanto eu estava pensativo, meu olhar estava detido casualmente na frente, no ladrilho. Apareceu uma formiga e ficou andando, por ter objetos perto, considerei da mesma já estar ali, antes de eu tê-la visto. Em seguida, apareceu uma segunda, que também considerei que já estivesse. Reparando-as com bastante atenção, percebi que elas trocavam de lugar (não entre si), sem caminhar para o outro local. Elas simplesmente desapareciam em um ponto e apareciam em outro. Ainda não satisfeito, por considerar a hipótese de eu estar querendo me enganar, vulgarizando o fenômeno do teletransporte e ou materialização, pedi, mentalmente, ao Sai Baba que aparecesse uma terceira formiga. Imediatamente, Ele realizou o meu pedido, fazendo surgir uma terceira formiga, explicando-me, por parábola, que são como as pessoas em nosso caminho, pois se uma destinada ao nosso auxílio deixa de realizar o que poderia fazer, Deus encaminha outra e quantas forem necessárias, pois a pessoa merecendo o auxílio, Deus não faltará o auxílio com esta pessoa necessitada, se alguém escolhido para auxiliar, titubear com a ajuda, pois Deus não precisa de ninguém, especificamente, para ajudar outrem.

687- MARIA: Em 06.12.2014, perguntei brincando ao J (469), na minha casa, enquanto mostrava um quadro que achei na rua, se eu deveria assinar, dizendo que valia a pena, pois estava bonito. Ele respondeu: "Claro, nem tudo que Maria fez, foi Maria que fez". Na verdade Ele me respondeu sobre meu questionamento mental de poucos dias antes. Pensei nos milagres atribuídos à Nossa Senhora, se todos haviam sido realizados por ela ou se Deus em determinada situação realiza o pedido, antes dela atender a prece de alguém.

686 - 21.12.2014: Neste dia eu saí de casa após o almoço, sendo que quis levar o mínimo possível de coisas, larguei o celular e levei apenas uma chave do chaveiro, a principal da porta, porque não queria carregar peso e nem ficar com a mente presa no cuidado com os objetos. Tem vez que, além da chave, levo apenas a identidade e dinheiro, sem carteira, nem cartão bancário ou de saúde. Ao retornar meia-noite reparei que não havia levado a chave do portão de fora e desagradavelmente teria que arrumar uma solução. Enquanto eu pensava, por ato intuitivo, coloquei a mão no portão, ao que constatei que este estava destrancado.  Uns chamam de sorte, outros de coincidência, mas em termos de probabilidade matemática, combinar ambas situações - eu estar sem a chave e o portão estar destrancado - em mais de um endereço, desde que eu nasci ou pelo menos que eu me recorde, a chance é praticamente impossível. Prefiro acreditar que alguém (os espíritos, do plano espiritual ou Alguém do nível evolutivo de Sai Baba estando encarnado ou não) trabalhou com muita competência. Neste caso, em particular, Sai Baba, mentalmente, afirmou que deixou o portão destrancado para mim. Eu agradeci aliviado. Como escreveu o espírito André Luiz, através do médium Chico Xavier: "No quase e no de repente, alguém trabalhou com muita competência".

685 - APÓSTOLOS: Dos novos tempos, todos somos, basta querermos... Anos se passaram da data deste sonho, mas, neste 29.12.2014, animo-me a escrever como apenas mais uma experiência, como tantas outras que tenho escrito. Sonhei que eu estava na Santa Ceia com Jesus e os apóstolos. Jesus ao meu lado, tocou em mim e como uma brincadeira de criança, o pique-ajuda (ou joão-ajuda) sem vencedores, eu toquei no apóstolo ao lado que tocou em outro sucessivamente... A cena foi se afastando como se eu a estivesse vendo de longe e pude ver o local da ceia (com interior rústico, da época de Jesus) que estava localizada em um edifício alto e moderno, dos tempos atuais. De lá saímos e fomos tocar em outras pessoas, no sentido de passar a mensagem do Cristo. E cada pessoa já feliz, continuava esta simples brincadeira de ser um apóstolo mensageiro.

684 - DEDICATÓRIA: Em 24.10.2014 (639), eu estava olhando um quadro relativamente simples, quando Sai Baba V (486 e 488), chegou e me mostrou a dedicatória, que não dei muita atenção, mas devido à Sua insistência passei a olhar com calma. Coincidência ou não parecia escrita por mim (mas, com o nome do pintor), falando das noites de estudo, desses bons tempos, cujo nome da pessoa, que não é tão comum, principalmente no Brasil, é de um amigo meu de faculdade, que eu conservo a amizade. Junto com outros amigos meus, ele morava em "república", que eu sempre dormia, para não precisar perder tempo com viagem.

683 - A MÚSICA: Em 06.12.2014, no carro de J (469), eu mesmo pedi para Ele recolocar determinado CD para eu ouvir, procurei uma música específica, lembro-me, ainda hoje, 28.12.2014, de tê-la ouvido, mas naquele momento considerei não a ter encontrado. Diferente de outra ocasião, em que estando em Seu carro, Ele tomou a iniciativa de colocar este CD, que ficou tocando por tempo relativamente grande, mas, distraído com a conversa ou sobre indução de Sua mente, apenas me recordo de ter ouvido uma única música em especial. Música esta, que quando eu tinha cerca de 18 anos, convencionamos, eu e minha namorada na época, ser a nossa música.

682 - BOB DYLAN : Em 06.12.2014, no carro de J (469), Ele, tão logo eu entrei, deu-me um CD usado, deste cantor de presente. Coloquei para ouvir, ainda em Seu carro, e fiquei emocionado com o som, que eu desconhecia. Na verdade, tempos atrás, pensei no fato deste cantor ser tão famoso e eu ainda não conhecer seu trabalho, pensei em procurar na internet, mas acabei me esquecendo.

681 - FIGURINHA: Em 06.12.2014, no carro de J (469), no compartimento da porta ao meu lado havia o verso de uma figurinha da Copa do Mundo de 2010. Inevitavelmente eu achei incrível, porque apesar de eu e meu filho não sermos ligados em futebol; ele resolveu colecionar este álbum. Ele não tinha tantos amigos colecionadores para trocar as repetidas, então ou eu comprava tudo da editora, o que perderia a graça e o motivo da coleção, ou eu mesmo faria trocas. E, por alguns domingos, lá íamos nós trocar figurinhas com desconhecidos na Praça Nilo Peçanha, em Barra do Piraí, RJ. Realmente me fez bem, estar em Seu carro e lembrar destes momentos, o que só tenho a agradecer.

680 - FUSÍVEL: Em 06.12.2014, no carro de J (469), no compartimento da porta ao meu lado havia 2 fusíveis, que quando eu peguei, Ele disse ser do aparelho de som, que fica em seu porta-malas e que ocupa praticamente todo o espaço. O que achei curioso foi o fato de um ser de 02 e o outro de 40 (amperes), sendo que na mesma semana eu havia trocado 2 fusíveis, da residência, um de 20 e o outro duplo de 40. Apesar Dele não ficar tentando adivinhar minha vida, se eu quiser relacionar os fatos e palavras Suas com minha vida, eu poderia dizer que Ele errou de 02 para 20 ou que acertou porque o 02 simbolizaria o duplo.

679 - SUSTO: Não seja desagradável, assustando às pessoas sem necessidade, pois não é uma brincadeira muito saudável, a não ser que o susto seja no estilo surpresa agradável. Eu aprendi com o remorso. Lembro-me que pelos meus 7 anos de idade, cheguei na janela de minha tia-avó (hoje habitante do além) e pedi água, enquanto ela foi buscar, eu pulei a janela e dei um grande e bem dado susto nela, na cozinha. Ela ficou malzona...

678 - DESCONVERSA: Em 06.12.2014, J (469) me trouxe em casa, após estarmos em um restaurante, estando em minha casa pela segunda vez, que mentalmente eu fiquei grato, porque na realidade achei que da primeira vez, em 20.09.2014, que J esteve na minha casa foi muito rápido. Ele pegou meu violão, eu perguntei se Ele tocava. Na verdade sempre penso que se Sai Baba pode realizar qualquer coisa, então saberá tocar qualquer instrumento. Ele respondeu que não sabia, mas rapidamente, que não O vi dedilhar, pois estava de costas para mim, tocou uma pequena frase musical afinadíssima e agradável de se ouvir. Eu falei que pensava que Ele tocasse veena (lembrei-me de uma foto de Sai Baba segurando este instrumento), mas Ele, como sempre, desconversa quando me refiro à qualquer coisa de Sai Baba, na Índia. Então Ele me perguntou: Você comprou? (referindo-se a um instrumento que pensei em comprar, quando estava ao seu lado, mas que não sei o nome). Respondi o que Ele já sabia, que não. Mentalmente Sai Baba sempre confirma ser J uma materialização Sua e que isto faz parte de Seu jogo de amor.

677 - GATO PRETO: Ver 594. Após numerar e estruturar 15 frases já rascunhadas e escrever outras 10 (de 652 a 676) na madrugada de 26.12.2014, fui para o quarto e ao chegar o gato Shirdi, que estava na janela fechada, assustou-se, pulou para o chão e entrou debaixo da cama. Abaixei-me para pegá-lo e colocá-lo para fora do quarto, pois deixo a porta fechada. Constatei que o mesmo não estava no quarto e a Voz, de Sai Baba, mentalmente, mostrando Sua facilidade, perguntou-me - "Viu como eu posso qualquer coisa ?" A partir da materialização ou teletransporte de insetos, fico imaginando com animais maiores e como não tive certeza da primeira vez em que eu estava olhando debaixo de um carro na rua, um gato que apareceu debaixo de um terceiro carro mais distante, que não havia dado tempo dele se locomover, Ele tornou a repetir a experiência, como sempre faz na minha dúvida. Em maio de 2014, a revista "Science" publicou que os cientistas da Universidade de Tecnologia Delft, na Holanda, conseguiram teletransportar um átomo, por três metros, com 100% de precisão.

676 - O CADERNO: Em meados de outubro e novembro de 2014, na mesma rua e horário quase deserto (ver 573), havia um caderno no chão, que irresistivelmente me senti inclinado a folhear. Fiquei entre 5 e 10 minutos, parado na rua, inclusive sujeito a ser assaltado, olhando detidamente. Nunca vi nada parecido, em termos de escrita. Diferentemente de um caderno utilizado para o treino da caligrafia, parecia ter sido escrito por um louco, com muitas rasuras, contendo apenas o nome de cidades. Inevitavelmente me recordei de um filme biográfico sobre Robert Schumann, em que este, no hospício, ficava escrevendo o nome de cidades, catalogando-as por letras (ver 270). Caderno este, que na realidade não sei se existiu. Pensei em pegá-lo e guardar, mas por estar um pouco sujo, desisti deste intento. Posteriormente, em voz, sobre este caderno, Sai Baba disse ser fruto de uma materialização Dele.

675 - A MULHER: Esta estava bem perto de mim, olhou-me uma só vez e não me olhou mais. Cheguei ainda mais perto para ver melhor. Ela, vestida com simplicidade, uma espécie de tamanco ficou o tempo todo teclando um celular rosa. Sua pele sem maquiagem parecia, de perto, nem conter poros, como se sua pele não fosse humana. Em determinado momento pareceu se constranger com meu olhar, ficando levemente rosada, mas não se desviou de sua atitude ao celular. Neste exato momento, mentalmente Sai Baba disse ser uma materialização Dele e que eu poderia olhar que ela não se constrangeria mais. Assim procedi, encarei-a muito de perto para analisar melhor e parecia que ela estava muito distante e que não percebia meu olhar. Parecia mulher simples, do povo, mas do tipo que não precisa se cuidar nem fazer esportes para ser o que é fisicamente. Nem ela nem o homem (674) transmitiam, a partir deles, qualquer pensamento mundano, nem incitava a quem quer que fosse qualquer sentimento menos nobre do que uma constatação de sua beleza. Seus gestos transmitiam naturalidade e leveza, como uma criança grande que não amadureceu.

674 - O HOMEM: O primeiro pensamento que me veio à mente foi de que ele estava fora do contexto, pois não se misturava com a realidade do metrô. Cheguei a considerar, sem pensar, de que ele realmente não fosse humano. Como todas as formas materializadas por Sai Baba, ele me olhou e depois não olhou mais. Captei em seu olhar calmo, como se ele houvesse me achado bonito, que posteriormente entendi que Swami fez com que eu me sentisse bonito, pois disse que ele refletia meu interior. Vi-o a cerca de 3 metros de distância e o que mais me chamou atenção, foi justamente sua postura que aparentava extrema simplicidade, como se não tivesse consciência de que suas características físicas ultrapassavam em muito a maioria dos homens. Com um olhar um pouco atento, via-se que o que ele transmitia de beleza interior apagava qualquer indício de que sua estética orgânica fora favorecida. Mentalmente Sai Baba disse ser uma materialização Dele. Ver 673.

673 - O CASAL: Pensando com a mente de um escultor e considerando que as pessoas são as esculturas de Deus, sempre, como dizem, "desde que me entendo por gente", tento imaginar como seria um casal, quando Deus se dispusesse a criar, nos cânones de Sua arte, não somente das proporções ideais, mas com todas as características que agradam aos olhos, no mínimo da maioria, já que a consideração estética é aspecto subjetivo. Sai Baba transformou meu pensamento em realidade e criou um casal, um de cada vez, sendo que ambos eu vi dentro do metrô, do Rio de Janeiro, em meados de novembro e dezembro de 2014.

672 - O CHINÊS: Ainda atordoado pelo barulho (ver 671) parei para atravessar a rua, olhei para o lado e vi um senhor com aparência de chinês. Apesar de ser comum no Brasil, e encontrar um ou mais quase diariamente, apenas neste, reportei-me a um episódio marcante, em que vi um filme em que um oriental ensinava luta para um discípulo, em contato com a natureza, pois me senti como se já tivesse tido alguma experiência semelhante e fiquei muito emocionado na época. Olhei e pensei: "mas não é possível...", pois ele rápida e reiteradamente colocava a língua para fora da boca em uma espécie de mania, como se imitasse um sapo a pegar um mosquito. Eu sabia que conhecia este gesto, mas preferi confirmar. Quando estive com meu filho, sem rir, falei para ele que faria uma pergunta bem estranha, mas que era sério e gostaria de saber a resposta, sem ironia. Repeti o gesto e perguntei se ele conhecia. Ele, com expressão de contrariedade, disse: "claro né, você sempre fazia". É verdade, algumas vezes, na hora do lanche, eu esperava a mãe dele se virar e fazia este gesto com a língua, ele ria muito e quando ela se virava eu estava sério, como se ele fosse maluco e estivesse rindo sem motivo. Mentalmente Sai Baba disse ser uma materialização Dele, que concluo, que me deu língua, após o barulho desagradável, por eu não querer encontrar com J (469).

671 - O BARULHENTO: Em 10.10.2014, após falar com J (469) que não poderia encontrá-Lo por motivo de viagem, embora, na verdade, eu não quisesse vê-Lo, até mesmo para tentar processar as muitas informações que têm acontecido em minha vida, a maioria delas, que dificilmente podem ser encontradas em livros, na mesma rua (ver 669 e 573), já tarde, portanto quase deserta, não havia ninguém muito diferente, a não ser um negro, aparentemente um mendigo, que com um martelo, batia insistentemente em caixotes de madeira, para retirar estas, como se fosse usá-las separadamente, como um carpinteiro faria. O barulho das batidas era extremamente desagradável e já longe, ainda me "tirava do sério", fazendo-me mal. Se paro para pensar ainda me faz mal, assim como se paro para pensar na flauta, ainda me faz bem o som desta. Mentalmente Sai Baba, tal uma criança que quer descontar alguma contrariedade, falou: "Você não quer me ver..."

670 - O AFRICANO: Logo em seguida ao encontro com o indiano (669), em extremo conforto emocional pela som da flauta, tomei um susto, quando, dobrando a esquina, veio ligeiramente ao meu encontro, um negro, com aparência física de tribo africana, sem enfeites, com medidas em torno de 2,30 metros, pedindo-me dinheiro, dizendo estar perdido e que ia para o aeroporto, falando e se portando como se estivesse muito confuso. Sem pensar, tomado pelo susto, disse que havia acabado de dar minhas moedas e ele se foi rapidamente. Olhei para trás e ele estava no meio da rua, como se fosse parar os carros para pedir dinheiro. Mentalmente Sai Baba disse ser uma materialização Dele. Ver 669.

669 - O INDIANO - Em 03.10.2014, na mesma rua e horário quase deserto (ver 573), no mesmo dia da aparição da mulher. Demoro a relatar porque nesta e em datas próximas foram muitas materializações, que eu mesmo precisava processar melhor a informação, até que estivesse pronto e com coragem suficiente para escrever sobre Sua Divina facilidade de aparições. Com esta aparência, tarde da noite, enquanto passavam raras pessoas, ele estava com uma sacola no chão, enquanto tocava uma flauta, que posso adiantar sem receio, que nunca mais esquecerei de tão suave. Passei e voltei para colocar moedas com a intenção de vê-lo de perto. A par das características indianas, tinha olhos razoavelmente claros. Ao longe, ainda ouvia, aquele som, com algo de divino em sua suavidade. Mas, fui bruscamente modificado em minhas emoções pelo africano (670). Mentalmente Sai Baba disse ser uma materialização Dele.

668 - UMBRAL: Por mais estranho que possa parecer eu contar que Sai Baba (que sempre afirmou ser o morador interno, o sem forma), materializado na pessoa de J (469) está me levando para bares e tomando a iniciativa de pedir bebidas (cerveja, chopp), ao invés de estarmos conversando sobre todas as religiões, o amor universal, o programa educacional das cinco bases em valores humanos, Seus milagres, Suas obras e tudo mais que conhecemos Dele; digo que Ele se manifesta de acordo com cada pessoa. No meu caso, por exemplo, muitas vezes mentalizei, que após o fenômeno conhecido como morte, eu, em vida espiritual, gostaria de trabalhar no umbral específico da sexualidade, então é muito natural estes ambientes e determinados teores da conversação, que se faz desnecessário comentar.

667 - MOTIVOS: Tenho mais para acreditar que a unidade J (469) seja a multiplicidade, "O sem forma", "O morador interno" denominado na última encarnação, na Índia, como Sai Baba, a partir da voz mental Deste, que além de dizer ser J, agora, após eu conhecer J, pelo tom da voz fala com todas as características de J. Ao contrário, J sempre brinca e desconversa quando eu falava algo de Sai Baba, pois agora já desisti e deixo Ele me dar a lição, que considera mais importante. Mas, deixo registrado que por muitas vezes vi J realizar os mesmos tipos de milagres, que estou habituado a ler em livros sobre Sai Baba e Jesus (comparo, sem concepções religiosas ou filosóficas, apenas para ter parâmetro de análise). Deixo claro, ainda, que J é uma pessoa normal na sociedade, com CPF, carnê do INSS e tem carro. Mentalmente Sai Baba conversa o mesmo assunto e materialmente J, dentro do mesmo assunto e fingindo não saber de nada, exemplifica, inclusive materializando coisas, além de muitas outras coisas que deixei de relatar. A partir do que vivenciei, ver 634 e 637, seria fácil crer que Ele criou um CPF, da mesma maneira que seria fácil crer que Ele, de carne e osso, fez Sua inscrição, como qualquer pessoa.

666 - CARPINTEIRO: Em 26.11.2014, mesmo conhecendo Sai Baba J (469) desde, talvez, maio de 2014, acordei com esta conclusão, sem nunca ter feito nenhum tipo de associação neste sentido, de que J, que diz não saber ler nem escrever, por suas inúmeras vezes, em quase todos os encontros, ter me dito que estava fazendo um ou outro trabalho de carpintaria, já tendo vez, pelo telefone, de dizer que estava com um cliente específico deste serviço. Tenho comparado alguns fenômenos realizados por J, com alguns realizados por Jesus, cuja profissão é indiscutível a semelhança (embora profissão relacionada a J, caiba na pergunta sobre o que é a realidade em J e tudo que lhe está relacionado - frase 661). Por J, ser sempre sutil, disfarçado de grosseiro, demorei a fazer esta associação.

665 - CEMITÉRIO - Desde adolescente ouvi várias vezes este relato, de que minha mãe, que passou por um tempo pela religião da Umbanda, foi acender velas em um cemitério, mas como os portões foram fechados, às 18 horas, ela não teve como sair, mesmo porque os muros são muito altos. Preocupada, reparou que na calçada vinha um senhor negro e forte, que chegando até ela, se ofereceu para pegá-la, ajudando-a a ultrapassar o grande muro, para conseguir sair do cemitério. Ela confiantemente se largou em seus braços, que a segurou e a colocou no chão calmamente. Mas, quando ela foi agradecer, não deu tempo, porque ele desapareceu em sua frente. Ver 664.

664 - AGÊNERES: No Livro dos Médiuns, Allan Kardec diz que são os seres que não nascem, nem morrem. São aparições sólidas que são vistas por qualquer pessoa. Sua capacidade de atuação no planeta depende do seu nível moral. São espíritos materializados por mais ou menos tempo. O espírito de São Luiz consultado a respeito afirmou que "não temos meio de identificá-los, a não ser pelo seu desaparecimento imediato" (como já afirmei, todos podem ver J, mas identificá-Lo como agênere, somente se Ele quiser). Diferentemente de J, que mentalmente Sai Baba me diz ser Ele, São Luiz coloca que eles "não tem necessidade de alimentação e não poderiam fazê-la; pois seu corpo não é real". Não sei se J tem necessidade de comer, mas pode e seu corpo é tão real quanto outro qualquer. A diferença de um agênere estudado por Allan Kardec para J, está exatamente na evolução moral, pois J tem me mostrado (diferente de me dito) Sua onisciência e onipresença, atributos da divindade, também segundo Allan Kardec. Neste conceito de não nascido Jesus ressuscitado, assim como Sai Baba (na Bósnia, 466, materializado na forma da vida anterior) esteve na condição deste conceito de agênere, apenas em algumas características.

663 - 21.11.2014: Trouxe um diretor de centro espírita na minha casa, para ver algumas coisas sobre o que escrevi em 458, relacionadas ao J; foi incrível a naturalidade dele, tão diferente de praticamente todas as pessoas com quem comecei a falar algo neste sentido, embora ele nunca tenha visto manifestações nesta quantidade e qualidade. Ao levá-lo a ver um quadro meu (relatado em 469, que também disse que não gostava muito de J porque me lembrava a mim), antes de eu falar que o quadro se parece com J, ele me disse que parecia comigo. Ao final, ele me aconselhou a reler sobre os agêneres.

662 - INTIMIDADE: Certa vez, alguém me perguntou se eu havia feito determinado curso; eu respondi que além de não ter feito, nem sabia para que servia. E essa pessoa me respondeu que era específico para se criar intimidade com mais facilidade, em menos tempo. Quanto a Sai Baba J (469), enquanto eu vou rapidamente ao banheiro, a pessoa ao lado, homem ou mulher, que Ele não conhecia até eu me levantar da mesa, já está em um grau de intimidade, quando eu retorno, que talvez eu nem conseguiria atingir em meses. Ele conhece a natureza íntima de cada um e para iniciar e manter um diálogo é extremamente veloz.

661 - REAL: Tenho encontrado quase semanalmente com Sai Baba J (469), mas passarei a relatar apenas o que for relativamente diferente dos encontros anteriores. Em 15.11.2014, no mesmo restaurante do dia 30.08.2014 (462), J estava ao telefone com a esposa, falando sobre um chá de bebê, e com o filho, enquanto eu pensava na realidade de tudo. Ao terminar a ligação, Ele disse que havia falado com o filho Guilherme. Eu perguntei: Mas, o nome não era Gilberto (501)? E perguntei a Ele o que era real nisto tudo. Ele disse "real" e cantou sorrindo a música "realce", de Gilberto Gil. E completou: "A única coisa real é a alegria com Jesus".

660 - 08.11.2014: Cerca de 11 da manhã. Após eu dar dinheiro para um mudo, que pedia para várias pessoas, e, que me apresentou cópias de um papel dizendo a idade e a maneira com que perdeu sua língua (idade que corresponde à uma minha mais antiga lembrança, que de uma maneira engraçada me reportou à sua maneira trágica de perder a língua), ele, sorrindo, abriu a boca para eu ver. Eu não vi nada, nem pedaço de língua, nem dente, nem céu da boca... Vi um buraco negro do tamanho de sua boca. Anteriormente, com alguém, concordamos que eu não deveria contar tudo o que tem acontecido, por vários motivos, bem como já deixei claro o quanto J (469) me conhece, sem eu falar nada de mim. Posteriormente, Sai Baba, brincando, mentalmente me disse: "Sou mudo, você não conta de mim que eu não conto de você".

659 - TRAPAÇA: Apesar de Sai Baba J (469) ter sido o meu socorro providencial nestes dois dias de 06 e 07.11.2014, que sem Ele eu simplesmente não saberia o que fazer e qualquer atitude que eu tomasse seria muito mais penosa e com dificuldades do que foi, mesmo com a ajuda Dele, reparei nestes dois encontros demorados de cerca de 7 horas cada, que, principalmente no segundo dia, Ele estava aumentando o tempo do encontro, como se não tivéssemos mais o que conversar e mesmo assim eu não conseguia ir embora porque Ele de uma maneira sutil prolongava o tempo do encontro. Posteriormente, mentalmente, Sai Baba me disse que Ele estava trapaceando, como qualquer bom amigo faz, somente para ficar mais tempo ao meu lado.

658 - DEUS LOKI: Na despedida deste 07.11.2014, Sai Baba, na forma Jota (469) me perguntou, quando fui amarrar o cadarço do tênis que uso com mais frequência, se o mesmo estava desamarrando toda hora. Sim, concordei. Na verdade eu já estava achando que Sai Baba colocou uma espécie de cera que não segura o laço. Muito além da seriedade que marcam Suas décadas na Índia, Ele, amor e carinho potencial, faz de tudo para agradar Seus devotos. No meu caso em particular Ele sabe o quanto gosto, fora as maldades, das brincadeiras que são inocentes atribuídas ao Deus Loke. Em razão disto, mentalmente Ele já havia me dito que faria algumas pequenas brincadeiras, como derrubar algum objeto, o que acontece não somente a partir de minhas mãos, mas, por exemplo, de uma prateleira de supermercado, sem o alcance de minhas mãos. É sabido nos meios espiritualistas que este tipo de brincadeira espiritual é realizada por espíritos de baixa categoria evolutiva, mas neste caso Ele apenas quer me mostrar o quanto me ama, o quanto me conhece, claro que é extensivo a cada pessoa da humanidade encarnada ou não. Independente de serem lilas (brincadeiras divinas) instrutivas, fazem-me um bem incalculável, saber que nunca estou só na multidão.

657 - SONO: Cansado pelo segundo dia seguido, fora da rotina de uma maneira não tranquila, no bar com J (469), teve um momento em que, lutando contra o sono, fiquei ausente por segundos, quando abri os olhos, vi-O com a mesma cara de sono (expressão real, não dá para perceber se é teatral) e Ele disse estar com sono. Neste ínterim, Sai Baba, mentalmente, inverteu a conhecida frase de que somos a imagem e semelhança de Deus (ver 532), afirmando não só aos meus ouvidos espirituais, mas em todo o meu ser: "Eu sou a sua imagem e semelhança!".

656 - PAPAGAIOS: Após resolvermos o meu problema, na íntegra, fomos em um bar para conversarmos um pouco mais, e, apontando-me uma grade de apartamento distante, disse-me que algo verde, que Ele não estava conseguindo identificar, parecia uma casal de papagaios. Na verdade, J (469) Sai Baba estava me comprovando que reparou, que quando eu estava em Valença (627), pela janela do banheiro, observei duas maritacas, que, em primeiro, considerei que fosse um casal de papagaios.

655 - CEBOLA: Sai Baba J (469), no almoço, disse para eu ficar com a salada, porque Ele não queria. Comi todo o tomate, a maioria da alface, que estava cortada em pequenas fitas finas e toda a cebola crua. O vasilhame de metal prateado era relativamente pequeno. Consciente e insistentemente (diferente de casualmente) vasculhei debaixo das poucas tiras de alface procurando por mais uma rodela de cebola. Quase desistindo, voltei a procurar e nada encontrei. Virei-me para o prato para comer e quando olhei para a vasilha, na parte de cima, com cerca de 80% descoberta, havia uma rodela de cebola, de bom tamanho, que achei gostosa como as outras. Neste jogo de casualidade, falei brincando: "estava uma delícia, vou me virar, quem sabe quando eu olhar não encontro outro pedaço de cebola". Ele riu, rapidamente fiz o gesto de girar o corpo, mas Ele não fez novamente. Fiquei feliz com esta materialização aparentemente descuidada.

654 - RECONHECIMENTO: Após resolver alguns problemas meus, fomos almoçar, mas eu reclamei que havia muito sol no restaurante, então fomos para o restaurante ao lado. Lá nada notei de diferente, mas após J (469) criar naturalmente intimidade com os atendentes, percebi que um deles (pessoa comum, negro de estatura baixa e simpático) era exatamente igual não somente fisicamente, mas também na expressão e modo de olhar, a uma pessoa, que vi na noite relatada em 575 (quando Sai Baba disse que iria do jeito Dele), na multidão, que passou por mim, olhou-me nos olhos, sorriu discretamente, esbarrou em minha mão e quando olhei para tentar entender o que estava acontecendo não a vi mais e considerei que fosse outra forma de Sua manifestação, pois havia desaparecido imediatamente. Entendi, neste dia, que na referida noite, Ele criou uma espécie de sósia (543) deste atendente, pessoa comum, mostrando que já sabia, que cerca de 40 dias após esta noite, pelas circunstâncias da vida, eu estaria exatamente no restaurante (que não batia sol) de São João de Meriti, que almoçamos.

653 - 07.11.2014: Tão logo cheguei na estação Pavuna, do metrô do Rio de Janeiro, liguei para J (469) que havia se oferecido para me ajudar nesta demorada dificuldade. Após Sua confusão habitual, que você custa a entender que é brincadeira, e que sempre tem uma lição ou relação com sua vida, encontrei-O, que me levou, em Seu carro, para São João de Meriti, resolver problemas meus. De lá, andamos mais alguns quilômetros até o centro comercial, onde paramos para almoçar. No dia anterior, Ele havia se oferecido para me ajudar, mas eu não marquei hora, nem liguei quando saí de casa, apenas liguei quando cheguei na Pavuna e Ele já estava lá me esperando com Seu sorriso habitual, colocando-se a minha disposição.

652 - AO FINAL: Deste encontro, de 06.11.2014, estivemos em uma bar próximo à rua São Francisco Xavier, Tijuca, Rio, onde fui surpreendido por minhas gargalhadas, eu que já havia reparado que estas estavam diminuindo gradativamente, desde 30.08.2014, inobstante continuem os encontros com a maior alegria possível. No celular Dele, usado, que disse que acabara de comprar de alguém, havia uma grande mensagem, não assinada, cujo destinatário é um apelido que somente uma pessoa me chamou nesta vida, sendo a mensagem idêntica, em conteúdo, a tudo que essa pessoa já me disse, em geral com as mesmas palavras. E cada frase que eu lia, eu ria muito mais. Seu celular anterior, que sempre nos falamos, tinha o visor rachado, sem luz e sem informação comum aos celulares, apenas tinha um desenho de uma folha, sendo que folha tem dezenas de associações com minha vida, inclusive, certa ocasião, uma caiu em meu bolso, estando eu em ambiente fechado, com espaço para entrada desta, por vento, não tão facilmente.

651 - 06.11.2014 - Por imprevisto que pode acontecer na vida de qualquer pessoa, estive sozinho em local de extrema dificuldade em se conseguir um ônibus ou táxi, que comumente é dito como perigoso, sendo que neste exato momento, sem saber o que fazer, Sai Baba J (469) me telefonou me perguntando se estava tudo bem, ao que relatei o acontecido. Ele, por Sua vez, disse que estava passando perto deste local, de carro e que me levaria até o Rio de Janeiro, capital. Em menos de 10 minutos Ele apareceu e eu entrei no carro Dele. Neste instante uma pessoa da família me ligou preocupado porque disse que alguém havia me visto nesta situação, ao que eu disse que já estava tudo bem. Outro parente meu, que tenho conversado sobre J, também me ligou, por outro motivo. Curiosamente, em Seu carro estava o objeto que minha mãe solicitou a Ele (ver 644), que posteriormente me entregou.

650 - PERFUMES: Em 10.12.2014, ao chegar em Copacabana, Rio de Janeiro, um vendedor de perfumes, que não tinha muitos, deu-me de presente dois vidros médios (um de nome "Choc" e outro "Paz e Humor"), demonstrando, com ênfase, seu intuito, para eu "indicar pessoas para ele". Fiquei com pena, embora ele parecesse bem e feliz, dei um dinheiro, que ele nem queria, e falei que ia devolver o outro, mas ele insistiu em não aceitar. Mentalmente Sai Baba disse ser Ele e que queria me perfumar. Eu não tenho como avaliar se era, apesar de confiar na Voz, que nunca me decepcionou em mais de 10 anos, aliás, ninguém teria. Mas, o que mais eu tenho feito de uns anos para cá, é "indicar pessoas para Ele" (para Sai Baba). Posteriormente brincou, mentalmente, dizendo ser fácil me tirar dinheiro. Se eu quiser exagerar em associações, "Paz" (na Terra...) é o texto da assinatura de meu e-mail, "Humor" (frase 42) é uma das minhas religiões e "Choc" é o estado em que ficam as pessoas, que creem na pequena parcela do que eu conto sobre o que tem acontecido comigo em relação ao Sai Baba. Retornei 4 vezes, em 2 dias diferentes, e não encontrei este vendedor. Tal meu sonho, de 2012, Sai Baba apareceu mudando de rosto e portando objetos.

649 - VOZERIO: É muito comum eu ouvir várias vozes, ao telefone, quando falo com J (469), como se sempre Ele estivesse entre a multidão. Em 20.12.2014, deitado para descansar e não querendo sair, liguei para Ele, para o caso Dele querer sair por algum motivo, comigo junto. Eu não disse que não queria sair, mas Ele, após outros assuntos, disse que estaria à disposição caso eu quisesse sair, e, enquanto Ele falava, uma das vozes, em outro timbre, falou claramente: "Então você fica deitadinho aí".

648 - EDUCAÇÃO: Apesar de minha mãe dizer que a Kira (dachshund preta) não gostava de biscoito, lancei um a cerca de 4 metros dentro de sua casinha. Ela entrou para conferir o que era, não comeu e voltou. No outro dia quando veio falar comigo, reclamei fingindo estar bravo e perguntei sobre o biscoito, ela imediatamente foi comer, ainda dentro de sua casa, balançando o rabo a mostrar felicidade. Calculei que ela gostasse e coloquei alguns em sua vasilha, ela foi e comeu apenas um pedaço de um, por educação, mostrando que não gostava, por isto não comeria mais. Eu não insisti, também por educação. Já li que Chico Xavier comeu uma barata, na sopa, para não desagradar a anfitriã. Acho legal, mas não conte comigo para educação, que envolva paladar.

647 - FORMAS MATERIALIZADAS: A par das possíveis interpretações para este trecho do "pensamento do dia" 17.12.2014, recebido da Organização Sai - “Você deve saber que não há fim para as encarnações em que Deus se permite encarnar. Ele desceu em inúmeras ocasiões. Às vezes Ele vem com uma parte de Sua glória, às vezes com um aparato mais completo de esplendor, às vezes para uma determinada tarefa, por vezes, para transformar toda uma era ou um continente inteiro. Deus é como a corrente elétrica que flui através de vários aparelhos e se expressa em muitas atividades diferentes. O sábio vê apenas a corrente uniforme; o ignorante acha que todos eles são distintos" - possa receber, acredito que este trecho também pode explicar as formas materializadas, como pessoas comuns do povo, que a voz que ouço mentalmente, diz ser Ele, Sai Baba e que nem eu nem ninguém tem condições de averiguar se é mesmo agênere (não nascido regularmente) se Ele não quiser se revelar.

646 - SILOGISMO: A partir do dito pop, como premissa maior - "quem ama cuida"; tendo como premissa menor, o devido questionamento - fulano ou ciclana cuida de você ? Temos que a partir da sua resposta, a conclusão é sua também. Silogismo este que vale para qualquer tipo de amor. Outrossim, é de bom alvitre analisar se quem, além de cuidar, deprime-lhe de maneira qualquer, para que você, perdendo as forças, fique dependente de seus cuidados financeiros, sexuais, afetivos etc, para garantir uma espécie de parasitismo, extremamente diferente do amor que liberta.

645 - ARANHAS: Em 29.11.2014, na apresentação de pintura mediúnica, na Tenda dos Irmãos do Oriente, em Botafogo, no Rio de Janeiro, comentando sobre as materializações de animais e formas humanas, quando os amigos espirituais iam começar a desenhar, em cima do bloco de papel apareceu uma pequena aranha que eu disse que era uma coincidência. Na segunda fase, na pintura em tela, em outro cômodo, já com tinta em parte de uma, apareceu outra aranha, que eu disse que ali no centro tinha muitas aranhas e soprei-a para ela não morrer com a tinta. Em casa me lembrei que há 2 meses, assustei-me com a visão de uma teia, ao que, em voz, Sai Baba me disse que traria aranhas para mim.

644 - TESTES: É claro que Sai Baba não seria pego desprevenido em nenhum teste, mas atendendo à solicitação de minha mãe, a forma J (469), em 18.10.2014, disse que traria o que ela pediu, pedido este altamente incomum, não somente no Brasil. Neste encontro pediu para I, que, mostrando muita facilidade, disse que traria também. Já a Forma V, com quem estivemos rapidamente, disse que não seria muito fácil, mas tudo é questão de oportunidade, mas que acaba aparecendo.

643 - VIBRANTES: Não sei até que ponto, quando alguém fala que os olhos são o reflexo da alma está certo, mas I, mais magro que o comum, com a aparência de adoentado, estava com os olhos tão vibrantes e lúcidos como raramente vi em alguém. Minha mãe ficou preocupada com a saúde Dele, mas eu a tranquilizei dizendo que Ele nem existe, como realmente parece. Ela não entendeu e quanto a mim, eu tento entender o que Sai Baba me permite. Por um tempo tive a impressão de que Ele mexia os olhos com velocidade, além de dar leve sorriso, enquanto emitia, em pensamento, um comando para eu reparar em Sua expressão.

642 - SÃO PAULO: A Forma I justificava Sua ausência, nos últimos meses, dizendo ter visitado esta cidade e teceu poucas considerações, enquanto Sai Baba mentalmente me dizia, ao que posteriormente repassei para minha mãe, para não acreditar em nada disto, pois fazia parte de Seu jogo. E eu completo: jogo de amor e jogo de humildade, se fazendo passar, como personagem, dentro de um contexto normal parra não ofender nossa mente e nosso hábito de pensar apenas da maneira que conhecemos a vida.

641 - FALA DEVAGAR: Já conhecendo Forma I de Sai Baba há mais tempo achei muito estranho o fato Dele estar falando bem mais devagar do que o habitual, ao que Sai Baba, mentalmente, respondeu-me que esta velocidade estava adaptada para minha mãe coordenar os pensamentos, não no sentido do que Ele realmente falava, mas sobre o contexto, sobre o que eu já tinha dito para ela desta experiência, para que associasse ou não esta pessoa (I) com o Sai Baba, da Índia.

640 - GALPÃO: Encontramos Sai Baba I, que repetiu o que dissera para mim, que minha mãe poderia pedir o que quisesse, porque lá no galpão abandonado que Ele ia de vez em quando, sempre tinha um monte de coisas. Já a Forma J (469) dizia para mim que tinha um baú, que ia tirando as coisas, até que comecei a achar estranho (antes de 30.08.2014) e comecei a brincar com Ele, ainda sem saber que era Sai Baba materializado, dizendo que este baú Dele era sem fundo, porque nunca acabava o que a gente queria. Também por isto considerei que ambos eram ladrões.

639 - DÉCIMO ENCONTRO: Em 24.10.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba; J, com antecedência, já tinha me avisado que não iria. Levei minha mãe e foi bom colher as impressões dela, sobre o que está acontecendo na minha vida. Engraçadamente muitos me perguntam se mais alguém O vê, forma educada de dizer que tudo que tenho relatado não passa de um processo de loucura. Sim, Ele é visto por muitas pessoas, porque Ele é uma pessoa física como outra qualquer, mas minha mãe, das pessoas que conheço, foi a única que teve esta oportunidade de estar diretamente com Ele, embora outros tenham ouvido-O ao telefone.

638 - NÍVEL CRÍSTICO: Esta interferência na página do site "Telelistas", lembrou-me uma interferência no site do Detran-RJ, em que tenho duas impressões que conservo comigo e mostro para algumas pessoas, em que no mesmo dia, 17.09.2010, com diferença de 22 minutos há um auto de infração a mais no "histórico de infrações" e 5 pontos a mais, na pontuação, sendo que quando constatei, Sai Baba mentalmente me afirmou que atualizou o site para mim. Anos lendo livros espíritas e não vi nada neste sentido, apesar de saber da grande interferência dos espíritos no orbe terrestre, como influência em pessoas e animais e até materialização de objetos, pequenos animais e dos próprios espíritos, como as chamadas "materializações luminosas", ver 71, o que é totalmente diferente da materialização em "carne e osso", com um rosto qualquer, que se equipara à ressuscitação de Jesus, neste caso com o mesmo rosto e corpo. Diferente também desta interferência dentro do sistema internet, conjunto de redes de alcance mundial; em suma, Ele está infinitamente acima do conceito de espírito evoluído, conforme aprendi com Allan Kardec e outros. É um nível crístico.

637 - TELELISTAS: Com a certeza de que havia impresso o telefone com 8 números (634), revisitei o site, e, surpreso constatei que havia 8 números, sendo que os 2 últimos (que me recordei, porque ia ligar) pareciam que foram inseridos posteriormente, com outra fonte de letra e com tamanho diferente. Inclusive, quando se seleciona com o cursor do mouse, todo o endereço e os 6 números ficam escritos com branco e marcados com azul escuro, sendo que os 2 últimos números ficam escritos com preto e marcados com azul claro.  Empolgado, passei e-mail para algumas pessoas sobre isto e sobre o nome da cidade que sonhei e consegui regularizar o CPF do falecido; embora eu saiba que com a onipresença de Sai Baba, Ele não precisa de minha ajuda para nada. No papel ele apagou números e no site modificou os caracteres dos mesmos.

636 - CIDADE: Posteriormente ao encontro, após estar convencido de que não conseguiria localizar os dados do falecido, inclusive tendo solicitado ajuda para alguns amigos, liguei para determinado órgão público, para tentar entender o que parecia confusão na documentação (610) e falei com uma atendente específica apontada por forma J (469) de Sai Baba, que me deu o número do telefone. Ela disse que o CPF do falecido estava certo, porém na situação de irregular e para regularizá-lo precisava do nome da cidade de nascimento do mesmo. De imediato, falei para ela tentar um único nome de cidade. Ela disse que já havia tentado este, pois era frequente sua ida para lá. Não satisfeito com a resposta, ainda ao telefone, rapidamente fiquei tentando aprender no site da receita federal. Consegui localizar a página de regularização e inseri o nome que falei com ela e regularizou com sucesso. Comentei com ela, que disse que deveria ter se enganado e colocado outras cidades que também passeava. Quando ela me perguntou de onde eu havia tirado esta cidade, respondi que na noite imediatamente anterior ao telefonema, eu havia sonhado somente com este nome, sem nenhuma imagem correspondente, e que com J, tudo era muito estranho. Ela riu e disse que achava até que o processo estava "macumbado", ante o não andamento processual, por causa qualquer.

635 - O GUARDA: Só de alguém estacionar e largar o carro, em uma das duas avenidas mais movimentadas da capital do Rio de Janeiro, por mais de uma hora já é um fato no mínimo curioso, por mais de uma vez é mais estranho ainda. Em um dia apareceu um guarda e não por acreditar que fosse uma outra forma Sua, pois já vi várias manifestações de Sua divindade no ínterim desses encontros, o que não seria nada demais para Ele, mas apenas como um exercício mental, ante a possibilidade de uma forma com roupa de guarda afastar qualquer guarda real e possibilidade de rebocarem Seu carro, falei com Ele, brincando: "Este guarda existe ?" E Ele me respondeu sorrindo, como se também achasse estranho: "É... Apareceu de repente." Como Sai Baba já me disse mentalmente, se Ele não me disser se é ou não uma forma Sua materializada, eu nunca saberei se é. É verdade, não tem como descobrir, não só I e V, mas J principalmente, por eu ter mais contato, já os conhecia a meses, são pessoas "normais", como outras quaisquer.

634 - NÚMERO ANTIGO: Dentro de Seu carro, entreguei-lhe um papel impresso do site "telelistas", com um telefone que localizei, a partir do nome de uma pessoa falecida, que fazia parte da documentação (610), pensei em ligar para o número de telefonia fixa, para tentar descobrir a cidade de nascimento do falecido, mas achei que não deveria, pois não tinha Sua autorização. Imediatamente Ele me devolveu dizendo que este número era antigo, pois só continha 6 números, achei estranho, pois tinha certeza de que tinha 8, pois quase liguei e realmente estava com 6 números (papel este que guardo). Foi a confirmação, Ele repetiu, como qualquer informação que, não somente não consegui fazer um paralelo com minha vida (524) ou que preciso aprender e entender. Neste caso, como desconsiderei a informação de que Ele apagou os números de telefone que eu havia escrito em um guardanapo, Ele tornou a apagar números, ver 541.

633 - EMPRÉSTIMO: Ante a negativa sorridente de Sai Baba J (469), mais uma vez insisti sorrindo para que Ele colocasse meu cordão avermelhado (620), não somente pelo desinteresse de querer dividir uma coisa que me faz bem com um amigo verdadeiro, mas até por um pequeno interesse e curiosidade ante a possibilidade do cordão ficar diferente de alguma maneira qualquer. Ele aceitou e eu disse que Ele ia tirar muita onda (assim como falamos na troca do anel, 591). Ao final do encontro, falei com Ele que depois eu pegava o cordão, que foi com Ele. Posteriormente, quando perguntei, Ele disse que nem sabia onde estava o cordão, que eu dei para Ele e que talvez estivesse em seu carro. Neguei e disse que era empréstimo e que aquele cordão era muito importante pra mim.

632 - ALMOÇO: Desta vez ficou por minha conta a escolha do restaurante, em outras foi Dele, na verdade para mim isto não faz muita diferença, a não ser por algo muito diferente do razoável e para Ele também não parece fazer diferença, inclusive Seu carisma conquista a todos de qualquer lugar e parece que Seu estômago comporta qualquer tipo de comida ou tempero. Sei que não dá para imaginar o Sai Baba, que conhecemos da Índia, em um restaurante comendo e bebendo cerveja com um devoto qualquer, mas achar que O conhecemos seria limitar sua personalidade infinita. A cada um Ele se manifesta da forma que Lhe convém e com certeza Ele tem motivos para me aparecer desta maneira.

631 - PRESENÇA: Conversando com alguém, sobre Sai Baba, com o agraciado dos livros de catolicismo (ver 583), Forma J (469) me ligou, falamos rapidamente, mas tão logo pensei em levar este amigo ao encontro não consegui mais falar com Ele, que logo consegui após a despedida daquele. Entendi que não era para levá-lo comigo. Comentei que era muito comum J me ligar no exato momento em que estou falando com alguém sobre Sai Baba, sendo que recentemente, invadiu um fortíssimo aroma agradável e os moradores, há anos neste local, falaram que nunca sentiram este cheiro, desta maneira, na vizinhança.

630 - CONFIRMAÇÃO: Tão logo vacilei em fazer esta associação, com esta única palavra (Candelária), Sai Baba J (469) tornou a ligar e, com ar de casualidade, assim como finge coincidência em situações importantíssimas da minha vida, disse, clara e pausadamente, que estava na Candelária e que depois me ligaria para almoçarmos, ao que concordei. Ver 524.

629 - CANDELÁRIA: Enquanto esperava, para ligar para J (469) uma mulher me ligou dizendo que o número de telefone fixo que eu havia passado (por motivos comerciais) estava em desacordo com o endereço, pois estava "caindo" na Candelária (bairro do Rio de Janeiro), então desfiz o mal entendido. Mal acabei de falar e Ele me ligou, falando todas as palavras de uma maneira ininteligível, sendo que a única que entendi foi: Candelária. Achei engraçado, mas pensei na hipótese de eu estar querendo criar associações (mentais ou físicas), milagres, fantasias, situações espetaculares ou qualquer pensamento neste sentido, então desconsiderei esta palavra e a respectiva associação. Ele disse que estava ocupado, para dar tempo da mulher me telefonar.

628 - NONO ENCONTRO: Em 24.10.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. No exato momento que eu estava pensando que o que eu converso com Sai Baba, em voz (sempre escrevo em voz, mas é o hábito de considerar o pensamento como fala, já que não preciso verbalizar com os amigos espirituais ou com Ele, quando encarnado na Índia ou agora), uma das três formas (de Sua tríplice materialização), embora Ele não precise se limitar a estas três, continua minha conversa mental e dá soluções, ideias e compartilha o riso e a felicidade, sendo que o ensinamento não precisa ser expresso a todo tempo, embora nunca falte; Ele, J, me ligou. A ligação caiu, eu disquei, mas Ele disse que estava muito ocupado e me pediu para esperar uns dois minutos, ao que falei para Ele me ligar (pois não sabia quando estaria desocupado).

627 - 05.11.2014 - Estar em Valença, RJ, Brasil, a pedido de Sai Baba, mentalmente, para trazer um objeto, que veio a mim através das mãos de J (469), para alguns amigos, em nenhum momento tenho na conta de tarefa ou algo que me canse, pelo contrário, reconforta-me o contato com esses, que a princípio acharam estranho meus relatos de J, I e V, mas que, após breve conversa, entre a visualização de algumas fotos, tranquilamente entenderam a realidade e a seriedade de todos esses encontros, inclusive das brincadeiras. Durante a conversa sobre J, Ele me ligou (ver frase presença, acima), eu coloquei o telefone no modo "viva voz" para que O ouvissem, falamos sobre Sua documentação (610) e outras coisas, que após desligarmos o telefone, concordaram comigo que parece confuso na maneira de falar. Expliquei que Ele adotou a minha personalidade potencializada, em que falo confusamente de brincadeira para depois explicar, sendo que algumas palavras, naturais dentro do contexto, tem a ver com exatidão o que eu havia pensado. Mentalmente Sai Baba concluiu: "Você colocou no "viva voz", então não pude falar nada que me comprometesse". Rimos quando comentei.

626 - INCONCLUSÃO: Este foi o título que melhor se encaixa nesta experiência. Em casa, mentalmente, Sai Baba por algum tempo falou comigo com a mesma voz e as mesmas caraterísticas desta pessoa, até então desconhecida para nós. Seria para que eu entendesse que era Ele? Mas, filosoficamente pode ser no sentido de que todos somos um.  Durante o encontro havia mais de uma pessoa que o conhecia, sendo que ao final ele me falou seu nome e telefone, que não fiz questão de anotar, mas em casa, duas semanas após este encontro, consegui localizá-lo na internet. Talvez ele seja uma espécie de médium como outro qualquer, porém com duas características marcantes; o desprendimento de seus pertences e facilidade de mudar de assunto a cada instante para ser aproveitado por Baba, no sentido de falar o que precisávamos ouvir.  Sei que Sai Baba pode fazer uma roupagem corpórea idêntica a de uma pessoa qualquer encarnada, como já me comprovou, sei também que Ele poderia materializar quantas formas quisesse, além das três que tenho relatado, mas eu não me permito afirmar o que desconheço, tampouco induzir a conclusões precipitadas, apenas avento possibilidades. Também já li sobre materializações de Sai sem Ele estar presente, inclusive sobre uma gata, que se sacudindo voou vibhuti para todos os lados.

625 - IRMÃ: Já para tentar entender o que estava acontecendo, para provocá-lo, disse que a pintora de um quadro que estava com ele, tinha o mesmo nome de minha irmã (única que conto mais detalhes sobre estas experiências com Sai Baba, além de minha mãe). Estranhamente, o estranho disse que tinha certeza de que ainda naquele dia apareceria alguém para ele dar aquele quadro e ela (irmã) ainda levaria de brinde um disco voador (a temática pictórica é uma paisagem com um pequeno disco voador no céu).

624 - COLORAÇÃO: Mostrei o "cordão vermelho" para uma amiga, que tem sensibilidade para as cores, não somente porte ter feito graduação em artes visuais e ter pintado quadros, mas também pela sua análise fria e racional, pois mesmo sendo voltada para as artes, ela tem uma cultura geral excelente, com 5 graduações, algumas pós, extrema facilidade em comunicação, informática, esportes etc. Ambos constatamos que o cordão estava escuro e que nas extremidades era mais avermelhado do que o meio, que estava suavemente mais alaranjado, sendo que onde o ourives colocou as mãos para o conserto estava enegrecido. Passou menos de uma hora e voltei para ela conferir e concordou comigo, mesmo eu dizendo para ela não se deixar motivar pela minha análise, dizendo que o cordão estava mais claro e brilhante. Ela me perguntou o que fiz e respondi que Sai Baba me perguntou: "vamos clarear o cordão?" Eu concordei, senti-me revigorado, como relatei na frase 514, ao receber estas energias de Sua vontade, sendo que já me senti assim algumas vezes com este cordão.

623 - CORRENTES: De entendimento diversas. Um ourives falou que este cordão foi feito à mão, o outro que foi na máquina; e, este disse que por este motivo não estava conseguindo emendar dois elos, já que rebentou quando eu esfreguei com força a palha de aço e levei para este consertar. Este insistiu mais de cinco vezes que não conseguiria emendar, porque era muito difícil, tive que incentivá-lo constantemente para que não desistisse e durou mais de 30 minutos. Ambos ficaram impressionados com a qualidade. Sobre a pedra vermelha do anel (ver 591), que mostrei para muito mais pessoas, todas consideraram que ela não tem impureza, por isto é um rubi de qualidade rara, outros, por este mesmo motivo afirmaram que é sintética.

622 - MOSTRA: Mentalmente pedi ao Sai Baba que se esta experiência estivesse relacionada a Ele propriamente, que desse uma mostra. Então, aproveitei para perguntar se este estranho conhecia o Sai Baba, ele parou e disse que não, depois brincou levantando os braços no ar dizendo que deveria ter sido ele na outra encarnação. Depois, dentro do contexto disse que saiu de casa com 14 anos (assim como Sai Baba), disse também que jogava muito (assim como J disse, 479).

621 - CORDÃO DOURADO: Este, de "elo português", que este estranho especificou para minha mãe, tinha um pingente vermelho de Nossa Senhora Aparecida, com a roupa dourada cravejada com 30 pedras brancas (15 de cada lado), sendo que eu e minha mãe achamos melhor, por gosto e até pela cor, trocar os pingentes, sendo que o que ficou com ela, é uma espécie de gota, com algumas pedras no meio de detalhes que parecem flores. Curioso é que quando o ambulante foi enchendo minha mão destes pequenos objetos, disse que um outro pingente, de coroa (contendo uma pedra branca) era pra mim, para ver se Deus mandava uma coroa de ouro para ele, sendo que Aparecida contém uma coroa. Nossa Senhora Aparecida frequentemente é tema de pintura realizada por mim, sendo que já tive dois sonhos que tem a ver com pintura minha e esta representação de Maria. Antes do escapulário ser achado no mar, eu havia sonhado com esta imagem flutuando em um pote, idêntico a um que havia na foto de Sai Baba, que não é minha, conforme relato em "Meu Diário com Sai Baba" capítulo IX - Experiências no Mar" (ver página SAI). J (469) disse que Sua mãe tem uma coroa.

620 - CORDÃO VERMELHO: Já em casa reparei que o cordão, que ele havia especificado para mim, preto, literalmente preto de sujeira a ponto de não dar para ver sua cor, com um pingente médio colado com cola forte em uma pedra grande envolta em um fio de cobre poderia, em tese, mudar de cor se eu o limpasse. Ao limpar saiu o pingente que não tem elo para pendurar, tirei o fio e a pedra e fervi com sal, vinagre e alvejante, até que constatei que ele é avermelhado, perto do marrom, com uma trama de fios incomum. No dia seguinte Sai Baba, em voz, disse para eu passar palha de aço seca, passei e constatei que estava muito mais brilhante e bonito. Mais um dia e tornei a passar a palha e brilhou ainda mais, mudando levemente a coloração. No meio tem um bonito detalhe para se colocar pingente, não ficando interessante seu uso sem pingente. Não sei se tem valor financeiro, nem falo sobre valor sentimental, mas pelo meu hábito de anos de parar em frente a vitrines de joalheira, considerando que gosto é aspecto subjetivo, para mim, junto com o pingente avermelhado de Nossa Senhora Aparecida, é a peça mais bonita que já vi. Repito, Ele sabe meu gosto melhor do que eu.

619 - CARRINHO: Este estranho "palhacinho", além de inúmeros objetos (inclusive quebrados ou incompletos), deu-me um carrinho de ferro, cuja placa é ZD - 8888 (8 simboliza o universo, ver frase 471), dizendo, brincando, que estava me dando um BMW, marca deste. Fiz associação com os muito mais de 100 carrinhos semelhantes que comprava para meu filho, apenas para ver mais um sorriso. Somente em casa, horas após este encontro, que reparei que era um isqueiro, sendo que eu tenho dois que uso unicamente para acender incensos (embora não tenha este costume regular). Na rua, durante o dia, ele mantinha um incenso aceso, sendo que deu uma caixinha para minha mãe, que tem a ver com ela e Sai Baba, em caso recente. Sobre o 8, também me deu um objeto escrito "Bueno 88".
618 - ELEFANTE: Recentemente quebrou um de meus três enfeites de elefante (um deles tem um menor em cima, totalizando quatro) que parecem retratar a realidade, sendo que Sai Baba, em voz, disse para eu não me preocupar que Ele me arrumaria outro. Na semana anterior a este encontro comecei a fazer um vídeo de Sai Gita (elefante de Sai Baba), modificando vídeos públicos, mas desisti e resolvi não fazer mais. Este estranho que parecia conhecer eu e minha mãe, muito melhor do que nós mesmos, vendeu-me, por preço simbólico, um enfeite de elefante de madeira com duas chapas de metal (com desenho de elefante, em relevo), uma na cabeça e outra nas costas do animal, dizendo ser da Índia e que eu seria o único a ter, ninguém teria igual, mas quando perguntei enfaticamente (como a desmenti-lo) se ninguém teria igual, ele (por educação) respondeu que praticamente eu seria o único a ter. Se deitá-lo de barriga para cima, é possível acender dois incensos.

617 - BUGIGANGA: Este estranho, que se dizia "um palhacinho", falou para eu abrir as duas mãos e, ele, em tese vendedor, foi dando dezenas de bijuterias (algumas faltando pedaços ou o par) para mim e minha mãe. Já com as duas mãos quase cheias, uma corrente, que não estava em minhas mãos, começou a cair (de minhas mãos) e eu peguei e falei com ele que esta que caiu nem estava em minhas mãos e ele, que neste momento estava com suas mãos distantes da minha, repetiu rindo: "é nem estava em suas mãos" e continuou a nos presentear. Posteriormente reparei que o enfeite é um menino, comumente usado por quem tem um filho único (como eu), sendo que o feitio da corrente prateada inevitavelmente me lembrou um trecho de minha vida.

616 - CHAMARIZ: Após Sai Baba J (469) ter ido embora, eu e minha mãe ficamos mais um pouco no local e fui atraído pelo que estava escrito atrás de um quadro, de uma espécie de ambulante - "pintura mediúnica". No exato momento que mostrei para minha mãe, este quadro caiu e eu disse: Aí tem... Ela foi sozinha ao encontro deste estranho e disse a ele que pintura mediúnica (neste caso, pintada pelo espírito de Monet, cujo médium não sou eu) não se vende e ele respondeu a ela: "Eu sei, por isto vou te dar". Logo de início ela já ficou feliz. Em seguida, quando minha mãe tornou a falar, ele não deixou dizendo, com ênfase e autoridade: "Não precisa falar nada, eu sei de tudo". E após ele realmente sinalizar que verdadeiramente a conhecia, ela chorou e ele a abraçou em público, embora não nos conhecêssemos anteriormente.

615 - OUTRA PERMUTA: Ver 591. Comentei anteriormente, com quatro pessoas, que eu faria uma troca com J (469), uma das materializações de Sai Baba, sendo que eu daria um cordão de ouro com duas cruzes que mandei soldar para ficar uma dentro da outra, solta (porque uma é vazada), e minha não leve e ornada aliança de ouro (do casamento, frase 439, que por ser a segunda aliança, não tínhamos pressa, então, não somente com este objetivo, fomos em cerca de 20 joalherias, em 4 cidades, para achar este modelo em um catálogo) a troco de algo que Ele havia me mostrado no sétimo encontro. Todos disseram que seria um mal negócio, cada um assim considerou por um motivo. Troquei, fiquei feliz e trocaria novamente, afinal cada um sabe o que precisa e o que gosta, da mesma maneira que Ele tem mostrado que sabe meu gosto muito melhor do que eu mesmo.

614 - OITAVO ENCONTRO: Em 18.10.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. Neste dia levei minha mãe para ir junto comigo, ela que conheceu J, antes de 30.08.2014, antes de eu saber que Ele era apenas uma das formas de que Sai Baba se utilizaria para falar comigo pessoalmente, sem ser através da telepatia (enquanto estava encarnado na Índia, que nunca fui, nem O conheci pessoalmente), como também sem ser através da clariaudiência (após o fenômeno vulgarmente conhecido como morte).

613 - 15.10.2014: O "pensamento do dia", recebido da Organização Sai, fez-me entender que eu estava no caminho certo, quando comecei a pensar neste sentido de não aceitar ou querer tudo que venha da parte Dele, pois embora Ele saiba o que é melhor para mim, Ele também quer que eu utilize minha racionalidade ao invés da pura aceitação. Transcrevo-o em parte: "Krishna disse a Arjuna: 'Você é Meu devoto e Meu amigo.' Nem Arjuna declarou-se um devoto, nem Krishna ficou contente em apenas declarar Arjuna Seu devoto. Por que Krishna disse: 'Você é meu amigo?' Esta declaração tem um significado espiritual profundo. Isso ficará claro apenas quando praticarmos a vida espiritual. Se o Senhor apenas chamasse Arjuna de 'Meu amigo', seu ego poderia ter se inflado e ele poderia ter tomado liberdades indevidas com Krishna. Se Ele dissesse: 'Meu querido, você é Meu devoto', ele poderia ter se tornado extremamente submisso e talvez até mesmo desenvolvido medo pelo Senhor". Sobre Krishna, ver 232.

612 - DE NOVO: Foi interessante ouvir de amigo, que relatei parte deste dia, perguntar se era somente eu que via J (469); claramente achando que meu relato era uma espécie de alucinação. Sobre as materializações de Sai Baba, é claro que já ouvi coisas semelhantes de pessoas que me conhecem bem ou acham que me conhecem. Intitulei esta frase como "de novo" porque para muitos, no início da mediunidade de pintura, fui considerado, não propriamente louco, mas como obsediado, vítima de espíritos enganadores. O tempo passou e os convites, ainda que não tão frequentes (talvez pelo meu programa reencarnatório ter outros trabalhos além desta mediunidade), continuam vindos dos centros espíritas para que possamos passar a mensagem espiritual, através da arte dos espíritos pintores.

611 - SUA MULHER: Mais uma vez atendeu ao meu pedido mental, não somente de vê-Lo em uma forma feminina, mas de ver junto com outra forma qualquer e se movimentando ao mesmo tempo (embora isto tenha acontecido, com as três formas, como relatei na frase 490). Quando estávamos dentro do carro Dele conversando, Ele disse: "olha aí minha esposa". Olhei e nada vi, olhei de novo e a vi chegando na janela da frente. Depois ela entrou na parte de trás do carro estacionado e nos cumprimentamos. Eu, levemente irônico, falei com Sai Baba J (469), que achava que o cabelo dela era mais curto (por causa da foto do cabelo raspado da outra). Ele sorriu discretamente e fez um ar, totalmente real, para que eu mudasse de assunto, como se Ele fosse apenas J (e não Sai Baba) e ela fosse verdadeiramente sua mulher (e não mais uma forma de sua manifestação divina). Era outra mulher, totalmente diferente das duas fotos.

610 - DOCUMENTAÇÃO: Sai Baba J (469) entregou-me alguns papeis amassados, rabiscados e com aparência de desconexos, idênticos, em qualidade, aos que já recebi poucas vezes de uma amiga, para eu tentar resolver o que na verdade nem entendi o que se queria com estes documentos. Com a confusa explicação Deste cérebro, o mais potente que conversei nesta vida, entendi que precisava saber sobre o CPF de alguém, porque o que Ele me mostrou estava errado e a cidade de nascimento deste falecido, para se dar continuidade à respectiva ação. Neste ínterim recebi um telefonema me convidando para uma apresentação pública de pintura mediúnica, que eu aceitei.

609 - CARTÃO: Em seu carro, Ele me deu Seu cartão, que achei engraçado, com letras médias em negrito - "Compro Tudo" - descrevendo alguns itens abaixo, tais como - "[...] Apólices, Documentos Antigos, Cautelas da CEF [...] Usados em Geral". Também está escrito: "Todavia eu me alegrarei no Senhor e Exultarei o Deus da minha salvação, Habacuque 3.18". Habacuc é um dos profetas esculpidos por Aleijadinho (ver 495, não sei se o "H", assim como Aleijadinho homenageou sua mãe, homenageia a minha mãe Haydêe). De cada lado uma imagem de relógio, um cuco (471) e um de pêndulo grande (504).

608 - PERDA DO CARRO: Resolvemos ir rapidamente em outro endereço, sendo que J (469) Sai Baba disse que havia deixado o carro em determinada direção. Andamos um pouco e Ele se mostrou confuso, entre a direita e a esquerda, para achar o local onde havia estacionado. Disse que havia parado perto de um hotel. Chegou a perguntar para alguém onde estava o hotel, sendo que quando este perguntou para J qual era o hotel, Ele respondeu que era "hotel onde se hospedam as pessoas". Não parecia um esquecimento comum e pelo teor da rápida conversação, além de distraído Ele parecia um nefelibata, como se só estivesse ali fisicamente e estivera pensando em qualquer outra coisa além do cotidiano. Assim como tenho feito um paralelo com minhas experiências com Ele, neste caso é inevitável. Eu sempre paro para ler com calma o nome das ruas que estacionei, bem como após caminhar uns dois quarteirões paro para memorizar o edifício (geralmente hotel) que me chame mais a atenção para eu localizar o carro, quando voltar, porque já cansei de não o localizar nessas situações. Já teve vez de procurar por mais de 30 minutos, como já teve vez de eu, erroneamente, ter certeza de que o mesmo foi furtado.

607 - CÂNCER: Encontrando Sai Baba J (469) comentei sobre Ele ter raspado a cabeça. Ele disse que a (ex) esposa (tem hora que Ele fala que tem duas e tem hora que fala que uma é ex) estava com câncer e Ele raspou a cabeça para ela não se sentir sozinha, assim como o filho Dele também raspou. Depois me mostrou a foto dela com o cabelo comprido e também do cabelo já raspado. Perguntei quando ela raspou e Ele disse ontem. Achei curioso, porque quem raspa o cabelo por câncer não vai se preocupar, logo em seguida, em tirar foto "3x4". Ele apenas riu com minha observação. Em encontro anterior, Ele já havia dito que estava preocupado com ela, por causa desta doença. Acredito que tenha a ver comigo ou com alguém da minha família, que até o presente momento não sei de nada neste sentido.

606 - DESENCONTRO: Senti pela intuição que Sai Baba J (469), em instantes me ligaria, peguei o telefone e logo após Ele ligou. Antes, recebi ligações que não atendi por considerar que fosse da operadora do celular, mas Ele disse que havia me ligado antes, sendo que quando perguntei se era com outro número Ele disse que sim. Não sei se realmente me ligou antes, ou se apenas me cientificava de que sabia destas ligações. Eu havia falado ao telefone o endereço onde eu poderia ser encontrado. Quando chegou, Ele me ligou dizendo que estava em determinado número, que eu entendi ser da mesma rua. Ao chegar próximo descobri que não havia este número, liguei e foi desfeito este mal entendido, sendo que O encontrei após caminhar por cerca de 20 minutos. Outra lição, a da paciência, já que Ele é onipresente e sabia meu endereço sem me perguntar, como já demonstrou inúmeras vezes. Lembrou-me parte de meu passado, pois muitas vezes, em Barra do Piraí, que por ser pequena, minha mãe, falava para eu pegá-la após certo tempo, mas saía sem falar o endereço, como se a cidade fosse tão pequena que eu a acharia de imediato. Claro que isto não acabava muito bem, mas eu não me irritava, somente precisava administrar emocionalmente esta situação.

605 - SÉTIMO ENCONTRO: Em 15.10.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. No dia anterior, quando me ligou, peguei o telefone e, sabendo que era Ele, passei para minha irmã atender. Quando peguei o aparelho para falar, Ele brincou e riu perguntando: "Passou o telefone para sua irmã, né ?" Após marcarmos às 20 horas, Ele começou a reclamar: "8 da manhã é muito cedo, não vai dar pra mim". Na verdade verbalizou meu compromisso às 8:00 horas deste dia que quase perdi por atrasar e ainda me comprometi a nunca mais marcar pela manhã. Quando perguntei se Ele iria querer destrocar o anel, Ele respondeu, uma frase padrão minha, decorada e muito repetida: "pra mim tanto faz, o que você quiser tá bom"; falo sempre isto, porque em qualquer situação eu aproveito o que a experiência tem de bom e geralmente é exatamente o que as pessoas não costumam reparar. Respondi que ficaria com o anel.

604 - JUSSARA: Achei engraçado, dentre algumas notas (dinheiro) que tirei no caixa eletrônico, em uma delas estar escrito este nome com letra minúscula, nome iniciado com J (sobre iniciais, ver 496), com acento longe da palavra (cabendo a hipótese de não estar acentuado, sobre dúvida na escrita, ver 514). Entre parênteses estava escrito: (2 x Sai), com S maiúsculo, recordando-me as brincadeiras de Sai Baba J (469) em que diz ter duas mulheres (mas, às vezes fala que uma é ex).

603 - MISSÃO: Por segundos, quando eu vacilei sobre a seriedade do encontro ou sobre Ele ser uma pessoa normal, porque o Sai Baba, que esteve encarnado na Índia, que conheço de livros, vídeos e pela Voz, ouvida pela clariaudiência, não agiria desta maneira, J (469) olhou-me sério e disse: "Eu estou em missão!"

602 - POSSIBILIDADE: Já ouvi muitas pessoas dizerem sobre um possível casamento de Jesus, sendo que sempre respondi que além de não haver nada escrito neste sentido, no nível evolutivo Dele, Ele não tem este tipo de necessidade, mas que se Ele achasse que seria útil por algum motivo, Ele poderia se casar naturalmente. Sai Baba já afirmou ser uma encarnação de Krishna, ver 232, que segundo a história ou lenda foi casado com Rukmini, filha do Rei Bishmaka, bem como teve inúmeras amantes (não sei o costume da época, nem se isto aconteceu desta maneira). Com as mulheres (595) à mesa, Sai Baba, na Forma J (469), demonstrou facilmente que se quisesse poderia até se casar com alguma, haja vista Ele estar em "carne e osso", como uma pessoa como outra qualquer.

601 - A ENTRADA: Quando chegamos ao local, Sai Baba J (469) conversou com o segurança para que entrássemos sem pagar, mas não conseguimos, sendo que somente em casa, dias após, entendi o significado. Quando frequentava boates com frequência, mesmo tendo dinheiro, em alguns locais, não era tão difícil eu conseguir entrar sem precisar pagar, pois sempre conversava na porta. Uma vez, que guardo com carinho na lembrança, na porta principal do clube, passei por um pequeno espaço entre o teto e uma roleta muito alta, na frente de todos. Tão logo consegui entrar, um segurança segurou meu braço com força e me colocou para fora, chegando lá ele disse que por eu não ter brigado, ele me levaria de volta para dentro do clube e assim procedeu. Da festa eu esqueci, desta entrada não.

600 - OLHOS CASTANHOS: Apesar da nítida impressão de serem azuis, os olhos de Sai Baba V (488), inobstante quando eu tive contado com Seu "olhar de sol" (489), não ter visto nenhum risco azul; em 27.09.2014, cheguei bem perto e pedi para olhar. Ele, com aparência e jeito humilde, disse  "é verde" (no singular) e, desta vez, (diferente do que vi no "olhar de sol") eu não vi nenhum traço ou pequena mancha verde (nem azul), vi um castanho como outro qualquer, extremamente longe de ser um claro, que remotamente lembrasse o mel, e, a contragosto, sem querer desapontá-Lo, nem tampouco querendo mentir, disse, quase sem voz: "é, é verde", mas não vi nada de verde, pelo menos neste dia. Acho que isto foi uma resposta ao fato de eu pensar se J (469), de olhos pretos poderia mudar a cor de Seus olhos para azuis (564).

599 - DOIDEIRA: Entre as gargalhadas de nós cinco, de vez em quando eu pensava, como de costume - "doideira, não é possível". E Ele imediatamente repetia meu pensamento, verbalizando algo do tipo: "doideira, não é ruço?". Também disse que era uma doideira alguém como Leonardo Da Vinci ter feito tantas coisas diferentes e coisas que nem existiam na época dele. Segundo a doutrina espírita Da Vinci, atualmente se encontra em planeta muito mais evoluído do que a Terra e vem de vez em quando aqui para determinados trabalhos, inclusive como autor espiritual de pintura mediúnica, não somente comigo, mas com outros médiuns também.

598 - FOTOS: Apesar de eu não ter conseguido tirar fotos (521) de Sai Baba J (469), as mulheres conseguiram com muita facilidade. Talvez umas 10 fotos, extremamente engraçadas. É como se Ele tivesse uns 15 anos de idade com um temperamento muito brincalhão. A mais marcante foi uma em que a mulher ao lado Dele estava com a boca aberta na hora do clique e Ele com o braço em arco e dedo apontado, na altura do ombro, fez como se o dedo fosse entrar na boca dela, tal quando se vai convencer uma criança a comer, com o costumeiro "aviãozinho". Em outra foto Ele fez as mãos com a posição de óculos. Fotos Dele abraçado com duas delas (que brincou dizendo: "mas eu não disse que eu tinha duas mulheres ?") e minhas, abraçado com a terceira.

597 - PRECOGS: Lembrei-me dos paranormais do filme "Minority Report - A Nova Lei", quando Sai Baba J (469) verbalizou algo no exato momento em que pensei, embora seja comum me responder por fala, logo em seguida ao que penso. Como foi junto, a fala Dele com meu pensamento, descartei a associação com este filme. Imediatamente Ele falou que iria pedir outra (cerveja) e deu ênfase à palavra "saideira". Segundos após, o cantor próximo, falando de música, disse que era a "saideira". Considerei, mentalmente, que havia valido minha associação com os precogs. Depois que Ele disse a palavra "saideira", ficamos mais algumas horas no restaurante e Ele não repetiu mais esta palavra. Cada palavra tem um motivo para ser dita, assim como cada gesto tem uma razão de ser.

596 - DÚBIO SENTIDO: Com as três mulheres na mesa, J Sai Baba (469) falava alguma coisa de acordo com a conversa e as circunstâncias e elas gargalhavam em alto tom, e na hora Ele olhava para mim, levemente sorrindo ou piscando um olho, para que eu fizesse associação com algum fato da minha vida e tão logo eu conseguia associar, era eu quem gargalhava. Em determinado momento levantou os dois braços e bateu palmas, lembrando-me da mulher na calçada, da frase 573.

595 - MULHERES: Após almoçarmos, sentaram-se três mulheres na mesa ao lado, Sai Baba J (469), disse que as conhecia (mas depois entendi que conhecia pela onisciência e não pessoalmente pela Forma J) e começou a conversar com uma delas. Passado pouco tempo e já estavam as três em nossa mesa. O grau de intimidade conquistado em minutos por Ele foi imensamente surpreendente, embora eu tenha interferido em determinado momento quando uma fez parecer que havia intimidade demais. Eu disse que fora dali, nós éramos normais e que não deveria levar muito a sério o que Ele, J, estava falando, porque Ele era ator e já havia até trabalhado nos EUA (primeiro endereço que pensei). Na verdade não menti, Ele atua todo o tempo e em qualquer lugar, por amor à humanidade. Esta que pareceu assustada com o teor da conversa, no final pediu o telefone Dele, sendo que Ele desconversou e não deu.

594 - GATOS: Animei-me a escrever a frase 576 (haja vista eu não ter encontrado com J, 469, nem ter conversado com o estranho, que um dos olhos ficou branco) quando passei pelo gato branco de olho azul, chamado Sathya (verdade, de Sathya Sai Baba) e vi um dos olhos emitir luz azul, idêntico ao olho de Baba J, conforme relatei em 564. O outro gato, na época que minha mãe estava procurando, um preto de olhos verdes, ela achou um com os olhos amarelados. Sai Baba, em Voz, disse: o gato de olhos verdes está batizado de Shirdi (105), eu relatei e minha mãe chorou. Agora, quando se repara seus olhos, pode-se ver amarelado dentro e verde por fora. Nesta época cheguei a procurar um para mim da raça bengal, por parecer pequeno tigre ou onça, mas desisti pelo trabalho que causa. Em um encontro cheguei a brincar com J, sem ter pedido nada, dizendo que havia pensado que Ele traria um bengal para mim; Ele riu e mostrou pegadas de gato em um carro. Neste 04.10.2014, no restaurante, veio um sem raça definida, cinza, com listras na cauda, que me lembrou o bengal e olhos extremamente verdes, como nunca vi. Baba brincou dizendo que para eu levar este, eu deveria pagar a Ele, fazendo eu acreditar que Ele é que havia trazido este gato, que preferiu carinho do que a carne que ofereci. Quando J foi ao banheiro, coloquei o gato em meu banco, sendo que quando voltou perguntou se o gato havia subido, eu concordei e Ele reperguntou energicamente e eu respondi, quase sem voz, que eu é que tinha o  pego. Não o levei para casa.

593 - EMBRIAGUEZ: Eu disse para Sai Baba J (469) que havia esquecido a grande sacola de doces de São Cosme e São Damião, que minha irmã pediu que eu Lhe entregasse. Ele riu bastante e disse que não iria querer mesmo esses doces "batizados" e continuou dizendo que a pessoa deixa os doces no pé dos santos por uma ano para depois entregar. Ao final, eu é que saí ganhando, porque havia acabado de comer minha sacola contendo várias sacolinhas, que ganhei, no dia seguinte ao quinto encontro, dia dos santos (apesar de também ter dito que não iria querer, porque os doces estavam "batizados", de "macumba"). Reparei que na noite de 26.09.2104, que saí de casa e passei boa parte da noite ingerindo doces (sorvetes, refrigerante e balas) e camarão, senti-me, também por causa da música, como se eu estivesse bêbado, embora eu não tenha bebido,sendo que acordei com sede. Em 04.10.2014, foi o dia que mais bebi cerveja na minha vida, sendo que somente me senti com a sensação de "bêbado", por cerca de 30 segundos, quando me levantei, talvez Ele tenha feito isto para eu prestar atenção nesta atitude mental. Em termos gerais, sempre falo que o som alto me deixa embriagado, mesmo sem beber, sendo que quando saía de casa, com frequência, os amigos reparavam e diziam algo como: "eu é que bebo e você é quem fica bêbado?". Já ouvi espíritos de umbanda, que bebem quando incorporados, dizerem, que o médium (chamado de cavalo) não fica bêbado, porque eles tiram o álcool da bebida. Um deles reparou que eu sempre ficava girando o copo, quando bebia, perguntou-me o motivo, eu disse que não sabia e que nunca havia reparado isto e ele me respondeu que era hábito de outras vidas, para evaporar o álcool.

592 - AMIGO DELE: Falando que precisava falar com o amigo (543), Sai Baba J (469) ficou tentando telefonar, o que demorou um pouquinho. Na verdade eu já havia pensando que quando Ele me liga a cobrar, é para que eu tenha tempo de me preparar para ouvi-Lo. Então, quando "atendeu", Ele passou o telefone para eu ouvir, sem falar nada. Demorei segundos, mas reconheci a voz, era a minha mesmo, um pouco mais grossa. Por inúmeras vezes, alguma pessoa disse que minha voz fica mais grossa ao telefone e eu sempre disse que queria ouvir. Depois, quando devolvi o telefone, Ele desligou sem falar nada. Eu ouvi a voz do amigo Dele: eu. E eu disse: Essa foi a melhor de todas !

591 - PERMUTA: Apesar de ter vacilado, pois não havia gostado tanto do anel de rubi, ver 510, neste dia eu não sei o motivo, gostei e pensei em oferecer o meu para trocarmos, ao que Sai Baba (mentalmente, em voz me incentivou). Falei com J (469) em trocarmos por uma semana, Ele imediatamente mostrando felicidade quis trocar, mas não sabia se a esposa Dele ia reclamar (rimos desta irrealidade) e que Ele ia tirar onda, ao que eu disse que eu é que iria tirar onda e mostrar para muito mais pessoas. Trocamos, Ele riu e disse que depois se eu quisesse trocar definitivamente pra Ele estaria bem, porque não esquentava com nada. Disse que precisou cortar o anel, porque havia agarrado no dedo e Ele não conseguia tirar e mostrou a marca mais clara, no dedo, pela ausência do sol; na verdade Ele estava me lembrando (nunca mais me recordei disto) que isto aconteceu na minha adolescência. Em casa reclamei com Sai Baba, mentalmente, rindo, pois na Índia veio como Deus, materializava e dava de graça, já para mim, na condição de amigo (502), eu tenho que trocar e  perder o meu. Ele, rindo, disse que "cada um tem o que merece".

A pedra é vermelha, a foto está mal tirada.
590 - MÃE: Entre risos, teceu poucas palavras sobre a benção de se ter uma mãe, assim como eu, dizendo que Ele já não tinha mais mãe. Depois disse que iria complicar a minha vida muito mais, mas que a mãe Dele pediu por mim, então Ele iria "pegar mais leve" comigo. Tentando entender nos poucos segundos, estando diante de uma pessoa física, com aparência de "uma pessoa qualquer" comendo, bebendo e rindo em um restaurante na frente de muitas outras pessoas e "as coisas do céu", Sai Baba J (469) completou que Ela tem uma coroa; então quando realmente entendi, lembrei-me que algumas vezes fiquei pensando na possibilidade de intercessão de Nossa Senhora (e de santos), com Deus, ou Jesus, sendo que na maioria das vezes este pensamento foi inspirado no filme "O Auto da Compadecida". Simbolicamente demonstrou ser filho de Maria.

589 - UNHA SUJA: Já em restaurante diverso dos anteriores, reparei que todas as unhas de Sai Baba J (469) estavam sujas, com pequena quantidade de tinta, apenas da cor azul (493), nas cutículas, assim como eu fico, com todas as cores, principalmente por causa da pintura mediúnica e mesmo limpando não sai tudo e tenho que sair de casa nesta situação. Ele disse que estava pintando um muro e completou que era da igreja, riu e disse que era da igreja que levava para o céu. Eu ri e disse que a última vez que pintei uma igreja foi antes de 1.500 (ano).

588 - SEM CONCLUSÃO: Chegando ao local, ainda caminhando, Sai Baba J (469) me mostrou um homem fantasiado, aparentemente o mesmo da frase 576, que pelas pistas não convencionais, Sai Baba me fez acreditar que era Ele, que havia ido ao nosso encontro, tendo dito que não iria (na Forma J), mas que iria (do jeito Dele). Eu não poderia arriscar nenhuma espécie de interpretação haja vista eu ter poucos dados para coordenar o pensamento, mas pelo teor das experiências que tenho vivido ultimamente, além do sonho, de 2012, (frase 543 e capítulo XVIII, do "Meu Diário com Sai Baba"), Ele, que tudo pode, poderia ter criado um sósia, ou este que J mostrou poderia ser uma Sua materialização. Ele nada me explicou.

587 - 1889: Ano que tem muito a ver com a minha vida, pelos anos que envolvem a série "A História do Brasil Contada por suas Bandeiras", de pinturas, que realizei. Cheguei a comprar uma moeda, cunhada em 1893, mas escrita a data 1889, em comemoração à proclamação da República. Mandei furar e colocar uma argola de prata para virar um pingente, mas ficou feio e usei menos de cinco vezes. Eu havia pedido ao Sai Baba mentalmente que trouxesse algo com data anterior ao ano de 1900. Este objeto me chegou às mãos, com esta data escrita, por J (469).

586 - COMBUSTÍVEL: Na ida, entre o local de encontro e o restaurante, Ele parou para abastecer, desceu e disse que ia ao banheiro. Eu aproveitei para sondar com o frentista se Ele sempre ia naquele posto (para tentar saber sobre o tempo de materialização desta Forma J, 469), sendo que este respondeu que já O conhecia, mas não soube precisar o tempo, apenas mencionou que desde antes das campanhas eleitorais (de 05.10.2014).

585 - SEXTO ENCONTRO: Em 04.10.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. Eu estava conversando com um parente, quando reparei que no telefone havia 18 registros de ligações não atendidas, sendo que depois atendi na 19ª e marcamos este encontro. Com este parente, entre outros assuntos conversamos sobre as 20 ligações Dele (ver 553) e que posteriormente Ele disse que ligou a vigésima por ter perdido a conta. Eu disse, de brincadeira, que agora não foram 20 ligações porque Ele perdeu a conta de novo. Sobre calvície, eu disse que se eu não tivesse opção, eu rasparia tudo como a palma da mão, faria um pouco mais de musculação pra ficar estiloso e seria feliz da mesma maneira. Encontrando-O, reparei, que em Seu carro, do lado de fora do vidro, sujeito às intempéries do tempo, havia um adesivo do "Bar dos Carecas". Já ri logo de início. Este encontro durou cerca de sete horas, sendo que continuei mais algumas horas no local.

584 - PERPÉTUO SOCORRO: Em 30.08.2014, Sai Baba J (469) na despedida me deu uma pequena gravura emoldurada de Nossa Senhora com Jesus (objeto da frase 539), apesar de eu insistir que não precisava. Posteriormente lembrei que estava querendo um quadro sem valor comercial para determinado lugar que apesar de ter quadro meu, um já foi furtado, além de eu não querer levar mais dos meus. Na capa de um dos livros (583) de religião que peguei para um amigo, mas vou ficar para mim, reparei que na imagem de Nossa Senhora (diferente do quadro que Baba me deu) tem pequenas letras (ícone sacro) idênticas no pequeno quadro. Posteriormente minha mãe reparou que eu tenho um pequeno quadro cusquenho, sem letras inscritas, que tem a mesmíssima imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Sai Baba é famoso entre Seus devotos, por associações carinhosas de todas as maneiras possíveis, como se Ele quisesse nos agradar o máximo possível.


583 - LIVROS: Sai Baba V (488) desta vez, fazendo se passar por vendedor de livros usados, sendo que realmente estava vendendo para quem passasse na rua, disse que eu poderia pegar quantos quisesse, sem pagar. Deveria ter uns 200. Olhando um por um, constatei que não havia nada para mim e cheguei a pensar que nem livro de arte, que é comum, não havia. Então fui me recordando de algumas pessoas e de acordo com o título, separei uns 15 sobre catolicismo (em especial um que ensina a celebrar a missa) para uma pessoa, 2 escritos em francês (os únicos em idioma diferente, de meditação sobre Cristo) para outra, 2 de Monteiro Lobato sobre Hércules, último filme que assisti com o filho e fiquei pensando quais eram suas 12 aventuras, assunto dos livros (sobre M. Lobato havia também do Sítio do Picapau Amarelo, série que pintei para incentivá-lo a falar, quando estava com cerca de 3 anos e, por ser o que ele mais gostava, falou umas 10 palavras, as primeiras, dos personagens do Sítio em uma tarde) e 1 de jogo de xadrez (o único), ver frase 289, também para ele, 1 almanaque Disney (o único) para uma pessoa que, já adulta, lia bastante e me emprestava quando eu era criança. Um de aparições de Nossa Senhora pra outra pessoa, até que achei um de arte (o único) e Sai Baba, em Voz, disse-me que estava ali o que eu procurava, então achei uma revista (a única) dos X-MEN, "Dentes-de-Sabre: O mais novo X-MAN" (64), neste momento, em Voz, Baba disse, "Eu sei que você gosta".  Claro que eu não estava procurando, mas achei engraçado porque já disse algumas vezes que é a série que mais gosto do cinema. Ao chegar em casa constatei que havia 3 sobre indústria e 2 de autoajuda, sendo que ambos têm endereço certo. O Amor se reveste de todas as formas apenas para mais amar!

582 - PESQUISANDO: Pelo nome do suposto mendigo, a primeira imagem que aparece, embora eu não seja bom fisionomista, é extremamente semelhante, com exceção da roupa bem cuidada e de um grande cordão de ouro, cujo site em que a foto se encontra hospedada, é um site de nomes próprios, com apenas cinco fotos que entendi que tem o mesmo nome começado com a letra W, (de WCB).

581 - A OUTRA FACE: Apenas encontrei este título, com participação do ator John Travolta e sinopse parecida com o relato de troca de pele e identidade. Falei com minha irmã que Sai Baba, na forma deste mendigo, que tive impressão de que já houve alguém carnal com esta mesma fisionomia,  errou pois não há filme com o nome que Ele me deu. Ela, intuitivamente, disse que não, que Ele havia dito assim, porque deveria ter outros filmes com o mesmo título e que eu poderia me enganar. Ela estava certa, há outro (s). Não me recordo de já ter ouvido falar neste filme.

580 - PELE: Puxando a pele do rosto por várias vezes, o mendigo, disse que eu deveria assistir ao filme "vovozona" e "dupla face americana", com John Travolta, que lá eu entenderia tudo e falou muito, muito, muito mais... Eu só dei uma olhada discreta pra Sai Baba, na forma V (488), que deu um sorriso mais discreto ainda... O seu nome e o nome dos filmes, inclusive brincando com um transeunte para assistir a estes dois filmes, repetiu tantas vezes quanto foi necessário para que eu memorizasse junto com dezenas de informações desencontradas, sendo que algumas consegui associar com trechos da minha vida. Outras não, mas já li de autor de livro sobre Sai Baba que somente conseguiu associar sonho e episódios de Sai Baba com sua vida após 2 anos. Algumas informações, pareceu a mim, que eram da vida dele, quando estava vivo, não que ele tenha ressuscitado; tive a impressão que Sai Baba se materializou na forma de um corpo, que já foi habitado por outro espírito que vivenciou sua própria vida e nada tem a ver com este episódio. Apesar das pistas de Baba, não logrei êxito em chegar perto de nenhuma conclusão que valha a pena relatar.

579 - MENDIGO: Ao lado de Sai Baba V (486 e 488), conversei com uma pessoa, com aparência de mendigo, mas que nada me pediu, que deu seu nome completo (WCB), que parecia muito louco, falando muito rápido, falou o nome do colégio que havia estudado, que esteve preso, disse que uma pessoa reveste a pele da outra e que pega o CPF e RG e se faz passar por ela pra receber o dinheiro da herança etc Comecei a prestar atenção quando ele relatou meu sonho da noite anterior, de uma maneira que não deixou dúvidas. Disse que lá em cima (apontando para o céu) tem um botão e que quando ele (entendi Deus) aperta, o corpo que já morreu toma vida.

578 - ENCOMENDA: Embora eu não seja de ficar pedindo, pedi ao Sai Baba mentalmente que me trouxesse determinado objeto oriental, não muito comum, aqui no ocidente, que em Voz, concordou. Apesar de ter mais contato com a Forma J (469), foi da Forma V (488), que ganhei este presente, de uma maneira muito sutil, oferecendo-me quase com vergonha ou pedindo desculpas, pois Ele não queria mais porque não estava muito bom, talvez até jogasse fora. Fiquei muito feliz, inclusive com a lição de humildade e simplicidade.

577 - FÉ: com F, inicial do nome de Sai Baba V (488), que perguntei neste dia, mas que continuarei  chamar esta forma de uma de Suas materializações como V, para não confundir. Aliás, falei, em 20.09.2014, com Forma J (469) que se algumas situações em particular, que não relatei, eram um teste para minha fé, Baba J estava perdendo o tempo Dele, porque eu já estava avisando que não iria passar; logo em seguida dei pequena caminhada sem Ele, mas sentindo Suas suaves vibrações, enquanto em Voz, teceu um ou outro elogio a mim, dizendo que faria tudo para me ajudar, neste sentido.

576 - 26.09.2014: Nesta noite, não vi Sai Baba na Forma J (469), apesar de sempre ouvi-Lo. No início da noite, vi uma pessoa fantasiada, com um pote no chão para que se jogassem moedas. Já para o final da noite, passei por esta mesma pessoa, sendo que no exato momento em que eu passava, eu vi um dos olhos ficar da cor branca opaca (diferente de cor de olho motivado pela cegueira e diferente do ato de piscar o olho). Caminhei mais devagar, olhei de longe e voltei, fingindo que iria comer algo. Olhei este senhor e reparei que Ele tinha um olho maior do que o outro, exatamente como relatei na frase 469. Fiquei pouquíssimos minutos e fui embora. Depois passei por Ele e Ele me cumprimentou. Não conversamos. Conforme avisou no início da noite, Ele iria do jeito Dele.

575 - CONVITE: Na noite de 26.09.2014, passados poucos minutos da meia-noite, então já sendo início de 27.09.2014, efetuei uma ligação telefônica para J, para Lhe convidar para sairmos. A ligação caiu em "caixa postal", então desliguei. Lembrei-me que Ele já havia deixado recado para mim em "caixa postal", ver 547. Então liguei novamente já rindo porque sei que Ele me ouve (e a todos) constantemente e dá provas disto. Também fiquei meio desconcertado para deixar o recado, pois me lembrei de que quando mais novo eu detestava falar ao telefone. Por respeito não liguei para Ele na semana anterior, conforme Ele já tinha me incentivado para que saíssemos juntos. Mas no encontro de 20.09.2014, Ele, sorrindo, foi categórico em afirmar que eu deveria ligar para Ele para convidá-Lo para sairmos. Somente neste dia 27 eu me lembrei de que quando eu ia com frequência para boates e bares, ao sair de casa eu falava com Deus: "Eu estou indo, o Senhor vai ficar ?"; afinal ,eu tinha que garantir a minha proteção... Uma vez, que não sei precisar se foi anterior ou posterior a estes meus convites para Deus sair comigo e me proteger; um espírito incorporado em um médium me disse que quando uma pessoa vai em uma casa noturna, em geral, na porta, já tem dois espíritos não evoluídos para entrarem juntos com ela, um de cada lado, abraçando-a. É assim que as tendências negativas de cada um são multiplicadas, levando a pessoa a fazer aquilo que em sã consciência ela não se permitiria. Ao chegar ao local, tornei a ligar, tocou uma vez  caiu a ligação, quando liguei novamente deu "caixa postal" e Ele, em Voz, disse que iria do jeito Dele, sendo que achei que fosse em espírito.

574 - QUINTO ENCONTRO: Em 27.09.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba, já pela manhã Ele me ligou cobrando minha ida ao encontro, porque na verdade Ele sentiu que eu não queria ir vê-Lo. Quando eu já estava saindo de casa, o telefone que estava no bolso da frente de um short de pano fino, que apesar de estar no modo silencioso, emite som quando vibra, tocou, eu ouvi o barulho e tremeu, ao que senti o movimento na perna. Sabendo de sua onipresença, já peguei o telefone rindo e pensando que Ele não tinha nada que ficar me apressando já que Ele sabia que eu já estava saindo de casa. Ao pegar o telefone constatei que não havia nenhuma ligação neste momento. Ri mais. Chegando ao local, recebi um recado de um conhecido Dele, que disse que J (469) não me esperou por causa da hora avançada, mas mentalmente Baba me disse que foi embora porque eu não queria vê-Lo e eu ri com esta verdade. Neste dia somente conversei com a Forma V (486 e 488).

573 - OUTRA MULHER:  Recusando acreditar que Sai Baba havia atendido meu pedido de aparecer em uma forma feminina, pois o que li de sua tríplice materialização, na Índia, enquanto ainda encarnado, materializou-se em dois homens e uma mulher; na data de 03.10.2014, passei pela mesma rua (571), agora movimentada, por serem cerca de 13 horas; neste exato momento que eu passava, uma mulher, de marcantes olhos verdes, pele branca queimada de sol, bonita, mas de uma beleza cansada pela vida, cabelos negros, com aparência de levemente insana, sentada na calçada, ao me ver, sorriu amplamente para mim, levantou os dois braços e aplaudiu no ar. Neste segundo, Sai Baba, em Voz, perguntou-me: "Mas, eu não mereço aplausos, por todo este teatro?".

572 - CAIXA DE FÓSFORO: Chorinho, meu último estudo violonístico, filmado pelo giov., em abril de 2014, e editado, pelo d'and., na primeira oportunidade, em 03.10.2014. Mas, ao invés de editar esta porcaria, que você deve estar querendo aparecer, não era melhor estudar um pouquinho mais ? E se você colocar o violão na posição normal, será que não dá uma melhoradinha no som ? Isto não vale pra nós, ninguém assiste mesmo... Pra quem é, tá bom, eu só estava homenageando o violonista Albert Einstein, mesmo porque foto não emite som e ninguém sabe se ele era bom no violão ou na guitarra. Aliás nem sei se é ele na foto, parece boneco de cera...

571 - 30.09.2014: Apesar de ter me bem surpreendido com "A RONDA", 569, cheguei a pensar que melhor seria se tivesse acontecido no dia seguinte, por ser a data exata de decisão desagradável, tomada anteriormente, sendo que Sai Baba J (469), em 30.08.2014, falou que eu tomei a decisão certa. Neste dia 30, J me ligou e, na condição de amigo, perguntou como estavam as coisas e repetiu o que eu deveria fazer, que em verdade já tinha feito, foi a força que eu precisava. Mais tarde, surgiu "do nada", diante de minha vista, um inseto negro que voou em volta de mim, eu levantei um pouco a mão direita e ele encostou sem pousar, semelhante ao "pedido de benção" e depois pousou no quadro "Universo Intelectual", calmamente me aguardando tirar foto, com 5 cm de distância, ver foto. Já cheguei a pedir para Baba fazer sempre na minha vista, ao invés de já estar no local, quando eu olhar, mais uma vez, Ele me atendeu. Somente dois dias após, resolvi ler os três panfletos que desta vez peguei, haja vista, geralmente, eu apenas sorrir e não pegar. Peguei de uma senhora, que achei engraçado, por estar distribuindo em uma rua quase deserta. Resumisse cada texto, dos três panfletos, em uma única palavra e eu diria que tem tudo a ver com este 30.09.2014, sendo palavras totalmente diferentes do habitual panfleto de igreja, que geralmente gira em torno de fé, caridade, amor etc. Um deles se lê: "diz a bíblia - vi um grande trono branco...", que de imediato associei com a foto que tenho de Baba, em minha carteira, Ele sentado em uma gigante cadeira branca de madeira.
Frase 551, materialização de Sai Baba
570 - O GUIA: Em 26.09.2014, eu estava andando muito apressado na rua, a ponto de reparar que há muito tempo não caminhava nesta velocidade. Na hora, aterrissou um pombo na minha frente e andando na mesma velocidade, por uns 4 a 6 metros parecia que eu o estava seguindo. Sai Baba, simbolicamente, disse: "Siga-Me, eu lhe conduzirei".

569 - A RONDA: Às 9 horas da manhã, de 29.09.2014, veio um senhor de aparência jovial, negro, com cerca de 2 metros, com um grande chapéu preto pontiagudo na frente, cordão preto, calça, blusa e jaqueta preta e sapatos pretos, altamente exótico como um personagem de filme hollywoodiano e com andar muito estranho, vindo do início da rua, passou pela casa em que fui criado, parou em frente ao limite final, voltou ao limite inicial, tornou a voltar ao fim, depois ao início, depois passou direto, foi até antes do final da rua e fez movimentos parecidos em frente a casa do meu casamento. Minha mãe e minha irmã viram e todos nós ficamos rindo deste espetáculo de uns 5 minutos. Um pedreiro próximo, parou o serviço para olhar este estranho de hábitos estranhos. Eu não estaria relatando aqui, se eu não confiasse na "Voz" que nunca me faltou em mais de dez anos e que afirmou: "Sou eu, fazendo a ronda". Às 16 horas, Sai Baba me disse que se inspirou no personagem "Jack Sparrow" do filme "Piratas do Caribe". Baba fala o idioma particular de cada pessoa, no meu caso, não viesse Ele falando através da arte e mesmo que eu quisesse, talvez eu não conseguisse parar por tanto tempo para ouvi-Lo.

568- REAFIRMO: Que não tenho a pretensão de dizer se Sai Baba é Deus (41), pois não tenho conhecimentos nem nível intelectual suficiente para tentar entendê-Lo, aliás, acredito que não somente eu, mas toda a raça humana ainda não poderia catalogá-Lo como espécie e gênero, pois com certeza não é humano. Conforme Swami diz, Ele é o Amor, e: "A ciência não é capaz de entender o amor, somente o amor é capaz de entender o amor". Mas, após estes meses, mesmo antes de saber que J, I e V eram Sai Baba em tríplice materialização, e agora com tantas revelações e lilas surpreendentes, vez por outra, pego-me de surpresa, pensando ou balbuciando feliz: Deus é uma gracinha... E chamo-O de Deus!

567 - COMPENSAÇÃO: Olhando meu telefone (frase 553) constatei que havia uma mensagem de voz, em "caixa postal", com data deste quarto encontro. Liguei para ouvir o recado, que era de Sai Baba J (469) falando em gíria, mais ou menos neste sentido "levanta ae meu irmão, você não vai pra pista comigo não ?". Depois ouvi por quase 5 minutos um vozerio ininteligível, incluindo a voz Dele, como se Ele fosse tão distraído a ponto de esquecer de desligar o telefonema sem querer. Cheguei a pensar se eu é que teria que desligar, pois aquilo deveria ser uma lila sem fim, interminável. Conferi o horário, mas não me recordo com exatidão, acho que foi após 9:46 minutos, horário em que fiquei mal com o telefonema de J. Talvez Ele tenha feito esta brincadeira para me compensar pelo mal-estar, pois fiquei por quase uma hora tendo que esconder o riso. Foi extremamente bom e agradável. Curioso é que esta "caixa postal" somente apareceu para mim em 23.09.2014.

566 - EU MENTI: Para J (469), antes de 30.08.2014, quando ainda não sabia que Ele era uma das três formas de Sai Baba materializado. Levei um doce de figo em caldas, feito por minha mãe, em um pote meu, para dar a Ele, dizendo que foi minha mãe que enviava para Ele e que ela havia dito que há muito tempo não me via tão feliz assim. Tudo mentira, eu, sem saber que J era Sai Baba, já estava tão feliz a ponto de querer presenteá-Lo, mas como fiquei com vergonha, pois poderia "pegar mal", disse que era da parte de minha mãe e que ela dissera que eu estava feliz. Conforme Ele mesmo disse (498) posteriormente: A VIDA É ALEGRIA ! A VIDA É ALEGRIA !

565 - CINISMO: Após nos despedirmos, Sai Baba J (469) já colocando a mão na porta de Seu carro, com o corpo meio de lado em referência a mim, virando levemente Seu pescoço, olhou-me de lado com o que parecia um sorriso de despedida, mas foi o olhar e sorriso mais cínico que já vi, como se Ele houvesse ganho de mim em alguma coisa ou situação, como se Ele fosse superior a mim, em posição social e acabara de lucrar pela minha simplicidade (intelectual e ou social). Somente não senti mal-estar, como no telefonema deste dia, porque imediatamente considerei que se tratava de uma expressão facial, típica do mais renomado artista cênico. Somente dois dias após, recordei-me, que em cerca do ano de 2002, uma pessoa que passou pela minha vida, por motivos profissionais, agia desta mesma forma. Entre muitas situações, que não me esqueci, apesar de eu nunca ter me magoado, como exemplo, contarei uma que apenas presenciei (diferente de vivenciar, como algumas). Ele, com sorriso, expressão e voz, extremamente gentil, pediu uma informação para um carroceiro, que simpaticamente respondeu. Tão logo o carroceiro se foi, ele, estranhamente, falando comigo sorrindo, começou a tecer considerações de baixo calão a respeito deste tipo de gente.

564 - OLHO AZUL: Antes deste 20.09.2014, fiquei pensando se a cor dos olhos de J (469), que constatei ser da cor preta (513) poderia mudar para a cor azul. Estando em minha casa, quando rapidamente passamos por um cômodo, que estava escuro, reparei pequenas fagulhas de luz, em tom azul, como se fosse suave pisca-pisca. Os olhos de Sai Baba emitiram luz azul pelo menos por duas vezes. Embora eu estivesse bem perto, cheguei mais perto ainda, mas por causa da escuridão não pude ver se estavam azuis, então pensei em conferir quando estivéssemos na claridade. Imediatamente fomos para outro ambiente aceso, mas, apesar de ter decorridos apenas alguns segundos eu simplesmente me esqueci de conferir, vindo a lembrar horas, após o encontro. Ele faz a gente esquecer o que Ele quer, da mesma maneira que faz lembrar. Aliás, sempre peço para Ele (em voz) me lembrar de alguma coisa que estou procurando ou peço para Ele me lembrar de compromisso que não posso esquecer. Nunca falhou.

563 - AS MÃOS:  De J (469) sempre achei muito grosseiras, sem muito tato, a ponto de eu comentar rindo, em casa, de determinados gestos Seus. Mãos estas que não consegui imaginar consertando uma televisão, apesar Dele dizer que daria um jeitinho (481). Estando em minha casa, no cavalete havia dois quadros que comprei somente para brincar de restaurador. Ele puxou o de flores para olhar o cusquenho que representa "O Matrimônio da Virgem com São Jose´" e o elogiou dizendo que estava bonito. Apesar de eu estar de lado e me virar quando Ele tocou no quadro, não posso precisar como, mas vi e pressenti a leveza do gesto como se soltassem fagulhas de amor.
562 - GALOS: Em minha cozinha, Sai Baba J (469) reparou dois pares de galos de bronze, em forma de briga, um de frente para o outro, e repetiu, duas ou três vezes, a palavra "galos", até que me recordei de trecho da conversa do dia 30.08.2014. Pois havia Falado sobre pessoas, por parábolas, que serve para qualquer tipo de relacionamento (afetivo, comercial, de amizade etc), disse que se Ele fosse em uma rinha, Ele iria apostar no galo bom, que parecesse que iria ganhar e não no galo ruim (mau, que faz maldade), e por duas vezes fez um gesto grotesco como se um galo pegasse o outro por trás com uma faca e cortasse o pescoço do bom, provavelmente para eu memorizar sobre a natureza humana e o cuidado que devemos ter em escolhermos nossas companhias. Senti-me mal com sua interpretação sobre a maldade humana, foi tudo muito real.

561 - CORAÇÃO ARRUMADO: Forma J (469) Comentou que minha casa era arrumadinha e deu ênfase a esta palavra "arrumadinha" (no sentido de bonita, com muitos quadros), sendo que eu estava um pouco constrangido porque a casa estava desarrumadinha (muitos, muitos, muitos quadros, tubos de tinta abertos, pincéis sujos - que normalmente tenho que jogar fora porque não limpo - roupas limpas, papéis e vasilhas, limpas e sujas, espalhados no quarto de dormir, sala e cozinha). Posteriormente, após ir embora, enquanto eu arrumava a casa, pela vergonha que fiquei, Sai Baba (em voz) assim brincou comigo: "Isto é jeito de receber Deus em sua casa?" Ri bastante e relaxei da minha preocupação sem sentido, não somente porque Ele já havia ido embora, mas principalmente pelo motivo de que Ele não estava ali para ver se a casa estava ou não arrumada, mesmo porque o que importa é estar com o coração arrumado para recebê-Lo.

560 - MINHA CASA: Neste encontro, de 20.09.2014, Sai Baba, na Forma J (469) veio até minha casa, entrou, pediu água, sendo que recusou o suco que ofereci. Perguntei se queria que eu temperasse a água, pois parecia muito gelada. Ele disse que não, bebeu meio copo e largou dizendo que estava muito gelada, assim como muitas vezes não bebo o copo inteiro. Absolutamente ninguém tem a capacidade de descobrir Sua identidade se Ele não quiser se revelar. Por muitas vezes, imaginei-O andando pela casa, com a forma que eu conheço de Sua última encarnação na Índia, mas ficava preocupado com o susto que eu levaria. Ele atendeu meu pedido, que estava disfarçado na vontade de ver como seria, e de curiosidade, sem me assustar.

559 - QUEDA: Achei estranho, quando, em 30.08.2014 no restaurante, Sai Baba J (469) deixou cair um objeto da mesa, de uma maneira que não fez o menor sentido, pois pareceu até um pouco forçado para que Ele deixasse cair. Não relatei na época, porque somente em 25.09.2014 consegui fazer associação com pequeno trecho da minha vida. Claro que já deixei cair objetos, mas a questão está na maneira que caiu, que geralmente só a própria pessoa que deixa cair pode conseguir avaliar. Para mim, em um outro dia, não fez o menor sentido eu deixar cair um peso de 20 kg, no dedo do pé. Não doeu (frase 425) na hora, nem depois, mas Sai Baba (em voz) insistiu para que eu fosse fazer um exame de raio X, mas fui deixando passar. Ele tornou a insistir, e eu novamente deixei passar. Ele disse e fez doer, para que eu me recordasse de fazer a radiografia, mas ainda assim não consegui ir. Acho que Ele desistiu por amor a mim. Não sei o motivo, se chegou a ter alguma fratura, e eu ter certeza de que consegui que não doesse ou eu fazer um tratamento.

558 - VOZ DA ESPOSA: As parábolas, além de serem engraçadas e aparentemente desconexas, parecem tão convincentes que cheguei a pensar se J (469) teria mesmo uma esposa, embora eu saiba que não. O telefone de Sai Baba tocou e, quando Ele atendeu, ouvi uma voz ininteligível brigando muito. Ele afastou do ouvido e falou rindo que ela estava muito brava porque havia arrebentado um cano na parede e Ele ainda não tinha dado um jeito de consertar. Ele ouviu mais um pouco e levou o telefone até o meu ouvido, quando pude ouvir nitidamente a expressão "vamos parar com essa palhaçada ae". Expressão que já usei, e ainda utilizo, assim e com pequenas variações de palavras, um incontável número de vezes, inclusive falei no final do vídeo, de um violino meio desafinado, "Giovanni D'Andrea 013 Suzuki Humoresque", depois não consegui ouvir mais nada. E ela continuou discutindo como qualquer esposa temperamental. Posteriormente, o telefone novamente tocou, era ela (a suposta esposa) com a voz mais doce e suave que já ouvi, a ponto de me fazer bem e me acalmar. O telefone estava no ouvido Dele, não entendi nenhuma palavra. Ele pode tudo.


557 - OPÇÃO DE VIDA: Estávamos na mesa, quando passou um grupo de três freiras, e Sai Baba J (469) me chamou a atenção para olhar. Enquanto eu olhava, Ele falava da opção de vida delas, incluindo a clausura, assim como exemplificou através dos seguidores de Krishna (ver 232). Ao final, Ele concluiu: "A cada um, o seu destino".

556 - CURIOSO: Foi o que constatei quando me sentei com Ele, J (469), que já estava na mesa. Ele havia pedido yakisoba com carne (que gostei porque era de um tipo que não fica presa nos dentes, 518), sendo que já havia comido a metade Dele, estando minha metade já embrulhada para "viagem". Além Dele saber que eu estava chegando, conforme o telefonema, Ele sabia que eu estava decidido a não comer nada. Mas, não resisti, comi assim mesmo, apesar de achar que não estava com o mínimo de fome. Estava uma delícia; tudo é bom e prazeroso ao Seu lado. Nada mais importa, apenas Sua presença de amor; pois ainda que Ele se disfarce como o seu melhor amigo, Ele está na condição de Deus.

555 - ILUSÃO: Neste quarto encontro, antes de chegar no local combinado, ouvi uma voz em tom alto me gritando, olhei para trás e lá estava Ele, Sai Baba J (469) com aparência de uns 30 anos. Ao chegar e me sentar na mesa, aos poucos fui enxergando-O com a aparência de sempre.  Reparei que Ele estava com um terceiro cordão de ouro, bem mais grosso e trançado. Interessante que Ele disse que não, que era o mesmo (o primeiro, com o pingente de caranguejo). Mais de uma vez, eu tentei convencê-Lo de que era outro cordão, enquanto Ele negava. Tirou do pescoço e me entregou e somente aos poucos consegui enxergar que se tratava do mesmo cordão, o primeiro, que coloquei na mão e o senti leve, em gramas. Posteriormente me mostrou que havia perdido o caranguejo, acho que fez isto porque algumas vezes pensei que não havia gostado deste pingente. Curiosamente, antes do terceiro encontro, captei a voz Dele, que disse algo sobre um cordão mais grosso. Fisicamente, no terceiro encontro, J (469) Sai Baba se desculpou de não ter trazido outro cordão mais grosso. Tem acontecido muito isto, do Sai Baba (em voz) continuar o assunto falado com a Forma J Dele mesmo e vice-versa. Na verdade, sempre nutri uma curiosidade saudável em torno de uma situação em que alguns fiscais foram, de má-fé, ver os livros de contabilidade de Seu Ashram e enquanto folheavam os livros, Baba fez com que vissem vários documentos que eles mesmos um dia fraudaram. Não posso afirmar que na plástica facial Ele tenha se mudado, pois sei que pode, ou se Ele criou esta ilusão em minha mente.

554 - QUARTO ENCONTRO: Em 20.09.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. Na noite anterior eu havia deitado bastante tarde, sendo que acordei com o telefonema Dele às 09:46 minutos, com uma voz diferente das três materializações e, também, do telefonema de 13.09.2014. Era um timbre que não me fez bem e insistiu com veemência para eu ir e riu de uma maneira que eu não gostei, mesmo porque parecia que eu conhecia aquela gargalhada peculiar. Foi desagradável, não gostei. Fiquei razoavelmente mal. Passados uns 20 minutos, lembrei-me de onde eu conhecia aquela gargalhada, era a de uma pessoa que passou pela minha vida de forma negativa, lá pelos meus 20 anos, assim como passaram outras negativas e muitas positivas, que me fizeram bem. Eu nem me recordava mais disto, mas Ele, que jamais esquece, parece ter considerado que eu deveria colocar este sentimento ruim para fora. Passado o susto, ao acordar, fiquei bem.

553 - FALATÓRIOS: Em 23.09.2014, pelas duas da tarde, pensei de brincadeira que estes muitos encontros com Sai Baba, além da possibilidade de me virem com Ele na rua, daqui a pouco vão dizer que estamos juntos, tal os falatórios da sociedade. Nós andamos de carro, frequentamos bares e restaurantes e até na minha casa Ele já veio. Entre 15:39 e 16:02 min., Ele, com o número de telefone da Forma J (469), ligou-me 19 vezes e efetuou outra ligação às 16:31 minutos, totalizando 20 chamadas, inclusive duas no mesmo minuto. Eu não estava com o telefone para atender. Outra leela (lila, brincadeira divina). Lembrei-me que antes dos 20 anos, namorei uma menina por cerca de um ano, que terminei por um motivo, mas disse para alguns amigos que havia terminado com ela, porque na mesma tarde, ela havia me ligado 11 vezes.

552 - TELEFONEMA: Tentando ligar para meu filho, em 21.09.2014, todas as teclas pararam de funcionar por completo, foi quando Sai Baba (em Voz) disse que havia sido Ele. Fingi não ouvir o que Baba falou, desliguei o aparelho e religuei. Tornei a telefonar e a ligação, ainda na chamada, caiu. Desisti na segunda tentativa, que foi igual. Fui na cozinha e quando voltei ouvi a voz do meu filho, já irritado porque eu não falava nada. Sai Baba disse que estava ligando para ele. Logo entendi e perguntei quantas vezes isto havia acontecido, ao que ele disse várias. Após conversarmos, constatei que havia 4 ligações anteriores, com 06, 14, 16 e 56 segundos.

551 - CISCO: Caiu no meu olho, em 16.09.2014, de uma maneira que tive que parar de andar e entrar em um banco próximo. Com muito incômodo e já quase desistindo de retirar, lembrei-me de uma imagem em santinho de Santa Luzia que minha mãe anos antes falara que era protetora dos olhos. Mal deu tempo de pensar na santa e Sai Baba desmaterializou esta pedrinha. Conforme Ele já falou, com outras palavras, podermos chamá-Lo por qualquer nome, por qualquer santo de devoção que Ele interceptará a prece e atenderá o pedido. Sobre materialização, ver 315.

550 - REINO: Apesar de saber que Jesus não mentiu ou se enganou quando disse "Meu reino não é deste mundo", mostrando que a felicidade não era na Terra e sim na vida espiritual ou outros mundos habitados; com a presença "física" de Sai Baba, diferente de outros momentos de minha vida em que realmente considerei que o planeta não comportava tanta felicidade, se eu não tomar cuidado vou acabar achando que o reino de felicidade é principalmente neste mundo, aqui e agora.

549 - TOSSE: Durante cerca de duas horas, tempo do encontro com Sai Baba J (469) fiquei tossindo, sendo que nem antes nem depois deste encontro eu estava com tosse, bem como não estava em dias anteriores. Quando O reencontrei após sua desmaterialização, além de rir alto com suas brincadeiras, tive um acesso forte de tosse. Como já li, diante Dele, tudo pode acontecer, não necessariamente bom, aos olhos comuns.

548 - DESMATERIALIZAÇÃO: Após caminharmos três quarteirões, quando eu virei para o lado e voltei o olhar para Ele, não O vi mais. Procurei em vão. Em Voz, disse que eu não O acharia (como J), porque Ele estava em todo lugar ao mesmo tempo. Entrei no banheiro de um restaurante para me recompor emocionalmente. Voltei ao local onde estávamos e lá estava Ele, bem depois deste ponto já voltando em minha direção. Ou seja, percorreu os três quarteirões e mais um pouco até eu avistá-Lo, em um espaço de tempo que um atleta corredor comum não conseguiria, por ser humanamente impossível. Chegando ao meu encontro, novamente me chamou de Mister M, dizendo que eu havia desaparecido. Tive um acesso de tosse e gargalhadas.

547 - INEXPLICÁVEL: Tentando identificar com qual cordão de ouro J (469) Sai Baba estava, olhei detidamente para um lado de Seu pescoço, pois aparecia um pequeno detalhe deste, dentro da camisa. Mal deu tempo de eu piscar os olhos e foi impossível deixar de notar que do outro lado do pescoço havia entre 10 e 20 centímetros do cordão, do lado de fora da camisa. Pelo tamanho e cor era impossível eu não ter visto anteriormente ao fato de eu tentar ver do lado que estava escondido.

546 - CASAMENTO: Conversando com J Sai Baba (469) sobre este assunto, Ele comentou sobre as várias culturas, cada uma com sua peculiaridade a respeito da diversidade neste sentido, casamento entre duas ou mais pessoas etc. Eu toquei no assunto infidelidade conjugal, Ele riu e, sem aprovar ou desaprovar, disse: "Hum, se descobre..." Eu ri e perguntei sobre estes matrimônios entre mais de duas pessoas (que em determinados países serão tidos na conta de infidelidade), e falei da bíblia, embora eu não lembrasse de nenhuma passagem neste sentido. Na hora Ele fez uma expressão de que havia sido pego de surpresa e que não tinha uma resposta para me dar. Claro que eu percebi que era um teatro facial, porém fiquei sem a resposta Dele, mas ri da brincadeira. Já em casa, pensando que cada um responde pelo seu grau evolutivo e consequentemente sobre seus atos, independente do que convenciona as leis humanas, Sai Baba, em voz, disse-me: "Se você já sabia a resposta, por que perguntou?" Sorri novamente.

545 - JOELHO: Repetidamente (524) a Forma J (469) de Sai Baba esfregava um dos joelhos, senti que tivesse algo a ver comigo, mas decididamente não entendi, então Ele parou com este gesto. Já em casa, ajoelhei-me para tirar foto mais perto de um quadro e exatamente como já havia acontecido alguns anos atrás, por algum tempo, doeu bastante, aparentemente sendo uma veia (ou nervo) que esbarra no chão e parece um pequeno choque, seguido de dor. Voltou ao normal, tendo acontecido apenas o tempo suficiente para eu me recordar. A maioria das pessoas enfatizam  o poder de cura de Swami, mas Ele tem igual poder de dar a doença, quando Seu amor considera necessário.
544 - SANTINHO: Na mesa, mostrei para Sai Baba J 469) que tinha uma foto Dele na carteira. Ele pegou e disse algo sobre o ambiente da imagem (uma cadeira grande de madeira branca) que não me recordo das palavras, mas considerei absurdo (exatamente neste termo, absurdo). Depois, rindo me perguntou se era de meu filho. Eu ri e disse que era de meu pai. Ele tornou a rir. Somente em casa fiz a associação: Lembrei-me de um amigo, que disse várias coisas, que não me recordando de nenhuma palavra, apenas memorizei que considerei um absurdo, sendo que, sem imagem nenhuma de Baba, pareceu estar falando exatamente desta foto (que confirmei posteriormente que era desta que ele havia falado). E, também, que no dia anterior após falar com uma amiga sobre Sua tríplice reencarnação (frase 105), ela disse brincando que Baba iria renascer como meu filho. Antes de achar engraçado, tomei um susto. Ele registrou que ouviu. Também registrou que estava com o cabelo grande e ia cortar, exatamente meu pensamento na noite anterior.

543 - SÓSIA: Em junho de 2012, tive um sonho que relatei no capítulo XVIII, do "Meu Diário com Sai Baba", em que Ele, além de mudar fisicamente o rosto, materializava-se como sósia de uma pessoa viva e realizava determinados trabalhos em que esta estava impossibilitada. Em 13.09.2014, durante o almoço veio um conhecido Dele, que fui apresentado, extremamente irritado por situação particular, conversou por alguns minutos e saiu ainda nervoso. Passou alguns minutos, ele retornou inversamente calmo, foi ao banheiro e parou novamente para conversar um assunto que não caberia em uma conversa normal, mas que foi parte da resposta de algo que J (469) falou antes de eu saber que era Sai Baba, fiquei na dúvida e sonhei com o assunto. Depois deste retorno, novamente Sai Baba entrou neste assunto me esclarecendo de vez. Não fosse este assunto que não condiz com uma conversa razoável e eu nunca descobriria que esta segunda pessoa que retornou, na verdade era o próprio Sai Baba que havia, em corpo físico, se materializado como sósia deste conhecido Dele. Também me chamou a atenção o fato dele andar meio curvado, diferente do primeiro. Claro que Ele deixou pistas propositadamente. Posteriormente, em Voz, Baba me confirmou que era Ele mesmo e que fez isto para me mostrar como isto pode acontecer. Neste momento estive na presença de Sai Baba materializado em duas formas: J e um sósia deste conhecido Dele; não encontrei I nem V.

542 - CONSTATAÇÃO: Embora eu tivesse a certeza de ter visto que havia recebido apenas uma ligação de Sai Baba J (469), a ponto de dizer isto a Ele, que disse que além da vez que conseguiu falar comigo, havia tentado outras duas vezes (que foi atendido por uma criança); constatei posteriormente, em casa, que eu havia recebido outras duas ligações do mesmo número, uma às 09:44 e outra às 09:54 minutos (ambas antes da ligação em que falei com Ele). Entendi que era uma brincadeira e que a criança era eu mesmo.

541 - TELEFONE: Sai Baba J (469), no meio da conversa, tirou um papel amassado do bolso mostrando os números que eu havia escrito em um guardanapo no encontro anterior. Tenho dois telefones de nove números, mas quando vi o papel constatei que eu havia escrito um com nove e o outro com apenas cinco números. Não sou perfeito, posso errar e me distrair como todo mundo, mas pelo hábito da escrita diária, mesmo sem ter certeza, é muito mais fácil acreditar que Sai Baba apagou quatro números do que eu somente tenha escrito cinco ao invés de nove. Disse-me que por isto Ele havia ligado pedaço de um número com pedaço de outro para ver se conseguia falar comigo. Eu fiquei na dúvida entre rir e ficar confuso. Em casa pensei se Ele tinha um celular ou se me ligou diretamente. Com naturalidade tirou o celular do bolso (igual ao meu velho e simples que falo que nunca dá problemas, diferente do outro novo e requintado), e ligou na hora dizendo que era para o meu número, mas vi e falei com Ele que não era o meu número.


540 - PADARIA: Antes destes três últimos encontros, quando eu não sabia que era Sai Baba, materializado em três formas diferentes, eu já havia ido tomar café na padaria com J (469) apesar da possibilidade Dele ser ladrão, o que para mim foi motivo de felicidade, ver 88.

539 - MIOJO: Referindo-se ao yakisoba como miojo, falou exatamente como já pensei em situação que cozinhei miojo por preguiça ao invés de fazer comida. Ele disse: "Olha só, estou comendo miojo, mas estou feliz, tanta gente por aí agora, em situações de muito mais conforto do que eu que não está feliz assim". J Sai Baba (469) realmente me conhece.

538 - NA MESA: Perto do local combinado encontrei um conhecido Dele que disse para mim que Ele havia pedido para me avisar que Ele estaria em determinado bar me aguardando. Lá chegando O vi já na mesa rindo e me convidando para almoçar, pois já havia pedido yakisoba de camarão. Ele foi logo dizendo que eu estava com uma voz diferente e que já havia ligado outras duas vezes e que uma criança havia atendido e que Ele não havia entendido, então ligou um pedaço de número com outro pedaço e que não conseguia falar comigo... E rapidamente continuou falando o que considerei ininteligível e propositadamente para me confundir. Recordo-me de ter dito que no meu telefone somente havia aparecido uma ligação, a que eu atendi.

537 -TERCEIRO ENCONTRO: Em 13.09.2014, após descobrir que Sai Baba J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba. Neste dia acordei e tomei banho e voltei a me deitar, pois não estava muito bem do estômago. Pensei em ir ao encontro, mas não estava muito bem. Acordei pela segunda vez às 11:25 minutos com o toque do telefone e uma voz totalmente diferente das três formas. Perguntei quem era e Ele me respondeu que era J e que queria saber se eu iria ao nosso encontro. Ainda confuso com esta voz, disse que sim e que havia estranhado Sua voz. Ele disse naturalmente que estava um pouco rouco, mas durante todo o encontro não havia nada diferente em Sua voz.

536 - RECEOSO: Mais uma vez, haja vista, eu estar em 13.09.2014, às 3 da manhã divulgando o link de "Tríplice Materialização de Sai Baba", em comunidades referentes a Sai Baba, inobstante sobre o assunto de ser ou não bem recebido entre os devotos que consagram sua vida em torno das "Organização Sai", a Forma J (469) ter dito, de braços abertos e rindo, o "seja bem vindo" (533). Para me tranquilizar sobre este aspecto, Swami fez com que ao clicar em uma página, ao invés desta abrir, fez conexão em uma foto Dele rindo, com este escrito: Be Happy Don't Worry - Sri Sathya Sai Baba.

535 - DADOS: Segundo Einstein "Deus não joga aos dados". É verdade, Ele, por Sai Baba, que vibra na condição de Deus, joga a todo instante positivamente e com amor, com todos (479). Ele me mostrou que conhece cada fração de pensamento meu, de cada época da minha vida; assim como conhece de todos. Nada fica ao acaso, muito menos aos dados.

534 - FRASISTA AE: Albert Einstein, conhecido mundialmente pela sua contribuição com a ciência, esquecemos de sua diferença com a maioria dos cientistas, naturalmente materialistas, o que pode ser visto em sua passagem pela arte (330) e pela sua espiritualidade, sem apego aos dogmas religiosos e comumente esbarrando na ideia de Deus, como mostram algumas de suas frases.



533 - BEM-VINDO: Apesar de não tocar em assunto relacionado a Ele mesmo; perguntei ao Sai Baba J (469) se Ele já havia ido ao Centro Sai Baba de Vila Isabel (bairro do RJ). Ele respondeu que sim. E perguntei: Pessoalmente, em corpo. Não posso precisar o que Ele respondeu, mas entendi que não. Depois perguntei como seria se eu contasse tudo que estou vivenciando para a Organização Sai. E Ele abriu os dois braços, rindo e disse: "Seja bem-vindo". Posteriormente no meio de assunto totalmente diferente, parou e novamente abriu ambos os braços e reafirmou: "Seja bem-vindo". Eu estava receoso...

532 - SEMELHANÇA: Ver 502. Na frase 469, escrevi que Sai Baba J "lembrava a mim, porém muito mais mal cuidado, um pouco barrigudo, com uns 60 anos [..] assim como no temperamento Ele adotou o meu multiplicado", (observei que neste novo encontro, de 06.09.2014, Ele parecia mais rejuvenescido e com uma barriga menor). Vacilei em escrever a idade e fiquei pensando de brincadeira na normalidade do corpo debaixo da roupa ou se a materialização seria somente no que vemos. Lá Ele disse que tinha 52 anos (número da casa da minha mãe, que passei boa parte da minha vida) e descuidadamente levantou a camisa (para eu constatar que é normal). Fazendo eu me enxergar em Sua personalidade, em Seu corpo e nas parábolas que Ele contava como se fossem fatos da vida Dele, embora sejam da minha, entendi que Ele queria que eu compreendesse, nos dizeres bíblicos, que eu era "Sua imagem e semelhança".

531 - MEU PAI: Caminhando com Forma J (469) por alguns instantes senti que eu estava na roupagem de meu filho, com o mesmo andar, com o mesmo riso, com a mesma expectativa de quando eu falo alguma coisa engraçada. Naquele instante eu era o meu filho, e quanto a Sai Baba, também por poucos instantes eu O vi na condição de Giovanni, como meu pai. Foi intensa a experiência, mas somente consegui coordenar os pensamentos em casa.  Meu pai morreu antes que eu completasse 2 anos, sendo que hoje e já há alguns anos, posso dizer com toda clareza de que ele não me faz a menor falta, mesmo porque nesta vida, nem sei o que é ter um pai. Minha mãe supriu de todas as maneiras que estavam ao seu alcance. Mas, um dia, por alguns anos, com certeza fez muita falta e Sai Baba em instantes me confortou para o resto da vida, neste sentido, que já nem me recordava mais. Naquele momento, Ele, conhecido como Avatar (Deus na forma humana), não era meu Pai que está nos Céus e sim meu Pai que está na Terra.

530 - PREPARAÇÃO: Sai Baba (em Voz) me disse que já estava me preparando para este encontro, com Ele materializado, desde encarnações anteriores, inclusive já tendo se apresentado a mim antes desta vida atual, em "carne e osso", mas não chegou a revelar Sua identidade na época. Até para eu memorizar a infinidade de informações (verbalizadas, gesticuladas, por expressões faciais ou induzidas em minha mente),  em frações de segundo, poucas delas escritas (aqui) em frases (outras que não escrevo por serem totalmente pessoais ou por ainda não serem permitidas), acho que Ele me intuiu, anteriormente, a não levar caderno em alguns cursos e parte da faculdade, sendo que anotava as aulas em casa, quando chegava, o que deixei de fazer depois, quando parei de utilizar cadernos.

529 - QUENTE: Diferente das outras vezes que toquei em Sai Baba J, desta única vez, ao tocar em seu braço senti imenso calor no dedo. Qualquer pessoa que me conheça um pouquinho que seja, sabe que praticamente nunca sinto frio. Tenho casacos de mais de 10 anos que não usei seis vezes (ver frase 54). Já cheguei a orar para Sai Baba pedindo que eu conhecesse o frio, sendo que Ele me atendeu por poucos meses. Dormindo sem camisa, algumas vezes, acordei para vestir camisa, somente para não sentir calor ao me esbarrar. Neste momento Ele era eu.

528 - HORÁRIO: Em 30.08.2014, ao final deste melhor dia da minha vida, Sai Baba J (469), ao marcar o novo encontro, para o dia 06.09.2014, perguntou-me que horas eu poderia encontrá-Lo. Eu disse 10 (da manhã) e Ele enfatizou em bom tom, levemente sorrindo, chegue entre 9 e 9:30 minutos. Sorri e disse que estava tudo bem. Neste dia quando vi que iria atrasar (como sempre, desde criança) mentalmente pedi desculpas, ao que a Voz me respondeu, que: "está tudo bem, Eu não sou muito ocupado"; de imediato vieram em minha mente várias situações de desconforto que já senti por causa de horário. Ao chegar lá, 11 horas em ponto, cumprimentei-O timidamente e Ele foi logo conversando assuntos diversos, como se eu tivesse chegado com meia de hora de antecedência e não havia feito Ele me esperar (considerando a hipótese Dele ter me esperado, pois não dá para imaginar um espírito deste grau de evolução parado em espera). A maneira como Ele me recebeu, esteve bem acima da condição de "meu melhor amigo", ver 502.

527 - APELIDO: Entre 30.08.2014 e 06.09.2014, fiquei tentando me lembrar se Sai Baba J (469), nos últimos meses, quando eu ainda não sabia que J era Ele, havia me chamado de "ruço", pois é muito comum desconhecidos me chamarem assim na rua. Ele ouviu meu pensamento, neste último dia e repetiu (ver 524) por várias vezes esta palavra até eu lembrar que havia pensado. Neste dia também me chamou muito de "patrão" ou disse "você é meu patrão", como se Ele estivesse ali para me servir (ver 490).

526 - DESCONVERSAVA: Sempre que eu tocava em algum assunto relacionado ao Sai Baba, Este, na Forma J (469), fazia uma expressão de desentendido, como quando mostrei a palavra "Asheran" (de CECEUNA - Centro de Contatos e Estudos do Universo Asheran), escrita com "e" e "n", sendo que Baba, na Índia tinha dois Ashram (s). Quando falei Índia, Ele disse Ilha. Falei que não havia entendido e Ele repetiu Ilha, Ilha do Governador (bairro do RJ) e contou que conhecia lá etc Mais uma vez Ele se mostrou não como Guru, Mestre, Avatar etc, mas como amigo pessoal (502).

525 - EMPURRÃO: Quando ainda não sabia que J, era Sai Baba materializado, por gostar muito Dele, dizendo que Ele era legal, cheguei a dar uns tapas, com minha mão pesada, em suas costas, perto do ombro (475). Mas, tão logo cheguei à conclusão de quem Ele realmente era, automaticamente saí um pouco da condição de amizade para a devoção reverencial. Mas Ele humildemente me tirou desta postura, quando entre risos, de uma maneira que só Ele sabe fazer, falou coisas pessoais minhas, enquanto caminhávamos na rua movimentada, que nem me lembrei de mais nada racionalmente e falei: Só Lhe empurrando mesmo... E empurrei. Ele foi mais de um metro para o lado rindo e eu ri mais ainda. Eu estava feliz, como nunca havia estado. E Ele não me repreendeu.

524 - REPETIÇÃO: Todas as vezes, sem exceção, que eu não tinha certeza ou não conseguia fazer um paralelo entre minha vida, seja subjetiva, objetiva, atual ou passada com Seu ato um pouco mais demorado, gesto momentâneo, frase em parábola aparentemente ininteligível ou mesmo uma palavra desencontrada fora de contexto, Sai Baba, na Forma J (469) repetia rindo ou mesmo com ênfase e energia. Tão logo eu fazia este paralelo Ele parava imediatamente de repetir o gesto ou palavra e não fazia mais até o fim do encontro. Poderia estar o mundo inteiro ouvindo que somente eu entenderia, porque era a minha vida passando diante de mim através de palavras e gestos mínimos que aos outros habitantes do globo nada representariam. Naquele momento era somente para mim que Ele falava, apesar Dele dar mostras de estar em todos os lugares ao mesmo tempo e atender a todos conforme considera necessário.

523 - PRESSÃO ALTA: Sai Baba J (469) dizendo ter pressão alta encheu de sal, a ponto de cair na mesa, os bolinhos de bacalhau que estava comendo, ao que tomei um susto com este descaso com a saúde. Somente depois me recordei que também tenho pressão alta, encho de sal as frituras a ponto de assustar um ou outro e ainda fico algum tempo sem tomar o remédio porque esqueço de ir comprar e quando alguém fica preocupado comigo, só respondo: Não se preocupe não, eu estou com Deus (embora eu saiba que também temos que fazer a nossa parte). Sobre sal, ver foto da mesa, da frase 416.

522 - HOME THEATER: Na verdade quando falei que tinha um aparelho de DVD no porta-malas, quando Sai Baba J me perguntou (ver 481), respondi que sim porque nunca falei o nome correto, com exceção de umas duas vezes, de uma maneira irônica com o estrangeirismo e com as pessoas que falam de determinada maneira para se sentirem requintadas (chique, no estrangeirismo). Após escrever sobre 30.08.2014 e antes do encontro de 06.09.2014, pensei em consertar a frase, mas esqueci. Neste novo encontro Ele disse que o aparelho estava lá, com as caixas de som fazendo barulho (e fez vários barulhos com a boca), ao que me recordei de que não havia consertado a frase.

521 - FOTOGRAFIA: Levei a máquina fotográfica para registrar, guardar com carinho para sempre, embora eu nunca vá esquecer, mesmo quando estiver em local fora do tempo, na eternidade, e se um dia Ele autorizar, publicar sobre este raro momento não só desta vida, mas da história de um espírito imortal como outro qualquer, no caso eu. Ele permitiu que eu fotografasse, para não me desagradar na condição de meu amigo, mas fez uma carinha de coitadinho e de tímido, que eu, não na condição de devoto, mas também na condição de amigo, não poderia desapontá-Lo. Eu não fotografei Sai Baba materializado na Forma J.

520 - CAMPANHA: No restaurante, Sai Baba J (469), após mencionar o nome da campanha de doação, apesar de saber minha resposta, perguntou-me com ênfase: Mas você não dá dinheiro pra esta campanha não, né ? Eu disse que não (sempre pensei que quando quero doar, faço-o pessoalmente porque sei que chegará ao local de destino). Ele disse: Ainda bem... Eles arrecadam milhões, mas somente repassam um pouquinho. Completei que este pouco era o comercial deles. Ele concordou. Na política falou que não é muito diferente, pois além do dinheiro que conseguem "por fora", os governantes ainda ganham muito bem para não fazerem praticamente nada pelo povo.

519 - DESAPARECIMENTO: Já achando que J (469), era Sai Baba materializado, em 30.08.2014, antes de irmos ao restaurante, quando Ele foi ao banheiro, pensei na possibilidade Dele se desmaterializar lá dentro e não voltar. Ao sair do banheiro Ele discretamente deu um sorriso, sem me olhar. Após isto pensei a mesma coisa algumas vezes, inclusive estando em casa. Desta vez, em 06.09.2014, Ele ficou literalmente me zoando, dizendo que no dia que fui embora sem me despedir (meses antes) Ele achou que eu tivesse desaparecido, tipo Mister M (conhecido ilusionista), "do nada"... Repetiu rindo e me zoando várias vezes até eu entender completamente que era eu quem pensava isto Dele. Parecia eu, nas vezes que explico alguma coisa, zoando (com carinho) com quem estou falando.

518 - COMIDA: Diferente da outra vez (30.08.2014) que Sai Baba J (469) pediu o que mais gosto, camarão, sem eu saber; desta vez (06.09.2014) parecíamos amigos do tipo que um fica com receio de desagradar o outro e comeria qualquer coisa que o outro pedisse, ainda que não gostasse, somente para agradar. Ele disse que não tinha camarão, mas se eu quisesse poderíamos voltar no restaurante anterior. Eu disse que não precisava. Primeiro Ele disse que não comia carne, depois disse que poderia comer e completou com gestos sobre a mastigação demorada da carne e que fica presa nos dentes. Este sou eu: Digo que não como muito, porque demora mais a digerir e a mastigar, mas como do mesmo jeito, satisfeito, quando não tem peixe ou frango. Já cheguei a pedir em casa para que nunca se comprasse determinado tipo de carne, porque agarra mais no dente do que outras. Carne de porco Ele disse que nunca comia (igual a mim). Depois falou que poderia acontecer de cortar a carne (fez o gesto serrando) e que poderia encontrar um bicho vivo e ter que tirar. Isto aconteceu e me marcou, quando meu avô (frase 164) após amputar um dedo da perna que restou, mesmo fazendo o curativo diariamente, foi encontrado nele um bicho branco, que nunca mais esqueci, pelo mal-estar que me causou. Chegamos à conclusão juntos que deveríamos comer bolinho de bacalhau, sendo que reparei que Ele estava comendo menos somente porque eu estava gostando, para que eu comesse mais. Tão logo pensei isto, para não me constranger, Ele voltou a comer, mas mesmo assim demorou neste, enquanto comi todos os outros bolinhos.

517 - DONO: Tendo reparado que movimento conta em dois bancos, J (469) disse brincando que eu era dono de dois bancos e repetiu. Eu ri e disse (em referência ao fato de estar diante Dele): Agora, eu sou dono do mundo! Ele também sorriu.

516 - VINHO: Após o encontro de 30.08.2014, falei em casa que Sai Baba J (469) acertou em tudo, mas quando Ele falou, como amigo (não como Avatar) de sairmos e beber Ele apenas disse chopp e whisky. Parei de beber aos 22 anos, antes de parar de ir em boates e bares 2 ou 3 vezes por semana, hábito que não tenho atualmente, depois disto sempre considerei que o som alto já me deixava entorpecido o suficiente para me divertir. Além destas duas bebidas eu bebia cerveja (que sempre dizia que se trocasse por chopp eu nem repararia) e vinho. Falei que Ele havia se esquecido apenas do vinho (cerveja e chopp, para mim eram sinônimos). Após 06.09.2014, já em casa, antes de me sentar para escrever sobre este encontro, peguei um iogurte e na primeira colher senti o gosto de vinho, foi o que me fez lembrar de escrever este assunto. Nunca fui radical quanto a não beber, em ambos encontros Ele pediu (antes de eu pensar que não queria) chopp, acho que fez isto para eu ficar em um estado de mais receptividade mental para estas experiências.

515 - SAIR BABA: Babar, salivar pelo canto da boca. Nos últimos 2 ou 3 anos, reparei que de vez em quando, sutilmente e imperceptível aos olhos de qualquer pessoa, pelo canto da minha boca, fica uma pequeníssima fração de gota de saliva, que, como nunca tive isto, considerei que seria uma outra forma de chamar a minha atenção durante o dia, além do comum cheiro variado de vibhuti. Na conversa na rua, vi uma pequena bola branca saindo de Sua boca, que considerei ser saliva, totalmente diferente de quem "fala cuspindo", mesmo porque Swami J (469) não fala assim. Considerei, fiz a associação com o que ocorre comigo, mas não tive certeza, preferi descartar a informação. Ele leu meu pensamento e repetiu a cena.

514 - CORDÃO: Neste cordão de ouro diferente (frase neto), havia uma pequena medalha redonda, levemente amassada, que Ele, Forma J (frase 469), novamente tirou do pescoço e perguntou se eu queria, que poderíamos fazer um "rolo". E falou para eu colocar no pescoço. Coloquei e senti o mais revigorante passe energético que já tomei. Um desse e nunca mais a pessoa esquece, mas se eu pudesse eu tomava uma meia dúzia desse por dia. Ele falou: "legal é o que tá escrito". Li: "Deus te guie"; mas curiosamente minha mente se deteve no pequeno traço que vinha depois da última letra, confundindo-me se havia ou não um "s". Somente em casa me recordei que quando criança e ficava em dúvida sobre alguma letra, seja pela existência dela (por exemplo, guie ou guies) ou sobre ser uma ou outra (por exemplo, "o" ao invés de "a"); eu fazia um desenho malicioso que servia para ambas situações, sendo que nunca fui questionado ou diminuíram minha nota por causa disto. Ele lembrava, mas eu não.

513 -VISÃO: Na mesa do bar e restaurante, Forma J (469) debruçou para me mostrar os olhos, que perguntei qual era a cor. Ele disse preto, confirmei. E colocando as duas mãos em um olho disse que havia operado uma vista só e que doeu demais, muito mesmo. Insistiu sobre a dor, que ela apareceu, sumiu e reapareceu. E que agora mesmo não enxergando bem, falou que ia "deixar para lá", que nunca mais ia operar. É como se eu estivesse me olhando no espelho, espelho que fala o íntimo e vivências anteriores. Eu operei uma vista só, porque o grau não era muito e daria para compensar, sem necessidade de óculos. Nunca havia doído, mas certa noite acordei gritando: "Estou cego, estou cego". Corri para o espelho de olhos fechados e fui abrindo lentamente porque achei, erroneamente, que meu olho havia vazado, furado. Foi a maior dor física que senti nesta vida. Nunca faltei a nenhum compromisso por isto, mas muitas vezes chamei por Sai Baba, já que quase diariamente doía, geralmente quando eu acordava. Depois de um tempo ela sumiu e posteriormente voltou a doer. Os médicos nunca souberam explicar. Hoje não sinto mais nada. O grau voltou, não me incomoda, raramente uso óculos, às vezes no cinema, para televisão não precisa. E já deixei claro que nunca mais vou operar a vista.

512 - TORCICOLO: Caminhando na calçada, após derrubar uma cordinha fina amarrada entre dois sinalizadores de pista, que ambos fomos levantar, Sai Baba J (469) novamente cerca de 4 metros depois derrubou outra. Lembrou-me a mim, que de vez em quando vou atravessando a rua com carros totalmente desatento. Depois disto Ele passou para meu lado esquerdo (estava no direito), na hora pensei não é possível que Ele sabe de meu torcicolo que começa a melhorar após um mês. Pouco depois Ele brincando e colocando a mão no pescoço, disse que não estava conseguindo enxergar nada pelo lado direito, por causa da dor. Ele repetiu a informação de Sua maneira para que eu entendesse.

511 - BOTERO: Do outro lado da rua estava passando uma moça com peso bem acima da média. Eu estava de costas, Ele falou para eu olhar e fez essa comparação, que parecia uma pintura do Botero. Achei engraçado e ri mais. É extremamente comum eu fazer este tipo de associação: de pessoas, cenas, paisagens e objetos com quadros, trechos de filme (existentes ou não) ou de música. Na maioria das vezes, nunca comentei com ninguém. Sai Baba J (469) sabia.

510 - ANEL: Antes de encontrar com Sai Baba J (469), lembrei dos anéis de ouro com pedra preciosa que Ele materializava. Sim, acertei, por indução (473, 474) ou não. Ele estava com um deste, com uma grande pedra vermelha. Comentei, Ele tirou, peguei, mas não cheguei a experimentar. Novamente Ele (na condição de meu amigo, a impressão que dá é que Ele quer me agradar a cada segundo a ponto de eu ficar constrangido, mas na verdade eu estou gostando muito) ofereceu para fazer um "rolo", como se estivesse precisando de dinheiro e que faria bem  barato, coisa de irmão. Quando Ele viu que eu instintivamente vacilei, Ele mesmo colocou de volta em seu dedo e disse: mas, acho que nem te serve. Sorri novamente. Além deste anel Ele estava com uma aliança que disse ser do novo casamento Dele.

509 - ÔNIBUS: Ao atravessarmos a rua extremamente movimentada, paramos no meio (junto com sinalizadores de obras), sendo que passavam veículos de nossos dois lados. Na hora, fiquei preocupado com Sai Baba J (469) que parecia que iria atravessar desatentamente, então Ele se virou para o lado que acabáramos de atravessar e esticou o braço para a frente, sendo que vinha um ônibus, e fiquei mais tenso por Ele, achando estranho. Ele falou rindo: parece maluco, como se fosse colocar a mão no ônibus. Depois me recordei que cerca de dois meses passados, apesar de não estar com raiva de nada, tive que me conter fortemente para não dar um tapa com força no ônibus em movimento. Depois fiquei pensando que eu não deveria mesmo, pois já não sou mais criança. Com Baba, na verdade se eu não tivesse me preocupado com Ele (embora não precisasse) teria sido extremamente engraçado pelos Seus gestos e risos.

508 - ENCONTRO CASUAL: Em 06.09.2014, Sai Baba J (469), no restaurante me perguntou se eu estava de lentes, no momento não pensei em lentes de contato corretivas de grau, pensei nas coloridas, pois é muito comum me perguntarem se a cor dos meus olhos são lente. Até este momento Ele foi só mais um que me faz este tipo de pergunta, a questão está no fato Dele imediatamente após perguntar, ficar brincando comigo assim: então a menina pergunta e você vai e responde, fala mais um pouquinho e conversa, ela ri, você continua... Isto havia acontecido exatamente assim a menos de um dia. Também sobre encontro casual, em 30.08.2014, falando engraçadamente,  Sai Baba J (469), rindo, disse pra mim: "então você sai de casa, vem por aqui, vai na padaria, tem uma menina numa mesa, você vai, senta na mesa dela..."; falou isto dentro de um contexto totalmente diferente desta fala. Mas sei que Ele estava se referindo ao que escrevi na frase 397.

507 - VIDA ÍNTIMA: Do início, meio e fim do meu relacionamento de mais de 10 anos. Brincando, ora falando como se fosse a vida Dele e ora como se estivesse comentando da vida em geral e das mulheres, Forma J, de Sai Baba falou detalhes que além de eu nunca ter comentado com ninguém, na verdade eu nem me recordava mais. Claro que eu ria a todo instante.

506 - PARAÍBA: Dizendo ser da Paraíba, perguntou-me se eu conhecia a Feira dos Paraíbas, de São Cristóvão. Eu disse que não. Ele respondeu que não era possível, que eu, esse tempo todo no Rio (RJ) ainda não conhecia. Na verdade Ele sabe que, mesmo eu não tendo na conta de imprescindível, já pensei várias vezes em ir, mas por motivos diversos acabei não indo. Ele insistiu em irmos lá (como amigos e não como Senhor e devoto). Eu ria e respondia com minha habitualidade de respostas: Podemos ir, vamos ver... Respondo sempre assim porque estou acostumado, na vida social, ver afirmações que nunca se cumprem, e, como não gosto de mentir, prefiro deixar a resposta em aberto, para que um dia, se houver firmeza no convite, eu resolva em definitivo se vou ou não. Também por isto, apenas sorri quando Sai Baba J mencionou a possibilidade de irmos a Miami; não sei o motivo, pois não tem nenhuma relação comigo, o que vejo com mais facilidade é o fato de eu escrever de brincadeira, trocando letra, como se estivesse escrito errado, em um exemplo comum, que muitas pessoas fazem é o "tamu juntu", ao invés de "estamos juntos". Neste caso, ao invés de ME AME (ame-me) seria MI AMI, em português. Já li que Baba frequentemente utiliza este tipo de associação, inclusive em outros idiomas. Centros espíritas, igrejas, qualquer templo de qualquer religião ou Feira dos Paraíbas, sempre soube que Deus estava em toda parte.

505 - TATUAGEM: Reparei que Sai Baba J tinha uma tatuagem no braço direito. Não me recordo de ter reparado antes, nem mesmo se Ele estava com esta parte do corpo descoberto das outras vezes. Parecia gasta pelo tempo, um coração com duas letras dentro J e V. Ele disse que era do nome Dele e de Vera sua esposa ou ex-esposa (não estou afirmando que Ele tem ou teve uma esposa carnal, pois Ele fala por parábolas a todo instante). Eu respondi: É... J de Jesus e V de Verdade (e de vampiro, frases 495/496, escrita no dia anterior, bem como vera é a forma sincopada ou gíria de "verdade", eu mesmo já usei muitas vezes neste sentido). Ele riu gostosamente. Em casa me recordei de que eu já havia feito um desenho a nankin de Jesus, cheio de tatuagens (símbolos de uma empresa de arte) e mesmo que eu venha a repetir este tipo de desenho, sempre me questiono se não estaria sendo desrespeitoso com a imagem de Jesus. Digo que repetiria porque sei que não abaixo a vibração de quem olha (responsabilidade do artista), nem coloco em questão nada sagrado, mas, não tendo certeza do alcance deste tipo de desenho nas outras pessoas, questiono-me.

504 - OUTRO RELÓGIO: Novamente Ele, Baba J (469), perguntou-me se eu queria um relógio grande, mas desta vez Ele nem tocou em assunto de relógio cuco (471). Mas, não adiantou, não me animei a querer, porque novamente Ele engraçadamente enfatizou o barulho do pêndulo do relógio (bléin, bleim...). Posteriormente voltou a insistir, então pensei que deveria ser interessante, mas mesmo assim disse para me mostrar mais para o final do ano. Foi uma forma educada de adiar, porque na verdade fiquei pensando no barulho na minha cabeça.

503 - ENTEDIADO: No outro encontro de 30.08.2014, reparei que Sai Baba J (469) me perguntava algo da minha vida e quando eu ia responder, Ele fazia uma cara de enfadonho que me desconcertava a todo instante, então eu me calava e Ele voltava a falar. Durante a semana entre o 1º e o 2° encontro em que Ele se revelou a mim, ri bastante da expressão que Ele fazia. Na verdade Ele não precisa que eu fale para conhecer toda a minha vida. Neste 06.09.2014, foi totalmente diferente, Ele me perguntava a todo instante e pacientemente me esperava falar o que Ele já sabia, o que não deixa de ser engraçado também.

502 - MELHOR AMIGO: Em nenhum momento Ele se colocou na condição de Sai Baba, enfatizando nossa condição de Senhor e devoto, antes, abaixou-se, curvou-se em vibrações, para atravessar a infindável cota de distância de ano-luz, para se colocar na condição de meu melhor amigo, aquele que me escuta a qualquer tempo, aquele que não espera eu pedir atenção ou ajuda, como também não me espera para chamar para sair para uma conversa informal, porque toma a iniciativa pela simples amizade.

501 - O NETO: Logo de início, diferentemente das outras vezes, Ele disse que tinha um neto e repetiu mais de uma vez. Achei engraçado e me lembrei de que havia pensado que Ele era o avô do menino de 7 anos (482). Tão logo cheguei a esta conclusão, Ele mudou o discurso e falou do filho. Isto começou quando eu falei que Ele havia trocado de cordão de ouro. Disse que era do filho, que se chamava Gilberto. Eu ri com a associação da primeira letra (495/496) do meu nome, além de eu ter um amigo que me chama de Gil, ao invés de Gio (ou Giov.). Mentalmente, lembro-me de uma vez ter me chamado de filho (e usou um adjetivo bom que não me cabe). Não sei se tem a ver comigo, mas além da minha associação com vários ciclos de vida meus que duram 7 anos (483), embora eu não acredite em numerologia, por muitas e muitas vezes falei frases neste sentido: Não briga comigo não, que eu sou criança.

500 - SEGUNDO ENCONTRO: Após saber que J (469) era uma das três materializações (466) de Sai Baba, em 06.09.2014, que não vi nem Forma I (475), nem V (486). Ele foi logo falando coisas que pensei durante a semana, na verdade respondendo minhas questões mentais. Conversamos por 3 horas, incluindo uma caminhada e uma gostosa parada em restaurante diverso. Não me recordo de ter lacrimejado, mas há a possibilidade. Recordo-me de novamente ter gargalhado muito e rido um pouco. Ao final falei: Estou a vida inteira tentando fazer as pessoas rirem e agora eu rio nesta quantidade. Pensei na Lei de Ação e Reação e disse: É verdade, tudo volta...

499 - A TROCA: Quando escrevi o trecho, "Troco, sem titubear, toda a minha vida, cada segundo de felicidade por este dia, de 30.08.2014", na frase 464, sobre bem-aventurança, eu não estava falando de quase nada que falei aqui ou de milagre nenhum que Sai Baba tenha feito, materializado ou tenha proporcionado através de uma outra pessoa qualquer. Falei apenas e unicamente, sobre o motivo que me levou a pensar que eu fosse ficar doente, ensandecer (final da frase 467), pela felicidade que senti. Mas, Ele sabe o limite que cada pessoa suporta de enxergá-Lo como Ele é. Quando falei que trocava tudo, era a troco do OLHAR DE SOL!

498 - ALEGRIA: Deixei para  o final o assunto da frase 497, por ser o momento mais engraçado e consequentemente o mais alegre desta experiência, que espero que não tenha terminado em 30.08.2014, mesmo porque Ele já marcou novo encontro comigo, em "carne e osso" (462 e 48). Ao final de tudo, Ele, Sai Baba J (469) encerrou toda a conversa como se resumisse todos os ensinamentos nesta frase, que repetiu por duas vezes e eu ainda a ouço, recordando-me deste dia: A VIDA É ALEGRIA ! A VIDA É ALEGRIA !

497 - LEONARDO: No restaurante, a Forma J (469) de Sai Baba, enquanto pronunciava uma frase qualquer (embora nenhuma palavra seja perdida), totalmente fora de contexto, inseriu a palavra "Leonardo" e continuou a falar. Não entendendo absolutamente nada, apesar da certeza de ter ouvido bem, perguntei se ele havia falado esta palavra. Ele riu alto e perguntou cantarolando e gesticulando (exatamente como fiz no vídeo "Giovanni D'Andrea 023 A Chegada em o Complexo de Órion"): "Da Vinci, você quer um Leonardo Da Vinci ? Você quer ? Você quer um Leonardo Da Vinci" ? E parecia gargalhar, enquanto batia com força na localização dos bolsos da calça. Na hora eu lembrei de pessoas muito materialistas, que passaram em minha vida e que de certa forma não fiquei à vontade (inclusive galeristas que gostam mais de dinheiro do que de arte). Imediatamente Ele começou a cantar uma música brasileira que não me recordo. Ele sabia da minha postura frente ao materialismo, que eu não fico muito à vontade (apesar de eu estar feliz em qualquer lugar e com qualquer pessoa), embora eu não critique nem julgue a ninguém e no final ainda faço amizade... Ele sabia que mentalmente eu traduzo situações da vida (minha ou não) em  trechos de músicas existentes, sendo que às vezes verbalizo ou escrevo este trecho. Mas, o mais curioso, é que uma semana antes eu comentei com minha irmã: tem um camarada aí (J), que não é possível, acho que Ele está de onda com minha cara, falando que o que eu quiser Ele vai trazer; na verdade tem um outro - I - que já falou também. Já sei o que vou pedir, vou pedir algo que não exista para vender, e rimos... Talvez algo de 1500 (ano), rimos mais... Um quadro, mas, não adianta pedir de um pintor que não conheço assinatura. Aliás, tem que ser do que tenha pintado o menos possível, para dificultar mais, rimos muito mais ainda... Ele mostrou que ouviu e acertou todos os requisitos: quadro, data, pintor que pintou pouco (cerca de uma dúzia) e que conheço a assinatura. Ele não trouxe, mas também se tivesse trazido, eu não iria rir tanto. E o quadro eu nem poderia levar para aonde eu for, depois que eu morrer... Mas, esta alegria... Levarei para sempre, onde eu estiver... Lacrimejando (forma discreta, para não falar que eu estava chorando) eu gargalhava para quem quisesse e para quem não quisesse ouvir, no restaurante lotado.

496 - INICIAIS: J, I e V. Quando comecei a ler livros espíritas, nos mais antigos, da época de Kardec, sempre achava muito interessante o autor, ao invés de colocar o nome da pessoa, mesmo porque o círculo de pessoas envolvidas com espiritismo não era tão abrangente como hoje, colocava apenas a inicial para que a mesma não fosse identificada. Falei com minha irmã que havia reparado que a inicial J, é de Jesus, a Inicial I, é de Iesus (Jesus em latim, idioma falado na prece, 489). E falei brincando que V era de vampiro mesmo. Ela disse sério, como se fosse induzida (ver 473 e 474) a isto: V é de Verdade. Ri e falei: deve ser... É verdade, Verdade é o significado da palavra Sathya (de Sathya Sai Baba); uma das 3 palavras que Jesus profere, falando de Si: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai, a não ser por mim". Bem como disse: "Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará".

495 - ICONOGRAFIA: Há mais de uma década, li um livro sobre Aleijadinho, onde a autora, embora eu não me recorde com clareza, fazia um paralelo entre as iniciais do nome de cada profeta, com o nome "Aleijadinho", sendo que o jota tônico, de Jonas e Joel, tem som de "i", Baruc quer dizer louvado, que forma a letra "l" de Aleijadinho, e, sobrando uma letra (12 profetas para 11 letras da palavra de seu nome) o artista homenageou sua mãe Izabel, de propriedade de seu pai. Sempre achei formidável esta análise da escritora. Ao invés de J para I (como no livro), Sai Baba inverteu a ordem, de I (nome da Forma 475) para J (nome de Jesus).

494 - O ESCURO: Quando assim me referi sobre a Forma I, não há nenhuma espécie de preconceito de minha parte. Foi somente para identificar, tentar entender de quem Baba J (469) comentava, que na verdade era sobre Forma V, 486. Nunca tive preconceito na cor ou em qualquer outra coisa. Mesmo porque eu gostava de conversar com a Forma I de Sai Baba. Se não tenho preconceito com a cor da aura, do espírito (já que determinadas colorações alheias poderiam vir a fazer mal a outra pessoa, seja pela vibração ou pelo nível da atitude), quanto mais teria preconceito pela cor externa. Se não gostasse de I, não teria ido com Ele ao Banco (endereço, mencionado na frase 475), bem como fui ao Banco com  J, por ser imprescindível no momento para mim. Tendo praticamente certeza de Um e desconfiança do Outro, de que eram ou deveriam ser ladrões, mentalizei Sai Baba (que sempre fala comigo) para que nada de mal me acontecesse, ao que Ele me respondeu: Não se preocupe, Eu estou aqui. Então eu fui, tranquilo e conversando...

493 - O AZUL: Que não vi na Forma V (486), de Sai Baba (489), lembrou-me que praticamente em todas (não somente as publicadas) as pinturas que fiz do rosto de Jesus, eu sempre utilizo o máximo de cores claras, sendo que a que menos utilizo é o azul. Ele repara em tudo, sendo que em Seus olhos, em nenhum momento eu tive a impressão de estar na frente de Sai Baba, mas sim do "barbudo", como Ele mesmo batizou esta outra forma. Era como estar na frente de Jesus, não o Jesus moreno que Sai Baba materializou a foto, mas o Jesus claro, de olhos claros, retratado pela arte ocidental, por séculos. Mas, sobre este momento, não me recordo do restante do rosto e sim apenas dos olhos translúcidos e transfigurados em luz.

492 - A IRRITAÇÃO: Claro que Sai Baba não está sujeito à irritação, tudo não passou de um ensinamento, através de uma lila (139 e 400). Isto me fez lembrar de duas situações: 1. Sempre achei um absurdo pessoas que, para justificarem sua ira ou pelo menos impaciência, dizem que até Jesus se irritou quando expulsou os mercadores do templo. 2. Nos primeiros anos em que Sai Baba começou a entrar em contato comigo, eu sempre dizia para Ele, em tom de brincadeira, que Ele não deveria ficar com ciúmes, se, mesmo eu gostando Dele, na hora de orar, eu rezasse para Jesus (hábito que com certeza atravessa várias encarnações minha e da maioria das pessoas que oram). Ele fingiu estar com ciúmes.

491 - DUPLA ASSOCIAÇÃO: Sai Baba uniu na mesma Forma V (486) o fato de eu gostar muito de vampiro (e morcego), frase 488, com o fato de eu gostar muito de Jesus, o "barbudo", em Suas palavras. Aliás, muito mais do que Dele no início, quando Ele veio a mim. Mas, agora aprendi que um espírito neste nível de evolução, que está na condição de Deus, já não há mais forma, nem mais nome. Tudo é manifestação de Sua Luz.

490 - HUMILDADE: De Jesus é mostrada quando Ele se curva ao solo para lavar os pés dos discípulos, que andavam de sandálias pelas estradas empoeiradas. Após o "olhar de sol" (frase 489), todas as três formas de Sai Baba, chegaram a mim e formularam frases de oferecimento, que podem ser interpretadas como esta (461): "O que você quer ? Posso lhe dar qualquer coisa. É só pedir". Sendo que por meses, antes de eu saber que se tratava de Sai Baba, brincando (ou não) a Forma J e I, de Sai Baba repetia de uma maneira ou de outra a mesma coisa. Esta humildade de Sai Baba, refletida em Suas três manifestações ao mesmo tempo, fez-me sentir como se eu fosse o Senhor do Universo e Ele o meu servidor. Ele, humildemente, fez-me sentir como se eu fosse a pessoa mais importante do Universo.

489 - OLHAR DE SOL: Não o que os poetas relatam com palavras frias e repetidas, mas o que está nos Cosmos, ver 467. Induzido, fui falar com a Forma V (486) que, ao meu ver, mal sabia coordenar uma frase. Este Sai Baba começou a expressar por Sua boca, o assunto arte, ouvi o início e não entendi uma só palavra depois. Em minha mente chegava clara e decisivamente uma prece (que pareceu católica), em idioma desconhecido para mim. Meus olhos ficaram imantados ao Dele e eu Os vi translúcidos de vários tons claros e recordo-me plenamente de não ver uma só fagulha de azul (apesar de considerar que V tinha olhos azuis). E aquela repetição de palavras ininteligíveis foi me tirando em espírito do solo, para muito alto, ao ponto de eu não conseguir ver nenhuma pessoa, da rua movimentada que estávamos, nem objeto ou prédio. Somente consegui ver bem distante, em tamanho menor as duas outras formas J e I, que na verdade estavam a 3 ou 4 metros de distância. O tempo pareceu a eternidade e o espaço, o senti ilimitado. Posteriormente Sai Baba disse que a prece foi proferida em latim, idioma conhecido do pintor Piero dela Francesca (104).

488 - VAMPIRO: Sai Baba J (469), andando e conversando comigo, eu simplesmente nada ouvi ou entendi, com exceção da palavra vampiro, que foi repetida cinco ou mais vezes. Entendendo se tratar de alguém, perguntei quem era e Ele, com tom de voz e expressão de quem começava a se irritar, respondeu: Você não sabe? E falou mais alto: É o barbudo! Ainda sem entender e falando mais baixo para não irritá-Lo, perguntei: É  o escuro (Forma I, frase 475)? Ele praticamente gritou, visivelmente irritado: Não! É o branco! E Forma J induziu-me a caminhar até Sua Terceira Forma (486). Como não sei o nome deste, tratarei, pela inicial da referência, de Forma V. Em casa, eu sozinho já verbalizei que me "amarrava" em vampiro (comum na arte do cinema), que comumente se transforma em morcego, que também já disse que gosto e Sai Baba trouxe um para morar na minha casa, sendo que cheguei a tirar foto com ele (Autorretrato 2013), dormindo no sol (sobre morcego, ver 396 e sobre vampiro, escrevi de brincadeira em uma campanha de adoção, link, da frase 396).

487 - LADRÃO: Com a possibilidade da Forma J (469), de Sai Baba, ser algum ladrão, preocupado com alguma eventualidade futura, e tendo um carinho por Ele, levei um quadro de Nossa Senhora Aparecida (feito por mim) de presente para Ele e disse que deveria colocar na casa Dele, para protegê-Lo. Ele ficou feliz e aceitou. Na verdade Ele nunca disse nada ou fez nada que me levasse a pensar assim, concluí pelo contexto. Assim como cheguei a ter certeza de que I (475) era criminoso, sem ter nada palpável que me levasse a concluir, mas com Este não me preocupei porque pareceu mais esperto neste sentido de se dar bem em situações de risco.

486 - TERCEIRA FORMA: De Sai Baba. Antes de 30.08.2014, (ver 466), apesar de tê-Lo visto mais vezes, só havia conversado três vezes com este senhor louro, de cabelo curto, de olhos azuis, com barba, pele cansada, talvez entre 50 e 60 anos e reparei que faltava um ou mais dentes na frente, mas não prestei muita atenção. De brincadeira, sem malícia, cheguei a comentar com duas pessoas que ou era lesado do cérebro ou era a pessoa mais simples (cultura e jeito) que já tinha visto, a ponto de ser engraçado. Nunca perguntei o nome Dele. Eu me simpatizara com Ele e Sua simplicidade.

485 - NÃO ENTENDI: Ao restaurante fomos em dois carros, sendo que Sai Baba, Forma J (462) disse para eu ir na frente. Perto de local previamente combinado, antes desta ida, reparei que Ele havia ligado o pisca-alerta e estacionado; para esperá-Lo andei super devagar, mas já longe, observei que continuava estacionado. Como já estávamos perto do local, e eu já havia esquecido que lacrimejara por bastantes minutos, pensei ironicamente: Se for mesmo Sai Baba, Ele já estará lá quando eu chegar. Acelerei, dobrei a esquina e lá estava Ele em pé, com o carro estacionado, calmamente conversando com o porteiro do prédio (478), como se estivesse chegado há pelo menos alguns minutos de antecedência.

484 - O ENCONTRO: Algumas vezes fui em determinado lugar, sendo que antes de chegar, por 4 ou 5 vezes, encontrei com a Forma J (ver 462) no caminho, conversamos e depois nenhum de nós foi ao local e Ele sempre dizia de que não havia mais necessidade Dele ir lá. Algumas vezes, eu disse que precisava falar com I (outra Forma, 475), mas J dizia rindo, que depois eu resolveria isto e eu acabava cedendo e não indo. Entre outras coisas este fato me levou a desconfiar que Ele era efetivamente Sai Baba.

483 - NÚMERO 7: Idade do filho (ver 482). Por inúmeras vezes, com pessoas diferentes eu disse que não acredito em numerologia, porque não é uma ciência, mas se um dia, com base racional, conseguirem me convencer, tudo bem. E continuei falando que coincidentemente eu poderia relatar muitos fatos na minha vida que duraram um "ciclo" de 7 anos ou 14 anos (2 x 7). Sai Baba ouviu.

482 - UM FILHO: Sai Baba, Forma J, sempre disse que tinha um filho de 7 anos (no início achei que Ele fosse avô, apesar do extremo vigor físico), por isso levei vários brinquedos, em dias diversos. Não sei se o fato Dele dizer que tinha um filho é real ou parábola, mas por parábola aproveitou o assunto "filho" e teceu sérias considerações, tais como "filho é sagrado", tem que se preocupar com a cultura, educação etc, e incluiu algumas soluções extremamente pessoais, de uma maneira que não parecia falar para mim. Saí extremamente agradecido com esta parte.

481 - APARELHOS: No carro, Sai Baba J colocou o DVD (470) para ouvirmos, mas reclamou que estava demorando a ligar, como se estivesse sem paciência (exatamente como eu), constatou que não estava funcionando (em casa funcionou) e retirou (em casa, cheguei a retirar qualquer DVD algumas vezes, pela demora). E perguntou-me se eu tinha DVD. Respondi que estava com um aparelho, naquele momento, no porta-molas praticamente novo para levar para minha mãe (que não precisa) que me dera um. Ele disse que queria, depois eu dei. Perguntou-me se eu tinha uma TV, disse que acabara de dar uma pra minha mãe (que parece colecionar). Ele disse que ia querer. Na verdade esta TV era nova e funcionava e estragava e eu sempre colocava a culpa no Sai Baba, em ambas situações. No estrago, para eu trabalhar mais e no concerto, para que eu assistisse um pouco. Chegou a ficar boa perto de algumas pessoas, quando eu pedi. Eu disse que ela estava com defeito e Ele disse rindo: Eu dou um jeitinho... Perguntei: Mas como (sempre O achei grosseiro)? Ele repetiu: Um jeitinho... Posteriormente, minha mãe se prontificou a dar a TV e pela clariaudiência entendi que não precisava, era só para dar o recado de que era Ele, Sai Baba mesmo.

480 - DENTRO DO CARRO: De Sai Baba J (462), logo de cara Ele tirou o boné e passou a mão no cabelo de qualquer jeito, exatamente igual a mim e pronunciou - "Um dia eu ainda raspo tudo". Quase 100% das vezes eu mesmo que corto meu cabelo, inclusive atrás, sem espelho, só pra não perder tempo na barbearia e muitas e muitas vezes falei exatamente assim. Começou a dirigir e errava o caminho toda hora (assim como eu que, saído de Barra do Piraí, vim para o Rio de Janeiro, sem conhecer praticamente nada e errava o caminho a todo instante). Ele falou (por errar o caminho): "É bom que a gente aproveita para conversar". Esta é a minha frase padrão para me poupar das vibrações ruins, em situações de pequeno desconforto, quando reparo que a pessoa ao lado poderá vir a se irritar.

479 - JOGADOR: No restaurante (462) Sai Baba J me perguntou se eu lembrava que eu O aconselhara a parar de jogar, pois Ele sempre dizia que perdia muito dinheiro no jogo, que não tinha jeito, jogava mesmo, muito. Disse que sim e Ele disse rindo, pois é não consegui parar de jogar. Sorri também. Somente em casa entendi que Ele jogava, positivamente e com amor, com todos, ainda que nunca viessem a saber que foi Ele quem os ajudou, como eu tive esta benção de saber.

478 - JACARANDÁ: Quando comecei a desconfiar que J era o Sai Baba disfarçado, voltei sozinho para comprar uma escrivaninha, exatamente como eu estava procurando, no prédio que Ele havia me levado anteriormente e que Ele me aconselhara a comprar. Comprei e depois, em 30.08.2014 (frase 462), comentei com Ele, que disse: Fiquei feliz, diga para sua mãe que ela é de jacarandá, pois ouvi ela dizer que gosta. Ao contar para minha mãe, ela chorou... Em casa reparei pequenos buracos, semelhantes ao de cupim, mas que não atravessam o fundo da gaveta, tampouco comprometem em nada o móvel; Ele (em Voz) me disse que se não fizesse estes buraquinhos o dono não iria querer se desfazer, porque era muito apegado a este móvel, mas para eu não me preocupar, pois já havia arrumado outro para ele.

477 - FOFOCA: E Forma J ao falar mal da Forma I (ver 476), por parábolas, contou boa parte da minha vida, claramente inteligível, associando a personalidade ruim de I com pessoa que tentou me fazer de vítima.

476 - MESA: Com 4 cadeiras... Antes de saber que Eles eram Sai Baba, Forma J (frase 469), após dizer que confiava em mim, fingindo falar mal da Forma I (475), quando Este chegou perto, J repetiu duas vezes esta expressão: mesa com 4 cadeiras. Não entendi nada e perguntei a Ele. Ele riu com malícia e disse: disfarça, disfarça... Fiquei quieto, entendi que era para Sai Baba Forma I não ouvir. Na verdade, J quis mostrar que sabia que recentemente comprei este móvel para substituir o anterior, que por ser mais pesado é melhor para pintar.

475 - SEGUNDA FORMA: De Sai Baba materializado (frase 466). Escuro, magro e de cavanhaque. Seu nome começa com I. Também O conheço há meses. Paguei suco algumas vezes para Ele e demos pequena caminhada no quarteirão, porque eu precisava ir em um endereço. Comentei em casa que eu tinha certeza de que Ele era ladrão, assim como cheguei a desconfiar da Forma J, que comentei que era meio grosseiro, mas eu gostava Dele, até dei uns tapas, com relativa força em Suas costas, sendo que Este (J) sempre me dizia que a gente era parceiro, que gostava muito de mim, porque eu "fechava" junto. Sobre I, o que mais gostei é que O vi correndo na multidão e gritando, antes de 30.08.2014, com um pequeno quadro (com figura de beijo) nas mãos: "Quem quer comprar o beijo, quem quer comprar o beijo". Achei engraçadíssimo. Isto me lembrou a mim, adulto, quando a casa estava um silêncio total e eu saía correndo e gritando atrás do cachorro...

474 - OUTRA INDUÇÃO: No restaurante, J (Sai Baba, frase 469), interrompeu a conversa e olhou detidamente para mulher ao lado da mesa. Sei que Ele não precisava parar, só quis que eu reparasse Sua ação. Imediatamente, ela, pausada e sensatamente, em voz suave, com gestos brandos, começou a explanar sobre Deus.

473 - INDUÇÃO: Mesmo sem certeza de ser Sai Baba materializado, eu já estava lacrimejando. Fomos caminhando, passamos por alguém que O conhecia como J (frase 469), que estava cerca de 5 metros Dele, pois eu estava do outro lado Dele e não daria para ver meu rosto. Esta pessoa cumprimentou a Ele, brincando: e aí, tá chorando por quê agora ?

472 - CARANGUEJO: Antes de saber que se tratava de Sai Baba, comentei do cordão de ouro da Forma J (frase 469), Ele tirou do pescoço e perguntou se eu queria, que poderíamos fazer um "rolo". Reparei que havia um caranguejo pendurado e disse que não. Meu signo é câncer, representado pelo caranguejo. O restaurante, escolhido por Ele, era de frutos do mar. O pedido foi Ele que fez, enquanto fui ao banheiro. Pediu a comida que mais gosto, camarão, ainda bem, pois se pedisse caranguejo, eu não comeria.

471 - CUCO: Por alguns anos pensei em comprar um relógio deste, mas nunca me importei o suficiente para efetivar. Semana passada decidi: ainda bem que não comprei, pois detestaria este barulho no meu ouvido e comprei um, de parede, de madeira entalhada. Forma J (frase 469) me perguntou se eu gostava de relógio cuco e cantarolou alegre CUCO, CUCO. Aquilo me doeu o ouvido. E disse que traria quantos eu quisesse, porque Ele tinha 8. Achei estranho, pois e se eu quisesse 9 ? Disse que não precisava. Somente em casa entendi, Ele sabia que eu gostava, mas não gostava do barulho. Mostrou que pode trazer qualquer coisa em qualquer quantidade. Sendo que 8 deitado é o infinito (quantos eu quisesse), que algumas vezes insiro em minhas senhas eletrônicas, justamente por representar o infinito.

470 - DVD: Tão logo cheguei ao carro de Sai Baba (materializado na forma J, frase 469), em 30.08.2014, peguei para ver um DVD, que estava com a capa virada para baixo. Quando vi falei surpreso: Olha, dos Beatles. Ele me falou: Acabei de comprar, está novinho. Você gosta? Falei: Poxa, muito. Ele falou: Pode ficar, é seu. Eu, constrangido perguntei: Mas, e você, como você... Ele me interrompeu e disse: Não, eu não gosto. Na hora fiquei confuso, sobre o motivo da compra, mas depois me lembrei que tem anos que penso em comprar um DVD dos Beatles, mas somente me recordo quando estou fora da loja, ou, quando lembro eu penso que depois eu baixarei algumas músicas da internet, que na verdade nunca cheguei a concretizar. Ele sabia. O motivo da compra era me presentear.

469 - PRIMEIRA FORMA: E Sua plástica facial. De uma das três materializações de Sai Baba (frase 462), cujo nome, de inicial J, não direi porque vi que Ele cumprimentou a várias pessoas em locais diferentes, que provavelmente não sabem que é Ele, assim como venho conversando há meses sem saber. Eu não gostava muito Dele porque me lembrava a mim, porém muito mais mal cuidado, um pouco barrigudo, com uns 60 anos e como se tivesse tido uma vida mais rústica e desgastante para o corpo físico (assim como no temperamento Ele adotou o meu multiplicado). No restaurante, ao virar o rosto Ele piscou para mim. Na hora, lembrei-me que havia comentado com alguém, que eu desconfiava que este senhor era o Sai Baba, e que eu tinha um quadro em que a figura retratada parece estar piscando, mas na verdade um olho é maior do que o outro, no desenho. Eu disse que eu tinha um quadro que parecia com Ele e quando o olhei, por segundos, Ele estava com um olho maior do que o outro, exatamente como na pintura. Em outra ocasião, achei-O parecido com determinado artista internacional, com cerca de 30 anos. Somente em casa me lembrei que há dois anos, assistindo a um filme de comédia em que a beleza dele era valorizada pela mulher, falei com minha irmã: Já resolvi, na próxima encarnação vou nascer com esta cara, olha o sucesso que ele está fazendo... Nada, da minha vida, passou despercebido por Ele, que, por qualquer meio, fez-me lembrar.

468 - TONTEIRA: Nesta vida, bastava eu beber um pouquinho e já ficava enjoado 2 ou 3 dias, alguns diziam que era problema no fígado, não sei. Nunca me esquecerei, também, de uma noite em que jantei apenas mandioca frita. Parei de beber, melhorei a alimentação e nunca mais tive nada. Em geral, no espiritismo, diz-se que a pessoa nasceu assim porque bebeu demais em outra vida. Tadim do Schumann, quando nascer de novo...

467 - OS OLHOS DELE: Muitas vezes li que, diferente de olhar para Sai Baba em qualquer instante, quem O olha, quando Ele quer se mostrar como é, espírito imortal, sem nome e sem forma, jamais esquece e cada um descreve uma situação que quem não vivenciou, assim como eu ainda não tinha vivenciado, antes de 30.08.2014, não consegue entender muito bem. Esta minha curiosidade saudável na busca de Deus soou para Ele como um pedido. Também já li que Ele falou que quando Ele aparece para alguém como Ele é, esta pessoa pode desencadear um processo de loucura.

466 - TRÍPLICE MATERIALIZAÇÃO: Da mesma maneira que já há relatos sobre a materialização de Sai Baba, após o desencarne, por exemplo, salvando feridos de ataque terrorista, na Bósnia, há inúmeros escritos falando que em vida, Ele se materializou em outro local, como uma pessoa (junto com bicicleta), duas pessoas e até de três pessoas ao mesmo tempo. Sempre falei brincando com Ele: O Senhor fala que me escolheu pra escrever um livro (Meu Diário com Sai Baba), mas nunca O vi pessoalmente, agora "morreu" e não aparece diante de mim; e tem mais... Já li que apareceu como três, se aparecer pra mim como dois, ficarei com ciúmes... Acho que Ele pegou minha brincadeira e escreveu dentro da bíblia no capítulo, que Jesus fala: "Pedi e Obtereis", tal meu sonho relatado na frase 461.

465 - CORAGEM: "Não afirmo o que não sei, mas se Sai Baba nunca me disser se era ou não Ele, morrerei achando que era." Sobre esta frase, escrita, por mim, dentro da frase 462, em 30.08.2014 (e já retirada), não desdigo dizendo que pensei melhor e concluí que era Ele, mas afirmo, em 02.09.2014, que Ele se mostrou a mim, deu-me uma infinidades de provas subjetivas e objetivas, mas a parte do meu cérebro racional não ousou admitir que existem coisas e situações muito além da capacidade do meu entendimento e diferente de tudo o que estudei sobre Sai Baba e espiritualidade em geral, pois embora eu já soubesse da existência destes tipos de fatos, isto quase nada me acrescentou na hora da vivência, do testemunho de estar diante Dele.

464 - BEM-AVENTURANÇA: Troco, sem titubear, toda a minha vida, cada segundo de felicidade por este dia, de 30.08.2014, ver frase 462. Em 01.09.2014, como ainda não estava bem, cheguei a pensar que iria ficar doente, por causa da felicidade. Foram mais de 24 horas neste estado de levemente sorrindo e discretamente lacrimejando, após as gargalhadas altas no restaurante (462). Depois de escrever esta frase, não consegui escrever mais, deitei-me e reparei que um pássaro na janela havia cantado pelo maior tempo que já havia ouvido (eu que passava férias no campo). Sai Baba disse que o trouxe para mim. Então falei, mas o Senhor não fala sempre que fará o que eu pedir, traga o pássaro novamente (eu não estava muito bem ainda). Ele disse: Mas aí também já é demais ! Eu ri. Logo em seguida o pássaro retornou e cantou por muito mais tempo do que da primeira vez. Minha mãe chegou a comentar que o pássaro estava "fazendo graça".

463 - INTERVALO: Em meio às brincadeiras (frase 462), que eram soluções excelentes para minha vida, Ele parou, sem rir, levantou o braço e apontou para o céu (lembrei-me de uma pintura que retrata Jesus nesta posição) e falou energicamente: Não adianta religião, espíritos nem nada, só precisa de Deus. E eu apertei a mão Dele e falei, tenho sorte de não ter morrido antes deste dia.

462 - PARÁBOLAS: Hoje, 30.08.2014, foi o dia mais feliz e que mais ri em toda minha vida. Encontrei este "senhor" (de carne e osso), inclusive andei no carro Dele, um dos principais atuantes, da frase 458, que absolutamente nada sabe de mim. Após eu conversar com Ele na multidão (sobre qualquer assunto, família, casamento, sexo, filhos, arte etc), fomos em um restaurante, comemos e bebemos. Lá, por mais de 2 horas, Ele verbalizou infinitos pensamentos meus, do passado e do presente, dando sugestões de atitude. Após eu disfarçadamente lacrimejar por mais de 30 minutos, Ele, fingindo não perceber, continuou a mesmíssima conversa,  mediante engraçadíssimas parábolas e eu gargalhava muito alto e lacrimejava ao mesmo tempo. No meio da frase Ele falava palavras desconexas, inclusive com quem o cumprimentava, mas eu sempre entendia o significado; disse que estava por ali há 27 anos (pode ser parábola ou realidade). Assim como em um sonho (frase 461) em outras ocasiões, perguntou-me: "O que você quer ? Posso lhe dar qualquer coisa. É só pedir". Com alguém, falou: só se eu arrumar ovinhos de ouro (lembrei dos lingans que Sai Baba materializava pela boca, no Grande Festival de Shiva, Mahashivaratri). Ele me passava qualquer ensinamento através de brincadeiras, assim como tento fazer, mas multiplicado por um milhão. Após me despedir, caminhei por 1 hora escondendo o riso.

461 - NUM SONHO: De 2010, em que mostrava extrema fartura econômica, numa situação emocional, espiritual e familiar confortável, Jesus apareceu e perguntou para mim: "O que você quer ? Posso lhe dar qualquer coisa. É só pedir".

460 - MELHOR PRESENTE: Entre outros, claro... Estava eu dormindo, na tarde de meu aniversário, quando este artista tinha 5 anos, fui acordado e fiquei de longe observando. Ele havia pego tela e tintas minhas sem autorização, tão logo terminou de pintar, trouxe a mim e disse: Pai, este é o seu presente... Ninguém o havia incentivado e eu nunca o ensinei arte, nem a escrever de trás para frente. Da Vinci escrevia assim para não ser queimado como bruxo, por estar à frente do tempo, ele e eu, eu não sei...



459 - EXEMPLO: Da frase 458... Inspirado em Jesus que disse: "Se vocês não acreditam quando eu falo das coisas da terra, como poderão acreditar quando eu lhes falar das coisas do céu?"; comentei com uma amiga que tem muito conhecimento técnico de determinado assunto, além de uma imensa cultura geral, sobre a parte material de apenas um "milagre", que Sai Baba tem me proporcionado, sem dizer que era comigo, e ela me disse que isto não existia no planeta, e, enfatizou que isto jamais poderia acontecer. Eu só contei de um, das algumas dezenas, e nem falei das coisas do céu...

458 - CONTINUAÇÃO: Da frase 41... Após 20.11.2003 (ver cap. III, pág. SAI), Sai Baba se manifestou todos os dias em minha vida, sem exceção. Hoje, 24.08.2014, passados mais de 10 anos desta data observo que as dezenas de fatos tidos na conta de milagres, dos últimos 3 meses, em minha vida, faz com que eu possa afirmar para mim mesmo - Ele pode tudo, em alguns aspectos, bem mais do que já li sobre Ele ! Sobre estes fatos, que eu tenho como comprovar, mas ainda não tive autorização, talvez Ele me autorize quando Ele reencarnar como Prema Sai, não sei. Ele disse que ainda fará muito mais, mas por enquanto é necessário que não chamemos tanto a atenção. Ele vibra na condição de Deus !

457 - OTIMIZAR: Não inspirado em Einstein, que desenvolveu relativa teoria, enquanto empurrava com o pé o carrinho do bebê para que dormisse, hoje, 22.08.2014, enquanto pintava e repetia o som do aparelho-de-tocar-som (treinando pra próxima vida, nessa sou caso perdido), deixei o guisado de peixe com legumes (e 6 claras de ovos) se fazendo sozinho... Praticamente nunca faço minha comida... Incrível como as comidas se fazem quase sozinhas, bastando uma olhadinha, depois do empurrão inicial. Se eu fosse cozinheiro iria fazer tanta coisa neste ínterim...

456 - MEU BEM: Bem... Há bens e bem que vem pra bem e males também, mas todos, algumas vezes não caem muito bem, então Dona Paciência das Dores lhe quer bem... Amém tamém...

455 - VOCÊ VIU ?: Se você nunca me viu com bons olhos, é fácil resolver, pois nunca vi tamanduá de óculos, basta ingerir proteínas 3 X ao dia, à base de formigas... Mas, mais você gosta dos animais, em especial as formigas, então (re)leia o "Argueiro e a Trave", cap. 10, "Bem-Aventurados os Misericordiosos", do Evangelho 2º o Espirit...

454 - GATO: Se eu sou o seu, lembre-se de que rações coloridas fazem  mal à saúde e geralmente são as que mais se vendem no  mercado negro... Cuidado com o que você anda alimentando seus bichos de estimação, pois nesta mesma vida, talvez eles sejam a pessoa que mais lhe ama...

453 - ANIMAL SELVAGEM: Não seja um... Pois, ainda que você esteja em um mato sem cachorro, não crie um bicho de sete cabeças para lhe ajudar a fazer tempestade num copo d'água !!!

452 - O CHUVEIRO: Hoje, 14.08.2014, acordei com o barulho da água caindo e voltei a dormir. Mais tarde, quando acordei novamente não havia mais barulho. Fui ao banheiro e o chão, no local, estava totalmente molhado, apesar de já estar desligado. Antes disto, aconteceu outras 4 vezes, sendo que houve 3 testemunhas diferentes (uma de cada vez). É a maneira sutil e engraçada (ver 139 e 400) de Sai Baba me dizer que também mora comigo e que eu não devo me preocupar com nada.

451 - SONHO PREMONITÓRIO: Com uma margem perto dos 100% de acerto, mas com um pouco de margem de erro em minha interpretação, pois quase sempre são simbólicos; escrevo isto sem vaidade ou sentimento qualquer, pois não sou eu quem gerencia meus sonhos, eles vêm do Moço Deus... Mas, tem um que não aconteceu... Sonhei que o museu estava lotado em comemoração da minha morte (se comemoravam, é porque gostaram que eu morri, começa por aí...). Paredes lotadas de quadros-giovdand, lotado de pessoas, também havia alunos com uniforme de escola. Cheguei a ver quadros que eu ainda não havia feito, mas já pintei. Em espírito, ouvi um aluno quase gritar: O cara é maluuuuuuuuucoooooo... Não acredito que este sonho irá se realizar, acho impossível alguém vir a fazer tal consideração da minha pessoa !

450 - PINTURA DIRETA: Na época de Kardec era comum o fenômeno das escrita direta, sem precisar médium de psicografia e sim retirando ectoplasma de um médium de efeitos físicos, o texto se materializava em um papel dobrado e inserido em local lacrado. No Templo da Boa Vontade, em Brasília (frase 351), vi um quadro de Pablo Picasso, que me disseram que havia sido feito diretamente. Já ouvi uma médium de pintura relatar que enquanto ela psicopictoriografava de um lado da mesa, do outro lado surgiu, diretamente, o mesmo desenho. Comigo, apenas 3 formas de gotas coloridas, em relevo, surgiram no local certo (abaixo dos olhos) de uma pintura mediúnica, de Di Cavalcanti, que representava uma mulher, que lanchava perto de um vaso de flores. Divaldo Franco, em uma palestra, fala da materialização de uma pintura do rosto de Cristo, por Sai Baba.


449 - CRIANÇA PRECOCE: Em 26.07.2014, assisti aos "Pequenos Mozart e Amadeus", no Palácio São Clemente, Botafogo, Rio... De olhos fechados, vi adultos. Com a mente aberta, ouvi espíritos imortais musicistas. Assim é em todas as áreas de atuação, além da música, em qualquer parte do globo. Alguns tem contato pela primeira vez, mas são esforçados, outros se aprimoram um pouco mais e uns poucos já vêm imensamente prontos.

448 - PRESENTES: Em 17.07.2014, após alguém da mesa dizer que eu estava sendo inconveniente com a garçonete, lembrei que da outra vez que estivéramos ali, ganhamos 2 sundaes de presente, de outra equipe de trabalhadores. Ao final ganhamos 2 kibes e 3 bolinhos de bacalhau, e, quando pedi a conta mostrei que estava sendo cobrado valor menor, fora estes salgados; mesmo assim ela insistiu em cobrar o valor menor dizendo, sem eu perguntar, que se eu tivesse sido chato, ela teria cobrado o valor correto. Vinguei-me de quem havia falado e expliquei que ela deveria estar cansada de um dia de trabalho e alguém para lhe dar atenção, ainda que inconveniente, provavelmente era o que ela mais queria. Nesta semana, chegou o outro computador, comprado em site, com atendente, já veio com e-table e pen-drive de 16gb, que não comprei. De vez em quando acontece e engraçado que nem peço nada... Ver 444.

447- MOSQUITO: Grande e diferente do habitual, pousou no meu ombro no supermercado, no final de junho de 2014. Geralmente fico um pouco impaciente e logo o espanto, chegando a orar ou tentar expandir minha vibração para não chegarem no meu corpo, mas neste caso foi extremamente diferente, diria até que estava gostando. Peguei com a mão direita e passei para a mão esquerda e ele ficou caminhando em mim por quase 10 minutos, enquanto eu aguardava na fila. Neste ínterim, Sai Baba, por lila (ver frase 139) falou algumas instruções, com uma voz engraçada, como se fosse o próprio mosquito.

446 - 07.07.2014: Sonhei que Sai Baba me entregou um pequeno quadro de madeira, sem moldura, e ao segurar este quadro levei uma espécie de choque de altíssima voltagem. Acordei, feliz e bem, neste exato momento do choque. Sempre leio que ninguém sonha com Ele, sem Sua autorização. Acreditei que foi outra resposta, para mim, sobre o início da frase 438 ("após eu duvidar...").

445 - ADMIRO MAIS: O artista plástico que faz instalação ou objeto ou ambientação e que, além disto, sabe somente pintar e ou somente esculpir.

444 - GRÁTIS: Em 11.06.2014, cerca de 50 metros, encostada em um poste, de casa havia uma moldura de 87x116cm, com 7cm de largura de madeira bruta, em estilo "década de 50", parecem que fazem de propósito com minha cara, tive que pegar... Nesta mesma semana ganhei, de alguém que "foi com a minha cara", um óleo sobre tela, datado de 1951, escrito atrás "Margem do Rio", que aproveito para treinar meus ofícios de restaurador (aula prática, que nunca tive a teórica). Uns 10 dias antes, ganhei de outro alguém que também "foi com a minha cara" uma serigrafia assinada. Ler 423 e 448. Ver foto (em breve)

443 - CRISTO REDENTOR: Na entrevista, perguntaram-me desde quando eu pintava e soube que iria ser artista. Respondi que pinto desde cerca de 5 anos, mas quanto a ser artista, eu estava começando a achar agora, pois fui buscado em casa e estava no Redentor, junto com "O Espírito Santo". E olha que quando eu falei eu ainda nem sabia que me levariam para almoçar...


442 - TIPO: Mediúnico, mas não, foi só uma inspiração... Do mesmo modo que os pintores espirituais utilizam de minhas mãos e ou pés para pintar, resolvi fazer esta experiência. Peguei meu filho, em dezembro de 2007, que estava todo duro, sacudi-o um pouco e pedi para ele fazer corpo mole. Então utilizei as mãos dele para pintar um quadro de flores. Pena que não gravei. Eu gostei, ele eu não sei não... Se eu morrer antes, eu posso incorporar em você para gente pintar ?

Flores, 70x50cm, ast, 2007.
441 - 3 POR 1 - Juro que não sou sempre assim, mas aconteceu ué... Teve 1 quadro que eu me desfiz dele 3 vezes. Vendi, tirei o chassi de madeira por que ia para fora do interior (mais exatamente no exterior), a pessoa me pagou e disse que pegaria depois e não voltou (deve ter achado feio). Depois troquei em uma geladeira (ver 440). Mais depois ainda, encaminhei foto dele para um espaço público, na esperança de não haver interesse, mas tudo deu errado. Já que aceitaram, tive que fazer outro mais ou menos parecido, porque nunca fica igual, né ? Por sorte nunca repararam...

440 - MOEDA CORRENTE: Neste ponto nunca me inspirei em Picasso, que trocava desenho pelo ingresso de tourada, para ficar desenhando enquanto assistia ao espetáculo. Tampouco me inspirei em Renoir que trocava suas obras (ver filme Modigliani, Paixão pela Vida), pois antes de saber disto já paguei muita coisa com desenho ou quadro: hotel, geladeira (ver 441), curso, joias etc. Mesmo que eu tenha o dinheiro de gente normal é a primeira forma de pagamento que me vem à mente.

439 - DALÍ E GALA: Em 2013, em uma apresentação de pintura mediúnica, ambos presentes, entre inúmeros pintores espirituais (leia-se mortos) e uma plateia de pessoas (vivas e mortas), ele, Daí, pintou um quadro retratando-os e declarou, no que eu transmiti verbalmente, seu amor eterno. A plateia se comoveu. Não consegui obter a filmagem, então pedi ao Salvador para fazer outro quadro neste sentido e ele aquiesceu, estou aguardando. Em 2014, após mais de uma década (ver 290), eu estou na fase da separação judicial. O importante é que estejamos todosssss felizes. Afinal a diferença é apenas um "s" - enfim só(s)... Retorno nesta frase em 31.08.2015, para relatar que publiquei o vídeo 029, com a execução da tela prometida por S. D.: "O Amor Eterno".

438 - FACEBOOK: Após eu duvidar de várias circunstâncias favoráveis, em termos de arte, na minha vida, estando com o celular no bolso, cujo teclado é sensível até por esbarrar no pano da calça, peguei-o e a internet, antes desconectada, estava ligada em uma página do Sai Baba, em que aproveitei para curtir e obtive êxito. Na verdade não fiz login e não consegui ir para qualquer outro endereço do facebook. Então Sai Baba disse: "Eu sou o Senhor do Universo". Não entendi exatamente o alcance desta frase, mas fiquei satisfeito com tudo.

437 - TAPEÇARIA: Eu não sabia que a falecida, que assinou esta antiga peça, havia trabalhado com essa arte, então além de duvidar da autoria, cheguei a criticar um pouco (mas tenho desconto, pois estava olhando muito de perto), apesar do tema ser arte sacra; até que Djanira apareceu e me perguntou - "mas você não gostou ? Eu fiz com tanto carinho". Fiquei sem graça... E depois eu olhei melhor e de longe e disse que gostei...

436 - FLORES ORIENTAIS: Vídeo 027 (opus 4), gravado em 12.05.2014. Quando pedi para desligar a filmagem, foi dito que não sabia como iria me dizer, pois restavam apenas 4 segundos de memória para o desligamento automático da gravação. Respondi, brincando, que apesar de não ser mediúnico nunca estou sozinho. Nesta 12ª vez ao piano, iniciei aonde terminei, cerca de um mês antes, após brincar ao piano, por mais de meia hora sem parar.

      FLORES ORIENTAIS, vídeo 027      

435 - PALAVRAS: Palavras... Houve um tempo em que acreditei nelas. (São Francisco de Assis) O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar. (Jesus, Lc 21, 33) Ver frase 01.

434 - 20 ANOS: Foi o tempo em que a humildade de Chico Xavier levou para responder verbalmente a um questionamento mental de Divaldo Franco. Se a gente tivesse esse poder de ouvir a mente humana, na mesma hora, já teria gravado vídeo para o youtube, criado blog, postado no face e muito mais...

433 - DESCALÇO: Além do dia, de 06.05.2014, ter sido bom como outro qualquer, a hora que mais gostei foi a caminhada, pelas 23 horas, por cerca de 1 km no asfalto, descalço como eu corria nas pedrinhas, por alguns poucos quilômetros, no clube da cidade natal. Animal precisa andar descalço... Outra hora boa foram os tapas no ombro direito de uma mulher, sem aviso prévio (outras duas viram), sendo que ela voltou agradecida e pediu para eu bater no esquerdo. Mulher diferente da que eu bati, da frase 233.

432 - SOMENTE: Se você só tem sexo a oferecer para alguém, saiba que até os animais possuem algo de mais valoroso para oferecer, a atenção sincera e direcionada.

431 - MAGNETISMO: Tal uma imã, nos espíritos de evolução espiritual mediana, faz atrair àqueles que lhe compartilham o mesmo teor do pensamento. Mas à medida que o tempo passa e o espírito imortal vai evoluindo em sua esfera moral, ele atrai a todos indistintamente, os bons por afinidade e os maus, tal as mariposas giram ao redor da luz. Só para registrar, 5 minutos após eu escrever esta frase, surgiu uma mariposa no meu quarto (a janela estava aberta) rodopiou em volta da luz e aterrissou próxima ao chão.


430 - CÔMODOS: Certa vez, um espírito incorporado em outro médium, disse para mim que na escolha de uma pessoa, para um tempo demorado, deveria levar em conta o fato desta pessoa servir não somente para o quarto, mas também para a sala, cozinha, varanda etc. Não sei...

429 - UÉ: Se o motivo das suas dores não está na sua conduta nesta mesma vida (geralmente está), então com certeza o motivo está na sua conduta em vida anterior. Nas grandes dores, não acreditar que existe outra vida em que você caminhou mal em alguma estrada, é o mesmo que dizer que Deus não é amor, portanto é injusto. Ou então, Ele tá de marcação com a sua cara, ué... Ué, vai trabalhar e pare de reclamar...

428 - SONHO REALIZADO: Sonhei na madrugada de 03.02.2014 que recebia um relógio de ouro, que foi coberto por uma pintura, que considerei antiga. Neste mesmo dia comprei uma pintura cusquenha, emoldurada (medida total 80x60cm), em excelentes condições, de um anjo musicista (com espécie de harpa) (além de 4 gravuras e um pequeno relógio de ouro) pelo preço de uma boa moldura. Há anos penso em comprar uma, sendo que o preço de galeria de uma original, equivale ao valor da passagem, pelo menos de ida, para Cusco, então vou adiando, mesmo porque nem tenho mais parede para colocar quadro, além de não ser nada imprescindível. Além da execução, pela ideia de música foi a mais bonita de todas que já vi. Não original é fácil achar por preços menores. No final, Sai Baba disse que mais uma vez se cumpre a vontade Dele. Houve testemunha, contei para um amigo antes de acontecer. Ver 423.

    ARTE CUSQUENHA    

427 - 1ª AUDIÇÃO: De composições de Clara Schumann, em 02.05.2014, após ouvir sobre o casal Schumann, em cerca de agosto de 2011, acho que acordei inspirado... Não, acho que não, são 19:11 minutos... Não sei, mas estou gostando de ouvir. Parabéns pelo talento, Clarinha. Ver 421.

426 - O MUNDO: Considerando o estágio evolutivo atual deste planeta de provas (testes para aprimorar o aprendizado) e expiações (dores resultantes da conduta do ontem), considerando ainda minhas dificuldades naturais e ou circunstanciais, como de qualquer pessoa e ainda que preocupado com o limite do meu espaço, para não interferir no de outrem, essa bola é simplesmente meu quartinho de brinquedo, onde me divirto pra caramba e à beça... Ver 25.

425 - 20 KG: Em 01.05.2014, 13:20 min., caíram, do alto, de ponta, na ponta do meu pé esquerdo. Disfarcei a dor e por segundos imaginei um "líquido anestésico" percorrer todo o meu corpo até chegar neste pé. Imediatamente cessou a dor e voltei ao esporte com a mesma intensidade e força. Às 18:30 min. com o pé direito, topei na geladeira, sangrou bastante, sendo a dor bem intensa e novamente tentei anestesiar, sendo que funcionou imediatamente. Costumo fazer isto também quando vou ao dentista e peço para não aplicar a anestesia, que algumas vezes chega a ser mais desagradável do que a própria dor. Sai Baba disse que Ele que causou ambos acidentes para eu trabalhar esta espécie de cura. Brinquei chamando-O de malvado, mas agradeci pela oportunidade. Fico imaginando se Jesus sentiu a dor das lanças atravessando-Lhe o corpo... Se sentiu, foi porque quis...



424 - PAGANDO MICO: Giov. no chão... Como foi local público (Forte do Leme), antes que acontecesse o famoso "vazô na net", eu mesmo publico o vídeo, 026. Por sorte não aparece meu rosto totalmente, mas infelizmente dá pra ver que sou eu. Foi divertido, alguns riram...


423 - ACHEI: Escrevi a frase 408 perto do dia 13.03.2014, quando foi dia 19.03.2014, andando na rua achei um quadro com moldura, sem dono, cujo pintor eu desconhecia. Pensei em pintar por cima dos barcos coloridos e seus reflexos na água, com relevo em espátula, mas resolvi pesquisar a assinatura na internet e localizei o autor com mais de 20 medalhas e valor entre R$ 700,00 e R$ 1.700,00. Não pintarei por cima pelo valor sentimental, apeguei-me. Não tão caro, nem tão famoso, mas vai entrar no meu testamento... 25.05.2014, precisando de pequeníssima restauração, sem nenhum curso específico, eu mesmo procedi ao tratamento da tela e tinta, então o autor apareceu e disse que não havia sido famoso, mas que Sai Baba o havia escolhido para integrar a equipe espiritual e o acervo físico.

422 - FORMA DE TRATAMENTO: Trate as pessoas como espíritos (eternos que são) e trate os espíritos como pessoas (com suas personalidades temporárias, da última vida, a menos que estes já se recordem das outras vidas).

421 -CLARA SCHUMANN: Após reiteradas vezes os amigos espirituais me dizerem que ela se encontra reencarnada, inspirado na personalidade schumanniana (que considerou que esta o abandonou no hospício, o que não é verdade, pois na época os meios de transporte eram mais lentos, considerando a distância a ser vencida entre os vários concertos, a casa e o hospital, além dos muitos filhos que esta tinha que cuidar), fingi que não era comigo que eles falavam. Então, através de símbolos (das artes plásticas) fizeram eu sonhar com um carro (significando corpo físico) em que na placa estava escrito Cla...

420 - AUTÓGRAFO: Juro, de pé junto, que já dei uma canetada desta, em uma exposição de pintura. Até hoje não sei se a mulher estava de onda com minha cara... Em compensação nas apresentações de pintura mediúnica é um tal de abraçar o médium, que Deus me socorra... Mas, aí sempre deixo claro que deviam agradecer e abraçar aos espíritos, aliás, eles já autografam no coração de cada um que assiste...

419 - EU NÃO: Caminhando pela movimentada Vieira Souto, Ipanema, em 18.04.2014, uma mulher, de um casal, gritou alto por 2 vezes - """MOÇO, VOCÊ FEZ QUE NOVELA ???""" Deu vontade de responder que foi a do Saci Pererê, mas tipo moço fino somente sorri, acenei e continuei caminhando. Achei que este tipo de coisa só acontecia em cidades pequenas como Barra do Piraí, que aos 20 e tanto, dirigindo, acenei de leve para um ônibus escolar e logo a metade feminina de todo o ônibus estava debruçando e gritando pela janela. Achei que tivessem me confundido com alguém. Não sabia que meu rosto era tão comum assim...

418 - AVISO: Quem não sabe não faz a hora, sim espera acontecer... Conforme frase 01, acho que alguém já disse que a recíproca é verdadeira. Agora basta juntar isto tudo ao karma (gerado pelo livre-arbítrio de ontem), necessidade evolutiva e livre-arbítrio de hoje (em alguns casos do livre-arbítrio alheio também, embora a evolução seja individual). Depois, dependendo de como proceda não adianta reclamar da sorte, muito menos do azar...

417 - BOM DIA: Para o Senhor SAI BABA, adorei ter acordado neste 15.04.2014, ao som do violão, vindo do DVD, que estava inserido no aparelho totalmente desligado na sala. Hoje, já posso afirmar, com toda certeza, que foi quem mais me deu atenção nesta vida, em relação aos meus mais íntimos gostos. Ver 416.

416 - DUPLA DE ABELHA: Com seu modo singelo e agradabilíssimo de ofertar um bom dia, SAI BABA trouxe uma abelha para a mesa, em que eu havia entornado sal e ainda não limpara. Quando levantei a máquina para fotografar, veio outra voando e pousou ao lado. Um bom dia de 12.04.2014, também, para Sua Divindade. Dia 09.04.2014, veio uma pomba branca (as imagens de pomba, na foto abaixo, deve-se ao fato de eu estar pintando um Espírito Santo) voando reto e baixo em minha direção na rua movimentada, instintivamente levantei os braços na multidão como se fosse pegá-la. Na mesma rua, na noite anterior um simpático morcego fez a volta acima da minha cabeça. Ele já havia dito que me traria alguns animais. Ver 417.


415 - DICIONÁRIO: Neste, a palavra carinho vem várias páginas antes da palavra sexo. Na sua vida (na minha não vem ao caso), se há alguma página antes, quantas são ?

414 - ENGANEI: Legal a moça da loja de pianos, em 04.04.2014, que após eu me levantar do primeiro piano, confirmou que achava que eu tocasse piano, quando eu disse que era a décima vez que eu me sentava ao piano para brincar, sem saber nem mesmo as notas. Depois brinquei em mais 5 outros, sendo a maioria da marca Schumann. Não comprei nenhum, continuo sem esse brinquedo. Haydêe, mãe nesta encarnação, que nunca havia me visto ao piano, testemunhou.

413 - A UTILIDADE: Da arte não é o mero deleite, prazer visual de quem a sorve e absorve. É a mais alta contemplação das emoções divinas, essa renovação espiritual que nos leva a caminhar de cabeça erguida, sem orgulho, trabalhando as dores da caminhada com melhor êxito. E, a arte espiritualizada destituída dos vícios terrenos nos aproxima mais rápido do Criador do Universo (pelo espírito Wassily Kandinsky). Ver frase 01.

412 - O MEDIUNATO: Com Jesus, a serviço do bem, é capaz de redimir os fracassos pretéritos do medianeiro, haurindo este novas forças para a jornada evolutiva (pelo espírito Júlio Cezar Grandi Ribeiro). Ver frase 01.

411 - CÉREBRO: Na verdade pensei em intitular esta frase como - BURRICE. Cansado de alguns embates da vida, resolvi aproveitar esta encarnação para evoluir mais intelectualmente. E, moralmente na medida do possível, sem pressa. Na mesma noite, fui retirado, em projeção astral, por espíritos das "sombras", altamente inteligentes e não moralizados, de um nível que poderia, desmontar um computador, sem nunca ter visto um, e saber de imediato o funcionamento, com o intuito de estudarem meu cérebro. Neste ínterim, ouvi as vozes dos amigos espirituais, que por serem mais evoluídos, estes não os viam, dizendo para eu apenas orar por eles. Assim eu procedi e após, voltei ao corpo que dormia inerte. Mas, a sensação foi tão desagradável e a possibilidade de um dia morar com estes, que mantém o perispírito em "farrapos físicos", numa espécie de monstros ambulantes, que me fez mudar de ideia de imediato e pensar na minha evolução moral.

410 - FILME CULT: Da vida de artistas, geralmente é uma grande droga, pois geralmente quase nada mostra de sua arte. Um da Camille Claudel se passa o tempo todo no sanatório; do J. Pollock, na bebedeira; do Picasso, nos amores; de Caravaggio, no trio amoroso e assassinato... Fico imaginando se um dia houvesse o do Giov., certamente que ele só falava de religião, dizia que havia sido não sei quem na reencadernação passada, que era metido a bonzim, sei lá, ia ser uma chatice... Nada de arte de verdade...

409 - A CRUZ: Eu e minha mãe conversando com um estranho, eu elogiei o pingente cravejado deste, inclusive ao grande cordão de prata. Ele disse que queria vender. Antes de pegar o dinheiro, embora não tenha dito que iria comprar, quis pegá-la. Nela vi passar um pequeno bichinho que se assemelhava a minúsculo verme caminhando, que desapareceu. Na hora perdi a vontade de comprar (não sei se mudarei de opinião). SAI BABA nada falou se era para eu comprar ou não ou se simbolicamente teria algum significado como uma possível desvirtuação da igreja ou do uso deste símbolo sagrado, embora eu mesmo o use por estética e não propriamente por religião; pois o "meu" Cristo está no coração e não pendurado no meu pescoço.

408 – MOLDURA E PÔSTER: De uma vez achei 9 pôsteres, sendo que eu já tinha 9 colagens, releituras de Piero della Francesca (uma está com Papa Francisco).  Noutra vez, fui devagar com o carro, porque achava que ia encontrar, achei 2 boas molduras. Doutra vez, achei 35, fiquei com as molduras, sendo que os pôsteres pintei mediunicamente e doei ao centro espírita. Muitas e muitas vezes ganhei e outras muitas e muitas vezes alguém me pediu valores irrisórios. Graças a Deus posso comprar, mas nem sempre preciso, eles vêm a mim. Sem querer comparar, isto me lembra o "fabuloso" caso dos chuchus de Chico Xavier.


407 – IMAGEM PICASSO: No início da mediunidade, em um sonho (ou projeção astral ou filme passado na espiritualidade) vi um senhor, que eu não conhecia, andando dentro de uma casa e depois saiu, descendo uma escada, quando uma voz disse que era Pablo... Posteriormente o reconheci na TV.

406 – FOTO BRAHMS: Ao ouvir uma conhecida violinista de Barra do Piraí, durante a audição, em determinado momento não a vi, pois vi um senhor de cabelo e barba branca, que não conhecia. Isto aconteceu antes de eu comprar meu violino e após SAI BABA me aconselhar a comprar um, mesmo sem eu nunca ter pensado em aprender. Posteriormente o reconheci, quando achei uma foto de Johannes...
405 - CHIQUINHA GONZAGA: Surgiu no momento em que a música dela era tocada, num concerto em 09.03.2014. Não me contive, tomei coragem e falei com a pianista, que disse que realmente havia sentido algo diferente no momento.

404 - COLUNA: Em 08.03.2014, a minha deu uma espécie de estalo e doeu relativamente; na hora SAI BABA disse que da mesma maneira que Ele dá saúde, pode dar doença e que uma dor qualquer serve como um meio de impedir alguém de fazer mal a outrem, que não merece. Depois a dor foi sumindo, mas ficou uma leve sensação física, que não me atrapalhou ir a um concerto, do dia internacional das mulheres, onde também ouvi músicas de Clara Schumann, e, após fiz esporte regularmente.

403 - SOMEONE LIKE: You, Adele, minha fofinha... Sabia que eu estava pensando em fazer uma introdução no violão, quando sonhei comigo tocando da maneira em que gravei o vídeo 025, em 25.02.2014 ? Achei melhor, inclusive tirei as pausas e acelerei o ritmo, porque estava tipo um sonífero, sem sua doce voz ou pelo menos um bom piano.

402 - AMÉLIA: Ai que saudades da... Com nome de música, minha """falecida""" avó materna, após consecutivos derrames cerebrais (AVC), não conseguindo se lembrar nem mesmo dos parentes próximos, bastava falar a única palavra mágica, que ela se lembrava de todo o resto: BOEMIA... (por Adelino Moreira).

401 - GUARDA-CHUVA: Achei muito engraçadinho o mendigo rindo do meu... Ele acha que eu tenho a vida de luxo dele...Ver 238.

400 - LEELA: Embora tenha usado o cartão bancário em loja, sabia que estava com defeito para saque. Voltei ao banco que não funcionou, em 15.02.2014, e quando fui inseri-lo SAI BABA disse para pensar Nele que talvez Ele deixasse funcionar no último, como uma espécie de brincadeira (ver frase 139). Eram 9 caixas, um estava ocupado e somente consegui usá-lo no último que tentei, mas desocupando este, fui nele e também não consegui. Pela ordem numérica, somente consegui no penúltimo, diverso do que Ele falou. Mas, pela organização física do banco, realmente só consegui usá-lo no último. Em 01.03.2014, Ele disse que o cartão funcionaria no 3º caixa, fui direto a este e nada, fui no seguinte e não, mas quando fui no 5º em organização física, funcionou diversas vezes, que, na realidade, foi o 3º em ordem de tentativas.

399 - OLHOS DE SANGUE: Embora ouça claramente SAI BABA e os espíritos (frase 252), após repetidos recados do mesmo assunto, não querendo acreditar na maldade de pequeno grupo de conhecidos; não achando que olham para determinada situação com "bons olhos", mas pelo menos imparcialmente, pedi um sinal. Em 14.02.2014, a amiga T., contou-me que após yoga e meditação, teve uma viagem astral e disse que não entendeu o recado que tinha a ver com Sai Baba, eu, a forma carinhosa que Ele me trata e "olhos de sangue", que entendi belicosos.

398 - PSICOTRÔNICA: Ouvi esta palavra solta (fora de qualquer contexto), que eu não conhecia, através da audição mediúnica, no exato momento em que eu estava escrevendo a frase em que a mesma foi inserida, na postagem de 08.02.2014, que de certa forma, tem relação com aura, bioenergia, parapsicologia etc, que também foi o assunto do momento da queda da abelha, da frase 397. Assunto diverso da postagem, inseri por achar engraçado. Você não achou, não ?
397 - ABELHA CAIU: Quando, em 08.02.2014, eu estava conversando com uma simpática desconhecida e considerando que talvez nunca mais tivesse outra oportunidade de falar sobre SAI BABA, já que ela é estrangeira, comecei a falar Dele e sobre Suas materializações. Neste momento, uma abelha não pousou com as patas, caiu de lado, como trazida pelo vento. Quando fui colocar o dedo nela, com a certeza de não ser picado, após se firmar em pé, ela alçou voo. Ver 388 e 390. Coincidência ?

396 - MORCEGO: Quando tirei algumas fotos com ele, para um autorretrato, SAI BABA disse que havia trazido-o para mim, que é diferente de materializado. Já moramos juntos (em Barra do Piraí) há cerca de um ano. Voa dentro de casa e muitas noites dorme pendurado em algum lustre. No momento da foto ele estava dormindo sob os raios solares, cerca de 50 centímetros do chão. Este notívago estava voando e pousou para dormir às 16:20 min.





395 - JOANINHA VERDE: Em 25.01.2014, SAI BABA materializou uma, no lençol da minha cama. Peguei-a com a mão esquerda e a máquina fotográfica, que estava guardada, com a direita. Quando fui encostar o dedo nela, desapareceu, assim como outro inseto, em momento anterior. Apesar da certeza do desaparecimento, em ambos casos, passei um tempo procurando para confirmação de que não estava me enganando (foto maior, do google). Ver 118, 388 e 390.


394 - PERGUNTA: Para o violonista Matteo Carcassi, qual seria o Weber ? O compositor Carl Maria von ?.. O sociólogo Max ?.. Ou o carrapato-estrela do pequeno cachorro chiuaua, da vizinha, do amigo de seu tataravô materno ? Não sei, mas sendo o ÚLTIMO PENSAMENTO DE WEBER, ouça a música (gravado em 24.01.2014), ou Webim morreu (desconsiderando, aqui, a continuidade da vida) ou, acometido do mal de Schumann, endoideceu... TÔ FORA !!! Não gosto de bobeira, não...

393 - AUTORRETRATOS: Inspirado nos enésimos autorretratos pintados, de Rembrandt, resolvi fazer alguns fotográficos. Uma foto de 2003, que tentei enquadrar pelo menos quatro carros em movimento: o meu, o do retrovisor, um indo e outro voltando, editei em 24.01.2014.

Autorretrato 2003
392 - GEORGE SAND: Desacompanhada de Chopin, em janeiro de 2014, veio a mim, em desdobramento astral, vestida com roupas masculinizadas. Ao me assustar, ela se foi e voltou com roupas bem femininas, eu diria estonteantes. Disse para eu me ocupar mais com a música do que com a pintura e comprar um piano para novas composições. Sobre o piano, embora eu possa comprar, acho que nem vale a pena e ela não me deu o dinheiro. Sobre novas composições, eu nem sabia que ela fazia stand up...

391 - BÊ: Também dedico esta opus, "O Violão-Timbal canta ZUMBI !", de 21.01.2014, para você, embora você não seja capilar/e afro, como eu. Mas lembre-se o que lhe aconselhei no reveillon, um pouco menos de juízo. Escrevi, no vídeo 022 bê, com letra minúscula para eles acharem que existe o 022 á. Estava sem o anel da 349 (vídeo 22). Dedicatória, ver 226 e 289.

390 – OUTRA ABELHA: Apareceu um espécimen, não comum, de abelha, no box, em 20.01.2014. Após o banho, soprei-a para longe, para não a ferir. Já acostumado, resolvi não escrever sobre o assunto. Mais tarde, quando fui escovar os dentes, ela voltou e pousou na minha perna, deixei e resolvi não escrever. Dia seguinte, SAI BABA pediu para eu fazer este relato, que assim procedo. Estimam-se mais de 20.000 tipos, não sei catalogar a que surgiu. Ver 388.


389 - FILIAÇÃO: Aos 9 anos, fui levado ao médico para ver se ele tinha um remédio para eu ficar mais esperto, pois lento, fui chamado de lesma. Lembro que foi receitado vitamina Benerva. Li que Einstein (330), por ser devagar, quando criança foi apelidado de pai da lesma. Será que herdei pelo menos isto dele ? Mas, pelas datas acho que ele é pai só da lesma mesmo. (Lentidão 272) (Pai 116)


388 - ABELHA: Apis Mellifera, acordado por uma, na madrugada de 14.01.2014, pousada no rosto, que não me picou, levantei no escuro e no susto, acendi a luz e peguei um livro, para acertá-la. Já com o braço em movimento rápido, SAI disse: "Não me mate". Então reduzi imediatamente a velocidade e a força no braço, para conduzi-la até a porta, do outro cômodo, aberta para o céu. Já havia lido um autor, que disse que BABA materializou uma abelha. Ver 390.

387 - AUXÍLIO ESPIRITUAL: Após 2 pessoas desistirem de procurar uma folha, com 2 furinhos do grampo, onde estava grampeado o documento retirado para xerocar, dentre 4 grossos volumes dos autos (processo). Eu, que não os conhecia, peguei um deles e abri na página exata. Também já retirei um livro, dentre centenas misturados, em loja de usados, e abri no capítulo, em que eu estava procurando o assunto. Não foi sincronicidade (frase 386), alguém, no plano espiritual atuou com muita competência.

386 - SINCRONICIDADE: Ou coincidência significativa, de Carl Gustav Jung. Ouvindo playlist, no youtube, que considerei que fosse somente de piano, em 13.01.2014, exatamente às 18 horas, começou a Ave Maria, de Schubert, cantada. Por ser comum esta música neste horário, parei para ver onde estava o rádio ligado, que não havia. A Graça (Gracilene, que não é Ave Maria, mas é cheia de...) testemunhou. Ver 387.

385 - O EMBRULHO: Em 2006, linha vermelha, poucos carros, muito tarde. A sensação de desespero em seu mais alto grau, naquela faixa da estrada, fez-me acreditar no que vi, em alta velocidade, no pequeno acostamento que não cabe carro. No 1º posto, fiquei alguns minutos convencendo os policiais a irem lá socorrer quem estava dentro, dizendo que a gasolina estava paga pelo Estado, pelo contribuinte e que eles tinham hora para sair, então não tiraria do tempo deles. Eles foram, eu vi. Posteriormente senti a maior  vibração de gratidão de toda minha vida.

384 - MULTA?: Nãooooooo... Em Mendes, pelos 23a, a blitz estava na bifurcação, fiquei tenso por não ter documentação e entrei na contramão. Foi tão surreal, que o policial riu e me mandou seguir, sem me parar. Ele era bonzinho... E muitas vezes, em que fui parado, também na moto, contei com a fé, ué. Ver 383.

383 - HABILITAÇÃO: Nunca fui criança de reparar onde era o freio e o acelerador... Aos 17 anos, minha mãe, sem me avisar o motivo, levou-me a uma pequena estrada de poucos carros, parou, desceu, deu a volta e mandou eu sentar na direção. Com receio, comecei a dirigir neste exato momento e voltamos para a cidade. Aos 25, tirei carteira, sendo que sempre dei sorte, nas cerca de 10 cidades vizinhas, de ter sido parado por guardas bonzinhos, que nunca precisei dar dinheiro. Ver 382 E 384.

382 - CARRO: Certa vez, pegamos uma carona e ao descermos, perguntei ao amigo que desceu comigo, qual era a marca do carro, pois achei grande, legal, embora eu não seja de reparar, já que até hoje não sei identificar qual é, quem... Ele me disse que era o mesmo do meu, só que tinha acessórios... E também estava limpo, né...   Ler 383.

381 - OPINIÕES: Divergentes... Enquanto você acha que sua vida acabou, eu acho que você gosta de dramalhão mexicano...

380 - BASTA, BASTA: Quando conheci o espiritismo e entendi que a dor nos auxilia a evoluir, cheguei a pedir a Deus um pouco mais de dor, foi quando, para convencê-Lo, eu disse que aguentava o "tranco". Claro que depois que Ele me atendeu verdadeiramente ao pedido, logo voltei atrás... Para, para... Mesmo porque eu sou maluco, mas não sou burro... Isto não quer dizer que eu seja masoquista !!! Ver 310.

379 - VIOLÃO-CELLO: Tipo harpa... Antes de regravar o longa-metragem 014 (deletei o anterior por queda no IBOPE), em 08.01.2014, passei rapidamente o verão na Paris, de 2047 e trouxe esta última moda de lá, que curiosamente me disseram que se inspiraram em um vídeo de uma noite no verão de 2014. Não entendi muito bem, mas acho que é tipo o filme "De Volta para o Futuro IV".


378 - AMIGO FIEL: Brahms compôs "Variações sobre um Tema de Schumann" (Opus 9 e 23, mesmo nome), baseada numa composição de Schumann, que, não somente compositor como também médium auditivo, declarou ter ouvido o canto dos anjos, os espíritos de Mendelssohn e Schubert.

377 - ÚLTIMA VEZ: Que conversei com R., amigo meu de Barra do Piraí, num encontro ao acaso, após mais de ano sem vê-lo, falei de brincadeira para ele criar vergonha na cara e aprender a nadar, porque se caísse em um rio morreria afogado. E rimos juntos. Meses após, este pai de família, aprendeu a dirigir, comprou um carro, que caiu na água e ele, ainda vivo no plano espiritual, fez sua passagem neste dia.

376 - IDEAL: Lembro-me de um espírito, em um médium, dizendo-me que uma pessoa inteligente não consegue viver muito bem e ser feliz na Terra, se não levantar um bandeira, ter um ideal.  Eu, que não sou burro, já pintei várias bandeiras (históricas brasileiras). Ver 284 e 261.

375 - VERME: Perguntei para SAI BABA sobre determinada pessoa, o caráter etc. Não por curiosidade, mas por, de uma maneira ou de outra, interferir na minha vida. Imediatamente na pia da cozinha, surgiu uma espécie de larva (que não conheço), e quando fui olhar de perto desceu pelo ralo. Apenas uma maneira simbólica para eu ficar atento, que não ofendeu ninguém. Ver 118.

374 - OBSTÁCULOS: Não adianta colocar no meu caminho, pois o sistema que desenvolvi, de retirar pedrinha por pedrinha, não é só para esta vida, mas para eternidade, e olha que já estou nisto faz mais de meia hora...

373 - TATUAGEM: Desenho (de setembro) de um violino, realizado em 23.12.2013, coincidentemente dia e mês da data em que aprendi + - a tocar. Lembro de um livro, em que o camarada tido como santo, sem ser, teve que nascer em local de muita natureza para as energias saudáveis desta, protegê-lo das vibrações do petitório infindo das orações de seus devotos. Quando alguém na multidão olhar e achar que sou músico, eu que ainda preciso disto, vou me beneficiar, destas boas vibrações ? Fiz por achar que ficou bonito...



372 - NO PRUMO: Escrevendo sobre o braço do violão, 371, lembrei-me que, certa vez, um amigo espiritual pediu para eu pegar um eucatex, que estava empenado, para uma pintura mediúnica, que foi assinada por Picasso, para dar de presente. Relutei, por ser presente, mas aquiesci. Já pintada, no outro dia amanheceu totalmente reta.

371 - BANHO QUENTE: Após 20 min. de violão, é difícil esta temperatura d'água, pois sempre surgem 4 bolhas nos dedos (com pele fina pela pintura mediúnica) bem maiores do que a própria mão esquerda. Tentando melhorar o banho, em 26.12.2013, troquei cordas de aço por nylon. Achei uma loja que troca pra gente, vou economizar bateria do meu afinador eletrônico... O moço da loja disse que pode estragar o braço do violão próprio pra aço, por diminuir a tensão. Falei que poderia colocar, porque dizem que verniz no violino, só no luthier, e eu mesmo passei 2 vezes no meu, um de R$1,99, e ficou ótimo.

370 - ERRATA???: Ver 358. Se os verbos de movimento regem a preposição “a”, e não “em”, então o título deveria ser "A Chegada a o Complexo de Órion" ? Depende. De quem é o quadro ? E a música ? E o filme ? De quem é o título ? De quem é o Complexo de Órion ?

369 - BOM HUMOR: Ver 42, uma vez ouvi de um amigo espiritual incorporado em um médium, que eu não veria uma espírito evoluído mal-humorado. Ih, fui ao sebo e comprei 2 livros de piadas...

368 - ESCOLA DE MÚSICA: Sai Baba, para dar a música de presente para alguém, não precisa que este frequente Seu Conservatório na Índia, tal foi o caso de Vemu Mukunda, que, de físico nuclear para músico renomado, teve seu início no instrumento veena (vina) danificado.


367 - FOTOS SAI BABA: Cadastrado meu e-mail para receber o "Pensamento para o Dia", desde antes de 30.05.2006 (data de um que conservei), no site da Organização Sri Sathya Sai no Brasil, que envia o mesmo "Pensamento" da International Sai Organization, que informa que este foi escrito, na mesma data, em Prasanthi Nilayam, na Índia, para o mundo inteiro; no dia 18.12.2013, às 20:00 horas, pesquisei na internet fotos Dele com animais, para publicar no facebook. Em 19.12.2013, recebi o pensamento, pouco mais de quatro horas após, pela primeira vez sobre animais, embora eu não tenha conseguido ler todos. Sessenta fotos, restauradas como possível, foram publicadas, que, havendo interesse, para salvar no computador, basta clicar com o botão direito do mouse. Jack e Jill, Seus dois cães, jejuavam toda quinta-feira e desistiram de comer carne todos os dias...


366 - SÃO TOMÉ: Se eu, em alguma encarnação passada, fui algum personagem conhecido da história, provavelmente eu devo ter sido esse santo, não por sua santidade, mas pela sua incredulidade, pois Tomé, que duvida da ressurreição de Jesus, afirma que necessita sentir Suas chagas, antes de se convencer. E viva Lannnnn Kardec, com a fé raciocinada, inabalável, "que encara a razão, face a face, em todas as épocas da humanidade" !!!


The Incredulity of Saint Thomas, Caravaggio
365 - O ARCO: Após mais de 15 anos em que assisti a uma apresentação do Requiem, de Mozart, em novembro de 2012, fui em 5 apresentações do "Música no Museu" para tentar entender um pouco mais sobre música. Numa orquestra com cerca de 10 instrumentos de corda, reparei que a madeira do arco de apenas um deles, tal meu arco, ficava na direção do rosto, ao contrário dos outros. Em casa, seguindo a maioria, esforcei-me por cerca de 5 minutos e desisti, achando que teria que voltar desde o início do aprendizado. Fui almoçar, descansei e quando voltei ao violino, consegui de imediato. Parece que tudo tem o seu tempo na música...

364 - GAITA: No dia do bandolim (frase 359), adquiri uma gaita diatônica, em dó, que soprei algumas poucas vezes, enquanto assistia à televisão, sendo que no primeiro dia foi inevitável lembrar de Johannes, pois, por ser mais fácil, toquei Lullaby...


foto d'outrem...

363 - DICA DE COZINHA: êu nâo dá-ria ulma dica qui nãon  fizeççe uzo. Apóis caprixar uma farofa caõn ssebola, óvos, kaudo di carni i ulva qui pasça, pra vossê economizá tempu, dinnheiru i gáis ki él recursu dau naulturezsa, colóqui naul geuladei-ira e fimja quiu deixxoul kair çúko di ulva in ciulma. Naun jolgui fórah, colóki máiz farrinha di mão-di-ôca praul nun fiiulká muitchu dolci i mecha, náun princesa máis coloká foulgu ná cáza. Vêur taméin 325 i 238.

362 - BERIMBAU: Por quase 2 horas tentando extrair som, numa roda de desconhecidos capoeiristas, em 15.12.2013, consegui alguns que pareciam uma viagem para Órion (frase 358), mas o "toque de Angola" foi impossível para mim. Cheguei a conclusão que talvez eu não seja angolano... O "professor" disse que quando aprendeu, se ele errasse, tomava paulada na cabeça e que eu estava com sorte dele não ter um pedaço de pau ali, no que eu concordei com ele. Por sorte estava sem o celular para gravar, senão eu teria que publicar no youtube. Teve um momento em que cantei, enquanto berimbava:
ELE VEM COM A FACA,
ELE VEM COM A FACA,
EU VEM COM O FACÃO,
ELE VEM COM A REZA,
EU VEM COM A ORAÇÃO.

361 - VISÃO: Segundo a pergunta nº 245, de "O Livro dos Espíritos", o dom da visão, nos espíritos, não é limitado e localizado, como nos seres corporais, a visão está neles como um todo. Entendi que é uma mistura de zóio de águia com zóio de lince, doideira pura... Nem precisa virar o rosto pra ver...

360 - VERDADEIRA RIQUEZA: É mais fácil entender a partir de uma comunicação mediúnica de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, assinada por uma rainha de França, que pensou chegar no “Reino dos Céus” como soberana e assim ser tratada, mas que desilusão e humilhação, pois teve de ver acima dela, homens que considerava pequeninos e os desprezava... Pouca ou muita riqueza material em nada tem a ver com a mente humana, que bem trabalhada, em nada atrapalha o pouco ou muito dinheiro. Pode haver orgulho no voto de pobreza, como pode haver humildade na abastança... (ver 356)



359 - BANDOLIM: Em 26.11.2013, entrei numa loja de música e de tanto alugar o ouvido do dono, sem pagar o aluguer, ele foi no depósito, trouxe um bandolim, foi na vitrine da frente, pegou uma palheta (antes eu só usava paleta) e me entregou ambos, sem eu pedir, claro. Eu, que nunca havia segurado este instrumento, estava com um livro de partitura, abri e toquei duas músicas, num nível "não tão ruim". Não tenho documentos comprobatórios, mas tive testemunhas... Juro...

358 - VÍDEO 023: Em 08.12.2013, foi a 7ª vez que sentei ao piano para """tocar""" (entre aspas), sendo que deitado, foi a primeira vez e única vez, numa única filmagem que não teve treino prévio. Ih, então foi por isso que ficou assim... Achei legal porque fiquei gordo na telinha, sendo que estou com o mesmo peso por anos...   Opus 3 A Chegada em o Complexo de Órion

357 - AÇÃO E REAÇÃO: Em 2003, meu carro e uma moto colidiram; independente de quem tivesse sido a culpa, minha seguradora pagou o prejuízo da moto.  Fui seguindo o carro do Corpo de Bombeiros, que levava o motoqueiro, até o Hospital Souza Aguiar, no Rio de Janeiro, embora não precisasse.  Demorando o atendimento, saí procurando um médico. Já no andar de cima, consegui um que atendesse o ferido, sendo que este, posteriormente, disse que somente não me processou porque eu agilizei um médico que o socorresse. Por uma hora tentei ajudar e fiquei livre de um processo de meses ou anos.

356 - JOIAS: Li que numa reunião, o espírito de Emmanuel disse ao Chico Xavier que naquela noite, onde não cabiam mais gentes, a pessoa mais humilde era uma mulher, acobertada de todos os tipos desses enfeites reluzentes. Eu, que não sou bobo, já estou usando uma paradinha ou outra, pra ver se fico mais humilde, afinal... Bem-aventurados os humildes, porque...

355 - CHUVA: Em 05.12.2013, foi a mais forte que tomei, caminhando, sozinho entre carros, lentamente na rua. Fez-me lembrar de quando criança, que eu subia no terraço para me molhar na chuva, simplesmente pelo prazer. Revigorante e curativo banho energético da natureza, minha mãe.

354 - TAXISTA: Quando conheço alguém, evito falar de religião para parecer um pouco menos chato. Mas, percebi que o terreno mental era fértil. Então, contratei seus serviços pela segunda e pela terceira vez. Ao me despedir, foi gratificante ouvir ele dizer: A partir de hoje, sou um novo homem, jogarei fora tudo o que aprendi nos meus 40 anos. Este meu amigo está de parabéns. E, para todos nós, torcemos que mudanças em nossas convicções sejam diárias.

353 - PAPAI NOEL: Pra vosse naum ten adevogadu quem deu geito. Po, tu róba a féhsta do propio Niversariante, nun dia Deli... Anticristo !!!

352 - BIGODE: Não fiquei lá grandes coisas, quando deixei crescer o meu (fotos nov/2013), mas tirei uma onda diferente... Aproveitei para homenagear o lado bom de Hitler: a centelha divina. Coitadim desse bigodudo, todo mundo precisa de advogado...

351 - BOA VONTADE: Templo e Museu, onde todas as artes e religiões se encontram para a elevação do espírito humano a um patamar maior de paz, perseverança no bem e boa vontade.






Pietà, Michelangelo Buonarroti
350 - IMPLICÂNCIA: Se a carapuça lhe serviu, ainda que só uma beiradinha, quando falei, na postagem de 27.11.2013, que preconceito é falta de inteligência, e isto magoou seu coraçãozinho, perdoe-me, mas não é nada pessoal, é que aqui na clínica, às vezes a gente precisa usar tratamento de choque... (ver 172)

349 - TIMBAL: Ou qualquer outro percussão do gênero, nunca tinha colocado a mão antes de 20.11.2013 (vídeo 022); então coloquei o anel no polegar direito para potencializar o som e bati com os dedos soltos, como se fossem 5 varetas, enquanto a mão esquerda batia em concha, um pouco fechada. Pena não ter outro instrumento no pé ou sapato (propio pa baruio), para o pé que ritmava... Curti o momento... Ver 391 (vídeo 22 bê).

348 - MICHELANGELO: Filme de 4,5 horas (270 min sem intervalo, porque erraram na programação), numa cadeira apertada de madeira, no CCBB, BSB. Ninguém merece... Eu adorei... Principalmente ao sentir a emoção do próprio ao meu lado, quando o assunto era sua Pietà.

347 - LIVRE-ARBÍTRIO: Por SAI BABA, “Vocês têm total liberdade para escolher e agrada-Me que assim o façam, pois não aprecio a obediência servil. Se acham que Meus conselhos os ajudarão a alcançar a meta final, sigam-nos. Caso contrário, escolham um outro rumo, mas Eu lhes advirto: só encontrarão a Mim onde quer que forem, pois Eu estou em toda parte”.


ÍNTERIM: O que fazes... 55x38cm
346 - METIDEZ: Nunca ganhei concurso de mister simpatia, mas também nunca entrei na competição. Tem gente que acha que eu me acho, pelo simples fato de eu estar no extremo do cansaço, ou desligamento mental do local físico em que meu corpo se encontra, e nem me lembrei de cumprimentar, quem absolutamente não tenho muita intimidade, ou fiquei receoso em cumprimentar, justamente pela falta de intimidade.

345 - ÍNTERIM: O que fazes, enquanto as flores exalam ?

344 - PESQUISA CIENTÍFICA: Após 3 dias bebendo como único liquido coca-cola zero, a saliva passa a ter o mesmo gosto. Não recomendo para menores de 100 anos, depois dessa idade nada mais faz tanta diferença mesmo, então pode... (Ver 181)

343 - MUDANÇA DE HÁBITO: Antigamente, oh happy day, perguntava-se para uma pessoa o que ela ia ser quando crescer, hoje se pergunta quem ela foi na encarnação passada; tem até maluco por aí, dizendo que já foi artista famoso... Menos...

342 - CÂNDIDO PORTINARI: Homenagem ao amigo (do centro espírita e de qualquer outro endereço), que não somente viveu pela, para e com a arte, mas morreu dela, pelo saturnismo, chumbo contido nas tintas. Parece estranho, mas, na condição de pintor, tenho que lutar para não invejar o gênero da morte.



341 - DEDO D'AND.: Quando SAI BABA disse que me daria a “música”, disse que me tiraria algo, que foi a função do dedo anular esquerdo, por mais de um ano. Com tenossinovite estenosante, ou dedo em gatilho, o médico disse para eu tomar 2 caixas do remédio e, sem melhora, seria cirurgia. Não houve melhora, mas SAI BABA me disse que Ele curaria. Ao tocar violino, “gritando” de dor, num som mudo, Ele disse que era necessário que fosse assim. A função e a dor, realmente melhoraram 100%, mas, diferente dos outros dedos, ficou fisicamente, o que chamo de "vaga lembrança", para eu nunca mais esquecer deste episódio. (Trecho da 323, inspirado aqui: Confundiu-me até eu gritar de sofrimento...)


340 - DEDO SCHUMANN: A recuperação do dedo médio direito não era possível: "2 horas de exercícios do dedo - Toccata 10 vezes - exercícios para o dedo - variações de Alexander 20 vezes - e o dedo ainda não funciona, frustração sobre isso, extrema frustração (04.01.1830)”. Mas, três semanas depois, Schumann tocou essas variações de Alexander, trecho difícil de Ignaz Moscheles, em sua primeira e única aparição pública ao piano.

339 - DATA: Sou meio perdido na contagem do tempo na Terra. Desde criança, lembro que perguntava a Antônia que dia era o do hoje, por causa de datas de provas... Eu sempre tinha que explicar: dia em número. Acho que ela dizia o da semana de maldade...

338 - GIUSEPPE VERDI: Aos 7 anos, ajudava na igreja. Desatento, ouvindo o órgão, o padre gritou com ele, mas concentrado na melodia não ouviu; o padre irritado deu-lhe um leve pontapé, que o fez cair pelos degraus do altar. Chegando em casa sangrando, quando os pais lhe perguntaram o que  havia acontecido, respondeu; "Deixem-me aprender música".

337 - CASTRO ALVES: Missionário, o "Poeta dos Escravos", trabalhou, em poesia, a mente humana em direção aos ideais abolicionistas. Quando criança, num exercício de latim, em aula, traduziu uma ode de Horácio, em versos. Aos 21, nas dores da cirurgia de amputação do pé, sem anestésicos, disse: "Corte-o, corte-o, doutor, ficarei com menos matéria que o resto da humanidade". Faleceu aos 24 anos, antes da Lei Áurea.

336 - POETA: Julgando-me assim, apressadamente, alguns me perguntam se li o livro tal ou qual dos grandes poetas. Acho até graça... Até hoje, 22.10.2013, li dois livros inteiros de poesia (espíritas). Um com cerca de 50 páginas e o outro, de linguagem infantil, de estrofe e desenho por página. Ver 46.

335 - POR FAVOR: Respeite minha eficiência auditiva, aumente o volume do som ao máximo, porque preciso me concentrar na leitura.

334 - GD 61: Nos restos de um asteroide ao redor desta anã branca, estrela que esgotou seu combustível nuclear, foram descobertos sinais de rocha e água na atmosfera; 2 ingredientes essenciais para ser habitável, encontrados pela 1ª vez juntos, fora do nosso sistema solar. G. de Giov. e D. de D'And.: enfim, reconheceram o “abstrato cósmico”. 61, deve ser a numeração do quadro pintado – 61.000, sei lá... Divulgado no mundo, em 10.10.2013, e escrito no dia da criança, no Brasil.

Estrela GD 61, 60x60cm
333 - TRAUMA PSÍQUICO: Negativo, que causa dor, ou positivo, que causa alegria, pode durar bem mais de uma (ss) vida (ss). Lute para esquecer o primeiro com a mesma intensidade que deve lutar para fortalecer a memória do segundo. Pois, independente da sua mente, a vida segue corriqueiramente...

332 - FRANZ SCHUBERT: "O tempo, criador de inumeráveis belezas, jamais tornará a produzir outro Schubert"; por Robert Schumann.

331 - FRANZ LISZT: "Imagine-se uma criatura magra, de ombros estreitos, longos cabelos a lhe caírem até o pescoço, emoldurando-lhe um rosto interessante; olhar que traduz todas as expressões, cintilante na conversação ou cheio de bondade; um modo de falar áspero, acentuado, e teremos Liszt fora do piano. Diante do teclado, passa as mãos pelos cabelos, e, depois o olhar se acalma, o busto se imobiliza, e apenas a cabeça e a expressão do rosto lhe revelam os sentimentos. Ninguém pode imaginar semelhante modo de tocar, é preciso ouvi-lo"; por Robert Schumann.

330 - ALBERT EINSTEIN: Exímio violinista, que doava os cachês obtido (e que aprendeu a tocar sozinho), e "relativo" ao piano, além de poeta, afirmou - "sinto pessoalmente a felicidade, em seu mais alto grau, graças às grandes obras de arte. Delas recebo dons espirituais de tal poder que não os posso receber iguais de qualquer outra fonte".



329 - BALLET: Obra violonística de Ferdinando Carulli. Gravei este "longa-metragem 019", em 06.10.2013, sendo que neste dia somente toquei nos 3,5 minutos da música. A parte que errei e na hora "improvisei", + - dentro da proposta do autor, não foi o trecho da música que cortei no vídeo para inserir efeitos visuais. Aprendi violão quando criança, desfiz-me do instrumento e readquiri um recentemente. Eu de-tes-ta-va (por motivos outros, que não o próprio violão), mas SAI BABA, soube me persuadir a gostar (apesar de eu não ter tempo para estudar), após me incentivar no violino.



328 - ASPECTO MORAL: Saiba e defina seu limite, para agir dentro deste alcance e não ser pego de surpresa, pois se não quiser escorregar, não suba a ladeira, em tempo de chuva, montado numa girafa de salto alto.

327 - INFERNO NO CÉU: Deve ficar, quando estiverem os religiosos, que acham que apenas a religião deles é a que salva, querendo convencer o de outra seita, que pensa semelhantemente.

326 - DESÂNIMO: Não acendas tu, vela boa, para este defunto ruim, pois pode ser que dele, a chama fria se levante do túmulo caiado e enterrado, e com o tempo te causes apatia. Tempo de dia, ano ou séculos e séculos, até. (Relacionado: 19 e 104)



325 - DICA DE MODA: A melhor calça para você vestir é aquela que você esqueceu e guardou com o cinto na presilha. Para você que gosta de esportes após o trabalho, use durante o dia, uma camisa que sirva para esta atividade, mas não sempre para ninguém reparar, inclusive é menos uma para a lavanderia. Áinstaim ulsauva ternu Dilma kor sol prah nuca perca dim tempu. Sobre dicas, ver frase 238 e 363.

324 - POR ARTE: Deixei de muita coisa, de comer, de dormir, de descansar, de sair etc; deixei até mesmo de ser artista, esperando momento que a vida sinalizasse como mais oportuno. Nada de mais, dar a vida pela arte, aliás morrer pela arte, seria muito mais fácil. Algumas vezes deixei de ter saúde, mas muitas outras deixei de ter doença.
323 - VONTADE PRÓPRIA: A arte tem... Sempre fez o que quis de mim... Usou-me como se eu fosse um instrumento musical largado, para extrair todos os tipos de sons: affettuoso, dolce, appassionato, lacrimoso, funebre etc; esculpindo cada entranha do meu ser. Sujou-me de tinta, com todas as cores, que só as emoções são capazes de produzir. Escreveu prosa e poesia, com suor e sangue quente nas minhas carnes brancas e frias, como se eu fosse uma folha de papel empoeirada, perdida na rua... Sapateou esmagando meu coração, mesmo quando eu não estava a fim de dançar música nenhuma. Confundiu-me até eu gritar de sofrimento e cantar de alegria. Só não me descartou, como qualquer que usa outrem à exaustão, porque aproveitou para fazer de mim: Seu brinquedo predileto...

322 - IMPREVISIBILIDADE: Os inteligentes, os muito inteligentes e os menos inteligentes são sempre previsíveis. A vida é e até a morte é previsível. Mas somente os loucos e os gênios são imprevisíveis. Ver 314.

321 - IMPONÊNCIA: E suntuosidade na arte, não estão no tamanho, nem na quantidade. Johannes Vermeer tem menos de 40 trabalhos reconhecidos como autor e o MASP fez uma exposição de um andar inteiro para abrigar apenas um quadro seu.


Mulher de Azul Lendo uma Carta
320 - PROJEÇÃO ASTRAL: Por motivo de trabalho fui em fazenda desconhecida, lá chegando perguntei pelo armário, que tinha pequenas cortinas por dentro e pela cama com dossel, armação com cortina por cima; responderam-me que recentemente haviam trocado os móveis por mais modernos. E que o açude, que perguntei, ficava próximo. Como esquecer destes móveis incomuns, só porque haviam se passado alguns anos, após eu ir lá, em desdobramento do corpo.

319 - MESMO DIA: Sonhei com uma pessoa e quis ligar para dar o recado, ainda com a empolgação do sonho, mas os amigos espirituais me aconselharam a não ligar porque eu deveria falar pessoalmente. Por haver três cidades envolvidas, calculei no mínimo 15 dias para isto. No dia imediato ao sonho, estava saindo do trabalho, para ir de carro para um curso, neste momento um colega quis conversar, como já o conhecia a algum tempo e isto nunca havia acontecido, resolvi dar atenção e perdi a hora do curso. Peguei o carro e fiz a rotatória do Aeroporto Santos Dumont, com o vidro aberto; momento em que vindo de Copacabana, pois se atrasaram na volta, já que o motorista insistiu para irem num Shopping, o carro desta pessoa, que raramente visitava o Rio, também com o vidro aberto. Viram-me, chamaram-me e pude dar o recado no...

318 - CICERONE: Aparelho GPS ou guia rodoviário, não sei. Vindo a trabalho, saído de Barra do Piraí, perdido na "grande" capital do Rio de Janeiro, tarde da noite, em local muito distante e ermo com mais um, tentando, em vão, encontrar o caminho de volta; mas, ainda inseguro, no início da mediunidade, apareceu uma amigo espiritual, que disse que já havia morado no Rio, levantou meu braço e foi apontando a saída, que achamos muito rapidamente. Foi a solução.

317 - DIALETO: Se achas que brinco, quando brinco de escrever brindando, e tão só por isto me achas infantil. Se acreditas que sério demais sou, porque mensagens austeras saltam do papel a olhos vistos. Então, talvez não estejas conseguindo decifrar o meu viver.

316 - BRIGA INTERNA: Sejas qual for tua discórdia íntima, se negas com a mente, o que não somente o coração escolheu, mas o corpo todo, então é necessário que afirmes com a mente ou negues até o limite da alma e do corpo.

315 - PEDRINHA: Terminando de digitar a frase anterior, surgiu na frente da tela do notebook, uma pequeníssima pedra, que veio flutuando levemente a ponto de fazer curva no ar, como se seu peso real permitisse tal situação. Pousou suavemente perto ao teclado. Coloquei a mão para ver do que se tratava e esfarelou. Branca com detalhe marrom claro, parece de alguma região, que desconheço. Foi quando Sai Baba me disse que traz qualquer coisa, de qualquer lugar e une quaisquer pessoas, para qualquer fim, que Ele determine. Ver 118.

314 - PREVISIBILIDADE: Sob este título, em 15.09.2013, escrevi de brincadeira para depois apagar que "aqui no blog, a única coisa previsível é a imprevisibilidade". Em seguida fui dormir e sonhei com uma penca de chaves e no sonho falei que era para dar para uma amiga, que tem uma conhecida que faz artesanato com chaves. No sonho falei isto, porque cerca de um mês atrás levei três chaves para este fim. Em 16.09.2013, às 17:30 min., conversando com um amigo, por cinco minutos, neste exato momento, veio um outro com uma penca de chaves sem uso e disse que era para dar para esta amiga comum. Para Deus, na vida, tudo é tão previsível. Ver 315.

313 - MATERIALISTA: Li que Leonardo Da Vinci abriu um bar e faliu. A par de sua inteligência e competência para tudo, talvez ele não tenha tido ambição suficiente para se manter como comerciante. Talvez por isto, após morrer, tenha se dado mal; pelo que se sabe foi morar em mundo mais feliz e evoluído do que a Terra, vindo de vez em quando em missão, inclusive na pintura mediúnica.

312 - O PIANISTA ILUSIONISTA: Levemente adoentado, tirei alguns minutos do dia 10.09.2013, para gravar esta "opus 2", vídeo 18. Além de eu ter pedido ao SAI BABA, um pouco de agitação, quando me sentasse ao piano pela 5ª vez (frase 305), também pedi que o vídeo tivesse cerca de 7 minutos, pois mais tempo ficaria cansativo e menos não daria para eu brincar a contento. Não programei o final, simplesmente não tinha mais para onde minhas mãos irem. Descontado o tempo de início e do fim, acho que Ele realizou ambos os pedidos.



311 - MEMÓRIA INTEGRAL: Espírito incorporado em médium, também, desconhecido disse que chegaria um tempo em que eu me recordaria de uma coisa que eu fiz no passado, mas que não era arte. Andar e falar não é porque eu já sabia, quando ele me falou. Fico pensando se seria a escrita (não arte poética) que me faz escrever neste blog, sem pensar e muitas vezes enquanto converso, assisto TV ou faço refeições. Não sei...

310 - PEDIDO: Um (outro) espírito incorporado em um (outro) médium disse que eu deveria pedir mais coisas para Deus, porque isto fazia parte desta minha atual experiência encarnatória, mas que eu tivesse cuidado ao pedir, porque Ele me concederia. Um outro, ainda, disse "tem que pedir, tem que pedir". Poxa, mas eu nem sei o que eu quero pedir, pra mim tudo está bom...

309 - DIA DA MORTE: Se antes de nascer minha mente, liberta do cárcere do cérebro físico, não tem limites ao pensar e trago comigo todo o potencial adquirido em várias vidas. Se fora deste corpo que rasteja, tal verme, jungido ao solo, eu, espírito imortal alço voos em pleno céu de anil. Então, mesmo feliz pela benção da reencarnação, que me permite crescer em experiências e me esforçando para passar o maior tempo possível na vida, de antemão, sei que o dia mais feliz da minha vida será o...

308 - FILME ESPIRITUAL: Do lado de lá, assistindo ao filme, você se sente como se estivesse dentro, participando das ações dos personagens, com toda a gama de emoções. Este que assisti não era sobre o evangelho, como seria de se esperar, mas filme comum de ação. Estavam me ensinando como funciona este passar da emoção do personagem para o telespectador. Acordei cansado, como se tivesse correndo toda a noite, fugindo e ou perseguindo alguém.

307 - BALÉ ESPIRITUAL: Fora do corpo físico, fui levado a assisti-lo. O ambiente estava na mais completa escuridão, com música tranquila. Somente dava para ver que era uma dança a medida que acendia, tipo neon colorido, os detalhes do corpo em movimento: parte do braço e dedos, dos pés, do cabelo, perfil etc. Inesquecível.

306 - ESCULTURA ESPIRITUAL: Estando no plano espiritual, algum amigo artista fez cair do alto espécie de grânulos arenosos que a medida que iam se juntando ao solo formavam uma mulher nua, estilo obra clássica grega, ao mesmo tempo em que ela ia se movimentando lentamente até parar em sua posição definitiva. Lá as esculturas se movem, dependendo unicamente da mente do artista. Fazem anos e é impossível esquecer.

305 - DESPERTADOR: Hoje, 07.09.2013, acordei às 07:45 min. com o volume um pouco alto demais de um dedilhado solo ao piano. Por instantes, pensei se tratar de algum vizinho (que na verdade não tem nenhum assim), depois que reparei que esta música não era física. Ela não brotou de dentro de mim, foi através da clariaudiência. Havia pedido ao SAI BABA para que quando eu me sentasse ao piano pela 5ª vez (4ª vez, ver frase 291), eu estivesse com uma natureza muito mais agitada do que calma; assim foi o som.

304 - AUTOCONHECIMENTO: Já me chamaram de burro e gênio, ínfimo e grande, mudo e falante, gay e boi sonso, antipático e simpático, lerdo e apressado, irritante e calmo e ainda muitos outros adjetivos antônimos. Isto em nada me ajudou no meu processo de... Você tem ajudado alguém a se conhecer melhor ?

303 - BOM LADRÃO: É aquele que lhe furta (dinheiro ou coisa qualquer) rindo, você fica feliz e ainda agradece. Eu já tive a boa graça de conhecer alguns, e assim vamos evoluindo...

302 - BELEZA: Chiquim (Xavier) dizia que já havia visto pessoas de aparência física não convencionalmente belas inundar o ambiente de luz, pela beleza do caráter, ao passo que também já havia visto pessoas fisicamente lindíssimas, que até cobra (espiritual) no cabelo tinham. As pessoas feias que me perdoem, mas caráter é fundamental... (frase final em paráfrase)

301 - O GRITO: Não inspirado em Edvard Munch, atrás da pessoa com quem eu conversava, vi uma criança maior girando com força uma vassoura. Assustando a todos, gritei a palavra "para" o mais intenso que consegui, então a vassoura parou a cerca de 3 centímetros do rosto da criança menor (reflexo, ver 272). Uns acham que sou mudo, outros, que sempre falo baixo...



300 - RIO RENO: Schumann, caríssima figura psíquica, na sua tentativa de suicídio, quando se jogou nas águas geladas, você não morreu por desistência voluntária ou arrependimento eficaz, mas por circunstâncias alheias a sua vontade, sendo salvo por barqueiros. O que equivale dizer que cometeu o mais grave dos delitos arrolados nas divinas leis. Pelo pouco que sei, ficará, por um tempo, afastado daquilo que lhe era mais caro nesta época: a música (e alguns entes queridos), para que, suportando dores semelhantes ou maiores, não possa se beneficiar daquilo que deveria ser o seu próprio apoio. Do amigo mental, Giov..


Schumann e o Reno: A 3ª Sinfonia e a Tentativa de Suicídio (título sugerido por SAI BABA)



299 - DESCULPAS: Não é possível, "quanto mais eu rezo, mais assombração aparece" (dito pop)... Acho que Johannes não leu a frase 275. Antes de 06.05.2013 (gravação de lullaby), chegou a mim, este "morto", morrendo de vergonha, dizendo que poderia ter feito mais por mim e tal; quase que eu é que fico sem graça... Pelo menos ele não perdeu sua malícia refinada e do bem, pois um mês antes de se apresentar, de vez em quando, eu ouvia, sem entender, alguém me chamar de sogro, referindo-se ao passado. Mal deixei ele falar, fui logo detonando para ele parar de bobeira. Brahms, eu é que tenho que pedir desculpas pelo meu jeitim... (Frases 113, 124). Aliás, eu falei com ele que meu nome é JO - VA - NE...

298 - FORMA-PENSAMENTO: Lendo livro sobre projeção astral, era comum os amigos espirituais me levarem para a lição prática. Quando li este assunto, tiraram-me consciente do corpo e ainda no meu quarto, algum artista espiritual materializou uma espécie de dezenas de cartas de baralho, em tamanho pouco maior do que o comum, e elas "voavam" e se empilhavam, em várias pilhas, em torno de mim, como se fossem efeitos especiais de cinema.

297 - AVIÕEZINHOS: Após uma criança jogar videogame por tempo razoável, eu passei a ver formas-pensamento, que são construções mentais fixas que tomam a forma daquilo que pensamos. Assim são feitas as construções no plano espiritual e assim alguns videntes veem nossos desejos e dizem (sendo comerciante, ainda cobram)  aquilo que queremos ouvir, como se fosse o futuro, mas é apenas o presente, de nosso pensamento.

296 - VIAGEM ASTRAL: Em visita ao Rio de Janeiro íamos conhecer a Trilha da Urca, na hora de sair, veio-me um súbito sono, deitei-me um pouco e sonhei com uma grande pedra em que as pessoas subiam praticamente em pé. Acordei e não dei importância a este sonho por considerá-lo surreal. Lá chegando, constatei a exatidão do sonho. Dos 15 aos 22 anos a frequência era em extrema quantidade, quase diária.

295 - ABRAÇO: Sincero, em segundos, conduz-me do "de mal a pior" para o "de bem a melhor". Esta visão poética do abraço, tem sido, por muitas vezes, minha realidade física.

294 - COMUM: Confundirmo-nos com o que vemos no espelho e principalmente com o papel que desempenhamos na sociedade. Somos nossa própria mente e esta, quando estamos fora do corpo, no sono ou na chamada "morte", leva-nos para o endereço onde nos situamos em sintonia. Se me julgas pelo que pensas enxergar em mim, errarás...

293 - INTERPRETAÇÃO TEXTUAL: “Não sei fazer de outro modo” Robert Schumann. “É também, o único a ter esse direito” Josef Joachim. Em suma: Discupi ae coké cosa, mais ieu pósço uéh...

292 - SITUAÇÕES: Delicadas e ou de alto risco, é imprescindível a calma.

291 - PIANO: O dó central fica próximo ao buraco da fechadura e as teclas pretas são os acidentes, eis todo o meu conhecimento da técnica pianística. Sempre achei que um dia iria me sentar ao piano e começar a tocar sem saber (mediúnico ou não), como se fosse mágica, o que veio a acontecer com o violino, que comprei a pedido de SAI BABA. Não toco nenhuma música ao piano, lógico, mas em 26.08.2013, pela 4ª vez, sentei-me ao piano (de alguém, porque não tenho, nunca estudei e nem sei o nome das notas) e, não mediúnico, brinquei com as teclas. Antes que se diga que estou imitando Robert Schumann, que tinha a mania de improvisar ao piano, as primeiras 2 vezes, foi antes de eu saber da existência deste músico. Gravei estas "Brincadeiras Infantis ao Piano" em duas partes: I - "O Amigo Invisível" e II - "O Cão Serelepe", que aborda 2 fases da criança e dedico ao moço a quem dediquei a frase 289. Dentro do improviso, tive que improvisar o final, por causa da irritação. O segredo de melhor execução da 2ª parte é ficar soprando fora do ritmo...



290 - PRIMEIRA VISTA: Não acredito, pois amor são as afinidades conquistadas com o tempo. Um dia, embora eu ache que afinidade é questão de alma e não do corpo, falei com Deus, que se eu pudesse me dar ao luxo de escolher, ela seria mais alta do que eu, magra, de olhos verdes (azuis não serviam), boca carnuda, pele clara, cabelo escuro e de preferência modelo. Tempos depois, entrei numa loja, ela olhou para trás, por causa do barulho da porta, e eu já tive a certeza de que era ela.



130x100cm AsT
50x50cm AsT




289 - JOGO DE XADREZ: (opus dedicada ao enxadrista xeque-matista, o infante meu filho)
No xeque-mate, a ida, após o adeus,
Em nova partida, as peças vêm vidas,
Jogam e jogam até o empate,
Quitam-se com as leis de Deus.

288 - ARTIGO JURÍDICO: O 1º que escrevi foi quando reparei às 17h20min que se encerrava o envio para publicação, sobre Direito Civil, às 18:00. Nem pensei, aproveitei a situação para divulgar as artes, com "A Ciência Jurídica e as Artes Plásticas" e, claro, no final do texto, exemplifiquei através de obras do giov.. Uma vez sonhei que, num tempo antigo, havia um livro em cima de uma mesa, que o eu, da época, havia escrito. Bom, deixa isso pra lá... O passado somente serve como informação, não alterando o presente, embora facilidades e dificuldades do hoje, tenham fonte no ontem.

287 - DESCONHECIDO: É tão bom conversar com quem não conhecemos e não tem ideias preconcebidas conosco, inclusive aprendemos muitas coisas, nesta simplicidade rotineira e transeunte. No meu caso então, acham até que sou normal; leia-se nem médium nem artista. Aliás, eis um ótimo motivo para se andar mal arrumado na multidão...

286 - JÚLIO: Cézar Grandi Ribeiro (ver frases Julinho), após o despertador, em 24.08.2013, surgiu inundando o quarto com seu perfume peculiar e novamente me revigorando os ânimos. Era comum, algumas pessoas sentirem este seu aroma agradável, em vida, quando ele adentrava no recinto. Tu, que perfume exalas ?

285 - REENCARNAÇÃO GIOV.: O espírito (frase 251) disse que quando eu fosse em determinadas regiões (que não fui) da Europa, eu colocaria as mãos em determinadas obras de arte e me recordaria da época, da execução delas etc. Acho que ela pensou que eu fosse cego. Veja só você, vê se eu preciso colocar a mão para enxergar ??? Antes dela falar eu já sabia...

284 - BRASILEIRINHOS: Pintei este quadro (que não é mediúnico) da Bandeira do Brasil, agora em exposição permanente na Casa Histórica de Marechal Deodoro, durante uma parte, talvez metade, de um filme que estava assistindo e que não perdi nem um pedacinho. Acho tão engraçado quando ouço de alguém que vivo perdendo meu tempo com essas coisas, de pintura etc. Nem sou muito de ficar assistindo a filmes...


Brasileirinhos, 60x80cm, acrilica sobre tela.
283 - ACIDENTE: Sonhei com uma amigA, que não dirige, não tem carro e nunca mencionou vontade de dirigir, dirigindo um automóvel devagar e dava várias pequenas batidas na parede. No dia seguinte, já cheguei brigando com um amigO, para ele dirigir mais devagar, porque eu havia sonhado com batida de carro (não contei que não era ele). Em menos de um mês, ele capotou com o carro e machucou razoavelmente, mas não ficou nenhum trauma, graças... Por falar em carro, segundo um adesivo plástico: O acaso não existe, leia Kardec.

282 - TEMPOS: Tal o vento, o tempo voa e passa, assim como um pássaro aparentemente sem destino, cuja única certeza é que dias melhores virão... Voando... O tempo e o vento se fundem e se confundem, ao tempo em que passam por nós sem deixar marcas. Mas, de tempos em tempos, quando deixa, parece que aquele tempo marcado, constantemente sopra como o vento que gira, em ventania, voando ao nosso derredor. E, às vezes, até tonto, aquele que não era tonto, pode ficar por um tempo... Quem sabe, ainda virá um outro tempo, como o pássaro verde que voa no vento ??? (Verdes: 98)

281 - EVANGELIZAÇÃO: Espírita infantil, trabalhei por alguns poucos anos. O que mais me recordo era um aluno, que outros professores tinham um certo receio, por seu temperamento. Comigo ele sempre foi super calmo, gentil e realizava todos os deveres. Só no primeiro dia, que ainda não me conhecia, começou a bagunçar. E uma única vez, perguntei baixinho, para somente ele ouvir, olhando nos olhos: Qual o seu interesse aqui na aula, o estudo ou é somente chamar atenção? Pense direitinho para depois responder.

280 - ARTE MEDIÚNICA: Junção de duas esferas de artistas e médicos que se manifestando através de médiuns vem colaborar no processo de cura das almas adoecidas de encarnados e desencarnados ligados às provações terrenas. (respeitando frase 01, autoria de Walkíria Kaminski). Sobre o assunto, frase 75.

279 - CEFALEIA: Madrugada, 17.08.2013, muita dor, enquanto, na sonolência, eu via e ouvia agradavelmente notas musicais, como numa partitura, de mais de 30 minutos, para violão, que ao final o som passou para piano (mão direita). Somente consegui levantar 5 horas, para ministrar dipirona e vibhuti (frase 167), e instantaneamente fiquei curado. A luz desligada do quarto acendeu e apagou rápido, como um pequeno clarão (que não foi a 1ª vez) e SAI BABA disse que esta dor havia sido feita por Ele. Foi a resposta emocional ao meu questionamento de que com o dedo paralisado da mão direita, Schumann não conseguiria tocar violino ou cantar, porque sua dor era real e intensa. Acordei ótimo.

278 - DESPREOCUPAÇÃO: "Amanhã darei um jeito de pensar nisso" (autoria, sei lá de quem, do filme E o Vento Levou, não sei pra onde...). "Olhai os lírios do campo..." Observai os pássaros no céu..." (Bíbria Saglada).

277 - IVAN IV: O Terrível (1530-1584), czar russo, cujas maldades lhe renderam mais de 3 séculos de dor. Numa vida, enquanto enxergava, lia os Evangelhos, Kardec... Cadeirante, leproso e cego, tateava com os tocos das mãos, colocava o rosto no prato e retirava os alimentos, com a boca sem paladar. Sua esposa fugiu, foi obrigada por lei a voltar e tratar dele, mas se suicidou. Por dias consecutivos a única coisa que enxergava era a alma de sua mulher enlouquecida, vagando entre gritos, suplicando perdão e socorro. Manteve-se absolutamente confiante na misericórdia do Altíssimo. (Ressurreição e Vida, Yvonne Pereira, pelo espírito de Léon Tolstoi).

276 - GÊNIO: Da arte, este espírito sempre se destaca quando desce ao palco terrestre. Dentre muitas outras vezes, veio "a nós o vosso reino", vestindo a indumentária carnal na pele de Ovídio (poeta, +- 40 a.C. - 16 d.C.), Rafael Sanzio (pintor e arquiteto, 1483-1520) e Frédéric Chopin (compositor e pianista, 1810 - 1849).

275 - CORAÇÃO: Nunca compreendi o significado da palavra ódio, tampouco o fato de alguém não gostar de outro, quando acaba de conhecê-lo. Decepção e mágoa já senti, mas trabalhei todas; agora nem sinto mais, coloco tudo na conta da experiência que a vida me proporciona. Deus não erra, quando alguém me fere, acho que eu precisava e esta pessoa foi somente o instrumento, que pode ter um nome qualquer... Em verdade, nem preciso perdoar ninguém, porque não me sinto ofendido. Agora, falando como artista, a mente tem que estar sempre livre de pensamentos negativos, para melhor criar.

274 - CALMO: Ouvi enésimas e infindas vezes que sou, inclusive a ponto de irritar qualquer pessoa. Mas, um espírito incorporado em médium me disse que na verdade eu sou controlado. Ele foi o único que acertou. Simplesmente, em qualquer situação, penso rapidamente o que deveria fazer e tomo a atitude, seja ela qual for, ao tempo em que controlo meu emocional a ponto de ninguém perceber se alterei um único batimento cardíaco. Ver frase 168.

273 - BRIGA: Caminhando, com 20 anos, em local ermo e sem luz, com 2 mulheres, veio um camarada e me empurrou. Pensei ser um conhecido inconveniente, que não me recordava e cumprimentei. Empurrou-me de novo. Abracei-o, quando disse que queria ficar com uma, conversando para chegar num local com luz. Saiu e abraçou uma. Sem reflexo de luta, pensei que deveria tomar uma atitude, puxei-o com força e ele caiu. Levantou-se e me deu um soco, caí. Levantei e mais uma vez, pensei o que deveria fazer: Socá-lo, assim eu fiz. Vieram mais 2. Elas gritando, parou um carro com 2 amigos e os 3 se retiraram. Sobre luta, frase 180.

272 - REFLEXO: Normal, igual ao de todo mundo. De alguns causos, como pegar uma TV, encostando-a, com a perna, no móvel ou uma criança, quando eu, que estava dormindo, acordei e estiquei a perna para ela não chegar ao chão; o mais legal, foi quando caminhando e conversando com amigo na "balada", vi que o garçom, na pressa, colocou a garrafa de refrigerante vazia no balcão e saiu rápido. Ela, balançando, caiu. Eu coloquei uma perna na frente do amigo, que, andando, estava ao lado do balcão, abaixei e peguei-a no alto. Juro... (ver 301)

271 - O ÓBOLO: O "dever de casa" da aula de escultura (frase 156) era tentar fazer uma mão. Eu fiz uma calejada de um homem trabalhador, mas pedinte, encimada por uma menor, de mulher, que lhe entregava uma moeda, tal o capítulo bíblico do óbulo da viúva. O professor disse que deveria ser apenas um dever e não uma obra de arte sacra. Na verdade, entrei na aula para aprender sobre fundição e materiais e não propriamente para fazer esculturas.

270 - CATALOGADOR: Por excelência, Schumann, diferente da maioria dos artistas, ele mesmo catalogou suas opus. Inclusive, assisti a um filme sobre ele, em que já perdendo a saúde, internado no hospício, catalogou o nome de cidades, por letras. Seriedades à parte, deve ter sido o precursor da adedanha...

269 - 120 TÍTULOS: Empolgado com as verdades estabelecidas pela Doutrina Espírita, numerava e anotava o nome dos livros que ia lendo, depois parei de anotar e continuei lendo mais um pouquinho... Não é vantagem, José Raul Teixeira, orador conhecido mundialmente, que tem zóio de onça, nesta empolgação inicial, em 6 meses, leu 600 livros.

268 - PSICOGRAFIA: Quando tinha mais tempo, sempre me oferecia para dormir com alguém da família, no hospital, mesmo porque não me tomava tempo, pois levava livros e material de desenho. Para consolar o doente, recebi várias psicografias (não tão comum na minha mediunidade) para ele. Uma delas com nome completo, minha mãe disse que não conhecia. O espírito me falou e repeti o apelido, o "Zezinho, da venda do Seu Frajala, perto do cemitério", em sua cidade natal. Minha mãe se recordou, havia morrido quando ela tinha 15 anos, mas ela não sabia o nome dele.

267 - SEBASTIÃO LASNEAU: Havia lido um livro dele e decorado um pequeno poema para falar no Centro Espírita. Posteriormente, sem saber, quando o Julinho (frase 71 e 214) foi dar uma palestra, em seu livro, psicografou esta estrofe para mim, deste autor espiritual:
"Giovanni irmão, ouça isso,
Que eu sempre soube por tudo:
Mediunidade é serviço,
Trabalho, renúncia e estudo."

266 - LETRAS: Dentro do meu relativo conhecimento da língua portuguesa, é muito comum eu corrigir o texto sem ler, porque enxergo a página como se fosse um desenho e, quando tem erro, o ponto em desarmonia ressalta aos meus olhos. Também, é comum eu ler em blocos de parágrafos, captando o teor, sem detalhes, ao invés de cada palavra.

265 - QUISTO: Ou semelhante, porque disto nada entendo. Havia um pequeno no seio dela. Fiz uma prece, pedindo para Deus, que todo o mal, qualquer, passasse para o meu corpo. Dias depois, sumiu e apareceu um pequeno no meu peito, que precisei retirar com 3 procedimentos cirúrgicos, em dermatologista. A marca é quase imperceptível. Acredito em 2 possibilidades: Ou Ele atendeu ao meu pedido ou foi uma feliz coincidência. Anos após, li que SAI BABA fez isto com a doença de um devoto e todos acharam que Ele ia morrer. Numa crise, sem fala, conseguiu balbuciar o horário de Sua cura. Mas, Ele não precisava usar este método de cura, foi só uma lição.

264 - QUÁDRUPLA CIDADANIA: Sou brasileiro, pelo jus soli, italiano do Paraguai, pelo jus sanguinis, com cabelo afrodescendente, que, quando retiro o boné, as """forças do mal""" insistem em dizer que eu alisei ou fiz escova... Menos... Nem penteio... Tem gente que se orgulha de ter dupla cid...

263 - ANJOS: Sem asas e vestidos de luz, aparecem para mim, na forma de pintores, poetas, músicos, médicos, crianças, pessoas que um dia eu conheci e desconhecidos em geral e nas dificuldades me consolam e nas horas tranquilas, incitam-me a trabalhar mais. Minha grande tristeza é não conseguir repassar nem 10%, do que recebo.

262 - JOHANN SEBASTIAN BACH: Pelos seus concertos de Brandenburgo (BWV 1046 a 1051), principalmente o 3º, BWV 1048: Deus tende piedade de sua alma...



261 - OLAVO BILAC: Na madrugada de 06.08.2013, acordei com esta presença ao meu lado e todos os trechos que eu conheço do Hino Nacional, foram passando pela minha mente.Tirou minha dúvida de como músicos tocam várias sinfonias de mais de 30 minutos, sem partitura; além da memória treinada em várias vidas, basta uma presença que conheça o assunto e este se passa na mente do encarnado. Após, ouvi o Hino à Bandeira (cuja letra é sua) cantado por uma criança espiritual. Olavo, atuante na literatura infantil, disse-me que levou várias e várias e várias crianças na exposição de Bandeiras Históricas, no Forte do Leme.

260 - MUDO: Passei por um que esbravejava com alguém. As ondas (não) sonoras trazidas pelo ar, incomodaram meus ouvidos, como se fossem um som alto, embora eu nada tenha entendido.

259 - LAGARTO: Acuado no canto, com uma vibração de medo, peguei o filhote com um vasilhame e soltei no quintal. Ele saiu, parou e me olhou com um olhar de agradecimento que nunca mais esqueci. Olhar tão raro nos racionais...

258 - PRATICIDADE: Deus é extremamente prático, une uma pessoa que tenha o carma de morrer violentamente com, por exemplo, uma bala perdida ou um motorista bêbado. Mas Deus não precisa de ninguém para que Seus desígnios se cumpram. Esta pessoa poderia cair com a cabeça na pedra e cumprir seu carma. Sobre aquele que foi o instrumento da dor: "Ai daquele que é motivo de escândalo", porque "haverá prantos e ranger de dentes".

257 - ARCANGELO CORELLI: Logo no início da mediunidade de pintura, ele assinou 2 quadros em público. Inseguro, briguei com os espíritos porque fui pego de surpresa e falei que desconhecidos deveriam se apresentar a mim em casa primeiro, antes do Centro Espírita; mesmo porque nunca havia ouvido falar neste pintor. Pesquisei e vi que era um músico conhecido. Hoje, 03.08.2013, constatei que foi violinista e compositor, professor de Vivaldi.

256 - MATTEO CARCASSI: Compositor violonístico do século XIX, trazido pelos amigos espirituais, em julho de 2013, enquanto eu tentava tocar com seu método, disse que achou que eu estivesse pior no violão. Não foi ironia, embora eu tenha rido. Nem tomei como elogio, lógico. Entendi que quando os amigos foram buscá-lo, para ele não se decepcionar tanto, exageraram mais ainda minha atecnia. Ele continua trabalhando na difusão do violão erudito. Nada me ensinou, mas somente com sua presença toquei menos mal. Sensibilidade e inspiração não se confundem com mediunidade.

255 - MAMON: Se tua fé se baseia num je$u$ cri$to qualquer, na hora do seu testemunho doloroso, na intensa e inesperada dor, que ninguém consegue escapar durante uma encarnação inteira, pode ser que o Original não consiga lhe ajudar, o tanto que se fizer necessário.

254 - SANGUE PISADO: Um conhecido, que estava indo ao médico há 1 mês e não melhorava, dado a dificuldade, por o problema estar na cavidade nasal. Um "preto velho" disse para, na hora da prece, no passe magnético, eu imaginar o sangue escorrendo. No dia seguinte, esta pessoa relatou que durante a noite, saiu sangue pelo seu nariz e ele ficou bom. Deus não precisa de ninguém para curar o outro, mas Ele quer que cresçamos em amor.

253 - R$ 63,43: Como sempre, falei no posto de combustível, para abastecer até a "bomba desarmar". O frentista perguntou qual o valor. Achei que ele tava de brinca com a minha cara e aproveitei para zoar ele. Você quer saber o valor exato ? Eu disse, inclusive os centavos. Ele achou que eu acertei, mas na verdade foi o SAI BABA que desarmou a bomba na hora certa. Ver frase 139.

252 - CLARIAUDIÊNCIA: Sem a utilização do sentido da audição física, é infinitamente mais fácil eu prestar atenção ao que os espíritos me dizem do que uma pessoa, pois no caso desta, se eu estiver distraído, assim como acontece com qualquer um, vou precisar que esta repita o que disse. Quando eles querem, eu ouço o timbre da voz, ou vem um bloco de ideias, que normalmente reconheço o autor. Ou, ainda, enviam ao meu cérebro imagens simbólicas, sempre de fácil identificação do conteúdo.

251 - RETRATO: Espírito incorporado em médium desconhecido, pediu para eu fazer um retrato mediúnico dela, pois já estava acertado com meus amigos pintores do além. Fizemos em casa e levei posteriormente. Na verdade eu havia achado meio estranho, tinha uma linha esquisita no meio, sei lá. Ela disse que nunca havia sido tão bem retratada, inclusive com a cicatriz.

250 - CIGANA: Em médium desconhecida, incorporada, disse-me que eu havia sido muito culto em várias vidas (sem documento comprobatório, até aí não disse nada) e que a equipe espiritual era muito grande. Como eu havia contado perto de 70 pintores, mencionei este número e ela praticamente gritou que eram mais de 300. Ao final, ela me deu um inesquecível, de bom, abraço e eu nem sabia que gente morta tinha tanta força. Ela na musculação deixava qualquer fisiculturista em segundo lugar...

249 - PAÍS: Um morto incorporado num desconhecido vivo, disse a região e me perguntou o que me lembrava. Eu disse que sempre soube da profissão nesta época, o que ele confirmou. Se cada um analisar a si naquilo de mais íntimo, quase sempre chegará a conclusões verdadeiras de sua trajetória espiritual. No meu caso, repetindo uma palavra "chave" qualquer, tal uma rápida meditação, chego a ver cenas de determinada vida correlacionada, quando autorizado por Deus, haja vista o comum ser a benção do esquecimento.

248 - O TRAÇO: Reto ou curvo, reparei que, por ser arte uma questão mais de sintonia do que de técnica, quando vou traçar rápido e falo mentalmente DEUS, este beira à perfeição. Na mediunidade, vários espíritos, através de mim, utilizaram esta postura ao traçar. Incomodado com a quantidade de pintores que assim procedia, não me aguentei e perguntei quem tinha criado isto, porque eu também estava fazendo. Disseram que fui eu. Achei que estivessem de palhaçada com a minha cara, mas fiquei na minha, porque não são de mentir.

247 - CORDA BAMBA: Um amigo espiritual me disse que faço parte das duas equipes: a de médiuns e a de artistas. Sei que o médium precisa desaparecer, para Jesus aparecer; mas sei também que, independente de vaidade pessoal, o artista precisa aparecer, para que sua arte seja vista e ou lida e ou ouvida por todos, afinal é este o objetivo. E, assim, fico na...

246 - ESCRITA DUPLA: Estando num restaurante, sozinho, aguardando a comida, impacientemente mexendo as mãos, sem os talheres, reparei que poderia escrever com as duas mãos ao mesmo tempo. Tão logo, cheguei em casa e confirmei que sim. Se alguém souber de uma mera suposição de utilidade, por favor entre em contato urgente.

245 - ESTRANHA: Doença apareceu, aos 15 anos, conhecida como verruga palmar (olho de peixe na planta dos pés). Cheguei a contar 30 pequenos pontos negros. Evitava andar descalço, como hábito, porque doía se esbarrasse em chão irregular. Não me atrapalhou, mas permaneceu por meses. Num final de semana, fui em uma praia e na segunda-feira reparei que nada mais havia, assim de repente. Aos 23 anos peguntei a um espírito incorporado em um médium se ele sabia o que havia acontecido. Ele me respondeu que sem querer eu pisei em alguma oferenda, mas quando fui no mar, "Iemanjá" levou todo o mal. Observo que não sou umbandista, apenas relato.

244 - DOENÇA: Estranha adquiri, aos 16 anos, quando fui com minha mãe numa espécie de cigano, que adivinhou certo (mas, nenhuma mensagem útil e ou cristã) coisas banais de minha casa, que estava muito distante. Então, ele se virou para mim e afirmou; Você pensou mal de mim. Eu nunca fui preconceituoso, mas também não sou cego e havia reparado o jeitinho dele. Como ele havia acertado tudo, vi que não adiantava mentir e confirmei: pensei mesmo. Ele disse, que se fosse outra pessoa "jogava" algum mal em mim. Logo depois, fiquei doente por meses, super magro, e o médico já não entendia minha resistência à tantos antibióticos. Minha mãe se lembrou deste episódio e fez com que eu fosse numa Casa de Umbanda. Lá, o único médium colocou pólvora no chão ao meu redor, ateou fogo e disse para eu jogar todos os remédios fora e em 3 dias eu estaria curado. Assim aconteceu.

243 - INFLUÊNCIA: Já cansado de chamar um irmão, por mais de hora, para voltarmos, sendo que ambos não fazíamos a menor questão de assistir ao jogo, no clube; um amigo espiritual pediu para eu acionar o cronômetro. Assim fiz. Em menos de 30 segundos, ele se levantou, foi saindo e exclamou: vamos embora! E ele nem médium é. Conforme a pergunta nº 459, do Livro dos Espíritos, de Allan Kardec:  Os espíritos "influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem". E você, que influência tem recebido ?

242 - CAMINHOS: Quando o andarilho está pronto, surge diante de seus olhos e debaixo de seus pés, o melhor caminho a ser seguido, ainda que ele venha, um pouco, a se machucar com os pedregulhos espinhosos. E pela própria vontade vai seguindo passo a passo rumo ao que lhe compete na vida, às vezes com a impressão de estar sendo empurrado, como um condenado ao céu, dirigindo-se para a luz e para a felicidade.

241 - ESFORÇO CONTÍNUO: No início da mediunidade, minha mãe teve um sonho em que eu entrava numa sutil construção na espiritualidade, cuja grande porta havia a inscrição "TRABALHE, CORRA E MORRA NO CAMINHO DO BEM". Bem, quanto aos dois primeiros verbos, ainda que não consiga, sou bastante esforçado, dentro do possível, mas quanto ao terceiro, terei que tentar um pouco mais...

240 - RÉDEAS: Quando ficamos na indecisão, de coisa qualquer, Deus decide por nós e as circunstâncias se modificam "num piscar de olhos", até que decidamos tomar a frente da situação, ocasião em que contamos sempre com o Seu apoio, mostrando o melhor caminho a ser seguido.

239 - HONESTIDADE: Em primeiro lugar, para tudo. Aos 18 anos, costumava jogar cartas com amigos, pela madrugada. Eu nunca, nunca roubei, sem avisar antes. Sempre dei sorte, porque não viam e em geral minha dupla ganhava. Neste ponto, sempre fui honesto com todos.

238 - DICA DE CULINÁRIA: Num perda çeu tempu. Pra tê um café fresquim, requentado na ora, pegui o di onti, quiu sobrô in coloki prau assá no microonbus, pur 45 sig, senaum feurvi. Çi num tivé, podi coulocá na colcha de feigião e boltá, nu furgão, mais disligui cuandu ispoumá, auntis di feurve, in menus di 1 minnutu. A encarnação é curta. Você não sabe o seu dia final. O tempo urge e não o teremos em demasia. Ver 325, 363 e 401.

237 - GAVOTTE FROM "MIGNON": Minutos antes de gravar o vídeo "Giovanni D'Andrea nº 012", olhando para a partitura, vi uma pequena nuvem de vibhuti (frase 167) passando. Acredito que seja parte da resposta para minha pergunta de como fazer para "glorificar a Deus" (frase 225). Neste caso, mostrando que estou tocando um pouquinho, sem nunca ter estudado e que foi SAI BABA, quem disse para eu comprar um violino, assim divulgando o trabalho Dele.

236 - 13 ANOS: Em diante, por anos, sozinho, com o carrinho cheio das compras do supermercado, para a pensão da mãe (7 familiares mais 17 pensionistas, fora marmitas, almoços e jantas, no mesmo endereço), sem calculadora, para não passar vergonha no caixa, eu sempre dava o resultado com centavos. Era muito divertido...

235 - DOR: Se quiser antecipar sua felicidade, receba essa irmã, de braços abertos, no seu coração, com muito carinho. Ela sabe ter poder, quando você quer.

234 - LIGAÇÕES PERIGOSAS: Por 3 vezes, pelas circunstâncias da vida, encontrei uma conhecida morena, em todas as vezes, tive a nítida impressão de ter visto a personagem loira de Michelle Pfeiffer, do filme "Ligações Perigosas", inclusive ambas morreram jovens. Deus fala através de qualquer idioma, um para cada ouvinte. Ele saberá falar ao seu coração.

233 - TAPAS: Por 3 vezes, encontrei uma amiga, que estava de costas e fui logo batendo, sem avisar, com peso médio na mão. Em todas, ela me agradeceu muito e disse que estava mal e que eu a havia curado. Depois, sempre queria que eu a rezasse. E eu lá estava querendo rezar, eu queria era dar uns tapas. Bom, só da Delegacia de Mulher não ter me intimado, já estou no lucro... Ver 433.

232 - KRISHNA: SAI BABA afirmou, para John Hislop, ter sido uma Sua encarnação. Conta a história que nasceu em 3.228 a.C.; que nesta época o rei mandou matar todas as crianças de até 2 anos; que Seu nascimento se deu sem uma união sexual e é geralmente representado por uma pele azul-escura.

231 - RAMA: SAI BABA afirmou, para John Hislop, ter sido uma Sua encarnação. Conta a história que nasceu cerca de 10.000 a.C.; que nessa época os chefes escolhiam um animal que representasse a tribo, que Ele escolheu o carneiro; que era chamado em todos os locais para curar os enfermos e Seu saber e modéstia seduziam.

230 - O QUADRO: Pronto e na parede, caiu e furou. Cortei 1/3 da tela, o lado esquerdo e enviei ao fabricante para fazer novo chassi (suporte). Pendurei, caiu e cortei mais 1/3, o lado direito. Não dava mais para colocar chassi, então cortei a aba superior e a inferior. Ficou o 1/3 central, apenas um "pano" com assinatura. Hoje está permanentemente exposto em museu (fora da reserva técnica). Não mais jogo fora, nem pinto por cima, não me pertencem mais, são do patrimônio público...

229 - O ESTETA: Pseudônimo utilizado em comunicações mediúnicas, datadas de 1921/1922, no fino livro "O Espiritismo na Arte", de Léon Denis, onde são relatados todos os tipos de arte. Contaram-me que o autor foi Robert Schumann, músico e escritor alemão, falecido em 1856, que em vida fundou a "Nova Revista para a Música; o que não obsta o que consta no livro, de que o espírito escritor "teve uma de suas encarnações como importante artista da Renascença".

228 - ZELO: Tentando ser útil, não era profissionalmente, aos 9 anos tomava conta de um recém-nascido, num apartamento (enquanto lia revista em quadrinhos e assistia televisão). Hoje, muito mal consigo cuidar de mim...

227 - DI BRINKA: Está, quem acha que é brincadeira, o que falo, quando resolvo falar, brincando ou com aparência de sério, mas com um sorriso nos lábios... Só pode estar de brincadeira com a minha cara, quem assim pensa. Tem muito doido que não me leva a sério. Aliás, frases deste tipo deveriam estar no Manual de Instruções.

226 - BERNARD: Os pintores mediúnicos tem nomes famosos, para se comprovar estilo e assinatura, respeitados o material, o modo e tempo de execução. Teve um, que não era conhecido, pintou um pouco e nunca mais voltou. Anos mais tarde, sem eu nunca haver contado, na escolha do nome composto para o filho, eu escolhi o 2º e a Nil escolheu o 1º nome, idêntico ao da assinatura. Mas, por algumas pessoas pronunciarem um "i" no final, ela resolveu colocar um "o". Como todos os trabalhos são doados, somente achei, anos após, um pequeno, feito numa agenda, com os dizeres ditados, sendo minha a letra: "Ao amigo, Giovanni". Obrigado, filho.
225 - SÃO SEBASTIÃO: Estando no Museu, Catedral, RJ, soube que a história de sua vida é real, aconteceu, conforme os relatos. No momento foi dito para eu "glorificar a Deus". Não entendi exatamente, mas deve ser através da arte. Mas, também acho que serve para todo mundo, cada um com seu talento próprio.

224 - PROFECIA: Após ser apresentado, disse-me estar estudando. Na hora, falei, sem pensar: Antes de você terminar sua faculdade, será pai. Ele disse que a esposa já havia ido ao médico e não poderia ter filhos. Não dava pra fugir, então desconversei e fingi não ser tão retardado... 3 meses depois, encontrei-o com a esposa, já um pouquinho grávida. Ela confirmou sua felicidade. E eu, que sou do mal, joguei logo na cara: Não falei, não falei...

223 - HOMEOPATIA: Uma médica, pegou o livro para ler 4 perfis, para que eu a ajudasse saber qual o meu. Começou a ler a 1ª frase, do 1º perfil, interrompi e disse que não era. A 1ª frase, do 2º, parei e disse que não. A 1ª frase, do 3º, também interrompi, mas disse que era este. Na dúvida, foi ler o 4º perfil, não deixei e disse que não era.  Ela passou a ler em silêncio e disse que eu tinha razão, era o 3º, mas que em todos, a 1ª frase era idêntica. Rimos juntos, mas só faltou Hahnemann, que tem uma mensagem em "O Evangelho Segundo o Espiritismo" e duas em "Obras Póstumas", de Kardec.


222 - CAMINHOS: Ninguém leva alguém para o bom ou o mal trajeto. A escolha pessoal é definida bem antes, dentro de você mesmo. É questão de afinidade quando dois vão para o mesmo endereço psicológico. Sendo que cada qual transita onde orbita sua mente. Se descer ao fundo do poço, aproveite para se impulsionar para o Mais Alto, numa melhor atmosfera.

221 - CONFORTÁVEL: Independente de classe social e diferenças nitidamente aparentes, se você olhar para uma pessoa e se sentir assim, tente não perdê-la de vista, porque, de uma maneira ou de outra, é muito provável que ela faça parte da sua história de vida.

220 - PORTUGUÊS: Tradicionalíssima professora da discreta cidade, disse para a  turma que, durante toda a sua vida, havia colocado um único aluno para fora de sala. Mal sabe ela que não mudei muito, a diferença é que agora uso este talento para o bem. Que a Deus a tenha...

219 - BIOLOGIA: Fauna Humana. Fonte de alimentação diversificada: "cachaça vem do alambique e água vem do ribeirão". Habitat natural: "como pode um peixe vivo viver fora d'água fria?". (entre aspas, autoria musical)

218 - ENERGIA SEXUAL: O uso que cada um faz não diz respeito a ninguém, muito menos a mim. Segundo o espiritismo, quando sublimada, transforma-se em energia criativa de qualquer espécie. Portanto, cabe a cada um, segundo suas aptidões, da cota que não está sendo utilizada, transformar em algo, que de preferência seja empregado para o bem da humanidade.

217 - MÃO RESSEQUIDA: Apesar de eu não ser muito de ler bíblia, fiquei pensativo, sobre o que significa esta expressão, na cura de JESUS. No dia seguinte acordei com a minha bem vermelha, como se tivesse tirado bastante líquido das células. Não doeu, mas estava horrível. De tarde já estava boa. SAI BABA me ensinou...

216 - 3 VEZES: Em 3 dias seguidos, na pálpebra inferior do mesmo olho, apareceu uma espécie de espinha. A 1ª e a 2ª, após eu apertar, saiu líquido e sólido, respectivamente. Na 3ª,  não precisei apertar, porque quando acordei já estava depositado em cima da pálpebra, em sólido. SAI BABA, que havia dito para eu não me preocupar, fez isto para mostrar como Ele pode dar a doença e a cura por soluções diferentes. Nunca mais apareceu.

215 - 80 KG: Em tempo de maior futilidade, que voltará em breve, se Deus quiser... Indo malhar, olhei para o quadro de SAI BABA que pintei e falei brincando "ae 80 kg, hem...". Duas vezes, em dias diferentes, subi na balança e faltavam 100 ou 200 gramas e bebendo água chegou em 80 (dois graus acima do IMC ideal). Depois, desceu o peso e estabilizou com menos. Na verdade, não malho, nem me alimento, o suficiente para isto. Eu pedi, Ele fez.

214 - BAFO: Julinho (frase 71) saiu com as crianças do orfanato para pedir... Entrou numa casa, as crianças ficaram do lado de fora. A dona veio, fechou o portão e soltou um cão de grande porte e feroz, que ficou com as duas patas dianteiras em seus ombros e olhos nos olhos, mostrando os dentes e com a língua de fora, não estraçalhou seu rosto. Ele explicou: Eu estava fazendo a caridade!

213 - CAFÉ: Acostumado a beber comendo maçã, num único dia, que não tinha, comi banana. Voltei para casa e o infante d'and., então com 5 anos, numa única vez cantou uma musiquinha em que a letra continha "café com banana". "Há mais coisas entre o..." Tou fora !!! Lavoisier, que explique...

212 - FLORES: Conversando com alguém em cidade diversa da minha, reparei flores em minha tela mental. Ao chegar em casa, no meu quarto, vi as mesmas em uma jarro, que minha mãe disse haver colocado no momento em que captei. Não é o hábito dela, foi a única vez nesta vida. Pensamento de afeto e flores não tem distância...

211 - VIOLINISTA: Em 13.08.2011, quando gravei o vídeo "004 SAI BABA", que pintei um quadro Dele, estava tudo bem, mas fiquei triste, de uma tristeza que não era minha. Captei que era por não saber tocar violino, embora nunca tivesse tido vontade. Ao Seu pedido comprei um e, mesmo sem saber tocar, toquei um método no primeiro dia (com acompanhamento no piano), olhando o desenho das notas. Se Ele diz faça, pode fazer, porque vai dar certo, independente das dificuldades no caminho.

VÍDEO 004: SAI BABA COM OLHOS DE CRISTO CRUCIFICADO
210 - CONTO DE FADAS: Era uma vez uma plebeia com alma de princesa, que se casou com um príncipe (que era um sapo?); ela morreu jovem, uniu-se com uma madre conhecida, para juntas trabalharem em favor dos menos favorecidos e ficou feliz para todo o sempre.


209 - VOZ: Mudança normal de adolescente, a minha começou a falhar. Óbvio, considerei que se falasse mais de Jesus, por minha garganta, passariam vibrações boas... Não sei, só sei que nunca mais falhou. Engraçado, uma mulher que, sem assunto, elogiou a minha para um "preto velho" incorporado e este respondeu que o timbre, respeitado o DNA, é do espírito imortal. Aliás, quase perdemos um pintor, Renoir tinha uma voz que Gounod tentou convencê-lo a estudar música...

208 - DENTES: Numa época em que a vaca estava menos gorda, pra se dar ao luxo de ir passear no dentista; quando lembrava, por alguns anos, imaginava uma espécie de fumaça branca dentro da minha boca. Quando fui, não precisei tratar nenhum. Então, parei de perder meu tempo imaginando coisas... Quando voltei, após 8 meses, havia 11 cáries.

207 - A VIDA: É o que acontece, enquanto você perde tempo lendo essas palhaçadas qu'eu escrevo. Mas se reparar bem, até tem algo que presta. Como Alguém já disse, uma coisinha parecida, lá pelo ano zero, é necessário aprender a separar o giov. do trigo. E por Paulim, de Tarso, na Turquia: "Examinai tudo e retende o que é bom".

206 - RECIPROCIDADE: Na vida, estou perto quando há proximidade e me afasto quando há distância. Assim, ninguém perde viagem... Mas, em raríssima exceção, cabe perguntar: Por que se distanciou ?

205 - ENGRAÇADO: Já teve gente de dizer que é mediunidade, quando faço uma coisa, por mim mesmo e também já disseram que sou eu que faço, quando, em alguns casos, são os espíritos. Neste caso pergunto se a pessoa, que conhece minha vida, acha que sou maluco. Já ouvi educadamente, que nesta parte estou equivocado. Fico imaginando um cego descalço na rua, confundindo seus passos com o de alguém calçado, andando num telhado de zinco.

204 - NOSSO LAR: O filme, é o que realmente melhor retrata a espiritualidade. Mas, a indústria cinematográfica atual ainda não é capaz de revelar, tal qual é, a sutilidade dos planos superiores, nem com exatidão os "prantos e ranger de dentes"... Já no cinema do plano espiritual, você sente dentro de você, o que se passa nas telas.

203 - FANTASMAS: Um menino foi comprar bala num bar vazio e voltou um pouco assustado, dizendo que estavam brincando com ele... Quem? Ao invés de bala, comprou giz de cera e ficou desenhando... Isto aconteceu após uma apresentação de pintura mediúnica.

202 - HEMORRAGIA: Uma amiga levou um desenho mediúnico nosso, para uma desconhecida. No dia seguinte, esta veio me agradecer, porque desmarcou o médico. Eu nem estava sabendo de nada, deveria agradecer Quem a curou...

201 - DISFARCE: Julinho (frase 71) queria um conselho do Chico Xavier, mas moravam longe. Um dia ele sonhou com uma mulher negra e gorda, que após aconselhá-lo, saiu e deixou a porta do quarto aberta. Quando ele acordou, viu que a porta antes fechada, estava aberta. Tempos depois, Chico confirmou que era ele, mas que tinha acabado de vir de um lugar do umbral, que precisou ir disfarçado.

200 - COLCHA: Eu morava sozinho e quando cheguei a colcha estava um pouco puxada. Achei estranho, porque tinha quase certeza de ter arrumado. No dia seguinte, arrumei e fechei todas as janelas, para garantir que nenhum  bicho entrasse. Quando voltei a colcha estava puxada até o meio da cama. Segundo Kardec, o médium de efeito físico não precisa estar perto, para os espíritos moverem algum objeto.

199 -BARULHO: Nesta tarde, havia quase 10 pessoas e o piano tocou algumas poucas notas (música não). Desmontamos para ver se tinha algum animal dentro e nada. Continuou a tocar, neste ínterim, chegou uma médium, abrimos o "Evangelho Segundo o Espiritismo", o espírito incorporou e disse que estava fazendo aquele barulho somente para chamar a atenção, porque precisava de prece. Oramos e ele se foi. Voltou o silêncio.

198 - LA FORZA DELLA VITA:  Para decorar mais de 100 itens, já resumidos em 10 folhas, para uma prova, pois não adiantava entender; para descansar a mente, resolvi decorar esta música, embora não saiba italiano. A prova jurídica, embora eu tenha tirado a maior nota, passou e não importa mais, assim como passam muitas coisas da vida, inclusive a própria vida... Mas, algumas músicas ficam para sempre na memória... Você lembra de alguma ?

197 - SAPO: Negado o pedido de minha irmã, para eu pegar a chave, que o filho jogou na laje, que por causa de obra estava sem escada de alvenaria, disse que estava escuro e eu poderia, sei lá, pisar num sapo (como se este conseguisse subir em escada de madeira vazada). Após 3 minutos, a pé, ao entrar na minha casa, pisei em algo macio que se moveu. Desde que nasci, nunca havia pisado em nenhum anfíbio. Voltei e peguei a chave. Aprendi que não se deve deixar de ajudar a ninguém, por causa de monstros, mentais.

196 - 23 ANOS:  Até esta idade, sempre ficava um pouco entristecido quando pintava (minha pintura e mediúnica) e joguei fora todas as minhas, por achar ruins. Tentando estudar, fiquei 3 dias no mesmo parágrafo. Resolvi ceder e parar para pintar. Por mais de um ano os amigos espirituais diziam que eu deveria pintar abstrato, porque eu tinha este compromisso reencarnatório e que o meu seria do céu. Peguei uma Pietà, ladeada por flores transparentes em fogo, quase terminada, a mão escorregou e estragou o quadro. Transformei-o no meu primeiro "abstrato cósmico", era 17 de outubro. Acredito que eu tenha desconectado com o passado emocional, remetido pela pintura tradicional. Agora é sempre felicidade, em tudo.

195 - ESPELHO: Espelho meu... Ao sair de casa, não sei exatamente o que vi num e pensei "hoje eu tou muito feio". No mesmo dia, parado num semáforo, um pivete, que achei que fosse assalto, passou por mim, com um sorriso tímido e disse "bunitinho...". Só não esbravejei "sô mermu", porque sou moço fino. Qual a distância de como você se vê por dentro, daquilo que veem de você?

194 - SIAMÊS: Por que apelido que lembra de longe, um relativo e quase elogio, não é amplamente divulgado? Depreciativo e bullying, rolam pelo mundo, que é mau, aliás, em termos de falatório, não se deve dar chance à irmã maledicência.

193 - DESTINO: O determinismo (inevitável) de hoje é fruto da semente, boa ou má, plantada pelo livre-arbítrio de ontem. Coexistindo na vida, na sucessão do tempo, o livre-arbítrio de hoje é que vai determinar o teor do determinismo de amanhã.

192 - INFERNO: E por falar no capeta, sempre peço a Deus, para quando eu morrer eu ir para lá. As pessoas nunca me entendem, mas é fácil entender... Jesus disse que estaria entre os pobres e sofredores, entonces é pra lá que eu vou. Tchau, pode ir pro céu!

191 - FUTURO: Embora a Deus pertença, é comum a alegria da alma diminuir, quando as questões do ser (diferente do ter, que podem ser compradas) não são resolvidas no hoje.

190 - PATINS: Havia um murete da altura e largura de uma cadeira. Naquele dia, meu objetivo de vida era pulá-lo. Tentei a 1ª vez e caí, a 2ª, caí, a 3ª, e tornei a cair, a 4ª, caí, a 5ª vez e caí de novo, a 6ª, caí, a 7ª, caí novamente, a 8ª, caí mais uma vez, a 9ª e caí, mas na 10ª vez que saltei, eu me senti a pessoa mais feliz do mundo. Fiquei muito feliz em fazer o curativo no joelho. Consegui pular sem cair. Mas, nem tentei a 11ª, vai que...

189 - MOTO: Algumas vezes pilotei ajoelhado, mas eu não fazia para aparecer, era tarde da noite em estrada deserta. Minhas 2 quedas, foi com ela parada, porque era maior e mais pesada do que eu.

188 - MARILYN MONROE: Trazido o espírito imortal, que na última vida representou este papel, serviu de modelo para pinturas mediúnicas do mestre pintor DE KOONING. Ao final, ela com muito medo, pediu-me para que orasse por ela e que eu intercedesse para que tivesse pais com conhecimentos espirituais, pois, em breve, precisaria reencarnar e novamente teria que atravessar uma das mais ásperas provações na Terra, por facilitar a queda moral: a beleza física.

187 - RENOIR: Na primeira apresentação de pintura mediúnica em público, eu sozinho na frente de quase 100 pessoas, estava quase super nervoso. Para me acalmar, Pierre-Auguste fingiu estar nervoso e ficou enfática e mentalmente falando, enquanto revirava os tubinhos de tinta: Alguém da plateia, por favor, sabe onde está o amarelo? Eu não vou conseguir terminar este quadro sem o amarelo... Reparei que estava de zoação com minha cara e fiquei calmo. Tudo deu certo.

186 - AUGUSTO CEZAR NETTO: Pediu para psicografar, enquanto eu aguardava numa cadeira da fila do banco. A doutrina espírita não recomenda, por causa da proteção necessária que uma casa espírita tem. Mas, se o próprio Jesus disse que onde houvesse dois ou mais em Seu nome, Ele também estaria. Então, estávamos protegidos... Psicografamos.

185 - MICHAEL JACKSON: Veio para elevar o nível da vibração musical contemporânea, no planeta. Obteve êxito, mas se as circunstâncias que envolveram sua vida, fossem um pouco menos desconfortáveis, teria realizado muito mais.

184 - JESUS CRISTO: A imagem de Nosso Senhor dos Passos, embora sem a cruz, talvez materializada por um espírito artista, surgiu, em tamanho natural, no meu quarto, numa atmosfera alaranjada, com Ele segurando um pano roxo próximo ao rosto, que não vi. Isto aconteceu dias antes de um probleminha físico, que foi solucionado pelo espírito do médico Bezerra de Menezes, com uma pequena tesoura enferrujada. Não sangrou, nem comprometeu a estética, mas evitei olhar por um ano.

183 - PNEUMONIA: Quando vou tomar meu banho demorado de água quase fervendo, que parece que abaixa a pressão, sei lá... Eu sempre ligo o ar-condicionado no mais gelado, para gelar o quarto todo enquanto estou tomando banho e, parecendo que vou passar mal de calor, imediatamente entro debaixo dele, quando eu saio do banho. Gosto das duas coisas na mesma intensidade. Nada a ver mesmo o fato de eu já ter tido pneumonia com 10 anos, em, segundo o médico, 100% em um e cerca de 85% no outro... É porque eu não me conhecia direito naquela época...

182 - OAB: Colei grau e fui fazer a prova sem estudar, não passei por uma questão. Somente após, descobri que Deontologia Jurídica (Estatuto da Advocacia etc, que cabia em cerca de 30 páginas) eram pedidas 6 questões. Foi o que estudei para a 2ª tentativa. Passei e para a 2ª fase, resolvi questões de (Processo) Penal, de provas anteriores, no final de semana inteiro (descontando o cinema) e fui aprovado com 8,0. Mais um pouquinho e eu tirava 8,1. Hoje está mais difícil, não passaria...

181 - HIGIENISMO: Entre algumas combinações, não convém ingerir fruta ácida com doce, carboidrato com proteína etc. Perdi 10 kg em um mês, acharam que eu estava com aids, mas nunca tive tanta saúde, almoçava e imediatamente nadava, corria e pedalava. Não fiz para emagrecer, fiz por experiência com o corpo. Quando quis ganhar, fui para musculação e ganhei 25 kg, que mantenho oscilando um pouco.

180 - JUDÔ: Fiz 2 anos (e meia hora de jiu). O difícil foi o 1º mês, convencer aos colegas que nunca havia feito. Gosto mais do esporte do que da luta, o que reflete negativamente nesta. Voltarei, por causa do noticiário que disse que o dia passaria a ter 25 horas.

179 - ENGENHARIA CIVIL: Revela os amigos. Direto da boate para o vestibular, passei em 8º. Numa segunda, 16:00 hs, consegui ver que 3 colegas estudavam desde sexta, perguntei o motivo. Riram e disseram que naquele dia seria a prova de física. Pedi para me explicarem a matéria, pois eu não tinha ido nas aulas. Riram mais, mas convenci a  me ensinarem, mas que parassem 17:00 hs, para dar tempo do banho, lanche e viagem (pois, não me dariam carona). Dos cerca de 100 alunos, eu tirei 8,5, a maior nota, o que me ensinou 6,5 e os outros ficaram na média, de 0 a 4. Nem abandonando o curso, recuperei a amizade...

178 - ENCHENTE: Comum em Barra do Piraí, atravessada por 2 rios. Em 2010, foi inevitável, já que o sonho premonitório foi parcial, portanto só levantei alguns quadros, sendo que outros, sujos da lama, já restaurei e estão em alguns museus. Agradeço a Deus, porque quis que eu salvasse todos os lustres, sem exceção. Só fiquei com pena de perder a coleçãozinha de livros de arte, que tinha separado para doar para a biblioteca e ainda não havia levado por considerar que a cidade é muito pequena e ficaria sem uso e talvez levasse para a capital.

177 - LEMBRANÇAS: Às vezes, numa determinada época qualquer, sob a proteção de Deus, nossas conquistas do passado, vícios ou virtudes, surgem em nossa mente, quando já temos condições de gerenciá-las com relativa tranquilidade, já que tumultuam nossa rotina e nossa maneira de ser.

176 - BANANEIRA: Até 22 anos, eu NUNCA havia plantado. Nesta idade, em 16 de agosto, surgiu a pintura mediúnica, que, por uma semana, foi turbulenta. 23 dias depois, em 7 de setembro, almocei entre amigos, após, deitei-me no chão, hábito que conservo. Veio um espírito, senti que era bom, e permiti que fosse me virando devagarinho até eu ficar de cabeça para baixo. Fez por 3 vezes e me disse que eu não precisaria dele para isto. Uma semana após, de olhos fechados, eu dava 2 passos rápidos e plantava na pia do banheiro, como também plantava num escorregador de 2 metros de altura. Neste caso, o animismo, foi precedido pela mediunidade. Aliás, vem o Sr Chico, o maior médium do mundo, de todos os tempos, dizer que jogou 6 anos de psicografia fora. Se minha mediunidade foi turbulenta por 7 dias, esta é a maior lição de humildade que percebi em toda minha vida. Sobre a bananeira, nunca caí, mas aguardemos...

Planto, também, no vídeo do Salvador Dalí (mas, estava com a mão machucada; contei no
capítulo "A Música Orquestrada por Sai Baba", no "Meu Diário com Sai Baba", página SAI).
175 - ESCOLA: Sempre passei de ano até setembro. O difícil era gerenciar minha tabela de quantas aulas, de qual matéria, eu ainda poderia faltar. Teve um ano que errei a conta da frequência, mas resolveram me aprovar pelas notas. Lembro de uma vez, que a turma inteira, literalmente bateu palmas para mim, só porque eu fui na aula, após um tempinho de descanso. Deve ser por isto, que não dei nada na vida...

174 - ALMA GÊMEA: Romantismo à parte, absolutamente não existe, porque Deus fez todo mundo completo, sem precisar de outra metade. O que existe são espíritos que por inúmeras vidas vão reencarnando e, estando juntos, vão se conhecendo mais e trabalhando melhor a gama de afinidades entre si, o que aliás, é muito mais romântico...

173 - ÓDIO: Une infinitamente mais do que o amor, a ponto de necessitar a nascer xifópago. Na espiritualidade superior é comum as almas que se amam, separarem-se para trabalhar mais.

172 - PRECONCEITO: Enquanto o branco claro tiver preconceito do azul escuro, ou este daquele, incluindo aqui preconceitos de quaisquer espécies, a bandeira do Brasil, e de nenhum outro país, nunca será levantada.

171 - NOVA ORTOGRAFIA: Muito importante para facilitar e padronizar o conhecimento da língua portuguesa, brasileira, angolana e outras. O que você não sabia antes, continua não sabendo, mas em compensação, o que você tinha certeza, agora você tem dúvida. Saudade do esperanto...

170 - CRÍTICAS: Boas ou ruins, são sempre construtivas no processo de autoanálise, principalmente quando assinadas por 5 profissionais do assunto criticado e documentos comprobatórios anexos.

169 - DISCIPLINA: Muitas vezes ouvi que sou (in)disciplinado. Uma vez ouvi que sou tão disciplinado ao ponto de me dar ao luxo de ser indisciplinado, porque eu sabia que conseguiria fazer nos últimos 5 minutos, o que teria dias para fazer. Sei lá... Esta falta de consenso, tá parecendo palhaçada com a minha cara...

168 - 30 SEGUNDOS: Ou um pouco mais e já temos elementos suficientes para tomarmos qualquer decisão para a vida toda, que até poderá ser reavaliada, por motivo de alteração das circunstâncias. Se a dúvida persiste ore e aguarde.

167 - VIBHUTI: Poucas vezes, mesmo estando na Índia e não me conhecendo pessoalmente, SAI BABA materializou pra mim. Outras poucas, aliviou-me de algum mal. Muitas e muitas vezes, em qualquer hora e local, Ele encarnado ou não, faz com que eu sinta este suave e variado perfume que alimenta as forças da alma e revigora as forças morais, incentivando-me a fé, num plano superior, muito além de minhas próprias forças.

166 - ENERGIA ELÉTRICA: Não adianta pagar a conta em dia, no plano espiritual você enxerga de acordo com sua evolução moral.

165 - VISTA: No ano seguinte, de apresentação mediúnica num mesmo centro espírita, veio uma senhora da plateia e disse que, no exato dia da apresentação do ano anterior, havia deixado de usar óculos. Cada qual com seu merecimento, eu por exemplo, o próprio médium de pintura, fiz cirurgia, voltou o grau e não tenho paciência de usar óculos, nem lentes.

164 - AMPUTAÇÃO: Marcada a cirurgia para amputar a segunda perna do meu avô, eu e outra pessoa, aconselhados pelos amigos espirituais, retiramos energias de um quadro mediúnico e por 2 vezes aplicamos nesta perna. Ele, um senhor que, após derrames, havia perdido a fala, mas estava lúcido, viu, na hora do passe magnético, as veias saltarem e, entre risos, começou a balbuciar sons ininteligíveis. A cirurgia foi desmarcada. Anos após, às vésperas do falecimento, ele precisou amputar um dedo desta perna. Coincidência ?

163 - RELÓGIO: Na Índia, SAI BABA materializou um e deu de presente para um rapaz, que ficou constrangido com a hipótese da alfândega retê-lo. Então, SAI BABA materializou a nota fiscal. Alguns jornalistas viram e foram na fábrica, uma loja única na Europa. A atendente disse que se lembrava do comprador, pois era difícil esquecer de um Senhor baixinho, de cabelo alto e um roupão laranja, que comprou, pagou à vista, e depois voltou dizendo que havia se esquecido de levar a nota fiscal.

162 - CRUZ: Na frente de muitas pessoas, SAI BABA materializou uma pequena, de madeira, e deu de presente para um pesquisador, com acesso a datação, através do Carbono 14, e foi constatado que a madeira era da época de Cristo.

161 - SUICÍDIO: No norte do Brasil, quando um senhor estava indo se suicidar, apareceu uma senhora e lhe deu um papel com um endereço e pediu que ele deveria realizar este último ato, antes de definitivamente se suicidar. Ele escreveu e esta carta chegou no dia exato da inauguração do Centro Espírita YVONNE PEREIRA, em Rio das Flores, RJ, que é dedicado a esta que tendo sido suicida, renasceu como médium e trabalhou muito nesta causa. Este remetente foi salvo.

160 - JOGO: Quando o Centro Espírita Pai José Cambinda estava construindo o Hospital e Maternidade Maria de Nazaré, hoje um dos maiores de Barra do Piraí, RJ, por 2 vezes, na ausência de recursos financeiros para a obra, os espíritos deram os números e falaram para a diretora, na época, jogar. Em ambas, ganhou.

159 - ATMOSFERA PSÍQUICA: Entrei num órgão público e por alguns segundos vi um hospital. Ao voltar para a realidade, percebi que ao meu lado havia um médico.

158 - CIENTISTAS: 8 deles disseram para o Chiquinho, o Xavier, que ele só psicografava livros fáceis de auto-ajuda (tipo mamão com açúcar, sopa no mel) e que passariam a acreditar se ele psicografasse algo mais "consistente". Ele disse que estava à disposição dos espíritos. Com André Luiz, psicografou o livro "Mecanismos da Mediunidade". 4 se tornaram espíritas.

157 - FRASE MUSICAL: Veio uma em minha mente e fiquei repetindo por 3 dias. Aconteceu quando eu estava catalogando todas as músicas de Schumann (e convertendo de vídeo para áudio), sendo que consegui 80% e de quebra 3 filmes; até que ouvi a Opus 11, cujo início era esta melodia mental. Só espero que não tenha sido o próprio defunto músico que me inspirou. Que Deus o tenha em bom lugar, cruz credo...

156 - ESCULTURA: Fiz 4 aulas, sendo que haveria uma exposição e o professor achou que eu deveria participar, então meu nome foi escrito a caneta no convite, já pronto. Ele falou para eu chegar 8 da manhã e que poderia ficar até 18 horas, para fazer uma obra de qualidade, já que as aulas eram de pouco mais de 1 hora. Nesta 4ª e última aula, cheguei às 13:30 hs e fui embora às 16:30 hs, porque, Pietà, Jesus morto nos braços da Virgem Maria, um grupo escultórico cubista, numa prancha de 80cm, ficou pronta.


155 - PARA O ESCULTOR: Numa reunião pública, com a médium Walkíria Kaminski, no auge da execução de várias pinturas, esta separou um desenho, realizado em 20 segundos, e disse que era para alguém da plateia. Eu estava na frente, não consegui ler, mas vi que não era o meu nome. Ao final, ela me entregou e pude ler a dedicatória.

154 - TEORIA D'ARTE: Sempre tive muita oportunidade de estudar arte. Violão erudito, quando criança, que eu detestava, em aulas semanais, por pouco mais de 3 anos, escultura, por 1 mês e, por alguns anos, descascar legumes, entregar marmitas, lavar louças, colar rótulos de potinhos, dirigir veículos, entre muitos outros estudos que estimularam minha criatividade artística.

153 - ÔNIBUS: Fretado, para a faculdade, houve um único dia em que o perdi, por causa de segundos. Alguém dentro do ônibus me viu e pediu para parar. Este parou na frente de um outro. Eu fui em direção a ele, alguém, que vi, desceu e veio em minha direção. Numa pequena multidão, nós nos desencontramos e o ônibus partiu sem mim. Posteriormente, soube que ele parou na estrada, por defeito, três vezes, atrasando, por horas, a vida de muitos.

152 - CARONA: Sem dinheiro, no primeiro ano da faculdade, consegui ir com amigos ou desconhecidos, todos os dias do ano, menos um, que voltei para casa. Depois, soube, que caiu um barranco na estrada e ao invés do retorno normal ser por volta de 22:30 horas, quem foi, retornou às 3:00 da madrugada.

151- PERSONALIDADE: Incrível é a de Jesus, que se deixou crucificar, sem crimes. Estivesse no Brasil e fosse político, estaria absolvido até hoje.

150 - MATEMÁTICA: Num curso, uma aluna levou 20 questões para o professor que repassou para mim, sendo que uma não consegui responder. Desliguei-me do assunto e fui dormir. Quando acordei, sem ler o enunciado da questão, eu a resolvi. A vantagem de estudar dormindo, é que você pode ficar mais tempo à toa durante o dia. Já experimentou ?

149 - CONSCIÊNCIA: Nunca na mediunidade, fiquei inconsciente, podendo sempre conversar enquanto pinto com as mãos ou os pés. Mas, sempre que perguntam sobre este assunto, termino dizendo que por várias vezes perdi a consciência no volante. Nunca entendi o motivo das pessoas rirem.

148 - DESISTÊNCIA: Por 3 vezes, desisti de vez de parar de pintar (mas, por responsabilidade, continuaria com a pintura mediúnica) por estar atrapalhando meus planos profissionais. Não cheguei a contar para ninguém. Em todas as vezes, num centro espírita, um médium, diferente de cada vez, incorporado, disse que eu não deveria parar, pois agora era a minha vez, eu estava reencarnado. Uma vez disse que eu estava vidas e vidas na arte. Continuei, né...

147 - SSSS: Apelido carinhoso dado por mim para Swami Sri Sathya SAI BABA. Certa ocasião, perguntei se eu estava exagerando com minhas brincadeiras com Ele, que nada me respondeu. Fiquei tenso. Posteriormente, veio a mim um escrito Dele, dizendo que de todas as formas de comunicação com Deus, a oração, a devoção, a meditação e outras, a brincadeira é a que demonstrava mais intimidade com o Senhor. Estava respondido, agora ninguém me segura mais...

146 - FUGA: Em direção oposta a Deus, você pode pegar carona com o capeta, mas se não quiser, não se preocupe, pois sempre haverá um amigo seu, que é gente boa e poderá lhe ajudar...

145 - ARMA: Nascido e criado no interior, como de praxe, ofereci carona para um desconhecido, que falou coisas estranhas, como ter amigos na polícia e bastava dar a placa do carro, para saber do motorista, caso este lhe fizesse mal. Após ele descer, intuitivamente, resolvi olhar debaixo do banco dele e encontrei uma faca.

144 - ASSALTANTE: Não sou de julgar pela aparência, mas, num engarrafamento, achei estranho determinada pessoa e considerei que caso não fosse chegada a minha hora, o carro iria andar mais uns 2 metros e ele assaltaria o carro de trás. Assim aconteceu.

143 - POLÍCIA: De madrugada, num bairro conhecido como violento, antes da Unidade de Polícia Pacificadora, às vezes eu ia sozinho entregar lanche aos mendigos. Neste dia, eu estava com uma amiga, estacionei achando que fossem mendigos, cercaram-se 8 homens pedindo dinheiro. Neste exato momento, parou um carro com 2 policiais, um colocou a arma para fora da janela e perguntou em voz alta o que estava acontecendo. Os 8 foram embora imediatamente. Nem eu, nem minha amiga vimos mais o carro da polícia, ele desapareceu. Posteriormente SAI BABA disse que Ele havia criado "maya", uma ilusão de policiais. Nesta época, Ele estava encarnado na Índia, ninguém O chamou, mas eu agradeço.

142 - ASSALTO: Num engarrafamento, apareceu alguém, com a mão para trás e disse que estava armado. Falei, bem baixinho para ele ficar calmo, que eu iria pegar o dinheiro. Apesar de eu ter acabado de sair do banco, ele gritou dizendo que era pouco. Nisto, veio outro, sussurrou algo em seu ouvido, ele abriu a mão, o dinheiro caiu dentro do carro e ambos correram. Ele não sabia que eu também estava armado, pois quando ele chegou, eu estava orando.

141 - SABEDORIA: DE VIVER, SEI QUE TENS MUITO MAIS DO QUE EU, SENHOR, PORTANTO, DIGO, QUE SEJAS FEITA A TUA VONTADE, DENTRE TANTOS DESENCONTROS NOS TORVELINHOS MUNDANOS, MAS SOMENTE PEÇO QUE ME ENSINES A TE ENTENDER E ME PERDOES POR EU AINDA SER CRIANÇA NO APRENDIZADO DA VIDA.

140 - DETESTO: Gente que lê o pensamento dos outros. Após uma reunião mediúnica, uma desconhecida veio me relatar trechos de minha conversa mental com cada pintor do além e eu confirmei a veracidade. No ano seguinte, lá estava ela e ao final veio me dizer que nada havia ouvido. Dei-lhe os parabéns e disse que quando a vi na plateia, fui logo dizendo aos espíritos: - Hoje eu não tou bom pra conversa fiada...

139 - LILA: Brincadeira divina, sempre com o intuito de esclarecer ou estimular a fé de um devoto. Quando escrevo algo sobre SAI BABA, em qualquer computador, é comum que o cursor do mouse pule para outra frase e se não estou olhando para o vídeo, escrevo trechos desconexos em outro local. Chego a pedir para Ele parar, para eu não perder tempo em corrigir... Já fez esta "leela" no caixa eletrônico de banco. Ver 400.

138 - APRECIADOR: De arte, não é título para qualquer pessoa. Numa pequena cidade, já deserta por ser madrugada, coloquei 14 quadros mediúnicos enfileirados na calçada, enquanto esperava a dona da casa chegar, e fiquei do outro lado da rua. Veio um cão andarilho e de-ti-da-men-te, por breves segundos, olhou um de cada vez, sem pular nenhum. Ele não teceu comentários.

137 - ATENÇÃO: Já atravessei rua sem olhar para os lados, porque sabia exatamente onde estava cada veículo, mas também já precisei ouvir do invisível um "cuidado com o trem" e distraído, fiquei repetindo mentalmente, até processar a informação, momento exato em que senti o vento no rosto a quilômetros por hora.

136 - CLARA SCHUMANN: Compositora, mãe de 8 filhos, esposa e logo viúva de um Robert difícil, quando criança preparava sozinha seus concertos por toda a Europa e, ainda assim, logrou êxito em ser a maior virtuose pianística do século XIX, apesar de considerar que o melhor era Liszt.

Clara Schumann, releitura do doodle do google, por giov..
135 - TRILOGIA: Cinéfilo ou não, vale a pena assistir a esses filmes de bem viver, mas o ideal é que sejam assistidos ao mesmo tempo; pois, onde há FÉ, há ESPERANÇA, que culmina no AMOR.

134 - BRONCA: Singelamente SAI BABA materializou um rosa antes de suavemente explicar algo para alguém, que estava em erro. Pelo menos a segunda parte já podemos fazer!

133 - RECORDAÇÃO: Não me lembro, nesta vida de ter feito o mal, conscientemente, para nenhuma pessoa. Ué, mas e aquela espingardinha de chumbo que você tinha? E daí? Esqueceu aquele passarinho que você mandou encontrar com Jesus, antes da hora? Vai desenterrar o cadáver, agora? Ué, ele também é gente. Eu disse pessoa, não disse gente...

132 - TRISTEZA: Por que chora? Assista ao filme "A Vida é Bela". Aconteça o que acontecer, exulte de alegria, com o planejamento divino. Ele está aqui e eu também, se é que este último faz diferença pra você...

131 - PABLO PICASSO: O mais proeminente artista, com mais de 50.000 obras, chegando a pintar 10 por dia. Através de nossa mediunidade de pintura, em menos de 3 horas, foram pintadas 45 telas (eu recebia doação de telas de 100 em 100), sendo uma pintura separada para uma pessoa ausente, cujo marido morreu exatamente neste horário, sem o meu conhecimento. Não é competição, nem fui eu que pintei e Pablinho também pintou algumas...


130 - VIOLINO: Deus é meu professor, que tem me ajudado a aprender com o "Método da Adivinhação".

129 - ATO DE CRIAR: Independente das técnicas de arte surgirem com o passar do tempo, não me lembro, em nenhuma única vez, de ter faltado ideia para eu criar qualquer coisa de arte. Até pelo contrário, mantenho muitos arquivos, de novas criações, na mente, que não daria tempo de usá-los todos. A impressão que tenho é que minha cabeça está sempre oca, cheia de vento. Única explicação sensata que encontrei foi o fato de que sempre comi muito biscoito de polvilho.

128 - APARÊNCIA: Muitos fazem tudo para mostrar mais do que têm na realidade, enquanto poucos aparentam ser bem menos do que, na realidade, são.

127 - DESCASO: Se quiser sombra, é necessário que semeie novamente, porque a que não regou, morreu.

126 - MOTIVO: Pelo qual Ele achou que eu deveria escrever o "MEU DIÁRIO COM SAI BABA", dentre alguns bilhões de habitantes do globo, entre algumas características pessoais, tais minhas  brincadeiras sem malícia e minha despreocupação com críticas alheias ao me expor, tenho certeza de que não está incluso valor moral.

125 - FACULDADE: Alguns amigos de lá, diziam que eu tinha 2 cérebros, um para as coisas do estudo e outro para as coisas da bobeira. Eu sabia que eles estavam só brincando, mas, pelo sim, pelo não, marquei consulta com 2 psiquiatras...

124 - STRADIVARIUS: SAI BABA pediu para eu afinar o violino. Assim procedi com um afinador eletrônico. Quando fui tocar, Ele falou para que eu não me assustasse porque Ele iria colocar o som, tal o instrumento antigo. Como não tenho parâmetros, nem conhecimento musical para avaliar, nada posso afirmar a este respeito, mas, posso afirmar que nunca ouvi um som semelhante. Depois voltou ao normal. Não gravei e não tenho testemunhas. Isto aconteceu pouco antes de eu gravar Lullaby, de Brahms, em 06.05.2013.

123 - VIRALATA: Adotei Aura, hoje falecida. Trabalhando numa cidade desconhecida, sem amigo nenhum, parava sempre para conversar com uma cachorra, que passou a me acompanhar. Um dia, no cio, surgiu no meu trabalho, num local público, com mais 6 cachorros, alguns grandes. Chamei-a no particular e disse, uma única vez, em tom baixo, que ela teria que escolher entre mim e eles. Na hora, ela saiu e enxotou-os todos, que nunca mais voltaram. Na verdade eu não estava com ciúmes, era medo mesmo.

122 - NOTÍCIA: Incorporado num médium inconsciente, o espírito com a mente presa no acidente de carro, eu tive que dar a notícia para este morto de que ele havia morrido. Mas, só pude fazer isto na terceira reunião, para que ele não sofresse um choque emocional.

121 - DESOBSESSÃO: Já conversei com espírito incorporado, chorando e dizendo ter sido decapitado e que estava segurando sua cabeça. Com a mente fixa (ver frase 08) na tragédia, ele não reparou que isto aconteceu na época de Cristo, 2.000 anos antes, e que o perispírito dele estava completo, pois o que ele segurava era uma cabeça plasmada por sua atitude mental, uma forma-pensamento.

120 - AMIZADE: Faceta do amor divino que revigora as forças da alma, somente por estar perto da outra pessoa, sendo irrelevante a presença ou a ausência de qualquer tipo de lucro, expressa ou tacitamente consentido.

119 - PLANO ESPIRITUAL: Matrix (universo paralelo). Matriz (origem da matéria orgânica).

118 - INSETOS: Já vi pequenos, surgirem e desaparecerem, ao meu lado, trazidos por SAI BABA, apenas para eu ver como isto pode acontecer (e relatar, para quem quiser entender).


117 - TESTE: Imaginei-me, por 5 minutos, enquanto caminhava, com mais de 2 metros de altura e forte. Entrei numa loja, falei boa tarde para uma atendente, que sem nada me responder, passou mal e precisou sentar. Fui atendido por outra. Não me parece que o escrito bíblico de que quando Ele disse d"Eu sou Jesus" e os soldados caíram, seja mera parábola. Eu não fiz isto por nenhum complexo de altura, mas meio centímetro a mais...


116 - DI CAVALCANTI: Estando num museu, visitando uma exposição dele, fui assinar o livro de visitas. Após assinar, minha amiga M. perguntou o motivo de eu estar tão pálido. Respondi que quando fui assinar, o próprio artista tomou minha mão e fez a assinatura dele, de brincadeira, sem meu consentimento. Ela riu e eu fiquei com cara de pastel... Já me disseram que Setúlio foi meu pai, na época de Cristo, daqui a pouco vão dizer que eu me chamava Demétrius, mas na minha certidão de nascimento não está escrito nada disso... Aliás, meu pai morreu, antes que eu completasse 2 anos.

115 - TARSILA DO AMARAL: Na musculação, certa vez, veio me visitar. Logo perguntei: - Veio malhar? - Pagou a mensalidade? Ela, com sua educação habitual, somente esboçou um sorriso. Continuei os exercícios, terminei e fui ao supermercado. Lá chegando, encontrei, ao acaso, Srª A., a quem havia dado inúmeras gravuras mediúnicas de pintores diferentes. Cumprimentei-a e ela sobressaltada respondeu: - Preciso dar um recado urgente pra Tarsila. Respondi: Ela está aqui, dê você mesma...

114 - SEGREDO: Batizar um contexto com este rótulo é a melhor jogada de marketing, com divulgação imediata. Para relativa discrição, melhor seria o título de "um mínimo de RESPEITO com o ser humano confidente".

113 - JOHANNES BRAHMS: Cientista barbudo alemão, meio romântico, mas gente boa. Quase filho adotivo do casal Schumann, sua mais fenomenal patente foi o sonífero para crianças e adultos. O avanço da química aliado às novas tecnologias da farmacêutica não lograram êxito em obter medicação mais eficaz. Pode ser encontrado com o rótulo de Lullaby, Wiegenlied, pelo sistema alfanumérico de opus - op. 49 nº 4, ou ainda sob o nome genérico de "canção de ninar". Fiz um vídeo sobre... Aliás, segundo o próprio, na reencarnação seguinte, não foi músico profissional, porque precisava aprender um pouco mais sobre relações sociais. Agora, novamente trabalha como musicista no plano espiritual.

112 - VOZES: Alguns personagens históricos foram acostumados a ouvi-las, entre outros, Sócrates, Francisco de Assis, Joana D'Arc, Chico Xavier, Giov. D'And., Robert Schumann... Inclusive, este último acabou no hospício. Aliás, lá está cheio de pessoas que ouvem vozes... Você ouve? Tem certeza?

111 - JACKSON POLLOCK: Caro amigo, embora o que eu tenha feito não se possa chamar de "action painting", por eu ter usado de gestos metodicamente preparados. Gostei dessa paradinha sua de pintar o quadro inteiro sem esbarrar na tela, só jogando tinta. Olha ae...

La Resurrezione di Cristo, releitura de Piero della Francesca, por Giov.
110 - ALEIJADINHO: Escultor brasileiro que em vida guardava uma foto da Capela Sistina, porque tinha a nítida certeza de ter sido ele o autor, em outros tempos. Ele estava certo, mas na época ele não sabia que também tinha sido Agorácrito, discípulo de Fídias.

109 - WITCHES DANCE: No vídeo que gravei desta música de Paganini, a impressão que eu tenho é que todo o texto pode ser jogado fora. Ali não se fala nada vezes nada, chatice... Mas, pelo menos as últimas sete palavras...

108 - IDENTIDADE: Já perdi meu e-mail principal, por não saber responder igual ao que respondi dois anos antes, "quem sou eu ?".

107 - CONFUSÃO: Algumas vezes, quando eu ia ao banheiro, alguns amigos diziam que eu ia fazer contato com a nave-mãe. Mostrar um pouco mais da própria personalidade pode confundir alguns. Será que eu fazia contato mesmo ? Isto está me confundindo...

106 - LEONARDO DA VINCI: Como escultor, seus grandes projetos escultóricos não foram concretizados e das pequenas esculturas não há certeza de sua autoria. Em vida anterior, foi Fídias um dos maiores escultores da Grécia. O espírito não regride, mas para cada vida, um objetivo diferente.

Esboço para estátua equestre Sforza, por Leonardo Da Vinci
105 - TRÍPLICE REENCARNAÇÃO: Sai Baba de Shirdi anunciou que viria como Sathya SAI BABA, Este deu inúmeras provas de ter sido o anterior e materializou foto do rosto de Sai Baba Prema, Sua próxima vinda ao planeta.

Shirdi, Sathya e Prema
104 - PIERO DELLA FRANCESCA: Como homem, permitiu-se desanimar ao final da vida e com um potencial infinitamente maior, passou, "apenas", a escrever livros de matemática e perspectiva. Como Deus, entre outras coisas, pintou os afrescos da igreja de San Francesco, em Arezzo. Não foi escultor, embora tivesse sido Policleto (que também foi escritor) e outros na Grécia antiga.


103 - CHOCOLATE: Recorde foram 2 caixas em 3 dias. Como todo mundo sabe, ainda bem que não engorda nem dá espinha. Tem gente que, dizendo ter base científica, associa isto com a falta de determinada prática esportiva; bom, não sou cientista, nada posso afirmar...

102 - VIBRAÇÃO: Revela nossa identidade, ainda que as palavras mintam ou os atos encenem.

101 - LORENZO BERNINI: De todos meus êxtases, o que mais prazer senti, foi o "Êxtase de Santa Teresa".

Êxtase de Santa Teresa, Lorenzo Bernini
100 - SEM NADA: Para oferecer ao mundo, você ainda tem seu sorriso, mas se a circunstância lhe negar esta oportunidade, como por exemplo nas vítimas distantes, você ainda possui um pensamento de paz para ofertar e confortar.

99 - ÉTICA: Pelo mesmo motivo que não olho dentre janelas, não espreito por dentro de casas de papelão velho, pelas calçadas da vida, a menos que eu possa ser útil de alguma forma.

98 - ESPERANÇA: Grilo verde que vai e vem na cuca, às vezes é um pequeno ponto de luz, na brasa quente, só precisando de um pequeno sopro seu, para tornar a acender a chama. (Verdes: 282)

97 - CLAUDE MONET: Foi o assistente de Deus na pintura das flores e vice-versa.


96 - VOCÊ: Que plantas cresceram no solo que pisou?

95 - INSTANTE: Tempo suficiente capaz de deixar marcas, boas ou ruins, para sempre.

94 - DIFERENÇA: Há muita, de bonzinho para bobinho. As pessoas maliciosas são tão inocentes.

93 - MELINDRES: Na era da razão, são desnecessários por pensamento vago, lançado ou não ao vento, por breves palavras.

92 - CACHORRO: Doméstico, é capaz de proporcionar a melhor festa que alguém pode receber. Se o seu não for assim, é porque você não faz festa pra ele. Engraçado como o ser humano nunca aprende com o animal.

91 - INVEJA: De quem, na hora derradeira, suspirou entre braços afetuosos e mãos que afagam.

90 - CASA: É ou deveria ser o melhor lugar para se estar.

89 - CORREDORES: De longa distância, estarão sempre correndo junto com você, na estrada da vida. É quase impossível encontrar pessoas assim.

88 - FELICIDADE: Simplicidade, como tomar café na padaria.

87 - LUZ: Assusta muito mais do que as sombras. Já adulto, sozinho em casa, tranquei-me no banheiro, esperando ela ir embora. Mas, era só um espírito bom...

86 - RESUMO: Na vida encontrei pessoas, com pouco tempo ou paciência de ouvir, então tive que aprender a sintetizar o que deveriam ser grandes discursos em frases de, no máximo, 30 segundos.

85 - IDADE: Quando criança, poucas vezes, tive que parecer infantil. Agora, adulto, infinitas vezes, esforço-me para parecer maduro.

84 - VELOCIDADE: Quanto menos pressa se tem, mais rápido se realiza coisa qualquer. É inversamente proporcional, pois quanto mais calma a mente, mais ágil você se torna.

83 - ABORRECIMENTOS: São tão poucas coisas na vida que me aborrecem, que praticamente posso afirmar que nada me aborrece. SE MEU MUNDO DESABAR E A BOLA DA VEZ CAIR, EU APROVEITO E CHUTO PARA O GOL. Mas, alguém assoviando na fila...

82 - LUDWIG VAN BEETHOVEN: Afirmou que reis e rainhas são muitos, mas Beethoven era um só. Eu me pergunto, quantos Giovs. existem? E dentro de mim?

81 - ÓTICA: Tudo que vemos deixará de existir, somente permanecerá, pelos milênios, aquilo que não enxergamos. Assim foi e sempre será.

80 - DECISÃO: Momento crucial que antecede o fato de termos que arcar com todas as consequências, inclusive as positivas...

79 - SURPRESA: Boa, é constatar que determinadas pessoas são contemporâneas e compartilham de sua experiência.

78 - ALEGRIAS - Já tive, a ponto de somente acreditar anos após. Não é questão de pessimismo, mas de inesperado.

77 - ABSTRATO CÓSMICO: Linguagem plástica do giov., o d'and., que simboliza o dito por Jesus de que "Há muitas moradas na casa de meu Pai". Ih, já vem com esta mania de grandeza, dizer que foi você que inventou este estilo e blá, blá... E foi mesmo. Pega leve, pode ser que tenha alguém lendo. Vaza...

76 - DORES: As pequenas nos preparam, fortalecendo nosso espírito para os grandes sofrimentos terrestres, bem como distraem nossa atenção durante estes.

75 - PINTURA MEDIÚNICA: Independente do valor estético e das nuances do estilo pictórico e assinaturas comprovarem a autenticidade e existência da continuação da vida após a morte e a possibilidade de intercâmbio entre os que foram e os que ficaram, haja vista o tempo e o material utilizado na confecção das mesmas; já vi muita gente desmarcar cirurgia e ou médico.

74 - PINTORES ESPIRITUAIS: Nome bacana para os pintores que já morreram. Numa relação de mútua simpatia, combinei com eles: quando eu pintar, vocês me auxiliam e quando eu for mediunizar, eu atrapalho vocês.

73 - FOFOCAS: Conforme dito popular, "onde há fumaça, há fogo"; está aí o gelo-seco que não nos deixa mentir... Conheço gente que realmente só repassa a verdade, mas nunca a própria...

72 - MORTOS: Sem nenhuma espécie de preconceito com os vivos, estes "defuntos" amigos, presença constante em minha vida, só tem me dado toda espécie de alegria, estímulo de bem viver, conselhos, apoio moral e tudo o mais que me torne um pouco melhor do que eu seria sem esta presença "fantasmagórica".

71 - MATERIALIZAÇÕES LUMINOSAS: Ouvi da boca do amigo Júlio Cezar Grandi Ribeiro, muito especial (dentre outras virtudes realizou 9 cursos superiores e um orfanato com mais de 300 crianças, além de atuar como médium de psicofonia e psicografia), que  havia participado de sessões com o Chico Xavier e assinava embaixo a autenticidade de todas. Ele faleceu, voltou e continuamos amigos.

70 - CHICO XAVIER: Disse para alguém que "se Deus o abençoa, quem sou eu para julgar".

69 - ROBERT SCHUMANN: Compositor e escritor do período musical do romantismo, antes da invenção da internet e do atual namoro virtual, combinava, com a virtuose pianística Clara Wieck, dia e hora para ambos pensarem um no outro, numa espécie de telepatia do amor. Pouco depois, ela passou a assinar Clara Schumann.

68 - NICCOLÒ PAGANINI: Na minha opinião, trouxe nos 24 caprichos da opus 1, violino solo, cerca de 1810, o melhor som que este planeta já ouviu. Schumann, em sua opus 3 e opus 10, fez estudos de piano sobre eles.


Clique abaixo e ouça as músicas da frase nº 68 (a 1ª começa após 3 min.): 

Paganini, o Violino do Diabo (Técnica: caneta bic sobre cópia da partitura original)



67 - MEDO: Já tive e ainda terei alguns, mas nunca deixei de falar ou fazer nada em virtude deste. Também já tive de pensar coisas boas, com receio de não acontecerem.

66 - GIOV. D'AND.: Vício, o Ministério da Saúde adverte, faz mal à saúde.

65 - CHAVE: A do seu trabalho, remunerado ou não, por menor que seja, sempre tem uma finalidade social, será a mesma utilizada por São Pedro, se não tiver enferrujada.

64 - MÉDIUM: Espécie, de pouquíssimos poderes, do gênero X-MEN, faz parte da campanha "Ser diferente é normal"!

63 - TOTALIDADE: De cada mil amigos, com quantos você pode ser você mesmo na íntegra, sem nenhuma espécie de reserva mental?

62 - CRIATIVIDADE: O artista é a criança que não cresceu.

61 - PENSAMENTO: Positivo é a crença em si mesmo, diferente da fé em algo superior, mas também remove montanhas, mesmo quando é do tamanho de um grão de mostarda.

60 - SALVADOR DALÍ:  Por respeito demais, nos círculos espirituais, muitas vezes se traduzir em falta de intimidade, combinei com ele, de escrever no texto do vídeo que fiz sobre ele, uma leve zoação, com a devida chancela SB. Eu escrevi o circo e ele o hospício.

59 - AMPULHETA: Ressalvados casos de prazo com hora certa para o retorno, a quantidade de areia, que faz você, aqui, permanecer, depende da sua atitude física e mental.

58 - RADAR: Supersônico, a mente humana é capaz de captar ondas de todas as espécies e direções, inclusive vindas de outras mentes, físicas ou espirituais. Com ou sem conhecimento de causa. Em que estação você sintoniza o seu rádio?

57 - JESUS: Histórico, independente de crenças e fé, os historiadores apresentam ínfimos documentos de Sua passagem pela Terra, mas, a comprovação científica do que SAI BABA foi ou é capaz de realizar, nos permite pelo menos considerar, que se Um faz, há no mínimo a possibilidade de Um Outro realizar.

56 - ESTATÍSTICA: É muito comum os artistas voltarem para o plano espiritual antes da hora, combinada no seu planejamento reencarnatório. Ainda que não seja um suicida em potencial.

55 - RECADO: Bem dado, não precisa ser renovado.

54 - TEMPERATURA: Emocional. Agasalhos, com mais de 10 anos, precisei usar 3 ou 4 vezes. Mas, já precisei de cobertor, ao meio-dia, de um verão ensolarado.

53 - SINESTESIA: Orgânica, diferente da figura de linguagem, por vezes vejo imagens na música e frequentemente ouço sons na pintura. Também já senti calor com o volume do som.

52 - PERGUNTAS: Taaamuuu junnntuuuuuuu.?. Provas? Testemunhas, tu?

51- MÚSICA: Apesar de pouco conhecimento, pela mediunidade, já ouvi toda uma orquestra sinfônica. E pelo animismo, composições eruditas inéditas brotam de mim, mas de nada servem, pois não sei compor.

50 - LABORATÓRIO: A vida é um, com uma lição proporcional ao desempenho, aspiração e aptidão de cada um. Eu, por exemplo, já fui muito feliz como voluntário num microscópio, realizando exame de fezes.

49 - TELEPATIA: A ciência conseguirá entender melhor este fenômeno no dia em que ousar acreditar na mera possibilidade de sua existência.

48 - SAI BABA: Nunca O vi pessoalmente em carne e osso. Mas, Ele veio a mim, em Espírito e Voz, enquanto morava na Índia e de lá conversava comigo diariamente. Assim como continua fazendo diariamente após Sua "morte".

47 - TRANSMISSÃO: Estando com os dentes tratados, já senti dor de dente apenas por passar perto de gente que eu não sabia que estava com dor de dente. Também já senti labirintite pelo mesmo motivo. Mediunidade de cura ou espécie semelhante à sinestesia espelho-toque (já que não vi a dor alheia) ou qualquer outra explicação não importa, mas sim que sei que alguém sentiu um pouco menos de dor.

46 - POESIA: Eu já vi gente chorar e já vi gente ter ataque de riso, apenas por ler as minhas.

45 - PINTURA: Eu já vi gente chorar e já vi gente ter ataque de riso, apenas por ver fotos das minhas.

44 - |Qc| = |Qr|: Calor cedido é igual ao calor recebido. Assim, partículas energéticas de saúde ou de doença são transmitidas apenas por você chegar perto de alguém. São naturalmente trocadas entre as pessoas. É responsabilidade de cada um definir o teor da partícula que transmite.

43 - ARTISTA - Se quiser a atenção de um, fale um pouco de arte. Se não souber, finja por uns 30 segundos, ele nem vai perceber. Mas, se você parecer meio retardado, pode ser que você prenda a atenção dele para sempre. Lei da afinidade.

42 - HUMOR: Utilizado para levantar o astral, é uma das melhores religiões. Ver 369.

41 - CERTEZA: Não tenho conhecimentos suficientes para afirmar que SAI BABA seja Deus ou Avatar, mas Ele tem me mostrado todos os atributos da divindade, segundo Allan Kardec.

40 - DINHEIRO: É a coisa mais importante do mundo, provavelmente vou pensar assim, quando encontrar a loja onde vendem as pequenas coisas que me fazem feliz.

39 - MIDAS: Transformar em ouro ainda não consigo, mas em arte é sempre muito fácil para mim.

38 - IDIOMA: Digo ao mundo através da arte, aquilo, que nem sempre as palavras poderão expressar.

37 - LEMBRANÇA: Nunca me esqueci de quem um dia, (in) consciente, foi importante para mim de alguma forma.

36 - INTERNET: É só um meio de se conseguir o objetivo, que a maioria das pessoas não sabe qual é.

35 - TERRA: Festa estranha com gente esquisita, mas EU ESTOU LEGAL! Está previsto que, no passado, esta frase será adaptada para uma música. Espero que preservem minha autoria.

34 - SÍMBOLOS: Cada sistema ou mesmo cada um, que você consegue decodificar, na arte, na ciência, na própria mente, na alheia ou na vida como um todo, torna você melhor e mais capaz de entender os enigmas do Universo.

33 - APERTO DE MÃO: Pode ter muito mais poder energético do que rotineiramente é utilizado. Depende da atitude mental.

32 – JOGO: Diferente, porque ultrapassada determinada fase da vida, nem sempre a próxima é mais difícil.

31 – CONQUISTA: Tão almejada, quando conseguida, pode lhe transformar na pessoa mais feliz do mundo, ou não. É o risco...

30 – CONFIANÇA: Mil palavras não são capazes de substituir um olhar. Mas, uma só palavra é capaz de quebrá-la.

29 – VIDA: Reescreva sua história, neste livro, antes do ponto final.

28 - E DAÍ: O que, ou a quem, importa onde estamos, se o que faz a diferença é a direção em que caminhamos e para onde volvemos o olhar.

27 - OLHAR: Se severo, pode até apartar briga; se afetuoso pode até curar.

26 - REMÉDIO: Qualquer (sexo, amizade, viagem, comprimido, afeto, amor...), não sendo dosado, faz mal à saúde. Para o corpo se compra em endereço qualquer, com dinheiro pouco ou promessas ilusórias e; para a alma (que quando adoece, gera doença no corpo), o remédio é conquistado por atitudes realizadas na direção oposta da atitude (que pode estar em vida anterior) que gerou o desconforto, ou por merecimento, conquistando a misericórdia de Deus, para que Ele resolva (alguns chamam de milagre), sem precisar de muito esforço seu. Lembrando que o tempo e o repouso (de determinadas atitudes) é sempre o tempero do alimento saudável.

25 - ENCARE: CARA A CARA, A VIDA MUITO A SÉRIO E RIA DE TUDO, INCLUSIVE MENTALMENTE, A TODO INSTANTE, PRINCIPALMENTE DA PRÓPRIA DOR... MAS, CUIDADO, SÓ NÃO PODE RIR DA DOR ALHEIA...

24 - PERDÃO: É muito comum, tempos após, a vítima trabalhar pelo soerguimento moral do próprio algoz.

23 - LIBERDADE:
Se quero parar, eu paro;
Se quero andar, eu ando;
Se quero correr, eu corro e
Se quero voar, eu simplesmente voo...

22 - SEGUNDO: Olvide o que passou, concentre-se no de agora, para que o seguinte seja um pouco melhor que o anterior.

21 - JUSTIFIQUE-SE: O que você fez hoje, para si ou para outrem, que tenha justificado você ter se levantado da cama?

20 - EMOCIONE-SE!!! Chore de alegria e ria da tristeza. Pode valer a pena...

19 - FÁCIL: Desanimar na dificuldade, muito embora, animar-se na facilidade, nem sempre.

18 - PROPORÇÃO: O corpo está para a lâmpada assim como a alma está para a luz.

17 - SEXO: Eletricidade orgânica, tanto acende a luz quanto detona a bomba.

16 - PERGUNTA INVERSA: Há morte após a vida???

15 - EU: Na arte me expresso! E Deus se expressa por mim...

14 - JULGAMENTO: Para se olhar uma pessoa, às vezes é necessário sentir a música e ver o perfume, para somente depois poder ouvir a beleza...

13 - ADVOGUES: O bem que fizeres, será teu advogado perante o tribunal da própria consciência.

12 - NO COLO: Quando não consigo mais caminhar por falta de forças, "alguém lá de cima" me carrega.

11 - PESSOA IMPORTANTE:
Olho pro canto da vida,
Não enxergo você,
Onde está esse enfeite?

10 - REENCARNAÇÃO:
Do complexo livro da vida,
Na presente encaDErnação,
Represento outro personagem...

09 - MERECIMENTO: Questiono-me se fui bom menino ao fim de um lapso temporal, para que o Papai do Céu me ajude em alguns sonhos.

08 - CUIDADO: A par da ideia certa de que tudo passa, só não passa, ou pelo menos demora passar, aquilo em que a mente se detém!

07 - O QUE ESPERAS?
O cachorro latiu,
O carteiro passou
E a carta não chegou!

06 - FEALDADE: Ainda que, sincera forma de expressão, a arte contemporânea da vaidade, da luxúria e do horror, no todo das belas artes, não são tão belas assim.

05 – TERESA, DE CALCUTÁ: DEPARÁSSEMOS COM MADRE, NUMA DESSAS ESQUINAS DA VIDA, OU DA SUPOSTA MORTE, ELA NOS PERGUNTARIA: ONDE ESTÃO SEUS POBRES? Quando captei esta frase, fiquei dias para concluir que meus pobres podem ser todos, que eu tenho possibilidade de passar coisas boas, assim como eu sou o pobre de muita gente, que tem algo a me passar. Cabe a cada um, tornar o outro mais rico.

04 - ALFIM: DA EXCELSA MAGNITUDE DA CRIAÇÃO CIENTÍFICA DOS COSMOS, O CRIADOR NUNCA SE AFASTOU DAS BELAS ARTES.

03 - a.G.d.G.: Nascido da luz, o mundo era preto-e-branco antes de GIOV. D’AND. (menos, giov., menos...)

02 - ARTE: TRANSFORMA-SE EM AMOR QUANDO ELEVA A HUMANIDADE, SUBLIMANDO OS SENTIMENTOS INDIVIDUAIS.

01 – FRASE: QUANDO COPIO DE ALGUÉM, SEMPRE PRESERVO A AUTORIA.


NA VERDADE SÃO FRASES E PEQUENOS APONTAMENTOS APONTADOS COM UM APONTADOR AFIADO, ONDE OBSERVO A VIDA, A ARTE E A MIM MESMO, RELATANDO EM POUCAS LINHAS, QUE SEGUEM SEU CURSO, NÃO TOTALMENTE RETO E QUE SÃO NUMERADAS, COMO SE OPUS FOSSEM...









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O monólogo do artista passa a estabelecer diálogo com o público quando sua arte é comentada...