terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Encontros de 24.10 e 19.12.2015 com SAI BABA na forma J.

806 - O GORDO: Em 24.10.2015, encontrei-me com Sai Baba na forma J (469), que resumirei em poucos itens. Ao adentrarmos no restaurante, apesar de sermos somente nós dois, eu juntei duas mesas, com quatro cadeiras cada, para caber melhor os vasilhames da refeição. Não tendo onde colocar as duas cadeiras que sobraram, coloquei-as ao lado, que na verdade ficou no meio do caminho. A atendente veio e começou a arrumar o local. Então, Jota (469), brincou com a atendente dizendo que o amigo dEle (eu) havia arrumado as cadeiras no lugar certo e agora ela estava desarrumando. Ela riu e continuou a arrumar. Ele continuou dizendo que chegaria um gordo que estávamos esperando e depois que "ela desarrumou", ele não conseguiria passar. Na verdade não esperávamos ninguém. Passados cinco a dez minutos, entrou um senhor bem gordo, não teve como passar e sentou na mesa anterior a este bloqueio da passagem.

807 - A FOTO: Curioso é que neste dia consegui tirar uma foto de J e a tenho em arquivo, que já mostrei para algumas pessoas, inclusive para pessoas que achavam e diziam claramente que J (469) é uma criação mental minha e que eu deveria me tratar com psiquiatra. Para esses casos deixo claro minha postura de sempre, que eu aceitaria passar por psiquiatra sim, mas desde que fossem dois, sendo que um deles deveria ter conhecimento espiritual em geral, não somente espírita, conforme a Doutrina dos Espíritos, com base nos estudos de Allan Kardec, que inclusive eu sigo. E têm pessoas que perguntam indiretamente se outras pessoas O veem, o que é uma curiosidade natural. Foi uma única foto, em que Ele colocou o celular na frente de parte do rosto e depois sorriu perguntando, como poderia uma pessoa ter um terceiro olho na testa, referindo-se ao círculo do visor do celular, por onde se visualiza o que se vai fotografar. Diferentemente foram as engraçadas fotos tiradas pelas três mulheres da mesa (frases 595, 598 e 521), que estava na máquina de uma delas, que não tive a oportunidade de ter cópias. Já em casa, procurei, na internet, o significado de "terceiro olho", que resumindo tem a ver com dons espiritais.

Detalhe da foto, na parte do "bambu grosso".
808 - BAMBU GROSSO: Também neste encontro relatado na frase 806, aconteceu de eu achar em Seu celular, três fotos tiradas de minha casa, que sei serem de cerca de vinte dias antes, pois estávamos eu, Ele e um eletricista, trabalhando em minha casa, por tempo suficiente para que eu preparasse porções de alimentos para nós e sei a data, porque no momento da saída coloquei uma sacola de lixo, para jogar fora, perto da porta para ir buscar outra e reparei que eu nunca havia feito isto, por evitar, pois se a sacola estiver suja embaixo, sujará o chão. Essas fotos, Ele disse, brincando, não conhecer, mas não acredito, pois Ele sabe de tudo da minha vida, de qualquer tempo e das pessoas que conheço, a todo instante. Uma das fotos tem algo que se assemelha a um bambu, no meio da sala, por toda a extensão da foto, na vertical. Bambu ou coisa qualquer, que nunca existiu em minha casa. Sai Baba, na forma J, insistiu veemente que aquilo era um bambu, como se eu tivesse me enganado. Talvez seja alguma lila instrutiva (brincadeira divina), não sei. Mas achei interessante esta mudança no teor da foto. A foto é de má qualidade devido ao fato do celular de J (469) ser muito antigo, que provavelmente nem se fabrica mais.
Detalhe da foto, na parte do "bambu fino


809 - BAMBU FINO: Somente em 17.12.2015, fiquei pensando no motivo de Jota (469) ter batido a terceira foto, cuja imagem de um São Francisco de Assis, meu, de madeira, que eu havia restaurado, já há alguns anos, enquadra-se no meio da foto. Esta consideração de achar o motivo é baseada no fato de que nada é perdido, nem uma fala, gesto, olhar, objeto etc que venha através Dele. Pensei que fosse para identificar a data, assim como a sacola de lixo (frase 808) já que pouco tempo depois eu o mudei de lugar. Mas olhando detidamente reparei que na imagem do santo tem algo que se assemelha com um bambu fino indo em direção ao pescoço da imagem, e como Sai Baba J havia insistido nesta palavra bambu, achei interessante relatar. Os adjetivos fino e grosso, foi eu quem atribuiu, por mera questão de identificação.

810 - IDIOTA: Tão logo encontrei as três fotos no celular de J. (469), transmiti para poucas pessoas através do aplicativo de comunicação instantânea WhatsApp, via internet; sendo que uma delas respondeu que o "bambu" grosso poderia ser um fio de cabelo na lente da câmera. Ao comentar com Jota, Este, vagarosamente respondeu: "i-di-o-ta" e eu comecei a rir bastante. Pois é claro que mais uma vez, Sai Baba na forma J. estava demonstrando o quanto conhece minha vida. Aos 17 anos fui acampar com amigos na Região dos Lagos, que era comum para mim nesta época. Após um amigo mais velho reparar que minha natureza era calma e me apelidar de "siamês" (194) ficou por tempo razoável tentando me provocar para que eu perdesse a calma e realmente perdi e falei, lentamente, "i-di-o-ta". E até hoje uma pessoa, que estava junto na época, uma das que receberam a mensagem, conta isto para os outros dizendo que eu simplesmente atingira o auge da ira e chamei outra pessoa (em tom baixo e calmo) lentamente de "i-di-o-ta". Posteriormente fiz teste com fio de cabelo na lente, em nada se assemelha, nem com o "bambu" fino.

811 - O PADRE: Em 19.12.2015, encontrei-me com Sai Baba, na forma J (frase 469). Ainda na minha residência Jota (469), brincando, mais uma vez me apressou a terminar o quadro referente ao afresco "La Resurrezione di Cristo" (A Ressurreição de Cristo), releitura do pintor Piero della Francesca, que é o mesmo quadro da foto da frase 111, que estou pintando por cima, para doar para uma igreja, cuja ideia partiu Dele. E Sai Baba J, sorrindo, disse que o padre era pretão (quem nos conhece sabe que isto não é preconceito, só brincadeira mesmo, como brincamos com a palavra "brancão") e que era amigo dEle etc. Fomos ao Centro do Rio de Janeiro e mal acabáramos de estacionar, Ele sorrindo, apontou o dedo e disse: "olha lá, um padre preto". E na calçada em frente vinha caminhando sozinho, na rua com pouco movimento, um padre negro com traje, que acho ser, da Ordem de São Francisco: marrom, com capuz, cinto de corda branca e cruz.

812 - A TEMPERATURA: Ficou acertado que nós (eu e Sai Baba na forma J, frase 469) iríamos em meu carro, ao centro da cidade, então, como ainda não tive tempo de levar o ar-condicionado para arrumar, já na garagem pensei nesses termos: "vou fechar os vidros pro Jota ver o que é bom, em sentir calor, mas se bem que Ele nem vai sentir calor, eu é que vou". E rindo, assim procedi, fechei os vidros e o calorão foi imediato; Ele fingindo desconhecer o motivo falou para eu ligar o ar. Eu, rindo, acusei a Ele: "ué, Você estraga meu ar e agora não quer sentir calor? Não estou entendendo". Ele riu, disse que não tinha culpa, mas não deu muita conversa, então abrimos os vidros e assim fomos todo o percurso. Ver frase 804.

813 - A SOLUÇÃO: Fui para o centro da cidade, com Jota (469), para resolver um problema particular meu. Ele ficou no carro, enquanto fui ao endereço, que lá chegando não consegui resolver. Voltei ao carro e Jota me estimulou a retornar e tentar novamente, mas mesmo tendo retornado não consegui solucionar. Eu estava realmente preocupado. Então Ele foi lá e resolveu o mais difícil e depois eu terminei a resolver. Em suma, não fosse a presença Dele, pelo menos neste dia, eu não teria conseguido resolver. Ele foi capaz, não só me auxiliou, mas fez por mim quando não logrei êxito.

814 - O CHEQUE: A forma J, de Sai Baba me pediu para eu trocar um cheque de R$ 1.000,00 reais e tendo dito que trocaria, Ele me entregou e eu coloquei no bolso. Chegamos ao banco em cerca de 5 minutos, mas lá não achei o cheque e comecei a rir um pouco alto, não consegui me controlar com a aparência dEle de preocupado, que eu sabia que era teatral. Ele telefonou para o dono do cheque (que não posso afirmar que seja real), de nome Félix (que pelo sistema de passar a mensagem através de "iniciais" - frases 495 e 496 -, inevitavelmente chegaremos à palavra "fé"). No telefonema foi engraçadíssimo Ele dizendo para o dono "assustar" o cheque. Emprestei o dinheiro a Ele, que mais de uma vez demonstrou que não precisa disso. Em dezembro de 2014, dei um cheque de R$ 2.000,00 para Jota, cheque este que nunca foi compensado, tendo Ele dito que repassou para um amigo que o perdeu. Nesta mesma data o cheque que paguei o estabelecimento de ensino, em outra cidade, também não foi compensado, pois também foi repassado para terceira pessoa.

815 - DUAS BÍBLIAS: Fomos ao Banco do Brasil, lá chegando havia dois mendigos crianças, que ao pedirem dinheiro, apenas acenei pra entenderem que eu doaria na saída. Ao saírmos, eles não estavam mais lá e Jota (469) reparou que havia duas bíblias novas, ainda embaladas em sacola de plástico aberta. Entramos novamente no banco, Jota ergueu as bíblias e falou algo, por duas vezes, louvando ou agradecendo a Deus, que eu não consegui ouvir porque eu estava rindo muito com o sumiço do cheque. Então, Ele repartiu as bíblias: "Tome uma para você e outra para mim". Na minha tinha um panfleto escrito: "Disse Jesus: - Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6". 

816 - MANDEI BEM: Adentramos em um pequeno bar, pois Ele disse que estava com pressa, porque tinha um serviço pra fazer e não daria tempo de irmos em restaurante. Estou acostumado com qualquer tipo de ambiente, nada me choca, mas talvez o calor e por eu estar em pé, olhando ainda se comeria algum salgado, que fui informado que não havia e mais o barulho, com as pessoas falando alto, em uma esquina de rua movimentada, na Tijuca e já estando Sai Baba na forma J, sentando no balcão e almoçando um tipo de carne, que eu não costumo comer, fiquei um pouco desconfortável e sem atitude, para saber se comeria. Então, disse que comeria somente frango com arroz, mas veio o prato completo. Nisto vagou uma cadeira no balcão e fiquei reparando J (469), Ele, com voz empostada, falava gritando, pedindo pimenta, refrigerante etc. Ele simplesmente "se confundia com o ambiente". Ele "estava em casa". Não parecia o Jota trocando receitas com minha mãe, falando de arte comigo ou me zoando e rindo (com minha personalidade multiplicada em muito), nem de calendário de foto de mulher com o borracheiro, nem com O Jota que conversara com as mulheres, nem parecia com qualquer Outro que eu já vira. Ao sentir que eu O estava reparando, Ele se virou sorrindo, piscou o olho e falou baixo pra mim: "Mandei bem, né?". Eu apenas sorri e concordei: Sim, mandou.

817 - DIRETOR-GERAL: Jota (469) já me chamou de muitos adjetivos, que talvez eu nem me recorde de todos: "o cara", "patrão", "ruço", "chefe", "amigo", "dono do mundo" (que eu disse que não, mas pelo menos filho do dono eu era), "lorinho" etc. Uma única vez, Sai Baba, mentalmente, chamou-me de "Kasturinho" (diminutivo do nome do, já falecido, professor N. Kasturi, Seu biógrafo oficial), que por óbvio não me cabe, pois pessoalmente nem conheci Sai Baba, encarnado na Índia, mas considerei como uma forma de incentivo a continuar a escrever sobre Ele. Sobre o adjetivo "diretor-geral", já me chamou inúmeras vezes, que me recordo de uma engraçada: nós conversando, sem rir, sobre assunto diverso e almoçando, Ele interrompeu, abriu os braços, sorriu, e assim me chamou, fora do contexto do diálogo. Nunca entendi o motivo, mas pela primeira vez, Ele, conversando sem sorrir, disse de uma possibilidade de local.  Conforme cantou em outro momento deste encontro: "O que será? O amanhã? Responda quem puder..." Exatamente parte do trecho que eventualmente canto (embora eu nem conheça toda a letra). Na verdade, os adjetivos que sejam elogios a mim, que não mereço, revelam Sua humildade.

818 - DOIS METROS: Sai Baba na forma J (469) por duas vezes falou que havia recebido a encomenda de um cliente por um objeto, que Ele faz de madeira, com dois metros de altura. Após falar isto abriu o porta-malas de Seu carro e este estava muito cheio de madeiras de cerca de 25cm, com um furo na extremidade, não totalmente retangular. Porém a madeira utilizada neste objeto é diferente, pois ele é realizado com tiras totalmente retangulares, maiores e com um furo no centro, para atravessar um ferro de sustentação. Ou seja, essas pequenas madeiras cortadas em nada serviriam para realizar o referido objeto. Inclusive certa vez sonhei que este objeto era realizado apenas a partir de Sua vontade, sem a ação de Suas mãos (sonho este, que disse que sonhara, mas não cheguei a relatar na frase 543). O quantitativo enchia metade da altura do porta-malas, sem deixar espaço nas laterais. Pareciam peixes, inclusive com o olho. Na hora, em minha mente veio a ideia de multiplicidade, a multiplicação de peixes por Jesus. Se de nada serviriam, então acredito terem sido criadas apenas para esta lição de abundância, somente pela Sua vontade.

819 - TERCEIRA BÍBLIA: Ao chegar de volta, passei na casa de um amigo, que me indicaria onde consertar o ar-condicionado. Ele não estava e eu deixei o recado para ele entrar em contato. Poucos minutos após, ele tocou a campainha e adentrou em minha residência. Ao ver a minha bíblia ele começou a rir um pouco e a se emocionar. Acontece que dois dias antes, estávamos com outros amigos e para tentar me ajudar, sobre o problema do ar-condicionado, perguntou-me como havia estragado. Eu falei a verdade (conforme frase 804): "Eu tenho um amigo normal, que desaparece na minha frente, que me pediu R$ 20,00, eu não dei, Ele disse que sentiria calor e que Deus iria me castigar. E neste exato momento, parou de funcionar." Ele simplesmente não conseguia parar de rir (que percebi que não era ironia, parecia levemente nervoso) e ficava me perguntando: "como assim, ele some na sua frente?" E, claro, com mais pessoas, em ambiente inadequado ao assunto, não dava pra explicar muito. Neste ínterim, Sai Baba, mentalmente, disse: "Chegou a hora dele", que eu entendi, que fosse a hora de saber algumas verdades da vida. Então, neste dia 19.12.2015, ele me explicou o motivo de seu riso. Ao chegar em casa, sua irmã (que não conheço, nem nunca vi) mostrara um bíblia idêntica e contou que uma senhora, na rua, deu a ela de presente e quando ela foi agradecer, esta senhora já havia desaparecido. Sendo que antes da irmã terminar de contar, ele disse que já sabia que ela desaparecera e já começara a rir. Esta bíblia doada a uma menina veio com um lacinho.

821 - A PRESSA: Desde que conheci Jota (469), em meados de março de 2014 e que mantenho contato regularmente, seja por telefone ou seja por encontros pessoais, sendo que não relato todos s encontros ou diminuo bastante o que acontece, eu nunca O vi transparecer estar apressado com algo ou ansioso. Neste último encontro, de 19.12.2015, pela primeira vez, Ele almoçou com aparência de pressa e após, despediu-se muito mais rápido do que o habitual, poder-se-ia dizer que estava extremamente apressado. Óbvio que este estado emocional não condiz com Sua realidade; ou seja era mais uma de Suas interpretações teatrais, que eu entendi como uma atitude simbólica, como se Ele estivesse com pressa para aparecer para a menina, como uma senhora, e entregar a bíblia, que coube a Ele na divisão comigo. Claro que não havia esta necessidade, pois Sai Baba na Índia, por mais de uma vez demonstrou Seu aparecimento em outro local ou, além de estar em outro local, aparecia em forma humana diversa da Sua e até mesmo como três pessoas, dois homens e uma mulher, além do Seu corpo conhecido. Na igreja católica é divulgado, entre outros, o caso de Santo Antônio de Pádua, que quando pregava em Pádua, Itália, era visto em Lisboa, Portugal fazendo a defesa do pai, que acusado de assassinato, ia ser executado. Allan Kardec, em "O Livro dos Médiuns", trata o assunto como bicorporeidade, embora sobre Sai Baba, em alguns casos, Sua divisão seja em mais de dois corpos, com aparência diversa. Eu mesmo já tive a benção de poder ver Suas materializações (agêneres, nos dizeres de A. Kardec) por inúmeras vezes, além da materialização de objetos ou pequenos insetos.


822 - SUA IMAGEM: E semelhança. Sai Baba na forma J. (469) quando conversa com alguém adota a personalidade desta pessoa. No meu caso, em particular, que muito antes de ser espírita já reparava em cada pensamento, atitude, gesto e sonho meu, portanto tenho mais elementos de observação e tempo para refletir, pude perceber que não somente Ele adotou minha personalidade, como na verdade Ele a potencializou de uma maneira que eu nem conseguiria ser, embora eu quisesse, se me fosse oferecida esta possibilidade. Agindo assim, nesta razão inversa de que somos a imagem e semelhança de Deus, já que ainda não conseguimos agir na ordem natural, Ele desce até nós, conquista nossa simpatia e nos auxilia de uma maneira qualquer, sem vínculo com qualquer forma religiosa, já que o Amor, que é a essência das religiões, não tem limites. Grande parte das frases, sobre meu encontro com Jota, pode aparentar um ar de brincadeira, mas assim é, porque sou assim. Minha seriedade é baseada no bom humor, que ri até da própria tristeza (natural em todos nós), e na amizade sincera, sem o verniz social, comum na sociedade terrena. Ver 369, 42 e 25.


823 - 23.12.2015: Para tirar foto das duas bíblias juntas, passei na casa de meu amigo, que não estava, e aproveitei para conversar com sua irmã. Esta me informou que a senhora disse se chamar Regina (que, com origem em latim, significa Rainha, com entendimento também em Senhora Absoluta, A Maior, A Grande) e curiosamente ela disse que ela iria abençoar a família da menina. Achei curioso o fato da senhora dizer que ela mesma iria abençoar, pois o habitual é dizer que Deus ou Jesus ou Nossa Senhora ou algum santo irá abençoar ou que a pessoa irá orar para que Deus ou Alguém abençoe. E a menina também me contou que ao perguntar para as pessoas se tinham visto para onde a senhora tinha ido, estes disseram que nem mesmo a tinha visto. Assim como também Jota não fora visto pela mulher ao lado de minha amiga, conforme relatei na frase 778. Mentalmente, Sai Baba me disse ser Ele, inobstante o simbolismo aparentemente seja atribuído à Nossa Senhora, considerada a Rainha do Céu, na ótica espiritual (não científica).

domingo, 13 de dezembro de 2015

O SONO E OS SONHOS

Sonho Causado pelo Voo de uma Abelha ao Redor de uma Romã um Segundo Antes de Acordar

Ficha técnica. Autor: Salvador Dalí. Ano: 1944. Técnica: Óleo sobre tela. Dimensões: 51 x 41 cm. Localização: Museu Thyssen-Bornemisza, Madri, Espanha. Inspiração: Um sonho de Gala.

ÁUDIO DE O SONO E OS SONHOS.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS
por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires

I – O Sono e os Sonhos.

      400. O Espírito encarnado permanece voluntariamente no envoltório corporal?
     — E como perguntar se o prisioneiro está satisfeito sob as chaves. O Espírito encarnado aspira incessantemente à libertação, e quanto mais grosseiro é o envoltório, mais deseja ver-se desembaraçado.

     401. Durante o sono, a alma repousa como o corpo?
     —Não, o Espírito jamais fica inativo. Durante o sono, os liames que o unem ao corpo se afrouxam e o corpo não necessita do Espírito. Então, ele percorre o espaço e entra em relação mais direta com os outros Espíritos.

     402. Como podemos julgar da liberdade do Espírito durante o sono?
     — Pelos sonhos. Sabei que, quando o corpo repousa, o Espírito dispõe de mais faculdades que no estado de vigília. Tem a lembrança do passado e, às vezes, a previsão do futuro; adquire mais poder e pode entrar em comunicação com os outros espíritos, seja deste mundo seja de outro.
Freqüentemente dizes: “Tive um sonho bizarro, um sonho horrível, mas que não tem nenhuma verossimilhança”. Enganas-te. E quase sempre uma lembrança de lugares e de coisas que viste ou que verás numa outra existência ou em outra ocasião. O corpo estando adormecido, o Espírito trata de quebrar as suas cadeias para investigar no passado ou no futuro.
      Pobres homens, que conheceis tão pouco dos mais ordinários fenômenos da vida! Acreditais ser muito sábios, e as coisas mais vulgares vos embaraçam. A esta pergunta de todas as crianças: “O que é que fazemos quando dormimos; o que são os sonhos?”, ficais sem resposta.
      O sono liberta parcialmente a alma do corpo. Quando o homem dorme, momentaneamente se encontra no estado em que estará de maneira permanente após a morte. Os Espíritos que logo se desprendem da matéria, ao morrerem, tiveram sonhos inteligentes. Esses Espíritos, quando dormem, procuram a sociedade dos que lhes são superiores: viajam, conversam e se instruem com eles; trabalham mesmo em obras que encontram concluídas, ao morrer. Destes fatos deveis aprender, uma vez mais, a não ter medo da morte, pois morreis todos os dias, segundo a expressão de um santo.
      Isto para os Espíritos elevados; pois a massa dos homens que, com a morte, devem permanecer longas horas nessa perturbação, nessa incerteza de que vos têm falado, vão seja a mundos inferiores à Terra, onde antigas afeições os chamam, seja à procura de prazeres talvez ainda mais baixos do que possuíam aqui; vão beber doutrinas ainda mais vis, mais ignóbeis, mais nocivas do que as que professavam entre vós. E o que engendra a simpatia na Terra não é outra coisa senão o fato de nos sentirmos, ao acordar, ligados pelo coração àqueles com quem acabamos de passar oito ou nove horas de felicidade ou de prazer. O que explica também as antipatias invencíveis é que sentimos, no fundo do coração, que essas pessoas têm uma consciência diversa da nossa, porque as conhecemos sem jamais as ter visto. E ainda o que explica a indiferença, pois não procuramos fazer novos amigos, quando sabemos ter os que nos amam e nos querem. Numa palavra: o sono influi mais do que pensais, sobre a nossa vida.
      Por efeito do sono, os Espíritos encarnados estão sempre em relação com o mundo dos Espíritos, e é isso o que faz que os Espíritos superiores consintam, sem muita repulsa, em encarnar-se entre vós. Deus quis que durante o seu contato com o vício pudessem eles retemperar-se na fonte do bem, para não falirem, eles que vinham instruir os outros. O sono é a porta que Deus  lhes abriu para o contato com os seus amigos do céu; é o recreio após o  trabalho, enquanto esperam o grande livramento, a libertação final que deve restituí-los ao seu verdadeiro meio.
       O sonho é a lembrança do que o vosso Espírito viu durante o sono; mas   observai que nem sempre sonhais, porque nem sempre vos lembrais daquilo que vistes ou de tudo o que vistes. Isso porque não tendes a vossa alma em todo o seu desenvolvimento; freqüentemente não vos resta mais do que a lembrança da perturbação que acompanha a vossa partida e a vossa volta, a que se junta a lembrança do que fizeste ou do que vos preocupa no estado de vigília. Sem isto, como explicaríeis esses sonhos absurdos, a que estão sujeitos tanto os mais sábios quanto os mais simples? Os maus Espíritos também se servem dos sonhos, para atormentar as almas fracas e pusilânimes.
       De resto, vereis dentro em pouco desenvolver-se uma outra espécie de sonhos; uma espécie tão antiga como a que conheceis, mas que ignorais. O  sonho de Joana, o sonho de Jacó, o sonho dos profetas judeus e de alguns indivíduos indianos: esse sonho é a lembrança da alma inteiramente liberta do corpo, a recordação dessa segunda vida de que há pouco eu vos falava.
      Procurai distinguir bem essas duas espécies de sonhos, entre aqueles de que vos lembrardes; sem isso, cairíeis em contradições e em erros que seriam funestos para a vossa fé.

  Comentário de Kardec: Os sonhos são o produto da emancipação da alma, que se torna mais independente pela suspensão da vida ativa e de relação. Daí uma espécie de  clarividência indefinida, que se estende aos lugares os mais distantes ou que jamais se viu, e algumas vezes mesmo a outros mundos. Daí também a lembrança que retraça na memória os acontecimentos verificados na existência presente ou nas existências anteriores. A extravagância das imagens referentes ao que se passa ou se  passou em mundos desconhecidos entremeadas de coisas do mundo atual formam esses conjuntos bizarros e confusos que parecem não ter senso nem nexo.
      A incoerência dos sonhos ainda se explica pelas lacunas decorrentes da lembrança incompleta do que nos apareceu no sonho. Tal como um relato ao qual se tivessem truncado frases ou partes de frases ao acaso: os fragmentos restantes sendo reunidos, perderiam toda significação racional.

      403. Por que não nos recordamos sempre dos sonhos?
     — Nisso que chamais sono só tens o repouso do corpo, porque o Espírito esta em movimento. No sono, ele recobra um pouco de sua liberdade e se comunica com os que lhe são caros, seja neste ou em outros mundos. Mas como o corpo é de matéria pesada e grosseira, dificilmente conserva as impressões recebidas pelo Espírito, mesmo porque o Espírito não as percebeu pelos órgãos do corpo.

      404. Que pensar da significação atribuída aos sonhos?
      — Os sonhos não são verdadeiros, como entendem os ledores da sorte, pelo que é absurdo admitir que sonhar com uma coisa anuncia outra. Eles são verdadeiros no sentido de apresentarem imagens reais para o Espírito, mas que, freqüentemente, não têm relação com o que se passa na vida corpórea. Muitas vezes, ainda, como já dissemos, são uma recordação. Podem ser, enfim, algumas vezes, um pressentimento do futuro, se Deus o permite, ou a visão do que se passa no momento em outro lugar a que a alma se transporta. Não tendes numerosos exemplos de pessoas que aparecem em sonhos para advertir parentes e amigos do que lhes está acontecendo? O que são essas aparições senão a alma ou o Espírito dessas pessoas que se comunicam com a vossa? Quando adquiris a certeza de que aquilo que vistes realmente aconteceu, não é isso uma prova de que a imaginação nada tem com o fato, sobretudo se o ocorrido absolutamente não estava no vosso pensamento durante a vigília?

      405. Freqüentemente se vêem em sonhos coisas que parecem pressentimentos e que não se cumprem; de onde vêm elas?
      — Podem cumprir-se para o Espírito, se não se cumprem para o corpo.  Quer dizer que o Espírito vê aquilo que deseja, porque vai procurá-lo. Não se deve esquecer que, durante o sono, a alma está sempre mais ou menos sob a influencia da matéria e por conseguinte não se afasta jamais completamente  das idéias terrenas. Disso resulta que as preocupações da vigília podem dar, àquilo que se vê, a aparência do que se deseja ou do que se teme. A isso é que realmente se pode chamar um efeito da imaginação. Quando se está fortemente  preocupado com uma ideia, liga-se a ela tudo o que se vê.

      406. Quando vemos em sonho pessoas vivas, que conhecemos perfeitamente, praticarem atos em que absolutamente não pensam, não é isso  um efeito de pura imaginação?
      — Em que absolutamente não pensam? Como o sabes? Seus Espíritos  podem vir visitar o teu, como o teu pode visitar os deles, e nem sempre sabes o que pensam. Além disso, freqüentemente aplicais, a pessoas que conheceis, e segundo os vossos desejos, aquilo que se passou ou se passa em outras existências.

      407. É necessário o sono completo, para a emancipação do Espírito?
      — Não. O Espírito recobra a sua liberdade quando os sentidos se entorpecem; ele aproveita para se emancipar, todos os instantes de descanso que o corpo lhe oferece. Desde que haja prostração das forças vitais, o Espírito se desprende, e quanto mais fraco estiver o corpo, mais o Espírito estará livre.

Comentário de Kardec: É assim que o cochilar, ou um simples entorpecimento dos sentidos, apresenta muitas vezes as mesmas imagens do sonho.

     408. Parece-nos, às vezes, ouvir com nosso íntimo palavras pronunciadas distintamente e que não têm nenhuma relação com o que nos preocupa. De onde vêm elas?
      — Sim, e até mesmo frases inteiras, sobretudo quando os sentidos começam a se entorpecer. É, às vezes, o fraco eco de um Espírito que deseja comunicar-se contigo.

      409. Muitas vezes, num estado que ainda não é o cochilo, quando temos os olhos fechados, vemos imagens distintas, figuras das quais apanhamos os pormenores mais minuciosos. É um efeito de visão ou de imaginação?
      — Entorpecido o corpo, o Espírito trata de quebrar a sua cadeia: ele se  transporta e vê, e se o sono fosse completo, isso seria um sonho.

      410. Têm-se às vezes, durante o sono ou o cochilo, ideias que parecem muito boas e que, apesar dos esforços que se fazem para recordá-las, se apagam da memória. De onde vêm essas idéias?
      — São o resultado da liberdade do Espírito, que se emancipa e goza, nesse momento, de mais amplas faculdades. Freqüentemente, também, são conselhos dados por outros Espíritos.

      410 – a) De que servem essas ideias ou esses conselhos, se a sua recordação se perde e não se pode aproveitá-los?
      — Essas idéias pertencem, algumas vezes, mais ao mundo dos Espíritos que. ao mundo corpóreo, mas o mais freqüente é que, se o corpo as esquece, o Espírito as lembra, e a ideia volta no momento necessário, como uma inspiração do momento.

      411. O Espírito encarnado, nos momentos em que se desprende da matéria e age como Espírito, conhece a época de sua morte?
      — Muitas vezes a pressente, e às vezes tem dela uma consciência bastante clara, o que lhe dá, no estado de vigília, a sua intuição. É por isso que algumas  pessoas preveem, às vezes, a própria morte com grande exatidão.

       412. A atividade do Espírito, durante o repouso ou o sono do corpo, pode fatigar a este?
      — Sim, porque o Espírito está ligado ao corpo, como o balão cativo ao poste. Ora, da mesma maneira que as sacudidas do balão abalam o poste, a atividade do Espírito reage sobre o corpo, e pode produzir-lhe fadiga.

domingo, 1 de novembro de 2015

Comunità Italiana. Set 2015. Ano XXI - Nº 206.

Agradeço a Cintia Salomão Castro 
e a todos que (in) diretamente colaboraram para que isto acontecesse.
Gratidão.



UOL 19.08.2015 (reportagem em fotos).

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

AMOR ETERNO, Dalí e Gala. Pintura Mediúnica, Sai Baba e Efeitos Físicos.

Clique, no link abaixo, e assista ao vídeo:
 

Salvador Dalí, como declaração de "O Amor Eterno" seu por sua esposa Gala, havia pintado uma tela mediúnica (com a presença desta, ambos em espírito) em uma apresentação de pintura mediúnica (frase 439), cujo vídeo não consegui obter, então pedi a ele para retratá-la novamente para que eu pudesse fazer um vídeo específico desta tela "e deste amor". Ele, autorizado por Deus, atendeu-me ao pedido, em 29.11.2014, e realizei o vídeo 029.

As frases numeradas e números entre parênteses (que também são números de frases) podem ser vistos na página FRASES, deste blog.
 
655 - CEBOLA: Sai Baba J (frase 469), no almoço, disse para eu ficar com a salada, porque Ele não queria. Comi todo o tomate, a maioria da alface, que estava cortada em pequenas fitas finas e toda a cebola crua. O vasilhame de metal prateado era relativamente pequeno. Consciente e insistentemente (diferente de casualmente) vasculhei debaixo das poucas tiras de alface procurando por mais uma rodela de cebola. Quase desistindo, voltei a procurar e nada encontrei. Virei-me para o prato para comer e quando olhei para a vasilha, na parte de cima, com cerca de 80% descoberta, havia uma rodela de cebola, de bom tamanho, que achei gostosa como as outras. Neste jogo de casualidade, falei brincando: "estava uma delícia, vou me virar, quem sabe quando eu olhar não encontro outro pedaço de cebola". Ele riu, rapidamente fiz o gesto de girar o corpo, mas Ele não fez novamente. Fiquei feliz com esta materialização aparentemente descuidada.
 
645 - ARANHAS: Em 29.11.2014, na apresentação de pintura mediúnica, na Tenda dos Irmãos do Oriente, em Botafogo, no Rio de Janeiro, comentando sobre as materializações de animais e formas humanas, quando os amigos espirituais iam começar a desenhar, em cima do bloco de papel apareceu uma pequena aranha que eu disse que era uma coincidência. Na segunda fase, na pintura em tela, em outro cômodo, já com tinta em parte de uma, apareceu outra aranha, que eu disse que ali no centro tinha muitas aranhas e soprei-a para ela não morrer com a tinta. Em casa me lembrei que há 2 meses, assustei-me com a visão de uma teia, ao que, em voz, Sai Baba me disse que traria aranhas para mim.
 
417 - BOM DIA: Para o Senhor SAI BABA, adorei ter acordado neste 15.04.2014, ao som do violão, vindo do DVD, que estava inserido no aparelho e anteriormente totalmente desligado na sala. Hoje, já posso afirmar, com toda certeza, que foi quem mais me deu atenção nesta vida, em relação aos meus mais íntimos gostos. Ver frase 416.

OBS.: A venda das obras mediúnicas foram integralmente revertidas para a Tenda dos Irmãos do Oriente, em Botafogo e para a Associação Espírita Obreiros do Bem, mantenedora do Hospital Pedro de Alcântara, no Rio Comprido. As palmas ao médium foram deixadas (pelo próprio que editou o vídeo) não como vaidade ou qualquer sentimento menos digno, o intuito foi demonstrar uma espécie de opinião positiva por parte de cada pessoa que contribuiu com o volume do som das palmas, em oposição aos que, sem conhecimento de causa, criticam esta espécie de trabalho. Muito embora o médium seja responsável pelo teor das comunicações mediúnicas, que tenha dado ensejo, as críticas positivas ou negativas não lhe cabem, no sentido de que o trabalho não é dele, mas dAquele que rege o Universo.
Vídeos relacionados:
009 Salvador Dalí.
008 Pintura Mediúnica.
005 Sai Baba Atos de Amor (parte 2/2)
004 Sai Baba  (parte 1/2)

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

UOL 19.08.2015.

Pintura mediúnica.
Jornal UOL.
19.08.2015.
Agradeço ao Leonardo Rodrigues e a todos que (in) diretamente colaboraram para que isto acontecesse.
Gratidão.


Pintando com os pés.

Obra de Renoir, pintada com os pés.

Desenhos mediúnicos.

Obra de Van Gogh.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O GLOBO 11.08.2015.

Pintura mediúnica.
Jornal O Globo.
11.08.2015.
Agradeço a todos que (in) diretamente colaboraram para que isto acontecesse.
Gratidão.
 
papel jornal
 
on  line
 

quinta-feira, 23 de julho de 2015

GRILO e outros, por SAI BABA

718 - GRILO: Na sala senti o doce aroma do vibhuti e não entendi o motivo, pois geralmente tem. Virei-me e vi um grilo, ao que Sai Baba mentalmente me disse que era a esperança. Deitei-me, pensei em acionar o despertador, mas não fiz; acordei com o telefonema de J (469), na hora exata em que pensei em acordar, dizendo que viria em minha casa. Ao chegar, em 21.02.2015, mostrei a Ele o inseto, dizendo que era um grilo. J., porém, disse: "não, é a esperança".

723 - CASA FECHADA: Saímos de casa juntos (eu e Sai Baba na forma J., ver frase 469), em 21.02.2015, pois aproveitei para pegar uma carona em Seu carro e me vendo preocupado com o grilo que me visitara, J disse que eu poderia deixar a casa fechada porque o grilo não precisava se alimentar muito. Voltei e ele, que havia mudado de local, ainda permanecia na casa. Fui me deitar, com a casa ainda toda fechada, para manter a temperatura agradável. Acordei pensando na hipótese do grilo não estar mais lá, embora não tivesse como sair, e, sim, constatei que o grilo já não estava mais na casa. Quando ele apareceu, a casa estava aberta. Eu já havia pedido, mentalmente ao Sai Baba para que estes "eventos" de aparecimento de insetos acontecessem com insetos maiores, este tinha cerca de 7,5 centímetros.
grilo SEM a aranha
724 - GRILO E ARANHA: Em 22.02.2015, após eu escrever que o grilo havia desaparecido com a casa fechada (723), comigo na sala, sem sair desta, com o ambiente todo fechado desde o dia anterior, o grilo reapareceu. Apesar de terem muitos quadros na parede, próximo ao local onde ele se encontra não teria como se esconder ou se mover sem que eu não reparasse, pois eu estava ali há horas. Em nenhum momento eu o vi se mexer. Desta vez ele trouxe uma novidade, uma aranha morta presa na perna; talvez para que eu relembre do fato de que Sai Baba me disse que traria aranhas para mim, conforme aconteceu na apresentação de pintura mediúnica (ver 645, abaixo) e em outras ocasiões. Apareceu pousado no único quadro (dentre várias dezenas), que J. (469) comentou quando esteve em minha casa no dia anterior. Não reclamei, mas na verdade quando constatei que ele havia sumido, eu não fiquei feliz, porque no fundo (apesar de ser difícil para ele se alimentar) eu gostaria que fosse como a presença constante do morcego, voando dentro de casa por mais de um ano (ver 396, abaixo).
grilo COM a aranha
725 - SENTI O PESO: Ainda em 22.02.2015, às 23:50 min., interrompi o vídeo tutorial de como criar grilos, peguei uma caixa vazia de ovos e dentro de casa, caiu algo em meu braço, que constatei ser um inseto, de espécie desconhecida por mim, até este momento. Mentalmente Sai Baba me perguntou se eu queria mais (neste segundo pensei sobre a quantidade de grilos), porque Ele traria mais. Ao pensar em pegar a máquina fotográfica para registrar, ele voou e não o encontrei mais. Era menor do que um mosquito comum, mas em nada se assemelhava, pois parecia um minúsculo besouro. O grilo é muito mansinho, não pulou e ficou andando na minha mãe, quando o peguei para colocar na caixa que improvisei para ele.
grilo mansinho andando na mão
728 - LUTO: Em 25.02.2015. Venho, através desta nota, comunicar o falecimento do grilo (ver 718, 723 a 725). Mentalmente, em uma só frase, Sai Baba deu uma direção ao meu pensamento, no sentido de saber se eu, por desconhecimento, embora estivesse começando a estudar o assunto, havia feito ou deixado de fazer algo em relação a uma boa criação de habitat para este inseto. Disse: "Ele cumpriu sua missão"; que eu entendi serem os fatos, que serviram de base para meus relatos, pois eu mesmo nada fiz além disto e nem deu tempo de fazer.
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396 - MORCEGO: Quando tirei algumas fotos com ele, para um autorretrato, SAI BABA disse que havia trazido-o para mim, que é diferente de materializado. Já moramos juntos (em Barra do Piraí) há cerca de um ano. Voa dentro de casa e muitas noites dorme pendurado em algum lustre. No momento da foto ele estava dormindo sob os raios solares, cerca de 50 centímetros do chão. Este notívago estava voando e pousou para dormir às 16:20 min.


morcego dormindo no sol
645 - ARANHAS: Em 29.11.2014, na apresentação de pintura mediúnica, na Tenda dos Irmãos do Oriente, em Botafogo, no Rio de Janeiro, comentando sobre as materializações de animais e formas humanas, quando os amigos espirituais iam começar a desenhar, em cima do bloco de papel apareceu uma pequena aranha que eu disse que era uma coincidência. Na segunda fase, na pintura em tela, em outro cômodo, já com tinta em parte de uma, apareceu outra aranha, que eu disse que ali no centro tinha muitas aranhas e soprei-a para ela não morrer com a tinta. Em casa me lembrei que há 2 meses, assustei-me com a visão de uma teia, ao que, mentalmente, Sai Baba me disse que traria aranhas para mim.
 
Obs.: Na página FRASES, deste blog, há fotos de outros insetos. Para pesquisar, vá na referida página, clique em "Ctrl" mais "f" e escreva, por exemplo: "joaninha", "abelha" etc, ou qualquer outra palavra de seu interesse, que aparecerá se tiver.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Albert Einstein: O FRASISTA !

 
 
 
"Todas as religiões, artes e ciências são galhos da mesma árvore."
 
 
 
 
"Quando eu examino a mim mesmo e meus métodos de pensamento, chego à conclusão de que o dom da fantasia significou mais para mim do que meu talento para absorver conhecimento positivo."
 
 
"Uma mesa, uma cadeira, uma cesta de frutas e um violino; do que mais um homem precisa para ser feliz?"
 
 
534 - FRASISTA AE: Albert Einstein, conhecido mundialmente pela sua contribuição com a ciência, esquecemos de sua diferença com a maioria dos cientistas, naturalmente materialistas, o que pode ser visto em sua passagem pela arte (330) e pela sua espiritualidade, sem apego aos dogmas religiosos e comumente esbarrando na ideia de Deus, como mostram algumas de suas frases. (gIOV. d'aND.)
 
330 - ALBERT EINSTEIN: Exímio violinista, que doava os cachês obtidos (e que aprendeu a tocar sozinho), e "relativo" ao piano, além de poeta, afirmou - "sinto pessoalmente a felicidade, em seu mais alto grau, graças às grandes obras de arte. Delas recebo dons espirituais de tal poder que não os posso receber iguais de qualquer outra fonte". (gIOV. d'aND.)
 

PS. Imagens (com português duvidoso, retiradas da internet) com textos escolhidos como dedicação aos que me perseguem com mentiras, covardia e hipocrisia no mais alto grau... Acho que minha felicidade incomoda tanto que, infelizes e sem cultura específica sobre as possibilidades da espiritualidade e a interferência no mundo físico, eles tentam, em vão, transformar-me em um deles...

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

A Linguagem da Forma J (Sai Baba)


704 - 12.02.2015: Encontro com J (469). Tal os dias 06 e 07.11.2014, neste dia, J (469) parecia não somente meu motorista particular, mas alguém extremamente solícito, que se oferecia timidamente, para não me desagradar com seu oferecimento, para me levar aonde eu quisesse. Tentei recusar algumas vezes, mas assim fomos em quatro endereços, em três bairros do Rio de Janeiro, além de ter me pego em casa, com seu carro. Fisicamente J está com uma aparência mais jovial de quando O conheci, que eu tinha dificuldade de olhá-Lo, pois me lembrava a mim, mas, como se eu fosse mais velho e tivesse tido uma vida muito mais rude. Ultimamente, não tenho mais dificuldade de olhar para Ele.
705 - TEMPO DE ESTUDO: J (469) me ligou dizendo que estava perto de minha casa, porque havia levado sua ex-esposa ao médico para extrair um seio, por motivo de câncer, mas que Ele já havia comprado uma prótese (quando chegou, repetiu e fez gestos engraçados, dando a entender que ficaria bonito). Antes de chegar, mentalmente, Sai Baba me disse que J só chegaria depois que eu estudasse violino um pouco (tem cerca de dois meses que não abro a caixa dele e antes disto, fiquei muitos mais meses sem tocar). Após tocar uns 15 a 20 minutos, J chegou. Aqui em casa, Ele pegou desajeitadamente o violino, na altura do abdômen, e passou o arco, mas saiu um barulho normal, diferente do agradável som que saiu do violão (678).
 
706 - MICRO RECITAL: Peguei o violino, toquei metade de uma partitura para J (469) ouvir, fiquei satisfeito, pois já li mais de uma vez sobre algum aluno da Escola de Música, fundada por Sai Baba, na Índia, ter tocado brevemente para Ele e ficava pensando na emoção que seria. Parei para não nos atrasarmos. Foi, emocionalmente (que reflete na qualidade da música) muito melhor do que quando toquei para outras pessoas. É como se eu estivesse amparado vibracionalmente pra tocar melhor, inclusive já reparei que quando entro em sintonia (com Sai Baba, Jesus, Deus ou Nossa Senhora, não faz diferença) antes de tocar, a qualidade do som é infinitamente superior.
 
707 - UM PROFESSOR: Falei para J (469), em segundos, que pacientemente me ouviu, como se não soubesse, que eu havia aprendido a tocar violino em uma tarde, a partir do desenho que fiz da posição dos dedos, que eu olhava concomitantemente com a partitura, sozinho (com o testemunho de uma professora de violino, que, vendo o que acontecia, incentivou-me muito); que eu comprei ao incentivo mental de Sai Baba ainda encarnado na Índia, que nunca conheci pessoalmente. Mas que eu somente tocava no início do braço, embora eu conheça violinistas que tocam em público, que somente utilizam esta forma. Disse que queria contratar um professor para que me ensinasse mais rápido todas as posições. Ao contrário do que ouvi de outras pessoas, e do razoável, Ele me desaconselhou, dizendo que não havia necessidade de pressa, que eu poderia ir aos poucos aprendendo sozinho. Pelo incentivo e por falta de tempo, provavelmente aceitarei Seu conselho, embora eu já estivesse procurando professor de violino.
 
708 - PINGENTE: Sem eu contar para J (469) do meu novo cordão, sem pingente, Ele, que falou ter encontrado o caranguejo, que um dia disse ter perdido (555), insistiu que eu ficasse com ele, sem eu pedir. Tal o anel (591) que não gostei, mas depois passei a gostar, aconteceu com este pingente. Perguntei Seu signo, que ele respondeu áries. Por eu ter achado estranho, Ele disse que havia ganho. A argola pequena não passava no fecho, então Ele disse para eu colocar neste. O fecho, estilo cadeado, não fechava, após tentar mais de uma vez, pensei em ir a um ourives, mas sem eu forçar, ouvi um suave barulho e a argola entrou facilmente, milímetros adentro de uma maneira que o fecho abre e fecha naturalmente. Ficou resolvido. Ele sorriu, olhando-me com carinho.

709 - SOM ALTO: Após eu pedir para J (469) ligar o som do carro, Ele ligou e eu aumentei um pouquinho (por educação, porque eu estava gostando muito da música e queria aumentar o máximo que conseguisse). Ele, captando meu pensamento, aumentou bastante o volume, mas disse que a caixa de som, instalada no porta-malas estava sem fusível e que não poderia aumentar mais, e tirou um fusível de Seu lado esquerdo (anteriormente eu havia pensado se realmente havia um problema de fusível em Seu aparelho de som ou se os dois fusíveis anteriormente relatados, na frase 680, estavam no carro para testemunhar o que havia ocorrido durante a semana deste acontecimento), sendo que os que vi na outra oportunidade ainda estavam do lado do carona.

710 - NÃO CANTEI: Com o som alto e o carro em movimento, J (469) proferiu uns três gritos não tão altos e disse rindo que eu estava me segurando. Naquele momento eu estava com muita vontade de cantar, então confirmei dizendo que sim, mas que na verdade eu não sabia (de vez em quando eu acompanho uma música qualquer, quando estou sozinho). Certa vez, uma vizinha de dois andares acima, que o som chegou a ela, disse que eu estava "com o espírito santo", achei muito engraçado esta ótica. Em casa pensei o motivo Dele ter gritado ao invés de cantar, mas como a lição é pessoal, foi fácil concluir, lembrando que algumas vezes reproduzi, quando a casa estava em silêncio, com alguns assistindo televisão, o grito em tom grosso e demorado (o fino e curto não) que Michael Jackson proferiu antes de um determinado show começar.

711 - PILOTO: Automático... Dirigindo Seu carro, falando seriamente, mas com um bondoso esboço que se assemelhava de longe a um sorriso, disse que ali (mostrou o comando de setas) havia um botão de "piloto automático" que Ele ligava e ficava tranquilo, ouvindo música, curtindo... Sorri e rapidamente tentei coordenar os pensamentos para saber o que era sério, parábola ou brincadeira instrutiva (leela); então me lembrei... Mais de uma vez, em apresentação pública de pintura mediúnica, perguntaram-me se minha mediunidade é consciente ou inconsciente. E eu respondo sorrindo que na mediunidade, sou 100% consciente, mas que de vez em quando eu "apago" quando estou ao volante e que a sorte é que sempre acordei do lado direito da pista, porque se fosse do lado esquerdo, acordaria no céu. E todas as vezes não me recordava do trecho, mas não tem acontecido mais.

712 - CD E DVD: Algumas destas mídias, J me deu, outras eu peguei para levar (até por curiosidade) e olhei para Ele, que sorriu... De alguma forma o conteúdo de cada uma delas, estava relacionado a mim. Alguns que nada continham gravado, além de estarem visivelmente estragados no exterior (nunca vi nada de J estragado assim), joguei fora, ao que Sai Baba, mentalmente, respondeu minha indagação sobre não titubear e jogar fora algumas coisas, de "palhacinho" (oitavo encontro, frase 614 a 626), que apesar de estar intimamente ligado a questões pessoais minha e de minha mãe, não teriam utilidade prática. Dois DVDs escrito MC, talvez alguma brincadeira mostrando que conhece meus escritos no blog, em que, ao falar diretamente com o leitor, utilizo esta sigla (significando "minha criança"). Um DVD sobre favela (comunidade) no Rio de Janeiro, que sempre quis conhecer melhor. Dois, de Gilberto Gil, não propriamente por eu gostar tanto a ponto de querer ter, mas em relação ao nome de Seu suposto filho (661 e 501). Um CD de música, ao gosto de minha mãe. Um filme intitulado "A Possuída", demostrando a ciência de J sobre determinados aspectos de minha vida em relação a outras pessoas. E outros... Sim, sei que pareço estar exagerando em criar coincidências, mas os espíritos evoluídos não se expressam eficazmente só através das palavras, utilizam de toda e qualquer forma em que o recado possa ser dado sem constrangimento.

713- SEMIDESMATERIALIZAÇÃO: Tenho pedido mentalmente ao Sai Baba, para que J (469) se desmaterialize na minha frente, pois quando aconteceu, conforme relatei na frase 458, eu estava ao lado Dele, coloquei-me em Sua frente e estiquei um dos braços na maçaneta da porta de um banco, mas ao constatar que estava fechado, virei-me e Ele já havia sumido. Desta vez também não aconteceu na minha frente, Ele estava ao meu lado e estive vendo-o pela visão lateral o tempo todo. A impressão, em segundos, é que houve uma movimentação e afastamento dos átomos em velocidade imensurável. Mas não posso afirmar que, ao invés de J ter feito isto com o corpo Dele, Ele tenha criado esta indução mental em mim. Mesmo porque nenhuma das duas situações diminuiria Seu poder de ação no mundo. E, na frente de todos, continuamos a caminhar... Naqueles segundos da experiência, veio em minha mente a ideia de eternidade.

714 - COCA-COLA: No almoço pedi, para mim, coca-cola zero, mas não tinha, então aproveitei para não pedir nada por ser mais saudável, não ingerir líquido, durante a comida. J (469) pediu coca-cola comum. Fomos nos sentar no segundo andar. Ele se serviu e por causa do gelo e espuma considerei que ainda sobrara refrigerante em Sua lata. Minha vontade foi aumentando e não quis comprar uma lata inteira, só queria um pouco para saciar a vontade, então pensei em chamar um garçom para trazer um copo para eu me servir com um pouco, de J, e ainda deixar o restante para Ele. Acabamos de almoçar e o garçom não veio, então tive a ideia de beber na lata, já que Ele havia parado de beber. Tendo pensado nisto durante todo o almoço enquanto conversávamos, fiquei surpreso ao constatar que a lata estava vazia. Parece ter sido a operação inversa do que relatei no capítulo "XXII - A Materialização de Líquido", no "Meu Diário com Sai Baba" (página SAI).

715 - BEXIGA VAZIA: Eu não tinha dúvidas sobre a latinha de refrigerante ainda conter líquido, antes de eu constatar que nada havia, mas para que acabasse de uma vez com qualquer possibilidade de dúvida, no dia seguinte, em 13.02.015, que ingeri cerca de 3.800 ml de líquido e fiquei o dia inteiro fora de casa, quando fui ao banheiro, sendo que em momento nenhum eu tive vontade, acredito ter urinado cerca de 100 a bem menos de 200 ml. Foi fácil a contabilização da ingestão, pois a maioria, do consumido, tinha rótulo indicativo. Sai Baba, mentalmente, disse que iria desmaterializar o líquido que consumi. E, no dia 14, também para reafirmar minha certeza do que havia acontecido, Sai Baba me disse que faria a mesma coisa, embora eu não duvidasse. Ingeri e expeli mais ou menos a mesma quantidade. Inobstante um dos componentes do medicamento que faço uso para hipertensão, ver 523, ter efeito diurético, neste caso é como se nada houvesse ingerido de líquido, pois não só não senti vontade de urinar, como nada havia, quando tive a oportunidade. Neste sentido, não me recordo de já ter ficado tão confortável organicamente. Se a bexiga comporta, no máximo, com variações, 800 ml, somados os dois dias e considerando que no terceiro dia acordei, ainda, sem vontade de ir ao banheiro, é difícil imaginar para aonde foram cerca de 7.600 ml de líquido.

716 - CONSELHOS: J (469) que sempre fala por parábolas, sobre as coisas da vida, em sentido geral, e da minha vida também, quando eu peço algum conselho sobre determinado assunto, antes Ele desconversava, tal J parece irresponsável, mas que na hora certa Ele mesmo me dá a solução. Ou, mentalmente, recebo instruções e conselhos de Sai Baba. Ou acontece naturalmente (no tempo de Deus). Mas na verdade eu sei que as respostas têm seu tempo e que não estava na hora de J me esclarecer, mas ultimamente dá até a impressão de que o carismático J esquece Sua personalidade como J (que havia adotado a minha, multiplicada em alto grau) e responde claramente, para eu entender de imediato. Quando a vida está em tempo de seriedade e dificuldade opto por respostas curtas e objetivas; mas quando está em tempo de risos, prefiro enigmas, símbolos, parábolas e coincidências, porque a vida fica ainda bem mais divertida e interessante.

717 - SUA LINGUAGEM: Conhecendo-me bem, somente para me agradar mais, J age estranhamente desta maneira que relato e que ninguém que conhece Sai Baba, ainda que profundamente, entenderia. Pois eu, espírito imortal, independente do personagem que hora encarno com o nome de Giovanni, com toda a gama de comportamentos sociais facilmente identificados, perante a eternidade eu vibro e respiro na sintonia da arte e Sai Baba, na forma J, através desta linguagem, expressa em tom de brincadeira, potencializando as chamadas leelas (as instrutivas brincadeiras divinas) conseguiu que eu O admirasse e O respeitasse ainda mais, depois de tudo que estudei sobre Ele, o Eterno, o Sem Forma e o Imutável, cujo último personagem encarnado, para se fazer melhor compreendido, adotou o singelo nome de Sai Baba.