domingo, 24 de abril de 2011

Piero della Francesca

Prospettiva di Citt'a Ideale, MsT, 50x100cm

Representante do Quattrocento italiano, entre 1410 a 1420, nasce Piero em Borgo San Sepolcro, Toscana. Em 1439 vai para Florença trabalhar no atelier do pintor Domenico Veneziano. Torna-se conselheiro municipal em sua cidade de origem, em 1442. Em 1445 recebe a encomenda de um retábulo pela Confraria da Misericórdia de Borgo San Sepolcro. Pouco mais tarde viaja a trabalho por Ferrara e Urbino. Em 1452, aceita seu principal trabalho: pintar os afrescos da igreja de San Francesco, em Arezzo. Em 1454 surge a decoração de outra igreja, dos Irmãos de Santo Agostinho, em sua cidade natal. Em 1459 vai a Roma a serviço do Papa Pio II, após, volta a Arezzo para terminar os afrescos de San Francesco. Hospeda-se, em 1469, na casa de Giovanni, pai de Rafaello Sanzio. Em 1480 chefia a Confraria de São Bartolomeu. Morre em Borgo San Sepolcro, em 12 de outubro de 1492.

A genialidade matemática de Piero não tardou dar mostras também como teórico da arte, na elaboração de “Trattato de ábaco”, manual de aritmética com problemas de álgebra e geometria. Já “De prospectiva pingendi”, em latim, esmiúça as leis de perspectiva, e, “De quinque corporibus regolaribus” trata dos corpos sólidos regulares.

Nos afrescos de San Francesco, della Francesca, executa o Ciclo da Santa Cruz, que tem seu início nas vésperas da morte de Adão, onde seu filho Seth obtém de um anjo um ramo do qual escorrerá o óleo da salvação, mas somente após cinco mil e quinhentos anos. Como Adão morre, sem a salvação, Seth planta o ramo sobre sua tumba, e da árvore nascida Salomão tenta, inutilmente, construir um templo, então, o tronco é levado para o rio Siloé para servir de ponte. De passagem, a rainha de Sabá tem uma premonição e se ajoelha para venerá-lo, quando diz a Salomão que do lenho virá o fim do reino dos hebreus. Salomão enterra o madeiro na esperança de mudar o curso do destino. Mas, vindo à tona, é empregado na construção da cruz, na qual Jesus foi crucificado.

Trezentos anos depois, na batalha contra Maxêncio, Constantino sonha com um anjo que o exorta a combater sob o signo da cruz. Constantino vence e torna-se imperador de Roma; depois se converte e envia a Jerusalém sua mãe, a imperatriz Helena, para buscar o lenho da verdadeira cruz. Somente o hebreu Judas sabe onde este se encontra. Não querendo falar, Helena o joga num poço, e, retirado após sete dias, ele revela que a cruz está enterrada sob o templo de Vênus. Helena destrói o templo e aparecem as três cruzes do Calvário. Para se reconhecer a verdadeira, elas são levadas até um jovem morto, que com o toque na de Jesus o jovem ressuscita. Então, Helena a reconduz até Jerusalém.

Após mais trezentos anos a cruz é roubada pelo rei persa Cosroés, que a põe num altar para adorá-la. Heráclito, imperador do Oriente, guerreia contra Cosroés, decapitando-o; retorna a Jerusalém e se defronta com as portas da cidade fechadas. Exortado por um anjo, imita a humilde entrada de Cristo em Jerusalém, e, as portas se abrem. A cruz é, finalmente, devolvida ao Santo Sepulcro.

Madonna di Senigallia 2º Piero della Francesca, AsT, 80x64cm

Representative of the italian Quattrocento, between 1410 to 1420, Piero was born in Borgo San Sepolcro, Toscana. In 1439 goes to Florence to work in the studio of the painter Domenico Veneziano. He becomes a municipal councilor in his hometown, in 1442. In 1445 receives the order of an altar piece by the Confraternity of Mercy of Borgo San Sepolcro. A little later travels to work for Ferrara and Urbino. In 1452, accepts his principal job: to paint the frescoes in the church of San Francesco, in Arezzo. In 1454 comes the decoration of another church, the Brothers of St. Augustine, in his hometown. In 1459 goes to Rome in the service of Pope Pius II, after, he comes back to Arezzo to complete the frescoes of San Francesco. Hosts, in 1469, the house of Giovanni, the father of Raffaello Sanzio. In 1480 heads the Brotherhood of St. Bartholomew. He died in Borgo San Sepolcro, on October 12,1492.

The mathematical genius of Piero was quick to show him like an art theorist also, in developing “Trattato de ábaco”, arithimetic manual with problems of algebra and geometry. Since “De Prospectiva pingendi”, in Latin, scrutinizes the laws of perspective, and “De quinque corporibus regolaribus” deals with the regular solids.

In the frescoes of San Francesco, della Francesca, performs the cycle of the Holy Cross, which has its beginning on the eve of Adam’s death, where his son Seth gets from an angel one branch of which drops the oil of salvation, but only after five thousand hundred years. As Adam dies, without salvation, Seth plants the branch on his grave, and from the tree Solomon tries, unsuccessfully, to build a temple, then, the trunk is taken to Siloam river as a bridge. By passing, the Queen of Sheba has a premonition and knells down to worship it, when she says Solomon that from wood will come the end of the Hebrews’ reign, Solomon buries the tree in hope of changing the course of destiny. But coming up, is used in the construction of the cross on which Jesus was crucified.

Three hundred years later, in the battle against Maxentius, Constantine dreams of an angel who exhorts him to fight under the sign of the cross. Constantine wins and becomes emperor of Rome; then is converted and sends his mother to Jerusalem, Empress Helena, to take the wood of the true cross. Only the hebrew Judas knows where it is. Not wanting to talk, Helena throws him into a well and he is removed after seven days, he reveals that the cross is buried under the temple of Venus. Helena destroys the temple and the three crosses of Calvary appear. To recognize the true one, they are led to a dead young man, that touches the cross of Jesus and lives. Then, Helena reconducts it to Jerusalem.

After more three hundred years the cross is stolen by the persian king Chosroes, who puts it on an altar to worship it. Heraclitus, Emperor of the East, wars against Chosroes, decapitating him; returns to Jerusalem and is faced with the gates closed. Urged by an angel, imitates Christ’s humble entrance into Jerusalem, and the doors open. The cross is finally returned to the Holy Sepulcher.

Verifica della Vera Croce, AsT, 70x70cm


   PIERO DELLA FRANCESCA 2º giov. d'and.:
http://www.artmajeur.com/?go=artworks/display_mini_gallery&login=giovdand&mini_gallery_id=1046197&artist_id=39105

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Sirvamos (com a arte..., Chico Xavier)


Se trabalhas na cor ou no mármore, no verbo ou na melodia, sem traduzires em tuas obras a correção, o amor e a luz do Senhor, guardas a tremenda responsabilidade de quem estabelece imagens delituosas para consumo da mente popular, perdendo em vão, a glória que te enriquece os sentimentos.
Livro Fonte Viva, fls 73
Emmanuel (Chico Xavier)
Rio de Janeiro Photográfico 092 Visão do Arpoador

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Depoimento de um PAI, giov. d'and.

Depoimento de um Pai, giov. d'and. (original)

- Vou lhes contar porque me inspirei a fazer a série SÍTIO DO PICAPAU AMARELO :
Meu filho contava com + de 3 anos e ainda não falava...
Eu percebia que ele entendia tudo que falávamos com ele e... de mais a mais Deus, que também é Pai, já havia me contado em sonho que meu filho não seria mudo, que era um problema transitório...
Após de + de 2 meses em infrutíferas idas e vindas numa fonoaudióloga... Numa tarde, pensei em tentar fazer-lhe falar o que ele mais ouvia, seu nome, eu reparei que com muita dificuldade ele estava conseguindo...
Daí foi fácil, era só tentar que ele falasse o que + gostava:
O SÍTIO...
E a 2ª palavra foi E - MÍ - LHA, daí veio o SACI, o VISCONDE e muitos outros...
Em pouco + de uma hora, falou + do que em 3 anos...
SANTA EMÍLIA...

Viva Monteiro Lobato !!!


Teria sido a pílula falante da Emília ???
Agradecido com o Universo e o universo das circunstâncias
foram doadas 24 obras ao
Museu Monteiro Lobato
Av. Monteiro Lobato, s/n
Chácara do Visconde
Taubaté, SP

segunda-feira, 11 de abril de 2011

ABSTRATO CÓSMICO (...o movimento...)


A Nebulosa SW 277, 60x80cm AsT

Não, não, e não... Definitivamente não posso negar, ainda que assim o quisesse... Sempre fui fascinado pelas estrelas... Ah, tempo ido, tempo bom em que eu me deitava no chão do terraço de minha casa para admirá-las, sem o menor compromisso, nem comigo nem com as próprias estrelas. Era um amor assim, sem apego. Eu aqui. Elas lá. E minha admiração nos unia. Algumas se moviam, ou pelo menos pareciam se mover. Acho que alguém já disse: "Onde há vida, há movimento". Isto também, muito me serviu de inspiração. A própria Terra a se mover, ainda que não percebamos...

Assim, segue o rumo, o destino e o ciclo da vida: Parecemos imóveis, mas há uma infinidade de complexos movimentos nesta aparente imobilidade. Para se ter uma breve noção desses movimentos, trouxe ao texto, um destaque do estudioso Camille Flammarion, sobre:

OS ONZE MOVIMENTOS PRINCIPAIS DA TERRA

1M. Distando de 37 milhões de léguas do Sol, e percorrendo esta distância ânua numa velocidade de 643.000 léguas por dia, ou 26.800 léguas por hora, ou 29.450 metros por segundo, em 365 dias, 6 horas, 9 minutos e 10 segundos, o globo terrestre volta ao “mesmo” ponto inicial de sua órbita relativa ao Sol, e continua a correr...

2OIS. Este movimento não se processa na mesma trilha sideral, porque o Sol se desloca no espaço, seguindo uma linha oblíqua em direção à Constelação de Hércules, resultando, então, que a Terra ao invés de percorrer uma curva fechada, descreve, ela, uma espiral, jamais passando duas vezes pelo mesmo caminho, desde que existe.

3RÊS. Na rotação, o nosso globo gira em torno de si mesmo em vinte e quatro horas, e nos dá a sucessão cotidiana dos dias e das noites.

4UATRO. Sofrendo uma inclinação de 23º 27’, a Terra não gira sobre si mesma em vertical, como um pião em cima de uma tábua, mas inclinada. Só que esta inclinação também não é estável, varia de ano em ano, de século em século, oscilando lentamente.

5INCO. A órbita percorrida pela Terra anualmente em torno do Sol não é circular, mas elíptica. Essa elipse também varia no decorrer dos anos e dos séculos; ora se aproximando da circunferência de um círculo, ora se alongando até uma grande excentricidade, como se fosse um aro elástico que se deformasse mais ou menos.

6EIS. Essa própria elipse percorrida pela Terra não é fixa no espaço, mas gira em seu próprio plano, em um período de 210 séculos. O periélio, que, no começo da nossa era, estava a 65 graus de longitude, a partir do equinócio de primavera, passou agora a 101 graus. É uma deslocação secular da linha das apsides.

7ETE. Foi dito que o eixo de rotação do nosso globo é inclinado, e é sabido que o prolongamento ideal desse eixo vai direto à Estrela Polar. Esse eixo mesmo não é fixo, gira em 257 séculos e meio, conservando sai inclinação de 22 a 24 graus; de sorte que seu prolongamento descreve na esfera celeste, em torno do pólo da elíptica, um círculo de 44 a 48 graus de diâmetro, conforme as épocas. É em conseqüência desse deslocamento do pólo que Veja se tornará estrela polar, daqui a mil e duzentos séculos, qual já o foi há mil.

8ITO. Devido à influência da Lua sobre a inflação equatorial da Terra, o da nutação, faz descrever ao pólo do equador uma pequena elipse em 224 meses.

9OVE. Devido igualmente à atração da Lua, muda incessantemente a posição do centro de gravidade do globo e o lugar da Terra no espaço. Quando a Lua nos está adiante, acelera a marcha do globo; quando se acha atrás, nos retarda, ao contrário, qual um freio, é uma complicação mensal que vem juntar-se às precedentes.

10EZ. Quando a Terra passa entre o Sol e Júpiter, a atração deste, apesar da distância de 155 milhões de léguas, faz a Terra desviar-se 2’10” para além da sua órbita absoluta. A atração de Vênus a desvia 1’25” aquém. Saturno e Marte atuam igualmente, porém de modo mais fraco. São perturbações exteriores.

11NZE. Considerando-se que o conjunto dos planetas pesa quase a sétima-centésima parte do peso do Sol, o centro de gravidade do qual a Terra circula anualmente nunca está precisamente no centro do Sol, mas distante desse centro, e muitas vezes mesmo fora do globo solar. Falando, então, de modo absoluto, a Terra não gira em torno do Sol, mas os dois astros, Sol e Terra, giram em torno do seu centro comum de gravidade. O centro do movimento anual comum de gravidade. O centro do movimento anual do nosso planeta muda, pois, de lugar, constantemente.

Ser-nos-ia facultado mesmo acrescentar muitas outras ainda. Para se ter uma idéia: só na Lua, que parece girar tão somente em torno da Terra, descobriram mais de sessenta causas distintas de movimentos diferentes. A matéria obedece docilmente à força. Assim, termina ele com seu brilhantismo habitual.

Ah, a arte... a arte estática obviamente também tem seu valor, mas tal a vida requer movimento, assim minha arte me intimou a me movimentar. Foi onde entrou a noção da perspectiva e da profundidade, fazendo ressaltar o movimento por entre a sombra e a luz, nos vários tons e semitons, do verdadeiro acorde da Pátria Infinita, onde a Terra constantemente se movimenta... Terra esta que é um dos menores grãos de areia do oceano incomensurável, considerando, aliás, que o espaço é infinito, pela simples razão de ser impossível limitá-lo, pois apesar da dificuldade de conceber o infinito, mais fácil, mentalmente é avançarmos eternamente pelo espaço do que parar e não ter para onde ir, após chegar num ponto qualquer.

E o espaço também conquistou seu lugar em minha arte, pois impossível não admirar e se inspirar nesta realidade, que podemos por enquanto somente imaginar, mesmo após as grandes descobertas científicas. Imaginemo-nos com a velocidade do relâmpago, a percorrer durante anos, séculos, milhares de séculos, milhões de períodos cem vezes seculares; ainda assim, nem um passo teremos avançado, qualquer que seja o lado para onde nos dirijamos e qualquer que seja o ponto para onde nos encaminhemos, a partir desse grãozinho invisível donde saímos e a que chamamos Terra.

E, o tempo...(também o tempo em que eu olhava para as estrelas?) É a sucessão das coisas. Está ligado à eternidade, do mesmo modo que as coisas estão ligadas ao infinito. O tempo é apenas uma medida relativa da sucessão das coisas transitórias. Sendo o tempo apenas a relação das coisas transitórias e dependendo unicamente das coisas que se medem, se tomássemos os séculos terrestres por unidade e os empilhássemos aos milheiros, para formar um número colossal, esse número nunca representaria mais que um ponto na eternidade, do mesmo modo que milhares de léguas adicionadas a milhares de léguas não são mais que um ponto na extensão. Imensidade e eternidade sem limites, são as duas grandes propriedades da natureza universal. Por falar em tempo, é sempre tempo de amar, e a arte, se voltada para um ideal nobre é uma excelente expressão do amor infinito, aquele que emana do divino. Afinal:

ARTE: TRANSFORMA-SE EM AMOR QUANDO ELEVA A HUMANIDADE, SUBLIMANDO OS SENTIMENTOS INDIVIDUAIS.

E, a Via-Láctea... Esse regato de leite esbranquiçado que atravessa o nosso céu e pode ser visto pelas belas noites estreladas e sem luar, onde já se sabe que há milhões de sóis mais luminosos e mais importantes do que o sol que nos aquece e nos dá vida. Pode-se mesmo contar uma trintena de milhões de sóis. Para se ter uma idéia relativa de onde estamos, basta se ver que a Via-Láctea que, na imensidade das criações siderais, não representa mais do que um ponto quase sem importância, pois ela não passa de mais uma nebulosa estelar, entre os milhões das que existem no espaço. Se ela se parece mais vasta e rica, isto se dá ao fato de que ela nos cerca, enquanto as outras, escondidas nas profundezas insondáveis, mal se deixam entrever. Sendo, então, a Terra um quase nada no sistema solar; este um quase nada na Via-Láctea; esta um quase nada, na universalidade das nebulosas e essa própria universalidade bem pouca coisa dentro do imensurável infinito, aqui temos uma breve noção do que representa a Terra e a teoria de somente existir vida orgânica nesta (aqui, estamos falando apenas na dimensão física do espaço, nos endereços palpáveis aos sentidos humanos).

Alfim, da excelsa magnitude da criação científica dos Cosmos, o Criador nunca se afastou das belas artes.

Em suma, refletindo sempre nestes tópicos, não pude deixar de expressar através do abstrato, a que intitulei "ABSTRATO CÓSMICO", estas idéias que tanto me povoam a mente e o espírito, fazendo-me ter uma sutil idéia do tempo e a eternidade, e do espaço e o infinito, que tanto refletem no movimento universal.

PINTO O QUE PENSO, PINTO O QUE SOU, PINTO O QUE VIVO!
Outras obras em: www.artmajeur.com/giovdand

No Caminho para as Plêiades do Centauro, 70x90cm, AsT

terça-feira, 5 de abril de 2011

Museu do Corpo de Bombeiros, RJ

O Espírito Santo, os 7 Dons e os 9 Frutos, 70x90cm, AsT

Nos dois mil e 11 d. C., neste dia hoje, dos cinco (05), na cidade do Rio, de abril, o Museu Histórico do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro; aliás, diga-se de passagem que eu fui extremamente bem recebido pelo Ten Cel BM Renato Caldas, Diretor do Museu, com direito à Banda de Música, com mais de 50 integrantes, tocando especialmente para mim, o giov., músicas, não só de hinos da corporação, como Aquarela do Brasil e Garota de Ipanema, entre outras... Bem, voltando ao assunto... Foi  incorporado ao acervo da instituição, a pintura de arte sacra, representativa do ESPÍRITO SANTO, no intuito (simbólico) de proteger os heróis de fogo, que nos protegem.

Os 7 dons (Isaías: 11, 2-3):
  1. Sabedoria
  2. Inteligência
  3. Conselho
  4. Ciência
  5. Fortaleza
  6. Piedade
  7. Temor de Deus
Os 9 frutos (São Paulo, Gálatas: 5, 22-23):
  1. Amor
  2. Alegria
  3. Paz
  4. Paciência
  5. Bondade
  6. Benevolência
  7. Mansidão
  8. Domínio de Si
Endereço: Praça da República, 45, Centro Rio de Janeiro, RJ
Horário de funcionamento: terça-feira a sexta-feira, das 9h às 18h
Entrada franca

Fire Brigade Historical Museum of Rio de Janeiro
Adress: 45 República, Sq, Centro, Rio de Janeiro, RJ
Opening hours: Tuesday to Friday from 9 am to 6 pm
Free admission