Eu, Giov. D'And.
Talvez fosse assim que eu devesse chamar este pequeno ensaio... Pois, são as imagens, sensações e emoções que capto a partir de alguns lugares do Rio...
Mas, antes e além de eu me inspirar nas belezas monumentais e detalhes discretos deste Rio de Janeiro, trago n’alma e coração d'artista determinadas nuances, independente da coloração utilizada, que a fotografia digital retrata a realidade e não minhas VISÕES, então, sei lá, fico tenso e pouco trabalho e, não sei, não perco tanto desta bela realidade, que sou capaz de revelar, nesta linha limítrofe entre a fotografia e um “algo” da pintura, espécies estranhas do gênero artes visuais.
Mas, antes e além de eu me inspirar nas belezas monumentais e detalhes discretos deste Rio de Janeiro, trago n’alma e coração d'artista determinadas nuances, independente da coloração utilizada, que a fotografia digital retrata a realidade e não minhas VISÕES, então, sei lá, fico tenso e pouco trabalho e, não sei, não perco tanto desta bela realidade, que sou capaz de revelar, nesta linha limítrofe entre a fotografia e um “algo” da pintura, espécies estranhas do gênero artes visuais.
E para quê ?
E por que o Rio de Janeiro como tema central ?
E por que não ?
Esse Rio de Janeiro da harmonia que grita:
E por que o Rio de Janeiro como tema central ?
E por que não ?
Esse Rio de Janeiro da harmonia que grita:
– EU ESTOU AQUI PARA QUEM QUISER ME AMAR
– e dos mistérios estéticos ocultos aos menos sensíveis...
Só quem o conhece de perto poderá responder...
E eu?
Eu não sou do Rio de Janeiro,
Só quem o conhece de perto poderá responder...
E eu?
Eu não sou do Rio de Janeiro,
EU SOU O RIO DE JANEIRO !!!
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O monólogo do artista passa a estabelecer diálogo com o público quando sua arte é comentada...