segunda-feira, 11 de março de 2013

SALVADOR DALÍ (o filme)




De DALÍ é a fala: “Quando eu era muito pequeno, queria ser uma cozinheirA, depois, quando eu tinha seis anos, queria ser Napoleão. Desde então, minha máxima ambição não cessou de crescer, e agora o que mais me gostaria de poder ser, nada menos que SALVADOR DALÍ” e a “Declaração de Independência da Imaginação e dos Direitos do Homem à Própria Loucura”. Só isto já vale um longa...

Mais artistas convidados para atuar com o Giov.: o próprio SALVADOR (que não podia faltar, nem que fizesse pelo menos uma pequeníssima pontinha...), Robert Pattinson (o vampiro, o vampiro...), Raul Seixas (que nascido 10.000 anos atrás, já deu tempo de aprender a contracenar, dar o contra e acenar – tchau, muito obrigado pela participação, agora vaaazaaaaaaaa... maluucooo!!! Blz? Obs. Adorei a música, Gita, Gita p vc tb...), entre muitos outros que couberam no orçamento deste longa longa-metragem. E... Ainda que tenha levado o maior cachê da produção, claro que não poderia faltar ::: O RINOCERONTE!!!

Mas, durante o filme ““se vos assaltar o temor gritai: Ó meu SALVADOR, salvai-me!”” Já queeeeee: Até ““São Pedro se arrependeu e também foi perdoado: Saindo DALI, ele chorou...”” Por que não aguentou assistir? Bom, deixa isso quieto... Mas, você viu que ele se arrependeu, então, vale a pena assistir até pra não se arrepender depois. Você está com sono? Assiste de olhos fechados, pode até ser que goste mais. Normal, eu sempre faço isto.

Mas, considerando que você consiga assistir... Não se preocupe, pois com Luis Buñuel, DALI, melhor, de lá pra cá, DALÍ colaborou nos filmes puramente surrealistas: UM CÃO ANDALUZ e A IDADE DE OURO, todos (os 4) aqui inseridos, tal espalhadas POUCAS CINZAS, numa levemente ensolarada MEIA-NOITE EM PARIS...



DALI do fundo, na trilha sonora, Robert Schumann compôs especialmente (quaaase, tb pru Manfredim) pra SALVADOR, sua Opus 115, Manfred Ouvertüre, enquanto, no final DALI, o Giov. toca surrealisticamente (diga-se de passagem, a plantação não foi muito diferente, talvez até mais surreal, pois foi tudo num único dia) no tal do violin, um concerto de Vivaldi (amostra de 3 linhas de 4 folhas); após 4 meses, num treino árduo, cansativo e chato de cerca de 30 minutos, 3 a 4 vezes por semana, em 8 métodos e algumas partituras esparsas... Agora só falta o Giov. ter aulas de violino, que até pode ser em Barra do Piraí, com a Dona Má...ildinha... (acho que o nome dela é sem acento), cujo sobrenome começa com Iss e termina com ene, que, aliás, foi muito boazinha em aturá-lo... Ele, que foi na casa dela uma única vez, antes de tudo, levando o desenho das notas, que baixou da internética (e no 1º dia que ele segurou o violin, tocou o 1º método, com ela ao piano; Bate o Sino e tal, nada demais...), e durante os 2 primeiros meses, olhava o desenho e a partitura concomitantemente (juntim)... DALI em diante, nunca mais teve quem lhe ensinasse nada do violin surreal... Mas, também, o Giov. tem mais o que fazer do que ficar tendo aulinha de violin, pra depois fazer videozinho pra colocar no íon tubo, digo, youtchuben...


Mas, agradecendo La Gilllza (que abaixou os vídeos, do alto), das várias categorias, economizando o amigo Oscar (que só tem um e nem é de ouro, em plena l’age d’or) o vencedor não é Woody Allen, Owen Wilson, Luís Buñuel, Salvador Dalí, Giov. D’And., Raul Seixas, Robert Schumann, Antonio Vivaldi, Robert Pattinson (o vampiro, o vampiro...), Adrien Brody (o outro DALÍ, que não é o vampiro, o vampiro...) ou mesmo o Rinoceronte, pois... O vencedor é... O camerakid VINC. D’AND., na categoria melhor filmagem... Bravo! Bravo!

Demais a mais, mais fica esta singela, mas discretamente monumental, homenagem ao meu amigo pessoal, de trajes exóticos, do centro espírita, o eterno espirit(uos)o: SALVADOR DALÍ... E viva o surrealismo!!!

Mas, na condição de amigo, vou mandar um recado de boa pra tu, meu irmão: Surrealismo, sim... Palhaçada não, que isso aqui não é circo... E muito menos hospício, então segura a onda no teu processo de loucura, tá ligado, tá ligado? Mas, você sabe, né: A gente só fala assim, com quem a gente gosta: ti amuuu DALÍ! No surrealismo, você é meu SALVADOR. Afinal, disso tudo fica o melhor da experiência, a moral da história: mais vale uma barata manca do que um rato resfriado!!! Fui, antes que o Mal diga, de novo, que eu fumei uma maconha estragada...